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Jovem cai de moto, tenta se levantar e morre atropelado por caminhonete, diz a polícia


Acidente foi registrado neste sábado
Google Street View
Um motociclista de 19 anos morreu atropelado por uma caminhonete neste sábado (21), em Gurupi, na região sul do Tocantins. O suspeito do atropelamento fugiu do local, mas foi localizado em seguida pela Polícia Militar (PM).
O nome do suspeito não foi divulgado, e, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
Segundo a Polícia Militar, testemunhas informaram que o jovem trafegava pela Av. Goiás quando perdeu o controle ao passar por um buraco e caiu. Ao tentar se levantar, acabou atingido pela caminhonete que seguia no mesmo sentido.
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O suspeito, de 50 anos, fugiu do local. A PM, com o auxílio da Força Tática, localizou o homem, que apresentava sinais de embriaguez. Ele foi levado à Polícia Rodoviária Federal (PRF), onde se recusou a fazer o teste do bafômetro — um termo de recusa foi lavrado. Em seguida, foi encaminhado à Central de Flagrantes para os procedimentos legais.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
O g1 procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP), mas não obteve retorno até a última atualização desta reportagem.
O Instituto Médico Legal de Gurupi (IML) recolheu o corpo no local.
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Fonte: G1 Tocantins

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Após oito dias, buscas por mecânico agrícola desaparecido em fazenda são encerradas


Veja momentos antes do desparecimento de mecânico em fazenda
A operação de buscas pelo mecânico agrícola Adenir Rodrigues da Conceição foi encerrada neste sábado (21). Adenir está desaparecido desde o último dia 14, enquanto trabalhava na fazenda Luana, na zona rural de Cariri do Tocantins.
Conforme o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil de Talismã, João Carlos Lopes, a operação foi encerrada devido às condições climáticas e à situação atual. No entanto, moradores locais e funcionários da fazenda onde Adenir trabalhava continuam realizando buscas de forma reduzida.
Segundo a Defesa Civil, informações repassadas às equipes de resgate indicam que Adenir desapareceu após um desentendimento ocorrido dias antes com um irmão. Após a situação, ele foi trabalhar na fazenda, mas, ao ver o patrão em uma ligação, teria deixado o local. “Ele teria surtado, imaginando que a ligação era para o irmão”, explicou João Carlos.
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O desaparecimento do mecânico mobilizou uma força-tarefa na região, com oito dias de buscas. Participaram da operação o Corpo de Bombeiros de Palmas, Porto Nacional e Gurupi, além da Polícia Ambiental, Patrulha Rural, Comando de Operações de Divisas da Polícia Militar, Brigada Anjos da Selva, Defesa Civil de Talismã, familiares, amigos e colegas de trabalho do mecânico.
As corporações realizaram varreduras a pé e a cavalo, com o auxílio de drones e cães farejadores, mas Adenir não foi encontrado.
Mecânico de máquinas está desaparecido
Arquivo Pessoal
LEIA MAIS
Imagens de câmera de segurança mostram momentos antes de mecânico desaparecer em fazenda
Mecânico é avistado por drone e equipe usa trator para diminuir pasto na região de buscas
Mecânico de máquinas agrícolas desapareceu enquanto ia para córrego em fazenda; buscas continuam
Entenda o desaparecimento
Adenir Rodrigues da Conceição foi visto pela última vez no sábado (14), na zona rural de Cariri do Tocantins. Ele é morador de Talismã e estava prestando serviço na fazenda Luana segundo o irmão, Alfredo Aparecido da Silva. Ele sumiu quando descia para um córrego que fica próximo à casa-sede da propriedade.
Na quarta-feira (18), Adenir foi visto por um drone. Para facilitar as buscas, um trator roçou o pasto na região. A área onde as ações são realizadas vai até um córrego que fica no sentido de Figueirópolis. O desaparecimento, supostamente, teria ocorrido após um desentendimento familiar.
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Fonte: G1 Tocantins

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Trechos pavimentados, custos e onde se hospedar: saiba como chegar ao Jalapão


