Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Dirigentes de time do Tocantins receberam R$ 3,1 milhões das contas do clube, aponta Polícia Civil


Polícia investiga suposto desvio de dinheiro de prefeitura para time no Tocantins
O relatório da Polícia Civil sobre o suposto esquema de desvio de dinheiro envolvendo o Tocantinópolis Esporte Clube (TEC) aponta que o atual presidente do clube, Leandro Pereira Sousa, e o ex-gestor, Wagner Pereira Novais, receberam R$ 3.147.325,00 das contas do time, entre 2020 e 2024. O g1 e a TV Anhanguera tiveram acesso ao relatório policial da investigação.
Nesta quinta-feira (12), a PC cumpriu mandados de busca e apreensão em uma operação que investiga suposto desvio de recursos públicos da Prefeitura destinados ao TEC, entre 2009 e 2021. O atual prefeito da cidade, Fabion Gomes (PL), foi alvo de buscas, assim como Leandro, Wagner e o ex-prefeito Paulo Gomes (PL).
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
O prefeito Fabion Gomes (PL) informou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que os pagamentos ao time foram cancelados durante sua gestão por ordem judicial, mas os repasses de gestões anteriores foram feitos com base em uma lei municipal.
Wagner Novais foi procurado, mas ainda não se manifestou sobre as buscas e sobre os valores recebidos.
O g1 não conseguiu contato com Leandro Pereira para comentar os valores supostamente recebidos. Na quinta-feira (12), ele informou que o clube não tem convênio e não recebe repasses da prefeitura desde que assumiu a presidência em janeiro de 2025 (veja posicionamento abaixo).
O ex-prefeito Paulo Gomes afirmou que nenhum time do interior sobrevive sem o apoio do poder público municipal e “atacar financeiramente o Clube é tentar enfraquecê-lo, torná-lo menos competitivo e calar uma das instituições esportivas mais relevantes do Estado” (veja nota abaixo).
O Tocantinópolis Esporte Clube não se manifestou oficialmente sobre as investigações.
Leandro Pereira de Sousa e Wagner Pereira Novais
Arte g1
Relatório apontou movimentações suspeitas
Entre as fontes de renda do Tocantinópolis no período investigado estavam repasses de entidades do futebol, e pagamentos mensais feitos pela prefeitura da cidade. Em dezembro de 2025, uma decisão da 1ª Vara Cível da cidade suspendeu os repasses municipais e determinou o bloqueio de bens do clube, do atual prefeito e do ex-prefeito Paulo Gomes (PL).
A investigação envolvendo os repasses do município ao clube teve início após o Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) apontar movimentações suspeitas envolvendo os dirigentes do time. O relatório da Polícia Civil mostra que foram feitos saques em espécie e transferências bancárias tendo contas pessoais dos dirigentes e de pessoas físicas como destinatários.
Wagner Pereira Novais possui um bar em Tocantinópolis e ocupou cargo comissionado na Assembleia Legislativa do Tocantins entre 2017 e 2019. Segundo a PC, ele mandava no clube entre 2017 e 2024.
A investigação aponta que ele movimentou em suas contas, entre recebimentos e pagamentos, o montante de R$ 16.945.424 entre janeiro de 2022 e 2024. Neste período, a polícia encontrou movimentações consideradas suspeitas.
Wagner chegou a transferir R$ 1.782.424,50 para Leandro Pereira. O ex-presidente também transferiu dinheiro para contas de pessoas físicas, sendo R$ 58 mil para uma vizinha.
O atual presidente do Tocantinópolis é Leandro, que é 2º sargento da Polícia Militar. O relatório policial aponta que ele tem rendimentos médios de R$ 7,9 mil e mesmo assim recebeu R$ 1.116.200,00 entre outubro de 2023 e outubro de 2024 do clube, antes mesmo de ser eleito presidente. Neste período, ele seria tesoureiro do clube.
A polícia também investiga saques em espécie supostamente feitos por Leandro nas contas do TEC em maio de 2025, totalizando R$ 222.552,00.
