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Mãe e filha investigadas por jogos de azar são suspeitas de usar igrejas para movimentar dinheiro, aponta decisão


Operação policial combate exploração de jogos ilegais de azar
As investigações da Operação Tigre de Areia revelaram como um grupo suspeito de explorar jogos de azar ilegais supostamente lavava dinheiro para ocultar patrimônio em Palmas. Segundo a Polícia Civil, a influenciadora Lara Luiza Cabral e a mãe dela usavam contas de parentes e até igrejas para circular dinheiro, por meio de transferências fracionadas.
Segundo a decisão, em apenas um ano, o grupo movimentou mais de R$ 20 milhões. Durante a operação, a polícia apreendeu três veículos e bloqueou três casas e sete lotes. A Justiça também suspendeu os perfis nas redes sociais usados para promover apostas e sorteios ilegais.
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A equipe de Lara Luiza Cabral foi procurada para comentar as investigações, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem. O g1 não conseguiu contato com a mãe da investigada.
O delegado-chefe da 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª Deic), Wanderson Chaves de Queiroz, explicou ao g1 que usar instituições religiosas é uma tática comum em crimes financeiros.
“O dinheiro do crime entra como doação de oferta ou de dízimos e sai um dinheiro limpo como da entidade religiosa. Um pastor, por exemplo, com esse dinheiro poderia comprar imóveis para a igreja, carros, fazer investimentos e outros negócios para beneficiar a pessoa que inicialmente injetou o dinheiro ilícito”, detalhou o delegado.
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Justiça determinou bloqueio de bens e suspensão de redes sociais
Divulgação/SSP
Imunidade tributária e o crime
A polícia ainda apura se as transferências para as igrejas eram dízimos reais ou parte do esquema. “Há transferência de valores para uma igreja […] Nós vamos aprofundar as investigações para saber se a instituição beneficiou pessoas do grupo de alguma forma”, ressaltou Queiroz.
O contador Thiago Schüler explica que as igrejas atraem o crime organizado por causa da imunidade tributária. Como elas não precisam identificar quem doou o dízimo ou ofertas em dinheiro, fica mais fácil esconder a origem dos valores. “A origem não é identificável e nem se paga imposto sobre as doações. É onde o crime tenta entrar para não ser percebido”, afirma.
Schüler ressalta que receber o dinheiro não é crime por si só. A lavagem de dinheiro só acontece se o recurso voltar para o criminoso. “A lavagem tem que ir e voltar. A igreja teria que aplicar o recurso em algo do interesse do doador, como a compra de um imóvel ou investimentos para beneficiar o grupo”, detalha.
O foco da polícia deve ser a saída do dinheiro da igreja. Enquanto a doação pode ser disfarçada, o uso desse capital exige documentos. “A ida é difícil de pegar, mas a vinda não. Quando a igreja aplica o recurso, ela tem que documentar e é aí que a polícia fecha o cerco”, conclui.
Incompatibilidade de renda
A investigação da Polícia Civil (PC) começou após notar que o luxo ostentado pelas suspeitas não combinava com o que elas declaravam ganhar. A influenciadora dizia receber menos de R$ 4 mil por mês. Já a mãe, que declarou ser faxineira com renda de R$ 3 mil, movimentou sozinha R$ 9 milhões no período.
A polícia sabia que o grupo era organizado para explorar apostas online e loterias ilegais. Segundo a investigação, além das igrejas, os investigados usavam empresas de fachada e contas de “laranjas” (terceiros) para espalhar o dinheiro.
A Justiça autorizou a quebra do sigilo de dados das duas mulheres. Com isso, os investigadores poderão acessar informações em celulares, computadores e na nuvem. Mãe e filha respondem por jogos de azar, loterias ilegais, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Operação é realizada em Palmas nesta quinta-feira
Ascom/SSP
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Fonte: G1 Tocantins

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PF investiga criminosos que usaram os Correios para envio de drogas no Tocantins


Polícia investiga envio de ilícitos pelos Correios
Um grupo criminoso é suspeito de usar a estrutura dos Correios para o envio de objetos ilícitos e tráfico de drogas interestadual. Os suspeitos foram alvos de mandados de busca e apreensão nesta quinta-feira (14) em Guaraí, na região central do estado. A ação corresponde à terceira fase da Operação Via Oculta.
