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Entenda como funcionava o esquema de venda ilegal de CNHs no Tocantins


Policiais cumprem mandados em operação que investiga venda ilegal de CNHs
Uma investigação da Polícia Civil identificou um esquema de venda ilegal de Carteiras Nacionais de Habilitação (CNHs) que funcionava de forma estruturada dentro do Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran). Nesta quarta-feira (11), dez mandados de prisão preventiva e 59 mandados de busca e apreensão foram cumpridos.
Segundo o inquérito, servidores públicos, profissionais de saúde credenciados, instrutores de autoescola e funcionários de uma empresa terceirizada atuavam juntos para liberar documentos sem que candidatos passassem por qualquer etapa obrigatória.
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Os nomes dos investigados não foram divulgados e o g1 não conseguiu contato com as defesas. O Detran informou que colaborou com as autoridades e havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades relacionadas ao processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial (veja íntegra abaixo).
A apuração teve início após uma denúncia anônima e revelou que o grupo fraudava desde o cadastro inicial até a emissão física das habilitações. Os valores cobrados variavam entre R$ 500 e R$ 4,3 mil, dependendo do tipo de “facilidade” solicitada pelo candidato.
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As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Augustinópolis. Os mandados foram cumpridos em Araguaína, Araguatins, Augustinópolis, Palmas, Guaraí, Sítio Novo do Tocantins e Ananás, além de Imperatriz (MA). Cerca de 200 policiais civis participaram da operação.
Policiais civis cumpriram mandados em oito cidades
Divulgação/PCTO
Como funcionava o esquema
O g1 teve acesso à decisão que autorizou a operação policial. No documento, o juiz Alan Ribeiro da Silva, detalha a dinâmica do esquema criminoso, com base no inquérito da Polícia Civil.
Cadastro inicial fraudado
Servidores da Circunscrição Regional de Trânsito (Ciretrans) manipulavam o sistema do Detran inserindo dados falsos e simulando o comparecimento dos candidatos. Eles usavam as próprias digitais ou as de terceiros — as chamadas “digitais de aluguel” — para marcar presença. Fotos enviadas por aplicativos eram incluídas como se tivessem sido registradas presencialmente.
Exames médico e psicológico sem comparecimento
Médicos e psicólogos credenciados atestavam a aptidão de candidatos que nunca pisaram nas clínicas. As digitais eram colhidas por servidores ou terceiros, garantindo a validação do atendimento no sistema eletrônico como se o exame tivesse sido realizado.
Aulas e provas forjadas
Instrutores de Centros de Formação de Condutores (CFC) registravam presenças fictícias no sistema online. As aulas eram marcadas com as digitais dos próprios instrutores enquanto os veículos permaneciam parados ou circulavam sem os alunos.
Nos exames teóricos e práticos, servidores com acesso ao sistema inseriam manualmente o resultado “aprovado”. Relatórios de auditoria identificaram processos concluídos em poucos segundos, o que indicava manipulação direta das etapas obrigatórias.
Emissão final da CNH
Um funcionário de empresa terceirizada responsável pela confecção das habilitações corrigia inconsistências criadas pelas etapas fraudulentas. Ele manipulava assinaturas digitais e ajustava falhas nas fotografias para viabilizar a impressão do documento falso.
Fraudes em veículos
Além das CNHs, a polícia encontrou irregularidades em processos de transferência e regularização de veículos. Servidores inseriam dados falsos nos sistemas, suprimiam vistorias e até regularizavam carros furtados ou clonados usando laudos inexistentes.
A investigação constatou ainda que o esquema operava em diferentes Ciretrans, incluindo Augustinópolis, Araguatins e Araguaína. Digitais de servidores de unidades distintas apareciam nos mesmos processos, reforçando que se tratava de uma organização com atuação coordenada.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) informou que a operação teve apoio do Detran-TO e as provas obtidas durante a operação devem ser compartilhadas com a corregedoria do órgão para adoção das medidas administrativas cabíveis.
Íntegra da nota do Detran
O Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (Detran/TO) informa que já havia procedido com o afastamento de servidores e a suspensão das atividades de credenciados suspeitos de envolvimento em irregularidades relacionadas ao processo de habilitação no estado, antes mesmo da deflagração da operação policial realizada nesta quarta-feira (11).
O órgão esclarece ainda que colaborou com as autoridades responsáveis pelas investigações, tendo encaminhado informações que contribuíram para a apuração dos fatos. A iniciativa integra a política permanente de controle interno e combate a qualquer tipo de irregularidade nos serviços prestados à população.
A atual gestão reforça seu compromisso com a transparência e a legalidade, adotando medidas rigorosas para combater possíveis irregularidades e disponibiliza diversos canais para recebimento de denúncias.
O Detran/TO continua à disposição das autoridades competentes pela investigação e segue empenhado em garantir a segurança e a credibilidade dos serviços prestados à população.
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Fonte: G1 Tocantins