Repasses do município ao clube
A Operação 2º Tempo tem o objetivo de desarticular um suposto esquema de desvio de recursos públicos do município de Tocantinópolis destinados a um clube. A polícia afirma que, entre 2009 e 2021, a Prefeitura repassou R$ 5,1 milhões ao clube. Os repasses seguiram até o fim de 2024, quando foram suspensos pela Justiça.
Para a polícia, o clube era utilizado como uma estrutura de fachada, com a falsificação de documentos, como atas e recibos, para simular a legalidade das transferências, que não possuíam relação com o interesse público ou atividades esportivas reais.
Após chegarem às contas do clube, os valores supostamente eram redistribuídos para contas pessoais de dirigentes e terceiros, além de serem realizados saques em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Íntegra da nota de Paulo Gomes
O TEC carrega uma história de vitórias, conquistas e grandes campanhas no futebol tocantinense. Como clube do interior, sempre representou com orgulho a nossa cidade e deu contribuição decisiva ao Campeonato Estadual. Talvez por isso tenha enfrentado tantos adversários dentro e fora de campo.
A verdade é uma so: nenhum time do interior sobrevive sem o apoio do poder público municipal. E nós não vamos desistir do time da cidade. O TEC é orgulho do nosso povo.
Defender o esporte é defender a juventude, é afastar nossos jovens das drogas, da prostituição e de caminhos sem futuro. Atacar financeiramente o Clube é tentar enfraquecê-lo, torná-lo menos competitivo e calar uma das instituições esportivas mais relevantes do Estado.
Seguiremos firmes, apoiando os campeonatos municipais e lutando até o último momento pelo TEC, pela nossa história e pelo orgulho do nosso povo.
Íntegra da nota de Leandro Pereira
Com relação a essa situação, do que que está sendo investigado, é um possível repasse que o Tocantinópolis recebia da Prefeitura de Tocantinópolis através de uma lei municipal, lei essa que vem desde a fundação do clube, em que a prefeitura municipal, autorizada pela Câmara Municipal, fazia um repasse mensal de 30 salários mínimos para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Com relação a esses repasses, em dezembro de 2024, antes de eu ser presidente, ter a eleição para presidente, tinha uma liminar que suspende esse repasse. E dali então não foi mais feito repasse.
Depois que eu assumi a presidência e o prefeito Fabion Gomes, que assumiu também em janeiro de 2025, não houve repasse da prefeitura. O Tocantinópolis Esporte Clube, nesse um ano e três meses de mandato, não teve nenhum repasse público de nada. Hoje o Tocantinópolis não tem convênio nenhum com a prefeitura municipal de Tocantinópolis.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Veja quanto pode ter custado a fazenda adquirida por Alexandre Pires no Tocantins


Foto do Corretor de imóveis, Bruno Leonardo, com o cantor após aquisição do imóvel
Foto: Reprodução/Instagram de Bruno Leonardo
A fazenda comprada pelo cantor Alexandre Pires pode ter custado a partir de R$ 16 milhões, conforme estimativa imobiliária sobre o valor do alqueire no Tocantins. A propriedade de 2 mil hectares – equivalente 413 alqueires – fica localizada em Dianópolis, na região sudeste do estado.
Segundo Gabriel Alves de Freitas, o antigo proprietário, a fazenda fica em uma localização privilegiada, a cerca de 90 km de Luís Eduardo Magalhães (BA), uma importante fronteira agrícola, fator que agrega valor à propriedade.
O valor total da transação não foi informado pelo ex-proprietário, nem confirmado pela assessoria do cantor. Mas é possível fazer uma estimativa, levando em consideração variáveis como a quantidade de hectares da área e o preço do alqueire na região.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
De acordo com o engenheiro agrônomo Thadeu Teixeira Junior, um alqueire no Tocantins tem 4,84 hecatres, ou seja, 48.400 m². O alqueire na região custa a partir de R$ 40 mil e, segundo o ex-proprietário do local, pode chegar a R$ 150 mil, deependendo dos atributos da propriedade.
Ou seja, os 2 mil hectares adquiridos por Alexandre Pires não saíram por menos de R$ 16 milhões, podendo chegar à cifra de até R$ 61 milhões.