Dunas do Jalapão, um dos atrativos mais visitados do Jalapão
Walker Ribeiro/Governo do Tocantins
A viagem de Palmas até o Jalapão conta atualmente com uma alternativa mais acessível. Para chegar a São Félix — porta de entrada do Jalapão —, eram necessárias até cinco horas de viagem. No entanto, com parte do percurso agora asfaltado, esse tempo diminuiu.
O g1 preparou um guia com percursos, preços, roteiros de visitação e locais de hospedagem, entre outras dicas, para um dos destinos mais cobiçados do país: o Jalapão. Confira a seguir.
Alternativas para chegar ao Jalapão
Com cerca de 50 km de asfalto, o turista consegue chegar em menos de três horas seguindo pela TO-247, que liga Lagoa do Tocantins a São Félix. Com isso, a viagem aos destinos turísticos, que já foram até mesmo cenários de TV e cinema, conta com dois caminhos principais saindo da capital.
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Um dos caminhos é a Rota Norte, via Novo Acordo, passando por Lagoa do Tocantins até Ponte Alta. A segunda é a Rota Sul, que se dá por meio do trajeto entre Ponte Alta do Tocantins e Mateiros, com cerca de 170 km.
Rota Norte: Atualmente, o trecho entre Lagoa do Tocantins e São Félix conta com pavimentação parcial, com aproximadamente 70% das obras concluídas. É a rota mais ágil no momento.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Para este caminho, uiliza-se a TO-020 e a TO-247. Ideal para quem quer chegar rápido aos fervedouros de São Félix, como o famoso Bela Vista.
“Dá para ir de carro simples?” A dúvida é comum, e o guia turístico Felipe Rocha, que atua há anos no parque, traz a realidade das estradas até o Jalapão. Segundo Felipe, “o asfalto facilita, mas a região ainda exige experiência em condução e um veículo adequado para evitar embaraços pois ainda tem uma parte não pavimentada”, explica.
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Rota Sul: Passa pela BR-010 e pela TO-050, sendo composta integralmente por estradas de terra, cujas condições variam conforme o período. Em épocas de chuva, é comum a ocorrência de atoleiros, enquanto, no período seco, há grande volume de areia solta, o que também pode dificultar o deslocamento.
Esse caminho é considerado pelo guia estratégico para quem não quer perder o Cânion Sussuapara e o pôr do sol na Pedra Furada. Além disso, para visitar as Dunas ou o Rio Novo, o carro 4×4 continua sendo obrigatório, segundo Felipe.
“Alguns fervedouros em São Félix podem, sim, ser visitados sem um carro com tração. No entanto, há um desgaste maior, pois as estradas de acesso aos atrativos não são boas. Já para ir às Dunas e ao Rio Novo, por exemplo, o uso de um veículo 4×4 é obrigatório”, alerta o guia.
Felipe Rocha no Morro do Sereno, no Jalapão
Arquivo Pessoal/Felipe Rocha
Os roteiros geralmente incluem experiências como visitas a fervedouros (Buritis, Macaúbas, Bela Vista e Alecrim), pôr do sol nas dunas, visita à Serra da Catedral e contato com o artesanato local. O melhor período para visitação compreende os meses de maio a agosto. Ainda assim, o período chuvoso não inviabiliza a visita, apenas exige maior atenção às condições das estradas.
Atrativos mais procurados
Lagoa do Japonês
Fervedouros (diversos)
Dunas do Jalapão
Cachoeira da Velha
Cachoeira da Formiga
Pedra Furada
Prainha do Rio Novo
Os roteiros geralmente incluem experiências como visitas a fervedouros (Buritis, Macaúbas, Bela Vista e Alecrim), pôr do sol nas dunas, visita à Serra da Catedral e contato com o artesanato local.
Saiba quanto custa para curtir o local
Para uma experiência mínima, o guia recomenda pelo menos três dias de roteiro. Ir e voltar no mesmo dia é considerado inviável devido às distâncias. Os custos estimados para uma viagem individual são:
Combustível: Considere o valor do diesel (para 4×4) ou gasolina;
*Observação: O consumo aumenta em estradas de areia;
Entradas e taxas de voucher: Entre R$ 25 e R$ 50 por pessoa;
Alimentação: Entre R$ 50 e R$ 80 a refeição completa por pessoa;
*Observação: É preciso agendar as refeições com antecedência. As pousadas oferecem cardápio digital, mas é necessário o contato prévio para solicitar o preparo;
Hospedagem: Entre R$ 150 a R$ 350 (apartamento simples) / de R$ 400 a R$ 650 (apartamento duplo);
Observação: As cidades-base são Ponte Alta (portal de entrada), Mateiros (próximo às Dunas e Fervedouro do Ceiça) e São Félix (onde há fervedouros como o Alecrim e Bela Vista);
Guia ou condutor ambiental: média de R$ 200 (diária).
Checklist de segurança
Para quem vai por conta própria, o guia Felipe Rocha lista itens que não podem faltar no porta-malas:
Estepe revisado e cheio.
Ferramentas básicas (macaco, chave de roda).
Kit de sobrevivência: Muita água e lanches (em caso de ficar parado esperando socorro, já que o sinal de celular é inexistente na estrada).
Respeito ao meio ambiente: “Traga seu lixo de volta ou descarte na cidade”, reforça o guia.
Não confie cegamente no GPS, pois ele pode falhar na região. O guia conta que não há grandes histórias negativas, mas o “perrengue” mais comum é o turista ficar parado por horas esperando alguém passar para ajudar em caso de pane, ressaltando a importância de estar acompanhado por um especialista.
“Pode acontecer de um carro quebrar e você precisar de sinal de internet, que só está disponível em restaurantes, pousadas ou na cidade. Se o turista ficar parado no meio da estrada, pode ter que esperar a passagem de um socorro, que pode variar de minutos a horas, dependendo do dia e do local. Por isso, a orientação é ter um guia acompanhando caso não conheça a região”, completa o guia turístico.
A Secretaria do Turismo (Setur) informa que, para contratar ajuda turística, o destino conta com diversas agências e operadoras credenciadas, especialmente nos municípios de São Félix do Tocantins e Mateiros.
A contratação de serviços locais é fundamental, não apenas pela segurança, mas também pela contribuição ao desenvolvimento econômico das comunidades e à sustentabilidade do destino.
A Setur também reforça que os visitantes devem adotar práticas responsáveis, respeitando as normas ambientais e as orientações dos guias locais, uma vez que o Jalapão possui ecossistemas sensíveis. Além disso, destacou a importância de valorizar as comunidades locais, priorizando serviços, hospedagens e produtos da região, fortalecendo o turismo de base local.
Os fervedouros do Jalapão são nascentes de rios subterrâneos que formam piscinas naturais
Arquivo Pessoal/Felipe Rocha
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Fonte: G1 Tocantins

