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Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano: saiba qual deve ser o próximo passo do processo


Motorista que recebeu R$ 131 milhões por engano espera há 1 ano por indenização
Depois que a Justiça decidiu dispensar as testemunhas no processo envolvendo o motorista Antônio Pereira do Nascimento, que ficou conhecido por ter sido “milionário por um dia”, a próxima etapa do processo judicial deverá ser a sentença. O motorista entrou com processo contra o banco do Bradesco após receber por engano o valor de R$ 131.870.227 em sua conta corrente.
Por ter devolvido o valor e pelo caso ter ganhado repercussão, o motorista pede R$ 13 milhões por direito de recompensa e R$ 150 mil por danos morais. O g1 solicitou um posicionamento à defesa de Antônio, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
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A transferência por engano que fez Antônio ficar milionário por um dia ocorreu em junho de 2023. O motorista só entrou com processo em julho de 2024.
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Justiça nega oitiva de testemunhas
A última movimentação no processo envolvendo o motorista e o banco aconteceu no dia 16 de março de 2026, quando a Justiça decidiu dispensar testemunhas no processo. Na decisão, o magistrado afirma que a oitiva de testemunhas é desnecessária e que o caso poderá ser julgado de forma antecipada, “sendo cabível o julgamento antecipado da lide”. Com isso, a próxima etapa do processo deverá ser a sentença.
A decisão foi despachada pelo juiz Lauro Augusto Moreira Maia, da 6ª Vara Cível de Palmas. Ele afirma que a discussão central da demanda consiste em verificar a ocorrência da transferência indevida, sua restituição ao banco e a eventual incidência do art. 1.234 do Código Civil, que estabelece uma recompensa para quem encontra coisa alheia perdida e devolve.
Antônio Pereira ficou milionário por sete horas
Reprodução/TV Anhanguera
Relembre o caso
Antônio Pereira do Nascimento é pai de quatro filhos e avô de 14 netos. Quando percebeu a grande quantidade de dinheiro em sua conta, procurou a instituição para devolver imediatamente. Em entrevista, até brincou com a situação na época.
“Nunca vi um dinheiro desse na minha vida e não consigo nunca na minha vida, só se ganhar na Mega-Sena, e jogar eu não jogo. Então é difícil”, disse Antônio na época.
A história gerou tanta repercussão que ele foi parar no quadro “Acredite Em Quem Quiser”, do programa Domingão, apresentado por Luciano Huck na TV Globo, em agosto de 2023.
O caso foi levado à Justiça em julho de 2024, pouco mais de um ano depois da transferência errada. O processo cita que o gerente da agência fez ‘pressão psicológica’ para que ele devolvesse o dinheiro e insinuou que “pessoas” estariam na porta da casa do motorista para aguardar a devolução do valor.
Além do pedido de recompensa, a defesa de Antônio também citou que ele sofreu com o assédio da imprensa e que toda essa situação gerou ‘abalos emocionais e constrangimentos’. Nesse sentido, pede R$ 150 mil de indenização por danos morais.
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEO: Bom dia Tocantins de terça-feira, 24 de março de 2026


Reveja os vídeos do telejornal.

Fonte: G1 Tocantins

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Grupo que usava site de acompanhantes para extorquir homens é alvo de operação da PC