LEIA MAIS
Alexandre Pires compra fazenda de cerca de 2 mil hectares no TO para investir em gado, diz corretor
Música e agro: além de Alexandre Pires, veja outros famosos que investem em fazendas no TO
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Outros cantores, como Henrique e Juliano e Leonardo, também mantêm propriedades no estado. A escolha não é por acaso.
O Tocantins integra o Matopiba, região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e é considerada a nova fronteira agrícola do país. Os artistas investem principalmente na pecuária, aproveitando a facilidade logística e a grande produção de grãos da região para alimentar o gado.
Naturais de Palmeirópolis (TO), os irmãos Henrique e Juliano são donos da Fazenda Terra Prometida, em Porto Nacional, a cerca de 60 km de Palmas.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Temporal deixa ruas e avenidas de Gurupi alagadas


Temporal deixa ruas e avenidas de Gurupi alagadas
Chuvas fortes causaram transtornos para os moradores de Gurupi, no sul do estado. Conforme a Defesa Civil, o volume de chuva passou dos 120 milímetros em um intervalo de quatro horas. Bairros inteiros foram alagados.
Durante a tarde desta quinta-feira (12), pontos comerciais e moradias ficaram ilhados. O trânsito está impedido em um trecho da Avenida Pernambuco.
A prefeitura está fazendo a limpeza das áreas através da Secretaria de Infraestrutura, tentando desobstruir alguns pontos.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
LEIA TAMBÉM:
Música e agro: além de Alexandre Pires, veja outros famosos que investem em fazendas no TO
Prefeito de Colinas do Tocantins é alvo operação por violência política de gênero contra vereadora
Prefeito e presidente de time de futebol do TO são alvos da PC em operação contra repasse irregular de mais de R$ 5 milhões
Córrego transbordou e alagou ruas em Gurupi
Reprodução/TV Anhanguera
Nas avenidas, as margens do córrego Mutuca, no centro da cidade, logo nas primeiras horas da manhã, veículos e pessoas ficaram impedidos de transitar. Não passa não. Quem se arriscou teve problemas. Um motorista ficou preso com o veículo e precisou ser resgatado pelos bombeiros.
Na Vila Pedroso, a força da enxurrada derrubou esse motociclista, que por pouco não foi arrastado. A chuva provocou enchentes em três córregos de Gurupi, com impactos para as comunidades que moram nessas áreas.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a venda ilegal de CNHs no Tocantins


Investigação revela servidores e médicos envolvidos em esquema de compra de CNH
A operação Sinal Vermelho, da Polícia Civil, expôs um esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins, envolvendo médicos, psicóloga, servidores do Detran-TO e instrutores de autoescola. A investigação identificou fraudes em diferentes etapas do processo de habilitação e constatou que candidatos pagavam valores altos para obter o documento sem realizar exames ou aulas obrigatórias.
Além da emissão irregular das carteiras de motorista, a polícia encontrou indícios de manipulação de dados de veículos furtados, roubados ou clonados, ampliando o alcance e a gravidade da organização criminosa. O caso segue em investigação, e novas medidas podem surgir conforme a análise das provas apreendidas.
Os nomes dos investigados não foram divulgados e o g1 não conseguiu contato com as defesas.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
O Detran informou que colaborou com as autoridades e havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades relacionadas ao processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial (veja íntegra abaixo).
LEIA MAIS:
Esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins contava com seis médicos e uma psicóloga, diz polícia
Operação da Polícia Civil investiga venda ilegal de CNHs no Tocantins
Entenda como funcionava o esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins
Mandados de prisão foram cumpridos pela Polícia Civil
João Guilherme Lobasz/Governo do Tocantins/Divulgação
O que a polícia descobriu sobre a fraude?
A Polícia Civil descobriu que os suspeitos manipulavam sistemas oficiais para registrar exames, aulas práticas e presenças fictícias. Também foram encontradas adulterações em todas as etapas da habilitação, desde o cadastro inicial até a produção do documento final.
Quanto os candidatos pagavam para conseguir a CNH falsa?
De acordo com a investigação, candidatos desembolsavam de R$ 500 até R$ 4,3 mil para obter a habilitação sem cumprir as etapas obrigatórias, como exames médicos e psicológicos, aulas teóricas ou testes práticos. O pagamento garantia a aprovação completa no sistema eletrônico do Detran.
