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Vídeo mostra acidente que matou trabalhador na serra de Taquaruçu


Acidente deixou um morto e dois feridos em Taquaruçu
Um vídeo de uma câmera de segurança registrou o momento do acidente que matou o trabalhador Gean da Silva Oliveira, de 27 anos, na tarde desta segunda-feira (29), na TO-030, na região da serra de Taquaruçu, em Palmas.
As imagens, captadas por câmeras de segurança e cedidas ao g1, mostram um caminhão do tipo caçamba descendo a rodovia em alta velocidade. O veículo passa direto por uma curva fechada e cai em uma ribanceira, às 16h41.
Logo após o acidente, pessoas que estavam nas proximidades se aproximam para prestar socorro.
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Segundo a Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), o veículo pertence à empresa Eletro Hidro Ltda. (EHL), terceirizada que realizava serviços na rodovia.
Gean da Silva Oliveira morreu ainda no local. Outras duas pessoas que estavam no caminhão ficaram feridas e foram socorridas por equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu), sendo encaminhadas para unidades de saúde.
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar também foram chamadas para atender à ocorrência e controlar o trânsito na região.
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Câmera de segurança registrou o momento do acidente
Reprodução/Redes sociais
Acidente será investigado
De acordo com a Ageto, as informações preliminares apontam que o motorista perdeu o controle da direção do veículo no quilômetro 18 da TO-030.
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) informou que o corpo de Gean permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Palmas aguardando os procedimentos formais para liberação aos familiares, que não moram no Tocantins.
O caso será investigado pela Delegacia de Repressão a Crimes de Trânsito (DRCT), que deverá apurar as circunstâncias do acidente.
Em nota, a Eletro Hidro Ltda. lamentou a morte do trabalhador e informou que está prestando assistência aos envolvidos, além de colaborar com as autoridades na investigação.
A Ageto também manifestou pesar pela morte de Gean e afirmou que dará o apoio necessário aos familiares, amigos e colegas de trabalho da vítima.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Sine tem 507 vagas de emprego abertas nesta terça-feira (30); veja como concorrer


Unidade Sine de Palmas (TO)
Carlessandro Souza/Governo do Tocantins
No Tocantins, estão sendo ofertadas 507 vagas de emprego pelo Sistema Nacional de Emprego (Sine). A lista com os cargos foi divulgada nesta terça-feira (30). Do total de vagas, nove são para pessoas com deficiência.
As oportunidades são para as cidades de Palmas, Gurupi, Araguaína, Porto Nacional, Distrito de Luzimangues, Araguatins, Paraíso, Dianópolis, Guaraí e Colinas.
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Agora no g1
Em Palmas, os cargos com os maiores números de vagas são auxiliar de cozinha e auxiliar de mesa em restaurantes e hotéis. Já em Araguaína, são ofertadas 84 vagas para operador de caixa e 40 para auxiliar de crédito.
A lista com as vagas ofertadas está disponível no site da Secretaria do Trabalho e Desenvolvimento Social.
Como concorrer à vaga?
Para concorrer à vaga, os interessados devem procurar as unidades do Sine. O trabalhador também precisa manter seu cadastro atualizado para que as vagas sejam adequadas ao perfil profissional, aumentando suas chances de inserção no mercado de trabalho.
As atualizações podem ser feitas nos postos do Sine da região em que o trabalhador mora. Os interessados também podem consultar as vagas pelo aplicativo da Carteira de Trabalho Digital.
Veja os contatos e horários de atendimento nas unidades:
Araguaína – 3414.3634 (8h às 18h)
Araguatins – 3474.3003/1100 (8h às 14h)
Colinas – 99105.9203 (8h às 14h)
Dianópolis – 3692-1628/1293/99281-5827 (8h às 18h)
Guaraí – 3464-1710/99281-2318 – WhatsApp (8h às 14h)
Gurupi – 3351-2477/3212-7809 (8h às 18h)
Luzimangues – (8h às 18h)
Palmas – 3218-1960/1975 (8h às 18h)
Paraíso – 3602-3340/3361-3174 (8h às 18h)
Porto Nacional – 3363-2717/6307 (8h às 18h)
Taquaralto – 3218-1962/1936 (8h às 18h).
