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Ariana Grande fará pausa na carreira após comentários sobre seu corpo, diz jornal


Ariana Grande, indicada a melhor atriz coadjuvante em filme, chega ao Globo de Ouro 2026
Jordan Strauss/Invision/AP
A cantora Ariana Grande fará uma pausa na carreira após comentários incessantes na web sobre seu corpo, revelou no domingo (2) a revista norte-americana “People”.
Segundo disse seu agente à “People”, Ariana buscará não fazer aparições públicas após o fim de sua turnê Eternal Sunshine, que termina em 1º de setembro.
“A Ariana vai dar um passo atrás na exposição após concluir a turnê Eternal Sunshine. Ela espera terminar a turnê em alta, de forma saudável e feliz, e então tirar uma pausa mais do que merecida de trabalhos e aparições públicas, que têm levado a um escrutínio constante e interminável”, afirmou seu representante em comunicado à revista.
Agora no g1
A cantora norte-americana voltou ao centro das atenções após o lançamento de seu novo álbum, o Petals, e com isso os internautas retomaram comentários sobre sua aparência —polêmica que tem sido uma constante nos últimos anos.
Ariana está em turnê desde junho, e o Eternal Sunshine marcou uma retomada à sua carreira musical após anos dedicada ao cinema, para estrelar em Wicked.
Esta reportagem está em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2027: Venda de ingressos do Lolla Pass começa nesta semana


Público no segundo dia de Lollapalooza 2026
Tomzé Fonseca/ Agnews
A equipe do Lollapalooza Brasil anunciou os valores do Lolla Pass, ingresso que dá acesso aos três dias da próxima edição do evento, que acontece nos dias 19, 20 e 21 de março de 2026, no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. Ainda não foram divulgados nem o line-up, nem o preço do ingresso diário — válido para um único dia e mais barato que o LollaPass.
A partir do meio-dia desta terça-feira (4), o público poderá comprar o Lolla Pass por ingressos que custam a partir de R$ 969,00. A venda será feita apenas pelo site da Ticketmaster Brasil ou em sua bilheteria física, no Shopping Ibirapuera (SP).
Já o chamado Lolla Comfort Pass tem preços a partir de R$ 1.985,10. Essa modalidade de ingresso dá acesso a uma área exclusiva do festival com mais conforto, vista privilegiada para o palco principal, guarda-volumes, pontos de alimentação, bares e banheiros próprios, além de zona de sombra para descanso.
O Lolla Lounge Pass dá acesso a outra área exclusiva do festival, por ingressos a partir de R$ 3.489,00. Esse tipo de ingresso dá acesso a open bar, open food, ativações exclusivas das marcas, after party e shuttle de ida e volta para o evento.
Os preços informados acima para os três setores consideram o desconto máximo oferecido pelo festival, considerando o valor de primeiro lote.
Clientes Bradesco poderão parcelar a compra nos cartões de crédito em até 10x sem juros. Já o público geral poderá parcelar a compra nos cartões de crédito em até três vezes sem juros ou de quatro a oito com juros.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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O novo jabá: como influenciadores ganham para viralizar músicas sem você saber