Quem eram os envolvidos no esquema criminoso?
Os investigados incluem servidores do Detran-TO, instrutores de Centros de Formação de Condutores, seis médicos, uma psicóloga e um funcionário de uma empresa terceirizada que confeccionava as habilitações. No total, foram cumpridos 10 mandados de prisão preventiva e 59 de busca e apreensão em oito cidades do Tocantins e em Imperatriz (MA).
Como funcionava a fraude dentro do Detran e nas autoescolas?
Servidores manipulavam o sistema inserindo dados falsos e marcando presenças com digitais próprias ou de terceiros.
Médicos e psicólogos validavam exames não realizados, e instrutores registravam aulas fictícias. Nos testes teóricos e práticos, resultados de aprovação eram inseridos manualmente.
A etapa final incluía a correção de inconsistências por um funcionário terceirizado, permitindo a impressão da CNH.
Esquema também envolvia veículos irregulares
A polícia identificou que a organização atuava na regularização de veículos furtados, roubados ou clonados, inserindo dados falsos no sistema e suprimindo vistorias obrigatórias. Laudos inexistentes eram usados para liberar documentos de automóveis irregulares. A fraude operava em diferentes Ciretrans do estado.
O que ainda falta esclarecer na investigação?
A Polícia Civil continua analisando as provas coletadas para identificar a extensão exata do esquema, quantos candidatos foram beneficiados e se há outros servidores, profissionais de saúde ou empresas envolvidos.
A apuração também deve esclarecer se houve facilitação financeira, enriquecimento ilícito e ramificações do esquema fora do estado. As conclusões finais dependem da perícia dos sistemas e documentos apreendidos.
Íntegra da nota do Detran
O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO) informa que já havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades relacionadas ao processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial realizada nesta quarta-feira (11).
O órgão esclarece ainda que colaborou com as autoridades responsáveis pelas investigações, tendo encaminhado informações que contribuíram para a apuração dos fatos. A iniciativa integra a política permanente de controle interno e combate a qualquer tipo de irregularidade nos serviços prestados à população.
A atual gestão reforça seu compromisso com a transparência e a legalidade, adotando medidas rigorosas para combater possíveis irregularidades e disponibiliza diversos canais para recebimento de denúncias. O Detran/TO continua à disposição das autoridades competentes pela investigação e segue empenhado em garantir a segurança e a credibilidade dos serviços prestados à população.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Música e agro: além de Alexandre Pires, veja outros famosos que investem em fazendas no TO


Além de Alexandre Pires e Leonardo outros nomes conhecidos mantêm chácaras e fazendas de alto padrão em diferentes regiões do Tocantins
Reprodução/Redes sociais
Alexandre Pires é o mais novo fazendeiro do Tocantins. O cantor, um dos nomes mais conhecidos do pagode, comprou uma fazenda de cerca de 2 mil hectares em Dianópolis, na região sudeste do estado, para investir em gado. Outros cantores, como Henrique e Juliano e Leonardo, também mantêm propriedades no estado.
A escolha não é por acaso. O Tocantins integra o Matopiba, região que abrange Maranhão, Tocantins, Piauí e Bahia e é considerada a nova fronteira agrícola do país. Os artistas investem principalmente na pecuária, aproveitando a facilidade logística e a grande produção de grãos da região para alimentar o gado.
Naturais de Palmeirópolis (TO), os irmãos Henrique e Juliano também são investidores no estado. Conforme publicações nas redes sociais, eles são donos da Fazenda Terra Prometida, em Porto Nacional, a cerca de 60 km de Palmas.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
Henrique em vídeo promocional da Fazenda Terra Prometida
Reprodução/Instagram de Fazenda Terra Prometida
Segundo o perfil da fazenda, o local é referência nacional no melhoramento genético de gado da raça Nelore. A dupla investe em tecnologia de reprodução e promove leilões anuais que movimentam milhões de reais, atraindo compradores de todo o país.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Já a Fazenda Arara Preta, adquirida recentemente por Alexandre Pires, fica na divisa entre o Tocantins e a Bahia. Segundo o corretor de imóveis rurais responsável pela venda, Bruno Leonardo, a propriedade está a cerca de 90 km de Luís Eduardo Magalhães (BA), uma importante fronteira agrícola, fator que agrega valor à área.