Polícia Civil do Tocantins realiza operação contra esquema de extorsão em Montes Claros (MG)
Divulgação/PCTO
Mandados de busca e apreensão foram cumpridos na manhã desta terça-feira (24) durante uma operação que investiga um esquema de extorsão de falsos serviços de acompanhante. Conforme a Polícia Civil, as investigações iniciaram após um homem denunciar que estava sendo ameaçado após tentar contratar uma acompanhante pelo site.
A operação Vitrine Oculta é realizada pela Polícia Civil do Tocantins. Na ação, foram cumpridos quatro mandados de busca e apreensão em Montes Claros (MG), local onde os suspeitos atuavam. Os nomes dos investigados não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com as defesas deles.
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Segundo a polícia, a vítima tentou contratar os serviços em abril de 2025 em um site especializado. Na época, o homem chegou a desistir do encontro depois de saber que a suposta acompanhante exigia pagamento antecipado por meio de transferência bancária.
Posteriormente, ele passou a ser ameaçado por mensagens e áudios. Os criminosos faziam cobranças sob o pretexto de “taxas de cancelamento” e estabeleciam prazos curtos para pagamentos de valores.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Conforme as investigações, os suspeitos afirmavam que tinham os dados bancários e pessoais da vítima para fazer as ameaças. Na transcrição de áudios feita pela polícia, os criminosos ameaçam ir até a casa do homem. Veja abaixo:
“Vou ter que descer na sua casa e pegar tudo de valor que tem até dar o valor, entendeu?”
“Nós sabe que você tem dinheiro… Nós já tem aqui o extrato seu aqui”.
Por causa das ameaças e temendo pela própria vida e da família, a vítima chegou a fazer transferências por meio de Pix para contas vinculadas aos suspeitos. As investigações ainda apontaram que uma suposta acompanhante, anunciada no mesmo site, chegou a receber valores após a vítima acreditar que ela poderia fazer parte do mesmo grupo criminoso.
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Divisão de funções
De acordo com a polícia, o esquema era organizado com a divisão de funções. Os investigados eram responsáveis por atrair as vítimas, realizar as ameaças e fazer a extorsão.
Uma das investigadas responsável por receber os valores extorquidos
Outro suspeito, com antecedentes criminais, responsável pelas ameaças
Uma terceira envolvida atuava na captação das vítimas, utilizando perfis falsos para iniciar o contato
Com o cumprimento dos mandados, os materiais apreendidos serão analisados com o objetivo de identificar outros integrantes do esquema e possíveis vítimas.

Fonte: G1 Tocantins

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Rede de apoio e passagem por três cidades: como foi a fuga do dono de carro de luxo investigado pela morte de vigia em Palmas