Os mandados foram expedidos pela Justiça Estadual do Tocantins e cumpridos pela Polícia Federal.
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Os suspeitos são investigados por tráfico interestadual de drogas e associação para o tráfico. Os nomes não foram informados e o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
As investigações apontam que o grupo utilizava encomendas postais para remessa de drogas provenientes de outros estados da federação. Segundo a PF, nesta fase, as investigações buscaram identificar outros envolvidos, fornecedores e eventuais ramificações do grupo.
A superintendência dos Correios foi procurada, mas não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
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Prédio da Polícia Federal em Palmas
Djavan Barbosa/Jornal do Tocantins
Investigação levou a duas prisões
Durante as três fases da Operação Via Oculta, foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão. Duas pessoas foram presas em flagrante. Também houve apreensão de drogas, anabolizantes, medicamentos proscritos e aparelhos celulares.
Os indiciados poderão responder por tráfico de drogas e outros crimes associados, cujas penas podem ultrapassar 15 anos de reclusão e multa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Padre do TO chama atenção nas redes sociais pelo bom-humor e danças divertidas


Padre no TO chama atenção nas redes pelo jeito bem-humorado e pelas danças divertidas
Conhecido entre os fiéis como “padre bonitão”, o sacerdote Aderso Alves dos Santos soma mais de 34 mil seguidores nas redes sociais e chama atenção pelos vídeos descontraídos e danças compartilhados na internet. Apesar do tom leve das publicações, ele afirma que vive uma rotina marcada pelo acolhimento de pacientes em hospitais e pelo trabalho social.
Padre Aderso Alves dos Santos atua como sacerdote da Arquidiocese de Palmas e é presidente e fundador do Instituto Quemdiria, organização social que distribui cestas básicas e verduras para famílias em situação de vulnerabilidade.
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Nos vídeos publicados nas redes sociais, o padre costuma aparecer dançando, brincando com os seguidores e iniciando as gravações com a frase “maravilha, maravilha”, que virou marca registrada do perfil.
Segundo ele, o jeito descontraído ajuda a aproximar as pessoas da igreja. “Se o padre tá dançando comigo, eu posso estar rezando com ele na igreja”, afirmou em entrevista ao g1.
Dança começou antes do sacerdócio
Padre Aderso contou que a relação com a dança vem da família e começou antes mesmo da vida religiosa. Segundo ele, chegou a atuar como professor de dança. O sacerdote também afirmou que usa as redes sociais como uma forma de interação com os fiéis e de acolhimento.
“As pessoas olham pra gente não como um artista, não como um bagunceiro, mas como um ser humano. Antes de ser padre eu sou ser humano, sou homem, sou filho de um homem e de uma mulher”, disse.
Para ele, o bom humor também facilita o contato com pessoas que muitas vezes estavam afastadas da igreja.
“A pessoa pensa: ‘o padre brinca, o padre também é do forró, por que não ele ser meu amigo? Por que não eu ir para a igreja que ele celebra a missa?’”, afirmou.
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Rotina envolve hospitais e acompanhamento de pacientes
Apesar da imagem divertida nas redes sociais, o padre afirmou que a rotina é marcada por situações difíceis. Atualmente, além das atividades religiosas, ele atua como capelão hospitalar em Palmas.
Segundo o sacerdote, parte do trabalho é acompanhar pacientes em estado grave, principalmente pessoas com câncer em fase terminal.
“Às vezes chega a morrer na minha mão alguns pacientes, porque estão esperando somente um perdão, um abraço, pra deixar esse mundo”, contou.
Ele disse que a dança e o humor funcionam como uma forma de equilíbrio diante da rotina pesada. “A dança vem como ferramenta pra que a vida se torne mais leve”, afirmou.
Aderso Alves atua como vigário da Paróquia Nossa Senhora das Mercês
Divulgação/Redes sociais
Arquidiocese diz acompanhar atuação do padre
Em nota, a Arquidiocese de Palmas afirmou reconhecer as redes sociais como espaços legítimos de evangelização e destacou que a comunicação deve favorecer o encontro e a vivência da fé.