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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Trabalhador que morreu em acidente na curva de serra em Taquaruçu é identificado


Acidente na TO-030 deixa jovem morto e dois feridos
O trabalhador Gean da Silva Oliveira, de 27 anos, morreu em um grave acidente registrado na tarde desta segunda-feira (29), na TO-030, na região da curva de Taquaruçu, em Palmas. Segundo a Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), ele estava em um veículo da empresa Eletro Hidro Ltda. (EHL), terceirizada que realizava serviços na rodovia, quando o motorista perdeu o controle da direção.
Além de Gean, outras duas pessoas que estavam no veículo ficaram feridas. Elas receberam atendimento de equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e foram levadas para unidades de saúde.
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A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins (SSP-TO) informou que o corpo de Gean permanece no Instituto Médico Legal (IML) de Palmas aguardando os procedimentos formais para liberação, pois os parentes dele não moram no Tocantins.
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar também foram acionadas para atender a ocorrência e controlar o trânsito na região.
Acidente será investigado
Segundo a Ageto, as informações preliminares apontam que o motorista do veículo da empresa terceirizada perdeu o controle da direção no quilômetro 18 da TO-030.
A Delegacia de Repressão a Crimes de Trânsito (DRCT) ficará responsável por investigar as circunstâncias do acidente.
Em nota, a Eletro Hidro Ltda. lamentou a morte de Gean da Silva Oliveira e informou que está prestando toda a assistência necessária aos envolvidos, além de colaborar com as autoridades na apuração do caso.
A Ageto também manifestou pesar pela morte do trabalhador e afirmou que prestará o apoio necessário aos familiares, amigos e colegas da vítima.
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Segundo a Ageto, a vítima estava em um veículo que realizava serviços na rodovia
Reprodução/TV Anhanguera
Íntegra da nota da SSP
A Secretaria da Segurança Pública do Tocantins informa que a vítima do acidente registrado na tarde desta segunda-feira, 29, no km 18 da TO-030, em Taquaruçu, foi identificada como Gean da Silva Oliveira, 27 anos. O corpo permanece no Instituto de Medicina Legal de Palmas aguardando procedimentos formais antes de ser liberado, uma vez que os familiares não moram no Tocantins.
As investigações em torno do caso ficarão a cargo da Delegacia de Repressão a Crimes de Trânsito (DRCT).
Secretaria da Segurança Pública do Tocantins
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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‘Improvisaram tudo’, diz mãe que deu à luz em UPA após ser mandada para casa três vezes em maternidade


Equipe da UPA Sul usou sala de emergência para nascimento de bebê
Reprodução/Arquivo pessoal de Marcela Silva
Marcella Silva, de 22 anos, deu à luz na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) da região sul de Palmas, após ter a internação negada três vezes no Hospital e Maternidade Dona Regina. O procedimento precisou ser improvisado, pois a UPA não conta com serviço de obstetrícia. A família questiona a postura dos profissionais da maternidade estadual.
A Secretaria Estadual de Saúde informou que a paciente foi atendida nos três dias em que procurou a maternidade e que, nos dias 25 e 26 de junho, ela chegou a ser avaliada, mas não apresentava os critérios clínicos para internação, por isso recebeu orientações para que retornasse à unidade em caso de qualquer intercorrência (veja a nota completa abaixo).
Os problemas começaram no dia 20 de junho, quando Marcella procurou a maternidade com dores e sangramento. No hospital, ela foi informada de que os sintomas eram normais, pois o útero estava amolecendo. “Estava há dias sem conseguir andar por causa das dores fortes na pelve. Foram três dias de sufoco indo para a maternidade”.
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Segundo a mãe, no segundo dia em que procurou a maternidade, ainda estava com dores e teve perda de líquido, mas a equipe médica informou que era apenas um corrimento. No terceiro dia, ela voltou à maternidade depois de passar o dia acamada, sem conseguir andar.
