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Duas mulheres morrem após acidente entre moto e carro em cruzamento no TO; motorista foi preso por embriaguez


Acidente deixou dois mortos em Miracema do Tocantins
Bombeiros/Divulgação
Duas mulheres morreram em um acidente de trânsito em Miracema do Tocantins, na região central do estado. As vítimas, de 41 e 46 anos, estavam uma motocicleta que colidiu com um carro em um cruzamento. Segundo a Polícia Militar, o motorista tinha sinais de embriaguez e foi preso em flagrante.
O acidente aconteceu na madrugada deste sábado (25) no cruzamento da Avenida 7 de setembro com a Rua Jacy Cavalcante. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), as vítimas são Mary Ellen Macedo de Gois, 41 anos, e Noemia Pereira da Silva, de 46 anos.
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A PM informou que equipes do Corpo de Bombeiros confirmaram as mortes das duas ocupantes da motocicleta. A área foi isolada para a preservação do local e realização da perícia.
A equipe policial constatou que o motorista, um homem de 33 anos, apresentava visíveis sinais de embriaguez. Diante das evidências, foi dada voz de prisão e ele foi levado à 10ª Central de Atendimento da Polícia Civil para as providências legais.
A Polícia Civil identificou o motorista apenas pelas iniciais J.B.J.S.T. O g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Na delegacia, o homem foi autuado em flagrante por duplo homicídio culposo na direção de veículo automotor, sob a influência de álcool. Após os procedimentos legais cabíveis, ele foi mandado à Cadeia Pública de Miracema e aguarda decisão da Justiça.
A perícia foi realizada e o Instituto Médico Legal (IML) removeu os corpos das vítimas, que serão submetidos a exames de necropsia a fim de determinar as causas das mortes.
Os veículos foram periciados e, posteriormente, liberados aos familiares dos envolvidos. O caso será investigado pela 67ª Delegacia de Polícia Civil de Miracema.
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Fonte: G1 Tocantins

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Menino de um ano é encontrado morto em represa após desaparecer em fazenda no TO


Gael Campos Fernandes morreu às vésperas de completar dois anos de idade
Divulgação/ Prefeitura de Santa Rita do Tocantins
Um menino de um ano foi encontrado morto em uma represa após desaparecer na zona rural de Santa Rita do Tocantins. Ele foi identificado como Gael Campos Fernandes. Conforme a Secretaria da Segurança Pública (SSP), o caso será investigado pela Polícia Civil.
O caso ocorreu em uma represa próximo à casa onde ele morava, no Projeto de Assentamento São Judas Tadeu, na tarde de sexta-feira (24).
Segundo a Polícia Militar (PM), o pai relatou que havia deixado o filho deitado em uma rede na área externa da residência. Após se ausentar por alguns minutos, ele retornou e não encontrou mais a criança, iniciando buscas nas proximidades.
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Os policiais iniciaram buscas intensivas ao redor da casa, incluindo áreas de mata, currais e outras estruturas da fazenda. Durante as diligências, a equipe concentrou os trabalhos nas proximidades de uma represa, onde momentos depois a criança foi encontrada submersa e sem sinais vitais.
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O caso foi registrado na 11ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Porto Nacional.
Gael completaria dois anos de idade no próximo domingo (26). A Prefeitura de Santa Rita lamentou a morte. “A partida precoce de Gael deixa toda a comunidade consternada e profundamente comovida diante da perda de uma vida cheia de pureza e inocência, unindo a tods em senimentos de tristeza e saudade”, diz a nota de pesar.
O corpo do menino foi levado para o Núcleo de Medicina Legal de Porto Nacional e liberado aos familiares para velório e sepultamento após os exames. 
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Fonte: G1 Tocantins

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MP pede suspensão de shows de R$ 1 milhão em cidade do TO após decreto de emergência