“Ele está mais voltado para o gado [investimento]. Só que, com essa expansão agrícola que está acontecendo, acredito que as atividades mais promissoras ali, por ser uma região plana, com boa disponibilidade de água, chuvas regulares e vários recursos hídricos, sejam ligadas à agricultura. Nos próximos anos, acredito que a agricultura vai ganhar cada vez mais espaço na região”, informou o corretor.
LEIA TAMBÉM:
Urna funerária encontrada por indígenas no Tocantins passará por análise arqueológica
Decoração e ponto de lazer: saiba como chegar ao beco da amizade transformado por influenciador
Saiba quem é o humorista que gerou revolta na web após fala sobre ‘salinha de repouso’ da enfermagem
Leonardo e Poliana durante pescaria no rio Tocantins
Reprodução/Instagram
O cantor Leonardo, que já atua no agronegócio em Goiás, também expandiu seus investimentos para o Tocantins. Ele possui uma fazenda em Peixe, no sul do estado.
O foco do cantor na propriedade é a pecuária de corte, voltada para a engorda de bois. Além dos negócios, Leonardo também utiliza a fazenda para momentos de lazer e pescarias às margens dos rios da região.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Ex-prefeito de Cariri do Tocantins morre em acidente envolvendo caminhões na BR-153


Acidente ocorre no trecho da BR-153 que corta o município de Alvorada
O ex-prefeito de Cariri do Tocantins, José Gomes, de 71 anos, morreu em um acidente de trânsito nesta quinta-feira (12), no km 758,7 da BR-153, próximo a Alvorada, no sul do estado. Segundo a Polícia Rodoviária Federal (PRF), um caminhão freou de repente na rodovia e provocou a batida. A vítima estava em outro caminhão, que vinha logo atrás.
De acordo com a PRF, no momento do acidente chovia na região. O condutor do caminhão que freou e teria provocado a batida não teve ferimentos. Já José Gomes foi levado ao hospital, mas não resistiu aos ferimentos e morreu.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
O corpo da vítima será liberado aos familiares após passar por exame de necropsia no Instituto Médico Legal (IML), ainda nesta quinta-feira.
A Prefeitura de Cariri do Tocantins lamentou a morte e relembrou que a vítima foi, além de prefeito, vereador por quatro mandatos no município. José Gomes é natural de Morumbi, no Paranã (leia nota de pesar).
Ex-prefeito foi morto em acidente de trânsito nesta quinta-feira
Divulgação/ Prefeitura de Cariri
LEIA TAMBÉM
Alexandre Pires compra fazenda de cerca de 2 mil hectares no TO para investir em gado, diz corretor
Prefeito de Colinas do Tocantins é alvo operação por violência política de gênero contra vereadora
O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a prisão de suspeito de matar fazendeiro no TO
Nota de pesar da Prefeitura de Cariri
A Prefeitura de Cariri do Tocantins manifesta, com profundo pesar, o falecimento do senhor José Gomes, ex-prefeito do município e vereador por quatro mandatos, ocorrido nesta quinta-feira, 12 de março.
Reconhecido por toda a comunidade como Zé da Máquina, José Gomes construiu uma trajetória marcada pelo trabalho, pela simplicidade e pelo compromisso com o povo de Cariri do Tocantins.
Natural de Marumbi, no estado do Paraná, chegou ao Tocantins em 1985, trazendo consigo a coragem e a determinação de quem acreditava no trabalho como caminho para construir uma nova história. Inicialmente estabeleceu-se na zona rural da região, dedicando-se às atividades do campo.
Em 1991 mudou-se para a zona urbana de Cariri, onde abriu uma máquina de arroz na Avenida Castelo Branco, no centro da cidade, passando a ser conhecido carinhosamente como Zé da Máquina. Homem simples e trabalhador, atuou na produção de arroz, no cultivo de melancia e na produção de carvão, mantendo sempre uma forte ligação com o campo e com o trabalho rural.