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Operação no MA mira suspeitos de fraudes na emissão de CNH e transferências indevidas de veículos


Operação no MA mira suspeitos de fraudes na emissão de CNH e transferências indevidas de veículos
Divulgação/Polícia Civil
A Polícia Civil deflagrou, na quarta-feira (11), a Operação Sinal Vermelho, contra suspeitos de envolvimento em fraudes da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e transferências indevidas de veículos no Maranhão. Mandados de busca e apreensão foram realizados em Imperatriz, a 629 km de São Luís.
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As investigações apontam que o grupo atuava dentro do Departamento Estadual de Trânsito do Tocantins (DETRAN-TO), especificamente nas Circunscrições Regionais de Trânsito (Ciretrans) de Augustinópolis (TO), Araguatins (TO) e Araguaína (TO).
O esquema fazia a emissão fraudulenta de CHNs e manipulava prontuários de veículos, envolvendo crimes como corrupção passiva e ativa, falsidade ideológica e inserção de dados falsos em sistemas oficiais.
Durante a operação, foram cumpridos mandados de busca e apreensão em endereços de suspeitos de envolvimento. Um aparelho celular foi apreendido e foi encaminhado à Polícia Judiciária do Tocantins para realização de perícia, extração de dados e coleta de novos elementos.
De acordo com a Polícia Civil, a operação tem como objetivo reunir provas sobre a venda de facilidades para condutores que não realizaram exames obrigatórios ou que possuíam restrições administrativas.
O caso continua sendo investigado pela Polícia Civil para identificar outros beneficiários e operadores do esquema criminoso.

Fonte: G1 Tocantins

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Estudante tem nariz quebrado após sofrer ofensas racistas e agressão em escola pública do Tocantins