“Cheguei lá e falaram que ainda não era trabalho de parto, sendo que minha data provável do parto era agora, para o dia 30 de junho. Sempre que eu ia, eles falavam que eu estava com 38 semanas, sendo que eu já estava prestes a fazer 40 semanas”, explicou Marcella.
Agora no g1
Marcella mora em Guaraí e estava hospedada na casa da cunhada Karinny Alves, que fica no Jardim Taquari, região sul de Palmas. Com as contrações intensificando, a mãe decidiu procurar atendimento na UPA Sul. A jovem deu à luz ao bebê Victor Hugo no sábado (27), na sala de emergência da unidade.
“Quem fez o parto foram dois pediatras e enfermeiros. O médico [da UPA] falou: ‘Meu Deus, não tinha me preparado para fazer um parto’. Eles improvisaram tudo, usaram biombos para garantir a privacidade, e graças ao suporte deles o bebê nasceu bem, apesar de estar com o cordão enrolado no pescoço”, contou Karinny.
O g1 solicitou informações à Prefeitura de Palmas, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
Bebê nasceu com apoio dos pediatras da UPA Sul em Palmas
Reprodução/Arquivo pessoal de Marcela Silva
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‘Política médica’
Conforme a cunhada, a equipe médica da maternidade teria informado que a internação só ocorreria quando a gestação completasse 41 semanas. “Pedimos, pelo amor de Deus, para internar, porque ela não conseguia mais andar, mas disseram que, pela política médica, ela deveria aguentar e esperar”, afirmou.
Depois do parto, o bebê e a mãe foram encaminhados para o Hospital Dona Regina para que os procedimentos do parto fossem finalizados. Marcela também relatou que, ao chegar na maternidade, teria ouvido comentários sobre o parto ter ocorrido em uma UPA.
“Ficaram questionando por que o parto não foi concluído lá, inclusive com a retirada da placenta, sendo que na UPA não tinha obstetra”, desabafou a mãe.
Marcella e o bebê ficaram em observação clínica e passaram por exames de rotina para garantir que ambos estivessem estáveis após o parto improvisado. Os dois receberam alta médica na tarde desta segunda-feira (29).
Íntegra da nota da Secretaria Estadual de Saúde
A Secretaria de Estado da Saúde do Tocantins (SES-TO) esclarece que a paciente citada foi prontamente atendida e avaliada pela equipe médica do Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos (HMDR) nas três ocasiões em que procurou a unidade.
A paciente foi avaliada no HMDR nos dias 25 e 26 de junho e, por não apresentar critérios clínicos para internação, uma vez que o trabalho de parto não estava em evolução, recebeu as orientações necessárias, incluindo o retorno imediato à unidade em caso de qualquer intercorrência, conforme os protocolos assistenciais. O parto ocorreu na madrugada do dia 28.
A SES-TO ressalta que o HMDR realiza os atendimentos em conformidade com as diretrizes do Sistema Único de Saúde (SUS), os protocolos técnicos obstétricos e os fluxos assistenciais vigentes, garantindo que as condutas sejam adotadas com base na avaliação clínica e na segurança da mãe e do bebê.
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Fonte: G1 Tocantins

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Galpão de fachada e laranja: o que se sabe sobre investigação que apura prejuízo de R$ 26 milhões no TO


Operação investiga esquema milionário de sonegação fiscal no Tocantins
Rozeane Feitosa/Governo do Tocantins
Um esquema de sonegação fiscal que teria causado prejuízo de R$ 26 milhões aos cofres públicos é investigado pela Polícia Civil do Tocantins. Foi apurado que o grupo criminoso usava um galpão de fachada e um motorista como laranja para movimentar milhões em bebidas alcoólicas.