Incentivado pela própria comunidade, colocou seu nome à disposição para servir ao povo na vida pública. Foi eleito vereador por quatro mandatos, nas legislaturas de 1997 a 2000, 2001 a 2004, 2005 a 2008 e 2009 a 2012, período em que também presidiu a Câmara Municipal, conduzindo os trabalhos do Legislativo com responsabilidade, seriedade e compromisso com a população.
Em 2012, movido pelo desejo de continuar contribuindo com o desenvolvimento da cidade, foi eleito prefeito de Cariri do Tocantins, exercendo seu mandato com dedicação ao nosso município.
Casado com Leonice Bengozi (em memória), construiu uma família sólida com cinco filhos, onze netos e sete bisnetos, além de inúmeros amigos e admiradores.
Diante desta irreparável perda, a Prefeitura de Cariri do Tocantins decreta luto oficial de três dias no município, em homenagem à memória de José Gomes e em reconhecimento aos relevantes serviços prestados à nossa cidade.
Neste momento de dor, Cariri do Tocantins perde um líder político, mas sobretudo um homem de coração generoso, trabalhador e comprometido com sua comunidade.
A Prefeitura Municipal se solidariza com os familiares, amigos e toda a população caririense, rogando a Deus que conforte os corações neste momento de profunda tristeza.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Investigação sobre repasse de R$ 5 mi a time de futebol no TO começou após movimentações suspeitas


Operação investiga repasses da Prefeitura de Tocantinópolis para equipe de futebol
A investigação sobre um suposto esquema que desviou mais de R$ 5,1 milhões em recursos públicos de Tocantinópolis teve início após um relatório apontar movimentações consideradas atípicas nas contas bancárias dos investigados. Os valores era repassados pelo município para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Nesta quinta-feira (12), a Polícia Civil cumpriu mandados de busca e apreensão em endereços do prefeito Fabion Gomes (PL) e do presidente do Tocantinópolis, o sargento da PM Leandro Pereira de Sousa. A polícia também esteve na sede do clube, em secretarias do município e no gabinete do prefeito.
O prefeito Fabion Gomes (PL) informou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que os pagamentos ao time foram cancelados durante sua gestão por ordem judicial, mas os repasses de gestões anteriores foram feitos com base em uma legislação do município.
O presidente do Tocantinópolis, Leandro Pereira, informou que o clube não tem convênio e não recebe repasses da prefeitura desde que assumiu a presidência em janeiro de 2025 (veja posicionamento abaixo).
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
O g1 também pediu posicionamento do Tocantinópolis Esporte Clube, mas não houve retorno até a publicação desta reportagem.
LEIA MAIS:
Prefeito e presidente de time de futebol do TO são alvos da PC em operação contra repasse irregular de mais de R$ 5 milhões
Prefeito de Colinas do Tocantins é alvo operação por violência política de gênero contra vereadora
O que se sabe e o que falta esclarecer sobre a prisão de suspeito de matar fazendeiro no TO
O esquema é investigado pelos crimes de peculato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
Conforme a decisão que autorizou a operação, um releatório de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf) identificou saques elevados, circularidade de valores entre as contas e recebimentos incompatíveis com a renda declarada.
Os investigados teriam estruturado um esquema contínuo de desvio de recursos públicos, que eram repassados ilegalmente do município para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Após entrar na conta da entidade esportiva, o dinheiro era supostamente redistribuído entre dirigentes e terceiros. O documento afirma que havia sinais claros de ocultação e dissimulação da origem ilícita, caracterizando indícios de lavagem de capitais.
Operação investiga repasses a clube esportivo
Divulgação/PCTO
Entenda o esquema
As apurações da Polícia Civil, fundamentadas em relatórios do Coaf, apontaram que o desvio de verbas era estruturado em três eixos principais:
Repasses irregulares: Gestores municipais autorizavam a transferência de recursos públicos ao clube, ignorando decisões do Tribunal de Contas do Estado (TCE/TO) que já haviam apontado a ilegalidade de tais atos.
Entidade de fachada: Para a polícia, o clube era utilizado como uma estrutura de fachada, com a falsificação de documentos, como atas e recibos, para simular a legalidade das transferências, que não possuíam relação com o interesse público ou atividades esportivas reais.