Estudante sofre fratura no nariz após levar soco de colega dentro de escola em Dianópolis
Um adolescente de 12 anos sofreu fratura no nariz após ser agredido por um colega dentro do Colégio Estadual João D’Abreu, em Dianópolis, na região sul do Tocantins. Segundo a família, o estudante era alvo de ofensas racistas e bullying há cerca de um ano.
De acordo com Vinicius Moraes, irmão do adolescente, o colégio estava ciente da situação, mas não resolveu o problema. A agressão aconteceu no dia 3 de março e o menino só recebeu assistência médica após a própria família chamar uma ambulância.
“Eu já tinha ido na escola algumas vezes para reportar sobre o racismo e o bullying que ele tava sofrendo. Quando aconteceu [a agressão], a coordenação da escola ameaçou meu irmão, falando que ele seria suspenso por se envolver em briga. Não chamaram ambulância, não ligaram para a polícia, não registraram a ocorrência. Fizeram pouco o caso”, contou.
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O adolescente passou por cirurgia nesta quarta-feira (11), em Porto Nacional. O caso está sendo investigado pela Polícia Civil. A Secretaria da Segurança Pública informou que o inquérito corre em segredo de justiça por envolver menores de idade.
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Estudante fraturou o nariz após ser agredido com um soco
Arquivo Pessoal/Vinicius Moraes
Segundo Vinicius, as omissões por parte do colégio em casos de racismo e bullying são frequentes. “O colégio sempre se omitiu. Eu mesmo já sofri problemas dentro do Colégio de Abreu e nunca foi resolvido”, comentou.
A Secretaria de Estado da Educação do Tocantins (Seduc) disse que adotou providências imediatas após tomar conhecimento da agressão ao adolescente. Também ressaltou que repudia qualquer forma de violência, discriminação ou racismo e oferece suporte psicológico, pedagógico e médico ao aluno agredido.
Íntegra da nota da Seduc
A Secretaria de Estado da Educação (Seduc) informa que, ao tomar conhecimento do episódio de agressão envolvendo estudantes da Escola Estadual João D’Abreu, em Dianópolis, com relatos de bullying e racismo, adotou providências imediatas. A Pasta acionou a equipe multiprofissional para prestar assistência ao estudante agredido, orientou a unidade escolar quanto às medidas institucionais cabíveis e iniciou a apuração do caso.
A Secretaria ressalta que a situação é inadmissível e reafirma que não compactua nem tolera qualquer tipo de violência, discriminação ou racismo no ambiente escolar.
A Seduc está prestando todo o suporte necessário ao estudante e à sua família, com acompanhamento psicológico e pedagógico realizado pela equipe multiprofissional da rede estadual de ensino. O estudante também está recebendo atendimento médico, com o devido acompanhamento das equipes responsáveis.
Em relação ao outro estudante envolvido na ocorrência, a Secretaria esclarece que a escola também realizou os encaminhamentos institucionais necessários, incluindo o diálogo com os responsáveis e a adoção das medidas pedagógicas previstas nos protocolos da rede estadual de ensino.
A Secretaria reforça que desenvolve, nas escolas, ações permanentes de prevenção ao preconceito e à violência. Entre elas está o projeto Poder Afro, voltado à valorização da cultura afro-brasileira, ao respeito à diversidade e ao enfrentamento do racismo.
As unidades da rede estadual também contam com equipes multiprofissionais que atuam no suporte aos estudantes e contribuem para a construção de um ambiente escolar seguro, acolhedor e respeitoso para toda a comunidade escolar.
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Fonte: G1 Tocantins

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Saiba quem é o humorista que gerou revolta na web após fala sobre ‘salinha de repouso’ da enfermagem


Evoney diz que nunca se casaria com uma enfermeira citando ‘sala de repouso’ como motivo
Evoney Fernandes é um cantor, humorista e influenciador digital tocantinense que acumula mais de 10 milhões de seguidores em suas redes sociais. Recentemente, se envolveu em uma polêmica com a categoria da enfermagem após publicar um vídeo afirmando que não se casaria com enfermeiras por causa da “salinha de repouso”.
Conhecido por transitar entre o humor e a música, ele mantém amizade com figuras famosas, como o cantor Henrique, da dupla com Juliano. Também já foi visto ao lado de Bruno & Marrone, além de outros nomes do sertanejo.
O influenciador gerencia o “Bar do Aroeira”, um perfil de entretenimento focado em um estabelecimento fictício onde o personagem Seu Osmar contracena com personalidades regionais. No domingo (8), ao responder à caixinha de perguntas afirmando que não se casaria com uma enfermeira, ele fez insinuações que repercutiram negativamente (assista ao vídeo acima).
A declaração gerou notas de repúdio do Coren-TO e da ABEn-TO, que classificaram a fala como um ataque à honra e à dignidade profissional. Em resposta, o humorista pediu desculpas, alegando que as falas pertenciam ao seu personagem, Seu Osmar, e não refletiam sua opinião pessoal (veja a íntegra abaixo).
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Evoney Fernandes
Reprodução/Redes Sociais
Trajetória e controvérsias
A carreira de Evoney teve um início humilde na construção civil, onde trabalhou como auxiliar de carpinteiro e técnico em ar-condicionado por três anos. Em 2021, ele decidiu investir na criação de conteúdo para a internet, alcançando um crescimento meteórico através de vídeos humorísticos sobre diversas profissões.
Apesar do sucesso, o influenciador enfrenta questões judiciais. A Justiça do Tocantins condenou Evoney a 1 ano e 15 dias de prisão simples (convertida em penas alternativas) pela realização de 11 rifas ilegais que, somadas às de outros dois influenciadores, movimentaram R$ 4,5 milhões. No mesmo processo, ele foi absolvido das acusações de lavagem de dinheiro e fraude na entrega de prêmios.
Em outubro de 2024, a polícia flagrou Evoney com mais de R$ 40 mil em espécie dentro de um carro em São Bento do Tocantins, cidade onde seu irmão, Ernandes Fernandes, concorria ao cargo de prefeito. A quantia foi apreendida por suspeita de crime eleitoral (compra de votos), e o caso seguiu para investigação da Polícia Federal.
Íntegra da nota de Evoney Fernandes
Diante da repercussão de um vídeo que está circulando nas redes sociais, o humorista Evoney Fernandes vem a público prestar esclarecimentos.
O conteúdo mencionado faz parte de um quadro de humor interpretado por um personagem fictício chamado “Seu Osmar”, criado para retratar, de forma caricata, figuras populares em situações do cotidiano. O vídeo foi gravado com figurino e em um cenário montado, dentro de um contexto de atuação humorística, como parte de um conteúdo de entretenimento.
As falas presentes no vídeo fazem parte da construção desse personagem e de uma narrativa fictícia, recurso comum em produções de humor e obras de ficção, não refletindo de maneira alguma o pensamento pessoal de Evoney Fernandes.
Evoney ressalta que tem profundo respeito pelos profissionais da saúde, em especial pelos profissionais de enfermagem, que desempenham um papel essencial no cuidado com a população.
Ele reconhece que a fala presente no vídeo não foi adequada e pede sinceras desculpas a todas as profissionais de enfermagem ou a qualquer pessoa que possa ter se sentido ofendida. Evoney reforça que jamais teve a intenção de desrespeitar ou diminuir qualquer profissão.
Evoney Fernandes reforça que seu trabalho sempre esteve voltado ao humor e ao entretenimento, dentro do contexto artístico em que seus personagens são construídos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Operação da Polícia Civil investiga venda ilegal de CNHs no Tocantins