Prefeitura de Esperantina, no norte do Tocantins
Reprodução/ Google Street View
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) entrou com uma ação judicial pedindo a suspensão de três shows contratados pela Prefeitura de Esperantina, no norte do estado, ao custo aproximado de R$ 1 milhão. As apresentações estavam programadas para a 19ª Festa do Cupu.
Conforme os contratos publicados no Diário Oficial, o município pagaria R$ 150 mil pelo show do cantor Pedro Vinícius, R$ 315 mil pela participação de Marcynho Sensação, e mais R$ 550 mil para o cantor Amado Batista. As apresentações estavam programadas para os dias 14, 15 e 16 de maio.
A ação foi proposta pelo promotor de Justiça Elizon de Sousa Medrado, da 2ª Promotoria de Justiça de Augustinópolis. Segundo o documento, os contratos foram firmados na mesma semana em que o município decretou situação de emergência por causa das fortes chuvas, que teriam causado danos à infraestrutura urbana e rural.
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O g1 questionou a prefeita Maria Antônia (União) e a Prefeitura de Esperantina sobre o decreto e as contratações de shows, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Município ainda enfrenta crise financeira
Na ação, o MPTO lembra que Esperantina ainda sofre os impactos de uma grave crise financeira. Em janeiro de 2025, a própria prefeitura publicou um decreto declarando estado de calamidade pública, em razão de dívidas previdenciárias e atrasos no pagamento de salários dos servidores. À época, o endividamento ultrapassava R$ 31 milhões.
Para o Ministério Público, a contratação de shows de alto custo é incompatível com esse cenário financeiro e com a situação de emergência decretada pelo município.
Um dos pontos discutidos na ação envolve a contratação do cantor Pedro Vinícius, no valor de R$ 150 mil. Segundo o MP, a prefeitura editou um decreto específico para justificar a contratação sem licitação, alegando a situação de emergência causada pelas chuvas.
O Ministério Público afirma que o decreto foi usado de forma indevida, já que a emergência deveria servir para enfrentar os danos provocados pelas chuvas, e não para custear apresentações artísticas.
A promotoria também apontou falhas na divulgação dos contratos. De acordo com o MP, dois dos três contratos não foram publicados nem no Portal Nacional de Contratações Públicas nem no Portal da Transparência do município, o que dificulta o acompanhamento dos gastos pela população.
Diante do risco de prejuízo aos cofres públicos, o MP pediu uma decisão urgente para suspender novos pagamentos relacionados aos shows, cancelar as apresentações previstas para maio e obrigar a devolução de R$ 157,5 mil, valor que já teria sido pago antecipadamente a um dos artistas.
O Ministério Público também pediu que a prefeitura não realize novos gastos com eventos festivos enquanto durar o estado de calamidade e enquanto houver salários e encargos previdenciários em atraso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mecânico que ficou 20 dias desaparecido em mata diz que vai mudar rotina: ‘Ficar mais perto da família’


Adenir Rodrigues agradeceu a todos que participaram das buscas
O mecânico agrícola Adenir Rodrigues da Conceição, de 42 anos, que ficou 20 dias desaparecido em uma área de mata no sul do Tocantins, afirmou que pretende mudar a rotina e não quer mais trabalhar longe de casa.
“Eu não tenho interesse de voltar para lá não. Quero ficar mais perto da família”, afirmou.
Adenir desapareceu no dia 14 de março e passou dias isolado na mata entre Cariri do Tocantins e Figueirópolis. Ele mora em Talismã e trabalhava em uma fazenda na região quando saiu em direção a um córrego e não foi mais visto.
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Uma força-tarefa com equipes de resgate realizou buscas por oito dias. Após a suspensão das operações oficiais, familiares e voluntários continuaram as buscas por conta própria. Ele foi encontrado no dia 3 de abril por um caminhoneiro, já debilitado, após pedir ajuda em uma estrada da região.
Relação com a família e período desaparecido
Adenir reforçou que não tinha problemas no trabalho nem com a família e que o desaparecimento foi causado por uma crise que enfrentou naquele momento.
Dois dias após sumir, ele chegou a uma fazenda a cerca de 16 quilômetros do local onde trabalhava, onde recebeu água e comida. Depois disso, voltou para a mata e permaneceu isolado até ser encontrado no dia 3 de abril.
Mesmo após o resgate, ele destacou que o episódio mudou a forma como enxerga a vida e reforçou o desejo de permanecer próximo dos familiares.
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O mecânico também fez questão de agradecer a todos que participaram das buscas, incluindo equipes de resgate, voluntários e pessoas que ajudaram de alguma forma.
“Eu só tenho a agradecer a todo mundo que ajudou, que saiu de casa para me procurar e que fez oração por mim”, disse.
Adenir perdeu 11 quilos durante os dias em que esteve desaparecido
Reprodução/Arquivo Pessoal
Relembre o caso
Adenir desapareceu em uma fazenda em Cariri do Tocantins, na região sul do estado. O mecânico deixou para trás todas as ferramentas de trabalho, roupas e até a própria motocicleta. Ele foi visto pela última vez descendo em direção a um córrego e, desde então, sumiu na vegetação.
Durante as buscas, o mecânico foi avistado por drones. As buscas oficiais mobilizaram o Corpo de Bombeiros, Defesa Civil e cães farejadores por oito dias, mas foram suspensas devido às chuvas e à falta de pistas.
Especialistas acreditavam que o treinamento de Adenir como brigadista foi fundamental para que ele resistisse por tanto tempo isolado. Familiares e voluntários nunca interromperam as buscas por conta própria até o reencontro nesta sexta-feira.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Filho suspeito de tentar matar mãe de 70 anos com soda cáustica é preso no interior do TO, diz PM