Ao comentar a atuação de padre Aderso, a instituição informou que o sacerdote já foi orientado em algumas ocasiões sobre a forma como conduz o ministério nas redes sociais.
Segundo a Arquidiocese, o padre “às vezes excede” o ordenamento jurídico-canônico da Igreja por influência de seguidores e admiradores. A instituição afirmou ainda que acompanha e monitora a situação para que não haja desrespeito à ética e à sensibilidade dos fiéis.
Veja a íntegra da nota da Arquidiocese de Palmas
“A Arquidiocese de Palmas compreende que a comunicação é parte importante da missão evangelizadora da Igreja e reconhece as redes sociais como espaços legítimos de presença, diálogo e anúncio do Evangelho nos tempos atuais. A Igreja também reconhece e é a favor da liberdade de expressão.
Ao longo dos anos, temos refletidos sobre a importância de uma comunicação que aproxime as pessoas, favoreça o encontro e contribua para a vivência da fé. Como recorda o Papa Leão XIV em sua mensagem para o Dia Mundial das Comunicações, a comunicação deve ser instrumento de proximidade, escuta e esperança.
No entanto, com relação ao sacerdote, o Padre Aderso Alves dos Santos, sacerdote incardinado na Arquidiocese de Palmas, citado na reportagem, que atualmente exerce o ministério como vigário paroquial da Paróquia Nossa Senhora das Mercês, além de atuar na assistência religiosa às famílias por meio da Capelania Hospitalar, afirmamos o quanto segue:
A Arquidiocese de Palmas reafirma seu compromisso com uma comunicação evangelizadora, pautada pelos valores do Evangelho, pela responsabilidade pastoral e pelo respeito à missão da Igreja. Qualquer sacerdote deve se enquadrar no ordenamento jurídico-canônico da Igreja.
O padre Aderso, às vezes, já foi questionado, orientado e por vezes até proibido de exceder na sua forma de ser e de viver seu sacerdócio. Infelizmente, por conta sua, e também influenciado, instigado por um grupo de seguidores e admiradores, às vezes, excede este nosso ordenamento jurídico-canônico. Estamos atentos e monitorando esta sua atitude. Esperamos que não fira a ética e a sensibilidade do nosso povo.”
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Edson Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Mãe suspeita de movimentar mais de R$ 20 milhões com jogos de azar se declarava faxineira, diz polícia


Polícia Civil cumpre mandados de busca e apreensão na Operação Tigre de Areia
Divulgação/DICOM SSPTO
A Polícia Civil identificou que a mãe, suspeita de movimentar, junto com a filha, mais de R$ 20 milhões utilizando jogos de azar em Palmas, declarava ser faxineira e ter renda de pouco mais de R$ 3 mil. Segundo a Operação Tigre de Areia, a mulher movimentou R$ 9 milhões do valor total, apenas em seu nome.
Seis mandados de busca e apreensão foram cumpridos durante a operação na manhã desta quinta-feira (14), em Palmas. A ação foca no combate à exploração de jogos ilegais de azar em plataformas digitais. A filha, que é influenciadora digital, é a principal investigada e declarava renda mensal de menos de R$ 4 mil.
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Os nomes das suspeitas não foram divulgados, por isso o g1 não localizou suas defesas.
Segundo a polícia, as investigações tiveram início após ser identificada a existência de uma estrutura organizada voltada à divulgação e exploração de plataformas ilegais de apostas online, além da promoção de sorteios sem autorização legal.
A decisão judicial expedida pela 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas autorizou a suspensão de perfis em redes sociais, supostamente utilizados para a exploração ilegal de jogos de azar. Três casas e sete lotes em diferentes regiões, além de três veículos, foram apreendidos.
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Homem é condenado a 20 anos de prisão por matar empresário durante tentativa de roubo em loja
Vídeos em alta no g1
A polícia informou que houve indícios de utilização de empresas de fachada, contas bancárias de terceiros e familiares e, até mesmo, a pulverização de valores por meio de transferências fracionadas, inclusive para instituições religiosas, mecanismo muitas vezes utilizado para dificultar o rastreamento do dinheiro.
A Justiça autorizou ainda a quebra de sigilo telemático dos investigados, permitindo o acesso a dados armazenados na nuvem ou em dispositivos eletrônicos.