Mandados de prisão foram cumpridos pela Polícia Civil
João Guilherme Lobasz/Governo do Tocantins/Divulgação
Dez mandados de prisão preventiva e 59 mandados de busca e apreensão estão sendo cumpridos na manhã desta quarta-feira (11) pela Polícia Civil. A operação investiga uma organização criminosa suspeita de fraudar a emissão da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) em todo o Tocantins.
A polícia afirmou que os candidatos pagavam valores que chegavam a R$ 4,3 mil para obter a habilitação sem realizar as etapas obrigatórias do processo legal, como exames médicos e psicológicos, aulas teóricas ou provas práticas.
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Segundo as investigações, o grupo criminoso seria composto por servidores públicos, profissionais de clínicas médicas e psicológicas, instrutores de Centros de Formação de Condutores (CFCs) e funcionários de empresas terceirizadas.
Os nomes dos investigados não foram divulgados e o g1 não conseguiu contato com as defesas. O Departamento de Trânsito do Tocantins (Detran) foi procurado, mas ainda não se manifestou.
As ordens judiciais foram expedidas pelo Juízo da 2ª Vara Criminal da Comarca de Augustinópolis. Os mandados são cumpridos em Araguaína, Araguatins, Augustinópolis, Palmas, Guaraí, Sítio Novo do Tocantins e Ananás, além de Imperatriz (MA).
Veja os vídeos que estão em alta no g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Saiba quem é o fazendeiro preso suspeito de encomendar a morte de rival no ramo de abacaxi no TO