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Caminhão que registrou imagens da queda da ponte JK transportava agrotóxicos e foi retirado do rio; VÍDEO


Vídeo mostra queda da Ponte Juscelino Kubitschek, em Estreito (MA)
O caminhão que registrou imagens da queda da ponte Juscelino Kubitschek de Oliveira, entre Tocantins e Maranhão, transportava agrotóxicos e foi retirado do Rio Tocantins. Imagens divulgadas na última quarta-feira (18) mostram o momento exato do desabamento da estrutura, visto de dentro da cabine de um caminhão (veja vídeo acima).
A ponte, que ligava Tocantins ao Maranhão pela TO-226, desabou no dia 22 de dezembro de 2024. A retirada do cavalo mecânico (parte onde fica o condutor), modelo Volvo/FH 500, ocorreu no dia 13 de outubro de 2025 (veja o vídeo abaixo).
Veja o momento que carreta é retirada do Rio Tocantins
As imagens foram registradas pela câmera de monitoramento de um caminhão da transportadora Expresso Geração, para a qual a advogada Melissa Fachinello presta serviços. Ao g1, ela afirmou que a publicação representa um desabafo sobre a falta de indenizações aos pescadores e de assistência às famílias das vítimas.
Segundo a advogada, até o momento, o Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) ainda não iniciou o pagamento de indenizações aos pescadores. A profissional também atua na defesa do setor.
O DNIT informou ao g1 que as demandas relacionadas às indenizações pelo desabamento da ponte JK, entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), “encontram-se atualmente judicializadas. Há diversas ações em tramitação, ajuizadas por particulares, por entes públicos — como o Ministério Público — e por organizações da sociedade civil” (veja a íntegra da nota abaixo).
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Carreta foi retirada do Rio Tocantins após qeuda da ponte
Reprodução/Instagram Elias Júnior
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A ponte colapsou por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro de 2024. Com o desabamento, caíram no Rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões — dois deles carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico, e outros transportavam 22 mil litros de defensivos agrícolas.
Em fevereiro deste ano, o que restou da estrutura antiga foi implodido e, logo depois, começaram as obras para a nova estrutura que servirá como uma importante rota para o transporte de pessoas e cargas.
Nota completa do DNIT
O DNIT informa que as demandas relacionadas às indenizações decorrentes do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek, ocorrido entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), em dezembro de 2024, encontram-se atualmente judicializadas.
Há diversas ações em tramitação, ajuizadas por particulares, por entes públicos — como o Ministério Público — e por organizações da sociedade civil. Nessas demandas, são discutidos diferentes tipos de indenização, incluindo danos materiais, danos morais, lucros cessantes e eventuais danos ambientais.
Nesse contexto, estão em tratativas, junto à Justiça Federal, iniciativas voltadas à realização de mutirões com foco na busca de soluções consensuais, com o objetivo de conferir maior celeridade e efetividade às respostas às famílias atingidas. Também há a possibilidade de celebração de acordos, observados os procedimentos e critérios estabelecidos na Portaria nº 498/AGU, a partir da análise de viabilidade jurídica e administrativa das propostas apresentadas pelas partes envolvidas.
No momento, não é possível estabelecer uma previsão geral para o pagamento das indenizações. No caso das ações judiciais, eventuais pagamentos dependerão do regular andamento processual e ocorrerão por meio de requisições judiciais, como precatórios ou RPVs (Requisições de Pequeno Valor), após decisão definitiva.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motivação do crime e prisão: veja a cronologia do caso da jovem morta por dançar perto de homem em distribuidora