Suspeito de matar vigia é preso após ficar mais de três meses foragido
Waldecir José de Lima Júnior, de 40 anos, investigado por matar a tiros o vigia Dhemis Augusto Santos, foi preso pela Polícia Civil em Palmas, após quase quatro meses foragido. Segundo as investigações, ele tinha uma rede de apoio de familiares e amigos que o ajudavam a fugir da polícia, passando por pelo menos três cidades de Goiás até voltar ao Tocantins.
Dhemis foi morto na noite do dia 29 de novembro de 2025, enquanto trabalhava em um shopping na região sul da capital, após advertir Waldecir sobre o estacionamento irregular de um carro de luxo. Imagens de câmera de segurança do local mostram o momento em que o investigado saca uma arma e atira na barriga do vigia.
Após o disparo, Waldecir José fugiu. Na época, a polícia chegou a localizar o endereço dele e encontrou o veículo usado na fuga na garagem da casa, mas ele não estava no local. Waldecir José foi preso na manhã desta segunda-feira (23) na casa da sogra, enquanto tentava se esconder embaixo da cama do filho de 12 anos.
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A defesa de Waldecir informou que, antes de a polícia prender o motorista, ele já pretendia se apresentar na delegacia nesta segunda-feira, às 10h. “Infelizmente não conseguimos apresentá-lo espontaneamente, mas isso não muda o rumo do nosso trabalho. O acusado Waldecir e sua defesa confiam na Justiça tocantinense”, afirmou o advogado Paulo Roberto.
Após a prisão, o investigado foi levado para a Unidade Prisional de Palmas, onde permanece à disposição da Justiça. O inquérito policial deve ser concluído nos próximos dias e encaminhado ao Ministério Público (MP).
Fuga com apoio familiar
Após o crime, o carro usado na fuga foi encontrado na casa de Waldecir, que fica na região central de Palmas. Por frestas no portão, os policiais viram o veículo na madrugada do dia 30 de novembro. A equipe entrou no local na tentativa de prender o suspeito em flagrante, porém a casa estava vazia. Durante a ação, ainda foram apreendidas munições.
De acordo com as investigações, o motorista tinha uma rede de apoio que o ajudava a fugir da polícia. Após o crime, ele fugiu do Tocantins e passou por Goiânia (GO), Trindade (GO) e Anápolis (GO), com ajuda financeira de amigos e familiares.
“Ele estava com uma rede de apoio muito grande, tendo evadido o estado, passou por outros estados, outras cidades. Devido a essa rede de apoio que ele tinha, às condições que o cercavam, tornou-se muito difícil. Toda vez que a gente chegava, ele conseguia fugir e não conseguimos prendê-lo com tanta rapidez, algumas vezes ele contava até com a sorte, em que, quando chegávamos no local, falavam que ele já tinha saído há um dia ou uma semana”, explicou o delegado Israel Andrade, responsável pelas investigações, em entrevista à TV Anhanguera.
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Preso na casa de sogra
Waldecir José de Lima Júnior, de 40 anos, é preso suspeito de matar o vigia Dhemis Augusto Santos
Reprodução/TV Anhanguera
Ainda segundo o delegado, a polícia continuou monitorando as fugas de Waldecir José e identificou que ele havia retornado para Palmas, onde estava na casa da sogra. Durante o cumprimento do mandado de prisão preventiva, os familiares tentaram negar que o suspeito estivesse na cidade.
“Tivemos conhecimento que ele [Waldecir José] estava aqui em Palmas há alguns dias. Então o localizamos em uma residência na região sul. Em momento nenhum houve colaboração, especificamente hoje, ao chegarmos à residência, os familiares disseram que ele não estava lá e que não tinha ido à casa. No primeiro momento, tentaram frustrar a operação policial, mas já tínhamos certeza de que ele estava no imóvel e acabamos localizando-o debaixo da cama do filho de 12 anos, onde estava escondido”, afirmou o delegado.
A suspeita da polícia é de que ele tenha voltado a Palmas para o aniversário do filho.
Advogados contratados em fuga
Waldecir teve o mandado de prisão expedido pela 1ª Vara Criminal de Palmas no dia 30 de novembro de 2025. Mesmo foragido, ele chegou a contratar um advogado, que indicou à polícia o local onde estava a arma usada no crime, em um endereço no centro da capital. Apesar disso, o suspeito não se apresentou às autoridades.
Na época, a defesa afirmou, em entrevista à TV Anhanguera, que Waldecir temia se entregar. “Neste momento, ele não se sente seguro para se apresentar devido à grande repercussão e ao clamor social. No momento adequado, ele será apresentado”, disse o advogado Zenil Drumond, que atuava em sua defesa.
Posteriormente, durante o período de fuga, o motorista trocou de advogado.
Relembre o assassinato
Vigilante de shopping foi assassinado por motorista, em Palmas
Reprodução/Redes Sociais
De acordo com a Polícia Militar, na noite em que foi morto, o vigia pediu para que Waldecir retirasse o carro de uma área proibida. Waldecir dirigia uma Range Rover Evoque 2015, avaliada em cerca de R$ 130 mil.
A discussão foi registrada por uma câmera de segurança do shopping. Nas imagens, é possível ver os dois homens discutindo próximos de outras pessoas. Em determinado momento, Waldecir aponta a arma para a cabeça do vigia, que tenta se desvencilhar. Uma terceira pessoa tenta intervir, mas o suspeito atira na barriga de Dhemis.
Após o disparo, o vigia cai com a mão no abdômen, enquanto Waldecir permanece com a arma apontada para ele. Em seguida, o suspeito se afasta do local.
Dhemis foi socorrido e levado para atendimento médico, mas morreu no Hospital Geral de Palmas.
O vigia era natural de Sergipe e havia se mudado para Palmas em busca de novas oportunidades de trabalho. Ele trabalhava no shopping há cerca de um ano.
Crime aconteceu em shopping de Palmas
Arte g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Cinco veículos que caíram da Ponte JK seguem no fundo do Rio Tocantins e podem estar soterrados, diz Dnit