As duas mulheres são investigadas pela prática de exploração ilegal de jogos de azar, promoção de loterias não autorizadas, associação criminosa e lavagem de dinheiro, segundo a Polícia Civil.
As investigações seguem em andamento pela 1ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (1ª DEIC – Palmas).
Operação é realizada em Palmas nesta quinta-feira
Ascom/SSP
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é condenado a 20 anos de prisão por matar empresário durante tentativa de roubo em loja


Homem é condenado a 20 anos de prisão por homicídio em Taquaralto, na capital
O réu Fábio Júnior Oliveira Neres, de 36 anos, foi condenado a 20 anos de prisão pela morte de Abnael Paes de Mendonça Júnior, de 41 anos. O crime aconteceu em uma loja na região sul da capital. A decisão foi proferida pela 2ª Vara Criminal de Palmas.
O crime aconteceu na madrugada do dia 17 de dezembro de 2025, na Avenida Tocantins, em Taquaralto. De acordo com as investigações, Abnael Paes dormia na própria loja quando foi surpreendido pelo condenado, que entrou no local. Ao tentar impedir o roubo na loja, o empresário foi assassinado com uma facada. A vítima chegou a se arrastar até a frente da loja após reagir ao assalto, lutar com o autor do crime e morrer na calçada.
A defesa do condenado é feita pela Defensoria Pública. O g1 pediu um posicionamento, mas até a última atualização não havia se manifestado.
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Vídeos de câmeras de monitoramento da loja registraram toda a ação na madrugada. O invasor fugiu do local em uma bicicleta e foi preso poucas horas depois do crime pela Polícia Militar (PM). Segundo a PM, o homem possui antecedentes criminais por furto. Somente em 2025, ele foi preso cinco vezes.
A Justiça levou em consideração as filmagens das câmeras de segurança e a confissão do réu, que disse ter se utilizado da faca existente no estabelecimento para golpear a vítima, e concluiu que o primeiro golpe foi desferido pelo condenado.
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Crime aconteceu na Avenida Tocantins, em Taquaralto
Matheus Dias/TV Anhanguera
Além da pena de 20 anos inicialmente em regime fechado, o homem foi condenado ao pagamento de 10 dias-multa. O réu não poderá responder em liberdade e permanece preso preventivamente, já que o caso ainda cabe recurso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Operação contra exploração de jogos ilegais cumpre mandados de busca e apreensão em Palmas


Operação é realizada em Palmas nesta quinta-feira
Ascom/SSP
A Polícia Civil do Tocantins realiza na manhã desta quinta-feira (14) a Operação Tigre de Areia, contra a exploração de jogos ilegais em plataformas digitais. Os alvos são influenciadores digitais de Palmas.
Conforme as primeiras informações da polícia, as equipes cumprem seis mandados de busca e apreensão e outras medidas cautelares.
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Vídeos em alta no g1
**Reportagem em atualização.
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Fonte: G1 Tocantins

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Monitoramento percorre 750 km e identifica 19 ariranhas em parque no Tocantins


Animais foram avistados em grupos e de forma solitária no Parque Estadual do Cantão
Divulgação/Naturatins
Um monitoramento realizado pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins) identificou 19 ariranhas no Parque Estadual do Cantão (PEC), na região oeste do estado. A ação faz parte do programa Pró-Ariranha, que acompanha a espécie ameaçada de extinção para planejar ações de conservação e manejo.
Os animais foram avistados em quatro grupos diferentes, além de três indivíduos que circulavam sozinhos. A expedição durou oito dias e percorreu cerca de 750 quilômetros por rios e lagos da região centro-sul do parque, nos municípios de Pium (TO) e Santana do Araguaia (PA). A ação foi finalizada na última segunda-feira (11).
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Situado a cerca de 260 km de Palmas, o Parque Estadual do Cantão abrange os municípios de Caseara, Pium e Araguacema. Para encontrar os animais, as equipes realizaram deslocamentos por terra e pela água, pelos rios Javaés, Javaezinho e Araguaia. O trabalho incluiu:
Observação direta em margens e barrancos;
Busca por rastros e sons (vocalizações);
Identificação de tocas e “latrinas” (locais usados para demarcação de território);
Instalação de armadilhas fotográficas e de vídeo.