Polícia Civil cumpre mandados de prisão contra suspeitos de matar produtor rural
O fazendeiro suspeito de encomendar a morte do rival José Geraldo Oliveira Fonseca, de 39 anos, também atua no ramo de produção de abacaxi em Miranorte, na região central do Tocantins. O suspeito é o fazendeiro Roberto Coelho de Sousa, que foi preso nesta terça-feira (10).
A operação da Polícia Civil cumpriu seis mandados de prisão temporária contra envolvidos no assassinato nos estados do Tocantins, Alagoas e Rio de Janeiro. Dois suspeitos apontados como pistoleiros foram localizados em Alagoas e morreram em confronto com a polícia.
Em nota, a defesa do fazendeiro, suspeito de ser o mandante do assassinato, informou que até o momento não teve acesso integral aos autos do procedimento, o que impede uma análise detalhada dos fatos (leia a íntegra abaixo). Os nomes dos demais presos não foram divulgados, por isso o g1 não localizou as defesas.
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Roberto Coelho de Sousa foi preso nesta terça-feira
TV Anhanguera/Reprodução
O crime aconteceu no dia 7 de setembro de 2024, em uma pizzaria no centro de Miranorte, na região central do estado. Na ocasião, dois homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos contra o produtor rural, que morreu no local. A ação foi registrada por câmeras de segurança.
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Segundo a polícia, além da rivalidade comercial, Roberto Coelho de Sousa possuía problemas pessoais com a vítima, e a situação teria levado o suspeito a planejar o assassinato.
O delegado responsável pela investigação, Heliomar dos Santos Silva, afirmou que o crime foi meticulosamente planejado. O monitoramento bancário indicou que o pagamento pela morte do empresário foi realizado de forma fracionada, por meio de diversos depósitos nas contas dos executores.
Durante a operação realizada nesta terça-feira, também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos.
A polícia segue investigando o caso para esclarecer se houve a participação de outros envolvidos no crime.
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Fonte: G1 Tocantins

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Humorista pede desculpas após dizer que não se casaria com enfermeira por causa da ‘salinha de repouso’; VÍDEO


Evoney diz que nunca se casaria com uma enfermeira citando ‘sala de repouso’ como motivo
O humorista e cantor Evoney Fernandes se desculpou, nesta terça-feira (10), por meio de nota, após afirmar que não se casaria com enfermeira por causa da “salinha de repouso”. O conteúdo, que mostra um diálogo entre o artista e o influenciador Fábio Netto, foi considerado desrespeitoso e um ataque à categoria (assista ao vídeo acima).
Em nota, o humorista informa que o conteúdo faz parte de um quadro de humor interpretado por um personagem e ressalta que tem profundo respeito pelos profissionais da saúde (leia a íntegra abaixo).
O g1 pediu posicionamento à assessoria de Fábio Netto sobre o assunto, mas não houve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Evoney Fernandes, que conta com mais de 10 milhões de seguidores no Instagram e no TikTok, fez a publicação no último domingo (8). No conteúdo, ele afirma, após ser questionado em uma caixinha de perguntas, que não se casaria com uma enfermeira. O influenciador Fábio Netto questiona se o motivo seria porque as enfermeiras ficam muito tempo fora de casa. Em resposta, ele afirma:
“Né isso não. É a salinha do repouso. Tu não vai entender não […] A salinha do repouso quer dizer o quê na hora de repousar? Não sou besta, não. O descanso de um plantão para o outro.”
O Conselho Regional de Enfermagem do Tocantins (Coren-TO) e a Associação Brasileira de Enfermagem – Seção Tocantins (ABEn-TO) emitiram notas repudiando a fala do humorista (leia a íntegra abaixo).
O humorista é proprietário do bar fictício que possui perfil nas redes
Reprodução/Tik tok de Bar do Arueira
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Ataque à dignidade profissional
As entidades destacaram que as falas do humorista, que incluem insinuações maldosas sobre as “salas de repouso” nos ambientes de saúde, representam um ataque direto à moral de milhares de enfermeiras, técnicas e auxiliares.
Para o conselho, reduzir o local de descanso a cenários de “conduta imprópria” é desrespeitar profissionais que cumprem jornadas exaustivas de 12h ou 24h para salvar vidas.
O presidente do Coren-TO, Adeilson Reis, enfatizou que tais manifestações reforçam estereótipos de gênero ultrapassados e tentam descredibilizar uma categoria que é a maior força de trabalho da saúde brasileira, composta majoritariamente por mulheres.
“Não podemos admitir que profissionais que dedicam suas vidas ao cuidado com o próximo sejam alvo de comentários que tentam descredibilizar sua conduta e sua dignidade”, afirmou Reis.
A nota ressalta que o episódio é ainda mais grave por ocorrer na semana em que se celebra o Dia Internacional da Mulher. As entidades lembraram que o repouso digno é um direito garantido pela Lei nº 14.602/2023, essencial para a recuperação física dos profissionais.
Diante da gravidade das declarações, o Coren-TO e a ABEn-TO informaram que o caso está sendo analisado para a adoção das medidas legais cabíveis contra o humorista, reafirmando o compromisso de não tolerar que a imagem da enfermagem seja manchada por buscas de “engajamento” através do desrespeito.
Íntegra da nota do humorista
Diante da repercussão de um vídeo que está circulando nas redes sociais, o humorista Evoney Fernandes vem a público prestar esclarecimentos.
O conteúdo mencionado faz parte de um quadro de humor interpretado por um personagem fictício chamado “Seu Osmar”, criado para retratar, de forma caricata, figuras populares em situações do cotidiano. O vídeo foi gravado com figurino e em um cenário montado, dentro de um contexto de atuação humorística, como parte de um conteúdo de entretenimento.
As falas presentes no vídeo fazem parte da construção desse personagem e de uma narrativa fictícia, recurso comum em produções de humor e obras de ficção, não refletindo de maneira alguma o pensamento pessoal de Evoney Fernandes.
Evoney ressalta que tem profundo respeito pelos profissionais da saúde, em especial pelos profissionais de enfermagem, que desempenham um papel essencial no cuidado com a população.
Ele reconhece que a fala presente no vídeo não foi adequada e pede sinceras desculpas a todas as profissionais de enfermagem ou a qualquer pessoa que possa ter se sentido ofendida. Evoney reforça que jamais teve a intenção de desrespeitar ou diminuir qualquer profissão.
Evoney Fernandes reforça que seu trabalho sempre esteve voltado ao humor e ao entretenimento, dentro do contexto artístico em que seus personagens são construídos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia investiga morte de indígena Xerente em hospital no Tocantins