Novas imagens reacendem debate sobre colapso de ponte entre TO e MA
Cinco veículos que caíram durante o desabamento da Ponte JK seguem no fundo do Rio Tocantins. Um caminhão foi localizado, mas está soterrado. Segundo o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT), três motos e uma caminhonete não foram encontradas e também podem ter sido cobertas por sedimentos naturais. Três vítimas seguem desaparecidas.
O acidente aconteceu no dia 22 de dezembro de 2024, pouco antes das 15h. O vão central colapsou e derrubou parte da estrutura, levando diversos veículos para o fundo do Rio Tocantins. A tragédia deixou 14 mortos, três desaparecidos, e um ferido. Famílias ainda não foram indenizadas.
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A operação para retirada dos veículos submersos foi concluída em janeiro de 2026, após a retirada de caminhões e uma caminhonete. De acordo com o Dnit, todos os veículos que apresentavam condições técnicas para reflutuação foram devidamente removidos.
O caminhão que permanece no local não pôde ser retirado, pois se encontra totalmente soterrado, o que inviabilizou qualquer operação segura de remoção.
Carro foi retirado da água pela Marinha e Bombeiros, em dezembro de 2024
Marinha do Brasil/Divulgação
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Vítimas desaparecidas
Gessimar Ferreira e Salmon Alves Santos seguem desaparecidos
Reprodução/Redes Sociais
As vítimas que seguem desaparecidas são:
Salmon Alves Santos, de 65 anos,
Felipe Giuvannuci Ribeiro, 10 anos
Gessimar Ferreira da Costa, de 38 anos
Em dezembro de 2025, a Marinha informou que as buscas pelas vítimas desaparecidas chegaram ao limite técnico-operacional no dia 29 de janeiro daquele ano, um mês após o desabamento.
Segundo o Corpo de Bombeiros do Tocantins, no momento, as buscas encontram-se suspensas, mas “havendo qualquer novo indício, as equipes retomarão imediatamente as atividades”.
Imagens mostraram desabamento
Imagem da câmera de caminhão registra o momento em que a ponte JK caiu em Aguiarnópolis
Imagens retiradas de um processo judicial e divulgadas nas redes sociais, na semana passada, mostram novos ângulos do desabamento da estrutura. Os vídeos foram gravados pelas câmeras de monitoramento do caminhão de uma transportadora, que atravessava a ponte no instante do colapso.
Essas imagens foram recuperadas e anexadas ao processo, segundo a advogada Melissa Fachinello, que representa empresas e pessoas afetadas pelo desabamento, e tramitam no processo que corre na Justiça Federal, conforme apurado pelo g1.
A Polícia Federal informou que os vídeos estão no inquérito civil sobre o desabamento. Também afirmou que “diante da complexidade dos fatos apurados, o inquérito policial permanece em andamento, com diligências investigativas ainda em curso.”
A divulgação dos vídeos, que viralizaram nas redes sociais, ampliou a dor das famílias, que ainda aguardam as indenizações pela tragédia. “Nós estamos todos chorando, todos sofrendo, porque justamente o vídeo pega o momento exato da morte dela através da câmera do caminhão. Parece que um ano se passou e a dor aumentou”, contou Amanda Rodrigues, irmã de Lorena Ribeiro, que aparece sendo arremessada em uma moto.
Segundo a advogada Melissa Fachinello, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) não iniciou as indenizações aos pescadores.
“Uma tragédia que poderia ter sido evitada se houvesse cuidado, manutenção, fiscalização e responsabilidade. Que a memória desse dia nos lembre que vidas não podem ser tratadas com descaso, silêncio e irresponsabilidade. Respeito e indenização já”, desabafou.
O Dnit afirmou que as demandas relacionadas às indenizações estão judicializadas e está em tratativas para realizar mutirões com foco na busca de soluções consensuais (veja a nota completa abaixo).
Íntegra da nota do DNIT
O DNIT informa que as demandas relacionadas às indenizações decorrentes do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek, ocorrido entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), em dezembro de 2024, encontram-se atualmente judicializadas.
Há diversas ações em tramitação, ajuizadas por particulares, por entes públicos — como o Ministério Público — e por organizações da sociedade civil. Nessas demandas, são discutidos diferentes tipos de indenização, incluindo danos materiais, danos morais, lucros cessantes e eventuais danos ambientais.
Nesse contexto, estão em tratativas, junto à Justiça Federal, iniciativas voltadas à realização de mutirões com foco na busca de soluções consensuais, com o objetivo de conferir maior celeridade e efetividade às respostas às famílias atingidas. Também há a possibilidade de celebração de acordos, observados os procedimentos e critérios estabelecidos na Portaria nº 498/AGU, a partir da análise de viabilidade jurídica e administrativa das propostas apresentadas pelas partes envolvidas.
No momento, não é possível estabelecer uma previsão geral para o pagamento das indenizações. No caso das ações judiciais, eventuais pagamentos dependerão do regular andamento processual e ocorrerão por meio de requisições judiciais, como precatórios ou RPVs (Requisições de Pequeno Valor), após decisão definitiva.
A condução das demandas judiciais envolve a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU), por meio do DNIT e dos órgãos de representação judicial da autarquia, em articulação com o DNIT e demais órgãos competentes.
As famílias interessadas devem acompanhar o andamento de seus processos por intermédio de seus advogados, no caso de ações individuais, ou por meio do Ministério Público e de associações representativas, nas ações coletivas.
Por fim, destaca-se que há diversas ações judiciais em curso sobre o tema, em diferentes fases processuais — incluindo fase inicial, produção de provas, análise judicial e tentativas de conciliação —, o que reforça a complexidade do caso e a necessidade de tratamento individualizado das demandas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Acusados de matar mulher que se recusou a emprestar carro ao neto são condenados a mais de 100 anos de prisão