A investigação faz parte da chamada Operação Vital, conduzida pela Polícia Civil. Conforme apurado, o esquema contava com a participação direta de contadores. Um dos profissionais investigados é Paulo César Maciel dos Santos, que é alvo da Operação El Dourado por fraudes no agronegócio e é considerado foragido da Justiça. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Segundo a decisão judicial, há indícios de que empresas e pessoas físicas simulavam a venda de bebidas entre diferentes estados para evitar o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).
Buscas realizadas em Palmas e Gurupi na sexta-feira (26) resultaram na apreensão de computadores e celulares que agora passam por perícia.
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Empresas de fachada e “laranjas”
De acordo com a investigação, o grupo comprava bebidas em outros estados e emitia notas fiscais indicando como destino um endereço em Gurupi. Na prática, as mercadorias eram desviadas e entregues em Palmas, para a empresa AERO Distribuição.
Segundo a Polícia Civil, a logística do crime era organizada via grupos de WhatsApp, onde agenciadores davam ordens diretas aos motoristas de caminhão para que entregassem as bebidas em Palmas, ignorando o endereço que constava na nota fiscal.
Para sustentar a fraude, o grupo utilizava o nome de Moisés Gonçalves de Souza como sócio nominal da VITAL – Comércio de Alimentos Ltda. No entanto, a polícia descobriu que ele é um motorista profissional com padrão de vida incompatível com o capital social de R$ 500 mil da empresa.
Foi apurado que a VITAL funcionaria em um “galpão de fachada” em Gurupi, sem movimentação real de cargas.
As investigações também indicam que, além do motorista, outras pessoas sem capacidade financeira, incluindo uma pessoa em situação de rua, foram utilizadas para figurar como sócios de empresas, com o objetivo de dificultar a responsabilização dos envolvidos.
As empresas AERO Distribuição e VITAL – Comércio de Alimentos Ltda foram procuradas, mas ainda responderam até a última atualização desta reportagem. O g1 não conseguiu contato com a defesa de Moisés Gonçalves.
Participação de contadores
Conforme a Polícia Civil, o controlador das operações é José de Ribamar Pinto de Oliveira. Ele supostamente controlava as empresas utilizando procurações públicas.
Entre os investigados está também o contador José Brum de Souza Filho, suspeito de auxiliar na montagem da estrutura contábil fraudulenta que permitiu a omissão sistemática da Escrituração Fiscal Digital (EFD) das empresas envolvidas.
As defesa deles não foram localizadas até a última atualização desta reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Estudante morta em acidente com moto aquática estava em passeio com amigas no Rio Araguaia; veja o que se sabe


Jovem morre após ser atingida por moto aquática no Rio Araguaia
A estudante de fisioterapia Ana Luísa Lemes Lopes, de 19 anos, morreu após o barco em que estava ser atingido o por uma moto aquática na Praia de Araguanã, no Rio Araguaia. De acordo com a Polícia Militar (PM) e a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o acidente aconteceu na noite de sábado (27).
As investigações preliminares da Polícia Civil apontam que o condutor do veículo aquático apresentava sinais de embriaguez e pilotava em alta velocidade. O suspeito, identificado como Jairam Martins da Costa, de 47 anos, foi preso em flagrante e autuado por homicídio doloso após fugir do local sem prestar socorro à vítima.
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Confira o que se sabe sobre o acidente que causou a morte de Ana Luísa:
Como foi acidente?
Ana Luísa estava em um barco do tipo voadeira com um grupo de amigas na Praia de Araguanã quando a embarcação foi atingida por uma moto aquática. Segundo a perícia e relatos de testemunhas, o veículo aquático estava em alta velocidade e a batida ocorreu durante o período noturno.
A estudante chegou a ser retirada da água e socorrida por pessoas que estavam no local, mas a morte foi constatada ainda na margem do Rio Araguaia.
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Moto aquática que atingiu barco e matou estudante de fisioterapia estava em alta velocidade, diz polícia
Ana Luísa, de 19 anos, foi atingida por condutor embriagado que pilotava moto aquática em alta velocidade.
Reprodução/Facebook de Ana Luisa Lemes
Quem era a vítima?