Sete câmeras foram instaladas em locais estratégicos para dar continuidade ao monitoramento automático nos próximos meses.
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A inspetora de Recursos Naturais do Naturatins, Aline Vilarinho, explicou que o resultado foi surpreendente para esta época do ano. No período de cheia, os avistamentos são mais difíceis porque o território das ariranhas pode ficar até 27 vezes maior do que na seca, já que elas acompanham a migração dos peixes pelos mais de 800 lagos do parque.
“Esta foi a primeira campanha em que registramos resultados tão positivos de avistamento, além de diversos indícios recentes da presença da espécie, em comparação aos últimos três anos”, destacou a inspetora.
Os dados coletados ainda passam por análise detalhada. A bióloga Samara Almeida, coordenadora do programa, acredita que novos indivíduos serão adicionados ao catálogo anual da espécie no Tocantins.
O Naturatins informou que realizará atividades educativas em 27 de maio, data em que se celebra o Dia Mundial das Lontras. Depois, as equipes retornarão ao Cantão para recolher as imagens das câmeras instaladas e atualizar o banco de dados do programa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Senai oferece mais de mil vagas em cursos técnicos com bolsas de estudo no Tocantins


São 650 bolsas disponíveis para unidades de Araguaína, Gurupi, Palmas, Taquaralto, Colinas e Xambioá
Divulgação/Senai
Para quem busca novos conhecimentos, já pode se inscrever nas oportunidades divulgadas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial (Senai). São 1.160 vagas em cursos técnicos, destas 650 contam com bolsas de estudo. As oportunidades foram divulgadas nesta semana.
Segundo o Senai, o intuito desses novos cursos é suprir a demanda da indústria estadual por mão de obra especializada. Estudos do Mapa do Trabalho Industrial indicam que o estado precisará de 65 mil novos profissionais qualificados até 2027. Os cursos contemplam setores estratégicos como tecnologia da informação, mecânica, eletrônica e logística.
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As aulas serão ministradas em unidades fixas e postos instalados pelo Senai em diferentes regiões do estado. Os candidatos podem escolher entre os turnos matutino, vespertino e noturno, além de modalidades semipresenciais.
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Quem pode e como se candidatar?
Para ocupar uma das vagas, é necessário ter concluído o ensino médio ou estar matriculado e cursando o 2º ou 3º ano do ensino médio.
As aulas estão programadas para começar no dia 3 de agosto de 2026, e o período de matrículas segue aberto até o dia 12 de junho de 2026. O processo pode ser realizado de duas formas:
Pela internet: Através da plataforma futuro.digital;
Pelo celular: Através do WhatsApp (63) 3229-5770.
Vagas e cursos por cidade
Palmas: Cibersegurança, Manutenção Automotiva, Eletrotécnica (matutino e noturno), Desenvolvimento de Sistemas, Química e Mecatrônica (Centro). Manutenção e Suporte em Informática, Refrigeração e Climatização, e Eletrotécnica (Taquaralto).
Araguaína: Segurança do Trabalho, Edificações, Planejamento e Controle da Produção, Manutenção Automotiva, Informática para Internet, Eletrotécnica, Química e Refrigeração (Cursos Presenciais). Automação Industrial, Segurança do Trabalho, Administração, Eletromecânica, Eletrotécnica, Logística, Química, Redes de Computadores e Meio Ambiente – (Cursos Semipresenciais).
Gurupi: Manutenção Automotiva e Eletrotécnica.
Almas: Planejamento e Controle da Produção.
Colinas do Tocantins: Eletromecânica e Segurança do Trabalho (modalidade semipresencial).
Xambioá: Eletromecânica e Logística.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mais dois policiais militares presos por suspeita de envolvimento em chacina no Tocantins são afastados


Dois oficiais da PM suspeitos de participação na chacina de Miracema são afastados
Mais dois oficiais foram afastados da Polícia Militar do Tocantins (PM-TO). As dispensas das funções de confiança foram publicadas no Diário Oficial do Estado desta terça-feira (12). Wallas de Sousa Melo e Wilquer Barbosa de Sousa estão entre os 23 militares presos na última semana por suspeita de envolvimento na chacina que terminou com sete mortos em 2022, em Miracema do Tocantins.
