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Alinne Moraes define vilã de ‘Por Você’: ‘Ela é elitista, racista’


Alinne Moares vive a vilã Vanessa, em “Por Você”
Lucas Teixeira/Globo
Alinne Moraes retorna às novelas com uma nova vilã, tipo de personagem que já interpretou com sucesso em papéis como o de Silvia, de “Duas Caras”. Agora, em “Por Você”, ela vive Vanessa, médica que utiliza sua posição administrativa em um hospital particular para destilar preconceitos contra a protagonista Bela, interpretada por Sheron Menezzes.
“Ela é elitista, racista. Ela deveria estar presa, né?”, comenta Alinne sobre Vanessa.
A caracterização da personagem foi planejada para reforçar essa imagem de privilégio, com cabelos sempre muito bem estruturados, unhas e batom vermelhos, além de uma maquiagem pesada. A atriz explica que sua personagem utiliza a própria aparência e vaidade para marcar diferenças sociais e reforçar preconceitos.
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“Acho que a personagem acaba tentando esfregar a branquitude na cara da Bela. E ela acha que a afeta”, diz.
Para Alinne, Vanessa não chega ao mesmo nível de crueldade de Sílvia, vilã que marcou sua trajetória em “Duas Caras”. Ao comparar as personagens, a atriz também relembra a época em que interpretou a antagonista da novela de Aguinaldo Silva.
“Ela é um pouquinho mais leve do que a Silvia. Eu tinha 25 anos quando eu fiz a Silvia. É, foi muito louco pensar hoje vendo, revendo algumas cenas assim, como eu era nova, dando vida a uma personagem que até hoje está aí viva nas redes sociais”.
A atriz afirma que tenta compreender as motivações para as atitudes de Vanessa, mas não a defende. “Tento me colocar no lugar dela para entender, pela ótica dela, o porquê age dessa forma e qual é o seu passado. Aí vou acrescentando algumas camadas à personagem”.
“Eu acho que a gente vai odiar, mas vai se divertir também. Talvez odiar gostar, é o que eu espero”, fala sobre Vanessa.
Alinne Moraes e Sheron Menezzes no lançamento da novela ‘Por Você’
Anderson Bordê/Agnews
Entenda a trama de “Por Você”
“Por Você” acompanha a trajetória de Bela (Sheron Menezzes), cuja vida muda após a morte da melhor amiga, Juli (Lucy Ramos), em um acidente de carro. Ao assumir a responsabilidade de cuidar dos quatro filhos da amiga, Bela também se vê no centro de uma disputa pelo comando do Hospital & Maternidade Luz, onde é indicada por Pérola Romano (Renata Sorrah) para sucedê-la na presidência.
A decisão acirra a rivalidade com Vanessa (Alinne Moraes), herdeira da família Romano, em um conflito marcado por diferenças sociais, pessoais e profissionais que promete mudar o destino de todos os envolvidos.
Alinne Moraes, Sheron Menezzes e Lucy Ramos no lançamento da novela ‘Por Você’
Globo/ Lucas Teixeira

Fonte: G1 Entretenimento

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Antes de pausa, Ariana Grande refletiu sobre fama em disco delicado, mas pouco marcante


Antes de anunciar pausa, Ariana Grande cantou sobre relação com holofotes no disco ‘Petal’
Título: “Petal”
Artista: Ariana Grande
Nota: 7/10
Dias antes de anunciar uma pausa na carreira, Ariana Grande deixou pistas de que estava revendo sua relação com os holofotes. No disco “Petal”, lançado nesta sexta (31), ela se debruça sobre sua relação com a fama, dor e amor — romântico, sim, mas principalmente o amor dos fãs.
“Todas as minhas histórias favoritas / Terminam em algum tipo de catástrofe / Mas eu não preciso que alguém me salve / Porque esta música e eu nunca morreremos”, entoa a cantora no início da faixa-título.
Por que Ariana Grande vai pausar sua carreira e evitar aparições públicas
O nome “Petal” vem do verso “petal on the pavement” (pétala na calçada): algo delicado e frágil, solto em meio hostil, que vai se desgastando com o tempo.
É curioso o uso dessa metáfora da fragilidade. Nos últimos anos, a cantora alarmou seus fãs ao perder peso continuamente (e agora, anuncia que vai se afastar dos holofotes devido ao “escrutínio público incessante”).
Ninguém sabe o que está acontecendo com Ariana, uma figura pública cuja imagem, mais do que nunca, tem se tornado ponto de discussão. E, por isso, esse álbum poderia contar um pouco do lado dela.
Ariana Grande em imagem de divulgação do disco ‘Petal’ (2026)
Divulgação
Em um vídeo publicado no Instagram, a artista disse que “Petal” seria um disco honesto, feito com uma certa raiva até. Em algumas letras, ela mostra que tem suas questões com a fama e se pergunta o que deixou de viver por ser famosa.
“Algum dia, todas as sementes vão abrir / Toda a vida humana que eu sonhei / Será real se eu começar de novo”, canta em “Freak”.
Mas, ao mesmo tempo que há pinceladas de como Ariana vem se sentindo, o álbum soa meio nebuloso — e é mais melancólico que raivoso.
Talvez seja culpa da combinação entre letras e som. Musicalmente, “Petal” continua a transição sonora que ela começou nos últimos discos. Há menos do pop com influências de R&B e trap que a firmou (mas que aparece levemente na faixa-título) e ela caminha para um som mais etéreo e eletrônico, calcado na influência de sua ídola Imogen Heap (nítida na faixa final, “Nobody Nowhere”).
O disco “Eternal Sunshine” (2024) já abria esse caminho, mas soava mais cristalino e esperançoso; “Petal” é mais abafado e, em várias músicas, Ariana soa escondida na mixagem.
Ainda há ecos daquela persona sexy e ousada de outrora, como em “Big Feelings”. Mas, pelos vocais, parece que nem ela quer mais o papel da “mulher perigosa” que já encarnou. Afinal, ela agora é uma pétala.
Ariana Grande em imagem de divulgação do disco ‘Petal’ (2026)
Divulgação
Nada no som desse disco é brutal, nem mesmo os vocais. Aqui, Ariana deixa o belting de lado quase por completo e prefere harmonias que servem de “cama” para uma linha de voz também contida.
Em vez disso, o foco está mais na produção, que Ariana assina ao lado do sueco Ilya. Ela até arrisca umas novas sonoridades, como o garage “Oh Well” e o interlúdio “Warning Signs”, que brinca com synths e distorções para terminar em um verso dolorido: “Eu só quero que alguém me ouça”.
De modo geral, esse é o tom de “Petal”: há boas ideias em músicas delicadas, que mostram uma artista refletindo sobre sua vida. Mas o resultado é pouco marcante, esmaecido, como nas fotos de divulgação.

Fonte: G1 Entretenimento

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Paolla Oliveira relata choque após receber vídeo pornográfico falso com seu rosto: ‘Minha perna amoleceu’


Guerra ao deepfake: Paolla Oliveira expõe a violência que atinge mulheres e meninas
Acostumada a lidar com montagens feitas com inteligência artificial usando sua imagem, Paolla Oliveira contou que viveu um dos momentos mais difíceis quando recebeu, durante uma gravação, um vídeo pornográfico criado com deepfake usando seu rosto. A atriz relatou a sensação de impotência diante da rapidez com que esse tipo de conteúdo circula na internet.
“Eu recebi um vídeo pornográfico também, bem pesado e com o meu rosto”, afirmou.
Segundo Paolla, o impacto foi imediato, mesmo sabendo que as imagens eram falsas.
“Eu gelei, fiquei branca, minha perna amoleceu. A coisa vai tomando uma proporção que realmente passa dos limites”, disse a atriz.
Guerra ao deepfake: violência que atinge mulheres e meninas
Sensação de impotência
Paolla afirmou que o aspecto mais angustiante é perceber que, mesmo identificando a falsificação, a vítima perde o controle sobre a circulação do conteúdo.
“Você sabe que não é você, mas não tem como fazer nada sobre aquilo”, relatou.
A artista contou que enfrenta há anos a divulgação de imagens manipuladas com inteligência artificial. Segundo ela, existem fotos e vídeos atribuídos a seu nome que jamais foram produzidos por ela.
“Tem fotos minhas na internet que eu nunca tirei. Vídeos meus falando coisas que eu nunca disse”, afirmou.
Alerta para outras vítimas
Durante o relato, Paolla demonstrou preocupação com mulheres que passam pela mesma situação e podem não ter apoio para enfrentar a exposição.
“Eu tenho condições de olhar e falar: essa pessoa não sou eu. Agora, e as outras mulheres?”, questionou.
Ao comentar o avanço dos deepfakes, a atriz defendeu que as vítimas denunciem os casos e não assumam a culpa pela violência sofrida. Para ela, o silêncio favorece a continuidade desse tipo de crime.
“Se calar, não se intimidar, não se sentir culpada”, afirmou. “A vergonha nunca é da vítima.”
Guerra ao deepfake: Paolla Oliveira expõe a violência que atinge mulheres e meninas
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Fonte: G1 Entretenimento

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Lucas Bezerra faz feats com Zé Ibarra, Rita Benneditto e Geraldo Azevedo em álbum dedicado às músicas de Totonho


Lucas Bezerra lança na sexta-feira, 7 de agosto, o primeiro álbum, ‘Eu mandei meu amor pro espaço’, dedicado ao cancioneiro do compositor paraibano Totonho
Luciano Pedro Jr / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Nascido em 1964 em Monteiro (PB), no Cariri paraibano, o cantor e compositor Carlos Antonio Bezerra da Silva já tinha banda desde os nove anos, Os Renegados. Ao migrar para João Pessoa (PB) em 1982, aos 18, o artista atuou como agitador cultural, aglutinando compositores paraibanos.
Mais parte, em 1988, Carlos Antonio passou a residir na cidade do Rio de Janeiro (RJ). Mas foi somente em 2001, ano em que lançou o primeiro álbum autoral com produção musical de Carlos Eduardo Miranda (1962 – 2018), que o cantor e compositor ganhou alguma projeção nacional, já sob alcunha de Totonho e os Cabra.
Ainda assim, após a edição do segundo álbum de Totonho e os Cabra em 2005, “Sabotador de satélites”, a carreira de Totonho perdeu a amplitude nacional. Por isso mesmo, é salutar e surpreendente a decisão de Lucas Bezerra – cantor cearense que debutou no mercado fonográfico em 2020 e lançou no ano seguinte o EP “Trânsito” (2021) – de dedicar o primeiro álbum, “Eu mandei meu amor pro espaço”, ao cancioneiro de Totonho.
Concebido entre 2021 e 2022 e gravado entre 2023 e 2026, em movimento intercontinental que abarcou cidades do Brasil (Rio de Janeiro, Recife, Maceió e João Pessoa), Dinamarca (Copenhague), Suécia (Malmö), o álbum “Eu mandei meu amor pro espaço” aporta no mundo digital na sexta-feira, 7 de agosto, com nove músicas da lavra nordestina e universal de Totonho cantadas por Lucas Bezerra com produção musical de Arthus Fochi.
A seleção de Bezerra abrange a música mais conhecida de Totonho, “Nhem nhem nhem” (2001), gravada com o coro de cinco vozes da cena paraibana contemporânea (Chico Limeira, Elon, Nathalia Bellar, Nina Ferreira e Titá Moura). A música-título “Eu mandei meu amor pro espaço” (2005) traz o canto de Zé Ibarra.
Já “Rosa da matinha” (2016) desabrocha com a voz de Geraldo Azevedo e evolui na cadência do xote em gravação previamente lançada em 24 de julho como o segundo single do álbum “Eu mandei meu amor pro espaço”. A amostra inicial do projeto foi o single “O arqueiro zen” (2018), gravado por Lucas com Rita Benneditto, cantora conectada com a obra de Totonho.
Com músicas como “Vai nevar” (2018) e “Meu amor é pobre” (2023), o álbum “Eu mandei meu amor pro espaço” embute a voz de Totonho na citação da música “Roendo unha” (Luiz Gonzaga e Luiz Ramalho, 1976) inserida na faixa “Amassar a lataria” (2018). A capa e a identidade visual do álbum são assinadas por Iramaya Rocha.
Capa do álbum ‘Eu mandei meu amor pro espaço’, de Lucas Bezerra
Arte de Iramaya Rocha

Fonte: G1 Entretenimento

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Angela Ro Ro ganha biografia escrita por Rodrigo Faour


Angela Ro Ro (1949 – 2025) terá a vida e obra contadas por Rodrigo Faour em biografia ainda em fase de coleta de histórias
Reprodução / Facebook Angela Ro Ro
♫ NOTÍCIA
♬ Nunca se cantou tanto Angela Ro Ro (5 de dezembro de 1949 – 8 de setembro de 2025) e nunca se escreveu e se falou tanto sobre a cantora, compositora e pianista carioca falecida há um ano, aos 75 anos.
Enquanto Cida Moreira está em cena com o show “Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro” e enquanto Ney Matogrosso prepara álbum com as músicas da autora de canções como “Gota de sangue” (1979) e “Fogueira” (1983), o jornalista e pesquisador musical Rodrigo Faour já trabalha na biografia de Ro Ro.
Um dos jornalistas que mais entrevistou a cantora, Faour vem contatando pessoas que conviveram e/ou trabalharam com Angela Ro Ro em busca de histórias inéditas sobre a artista.
Faour é o autor de biografias de personalidades da música brasileira como Angela Maria (1929 – 2018), Cauby Peixoto (1931 – 2016) e Dolores Duran (1930 – 1959).

Fonte: G1 Entretenimento

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Moraes Moreira tem vida encenada em musical na forma de cordel ‘trieletrizado’


Os atores Rodrigo Sestrem e Cris Meirelles interpretam Moraes Moreira (1947 – 2020) no musical que estreia em 13 de agosto em Salvador (BA)
Caio Lírio / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ É justo e natural que um musical de teatro sobre Moraes Moreira chegue à cena primeiramente na Bahia antes de transitar por outras capitais do Brasil. É o que acontece com “Moraes musical Moreira”, programado para entrar em cartaz em Salvador (BA) neste mês de agosto.
Afinal, Antonio Carlos Moreira Pires (8 de julho de 1947 – 13 de abril de 2020) eletrificou o Carnaval da Bahia e foi espécie de precursor do universo da axé music ao letrar “Double morse” (1975), tema instrumental do Trio Elétrico Dodô & Osmar, transformado em “Pombo correio” com os versos de Moraes.
“Pombo correio” alçou voo em 1977 e abriu alas para a carreira solo iniciada dois anos antes por esse cantor, compositor e músico baiano, nascido em Ituaçu (BA) e projetado nacionalmente no fim da década de 1960 como integrante do grupo Novos Baianos, do qual se desligou em 1974.
A partir do sucesso de “Pombo correio”, Moraes Moreira rompeu as fronteiras carnavalescas de Bahia e Pernambuco ao compor frevos que seguiram o passo do gênero musical pernambucano com o tempero baiano dos trios elétricos.
Toda essa proeza será contada em cena no espetáculo “Moraes musical Moreira”, cuja estreia nacional está programada para 13 de agosto na Sala Principal do Teatro Castro Alves, em Salvador (BA). Na sequência da temporada baiana, o espetáculo segue a partir de setembro para cidades como Recife (PE), Brasília (DF) e Rio de Janeiro (RJ).
Com direção da atriz e coreógrafa Ana Paula Bouzas, “Moraes musical Moreira” reúne 12 atores cantores em cena para seguir roteiro orquestrado com dramaturgia de Fábio Espírito Santo e direção musical de João Milet Meirelles e Ronei Jorge.
Com a palavra, o dramartugo: “A dramaturgia foi pensada para colocar em cena toda diversidade musical de Moraes Moreira porque, além da música, Moraes também produziu livros, foi cronista, poeta, cordelista… Então essa multiplicidade guiou a escrita, a estrutura narrativa e a seleção das músicas. O mote inicial da dramaturgia é uma canção do disco ‘SerTão’, de 2018, ‘De cantor pra Cantador’, cordel onde Moraes narra a passagem dele de uma função para a outra. Então imagino que Moraes agora é um experiente cantador e, na praça de Ituaçu, canta um cordel sobre o Vaqueiro do Som, personagem que capta, laça as melodias e que é inspirado nele mesmo, mas dentro do universo onírico permitido pela literatura de cordel. O musical é uma realidade fantasiada, um cordel trieletrizado onde o eixo é a diversidade musical de Moraes”, caracteriza o dramaturgo Fábio Espírito Santo.
Dentro do universo fantasioso do musical, Moraes Moreira é interpretado por dois atores em cena, Cris Meirelles (convidado a ser o Vaqueiro do som) e Rodrigo Sestrem (intérprete do Poeta Cantador),

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta inclui sucessos de Gilberto Gil, Natiruts e Gerônimo no roteiro de 42 músicas do show da turnê ‘Equilibrium’


Anitta na estreia do show da ‘Equilibrium tour’ na arena Fly 51 em Porto Alegre (RS) no sábado, 1º de agosto
Reprodução / X Anitta
♫ NOTÍCIA
♬ Anitta está andando com fé. Uma das mais belas músicas do cancioneiro afro-baiano, o ijexá “É d’Oxum” apareceu na voz da cantora em 2020 em live ecumênica cujo roteiro incluiu o tema composto por Gerônimo Santana com Vevé Calazans (1947 – 2012), lançado pelo grupo MPB4 na trilha da minissérie “Tenda dos milagres” (1985) e desde então abordado pelos principais cantores da Bahia.
Pela alta carga de espiritualidade, o ijexá “É d’Oxum” se afina com o tom dos álbuns “Equilibrium” e “Equilibrium II”, lançados por Anitta entre abril e julho. Por isso mesmo, não foi surpresa a inclusão de “É d’Oxum” entre as 42 músicas do roteiro da “Equilibrium tour”.
Com direção criativa de Nídia Aranha, o show da turnê estreou na noite de sábado, 1º de agosto, na arena gaúcha Fly 51, em Porto Alegre (RS), ponto de partida de excursão nacional que prevê somente seis apresentações ao longo deste mês de agosto em rota que passará por São Paulo (SP), Fortaleza (CE), Niterói (RJ) e Salvador (BA).
No roteiro, estruturado em quatro atos e um bloco extra com sucessos da carreira de Anitta, a cantora costura as músicas dos dois volumes do álbum “Equilibrium” entre eventuais incursões por repertórios alheios.
De acordo com o roteiro divulgado por Anitta, além do ijexá “É d’Oxum”, o show inclui o samba “Andar com fé” (Gilberto Gil, 1982) – alocado ao lado de “Caminhador”, uma das músicas do álbum “Equilibrium” – e o reggae “Presente de um beija-flor” (Alexande Carlo, 1997), sucesso do primeiro álbum da banda Natiruts, então intitulada Nativus.
♪ Eis o roteiro seguido por Anitta em 1º de agosto de 2026 na estreia nacional do show da “Equilibrium tour” na arena Fly 51, em Porto Alegre (RS):
ATO I
1. “Intro” / “Ouro”
2. “Contemplação”
3. “Ternura”
4. “É d’Oxum” (Gerônimo Santana e Vevé Calazans, 1985)
5. “Ogum me rodeia”
6. “Deus mãe”
7. “Sem pressa”
8. “Bemba”
9. “Caminhador ”
10 “ Andar com fé” (Gilberto Gil, 1982)
11. “Eu não sou santa”
12. “Nanã”
13. “Não me cutuca”
ATO II
14. “Desgraça”
15. “Mandinga”
16. “Feitiço”
17. “Pinterest”
18. “Respira”
19. “Ponta do pé”
20. “So much love”
21. “Caso de amor”
22. “Tudo isso”
23. “Deus existe”
24. “Abre caminho”
25. “Presente de um beija-flor” (Alexandre Carlo, 1997)
ATO III
26. “Cravo e canela”
27. “Divino sexual”
28. “Pra você gostar de mim”
ATO IV
29. “Você já sabe”
30. “Choka choka”
31. “Sal grosso”
32. “Vai dar caô”
33. “Meia noite”
34. “Oke”
BLOCO EXTRA
35. “Lugar perfeito”
36. “Fala quem é”
37. “Modo turbo”
38. “Favela chegou”
39. “Joga pra lua”
40. “Combatchy”
41. “Lose ya breath”
42. “Boys don’t cry”

Fonte: G1 Entretenimento

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Após acordo com MPT, Viih Tube e Eliezer publicam primeiro vídeo sobre trabalho doméstico


Viih Tube e Eliezer encerram reality com empregados e pagarão R$ 350 mil por dano moral
Os influenciadores Viih Tube e Eliezer publicaram neste domingo (2) o primeiro dos três vídeos educativos sobre os direitos dos empregados domésticos previstos no Termo de Ajuste de Conduta (TAC) firmado com o Ministério Público do Trabalho (MPT) após as polêmicas envolvendo o reality show “As Patroas”.
Na legenda da publicação, o casal explica o que caracteriza o trabalho em condições análogas à escravidão e destaca situações em que trabalhadores domésticos são explorados por anos sem salário, férias ou jornadas de trabalho dignas.
“‘Ela era praticamente da família’. Essa é a frase mais usada por quem explora trabalhadoras domésticas por décadas para justificar a ausência de salário, férias ou uma jornada de trabalho digna. Mas será mesmo que algum desses empregadores exploraria em condições análogas às de escravidão alguém de sua própria família? Se você reconhece essa história em alguém perto de você, denuncie ao @mptrabalho pelo site: www.mpt.mp.br”, diz a publicação.
Além da divulgação dos três vídeos educativos, o casal também se comprometeu a pagar R$ 350 mil por dano moral coletivo e a retirar do ar todos os conteúdos relacionados ao reality show.
O programa colocava 11 funcionários da residência para disputar provas em troca de prêmios, como dinheiro e redução da jornada de trabalho. Em uma das dinâmicas, os participantes precisavam procurar moedas de plástico dentro de vasos sanitários e lixeiras.
O MPT abriu uma investigação para apurar se o reality violava direitos trabalhistas ao expor publicamente os empregados e utilizar a imagem deles com finalidade comercial. No início de julho, os influenciadores participaram de uma audiência em Barueri (SP), quando foi firmado o TAC.
Segundo a procuradora do Trabalho Patrícia Mauad Patruni Isotton, o acordo representa uma oportunidade de conscientização sobre os direitos dos empregados domésticos.
“O acordo é resultado do diálogo entre o Ministério Público do Trabalho e os influenciadores, que demonstraram compreender a gravidade da situação e se comprometeram a reparar os danos causados. Mais do que encerrar o caso, esse é um momento de conscientização, inclusive para o público”, afirmou.
Pelo acordo, Viih Tube e Eliezer se comprometeram a não produzir nem divulgar conteúdos que exponham empregados domésticos ou outros trabalhadores a situações humilhantes ou vexatórias, ainda que haja consentimento dos participantes.
O TAC também proíbe exigir ou incentivar a participação de funcionários em realities ou produções semelhantes. Caso algum trabalhador participe de futuros conteúdos audiovisuais, a adesão deverá ser voluntária, formalizada por escrito e sem qualquer prejuízo para quem optar por não participar.
Além disso, o acordo veda qualquer forma de retaliação contra empregados que recusarem convites ou denunciarem irregularidades. Em caso de descumprimento, a multa será de R$ 50 mil por cláusula violada, acrescida de R$ 5 mil por trabalhador prejudicado.
A indenização de R$ 350 mil não será paga diretamente aos trabalhadores envolvidos. O valor será destinado a um fundo público, como o Fundo de Defesa de Direitos Difusos (FDD), para financiar projetos de interesse coletivo e prevenir novas violações.
Reality de Viih Tube e Eliezer terá prêmio de mais de R$ 20 mil
Reprodução/YouTube

Fonte: G1 Entretenimento

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Singapura proíbe entrada de dois integrantes da banda Massive Attack após manifestação pró-Palestina

O governo de Singapura proibiu a entrada no país dos dois principais integrantes da banda britânica Massive Attack depois que eles exibiram uma bandeira da Palestina e manifestaram apoio à causa palestina durante um show realizado na cidade-Estado na semana passada.
A polícia de Singapura informou, em comunicado, que os músicos foram investigados por causa das ações durante a apresentação de 29 de julho, incluindo a exibição de uma bandeira estrangeira e o momento em que um dos integrantes gritou “Palestina livre” (“Free Palestine”) no palco.
Segundo as autoridades, os dois receberam advertências formais e foram incluídos em uma lista que os impede de retornar ao país.
“A polícia trata com seriedade atos que possam prejudicar a harmonia racial e religiosa em Singapura e pede ao público, incluindo estrangeiros, que evite importar questões políticas de outros países, pois isso pode comprometer nossa coesão social e o Estado de Direito”, afirmou a corporação.
A polícia não divulgou os nomes dos envolvidos, mas imagens exibidas pela imprensa local identificaram os músicos como Robert “3D” Del Naja e Grant “Daddy G” Marshall.
Em nota publicada no Instagram, o Massive Attack afirmou que recebeu a decisão com “surpresa e decepção”.
Segundo a banda, grande parte do público já entoava gritos de “Palestina livre” antes do início da apresentação e também ao fim do show. O grupo disse que não imaginava que apenas erguer uma bandeira violaria alguma lei, mas afirmou ter orgulho da “manifestação espontânea” feita ao lado dos fãs em solidariedade à causa palestina.
A banda também pediu que o governo de Singapura permita que seus cidadãos expressem sua consciência “sem medo de perseguição por parte do Estado”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Ariana Grande vai pausar sua carreira e evitar aparições públicas