Como influenciadores ganham para viralizar músicas sem você saber
“Viralizar não é sorte. É método”, diz o site da Rap Marketing, agência de marketing musical que cita Anitta, Ludmilla, Filipe Ret e até Travis Scott entre seus clientes. Entre os serviços oferecidos pela empresa, está o “marketing de viralização”, com a promessa de levar uma música ao “trending” nas redes sociais.
Mas dá pra prometer, ou até vender, o sucesso viral? Não era para ser espontâneo? Pois é: hoje, quem está na indústria musical sabe que, em muitos casos, para viralizar, é preciso dar um “empurrãozinho”.
Por isso, muitos artistas e gravadoras apostam em estratégias “invisíveis” para impulsionar músicas nas plataformas, com a ajuda de influenciadores — em conteúdos que o público consome e engaja sem saber que foram encomendados.
“Hoje, é extremamente comum que conteúdos pareçam espontâneos no feed ou nos Reels quando, na verdade, fazem parte de uma estratégia de divulgação. Isso inclui desde a criação de tendências até a ampliação do alcance de uma música por meio de criadores de conteúdo”, conta Victor David, fundador da Rap Marketing.
Em outras palavras, hoje, até vídeo de dancinha pode ser jabá. Veja, abaixo, como funcionam as novas formas de fabricar hits virais:
As ‘competições’ entre influenciadores
Um dos serviços mais populares entre as agências de marketing musical é a competição de clipagem entre influenciadores. Nessas competições, donos de contas com muitos seguidores são estimulados a postar vários conteúdos com a mesma música, e quem conseguir os melhores números ganha dinheiro.
Em muitos casos, não é preciso envolver grandes influenciadores, porque a grande questão é “estimular” o algoritmo das redes sociais. E funciona: quanto mais contas diferentes produzem conteúdo utilizando aquela música, mais o algoritmo o impulsiona para outras pessoas.
Entenda como funciona a clipagem, estratégia comum para viralização
Arte: g1
O g1 teve acesso a uma proposta de estratégia de “competição” de influenciadores promovida por uma das agências. O texto diz:
“Selecionamos os nano-influenciadores para a disputa;
Passamos o briefing: áudio obrigatório, hashtag oficial, critério por volume de posts únicos;
Competição fica ativa por 5 a 10 dias (dependendo do plano escolhido) e os nano influs postam diariamente: quem mais posta sobe no ranking.
No final, os top performers recebem a premiação (cachê) e você recebe o clipping completo com leitura estratégica.”
Agências prometem ‘viralizar músicas’ com competições entre influenciadores
Reprodução
O próprio TikTok promove algo parecido em um formato nativo, com as chamadas “Campanhas”. Qualquer criador de conteúdo pode participar de uma campanha, usar uma das músicas promovidas e, se o conteúdo for bem, o criador pode acabar lucrando com isso.
Nesse esquema, quase todo mundo ganha: o influenciador, o artista e a plataforma. Só não fica claro para o próprio público, que acredita que a música chegou organicamente até ele.
‘Campanhas’ no TikTok promovem músicas a serem usadas por criadores de conteúdo
Reprodução
Páginas e prévias
As estratégias de clipagem também acontecem muito em parcerias com páginas, sejam elas sobre música ou não. Essas páginas, que acumulam milhares (ou milhões) de seguidores, recebem por fora ao promover músicas em seus perfis.
São comuns os posts “feitos para viralizar, com uma música desconhecida no fundo”, conta o empresário e artista Erick Roza, da agência Best Play Music.
Já viu um edit de lances de futebol com uma música aleatória no fundo? Ou um vlog de receitas com uma trilha bem baixinha? Tudo isso pode ser uma “publi”.
“Muitas vezes são estratégias de marketing tão sutis que são facilmente absorvidas pelo público e eles justamente não percebem que aquilo é uma ação de marketing. Então, um artista paga para 50 páginas usarem a música dele, e aí as 50 páginas fazem um post usando a música de fundo… Aí, impactam muitas pessoas”.
Em alguns gêneros, como o rap, trap e funk, também rolam parcerias com páginas de “prévias”.
“Os artistas já têm um grupo com pessoas, que são donas dessas páginas de prévia. Então, o próprio artista já pega e já fala, ‘ó, tem essa música aqui. E aí vocês trabalham lá para mim’. A página que consegue performar melhor, o artista vai lá e manda um Pix para ajudar”, explica Bárbara Figueiredo, sócia-fundadora da empresa Disrupsom.
Para além de fazer as pessoas consumirem as músicas, outras estratégias são usadas para angariar aprovação. Sim, até vídeos elogiosos dos seus criadores de conteúdo preferidos podem ser “publi”: hoje, muitos influenciadores são pagos para exaltar ou promover um artista, também sem qualquer sinalização.
Tudo isso é tão comum e eficaz que, na verdade, chegou até aos gigantes. Segundo a “Variety”, formas de “fabricar virais” como a clipagem já foram usadas por artistas como Drake, Selena Gomez e até os Rolling Stones. Ou seja, nem nomes globalmente consolidados estão imunes.
Pode isso?
Para os influenciadores, a lógica é similar à de monetização dos próprios conteúdos, já que várias plataformas pagam criadores quando seus vídeos têm boa performance.
Mas ao promover uma música específica, acaba sendo uma forma de publicidade. O problema é que nenhum desses posts costuma ser sinalizado.
O Guia de Marketing e Publicidade para Influenciadores, do Conar, é claro: todo conteúdo que promove uma marca, produto ou serviço (e que tem contrapartida ou pagamento) “deve ser claramente identificado como publicitário”.
“Quando não estiver evidente no contexto, é necessária a menção explícita da identificação publicitária, como forma de assegurar o cumprimento deste princípio”, diz o texto.
Mas no caso da clipagem, em que o influenciador só recebe se o conteúdo fizer sucesso, é uma zona cinzenta, uma espécie de brecha.
Para Erick, o mercado da música ainda é informal nesse sentido, e o que fazer vai de caso a caso. Mas ele acredita que, no caso de divulgação de músicas, a falta de sinalização não seria “nociva ao público”.
“Tem coisa que pela regra, pela lei, não pode ser feito:não pode ser esse marketing velado, tem que ser informado, em rede social tem que falar que é público… mas com relação à divulgação de música, depende. Tem coisas que de fato acabam sendo prejudiciais, acabam sendo nocivas e acabam gerando essa percepção errada para o público. E tem coisas que, ao meu ver, não são nocivas e não prejudicam”, diz.
Drake é um dos artistas que usam serviços de clipagem para viralizar músicas
Reprodução/YouTube
Então, um viral é mesmo um viral?
A internet dava a sensação de ser um espaço minimamente democrático, onde as coisas faziam sucesso porque eram populares organicamente. Mas não é mais assim.
Segundo os profissionais da indústria musical ouvidos pelo g1, são pouquíssimos os casos de uma música ou trabalho que tenha ficado “na boca do povo” sem uma estratégia paga por trás.
Especialistas contam que, com cerca de R$ 5 mil, já dá para movimentar microinfluenciadores e gerar um burburinho. Mas para tentar chegar ao Top 50, por exemplo, é preciso desembolsar por volta de R$ 20 mil… e gerir bem essa campanha.
“O mais raro é [a música viralizar] no orgânico. No geral, tem bastante investimento com os influenciadores”, conta Bárbara.
Claro, isso não significa que as músicas no topo das paradas não tenham adesão do público. Uma coisa é a música viralizar; outra é continuar fazendo sucesso ao longo do tempo. Para os profissionais ouvidos, a segunda parte é essencial para firmar uma carreira e não um hit passageiro.
Victor diz que essas estratégias servem para “potencializar o alcance, não para fabricar um sucesso do zero”. “Elas aumentam as chances de uma música encontrar seu público, mas dificilmente substituem a originalidade, a autenticidade e a conexão emocional que um artista consegue transmitir. Você pode aplicar inúmeras estratégias, mas, se a música não tocar as pessoas, ela simplesmente não ganha tração”.
De toda forma, há cada vez mais novos mecanismos e estratégias por trás do que se torna popular na internet. Quase não há escapatória: em meio a tanto conteúdo no feed, é difícil se destacar até para um artista consolidado. Nesse cenário, os influenciadores se tornaram a plataforma mais eficaz.
“Dá para viralizar sem isso? Dá. Mas ou você vai ter que ter muita sorte, ou você vai ter que investir muito tempo”, conclui Erick.

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone canta Ana Frango Elétrico, Dona Onete, Erasmo Carlos, Marina Lima e Rita Lee no show ‘Que mulher é essa?’


Simone canta 22 músicas na estreia nacional do show ‘Que mulher é essa?’ em São Paulo (SP)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Música composta por Dona Onete e gravada pela artista paraense há dez anos no álbum “Banzeiro” (2016), “Quando eu te conheci” foi uma das surpresas do roteiro de “Que mulher é essa?”, show estreado por Simone na noite de ontem, sábado, 1º de agosto, no Tokio Marine Hall, casa da cidade de São Paulo (SP).
Diretora musical do show orquestrado por Simone sob direção artística do estilista Ronaldo Fraga, Ana Frango Elétrico também está presente no roteiro com “Mulher homem bicho” (2020), parceria com Ava Rocha apresentada por Ana em single em que a artista caiu na pista do pop sensual e tropical feito por Rita Lee (1947 – 2023) e Roberto de Carvalho entre 1979 e 1983.
A propósito, duas músicas do casal Rita & Roberto também figuram no roteiro do show “Que mulher é essa?” em medley em que Simone aglutina “Cor de rosa choque” (1979) e “Bem me quer” (1980).
Entre incursões inéditas pelos cancioneiros de Belchior (1946 – 2017) e Caetano Veloso, representados por “Velha roupa colorida” (1976) e “Baby” (1968), respectivamente, Simone canta Marina Lima – de cujo repertório a Cigarra pescou “Grávida” (1991), parceria de Marina com Arnaldo Antunes – e Erasmo Carlos (1941 – 2022), único compositor de “Migalhas” (2009) e parceiro de Roberto Carlos em “Se você pensa” (1968).
Simone em cena na estreia do show ‘Que mulher é essa?’ na casa Tokio Marine Hall
Reprodução / Vídeo
♪ Eis as 22 músicas do roteiro seguido por Simone em 1º de agosto de 2026 na estreia nacional do show “Que mulher é essa?” na casa Tokio Marine Hall, em São Paulo (SP):
1. “Se você pensa” (Roberto Carlos e Erasmo Carlos, 1968)
2. “Petúnia resedá” (Gonzaguinha, 1978)
3. “Velha roupa colorida” (Belchior, 1976)
4. “Face a face” (Sueli Costa e Cacaso, 1977)
5. “Morena” (Dalto, 1973)
6. “Embarcação” (Francis Hime e Chico Buarque, 1982)
7. “Quando eu te conheci” (Dona Onete, 2016)
8. “Sob medida” (Chico Buarque, 1979)
9. “Iolanda” (Pablo Milanés, 1970, em versão em português de Chico Buarque, 1984)
10. “Migalhas” (Erasmo Carlos, 2009)
11. “Jura secreta” (Sueli Costa e Abel Silva, 1977)
12. “Baby” (Caetano Veloso, 1968)
13. “Mulher homem bicho” (Ana Frango Elétrico e Ava Rocha, 2020)
14. “Grávida” (Marina Lima e Arnaldo Antunes, 1991)
15. “Eu nem ligo” (Gonzaguinha, 1975)
16. “Cor de rosa choque” (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1979) /
17. “Bem me quer” (Rita Lee e Roberto de Carvalho, 1980)
18. “Tudo que você podia ser” (Lô Borges e Márcio Borges, 1972)
19. “Quando eu estiver cantando” (João Rebouças e Cazuza, 1989)
20. “Maria Maria” (Milton Nascimento e Fernando Brant, 1976)
21. “Liberdade! Liberdade! Abre as asas sobre nós” (Niltinho Tristeza, Preto Joia, Vicentinho e Jurandir, 1988) – samba-enredo da União da Ilha do Governador no Carnaval de 1989
22. “O amanhã” (João Sérgio, 1977) – samba-enredo da União da Ilha do Governador no Carnaval de 1978

Fonte: G1 Entretenimento

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Rosalía pede desculpas na Argentina após polêmica na Copa


Rosalía se apresenta no Lollapalooza 2023 em São Paulo
Fábio Tito/g1
A cantora espanhola Rosalía, em turnê em Buenos Aires, pediu desculpas aos fãs argentinos após as críticas que recebeu por uma publicação nas redes sociais sobre a derrota da Argentina na final da Copa do Mundo.
Com lágrimas, Rosalía citou no sábado a polêmica provocada por republicar um vídeo no TikTok que celebrava a vitória da Espanha e insinuava uma crítica à rival Argentina.
“Mas, minha nossa, que confusão outro dia. Eu estava ‘scrollando’, sem prestar muita atenção. E rapidamente dei um ‘repost’ ali (…) Nunca foi minha intenção”, disse a artista ao abrir a LUX Tour na capital argentina.
Rosalía lembrou sua primeira apresentação na Argentina e cantou um trecho do sucesso “Pienso tu mirá”. Os fãs se uniram em um coro que quebrou o gelo.
A espanhola agradeceu depois “ao melhor público que existe na Terra” e garantiu que seu amor pela Argentina “continua igual, intacto como no primeiro dia”.
Agora no g1
Após a final da Copa do Mundo em 19 de julho, a cantora compartilhou um vídeo da atriz libanesa-americana Mia Khalifa em que ela celebrava a vitória da Espanha com a mensagem “Como a vida soa agora que as pérolas foram derrotadas”, enquanto tocava a música “La Perla”, de Rosalía.
Na Espanha, “pérola” é uma expressão coloquial para se referir a uma pessoa conflituosa ou problemática.
Depois disso, muitas pessoas pediram, nas redes sociais, um boicote aos shows da artista na Argentina.
Poucas horas depois do repost, Rosalía apagou a mensagem de suas redes e, diante da onda de críticas, fez seu primeiro pedido de desculpas no Instagram. Ela disse que havia compartilhado a mensagem de Khalifa sem ler “o que dizia”.
Rosalía chegou a Buenos Aires na quinta-feira. Com quase 50.000 ingressos vendidos, a espanhola fará quatro shows na capital argentina. Ela se apresenta no Brasil nos dias 10 e 11 de agosto, na Farmasi Arena, no Rio de Janeiro.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Homem-Aranha: Um Novo Dia’ tem a 2ª maior estreia mundial na história do cinema

‘Homem-Aranha: Um novo dia’ traz versão mais raiz do herói, diz Tom Holland
“Homem-Aranha: Um Novo Dia” arrecadou US$ 927 milhões mundialmente em seu final de semana de estreia, marcando a segunda melhor bilheteria global da história do cinema.
O filme, que estreou na última quarta (29) no Brasil, ficou atrás somente de “Vingadores: Ultimato” (US$ 1,22 bilhão).
‘Homem-Aranha: Um novo dia’ abre caminho para versão do herói mais madura e fiel às HQs; g1 já viu
Grande parte desse montante estrondoso veio do público fora do mercado norte-americano. Do total bruto faturado globalmente, as bilheterias internacionais somaram US$ 572 milhões, impulsionadas pelo excelente desempenho do longa em 66 países.
Segundo o Deadline, o filme arrecadou US$ 23,8 milhões somente no Brasil.
A marca expressiva desbancou “Vingadores: Guerra Infinita” e superou o antecessor “Homem-Aranha: Sem Volta para Casa”, que acabou empurrado para o quarto lugar no ranking histórico mundial.
Além de se consolidar como o lançamento de maior sucesso em toda a trajetória do estúdio Sony, o resultado estabeleceu novos recordes pessoais na carreira da atriz Zendaya e do diretor Destin Daniel Cretton.

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan faz a felicidade e o delírio dos mortais ao estrear no Rio de Janeiro o show da turnê dos 50 anos de sucesso


Djavan estreia na cidade do Rio de Janeiro (RJ) o show da turnê ‘Djavanear 50 anos – Só sucessos’
Reginaldo Teixeira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Djavanear 50 anos – Só sucessos
Artista: Djavan
Data e local: 1º de agosto de 2026 na Farmasi Arena (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ “Voltei, Rio!”, celebrou Djavan no palco da Farmasi Arena na noite de ontem, sábado, 1º de agosto. Após reviver “Eu te devoro” (1998), música de ar jovial que simbolizou pico de popularidade na trajetória do cantor no fim do século XX, Djavan improvisou e cantou a capella os versos iniciais de “Delírio dos mortais” (2007), samba que compôs em exaltação ao Rio de Janeiro (RJ).
“Rio / Podem dizer o que quiser / Mas o xodó do povo é o Rio / Casa do samba e do amor / Do Redentor / Louvado seja o Rio”, abençoou Djavan.
Foi a deixa para saudar o público que lotou a arena carioca para assistir à estreia na cidade do show “Djavanear 50 anos – Só sucessos”, cuja turnê está em rotação pelo Brasil desde maio. “Essa cidade me deu à luz e fez de mim o que sou hoje. Aprendi tudo no Rio de Janeiro”, resumiu o artista, estendendo o cumprimento ao público com o canto de “Boa noite” (1992), tema de batida funkeada.
Djavan estava feliz. Enfim, o cantor apresentava no Rio de Janeiro (RJ) – cidade em que de fato nasceu e floresceu como artista, gigante temporão da dinastia da MPB – o show retrospectivo do cinquentenário da carreira impulsionada em 1975 com a defesa do samba “Fato consumado” em festival promovido pela TV Globo e consolidada no ano seguinte com o lançamento do primeiro álbum, “A voz • O violão • A música de Djavan” (1976).
A atmosfera de felicidade se espalhou entre o público aglomerado na pista, nas cadeiras e nos camarotes da arena, fazendo o delírio dos simples mortais que estavam ali, embevecidos com a oportunidade de ouvir o suprassumo da obra de compositor que merece a qualificação de gênio.
Foram quase 30 músicas em duas horas e meia de apresentação que fluiu tão bem que quase ninguém sentiu as ausências de uma ou outra música famosa como “Faltando um pedaço” (1981), “Esquinas” (1984) e “Asa” (1986).
No geral, Djavan cumpriu o prometido no título da turnê “Djavanear 50 anos – Só sucessos” e promoveu desfile de hits no roteiro aberto com “Sina” (1982), revivida com arranjo de sotaque africano, como a sinalizar que Luanda é o farol que ilumina a obra plantada no chão das Alagoas e germinada no Rio de Janeiro (RJ), cidade para migrou em 1972 o artista nascido em Maceió (AL) em janeiro de 1949.
Emoldurado pela cenografia de Gringo Cardia, arquiteto das paisagens coloridas geradas pela contínua exposição de grafismos, pinturas, fotografias e telas de grandes artistas visuais no painel de LED, Djavan manteve o pique da apresentação durante as duas horas e meia.
Se “Cigano” (1989) ganhou ar jazzy, lembrando a força do jazz na formação musical do artista, “Miragem” (1984), “Me leve” (1987) e mesmo “Mal de mim” (1989) reiteraram a força da personalidade do cantor ao inserir lados B no mosaico de sucessos. Foram músicas acompanhadas em silêncio respeitoso pelo público que se esbaldou no coro de petardos certeiros como “Samurai” (1982) e “Se…” (1992).