Suspeito já tinha histórico de violência contra a mãe e resistiu à prisão na zona rural de Tupirama
Divulgação/SSP
Um homem de 43 anos foi preso em flagrante na zona rural de Tupirama, na região norte do estado, suspeito de tentar matar a própria mãe, de 70 anos. Segundo a Polícia Militar, ele teria colocado soda cáustica na água que a vítima bebia.
De acordo com a PM, outro filho da vítima acionou os militares na noite de quarta-feira (23). Ele relatou que o irmão descumpria uma medida protetiva e ameaçava a mãe. Os policiais informaram que encontraram uma mistura feita pelo suspeito, com produto químico, em uma garrafa de água que estava na geladeira.
O nome do suspeito não foi divulgado e, por isso, o g1 não conseguiu localizar a defesa.
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A mulher contou aos policiais que sentiu um gosto estranho ao beber a água e, logo depois, um forte ardor no peito. Ela foi levada ao Hospital Regional de Pedro Afonso.
Sem a identificação da vítima, não foi possível obter informações sobre seu estado de saúde.
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O suspeito foi localizado em um dos quartos da casa. De acordo com o 3º Batalhão da Polícia Militar, ele desobedeceu às ordens dos policiais e resistiu à prisão, sendo necessário o uso de força para contê-lo.
Segundo a polícia, o homem já possui registros por violência psicológica contra a mãe, com base na Lei Maria da Penha.
Ele foi encaminhado à delegacia e autuado por tentativa de homicídio qualificado e descumprimento de medida protetiva. A Polícia Civil investiga o caso.
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Fonte: G1 Tocantins

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STF suspende eliminação de candidata por critério de altura em concurso da PM do Tocantins


Candidata eliminada por altura mínima de 1,55m ganha direito de voltar ao concurso da PM
Reprodução/Arquivo Pessoal de Jornada Alves
O Supremo Tribunal Federal (STF) suspendeu a eliminação da candidata Jordana Alves Jardim do concurso da Polícia Militar do Tocantins (PMTO). A decisão liminar do ministro Cristiano Zanin atendeu a um pedido da defesa da candidata, que havia sido desclassificada por não atingir a altura mínima exigida no edital. A decisão foi publicada nesta quinta-feira (23).
A eliminação ocorreu após a aprovação no Teste de Aptidão Física (TAF). Em seguida, a candidata entrou com uma ação para contestar, no último domingo (19). De acordo com o Tema 1.424 da Repercussão Geral, citado na decisão, a estatura mínima permitida é de 1,55 m para mulheres em concursos de segurança pública. Como Jordana tem exatamente 1,55 m, a eliminação foi considerada inválida.
Para justificar a desclassificação, a Fundação Getulio Vargas (FGV) e a Comissão do Concurso da PM-TO usaram o critério de altura mínima previsto no edital após conferirem os documentos e a altura da candidata. O g1 solicitou um posicionamento da FGV, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
A Polícia Militar do Tocantins informou que não foi oficialmente notificada sobre a decisão, “no momento, a Instituição não possui acesso oficial ao teor completo da decisão ou dos autos do processo (veja íntegra abaixo)”.
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Segundo o STF, a eliminação baseada apenas nesse critério é “desarrazoada”, já que a candidata foi aprovada no TAF e não havia nenhum argumento no edital que justificasse impedir alguém com essa altura de exercer o cargo.
O entendimento do tribunal é de que a candidata demonstrou ter condições físicas para o cargo ao passar nas provas de esforço. Por isso, desclassificá-la apenas pela estatura fere o princípio da razoabilidade. Segundo a decisão, a Justiça entende que concursos para forças de segurança podem, sim, prever altura mínima, desde que isso esteja previsto em lei e seja justificado pela natureza do cargo.
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O STF também considerou que o caso era urgente, porque o concurso está perto de ser finalizado. Sem a decisão, a candidata poderia sofrer prejuízos caso não retornasse imediatamente às fases de exames médicos e odontológicos.
Posicionamento da defesa de Jordana Alves
O advogado de Jordana, Wanderson José Lopes, afirmou que a eliminação desrespeitou a segurança jurídica. “Não se pode admitir que a Administração Pública elimine uma candidata plenamente apta com base em um critério que desrespeita precedentes vinculantes do Supremo. Trata-se de um caso claro de ilegalidade”, afirmou o defensor.
A defesa destacou o uso da “Reclamação Constitucional” no caso de Jordana, que permite levar o caso direto ao Supremo quando regras já decididas pela Corte são descumpridas. Isso evita a necessidade de passar por tribunais de instâncias inferiores.
Próximos passos
Com a decisão, o STF determinou a expedição de ofício ao Governo do Tocantins e à comissão do concurso para o cumprimento imediato da liminar. O Governo do Estado terá agora um prazo de 10 dias para prestar informações oficiais ao Supremo Tribunal Federal sobre o caso.
A candidata também possui cinco dias para comprovar o pagamento das custas processuais, para que a ação siga em tramitação até o julgamento do mérito.
O g1 procurou o Governo do Estado, mas, até a última atualização, não havia se manifestado.
Jordana já havia sido considerada apta em provas de esforço físico.
Reprodução/Arquivo pessoal de Jordana Alves
Nota da PM na íntegra
A Polícia Militar do Tocantins informa que não foi oficialmente notificada acerca da decisão mencionada na solicitação. No momento, a Instituição não possui acesso oficial ao teor completo da decisão ou dos autos do processo, o que impede qualquer manifestação mais aprofundada sobre o tema.
A Instituição permanece à disposição para eventuais esclarecimentos posteriores.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem é preso suspeito de manter arquivo com ‘grande volume’ de pornografia infantil


Suspeito foi levado para a Unidade Prisional de Palmas
Divulgação/SSP
Um homem de 23 anos, foi preso nesta sexta-feira (24), em Palmas, por suspeita de armazenar uma grande quantidade de vídeos e fotos de abuso sexual contra crianças e adolescentes. A prisão faz parte da segunda fase da Operação Custos.
O nome do suspeito não foi divulgado, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa.
A polícia cumpriu mandados de prisão e de busca e apreensão no local onde o suspeito estava. Aparelhos eletrônicos foram apreendidos e serão analisados pelo Núcleo Especializado de Computação Forense.
A ação foi coordenada pela Delegacia de Repressão a Crimes Cibernéticos (DRCC) de Palmas, com apoio da Polícia Federal. Segundo a investigação, o conteúdo era armazenado na internet, por meio de serviços de nuvem.
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Segundo o delegado Lucas Brito Santana, a cooperação entre as polícias foi essencial para o andamento do caso. “A operação representa um passo importante no combate a crimes dessa natureza”, afirmou.
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O homem foi levado para a Unidade Prisional de Palmas e está à disposição da Justiça.
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Fonte: G1 Tocantins

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Servidor que cursava medicina é alvo de ação do MP por suspeita de receber sem trabalhar no Tocantins


Município de Pequizeiro no TO
Divulgação/Prefeitura de Pequizeiro
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) ajuizou ação por ato de improbidade administrativa contra servidor contratado pela Prefeitura de Pequizeiro, por suposto pagamento de salários sem a efetiva prestação do serviço público. O MPTO cobra na Justiça a devolução de R$ 61,8 mil.
O prefeito Jocélio Nobre da Silva (União) e o secretário municipal de administração também são alvos da ação. O g1 pediu posicionamento à Prefeitura de Pequizeiro e ao prefeito, mas não houve resposta até a última atualização.
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Segundo o MPTO, foram encontradas incompatibilidades. O servidor foi contratado em julho de 2024 para uma jornada de 40 horas semanais em um cargo de médico-veterinário em Pequizeiro, mas cursava medicina em período integral com atividades presenciais em Palmas, a 251km de distância.
Durante a apuração, a 2ª Promotoria de Justiça de Colmeia fez requisição e a faculdade confirmou matrícula regular e atividades presenciais do estudante desde janeiro de 2023. O nome do servidor não foi informado.
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Ainda conforme o MPTO, a prefeitura informou que havia “flexibilização” da jornada e comunicou o desligamento do servidor, sem apresentar toda a documentação solicitada.
O cargo de médico-veterinário atribuía funções como fiscalização de alimentos de origem animal, controle de animais errantes, combate a zoonoses e inspeção de estabelecimentos. Para a promotoria, os documentos foram insuficientes para comprovar a prestação dessas funções.
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Pedido à Justiça
O MPTO pediu a condenação do suposto servidor fantasma, do prefeito e do secretário municipal de Pequizeiro ao ressarcimento de R$61.889,68, valor correspondente aos pagamentos apontados como indevidos, corrigidos até abril de 2026.
Além disso, cobrou a indenização por danos morais coletivos de R$30 mil de todos os envolvidos, prevista na Lei de Improbidade Administrativa.
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Fonte: G1 Tocantins

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Falso advogado monitorava investigações e fazia ‘espionagem’ para o narcotráfico, aponta decisão


Falso advogado é preso em Palmas
O homem que foi preso nesta sexta-feira (24) por usar o registro profissional de um advogado morto teria utilizado o acesso ao sistema da Justiça do Tocantins para monitorar investigações e mandados de prisão em tempo real, servindo como uma “janela de espionagem” para o narcotráfico. A prisão foi feita pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO).
Conforme a decisão que determinou a prisão, emitida pela 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas, o suspeito teve acesso a investigações sigilosas, pedidos de quebra de sigilo e mandados judiciais expedidos contra integrantes de uma organização criminosa.
O Tribunal de Justiça foi questionado pela TV Anhanguera e pelo g1 sobre os acessos indevidos do falso advogado, mas não respondeu até a última atualização desta reportagem.
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Para a polícia, a infiltração que favorecia a fuga e a continuidade das atividades ilícitas. O nome do suspeito não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
PF prende falso advogado que usava sistema de Justiça para beneficiar narcotráfico
Reprodução/Polícia Federal do Tocantins
A Operação Prerrogativa de Fachada cumpriu mandados de prisão temporária e de busca e apreensão. O perfil usado pelo investigado no sistema eletrônico de Justiça foi bloqueado.
Segundo a PF, o suspeito era peça-chave no tráfico interestadual de cocaína, e já foi preso anteriormente por tráfico, associação ao tráfico, falsidade ideológica e porte ilegal de arma de fogo.
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Policiais são presos suspeitos de fazer cobranças para agiota no Tocantins
O g1 solicitou um posicionamento à Ordem dos Advogados do Brasil do Pará, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
O homem irá responder pelos crimes de inserção de dados falsos em sistema de informações, tráfico de drogas, associação para o tráfico, organização criminosa, uso de documento falso, falsidade ideológica e estelionato. As penas dos crimes somadas podem chegar a 65 anos de prisão.
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Fonte: G1 Tocantins

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Grupo com PMs e servidor público fez ‘terror psicológico’ durante cobranças para agiota, diz PC


Polícia Civil cumpre mandados contra suspeitos de agiotagem
Dois policiais militares e um funcionário do sistema prisional são suspeitos de agir com truculência contra uma idosa de 65 anos e o filho dela, de 45 anos, ao fazer cobranças de dívidas para um agiota. Segundo investigação da Polícia Civil (PC), as vítimas sofreram terror psicológico.
Na manhã desta sexta-feira (24), a Polícia Civil cumpriu mandados de prisão preventiva dos dois policiais militares, do funcionário do sistema prisional e do suspeito apontado como agiota. O grupo é investigado por associação criminosa armada voltada à cobrança ilegal de dívidas, com a prática de crimes como usura pecuniária e extorsão qualificada.
A defesa dos quatro suspeitos informou que vai se manifestar após ter acesso aos autos. “Como se trata de processo de investigação sigilosa, qualquer comentário acerca dos fatos que ensejaram as prisões é prematuro nesse momento processual”, informou o advogado Vinícius Moreira.
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A Polícia Militar disse que abriu procedimentos administrativos para apurar as denúncias e reforçou que mantém tolerância zero com desvios de conduta. Segundo a corporação, os dois policiais militares citados foram afastados das funções e tiveram o armamento recolhido por determinação da Justiça (leia nota na íntegra abaixo).
A Seciju afirmou, em nota, que não compactua com qualquer desvio de conduta e que já formalizou o pedido de extinção imediata do contrato de prestação de serviço do envolvido (leia nota na íntegra abaixo).
Ameaças em mercado da família
Agentes da Polícia Civil durante buscas em endereço de investigado
PC-TO/Divulgação
Conforme a investigação policial, a mulher relatou que os três homens chegaram armados ao mercado que o filho tinha na região sul de Palmas em fevereiro de 2026. Em determinado momento, um dos policiais militares levantou a roupa para mostrar a arma de fogo na cintura, na tentativa de intimidar a vítima.
Depois, os agentes teriam permanecido posicionados estrategicamente na porta do do mercado, com as mãos sobre o armamento, proferindo insultos e xingamentos direcionados ao filho da mulher.
Entre ameaças, foram proferidas falas como “ou nós toma esse açogue ou as coisas vão ficar pior”, e que o problema seria resolvido “de um jeito ou de outro”. Conforme o relatório policial, a vítima entrou em pânico.
Durante a investigação, os investigadores também tiveram acesso a diversos diálogos cedidos pelas vítimas. Para a polícia, o grupo utilizou terror psicológico para amedrontar as vítimas ao mencionar a existência de um “grupo de cobrança de fora” que teria “recebido a conta”.
No dia 2 de março de 2026, o grupo retornou ao mercado das vítimas em Palmas para cobrar a dívida novamente, ocasião em que a mãe e o filho empresário se viram obrigados a encerrar as atividades comerciais da família e a se mudarem.
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Operação Nêmesis, da Polícia Civil, cumpre mandados em Guaraí (TO)
Divulgação/PCTO
Divida virou ‘bola de neve’
Segundo a Polícia Civil, a dívida teve início em Guaraí, na região centro-norte do estado, onde o empresário contraiu empréstimo com um dos investigados, um homem de 52 anos. Com a cobrança de juros mensais elevados, que chegaram a R$ 4 mil, o valor aumentou e se tornou impossível de quitar.
O grupo cobrava duas dívidas sendo uma de R$104 mil, e outra de mais de R$126 mil. A primeira, segundo a vítima, havia sido quitada no ano de 2024, mas o agiota seguiu fazendo cobranças.
De acordo com a investigação, conduzida pela Divisão Especializada de Investigações Criminais (DEIC) de Palmas, o grupo composto por quatro homens usava o prestígio dos cargos públicos e armamento de serviço para realizar cobranças de dívidas em nome de um agiota da cidade.
A Polícia Civil apurou que um dos investigados chegou a simular o registro de uma ocorrência para pressionar o pagamento. Conforme a Secretaria da Segurança Pública (SSP), as investigações seguem em andamento para identificação de outros possíveis envolvidos.
Íntegra da nota da PM
A Polícia Militar do Tocantins informa que, na manhã desta quinta-feira (24), acompanhou o cumprimento de mandados judiciais expedidos pela 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas, no município de Guaraí, no âmbito de investigação conduzida pela Polícia Civil.
A Corporação esclarece que os dois policiais militares mencionados foram submetidos às medidas cautelares estabelecidas pela Justiça, incluindo o afastamento das funções públicas e o recolhimento de armamento institucional.
A Polícia Militar do Tocantins informa que, paralelamente ao processo judicial, instaurou procedimentos administrativos para apuração das denúncias no âmbito disciplinar da Corporação.
A Polícia Militar do Tocantins tem tolerância zero com qualquer tipo de desvio de conduta e atua com rigor na preservação da disciplina, da ética e da hierarquia militares, sempre com foco na preservação da segurança e do bem estar da população, que fazem da PMTO uma das instituições mais respeitadas e confiáveis do Tocantins.
Íntegra da nota da Seciju
A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) informa que tomou conhecimento da operação realizada nesta sexta-feira (24), em Guaraí, pela Delegacia Especializada de Investigações Criminais (DEIC), que resultou no cumprimento de ordens judiciais envolvendo um servidor que atuava na Unidade Penal de Guaraí.
Sobre o caso, a Seciju esclarece que o referido profissional era contratado temporário para o exercício de funções administrativas. Diante da gravidade dos fatos relatados e da decisão judicial, a Secretaria informa que já formalizou o pedido de extinção imediata do contrato de prestação de serviço do envolvido.
A Seciju reitera que não compactua com qualquer desvio de conduta, ato ilícito ou utilização indevida da estrutura estatal por parte de seus servidores ou colaboradores. A pasta preza pela ética, pela legalidade e pelo estrito cumprimento do dever público.
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Fonte: G1 Tocantins