Ana Luísa Lemes Lopes tinha 19 anos, morava em Muricilândia e havia se mudado recentemente para Araguaína para cursar o primeiro semestre de fisioterapia. Ela também trabalhava em uma farmácia de manipulação e era descrita por amigos e familiares como uma jovem alegre, dedicada e cheia de sonhos.
No dia da tragédia, a estudante tinha saído do trabalho e ido para a praia com amigas para aproveitar o fim de semana. Segundo o irmão da vítima, Ana Luísa avisou à família que voltaria para casa na mesma noite do acidente.
Quem é o condutor da moto aquática e qual sua situação atual?
O condutor foi identificado como Jairam Martins da Costa, de 47 anos. A PM informou que ele fugiu logo após a batida, sendo localizado em um estacionamento próximo.
Após ser preso, ele foi levado ao hospital com uma lesão no rosto e, posteriormente, encaminhado à Central de Flagrantes de Araguaína.
Jairam foi autuado em flagrante por homicídio doloso e por conduzir embarcação sem habilitação em águas públicas. Relatórios da Polícia Militar e da Polícia Civil indicam que o homem apresentava sinais visíveis de embriaguez, como forte odor etílico, olhos avermelhados e dificuldade para falar e caminhar.
Até a última atualização das reportagens, a defesa do suspeito não havia sido localizada para comentar o caso.
Quais infrações foram cometidas segundo a polícia?
A investigação aponta pelo menos cinco irregularidades graves cometidas pelo condutor: pilotar sem habilitação (arrais-amador/motonauta), conduzir moto aquática à noite (prática proibida pela Marinha), navegar em alta velocidade, pilotar sob efeito de álcool e omissão de socorro.
As normas da Marinha do Brasil são rígidas quanto ao uso de motos aquáticas após o pôr do sol devido à falta de luzes de navegação adequadas nesses veículos.
Como as autoridades estão tratando o caso?
O caso é investigado pela 23ª Delegacia de Polícia Civil de Araguanã como homicídio doloso, quando há a intenção de matar ou assume-se o risco.
A Marinha do Brasil também assumiu as medidas administrativas e de fiscalização para apurar as causas do acidente náutico. A perícia técnica e o Instituto Médico Legal (IML) realizaram os procedimentos no local e exames necroscópicos no corpo da jovem antes da liberação para o velório.
Qual foi a repercussão da morte de Ana Luísa?
A tragédia causou comoção nas redes sociais e revolta entre os moradores de Muricilândia e Araguaína. A Prefeitura de Muricilândia e a universidade onde ela estudava emitiram notas de pesar lamentando a perda precoce da universitária.
Familiares, amigos e moradores prestaram homenagens à estudante nas redes sociais e cobraram a responsabilização do condutor.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mulher dá à luz em UPA após ser mandada para casa três vezes em maternidade de Palmas


Bebê nasceu pelas mãos de pediatras em unidade sem obstetrícia em Palmas
Reprodução/Arquivo pessoal de Marcela Silva
Uma mulher deu à luz na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul, em Palmas, após ter o atendimento de internação negado três vezes no Hospital e Maternidade Dona Regina Siqueira Campos. Segundo a família, Marcela Silva procurou a maternidade estadual diversas vezes com fortes dores e sangramento, mas foi orientada a retornar para casa em todas as ocasiões.
O parto aconteceu no último sábado (27), cerca de 20 minutos após a paciente dar entrada na UPA Sul, sendo realizado por uma equipe composta por pediatras e enfermeiros, já que a unidade não possui serviço de obstetrícia.
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Marcela, que é moradora de Guaraí e estava em Palmas para o nascimento do filho, relata que o sofrimento começou no dia 20 de junho. De acordo com a paciente, mesmo apresentando sangramento e dificuldade para caminhar devido às dores na região pélvica, os médicos da maternidade afirmaram que os sintomas eram normais para o estágio da gestação.