Os novos afastamentos se somam ao do tenente-coronel Douglas Luiz da Silva, que atuava como ajudante de ordens do governador Wanderlei Barbosa (Republicanos). Logo após a operação, a Casa Militar já havia informado que o oficial foi retirado de suas funções e de todas as agendas oficiais (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).
A investigação apura os assassinatos cometidos em fevereiro de 2022. Segundo a Polícia Civil, as execuções foram uma represália à morte do policial militar Anamon Rodrigues de Sousa. A Justiça afirma que o grupo usou a estrutura do Estado, como viaturas, armas e sistemas de comunicação, para monitorar, sequestrar e matar as vítimas.
O g1 entrou em contato com a defesa dos investigados, que informou que não vai se manifestar neste momento.
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Segundo a investigação da Polícia Civil, o major Wallas de Sousa Melo ficou estacionado em um ponto estratégico e teria orientado a fuga dos executores após os assassinatos. Já o major Wilquer Barbosa de Sousa é suspeito de manipular dados do GPS das viaturas e combinar versões com outros militares para ocultar os locais onde as equipes realmente estavam durante os crimes.
A Polícia Militar reafirmou, em nota, que não compactua com desvios de conduta e que colabora com as investigações conduzidas pela Polícia Civil e pelo Ministério Público Estadual. A defesa dos militares informou que aguarda acesso integral aos autos para se manifestar (veja a nota na íntegra ao final da reportagem).
Chacina deixou sete mortos em Miracema do Tocantins
Motagem/g1
Além das prisões, a decisão impôs sanções rigorosas a todos os 23 presos, incluindo o afastamento imediato das funções públicas, a suspensão da posse e do porte de armas de fogo, sejam particulares ou funcionais, a proibição de acesso a unidades policiais e também a proibição de contato com a vítima sobrevivente, familiares das vítimas e investigadores.
O afastamento administrativo varia conforme o cargo. Oficiais em funções de confiança, como majores e o tenente-coronel, precisam de dispensa formal via Diário Oficial. Já os demais presos — capitães, sargentos, cabos e soldados — são afastados das funções públicas por ordem da Justiça.
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Justiça determina prisão de 23 policiais militares suspeitos de envolvimento com chacina no TO
Entenda a operação que prendeu 23 policiais militares suspeitos de envolvimento em chacina no TO
Entre os investigados estão os oficiais:
Douglas Luiz da Silva – tenente-coronel e ajudante de ordens do governador;
Wallas de Sousa Melo – major;
Yurg Noleto Coelho – major;
Wilquer Barbosa de Sousa – major;
Gleiston Ribeiro Pereira – capitão.
Yurg Noleto e Gleiston Ribeiro são os únicos oficiais presos que ainda não tiveram o afastamento administrativo decretado pelo governo.
Quais foram as participações dos oficiais
Conforme a decisão colegiada dos juízes da 1ª Vara Criminal de Miracema do Tocantins, o tenente-coronel Douglas Luiz da Silva é apontado como integrante de uma equipe que utilizou um veículo oficial para permanecer por longo período no local onde três vítimas foram abordadas no loteamento Jardim Buriti.
De acordo com os registros, o carro ficou estacionado em um ponto estratégico durante a madrugada e, depois, seguiu trajeto compatível com o deslocamento de quatro jovens que foram abordados. As informações prestadas pelo grupo teriam omitido essa permanência, o que sugere tentativa de ocultar a movimentação.
O major Wallas de Sousa Melo aparece nas investigações sobre a invasão da Delegacia de Miracema e foi visto circulando nas imediações horas antes do ataque. Imagens mostram que ele passou em frente à unidade e permaneceu estacionado em local estratégico até pouco antes das execuções.
Segundo a decisão da Justiça, há indícios de que tenha mantido contato com os executores e orientado a dispersão após os crimes, além de não ter determinado diligências imediatas.
O major Yurg Noleto Coelho é apontado como uma das principais lideranças informais do grupo. Ele teria coordenado equipes, emitido ordens durante a ação e posicionado viaturas em pontos estratégicos com visão das rotas de fuga. Também há indícios de participação na retirada de equipamentos de gravação para eliminar provas e na organização das ações posteriores aos crimes.