Jovem do povo Xerente morreu no último domingo (9) após quatro dias internada na capital
Reprodução/Instagram de Mídia Indígena Akwe
A Polícia Civil do Tocantins investiga a morte da indígena Vanusa Smikadi Xerente, de 16 anos, que morreu no Hospital Geral de Palmas (HGP). Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a investigação foi aberta após informações de que a vítima teria sido agredida antes de ser internada.
De acordo com a Secretaria de Estado da Saúde (SES-TO), a jovem deu entrada inicialmente no Hospital Regional de Miracema, onde recebeu suporte médico. Com o agravamento do estado de saúde e a confirmação da perda gestacional, no dia 4 a jovem foi transferida para o HGP.
Ela recebeu atendimento durante quatro dias na unidade, mas acabou morrendo no último domingo (9). O inquérito foi instaurado pela 69ª Delegacia de Polícia de Tocantínia após as autoridades receberem informações de que Vanusa teria sofrido agressões antes de ser encaminhada ao hospital.
A SSP busca agora esclarecer se as supostas agressões contribuíram para a morte da jovem e para a perda do bebê.
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A Secretaria da Saúde afirmou que o atendimento seguiu as diretrizes da Política Nacional de Atenção à Saúde dos Povos Indígenas (PNASPI), mas ressaltou que detalhes dos prontuários só podem ser repassados aos familiares.
O corpo da jovem foi submetido a exames de necropsia no Instituto de Medicina Legal (IML) de Palmas na segunda-feira (9). O laudo é considerado peça-chave para o inquérito, no qual os peritos buscam identificar sinais de traumas ou lesões que confirmem a hipótese de violência.
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Luto na comunidade
A morte de Vanusa causou comoção entre os Xerente. O Centro de Ensino Médio Indígena Xerente (CEMIX-WARÃ) suspendeu as atividades por dois dias, 9 e 10 de março, em sinal de respeito e luto. As aulas devem ser retomadas nesta quarta-feira (11).
Nota de pesar emitida pela Mídia indígena Akwê Xerente
(Reprodução/Instagram de Mídia Indígena Akwe)
A Polícia Civil informou que novas atualizações sobre o caso serão divulgadas apenas após a conclusão das análises técnicas realizadas pelo IML.
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Fonte: G1 Tocantins

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Vídeo mostra assassinato de produtor de abacaxi no TO; fazendeiro rival é apontado como mandante pela polícia