“Foram três dias de muita dificuldade indo para essa maternidade. No segundo dia eu já estava perdendo líquido e falaram que era apenas um corrimento. No terceiro dia eu não aguentava mais ficar em pé e disseram que ainda não era o momento do parto”, relatou Marcela.
A cunhada de Marcela, Karinny Alves, acompanhou a jornada transportando Marcela, e afirma que a equipe médica teria informado que a internação só ocorreria quando a gestação completasse 41 semanas. “Pedimos pelo amor de Deus para internar porque ela não conseguia mais andar, mas disseram que pela política médica ela deveria aguentar e esperar”, afirmou.
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Parto improvisado na UPA
Karinny informou que na noite de sábado, com a intensificação das contrações e estando hospedada na casa da cunhada no setor Jardim Taquari, cerca de 20 km da maternidade estadual, a família decidiu buscar socorro na UPA Sul. Ao chegar no local, a equipe médica constatou a urgência do caso, e como a unidade não tem estrutura para partos, o procedimento foi realizado em uma sala de emergência.
“Quem fez o parto foram dois pediatras e enfermeiros. O médico [da UPA] falou: ‘Meu Deus, não tinha me preparado para fazer um parto’. Eles improvisaram tudo, usaram biombos para garantir a privacidade, e graças ao suporte deles o bebê nasceu bem, apesar de estar com o cordão enrolado no pescoço”, contou Karinny.
Após o nascimento, Marcela e o bebê foram transferidos pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) para o Hospital Dona Regina para que os procedimentos referentes ao parto fossem finalizados. A transferência ocorreu devido à falta de estrutura técnica da UPA para realizar o atendimento completo.
Equipe da UPA Sul usou sala de emergência para nascimento de bebê
Reprodução/Arquivo pessoal de Marcela Silva
A família questiona a postura dos profissionais da maternidade estadual. Marcela relatou que, ao chegar no hospital vinda da UPA, teria ouvido comentários sobre o fato de o parto ter ocorrido em uma unidade de pronto atendimento. “Ficaram questionando por que o parto não foi concluído lá, inclusive com a retirada da placenta, sendo que na UPA não tinha obstetra”, desabafou a mãe.
Na maternidade estadual, Marcela e o recém-nascido permaneceram em observação clínica e passaram por exames de rotina para garantir que ambos estivessem estáveis após o parto improvisado. Após o período de monitoramento e a confirmação de que não havia complicações, eles receberam alta médica na tarde desta segunda-feira (29) .
O g1 solicitou posicionamentos à Secretaria de Estado da Saúde (SES) e à Prefeitura de Palmas para entender os critérios de internação no Hospital Dona Regina e obter detalhes sobre o atendimento na UPA Sul, mas não obteve resposta de nenhum dos órgãos até a última atualização desta reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem de 22 anos morre em acidente na curva de Taquaruçu; outras duas pessoas ficam feridas


Acidente envolveu três pessoas e veículo desceu a ribanceira da pista
Reprodução/Taquaruçu Notícias
Um jovem de 22 anos morreu em um grave acidente na tarde desta segunda-feira (29), na curva de Taquaruçu, em Palmas. Segundo informações da Agência de Transportes, Obras e Infraestrutura (Ageto), o acidente envolveu um veículo de uma empresa terceirizada que realizava serviços na rodovia. Outras duas pessoas ficaram feridas.
Ainda conforme a Ageto, o motorista da empresa EHL teria perdido o controle do veículo, no trecho e ao total, três pessoas foram atingidas. O jovem de 22 anos morreu ainda no local. As outras duas vítimas receberam atendimento das equipes do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu).
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A empresa EHL confirmou a ocorrência do acidente e informou que enviou uma equipe técnica ao local para apurar os fatos. A companhia declarou que, no momento, ainda não possui detalhes adicionais sobre as causas da colisão ou sobre o estado de saúde dos envolvidos.
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Acidente deixa um morto e feridos em rodovia do Tocantins
Agora no g1
Em nota, a Ageto manifestou profundo pesar pela morte da vítima e prestou solidariedade aos familiares, amigos e colegas de trabalho. O órgão informou que prestará todo o apoio necessário neste momento.