Crime foi no setor Jardim Aureny IV
Reprodução/Rede social
A jovem Esmeralda Domingos da Silva, de 17 anos, foi assassinada na madrugada do dia 28 de janeiro, em uma distribuidora no setor Jardim Aureny IV, na região sul de Palmas. A vítima foi morta a tiros. Os suspeitos são uma mulher de 27 anos e um homem de 20 anos.
Segundo a investigação da Polícia Civil, a motivação do crime teria sido ciúmes. A suspeita se irritou ao ver a adolescente dançando próxima ao casal. A mulher teria efetuado os disparos contra Esmeralda e fugido em seguida com o companheiro. A adolescente foi atingida no pescoço e morreu no local.
O casal foi detido após um assalto no Pará, no início deste mês. As prisões preventivas foram formalizadas, e os suspeitos foram transferidos para Palmas.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
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Confira na reportagem a ordem cronológica do crime
Casal é preso por morte de adolescente em Palmas
Antes do assassinato – em janeiro
Esmeralda passou o dia com a família antes de morrer: cozinhou, fez planos de morar sozinha e cuidar da mãe, fez caminhada e parecia diferente — mais carinhosa e prestativa. A tia e o irmão relataram um forte pressentimento naquele dia, visto depois como uma “despedida” inesperada.
Morte em distribuidora – dia 28 de janeiro
O crime ocorreu em uma distribuidora no Jardim Aureny IV, em Palmas. Testemunhas relataram que um casal sentou-se perto da vítima, houve um desentendimento e a mulher sacou a arma e atirou contra a adolescente, atingindo-a no pescoço. Esmeralda morreu no local.
Após os disparos, Esmeralda chegou a ser levada por terceiros à UPA Sul em estado grave, mas não resistiu aos ferimentos. Em alguns relatos, ela morreu no próprio local antes do socorro chegar; em outros, foi registrada a tentativa de salvar a jovem ao levá-la à unidade.
Identificação dos suspeitos – em fevereiro
Após pouco mais de um mês de investigação, a Polícia Civil identificou como suspeitos um casal, uma mulher de 27 anos e um homem de 20 anos. De acordo com a polícia, a autora dos disparos seria a mulher, enquanto o namorado também passou a ser investigado por participação no crime.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados, por isso, o g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
Motivação do assassinato e prisão – em março
A investigação concluiu que o crime foi motivado por ciúmes. A suspeita se irritou ao ver Esmeralda dançando próximo ao namorado.
O casal suspeito fugiu do estado após o crime, mas acabou preso após ser detido por um assalto em Santana do Araguaia (PA). As prisões preventivas foram formalizadas e os suspeitos foram transferidos para Palmas.
Após a prisão – em março
Familiares expressaram profunda dor e descreveram Esmeralda como alguém querida e sonhadora. A prisão dos suspeitos trouxe algum alívio, mas não diminuiu a perda. Os parentes reforçaram que a jovem tinha apoio familiar e que “Esmeralda não será esquecida”.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vanderlei Luxemburgo tem evolução no quadro de saúde, mas segue na UTI para medicação, diz assessoria


Vanderlei Luxemburgo segue internado em Palmas
César Greco/Palmeiras
O técnico e empresário Vanderlei Luxemburgo, que mora em Palmas e possui negócios no Tocantins, apresentou evolução em seu quadro de saúde neste sábado (21). Luxemburgo foi internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) de um hospital particular em Palmas na sexta-feira (20), após sentir mal-estar e ser diagnosticado com uma infecção pulmonar.
Segundo a assessoria do empresário, ele segue na UTI para receber o ciclo de antibiótico intravenoso, necessário para tratar a infecção.
“A recuperação está sendo muito positiva. O professor está bem, disposto, alegre e brincalhão. Porém, por recomendação médica, é indicado que o tratamento siga como está, principalmente nas primeiras 72 horas do ciclo de antibiótico. Acredita-se que até domingo ou segunda-feira saberemos se o tratamento será concluído no hospital ou em casa”, informou a assessoria.
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Por causa da internação, todos os compromissos do técnico neste fim de semana foram suspensos, segundo sua assessoria. A agenda de Luxemburgo será retomada a partir da próxima semana, com precaução pelos próximos 15 dias.
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Quem é Vanderlei Luxemburgo
Luxemburgo é casado e possui três filhas. Ele iniciou na política ao ingressar no Partido Socialista Brasileiro (PSB) para concorrer a uma vaga no Senado pelo estado do Tocantins. Já em abril de 2024, filiou-se ao Podemos (PODE).
Natural de Nova Iguaçu (RJ), Luxemburgo, como técnico, conquistou cinco campeonatos brasileiros, nove paulistas, uma Copa do Brasil, uma Copa América pela seleção e diversos estaduais em diferentes times, totalizando 31 títulos como técnico, conforme o site Ogol.
O profissional está afastado do futebol desde 2023, quando comandou o Corinthians.
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Fonte: G1 Tocantins