Vídeo mostra momento em que produtor rural é assassinado em Miranorte
A morte do produtor rural José Geraldo Oliveira Fonseca, de 39 anos, conhecido como “Geraldo do Abacaxi”, ocorreu em uma pizzaria, enquanto ele jantava com a família em Miranorte, na região central do estado. O crime foi registrado por câmeras de segurança.
O assassinato teria sido encomendado por outro produtor rural devido uma rivalidade nos negócios. Os dois eram bastante conhecidos na região de Miranorte (TO), na região central do estado.
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O vídeo da câmera de segurança do estabelecimento mostra que a vítima estava sentada com parentes, próximo da rua, na noite de 7 de setembro de 2024.
Dois homens chegaram em uma moto. Um dos criminosos desceu e atirou em José Geraldo pelas costas e caiu da cadeira. Um dos criminosos ainda levantou a vítima parcialmente e fez outro disparo antes de fugir do local.
Na época, um homem de 33 anos que estava no local teve ferimentos no tórax.
O suposto mandante do crime é Roberto Coelho de Sousa. Ele foi abordado pela TV Anhanguera após a prisão, em Miranorte (TO), mas não quis gravar entrevista. A defesa dele afirmou que “não teve acesso integral aos autos do procedimento, circunstância que impede a análise detalhada dos fatos e dos elementos que teriam fundamentado a medida de prisão” (veja nota completa abaixo).
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PERFIL: Quem é o produtor de abacaxi que teve a morte encomendada por fazendeiro rival no TO, segundo a PC
MOTIVAÇÃO: Produtor de abacaxi assassinado em pizzaria no TO teve morte encomendada por fazendeiro rival, diz delegado
Nesta terça-feira (10), outras três pessoas foram presas pela polícia suspeitas de envolvimento com o crime, por supostamente intermediar a contratação dos pistoleiros. Os dois homens apontados pela polícia como pistoleiros foram localizados em Maceió (AL) e morreram em confronto com a polícia.
Momento em que criminosos invadiram pizzaria e mataram empresário
PCTO/Divulgação
Quem era José Geraldo
O produtor rural é descrito pela família como um homem que gostava de ajudar as pessoas e de trabalhar com honestidade. Geraldo deixou esposa e dois filhos.
“Sempre vou lembrar dos nossos momentos em família. Ele sempre incluía a gente em tudo, até em viagens. Era muito atencioso com as crianças. Ajudava todo mundo à sua volta”, contou um parente do empresário que preferiu não se identificar.
Motivação do crime
Segundo a polícia, a investigação revelou que o crime foi meticulosamente planejado. O delegado da Polícia Civil Afonso Lira explicou a motivação do crime.
“Agora com as prisões temporárias pelo prazo de 30 dias, vai ser aprofundada a motivação, mas o que já foi levantado é que eram empresários rivais no âmbito da produção e venda de abacaxis, eram inimigos declarados e tinham problemas pessoais entre ambos”, disse.
O monitoramento bancário indicou que o pagamento pela morte do empresário foi realizado de forma fracionada, por meio de diversos depósitos nas contas dos executores.
A identificação de um dos atiradores foi possível graças ao trabalho de papiloscopia, que obteve fragmentos de digitais de um dos executores, e ao apoio dos setores de inteligência da Polícia Civil de Alagoas e do Rio de Janeiro, além da Polícia Rodoviária Federal.
As investigações prosseguem para esclarecer se houve a participação de outros envolvidos na dinâmica do crime.
Íntegra da nota de Roberto Colheo de Sousa
A defesa de Roberto Coelho de Sousa, por meio de seus advogados regularmente constituídos, vem a público prestar esclarecimentos acerca da reportagem recentemente divulgada sobre a prisão de seu constituinte.
Inicialmente, cumpre destacar que, até o presente momento, a defesa não teve acesso integral aos autos do procedimento, circunstância que impede a análise detalhada dos fatos e dos elementos que teriam fundamentado a medida de prisão.
Ressalta-se que o acesso aos autos é prerrogativa fundamental da advocacia, sendo indispensável para o pleno exercício do direito de defesa e para a garantia do devido processo legal.
Diante disso, a defesa informa que adotará todas as medidas jurídicas cabíveis para obter imediato acesso aos autos e, a partir da análise técnica do procedimento.
Por fim, reitera-se que todo investigado ou acusado possui o direito constitucional à ampla defesa e ao contraditório, razão pela qual qualquer conclusão antecipada deve ser evitada até que os fatos sejam devidamente esclarecidos no âmbito do processo.
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Fonte: G1 Tocantins