Lavagem de dinheiro: Após chegarem às contas do clube, os valores eram redistribuídos para contas pessoais de dirigentes e terceiros, além de serem realizados saques em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Histórico de irregularidades
Segundo a polícia, o fluxo de repasses investigado ocorre de forma contínua desde 2009, estendendo-se até 2024. As irregularidades eram de conhecimento das autoridades desde 2007, quando o TCE/TO julgou irregular a prestação de contas daquele ano devido à ausência de autorização legal para as transferências.
Durante o cumprimento de oito mandados, policiais apreenderam documentos administrativos, dispositivos eletrônicos e registros contábeis.
O nome da Operação 2º Tempo faz alusão à continuidade do combate a esquemas ilícitos que utilizam o esporte como instrumento para práticas criminosas.
Posicionamento do presidente do Tocantinópolis
É, com relação a essa situação aí e do que que está sendo investigado, é um possível repasse que o Tocantinópolis receba da Prefeitura de Tocantinópolis através de uma lei municipal, lei essa que vem desde a fundação do clube, em que a prefeitura municipal, autorizada pela Câmara Municipal, fazia um repasse mensal de 30 salários mínimos para o Tocantinópolis Esporte Clube.
Com relação a esses repasses, essa lei em dezembro, mais especificamente dezembro de 2024, antes de eu ser presidente, ter a eleição para presidente, tinha uma liminar aonde suspende esse repasse. E dali então não foi mais feito repasse.
Depois que eu assumi a presidência e o prefeito Fabion Gomes, que assumiu também em janeiro de 2025, a prefeitura não teve repasse. O Tocantinópolis Esporte Clube, nesse um ano e três meses que estão fazendo agora de mandato, não teve nenhum repasse público de nada. Hoje o Tocantinópolis não tem convênio nenhum com a prefeitura municipal de Tocantinópolis.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.
d

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Prefeito de Colinas do Tocantins é alvo de mandado de busca da Polícia Federal

Mandados de busca e apreensão são cumpridos contra prefeito de Colinas do Tocantins
A Polícia Federal cumpre, na manhã desta quinta-feira (12), três mandados de busca e apreensão em Colinas do Tocantins, na região norte do estado. Entre os alvos está o prefeito Josemar Carlos Casarin (União), conhecido como Kasarin.
Segundo apurado pela TV Anhanguera, a investigação apura suspeita de violência política de gênero contra uma vereadora da cidade. Dois influenciadores digitais também são investigados.
Kasarin foi procurado, mas não se manifestou até a última atualização desta reportagem.
O g1 pediu informações para a Polícia Federal, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

‘O irmão sentiu’, diz tia sobre assassinato de jovem após dançar perto de homem em distribuidora


Casal é preso por morte de adolescente em Palmas
Passados 43 dias desde o assassinato de Esmeralda Domingos da Silva, de 17 anos, a família relembra o último dia de vida da adolescente como um adeus antecipado. “O irmão dela sentiu algo muito forte e foi estudar com vontade de voltar para casa e ficar perto dela. Era uma despedida e não sabíamos”, contou um parente.
A adolescente foi assassinada a tiros na madrugada de 28 de janeiro em uma distribuidora de bebidas no setor Jardim Aureny IV, região sul de Palmas. A polícia concluiu que Esmeralda foi morta por ciúmes.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
Segundo a apuração da 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa (1ª DHPP), a suspeita identificada pelas iniciais J.S.C., de 27 anos, se irritou ao ver a adolescente dançando perto de seu namorado, T.G.P., de 20 anos. O casal estaria sentado em uma mesa próxima quando ocorreu o desentendimento. O g1 não conseguiu contato com a defesa deles.
LEIA MAIS:
Mulher matou adolescente por ciúmes após vê-la dançando próximo de seu namorado, diz polícia
Casal suspeito de assassinar adolescente a tiros em distribuidora é preso
Esmeralda Domingos da Silva morreu após ser baleada em uma distribuidora de Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
A investigação indica que a suspeita chegou a sair do estabelecimento e retornou armada logo depois, momento em que tentou disparar contra amigos da vítima antes de acertar Esmeralda na região do pescoço. A adolescente chegou a ser socorrida por terceiros e levada à UPA Sul, mas não resistiu aos ferimentos.