Ariana Grande na 83ª cerimônia de entrega do Globo de Ouro em Los Angeles, em janeiro de 2026.
Sthanlee Mirador/PA Wire
Ariana Grande vai se afastar de aparições públicas e não estrelará mais uma futura produção musical em Londres após encerrar sua turnê Eternal Sunshine no próximo mês.
Um representante da cantora americana, de 33 anos, disse à revista “People” que ela “vai se afastar dos holofotes” quando a turnê terminar, depois que suas aparições geraram um “escrutínio público incessante e contínuo”.
LEIA TAMBÉM: Ariana Grande fará pausa na carreira após comentários sobre seu corpo, diz jornal
A empresa responsável por uma nova montagem de “Sunday in the Park with George”, de Stephen Sondheim — prevista para estrear no centro de arte Barbican em 2027 —, confirmou que ela não fará mais parte da produção e que conta com a “total compreensão e apoio” da companhia.
A aparência física e a saúde de Grande têm sido alvo de especulações nos últimos anos.
Estava prevista a participação de Grande em um musical em Londres no próximo ano, ao lado de Jonathan Bailey, seu colega de elenco em ‘Wicked’.
Getty Images
Essa especulação aumentou desde o lançamento de seu álbum mais recente, Petal — que saiu na última sexta-feira (31) —, e de sua participação no material promocional de divulgação.
No videoclipe da faixa título, Grande interpreta uma artista que, em testes, ouve repetidamente que “não é boa o suficiente”, que está “desesperada” e que “deveria fazer procedimentos estéticos”, para depois ouvir que “fez procedimentos demais”. Por fim, a personagem usa uma motosserra contra os críticos.
O representante de Grande ressaltou à revista People que a estrela estava ansiosa para encerrar sua turnê “com chave de ouro, com saúde e felicidade, e depois fazer uma pausa mais do que merecida de trabalhos e aparições públicas, que têm gerado um escrutínio público incessante”.
Eles acrescentaram: “Ela apresenta um show que exige muito esforço físico e envolve grande preparo atlético. Ela se apresenta em alto nível, com saúde e sucesso, noite após noite”.
Agora no g1
Os fãs demonstraram apoio à estrela e preocupação com seu bem-estar, levando a hashtag #WeLoveYouAriana — ou nós te amamos, Ariana — aos assuntos mais comentados nas redes sociais.
A turnê segue para Chicago nesta segunda-feira (3/8), com três apresentações no United Center. Em seguida, a série de shows vai para a O2 Arena, em Londres, com 10 datas a partir de 15 de agosto, encerrando-se no local em 1º de setembro.
‘Não deve ter sido uma decisão fácil’
A cantora, conhecida por hits como “Thank U, Next” e “7 Rings”, estava escalada para atuar ao lado de seu colega de elenco em “Wicked”, o ator britânico Jonathan Bailey, na nova montagem do musical de Sondheim, aclamado pela crítica e lançado originalmente em 1984.
Um representante da Empire Street Productions confirmou à BBC que o musical seguirá em frente sem Grande.
“Após o anúncio feito nesta noite pela equipe de Ariana Grande, podemos confirmar que ela decidiu deixar a produção de ‘Sunday in the Park with George'”, informaram.
“Sabemos que não deve ter sido uma decisão fácil, e ela a toma com nossa total compreensão e apoio. Desejamos a ela tudo de melhor.”
Ainda não foi anunciado um nome para substituir Grande no revival, no West End, do musical vencedor do Prêmio Pulitzer.
A BBC entrou em contato com os representantes de Grande, mas não obteve um retorno até a publicação desta reportagem.

Fonte: G1 Entretenimento