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Quem é o produtor de abacaxi que teve a morte encomendada por fazendeiro rival no TO, segundo a PC


Polícia Civil cumpre mandados de prisão contra suspeitos de matar produtor rural
O empresário José Geraldo Oliveira Fonseca, conhecido como “Geraldo do Abacaxi”, é lembrado como um homem que gostava de ajudar as pessoas e de trabalhar com honestidade. Ele foi morto a tiros aos 39 anos enquanto jantava com a família em Miranorte, na região central do estado.
“Sempre vou lembrar dos nossos momentos em família. Ele sempre incluía a gente em tudo, até em viagens. Era muito atencioso com as crianças. Ajudava todo mundo à sua volta”, contou um parente do empresário que preferiu não se identificar.
Nesta terça-feira (10), a Polícia Civil revelou que o crime foi encomendado por um fazendeiro rival. O homem atuava no mesmo ramo de produção de abacaxis e era concorrente direto de Geraldo. Policiais cumpriram mandados de prisão e prenderam quatro suspeitos. Dois homens apontados pela polícia como pistoleiros foram localizados em Maceió (AL) e morreram em confronto com a polícia.
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O crime ocorreu no dia 7 de setembro de 2024. Conforme a família, Geraldo trabalhava no ramo de abacaxis há 18 anos. Na época do homicídio, ele atuava na compra e venda das frutas, mantinha um escritório e empregava funcionários que trabalhavam com o manejo.
Geraldo deixou esposa e dois filhos. “Ele gostava de estar sempre com a família. Era um homem trabalhador, honesto, um ótimo pai, filho e esposo. Um homem do bem, que gostava demais de ajudar as pessoas. Fez muito por Miranorte”, lamentou um parente.
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José Geraldo Oliveira Fonseca era produtor de abacaxis
Arquivo pessoal/Família de José Geraldo
Morto em pizzaria
De acordo com a Polícia Civil, Geraldo e familiares estavam em uma pizzaria no centro da cidade quando dois homens armados invadiram o estabelecimento e efetuaram diversos disparos contra o produtor rural, que morreu no local. A ação foi registrada por câmeras de segurança.
Os autores também roubaram um cordão que estava no pescoço de Geraldo e fugiram do local. Na época, a polícia fez buscas na região, mas os suspeitos não foram encontrados.
Conforme a investigação, além da rivalidade comercial, o mandante possuía problemas pessoais com José Geraldo, o que o levou a planejar o homicídio.
A operação desta terça-feira também visou os intermediários e executores do crime:
Mandante: Preso em Miranorte.
Intermediários: Três homens responsáveis por contratar os pistoleiros; dois foram capturados em Miranorte e um no Rio de Janeiro.
Executores: Dois pistoleiros foram localizados em Maceió (AL). Durante a tentativa de prisão, eles reagiram, entraram em confronto com as equipes policiais e acabaram morrendo. Nenhum policial ficou ferido.
Investigação
Durante a operação também foram cumpridos sete mandados de busca e apreensão em endereços ligados aos suspeitos.
O delegado Afonso Lira explicou que a investigação segue em andamento. “Agora com as prisões temporárias pelo prazo de 30 dias, vai ser aprofundada a motivação, mas o que já foi levantado é que eram empresários rivais no âmbito da produção e venda de abacaxis, eram inimigos declarados e tinham problemas pessoais entre ambos”, disse.
O delegado Heliomar dos Santos Silva, responsável pela investigação, revelou que o crime foi meticulosamente planejado. O monitoramento bancário indicou que o pagamento pela morte do empresário foi realizado de forma fracionada, por meio de diversos depósitos nas contas dos executores.
A identificação de um dos atiradores foi possível graças ao trabalho de papiloscopia, que obteve fragmentos de digitais de um dos executores, e ao apoio dos setores de inteligência da Polícia Civil de Alagoas e do Rio de Janeiro, além da Polícia Rodoviária Federal.
As investigações prosseguem para esclarecer se houve a participação de outros envolvidos na dinâmica do crime.
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Fonte: G1 Tocantins