Equipes do Corpo de Bombeiros Militar e da Polícia Militar foram acionadas e estão no local para prestar atendimento e controlar o trânsito. O Instituto Médico Legal (IML) também foi chamado para fazer a remoção do corpo e realizar os exames periciais.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Vou tentar superar’, diz filho de servidora pública que morreu após cair de moto em cruzamento


Mulher morre após pilotar moto, passar em buraco e cair
Rosilene da Costa Pimentel, de 41 anos, morreu após cair de moto no setor Lago Sul, em Araguaína, região norte do estado. Segundo a filha, Wilainy Pimentel, de 26 anos, há suspeita de que a mãe teria perdido o controle do veículo após passar por um buraco na rua.
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O acidente aconteceu no cruzamento das ruas Castanheira e Azaleia. Equipes da PM foram chamadas para atender a ocorrência nas primeiras horas da manhã de sexta-feira (26). A vítima foi declarada morta pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) ainda no local.
A servidora pública estava a caminho do trabalho. Ela deixou três filhos, um deles de 11 anos, e três netos.
“Existe a suspeita de que o acidente tenha sido causado por um buraco na via. É inadmissível que um problema como esse permaneça sem resposta. Nossa família espera transparência na investigação, esclarecimentos e que, se houver responsabilidade do poder público, ela seja reconhecida”, disse a filha.
Rosilene tinha dois empregos: auxiliar no Centro Educacional Infantil Mul Profª Maria De Fatima Santos Oliveira, e exercia função de caixa em uma farmácia.
Winnicius Pimentel, de 11 anos, ficou abalado com a morte da mãe. Em entrevista autorizada pela irmã, o adolescente contou que vai tentar superar a perda.
“Amo tanto a minha mãe e não posso dar um abraço nela, simplesmente porque morreu. Ela não está mais aqui. Mas eu vou seguir, vou tentar superar isso, tentar não ficar triste”, diz.
Em nota publicada pelo município no dia do acidente, a prefeitura manifestou solidariedade à família da vítima, disse que as causas do acidente ainda serão apuradas pela perícia e orientou motoristas a redobrarem a atenção no trânsito. Também afirmou que o setor deve receber recapeamento asfáltico futuramente (veja a nota completa abaixo).
Winnicius Pimentel, de 11 anos e a mãe Rosilene da Costa Pimentel
Arquivo Pessoal
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Presente enterrado com a mãe
Wilainy contou que o irmão comprou um abajur rosa para o quarto da mãe. O presente foi comprado na internet e entregue um dia antes do acidente. Durante o enterro, o menino colocou o objeto ao lado do corpo da mãe.
Em mensagem publicada nas redes sociais, Winnicius lamentou a perda. “Você mal pôde aproveitar o presente que te dei com carinho, ele te deixava feliz e confortável. Mas hoje você está nas mãos de Deus”, escreveu.
Segundo Wilainy, o enterro foi realizado no Maranhão.
“Foi meu irmão que viu o vídeo do acidente e reconheceu a placa da moto. Não fomos avisados, o veículo foi apreendido, apesar de estar tudo em dia. Não tivemos ajuda nem posicionamento. Foi o vice-prefeito de São Pedro, no Maranhão, que nos ajudou com o translado”, finaliza.
O g1 questionou a Polícia Militar sobre a apreensão da motocicleta, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Vítima é Rosilene da Costa Pimentel, de 43 anos
Reprodução/Instagram de Rosilene Pimentel
Íntegra da Prefeitura de Palmas
A Prefeitura de Araguaína se solidariza à família da vítima e reforça a orientação para que motoristas e motociclistas trafeguem com atenção, respeitando os limites de velocidade e as sinalizações existentes nas vias.
No que se refere ao acidente registrado na manhã desta sexta-feira, 26, no cruzamento das ruas Castanheira e Azaleia, no Setor Lago Sul, esclarece que somente a perícia poderá afirmar com precisão as causas do ocorrido.