Ainda segundo a polícia, após o crime o casal fugiu do estado e as prisões preventivas deles foram decretadas pela Justiça do Tocantins. Ambos foram capturados posteriormente após serem presos em flagrante por assalto um em Santana do Araguaia, no Pará. Com isso, foram transferidos para Palmas, onde tiveram as ordens judiciais formalizadas.
A morte de Esmeralda provocou forte comoção entre familiares, que a descrevem como uma jovem “carismática, cheia de sonhos e apaixonada por dançar”. Para a família, a prisão dos suspeitos trouxe certo alívio, embora a perda seja irreparável.
A Secretaria da Segurança Pública informou que a investigação segue para esclarecer por completo as circunstâncias e a motivação do crime.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

Categorias
DESTAQUES SLIDE TOCANTINS

Operação investiga repasse de R$ 5,1 milhões da Prefeitura de Tocantinópolis para time de futebol


Polícia Civil cumpriu mandados de busca em Tocantinópolis
PCTO/Divulgação
A Polícia Civil do Tocantins realizou, na manhã desta quinta-feira (12), a Operação 2º Tempo, com o objetivo de desarticular um suposto esquema de desvio de recursos públicos do município de Tocantinópolis destinados a um clube de futebol local. A ação, realizada pela 1ª Divisão de Repressão ao Crime Organizado (Deic), cumpriu oito mandados de busca e apreensão em casas, órgãos públicos e na sede da entidade esportiva.
De acordo com as investigações, o prejuízo estimado aos cofres públicos ultrapassa R$ 5,1 milhões. O esquema é investigado pelos crimes de peculato, falsidade ideológica, organização criminosa e lavagem de dinheiro.
📱 Clique aqui para seguir o canal do g1 TO no WhatsApp
O g1 pediu posicionamento do Tocantinópolis Esporte Clube, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem. O prefeito Fabion Gomes informou, em vídeo divulgado nas redes sociais, que os pagamentos ao time foram cancelados durante sua gestão por ordem judicial, mas os repasses de gestões anteriores foram feitos com base em uma legislação do município.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Entenda o esquema
As apurações da Polícia Civil, fundamentadas em relatórios de inteligência financeira do Conselho de Controle de Atividades Financeiras (Coaf), apontaram que o desvio de verbas era estruturado em três eixos principais:
Repasses irregulares: Gestores municipais autorizavam a transferência de recursos públicos ao clube, ignorando decisões do Tribunal de Contas do Estado (TCE/TO) que já haviam apontado a ilegalidade de tais atos.
Entidade de fachada: Para a polícia, o clube era utilizado como uma estrutura de fachada, com a falsificação de documentos, como atas e recibos, para simular a legalidade das transferências, que não possuíam relação com o interesse público ou atividades esportivas reais.
Lavagem de dinheiro: Após chegarem às contas do clube, os valores eram redistribuídos para contas pessoais de dirigentes e terceiros, além de serem realizados saques em espécie para dificultar o rastreamento do dinheiro.
Histórico de irregularidades
Segundo a polícia, o fluxo de repasses investigado ocorre de forma contínua desde 2009, estendendo-se até 2024. As irregularidades eram de conhecimento das autoridades desde 2007, quando o TCE/TO julgou irregular a prestação de contas daquele ano devido à ausência de autorização legal para as transferências.
Para o cumprimento das diligências, foram mobilizados 34 policiais civis, entre investigadores e peritos. Os mandados foram cumpridos em locais estratégicos, incluindo setores da Prefeitura Municipal de Tocantinópolis.
Entre os investigados está um policial militar da ativa, o que levou a Polícia Militar do Tocantins a prestar apoio durante a operação. Documentos administrativos, dispositivos eletrônicos e registros contábeis foram apreendidos para subsidiar a continuidade das investigações.
Foram cumpridos mandados de busca e apreensão em locais estratégicos, incluindo residências de investigados, a sede do clube esportivo e setores da Prefeitura Municipal.
O nome da operação faz alusão à continuidade do combate a esquemas ilícitos que utilizam o esporte como instrumento para práticas criminosas.
Sede do Tocantinópolis Esporte Clube
Reprodução/Google Street View
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins