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Do corpo em rio à prisão do marido e filhas: veja cronologia da morte de Deise Carmem


Quem era Deise Carmem, mulher que foi morta e teve o corpo jogado em rio
O assassinato da servidora pública e empresária Deise Carmem de Oliveira Ribeiro, de 55 anos, repercutiu na região sul do Tocantins pela brutalidade e pela revelação de que o crime teria sido planejado pela própria família. A investigação aponta que o homicídio foi motivado por conflitos familiares e interesses financeiros.
Deise desapareceu em dezembro de 2025 e o corpo dela foi encontrado no dia 1º de janeiro de 2026. O exame de necropsia indicou que Deise Carmem foi morta a facadas.
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Os principais suspeitos do crime são o marido, José Roberto Ribeiro, e duas filhas da vítima, Déborah de Oliveira Ribeiro e Roberta de Oliveira Ribeiro. Os três foram presos em fevereiro e indiciados pela Polícia Civil nesta segunda-feira (4).
A defesa deles informou que existem “lacunas fundamentais” no relatório policial e tomará todas as medidas legais cabíveis, assegurando que o contraditório e a ampla defesa sejam exercidos em sua plenitude (leia a íntegra da nota abaixo).
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Deise Carmem de Oliveira Ribeiro tinha 55 anos
Reprodução/Gurupi Memes
Confira abaixo a cronologia dos principais desdobramentos do caso:
26 de dezembro de 2025 – O crime: Deise foi levada para uma área rural próxima à Vila Quixaba, onde teria sofrido uma emboscada e sido morta com diversos golpes de faca. Após o assassinato, o corpo foi jogado no Rio Santa Tereza para ocultar o crime.
27 de dezembro de 2025 – Desaparecimento: A servidora foi considerada oficialmente desaparecida logo após o Natal. Para enganar a polícia e parentes, as filhas utilizaram um celular comprado no nome da mãe para enviar mensagens fingindo que ela havia ido embora por vontade própria.
1º de janeiro de 2026 – Corpo encontrado: Um morador avistou o corpo de Deise boiando no Rio Santa Tereza, na zona rural de Peixe. O Corpo de Bombeiros realizou o resgate no meio do rio.
2 de fevereiro de 2026 – Prisão dos suspeitos: Após cerca de um mês de investigação, a Polícia Civil prendeu temporariamente o marido da vítima, de 54 anos, e as duas filhas, de 26 e 31 anos. As prisões ocorreram em Palmas e Palmeirópolis.
6 de abril de 2026 – Indiciamento: A Polícia Civil indiciou as duas filhas por feminicídio e emboscada, alegando que elas viam a mãe como um “obstáculo” para acessar bens familiares. O marido foi indiciado por atuar na eliminação de registros digitais relevantes após o crime.
Quem era Deise Carmem
Deise Carmem de Oliveira Ribeiro era natural de Porangatu (GO), mas morava em Palmeirópolis (TO). Além de servidora pública, ela era uma empresária dedicada, proprietária de uma fábrica de rodos onde trabalhava ativamente.
Descrita por familiares como uma pessoa de “riso solto”, alegre e generosa, Deise era a caçula de 12 irmãos e estava casada há 30 anos. Seus parentes reforçaram que ela era uma mulher honesta e temente a Deus, e pediram que não fosse lembrada apenas como uma estatística da violência.
Conflitos familiares e interesses financeiros
Filhas são indiciadas por matar a mãe em Peixe
As investigações da Polícia Civil apontaram que o assassinato de Deise Carmem foi motivado por conflitos familiares e brigas internas. Segundo o delegado responsável pelo caso, João Paulo Sousa Ribeiro, as duas filhas da servidora a viam como um “obstáculo” para que pudessem acessar os bens da família, evidenciando que o crime também teve motivações financeiras.
Próximos passos da investigação
Com o encerramento do inquérito pela 94ª Delegacia de Polícia de Peixe, o caso foi encaminhado ao Ministério Público Estadual (MPTO), que analisará as provas para decidir se apresentará a denúncia criminal à Justiça.
A perícia no celular apreendido de uma das filhas é considerada fundamental para consolidar a autoria e a dinâmica do crime. Enquanto isso, os três suspeitos permanecem presos preventivamente.
Íntegra da nota da defesa
A defesa técnica de Déborah de Oliveira Ribeiro, Roberta de Oliveira Ribeiro e Jose Roberto Ribeiro, diante da recente conclusão das investigações conduzidas pela Polícia Civil do Estado do Tocantins e das solicitações de pronunciamento enviadas por este veículo de comunicação, vem a público esclarecer que recebeu com absoluta serenidade o relatório final apresentado pela autoridade policial em 1º de abril de 2026.
A conclusão do inquérito é uma etapa natural do rito processual e, para os investigados, representa o início da oportunidade de confrontar judicialmente as hipóteses levantadas na fase inquisitorial.
É imperativo reconhecer o excelente e exaustivo trabalho desempenhado pela Polícia Judiciária e pela Superintendência da Polícia Científica do Estado do Tocantins. Contudo, muito embora o esforço investigativo seja notório, a defesa sublinha que inúmeras lacunas fundamentais restam a ser preenchidas. A narrativa policial, em diversos pontos, carece de lastro probatório técnico e se baseia em interpretações que serão devidamente contestadas no foro adequado.
A defesa destaca que a própria autoridade policial, em seu relatório final, admitiu não ter reunido elementos suficientes para vincular Jose Roberto à execução do homicídio ou à ocultação do cadáver. O indiciamento deste restringe-se exclusivamente a uma suposta supressão de mensagens digitais, o que afasta, de plano, qualquer participação nos crimes investigados.
A defesa tomará todas as medidas legais cabíveis assegurando que o contraditório e a ampla defesa sejam exercidos em sua plenitude. Confiamos que, sob o crivo do Poder Judiciário e com a devida paridade de armas, as lacunas hoje existentes serão sanadas, restabelecendo-se a justiça e a verdade real sobre os fatos.
A defesa permanece à disposição das autoridades e da sociedade, reiterando o compromisso com a legalidade e a presunção de inocência.
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Fonte: G1 Tocantins

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Governo define nomes para três secretarias após saídas de secretários; veja quem são


Palácio do Araguaia
Divulgação/Vilma Nascimento
Três novos secretários foram definidos após 11 membros do primeiro escalão do governo do Tocantins deixarem a gestão antes do prazo para desincompatibilização para as Eleições 2026. Os nomes publicados no Diário Oficial são para a Secretaria de Educação, Secretaria de Habitação e Secretaria de Ações Governamentais.
A publicação foi feita no documento do dia 6 de abril de 2026. Segundo o Diário, dois secretários executivos irão responder pelas secretarias interinamente. Veja os nomes abaixo.
Thiago Batista Pinheiro Melo – Secretaria Extraordinário de Ações Governamentais
Marcus Tadeu Ribeiro de Barros – Secretaria da Educação (interinamente)
Samuel Ferreira Maciel – Secretaria das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional (interinamente)
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Exonerações
Conforme o Calendário Eleitoral, o prazo para desincompatibilização encerrou no dia 4 de abril. Antes da data, o primeiro escalão teve 11 exonerações. As primeiras foram publicadas no dia 1º de abril. Elas são do comandante-geral da Polícia Militar do Tocantins, Márcio Antônio Barbosa de Mendonça, e do secretário extraordinário de Ações Governamentais, da Secretaria Executiva da Governadoria, Lázaro Botelho Martins.
No dia seguinte, mais oito membros foram exonerados, deixando as secretarias de Governadoria, Políticas de Governo Descentralizadas, Assuntos Institucionais, Segurança Pública, Esportes e Juventude, Educação, Indústria, Comércio e Serviços e Fundação de Amparo à Pesquisa.
A última exoneração ocorreu na sexta-feira (3), com Ubiratan Carvalho Fonseca deixando o cargo de Secretário de Estado das Cidades, Habitação e Desenvolvimento Regional (Secihd).
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Fonte: G1 Tocantins

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Ex-gerente é preso suspeito de desviar R$ 10 milhões de fazenda no Tocantins


Polícia prende ex-gerente investigado por fraude milionária em fazenda
Divulgação/PCTO
O ex-gerente de uma fazenda no Tocantins foi alvo de uma operação da Polícia Civil nesta terça-feira (7), suspeito de desviar valores milionários enquanto ocupava cargo de confiança na propriedade rural. Segundo as investigações, o prejuízo estimado pode chegar a R$ 10 milhões.
A Justiça determinou o cumprimento de seis mandados de busca e apreensão, além de uma ordem de prisão preventiva. As ações ocorreram nas cidades de Miranorte e Lajeado, no Tocantins, e em Novo São Joaquim, no Mato Grosso.
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Além da prisão, a Justiça autorizou o bloqueio de R$ 10 milhões nas contas do investigado e da esposa dele, além de R$ 1,6 milhão nas contas de uma empresa que, segundo a investigação, fazia parte do esquema.
Segundo a polícia, o suspeito usava o cargo para superfaturar serviços prestados por terceiros à fazenda. A diferença entre os valores reais e os informados era desviada para contas próprias e de terceiros.
O nome do investigado não foi divulgado e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
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Investigação
As investigações começaram há cerca de seis meses, após os donos perceberem inconsistências financeiras e solicitarem apuração do caso. A Polícia Civil afirma que os crimes ocorreram entre 2021 e 2025, período em que o ex-gerente se aproveitou da confiança dos proprietários da fazenda.
As investigações também apontam que ele também atuava como agiota, utilizando parte do dinheiro desviado em empréstimos informais.
Durante o inquérito, foi identificada uma evolução patrimonial incompatível com a renda do investigado. Ele recebia salário de aproximadamente R$ 26 mil, mas teve o patrimônio elevado de cerca de R$ 200 mil para R$ 1,9 milhão entre 2023 e 2024, sem comprovação de origem dos recursos.
A apuração também apontou que o suspeito aplicou mais de R$ 2,5 milhões em fundos de investimento, valores identificados após autorização judicial para quebra de sigilos.
Os investigadores encontraram ainda pesquisas feitas pelo suspeito na internet sobre investimentos capazes de gerar renda mensal de R$ 20 mil e sobre processos contra funcionários acusados de superfaturamento.
Segundo a Polícia Civil, documentos analisados pela 6ª DEIC revelaram planilhas com controle de valores ligados à prática de agiotagem. Empresas prestadoras de serviço relataram comportamento intimidatório durante cobranças, incluindo, segundo os depoimentos, o uso de arma de fogo.
Mandados
Durante o cumprimento dos mandados, os policiais apreenderam duas pistolas em um dos endereços alvos da operação.
Em Miranorte, os mandados foram cumpridos na casa do investigado e em uma empresa que mantinha contratos com a fazenda. Em Lajeado, as equipes estiveram em uma chácara comprada, segundo a polícia, com recursos ilícitos.
No município de Novo São Joaquim, no Mato Grosso, as buscas ocorreram em imóveis ligados ao suspeito e registrados em nome de terceiros.
O investigado poderá responder por furto qualificado mediante fraude, lavagem de dinheiro e crime de usura, além de outros delitos apontados no inquérito. A prisão preventiva foi autorizada pela Justiça com base na gravidade dos fatos, na repetição das condutas, em indícios de que o suspeito planejava deixar o estado e nos relatos de intimidação.
A operação foi conduzida pela 6ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Paraíso e contou com apoio de outras unidades da Polícia Civil do Tocantins e do Estado de Mato Grosso.
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Fonte: G1 Tocantins

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Veja os concursos públicos abertos e previstos no Tocantins em 2026


As oportunidades são direcionadas para as áreas de educação, saúde, auditoria fiscal e segurança pública
Reprodução/Freepik
O Tocantins começou 2026 com concursos públicos abertos e outros previstos. As oportunidades são direcionadas para as áreas de educação, saúde, auditoria fiscal e segurança pública, com salários que variam entre R$ 3 mil e R$ 21,9 mil.
Com 16 vagas imediatas e formação de cadastro de reserva, a Universidade Federal do Tocantins (UFT) abriu recentemente as inscrições para o seu concurso público. As oportunidades são para cargos de níveis médio, técnico e superior, com salários de até R$ 5,2 mil. As inscrições seguem até o dia 4 de maio e devem ser feitas exclusivamente pela internet.
Faça inscrição neste site.
As vagas são destinadas ao quadro de técnico-administrativo em educação e estão distribuídas entre os câmpus de Palmas, Gurupi, Miracema do Tocantins e Porto Nacional. As provas objetivas estão marcadas para o dia 7 de junho, em Palmas.
Por fim, o governo do Tocantins deu um passo importante na organização do concurso da Polícia Civil, que é aguardado há 12 anos.
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Comissão é definida para organizar concurso da Polícia Civil no Tocantins
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Uma comissão com nove integrantes foi criada para dar início aos trâmites do certame, que prevê o preenchimento de 452 vagas para os cargos de delegado, perito oficial e oficial investigador. Os salários iniciais podem chegar a R$ 21,9 mil. O próximo passo será a definição da banca organizadora, antes da publicação do edital.
Previsões para 2026
Ainda este ano, o Estado prevê o concurso público da Secretaria de Estado da Saúde, que deve ofertar 5.124 vagas distribuídas em 31 categorias. Segundo o governo, a próxima etapa é a publicação da portaria da comissão organizadora e a contratação da banca, com expectativa de realização das provas ainda neste ano. Outro concurso previsto é o da Secretaria da Fazenda, para o cargo de auditor fiscal da Receita Estadual.
As polícias Civil e Penal também têm concursos previstos na Lei de Diretrizes Orçamentárias e na Lei Orçamentária Anual de 2026. No caso da Polícia Civil, a expectativa é impulsionada pelo déficit de servidores apontado pelo Ministério Público do Tocantins. Para a Polícia Penal, o orçamento já prevê recursos para a realização de um novo certame, mas, até o momento, não há data definida para a publicação do edital.
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Fonte: G1 Tocantins

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Segunda vítima de acidente entre motos morre após internação em hospital de Araguaína


José de Arimatéria foi levado para o Hospital Regional de Araguaína
André Araújo/Governo do Tocantins
Morreu nesta segunda-feira (6) o segundo motociclista envolvido em um acidente na TO-222, em Araguaína, no norte do Tocantins. José de Arimateia Castro Oliveira, de 67 anos, estava internado em estado grave no Hospital Regional da cidade após uma batida frontal entre duas motocicletas.
O acidente aconteceu no último sábado (4), no km 126 da rodovia, no trecho entre o povoado Barra da Grota e o distrito de Novo Horizonte. Segundo informações da Polícia Militar (PM), as duas motocicletas bateram de frente.
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A confirmação da morte foi divulgada pela Secretaria da Segurança Pública (SSP), por meio da 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Araguaína. O corpo de José de Arimateia foi encaminhado ao Núcleo de Medicina Legal e liberado para a família.
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A primeira vítima fatal, identificada como Maykon Doglas Nunes Sousa, de 23 anos, morreu ainda no local da batida. Ele seguia no sentido Aragominas. José de Arimateia, que trafegava na direção oposta, rumo a Araguaína, foi socorrido pelo Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) com lesões graves, mas não resistiu aos ferimentos após dois dias de internação.
A Polícia Científica e o Núcleo de Medicina Legal realizaram perícia no local. Uma das motocicletas estava regular e foi entregue aos responsáveis, enquanto a outra foi removida para um pátio credenciado. A 5ª Central de Atendimento da Polícia Civil de Araguaína segue apurando as circunstâncias da colisão.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia indicia filhas por feminicídio da mãe que teve corpo deixado em rio no Tocantins


Quem era Deise Carmem, mulher que foi morta e teve o corpo jogado em rio
As filhas da servidora pública e empresária Deise Carmen de Oliveira Ribeiro, de 55 anos, foram indiciadas pela suspeita de planejar uma emboscada e matar a própria mãe. O marido também foi indiciado. Segundo a Polícia Civil, o núcleo familiar era marcado por desentendimentos relacionados ao controle e à administração de recursos financeiros.
Deise Carmen desapareceu logo após o Natal de 2025. O corpo foi encontrado no dia 1º de janeiro de 2026, em estado avançado de decomposição, boiando no Rio Santa Tereza. Na ocasião, um morador da região viu o corpo e chamou os bombeiros.
De acordo com o delegado João Paulo Sousa Ribeiro, responsável pela investigação, as filhas Déborah de Oliveira Ribeiro e Roberta de Oliveira Ribeiro viam a mãe como um “obstáculo” para acessar os bens da família.
A investigação apontou que elas compraram um celular no nome da mãe. Após matarem a vítima, usaram o aparelho para enviar mensagens aos parentes, fingindo que Deise tinha ido embora por conta própria. A estratégia serviu para atrasar as buscas e enganar a polícia. O marido, José Roberto Ribeiro, foi indiciado por ter atuado na eliminação de registros relevantes após o crime. As filhas e o marido estão presos preventivamente desde fevereiro.
Em nota, a defesa dos suspeitos informou que tomará todas as medidas legais cabíveis, assegurando que o contraditório e a ampla defesa sejam exercidos em sua plenitude (leia a íntegra da nota abaixo).
Deise Carmem de Oliveira Ribeiro tinha 55 anos
Reprodução/Gurupi Memes
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Dinâmica do crime
No dia 26 de dezembro de 2025, a vítima foi levada para uma área rural perto da Vila Quixaba, onde foi morta com vários golpes de faca. Depois, o corpo foi jogado no Rio Santa Tereza para esconder o cadáver.
“A investigação demonstrou, de forma consistente, a premeditação e a atuação conjunta das investigadas, que utilizaram inclusive meios tecnológicos para tentar ocultar o crime”, destacou o delegado.
O inquérito foi conduzido pela 94ª Delegacia de Polícia de Peixe, com apoio da 8ª Divisão Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) de Gurupi.
O caso foi encaminhado para Justiça e será analisado pelo Ministério Público Estadual (MPTO), que definirá se apresenta a denúncia criminal.
Íntegra da nota da defesa
A defesa técnica de Déborah de Oliveira Ribeiro, Roberta de Oliveira Ribeiro e Jose Roberto Ribeiro, diante da recente conclusão das investigações conduzidas pela Polícia Civil do Estado do Tocantins e das solicitações de pronunciamento enviadas por este veículo de comunicação, vem a público esclarecer que recebeu com absoluta serenidade o relatório final apresentado pela autoridade policial em 1º de abril de 2026. A conclusão do inquérito é uma etapa natural do rito processual e, para os investigados, representa o início da oportunidade de confrontar judicialmente as hipóteses levantadas na fase inquisitorial.
É imperativo reconhecer o excelente e exaustivo trabalho desempenhado pela Polícia Judiciária e pela Superintendência da Polícia Científica do Estado do Tocantins. Contudo, muito embora o esforço investigativo seja notório, a defesa sublinha que inúmeras lacunas fundamentais restam a ser preenchidas. A narrativa policial, em diversos pontos, carece de lastro probatório técnico e se baseia em interpretações que serão devidamente contestadas no foro adequado.
A defesa destaca que a própria autoridade policial, em seu relatório final, admitiu não ter reunido elementos suficientes para vincular Jose Roberto à execução do homicídio ou à ocultação do cadáver. O indiciamento deste restringe-se exclusivamente a uma suposta supressão de mensagens digitais, o que afasta, de plano, qualquer participação nos crimes investigados.
A defesa tomará todas as medidas legais cabíveis assegurando que o contraditório e a ampla defesa sejam exercidos em sua plenitude. Confiamos que, sob o crivo do Poder Judiciário e com a devida paridade de armas, as lacunas hoje existentes serão sanadas, restabelecendo-se a justiça e a verdade real sobre os fatos.
A defesa permanece à disposição das autoridades e da sociedade, reiterando o compromisso com a legalidade e a presunção de inocência.
Polícia prende marido e filhas suspeitos de matar Deise Carmem de Oliveira
Alessandro Ferreira/Divulgação SSP-TO
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Fonte: G1 Tocantins

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Suspeito de executar pecuarista em 2022 no interior do Tocantins é preso


Investigação revelou que executor recebeu uma moto como pagamento pelo homicídio
Divulgação/SSP
Um homem de 29 anos foi preso, na manhã desta segunda-feira (6), suspeito de matar o pecuarista Felismar Pereira Neco, de 45 anos. O crime aconteceu em junho de 2022, na zona rural de Divinópolis do Tocantins, no oeste do estado.
A Polícia Civil do Tocantins (PC-TO) cumpriu o mandado de prisão preventiva contra o suspeito em Caseara. Segundo o delegado Bruno Monteiro Baeza, responsável pela investigação, o crime teria sido motivado pelo fato de o pai de uma adolescente não aceitar o namoro dela com a vítima. O pai é suspeito de ser o mandante do crime e segue foragido.
Como os nomes dos suspeitos não foram divulgados, o g1 não conseguiu localizar a defesa deles.
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O assassinato ocorreu na noite de 5 de junho de 2022. Na manhã seguinte, o corpo de Felismar foi encontrado em uma fazenda, com marcas de tiros de espingarda. Na ocasião, uma testemunha contou à Polícia Militar (PM) que encontrou a caminhonete da vítima ainda ligada e localizou o corpo durante buscas na região.
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A investigação apontou que Felismar, que também negociava gado, foi atraído para uma emboscada em um local isolado. O executor teria recebido uma moto, avaliada em R$ 3 mil, como pagamento pelo crime.
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Segundo a polícia, o mandante do assassinato é o pai da adolescente que namorava Felismar. Os investigadores informaram que a jovem já tinha idade legal para consentir com o relacionamento e não havia sinais de abuso.
“O mandante do crime é o pai da adolescente, que era terminantemente contra o namoro”, explicou o delegado Bruno Baeza. Depois do assassinato, o executor e o mandante fugiram.
O suspeito de ter atirado foi levado para a Central de Atendimento da Polícia Civil em Paraíso do Tocantins e depois encaminhado para a Unidade Penal Regional da cidade. A polícia continua as buscas pelo pai da adolescente.
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Fonte: G1 Tocantins

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Cocaína encontrada em buraco na mata no TO chega a quase 470 kg


Operação contra o tráfco de drogas prende três suspeitos em área rural do Tocantins
O carregamento de cocaína apreendido em uma área de mata no Tocantins totalizou aproximadamente 469 kg de cocaína. A informação foi divulgada nesta segunda-feira (6) pela Polícia Federal. Durante a operação, que prendeu três pessoas no fim de semana, foram utilizados drones para monitorar os suspeitos.
A droga foi apreendida neste domingo (5), em uma propriedade rural entre os municípios de Abreulândia e Araguacema. Três homens de 28, 30 e 33 anos foram presos em flagrante. Os nomes não foram informados e o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
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A operação foi realizada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado (FICCO/TO), coordenada pela Polícia Federal, com a participação das forças de segurança do estado. A suspeita é de que o local funcionava como uma base logística para o tráfico internacional.
A Polícia Militar detalhou que a ação foi desencadeada após trabalho de inteligência identificar que o local servia para armazenamento e distribuição de entorpecentes oriundos de rotas aéreas clandestinas.
Na noite do dia 4, equipes do Batalhão de Operações Especiais (BOPE/PMTO), em apoio à FICCO, deslocaram-se para a região, onde iniciaram o monitoramento tático com o emprego de aeronave remotamente pilotada.
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Droga foi encontrada em um buraco, em área de mata no Vale do Araguaia
Divulgação/Ficco-TO
Na manhã de domingo, diante da possibilidade de fuga, foi realizada a abordagem, resultando na prisão em flagrante de três homens, que indicaram onde a droga estava.
No interior da propriedade, as equipes localizaram aproximadamente 500 kg de substância análoga à cocaína, enterrada em uma área de mata, além de 20 galões de combustível de aviação e duas caminhonetes.
Os presos e todo o material apreendido foram encaminhados à Superintendência Regional da Polícia Federal no Tocantins, onde foram adotadas as providências legais. Os investigados devem responder por tráfico internacional de drogas, associação para o tráfico e organização criminosa. As penas somadas podem ultrapassar 30 anos de reclusão.
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Fonte: G1 Tocantins

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Veja como é a área onde mecânico agrícola ficou 20 dias desaparecido no Tocantins


Vídeo mostra buscas por mecânico que passou 20 dias desaparecido em mata no TO
A área onde o mecânico agrícola Adenir Rodrigues da Conceição, de 42 anos, se perdeu no sul do Tocantins é rica em água e possui reservas florestais de mata fechada, uma delas com mais de 1,7 mil alqueires – cerca de 80 quilômetros quadrados. A dificuldade de acesso, a falta de pistas e chuvas constantes fizeram com que ele só fosse encontrado após 20 dias.
Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil de Talismã, João Carlos Lopes, do ponto inicial das buscas até o local onde ele foi encontrado, em uma estrada rural, a distância é de aproximadamente 40 quilômetros.
Para João, o mecânico conseguiu sobreviver usando os conhecimentos que adquiriu durante treinamento como brigadista.
“Lá é uma área de mata com muitos animais peçonhentos, mas ele tem treinamento, então isso ajudou, se fosse um cidadão comum com certeza teria morrido”, comentou João Carlos.
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Morador de Talismã, o mecânico desapareceu no dia 14 de março enquanto trabalhava em uma fazenda em Cariri do Tocantins, após caminhar em direção a um córrego. Segundo a Defesa Civil do município, ele teria ido para a região após passar por um desentendimento familiar. Uma força-tarefa fez buscas, mas encerrou os trabalhos no dia 22.
Adenir foi encontrado na sexta-feira (3) depois que conseguiu chegar a uma estrada rural em Figueirópolis, onde foi visto por um caminhoneiro que o reconheceu pelas notícias e comunicou aos funcionários do hospital da cidade. O mecânico foi internado no Hospital de Alvorada com quadro de desidratação grave. Ele recebeu alta no domingo (5) e agora se recupera em casa.
“O restante da saúde dele continua um pouco debilitada. Deu uma pequena desidratação e anemia. Está tratando com medicamentos em casa. Está se alimentando com alimentando batido”, contou Luzia Rodrigues, irmã de Adenir.
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Reprodução/Arquivo pessoal de Luzia Rodrigues
Mata fechada com recursos naturais
A região onde o mecânico ficou desaparecido é uma extensa área de mata fechada, com grande concentração de recursos naturais e difícil orientação, além da presença de animais silvestres.
Apesar da dificuldade de acesso e da vasta extensão, trata-se de uma região rica em água, com córregos e nascentes, o que evitou que Adenir sofresse com sede durante os 20 dias em que ficou desaparecido.
Parte do trajeto percorrido por Adenir chegou a ser cruzada pelas equipes de busca, mas, segundo os relatos, ele atravessou uma estrada e seguiu por outra via que ficava fora do perímetro das operações, avançando no sentido do município de Talismã, entre Figueirópolis e Alvorada.
Foi nesse local, nas proximidades da Fazenda Gameleira, que Adenir foi localizado à beira da estrada.
Mecânico se perdeu em área de mata densa no sul do Tocantins
Defesa Civil de Talismã
Relembre as buscas
Durante as buscas, Adenir chegou a ser visto por um drone da Defesa Civil no dia 18 de março. Na época, equipes usaram um trator para limpar o mato e facilitar o acesso, mas não conseguiram alcançá-lo.
As buscas oficiais envolveram o Corpo de Bombeiros Militar (CBM), a Polícia Ambiental e cães farejadores. O trabalho foi suspenso após oito dias por falta de pistas, mas familiares e voluntários continuaram a procura por conta própria.
Especialistas acreditam que o treinamento de Adenir como brigadista foi fundamental para que ele resistisse por tanto tempo isolado. Familiares e voluntários nunca interromperam as buscas por conta própria até o reencontro nesta sexta-feira.
Mecânico desapareceu e sobreviveu em mata por 20 dias no Tocantins
Arte g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Padrinho é preso suspeito de estuprar afilhada de 10 anos


Homem de 45 anos é preso suspeito de estuprar afilhada de 10 anos em Palmas
Divulgação/SSP-TO
Um homem de 45 anos foi preso na manhã desta segunda-feira (6), suspeito de estuprar a afilhada de 10 anos em Palmas. Investigações apontaram que o padrinho era vizinho da vítima e cuidava dela quando os pais precisavam se ausentar.
O nome do suspeito não foi divulgado, por isso o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
Segundo a Polícia Civil, o padrinho teria praticado o crime três vezes entre 2025 e 2026, sendo a última no dia 15 de março deste ano, na região sul de Palmas. Ele se aproveitava da confiança que tinha com a família e do acesso à chave da casa para cometer o abuso.
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O homem foi preso preventivamente durante ação da Delegacia Especializada de Proteção à Criança e ao Adolescente e encaminhado para a Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPP), onde permanece à disposição do Poder Judiciário.
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Fonte: G1 Tocantins