A Prefeitura de Araguaína informa que o setor Lago Sul está recebendo obras de manutenção viária, com serviço de tapa-buracos, e trabalha na captação de recursos para o posterior recapeamento das vias.
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Fonte: G1 Tocantins

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Suspeitos de sonegar R$ 26 milhões tinham galpão de fachada e motorista como ‘laranja’


Operação investiga esquema milionário de sonegação fiscal no Tocantins
Rozeane Feitosa/Governo do Tocantins
A Operação Vital, deflagrada para desarticular uma organização criminosa que causou um prejuízo de mais de R$ 26 milhões aos cofres públicos do Tocantins, revelou que o esquema de sonegação fiscal utilizava estruturas físicas vazias e um motorista como laranja para movimentar milhões em bebidas alcoólicas. A sede da empresa VITAL – Comércio de Alimentos Ltda, em Gurupi, era, na verdade, um “galpão de fachada” sem qualquer movimentação real de carga.
A organização criminosa simulava a venda de bebidas entre diferentes estados para evitar o pagamento do Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS). Segundo a investigação, o grupo utilizava empresas de fachada, que existiam apenas no papel, ou nomes de “laranjas” para esconder a fraude.
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Segundo o pedido de busca e apreensão obtido pela reportagem, as mercadorias compradas em outros estados eram faturadas para o endereço em Gurupi, mas o destino real era a empresa AERO Distribuição, em Palmas. Para sustentar a fraude, o grupo utilizava o nome de Moisés Gonçalves de Souza como sócio nominal da VITAL. No entanto, a polícia descobriu que Moisés é um motorista profissional com padrão de vida incompatível com o capital social de R$ 500 mil da empresa.
O g1 solicitou um posicionamento à empresa AERO Distribuição, em Palmas, mas ainda não obteve retorno.
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Moisés Gonçalves foi apontado nas investigações como um homem de “vida simples” que atuava como “laranja” do esquema. Embora figurasse como dono de uma distribuidora com capital social de R$ 500 mil, Moisés não possuía patrimônio ou renda compatíveis com a movimentação milionária da empresa, que chegou a comprar quase R$ 4 milhões em mercadorias em apenas quatro meses.
Conforme a Polícia Civil, o controlador das operações, segundo a polícia, é José de Ribamar Pinto de Oliveira. Identificado como o administrador, Ribamar operava o esquema, utilizando procurações públicas e controlando a emissão de notas fiscais fraudulentas para desviar as cargas de bebidas para Palmas.
Entenda o caso
A Operação Vital foi coordenada pela Divisão Especializada de Repressão a Crimes Contra a Ordem Tributária (DRCOT) da Polícia Civil. O prejuízo causado aos cofres públicos soma R$ 26,4 milhões e o valor já foi inscrito em dívida ativa para cobrança oficial.
A investigação detalha que, além do motorista Moisés, o grupo chegou a utilizar o nome de uma pessoa em situação de rua, com antecedentes por pequenos crimes, para figurar como sócio de empresas do esquema.
Essa tática visava blindar os verdadeiros líderes, como José de Ribamar, de eventuais cobranças fiscais ou processos criminais, já que os “donos” oficiais não possuíam bens para arcar com as multas.
Ainda segundo a Polícia Civil, a logística do crime era organizada via grupos de WhatsApp, onde agenciadores davam ordens diretas aos motoristas de caminhão para que entregassem as bebidas em Palmas, ignorando o endereço que constava na nota fiscal. O rastreamento de endereços de IP realizado pela polícia confirmou que a emissão das notas fiscais frias partia de conexões vinculadas diretamente ao operador central do esquema.
As buscas realizadas em Palmas e Gurupi resultaram na apreensão de computadores e celulares que agora passam por perícia. Entre os investigados está também o contador José Brum de Souza Filho, suspeito de auxiliar na montagem da estrutura contábil fraudulenta que permitiu a omissão sistemática da Escrituração Fiscal Digital (EFD) das empresas envolvidas.
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Fonte: G1 Tocantins