Dividindo o palco com a banda formada pelos músicos Felipe Alves (bateria), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn), Marcelo Mariano (baixo), Marcelo Martins (sax tenor e flauta), Paulo Calasans (piano e teclados), Rafael Rocha (trombone), (Renato Fonseca (teclados) e Torcuato Mariano (guitarra e violão), além das vocalistas Clara Carolina e Jenni Rocha, Djavan rebobinou a obra com sutis renovações, como os vocais das backings em “Linha do Equador” (Djavan e Caetano Veloso, 1992) e a divisão redesenhada da canção “Seduzir” (1981), mas sem querer se provar moderno pela simples consciência de já se saber eterno no panteão da MPB.
Ourives das harmonias, Djavan sabe o quilate da obra que construiu – a ponto de bancar um roteiro inteiramente autoral com 28 músicas, sendo 25 feitas somente pelo compositor, sem parceiros.
Além da supracitada “Linha do Equador”, parceria bissexta com Caetano Veloso apresentada no álbum “Coisa de acender” (1992), as exceções foram “Lambada de serpente” (Djavan e Cacaso, 1980) – grande momento do bloco de voz e violão, com direito à menção nominal do parceiro letrista Cacaso (1944 – 1987), um dos maiores poeta da MPB – e “O vento” (1987), grande canção letrada por Djavan em parceria com outro poeta, Ronaldo Bastos.
Por ter sido lançada na voz imortal de Gal Costa (1945 – 2022) no álbum “Lua de mel como o diabo gosta” (1987) e somente gravada por Djavan no último álbum do cantor, “Improviso” (2024), “O vento” foi soprado linda e melancolicamente no show, como fecho de bloco que teve duas outras músicas de Djavan associadas ao canto cristalino de Gal, “Açaí” (1981) e “Azul” (1982).
“Gal é uma lembrança comovente. Gal foi a maior intérprete que eu já tive”, saudou Djavan, dimensionando a importância da cantora que gravou 13 músicas do compositor entre 1981 e 2019.
Além de Gal, Djavan celebrou a memória de David Sanborn (1945 – 2024), influente saxofonista norte-americano com quem o cantor gravou há 40 anos a música “Quase de manhã” (1986) para o álbum “Meu lado” (1986). Nunca regravada por Djavan e sequer cantada ao vivo até então, “Quase de manhã” é a grande surpresa do roteiro do show “Djavanear 50 anos – Só sucessos”, revivida em tom jazzístico com o saxofonista Marcelo Martins executando ao vivo a parte que coube a Sanborn no registro de estúdio.
Em que pese todo o aparato visual e todo o virtuosismo imponente da big banda, Djavan conseguiu provocar efeito catártico no público munido somente do violão e da voz inigualáveis em bloco pavimentado com as memoráveis baladas “Meu bem querer” (1980) e “Oceano” (1989).
Oito números depois, o medley com os sambas “Serrado” (1978), “Fato consumado” (1975) e “Flor de lis” (1976) surtiram efeito similar, comprovando pela enésima vez a habilidade de Djavan para compor músicas de arquitetura sofisticada e de paradoxal apelo popular. Quem há de resistir a cada desabrochar de “Pétala” (1982)?
Quando chegou ao fim, com a infalível “Lilás” (1984) preparando o clima para o bis iniciado com a balada “Um amor puro” (1999) e arrematado com a reprise de “Sina” em arranjo mais festivo, o show “Djavanear 50 anos – Só sucessos” tinha feito a felicidade dos mortais em justificado delírio diante da obra monumental desse gigante da MPB.
Djavan improvisa o canto de samba em que exalta o Rio de Janeiro, ‘Delírio dos mortais’, na estreia carioca do show retrospectivo
Reginaldo Teixeira / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Vincent Pastore, ator de ‘Sopranos’, morre aos 80 anos, diz jornal