O major Wilquer Barbosa de Sousa é citado como responsável por atuação conjunta na manipulação de registros de viaturas. Os dados indicam possíveis irregularidades ou adulterações nos sistemas de monitoramento de veículos, com alinhamento de versões com outros envolvidos.
O capitão Gleiston Ribeiro Pereira teve a participação associada ao uso de um veículo que circulou repetidamente entre o local da abordagem e o loteamento onde ocorreram as execuções. Registros técnicos mostram que o carro esteve presente nos momentos-chave da ação.
Também há indicação de que o capitão procurou informações sobre a vítima sobrevivente após o crime, o que sugere interesse direto no desfecho do caso.
Além das prisões, a decisão impôs sanções rigorosas a todos os 23 presos. Um outro policial militar não teve a prisão decretada, mas também foi submetido às medidas cautelares.
Afastamento imediato das funções públicas.
Suspensão da posse e do porte de armas de fogo (particulares ou funcionais).
Proibição de acesso a unidades policiais.
Proibição de contato com a vítima sobrevivente, familiares das vítimas e investigadores.
Íntegra da nota da Polícia Militar
A Polícia Militar do Tocantins informa que tomou conhecimento da decisão judicial que determinou o cumprimento de medidas cautelares em desfavor de policiais militares, incluindo mandados de prisão preventiva e medida de afastamento das funções públicas, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Civil do Estado do Tocantins.
A Corporação esclarece que acompanha o caso por meio da Corregedoria-Geral da PMTO, prestando o apoio institucional necessário ao cumprimento das determinações judiciais e às autoridades responsáveis pela investigação.
A Polícia Militar do Tocantins reafirma que não compactua com quaisquer desvios de conduta praticados por seus integrantes, mantendo o compromisso permanente com a legalidade, a ética, a disciplina e a transparência institucional.
Ressalta-se que os fatos são objeto de apuração pelos órgãos competentes, sendo assegurados aos envolvidos o devido processo legal, o contraditório e a ampla defesa, conforme prevê a legislação vigente.
A Polícia Militar do Tocantins seguirá colaborando com as instituições responsáveis, reafirmando seu compromisso com a preservação da ordem pública, da credibilidade institucional e da confiança da sociedade tocantinense.
Íntegra da nota da Casa Civil
A Casa Militar informa que tomou conhecimento nesta sexta-feira, 8, da decisão judicial que determinou o cumprimento de medidas cautelares em desfavor do policial militar, servidor do órgão.
A CAMIL esclarece que o policial militar foi afastado de todas as suas funções de Ajudante de Ordens e de todas as agendas oficiais.
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Fonte: G1 Tocantins

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Prefeitura no TO cancela festa após ação do MP; cidade havia contratado R$ 1 milhão em shows durante estado de calamidade


Prefeitura de Esperantina, no norte do Tocantins
Reprodução/ Google Street View
A 19ª Festa do Cupu, realizada pela Prefeitura de Esperantina, foi cancelada nesta quarta-feira (13). A prefeitura publicou uma nota na rede social oficial informando que a suspensão ocorreu após decisões judiciais em ação civil ajuizada pelo Ministério Público. A festa, com custo aproximado de R$ 1 milhão, foi fechada em meio a um decreto de situação de emergência devido às chuvas.
Conforme os contratos publicados no Diário Oficial, o município pagaria R$ 150 mil pelo show do cantor Pedro Vinícius, R$ 315 mil pela participação de Marcynho Sensação e mais R$ 550 mil para o cantor Amado Batista. As apresentações estavam programadas para os dias 14, 15 e 16 de maio.
Na publicação, a Prefeitura afirmou que decidiu acatar a determinação judicial diante da proximidade do evento e da falta de julgamento sobre o pedido de reconsideração apresentado pela defesa do município. A gestão alegou ainda que apresentou “documentação robusta” para comprovar a legalidade dos processos licitatórios.
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O município lamentou o cancelamento e atribuiu a interrupção do evento a supostos “interesses políticos” e “disputas políticas”, argumentando que a decisão prejudica o comércio local. (Confira a nota na íntegra ao final da reportagem).
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O g1 entrou em contato com o Ministério Público do Tocantins (MPTO) para solicitar um posicionamento sobre a documentação que a prefeitura alega ter enviado à Justiça. Até a última atualização desta reportagem, o órgão não havia respondido aos questionamentos.