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Após uma década do desaparecimento, caso da menina Laura Vitória é denunciado à ONU


Laura Vitória desapareceu no dia 9 de janeiro do ano passado
Reprodução/TV Anhanguera
O desaparecimento de Laura Vitória Oliveira da Rocha, em Palmas, foi denunciado à Organização das Nações Unidas (ONU) pelo Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedeca). A medida foi tomada dez anos após o caso, em razão de supostas falhas nas investigações.
Laura Vitória foi vista pela última vez no dia 9 de janeiro de 2016, quando saiu de casa para ir a um supermercado, na região sul da capital. Imagens de câmeras de segurança mostram a menina entrando e saindo do local.
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De acordo com a secretária-executiva do Cedeca Glória de Ivone, Mônica Brito, a medida foi adotada após a organização identificar supostas falhas nas investigações. Entre os pontos citados estão indícios de inconsistências nos procedimentos iniciais e as mudanças de delegacias responsáveis pelo caso, sem avanço nas apurações sobre o desaparecimento.
“Temos dez anos que se passaram, período em que o inquérito policial deveria ter sido concluído. Desde o momento em que a família comunicou o desaparecimento à delegacia, houve falhas nos procedimentos, como a demora nas buscas por Laura, na comunicação a postos, aeroportos e hospitais, além do início das buscas após mais de 24 horas, o que é permitido por lei. Também houve trocas de delegacia ao longo das investigações”, afirmou Mônica Brito.
O Cedeca afirmou ainda que, em junho de 2025, o procedimento instaurado no Ministério Público do Estado (MPE) para análise e eventual intervenção no caso, devido à demora na conclusão do inquérito, acabou sendo arquivado sob o argumento de que não havia novos elementos que justificassem a continuidade das investigações.
A organização informou também que, entre junho e outubro de 2020, encaminhou ofícios e fez pedidos ao MPE, cobrando avanços no caso.
Sobre o arquivamento do pedido de intervenção, o g1 procurou o MPE, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem. A reportagem também procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para saber como andam as investigações e aguarda posicionamento.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
De acordo com o Cedeca, a denúncia tem como objetivo responsabilizar o Estado pelo desaparecimento da criança.
Desaparecimento de Laura Vitória completa 10 anos e investigações ainda são realizadas; relembre caso
Vídeo mostra menina saindo de mercado antes de desaparecer
Família procura por menina de 9 anos desaparecida no Tocantins
Relembre o caso
Laura Vitória desapareceu na manhã de 9 de janeiro de 2016, na região sul de Palmas. Por volta das 10h30, ela saiu de casa em direção a um supermercado. Imagens mostram que a menina entrou no estabelecimento às 11h17 e deixou o local menos de três minutos depois, com uma sacola na mão. Desde então, não foi mais vista.
Na época, familiares realizaram buscas na região, incluindo áreas de mata e imóveis abandonados, mas a criança não foi encontrada.
Ainda em 2016, um suspeito chegou a ser preso, mas foi liberado por falta de provas. Um ex-namorado da mãe de Laura, Sione Pereira de Oliveira, também foi ouvido e liberado.
Naquele período, a polícia trabalhava com a hipótese de que o desaparecimento poderia ter relação com o tráfico de drogas, já que o pai da menina cumpria pena pelo crime na Casa de Prisão Provisória de Palmas.
Além disso, um ano depois do desaparecimento de Laura, a mãe dela foi assassinada por um policial penal durante uma discussão. Sione Pereira foi morta no dia 15 de setembro de 2017, em uma distribuidora de bebidas, no Jardim Aureny III, região sul da capital.
Em 2025, o policial penal Robson Dante Gonzaga Santana foi condenado a mais de 18 anos de prisão pelo assassinato de Sione. A pena dele inclui a perda do cargo público. Segundo o Portal da Transparência, ele era concursado desde 2017, atuava na Unidade Penal de Palmas. Não há informações se a morte da mãe está relacionada ao desaparecimento de Laura.
Leia publicação da CEDECA sobre o caso
O Centro de Defesa dos Direitos da Criança e do Adolescente (Cedeca) Glória de Ivone denunciou à Organização das Nações Unidas (ONU) o desaparecimento de Laura Vitória, criança que tinha 9 anos quando sumiu no dia 9 de janeiro de 2016, em Palmas (TO). A comunicação internacional que foi encaminhada aponta falhas na condução das investigações ao longo de uma década.
A decisão de levar o caso ao sistema internacional ocorreu após anos de cobranças por parte da organização e da família da criança, sem que houvesse respostas sobre o paradeiro de Laura. Em junho de 2025, o procedimento instaurado no Ministério Público a partir de provocação do Cedeca, para análise e eventual itervenção do caso, acabou sendo arquivado sob o argumento de que não havia novos elementos para dar continuidade às investigações.
Para o Cedeca, o arquivamento deixa em evidência falhas na condução das investigações do caso. Além disso, a denúncia enviada à ONU busca responsabilizar não apenas o Estado do Tocantins, mas também o Estado brasileiro pela ausência de esclarecimentos sobre o desaparecimento da criança.
“O caso da Laura teve diversas falhas estruturais desde o início. A investigação demorou para começar e passou por sucessivas mudanças de delegacia, sem que o caso avançasse. Também houve longos períodos de inércia, com registros de mais de 500 dias sem diligências. Dez anos depois, o Estado não foi capaz de dizer o que aconteceu com Laura Vitória”, afirma Mônica Brito, secretária executiva do Cedeca Glória de Ivone.
A organização ainda aponta que, ao longo desse processo, a família enfrentou dificuldades no acesso a informações e ausência de apoio por parte do poder público.
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Fonte: G1 Tocantins

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Imagens de câmera de segurança mostram momentos antes de mecânico desaparecer em fazenda


Veja momentos antes do desparecimento de mecânico em fazenda
Imagens registradas por uma câmera de segurança mostram momentos que antecedem o desaparecimento do mecânico agrícola Adenir Rodrigues da Conceição, em uma fazenda, em Cariri do Tocantins, na região sul do estado. O sumiço completou oito dias neste sábado (21).
Conforme o secretário municipal de Meio Ambiente e Defesa Civil de Talismã, João Carlos Lopes, Adenir chegou a ser visto por um drone na última quarta-feira (18). Nas imagens divulgadas pela fazenda, nesta sexta-feira (20), onde ele prestava serviços, é possível vê-lo realizando uma revisão na plataforma de uma colheitadeira, em preparação para o início da colheita (veja o vídeo acima).
Segundo o secretário, informações repassadas às equipes de resgate indicam que Adenir desapareceu após um desentendimento ocorrido dias antes com um irmão.
Após a situação, ele foi trabalhar no local, mas, ao ver o patrão em uma ligação, teria deixado a fazenda. “Ele teria surtado, imaginando que a ligação era para o irmão”, explicou João Carlos.
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João Carlos Lopes/Secretaria Municipal de Meio Ambiente de Talismã
O g1 procurou a Secretaria de Segurança Pública (SSP) para saber se houve registro de desentendimento familiar envolvendo Adenir, mas não houve retorno até a última atualização.
As buscas são realizadas pela Patrulha Rural da Polícia Militar (PM/TO), pelo Corpo de Bombeiros e pela Defesa Civil.
Mecânico desaparecido
Mecânico de máquinas está desaparecido
Arquivo Pessoal
Adenir Rodrigues da Conceição foi visto pela última vez no sábado (14), na zona rural de Cariri do Tocantins. Ele é morador de Talismã e estava prestando serviço na fazenda Luana segundo o irmão, Alfredo Aparecido da Silva. Ele sumiu quando descia para um córrego que fica próximo à casa-sede da propriedade.
Na quarta-feira (18), Adenir foi visto por um drone. Para facilitar as buscas, um trator roçou o pasto na região. A área onde as ações são realizadas vai até um córrego que fica no sentido de Figueirópolis. O desaparecimento, supostamente, teria ocorrido após um desentendimento familiar.

Fonte: G1 Tocantins

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‘Um ano se passou e a dor aumentou’, diz irmã de motociclista arremessada em queda de ponte entre TO e MA


Imagem da câmera de caminhão registra o momento em que a ponte JK caiu em Aguiarnópolis
Mais de um ano após o desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek, familiares das vítimas ainda enfrentam a dor da perda e cobram respostas. Novas imagens divulgadas nesta semana, que mostram o momento em que veículos foram arremessados com a queda da estrutura, reacenderam o sofrimento de parentes, como os da jovem Lorena Ribeiro, que estava em uma motocicleta e foi a primeira vítima identificada.
Lorena Ribeiro, que na época tinha 25 anos, foi a primeira vítima identificada após o desabamento. Ela estava em uma motocicleta quando a estrutura cedeu e o veículo foi arremessado com o impacto. Para a irmã, Amanda Rodrigues, apesar do tempo, a dor da perda continua.
“Minha mãe, desde ontem, quando começou a questão dos vídeos está sofrendo muito, chorando o tempo todo. Nós estamos todos chorando, todos sofrendo, porque justamente o vídeo pega o momento exato da morte dela através da câmera do caminhão. Parece que um ano se passou e a dor aumentou”, contou.
Novas imagens reacendem debate sobre colapso de ponte entre TO e MA
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O Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT) informou que há várias ações em tramitação ajuizadas por particulares, entes públicos e organizações da sociedade civil. São discutidos vários tipos de indenização, incluindo danos materiais, danos morais, lucros cessantes e eventuais danos ambientais. Não há um prazo de quando as indenizações começarão a ser pagas.
“Estão em tratativas, junto à Justiça Federal, iniciativas voltadas à realização de mutirões com foco na busca de soluções consensuais, com o objetivo de conferir maior celeridade e efetividade às respostas às famílias atingidas” (veja nota completa abaixo).
Lorena deixou dois filhos e o sonho de cursar Direito. O corpo dela foi encontrado no dia 22 de dezembro de 2024, mesmo dia em que a ponte desabou. Desde então, a família não teve notícias sobre a indenização.
“As famílias não foram indenizadas em nada, nenhuma família recebeu auxílio ou alguma ajuda, nenhum esposo, nenhum filho, nada. Para nenhuma das vítimas. Todas as vítimas estão sem nenhum apoio até hoje”, disse Amanda.
Lorena Ribeiro Rodrigues de 25 anos morreu após ponte entre Tocantins e Maranhão desabar
Arquivo Pessoal
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A ponte colapsou por volta das 14h50 do dia 22 de dezembro de 2024. No desabamento, caíram no Rio Tocantins três motos, um carro, duas caminhonetes e quatro caminhões, sendo que dois deles carregavam 76 toneladas de ácido sulfúrico e os outros dois levavam 22 mil litros de defensivos agrícolas.
Antes da ponte cair, moradores do Tocantins e do Maranhão alertavam as autoridades sobre a situação da estrutura. A queda aconteceu no exato momento em que o vereador de Aguiarnópolis, Elias Júnior (Republicanos), filmava o local para denunciar os problemas da ponte.
O que restou da ponte passou por uma implosão em fevereiro de 2025. Logo após o procedimento, as obras da nova estrutura que passa pela rodovia BR-226 começaram. A nova ponte foi inaugurada no dia 22 de dezembro de 2025.
Íntegra da nota do DNIT
O DNIT informa que as demandas relacionadas às indenizações decorrentes do desabamento da Ponte Juscelino Kubitschek, ocorrido entre Estreito (MA) e Aguiarnópolis (TO), em dezembro de 2024, encontram-se atualmente judicializadas.
Há diversas ações em tramitação, ajuizadas por particulares, por entes públicos — como o Ministério Público — e por organizações da sociedade civil. Nessas demandas, são discutidos diferentes tipos de indenização, incluindo danos materiais, danos morais, lucros cessantes e eventuais danos ambientais.
Nesse contexto, estão em tratativas, junto à Justiça Federal, iniciativas voltadas à realização de mutirões com foco na busca de soluções consensuais, com o objetivo de conferir maior celeridade e efetividade às respostas às famílias atingidas. Também há a possibilidade de celebração de acordos, observados os procedimentos e critérios estabelecidos na Portaria nº 498/AGU, a partir da análise de viabilidade jurídica e administrativa das propostas apresentadas pelas partes envolvidas.
No momento, não é possível estabelecer uma previsão geral para o pagamento das indenizações. No caso das ações judiciais, eventuais pagamentos dependerão do regular andamento processual e ocorrerão por meio de requisições judiciais, como precatórios ou RPVs (Requisições de Pequeno Valor), após decisão definitiva.
A condução das demandas judiciais envolve a atuação da Advocacia-Geral da União (AGU), por meio do DNIT e dos órgãos de representação judicial da autarquia, em articulação com o DNIT e demais órgãos competentes.
As famílias interessadas devem acompanhar o andamento de seus processos por intermédio de seus advogados, no caso de ações individuais, ou por meio do Ministério Público e de associações representativas, nas ações coletivas.
Por fim, destaca-se que há diversas ações judiciais em curso sobre o tema, em diferentes fases processuais — incluindo fase inicial, produção de provas, análise judicial e tentativas de conciliação —, o que reforça a complexidade do caso e a necessidade de tratamento individualizado das demandas.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Não há contaminação’, diz delegado que investiga candidatos por fraude em concurso da PM do TO