Dois homens são condenados a mais de cem anos de prisão
Dois jovens, de 20 e 21 anos, foram condenados a mais de 100 anos de prisão pelo assassinato de uma idosa de 70 anos, em Araguaína, no norte do Tocantins. O crime aconteceu em maio de 2025, após a vítima se recusar a emprestar o carro ao neto, que é o mais jovem dos condenados. Ela foi espancada dentro da própria casa. A decisão é do juiz.
O corpo de Raimunda Gois dos Santos foi encontrado no dia 4 de maio de 2025. A polícia chegou até a casa da vítima após os criminosos baterem o carro dela e abandonarem o veículo em um setor conhecido como Feirinha. Ao checar a placa, a Polícia Militar foi até o endereço da proprietária e a encontrou morta no quarto.
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A decisão é do juiz Antônio Dantas de Oliveira Júnior, da 2ª Vara Criminal de Araguaína. Os condenados são Kelven Silvano Gomes dos Santos, neto da vítima, e Pedro Lucas Ribeiro dos Santos. Eles foram sentenciados a 59 anos e nove meses de prisão por latrocínio (roubo seguido de morte) e extorsão. Um adolescente de 16 anos também participou do crime, o que levou à condenação dos dois adultos também por corrupção de menores.
A TV Anhanguera procurou as defesas dos condenados, mas não obteve resposta. O g1 também tenta contato.
Segundo a decisão, o neto enganou a avó ao dizer que havia caído de bicicleta para conseguir entrar no quarto dela. No local, o grupo imobilizou a idosa e a agrediu violentamente para obter as chaves do carro e as senhas bancárias. Eles roubaram o veículo, um celular e transferiram R$ 1 mil para a conta do adolescente. O grupo também levou R$ 200 em dinheiro.
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No documento, o juiz destacou que o crime foi motivado por motivo fútil: matar para usar o carro em uma noite de lazer. Também ressaltou a quebra de confiança, já que a avó sustentava o neto. Os condenados deverão cumprir a pena em regime fechado e não poderão recorrer em liberdade.
Raimunda Gois dos Santos de 59 anos foi assassinada; neto é um dos suspeitos
Divulgação/Arquivo Pessoal
Relembre o caso
Carro foi abandonado na região da Feirinha, em Araguaína
Divulgação/PMTO
A investigação apontou que o crime foi planejado após a vítima passar a tarde com o neto e os amigos em uma chácara. À noite, eles foram a bares e deixaram a idosa em casa. Depois, o grupo voltou para roubar o carro. O motivo teria sido a raiva do neto, após a avó se recusar a emprestar o veículo para ele sair naquela noite.
À época, a filha da vítima contou que a mãe era alegre e gostava de dançar. Raimunda era viúva e morava sozinha, mas havia acolhido o neto em casa quatro meses antes de ser morta. Segundo a polícia, os criminosos torturaram a idosa para obter as senhas antes de matá-la por enforcamento. Eles pretendiam usar o dinheiro para fugir do Tocantins.
O neto foi preso dias depois, em Xambioá, quando tentava fugir para o Pará. O outro jovem e o adolescente também foram localizados, e todos confessaram o crime. O dinheiro roubado da idosa foi usado pelos criminosos na tentativa de financiar a fuga.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vídeo mostra momento em que motorista de carro de luxo é preso por morte de vigia em shopping


Waldecir José de Lima foi encontrado debaixo da cama do filho no momento da prisão
O motorista Waldecir José de Lima foi localizado escondido debaixo da cama do filho, na casa da sogra, nesta segunda-feira (23), em Palmas. A prisão foi realizada pela Polícia Civil. Ele é investigado pelo assassinato do vigia Dhemis Augusto Santos.
Um vídeo gravado pela polícia mostra o momento em que a equipe entra na residência e localiza o suspeito — assista acima. Waldecir José de Lima deve passar por audiência de custódia nesta terça-feira (24).
Nas imagens, é possível ver os policiais utilizando um equipamento para arrombar a porta e realizando buscas pelos cômodos. De acordo com a Polícia Civil, familiares do investigado tentaram enganar os agentes ao afirmar que ele não estava na casa.
Waldecir aparece sem camiseta nas imagens, saindo debaixo da cama do filho, de 12 anos. O menino estava deitado no móvel e presenciou a prisão do pai. O suspeito resistiu às ordens para se levantar e precisou ser puxado pelos policiais. Ele foi algemado ainda no quarto e, em seguida, levado para a viatura.
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A defesa de Waldecir afirmou que ele pretendia se apresentar na delegacia às 10h desta segunda-feira. “Infelizmente, não conseguimos apresentá-lo espontaneamente, mas isso não muda o rumo do nosso trabalho. O acusado Waldecir e sua defesa confiam na Justiça tocantinense”, disse o advogado Paulo Roberto.
O delegado Israel Andrade, que participou da operação, afirmou à TV Anhanguera que a polícia monitorava o suspeito e descobriu que ele havia retornado recentemente à capital. Segundo as investigações, Waldecir contava com uma rede de apoio para conseguir fugir.
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Entenda o crime
Vigilante de shopping foi assassinado por motorista, em Palmas
Reprodução/Redes Sociais
O crime aconteceu em 29 de novembro de 2025 e foi registrado por câmeras de segurança do shopping. As imagens mostram o momento em que o vigia e o motorista discutem na presença de outras pessoas. Conforme a polícia, o funcionário havia orientado Waldecir, que dirigia um carro de luxo, a retirar o veículo de um local proibido.
Nas gravações, Waldecir aparece apontando uma arma para a cabeça do vigia, que tenta se desvencilhar. Uma terceira pessoa tenta intervir, mas o suspeito atira na barriga de Dhemis.
Após o disparo, o vigia cai com a mão no abdômen, enquanto Waldecir permanece com a arma apontada para ele. Em seguida, o suspeito se afasta do local. Dhemis foi socorrido e levado para atendimento médico, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no hospital.
A arma que teria sido utilizada no crime foi apreendida pela 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa, em dezembro.
Saiba quem era o vigia morto
Dhemis Augusto Santos trabalhava como vigia em um shopping de Palmas e foi morto a tiros por motorista de carro de luxo
Dhemysson dos Santos/Arquivo pessoal
Dhemis era natural de Sergipe e havia se mudado para Palmas em busca de novas oportunidades de trabalho. Edmilson dos Santos, chefe do vigia na empresa terceirizada responsável pela segurança do shopping, contou em entrevista à TV Anhanguera que o havia contratado havia cerca de um ano.
À época, o irmão da vítima, Dhemysson dos Santos, afirmou que o caso era revoltante e que buscava justiça pela morte de Dhemis. Segundo ele, o vigia estava em um relacionamento havia cerca de seis meses e sonhava em comprar uma casa e voltar a morar na Bahia.
Crime aconteceu em shopping de Palmas
Arte g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Mecânico desaparecido foi visto em fazenda vizinha pedindo água e comida, diz empregador


Adenir Rodrigues desapareceu em Cariri do Tocantins
Reprodução/Arquivo pessoal de Marcelo Ravagnani
O mecânico agrícola Adenir Rodrigues da Conceição, de 41 anos, foi visto em uma fazenda vizinha um dia após desaparecer de uma propriedade rural em Cariri do Tocantins, no sul do estado. Ele está desaparecido desde o dia 14 de setembro.
Segundo Marcelo Ravagnani, empregador de Adenir, ele foi visto um dia após o desaparecimento em uma fazenda vizinha, pedindo água e comida.
“O fazendeiro, sem saber do desaparecimento, ofereceu água e comida, mas desconfiou de algo e tirou uma foto dele. Essa é a imagem que estamos usando para pedir informações”, explicou Marcelo Ravagnani (veja imagem abaixo).
Segundo o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil de Talismã, João Carlos Lopes, informações indicam que Adenir desapareceu após um desentendimento ocorrido dias antes com um irmão. Apesar disso, ele foi trabalhar na fazenda, mas, ao ver o empregador em uma ligação, teria deixado o local.“Ele teria surtado, imaginando que a ligação era para o irmão”, explicou João Carlos.
A Defesa Civil informou que, apesar de suspensas, as buscas poderão ser retomadas caso surja algum fato novo. No entanto, moradores da região e funcionários da fazenda onde Adenir trabalhava continuam realizando buscas de forma reduzida.
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Reprodução/Arquivo pessoal de Marcelo Ravagnani
O desaparecimento surpreendeu quem convivia com o mecânico, descrito como alguém calmo e educado. “Ele é aparentemente muito tranquilo, fala baixo e conversa apenas o necessário. Não tem nenhum comportamento de pessoa perigosa. No dia do desaparecimento, ele estava normal, trabalhando na máquina, até que, de repente, sumiu”, contou o empregador.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Fiquei sem chão’, desabafa prima de jovem que foi possivelmente atropelado após queda de moto


Hugo morreu em acidente de trânsito em Gurupi
Arquivo da família/Divulgação
Ana Beatriz Souza Araújo, prima de Hugo Silva Ferreira, de 19 anos, disse ter ficado sem chão ao receber a notícia da morte do jovem, ocorrida no último sábado (21). Ele caiu de uma motocicleta e pode ter sido atropelado por uma caminhonete que seguia no mesmo sentido, segundo relatos de testemunhas à Polícia Militar.
O suspeito, que apresentava sinais de embriaguez, foi preso, mas acabou solto após passar por audiência de custódia e pagar fiança.
“Quando soube da notícia, foi de madrugada. Abri o Instagram e vi alguns amigos postando: ‘Vai na paz, irmão’. Achei que era ele fazendo graça e perguntei se era mentira. Um amigo respondeu que era verdade. Fiquei sem chão. Era um menino muito sonhador. Tinha o sonho de se formar e trabalhar para comprar suas coisas”, desabafou.
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O jovem Hugo Silva não resistiu aos ferimentos e morreu no local. O motorista fugiu, mas foi localizado pela Polícia Militar apresentando sinais de embriaguez e preso em flagrante. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), ele foi autuado por homicídio culposo após dirigir sob efeito de álcool.
O nome do suspeito não foi divulgado e, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa.
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Em depoimento à Polícia Civil, o motorista confirmou ter consumido bebida alcoólica e afirmou ter presenciado o acidente, mas negou ter atingido a vítima após a queda.
O suspeito passou por audiência de custódia e foi colocado em liberdade após pagar fiança. Medidas cautelares foram impostas.
De acordo com a SSP, a versão apresentada será apurada no inquérito policial.
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Fonte: G1 Tocantins

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Buscas por menina de quatro anos que desapareceu no Rio Tocantins são suspensas


Bombeiros fizeram mergulhos livres em busca de criança desaparecida em Tocantinópolis
Divulgação/Bombeiros
O Corpo de Bombeiros encerrou as buscas por Ágatha Sophia Almeida Xavier, de 4 anos, que desapareceu nas águas do Rio Tocantins, em Tocantinópolis, no Norte do estado. Ela foi vista pela última vez enquanto estava com a mãe, perto da segunda rampa da orla da cidade.
Ágatha Sophia foi vista pela última vez às margens do rio, enquanto estava com a mãe no dia 14 de março de 2026. De acordo com o relato da mãe aos militares, a filha se afastou por alguns instantes e saiu de seu campo de visão.
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Apesar do empenho de mergulhadores e das varreduras de superfície, a menina ainda não foi localizada. Segundo os bombeiros, os trabalhos foram encerrados neste domingo (22).
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Testemunhas informaram à Polícia Militar que viram uma pessoa pedindo ajuda na água logo após o desaparecimento. Familiares e amigos tentaram socorrê-la, mas foram impedidos pelo alto nível do rio e pela forte correnteza.
Durante a operação, foram feitas buscas de aproximadamente 70 km entre margens do rio, ilhas e áreas de pedrais, com varreduras e entrevistas com barqueiros, ribeirinhos, pescadores e moradores locais, com o apoio da Defesa Civil Municipal.
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Buscas interestaduais
Os bombeiros de Estreito (MA) chegaram a iniciar mergulhos livres ainda no dia do desaparecimento, por volta das 18h, mas suspenderam a ação durante a noite devido à baixa visibilidade. Mergulhadores do 2º Batalhão de Araguaína assumiram a operação no dia seguinte, realizando buscas ao longo de 10 quilômetros das margens do rio.
As equipes de resgate permanecem mobilizadas, e a operação conta com o apoio de mergulhadores especializados do 2º Batalhão de Bombeiros Militar (2º BBM).
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Fonte: G1 Tocantins