Contexto e crise financeira
O cancelamento é o desdobramento de uma ação civil pública ajuizada pelo Ministério Público do Tocantins (MPTO). O órgão questionou a compatibilidade dos gastos com a realidade financeira da cidade.
De acordo com o promotor Elizon de Sousa Medrado, os contratos, que incluíam R$ 550 mil para Amado Batista, R$ 315 mil para Marcynho Sensação e R$ 150 mil para Pedro Vinícius, foram firmados no mesmo período em que o município decretava situação de emergência devido às fortes chuvas.
Além disso, Esperantina vive sob um decreto de estado de calamidade pública desde janeiro de 2025, motivado por dívidas previdenciárias e atrasos salariais que ultrapassavam R$ 31 milhões.
O MPTO apontou que a prefeitura chegou a usar o decreto de emergência das chuvas para justificar a contratação de artistas sem licitação, o que foi considerado uso indevido da norma.
Mais sobre a ação do MPTO
A promotoria também apontou falhas na divulgação dos contratos. De acordo com o MP, dois dos três contratos não foram publicados nem no Portal Nacional de Contratações Públicas nem no Portal da Transparência do município, o que dificulta o acompanhamento dos gastos pela população.
Diante do risco de prejuízo aos cofres públicos, o MP pediu uma decisão urgente para suspender novos pagamentos relacionados aos shows, cancelar as apresentações previstas para maio e obrigar a devolução de R$ 157,5 mil, valor que já teria sido pago antecipadamente a um dos artistas.
O Ministério Público também pediu que a prefeitura não realize novos gastos com eventos festivos enquanto durar o estado de calamidade e houver salários e encargos previdenciários em atraso.
Íntegra da nota da Pefeitura de Esperantina
A Prefeitura Municipal de Esperantina vem a público comunicar oficialmente o cancelamento da programação da Festa do Cupu 2026, que aconteceria entre os dias 15 e 17 de maio. A decisão ocorre após sucessivas decisões judiciais em Ação Civil Pública ajuizada pelo Ministério Público Estadual a partir de uma Notícia de Fato apresentada por dois vereadores do município, questionando parte das contratações da programação artística do evento.
As decisões de primeira instância determinaram a suspensão dos contratos dos shows principais da programação. Diante disso, o Município ainda tentou em um pedido de reconsideração apresentando documentação robusta, esclarecimentos técnicos e comprovando a legalidade de todos os processos licitatórios realizados pela gestão municipal para contratação dos artistas.
Porém, até o presente momento, não houve julgamento do pedido de reconsideração apresentado pelo Município. E diante do prazo extremamente curto, da complexa logística e da proximidade do início da programação, a Prefeitura decide acatar a determinação judicial, manter a suspensão dos contratos e, consequentemente, cancelar o evento.
A gestão municipal lamenta profundamente que interesses políticos estejam acima dos interesses da população. Quem sofre as consequências não é apenas a administração municipal. Quem sofre é toda Esperantina.
Perdem os donos de distribuidoras, bares, restaurantes, lanchonetes e trailers. Perdem manicures, cabeleireiros, barbeiros, ambulantes, vendedores, comerciantes, lojistas, trabalhadores autônomos e centenas de famílias que aguardavam esse período para aumentar sua renda e movimentar seus negócios. Perde o pequeno empreendedor. Perde o comércio local. Perde o turismo. Perde a cultura. Perde o povo.
A Festa do Cupu é um patrimônio cultural de Esperantina. É um evento que movimenta a economia, gera emprego temporário, aquece as vendas, fortalece o comércio e leva o nome do município para toda a região.
Infelizmente, ações motivadas por disputas políticas acabam atingindo diretamente a população, retirando do povo um evento tradicional, cultural e economicamente importante para o município.
Mesmo diante desse cenário, a Prefeitura de Esperantina reafirma seu compromisso com a legalidade, com a transparência e com o respeito às decisões judiciais, ao mesmo tempo em que lamenta profundamente os prejuízos causados à nossa população.
Seguiremos trabalhando pelo desenvolvimento de Esperantina, defendendo os interesses do nosso povo e buscando sempre o melhor para o município.
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Fonte: G1 Tocantins