Delegado dá detalhes sobre operação contra fraude no concurso público da PMTO
As investigações sobre as fraudes no concurso da Polícia Militar do Tocantins (PM-TO) apontam que ‘não há contaminação’ do certame como um todo, segundo o delegado responsável pelo caso, Claudemir Luiz Ferreira. A afirmação foi feita após a deflagração da Operação Última Etapa, que cumpriu oito mandados de prisão e nove de busca e apreensão domiciliar nos estados de Pernambuco, Paraíba, Pará e Goiás.
A fraude foi articulada por uma organização criminosa que utilizava ‘pilotos’ — pessoas com alto nível de conhecimento contratadas para fazer as provas no lugar dos verdadeiros candidatos. Para garantir a aprovação ilícita na primeira fase, realizada em 15 de junho de 2025, os candidatos chegavam a pagar até R$ 50 mil.
O delegado Claudemir informou que não houve fatores que pudessem culminar no cancelamento do concurso, como vazamento de provas ou de questões.
“Nós verificamos que a fraude foi executada de maneira pontual, para candidatos específicos que foram identificados e serão excluídos. Portanto, não houve vazamentos de provas nem de questões […]. Assim, até o momento, acreditamos que não há contaminação do certame”, explicou o delegado.
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Cinco candidatos identificados como beneficiários do esquema serão eliminados. Segundo a PM do Tocantins, eles serão substituídos por candidatos subsequentes na lista de classificação, permitindo que o cronograma da seleção siga normalmente para os demais 34 mil inscritos.
Os nomes dos envolvidos não foram divulgados, por isso o g1 não conseguiu contato com as defesas deles.
Documentos apreendidos com suspeito durante operação
SSP-TO/Divulgação
Entenda
A Polícia Civil cumpre mandados de prisão preventiva, busca e apreensão contra uma suposta organização criminosa investigada por fraudar o concurso da Polícia Militar do Tocantins, realizado em junho de 2025. Segundo apurado pela TV Anhanguera, candidatos teriam pago até R$ 50 mil para que outras pessoas fizessem as provas em seus lugares.
A operação Última Etapa foi realizada na manhã desta quarta-feira (18) em Pernambuco, Paraíba, Pará e Goiás. Foram cumpridos oito mandados de prisão e nove de busca e apreensão domiciliar, expedidos pelo Juízo da 1ª Vara Regional das Garantias da Comarca de Palmas.
Íntegra na da nota da Polícia Militar do Tocantins
A Polícia Militar do Tocantins informa que, ao identificar indícios de possíveis irregularidades relacionadas à conduta de alguns candidatos inscritos no concurso público da Corporação, adotou imediatamente as providências administrativas e institucionais cabíveis para resguardar a legalidade e a lisura do certame.
A situação foi detectada no âmbito da Comissão Organizadora do Concurso da Polícia Militar, que procedeu à análise preliminar das informações e realizou o compartilhamento dos dados com a Polícia Civil do Estado do Tocantins, possibilitando a adoção das medidas investigativas pertinentes pelos órgãos competentes.
A atuação institucional teve como objetivo garantir a transparência do processo seletivo e preservar a integridade do concurso público, reforçando o compromisso da Polícia Militar com a legalidade, a ética e a seleção de profissionais qualificados para o serviço público.
A Polícia Militar do Tocantins destaca que as suspeitas referem-se a condutas individuais, não havendo qualquer comprometimento da lisura do certame como um todo.
A Corporação permanece colaborando com as investigações em andamento e reafirma seu compromisso com a transparência, a legalidade e a confiança da sociedade tocantinense em seus processos institucionais.
O caso segue sob apuração pelos órgãos competentes.
Íntegra da nota da FGV
A Fundação Getulio Vargas (FGV) tem atuado em cooperação com a PMTO, fornecendo as informações necessárias para a adequada apuração dos fatos.
As suspeitas dizem respeito a condutas individuais, sem impacto sobre o conjunto do certame. A instituição reafirma seu compromisso com a transparência e a integridade de seus processos.
Íntegra da nota da Sejus do Distrito Federal
A Secretaria de Estado de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (SEJUS-DF) informa que acompanha com rigor a situação envolvendo o suposto envolvimento de um agente socioeducativo em uma operação policial deflagrada no estado do Tocantins.
Ressaltamos que o caso já foi encaminhado preventivamente à Controladoria Setorial da SEJUS para a apuração dos fatos. A Secretaria reitera seu compromisso com a ética e a transparência pública, assegurando que, caso o envolvimento do servidor seja formalmente confirmado, todas as providências administrativas cabíveis serão rigorosamente adotadas, respeitando o devido processo legal.
Íntegra da nota da PRF do Pará
A Polícia Rodoviária Federal no Pará (SPRF/PA) informa que deu apoio, na última quarta-feira (18), à Operação Última Etapa, da Polícia Civil de Tocantins (PCTO), que investiga supostas fraudes em concurso público da Polícia Militar (PMTO).
Polícia Civil investiga suposta fraude no concurso da PMTO
Divulgação/PCTO
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Fonte: G1 Tocantins