O ator Vincent Pastore, mais conhecido por seu papel em Os Sopranos, faleceu aos 80 anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Eddie fomenta a dose de latinidade do repertório da banda no álbum ‘Noturna’


A banda Eddie volta ao trilho autoral com o lançamento do 11º álbum, ‘Noturna’, amanhã, domingo, 2 de agosto
Ravaneli Souza / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Três anos após fazer folia com álbum de intérprete, “Carnaval chanson” (2023), a banda Eddie retorna para o trilho autoral com o repertório do 11º álbum do grupo pernambucano, “Noturna”, disco que ganha o mundo a partir de amanhã, domingo, 2 de agosto, com capa que expõe o quarteto em foto de Ravaneli Souza.
Banda formada em Olinda (PE) em 1989, Eddie alinha 11 músicas neste 11º álbum em 37 anos de atividade. Dez são assinadas pelo vocalista, guitarrista e compositor Fabio Trummer – sendo que duas delas, a salsa “Tudo pode ser” e o bolero psicodélico “Noturna”, são parcerias com Samuel Mota, coprodutor do disco – enquanto a décima primeira música, “Poema da paz”, é de autoria de Erasto Vasconcelos (1947 – 2016), compositor e arranjador pernambucano falecido há dez anos.
“Poema da paz” fecha “Noturna”, álbum em que Fabio Trummer (voz, guitarra e violão), André Oliveira (teclados e trompete), Rob Meira (baixo) e Kiko Meira (bateria) incrementam a dose latinidade do repertório já habitualmente festivo e expansivo da banda Eddie.
A cumbia “Vou chamar meu povo” exemplifica esse movimento latino do grupo no álbum “Noturna”, com incursões pelo reggae à moda folk na faixa “The end” e pelo mix de frevo com caboclinho de pegada roqueira ouvido em “Saudade da folia”.
Contudo, o leque rítmico do repertório de “Noturna”é amplo e abarca baladas (“Poema mudo” e “Outra solidão”, esta com a voz da cantora Júlia Carvalho), flerte com a bossa nova na canção “A tua verdade” e até um acalanto, “Titi e Tom Tom”.
“As referências musicais de ‘Noturna’ vão do pós punk à chanson francesa, passam pela surf music dos anos 1960, bossa nova, latinidades clássicas, jazz, Depeche Mode, o pop a Elton John… Mas buscando sempre nossa identidade acima das possíveis homenagens aos nossos heróis da música”, ressalta Fabio Trummer, único remanescente da formação original da Eddie.
O álbum “Noturna” foi formatado com produção musical orquestrada por Fabio Trummer com Buguinha Dub.
Capa do álbum ‘Noturna’, da banda Eddie
Ravaneli Souza com design de Gerson Rodrigues

Fonte: G1 Entretenimento

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Sandra Sá tem ‘voz ancestral’ incluída em música do quinto álbum de estúdio do grupo Black Pantera, ‘Continental’


O trio Black Pantera faz feat com Sandra Sá em ‘Quanto canto’, música do ainda inédito quinto álbum de estúdio da banda, ‘Continental’
Hugo Brito / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Quinto álbum de estúdio do grupo mineiro Black Pantera, “Continental” chega ao mundo digital em 21 de agosto com a voz de Sandra Sá, cantora carioca projetada em 1980 como representante feminina da dinastia funk e soul aberta no Brasil por nomes como Cassiano (1943 – 2021), Tim Maia (1942 – 1998) e Tony Tornado na virada dos anos 1960 para a década de 1970.
Sandra faz feat com a banda mineira de thrash metal e hardcore punk na música “Quando canto”, composição que integra a inédita safra autoral reunida por Chaene da Gama (baixo e voz), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão) no álbum “Continental”.
“Quando gravamos a música, sentimos que caberia uma voz, uma voz ancestral, uma voz poderosa. Aí pensamos em Sandra, ela ouviu a música e topou na hora. É uma honra imensa ter uma artista do calibre de Sandra Sá no álbum do Black Pantera”, celebra o baixista e vocalista Chaene da Gama.
Gravado pelo grupo em janeiro deste ano de 2026, no estúdio Tambor, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o álbum “Continental” apresenta músicas que versam sobre questões ancestrais, abordadas pelo trio a partir das vivências dos integrantes da banda.
Além de “Quando canto”, o repertório inclui músicas como “Start the game” – lançada em 13 de julho como primeiro single do álbum “Continental” – e “Hórus”, faixa escolhida para ser o segundo single e já em rotação desde ontem, 31 de julho.
O título “Hórus” faz referência ao Olho de Hórus, símbolo egípcio associado ao espelho da alma e à proteção contra o mau-olhado – significado perceptível em versos antenados como “Todos os passos, todos os atos / O peso dos meus erros é multiplicado / Dia após dia / Sonhando com a minha queda / Zica, sai pra lá / Quem me guarda nunca erra / Em nome do Pai / Do Filho e do Preto Santo / Amém, Axé”.
Além do toque potente do trio, a gravação de “Hórus” foi feita com Rodrigo Tavares (Hammond e teclados) como músico convidado.

Fonte: G1 Entretenimento