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O que se sabe e o que falta esclarecer sobre caso em que a Justiça bloqueou R$ 2,5 milhões contra suposta fraude


Operação ‘Fluxo Oculto’ cumpriu mandados em Palmas e no Maranhão
Divulgação/SSPTO
A Polícia Civil do Tocantins investiga um esquema de falsificação, estelionato e lavagem de dinheiro que causou um prejuízo estimado em R$ 2,5 milhões a empresários do agronegócio. O caso é investigado no âmbito da Operação Fluxo Oculto e a polícia cumpriu mandados de busca e apreensão na capital tocantinense e em Balsas, no Maranhão.
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Os alvos da investigação não tiveram seus nomes divulgados e, por isso, o g1 não teve contato com a defesa. Confira abaixo o que se sabe e o que falta saber sobre o caso:
Como a investigação começou?
Quando e onde os mandados de busca e apreensão foram cumpridos?
O que foi apreendido pela operação?
Quem são os investigados?
O que fazia cada um dos investigados?
Quem são as vítimas?
Como funcionava o esquema de de falsificação, estelionato e lavagem de dinheiro?
Como os suspeitos ocultavam a origem do dinheiro?
O que a polícia investiga agora, após cumprir os mandados de busca e apreensão?
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Como a investigação começou?
A investigação da Polícia Civil começou após uma denúncia feita por uma indústria de commodities agrícolas. De acordo com a empresa, havia contratos sendo firmados em seu nome sem autorização.
Quando e onde os mandados de busca e apreensão foram cumpridos?
Na quinta-feira (26), “Operação Fluxo Oculto” cumpriu mandados de busca e apreensão simultaneamente em Palmas (TO) e em Balsas (MA).
O que foi apreendido pela operação?
Ao cumprir os mandados de busca e apreensão, a polícia apreendeu, em Palmas, uma caminhonete avaliada em cerca de R$ 260 mil. Já no município maranhense de Balsas, foram apreendidos um veículo de menor porte e objetos de interesse para a investigação, em uma empresa citada no inquérito.
A apreensão inclui, também, documentos e aparelhos eletrônicos que serão submetidos à perícia técnica.
Quem são os investigados?
A operação tem dois investigados: um ex-representante comercial, de 35 anos, e uma advogada, de 30 anos. Além dos dois, a polícia também apontou a participação de duas empresas ligadas aos crimes.
O que fazia cada um dos investigados?
Segundo a polícia, o ex-representante teria agido enquanto trabalhava em uma empresa do setor, utilizando sua função para firmar contratos fraudulentos e enganar a empresa e clientes. Já a advogada é apontada como responsável pela parte de recebimento e ocultação dos valores ilícitos, por meio de outras empresas e aquisição de bens de luxo.
Quem são as vítimas?
“O valor é referente ao fato investigado, que teve, além da empresa que foi vítima, também agricultores que acabaram sendo enganados ao firmarem contratos com os investigados, que era o representante comercial”, afirmou o delegado Wanderson Chaves de Queiroz, responsável pelo caso.
Como funcionava o esquema de falsificação, estelionato e lavagem de dinheiro?
A investigação aponta indícios de que o esquema usava documentos com assinaturas contestadas, comunicações eletrônicas simuladas e estratégias de dissimulação patrimonial. Um desses documentos trata-se de um contrato de compra e venda de soja com indícios de assinatura irregular, além de cessões de crédito que podem ter facilitado o desvio de recursos.
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Empresas privadas também aparecem como destinatárias dos valores, incluindo uma pessoa jurídica ligada diretamente a uma das investigadas. O prejuízo é estimado em cerca de R$ 2,5 milhões, que foram bloqueados pela Justiça.
Além do bloqueio de contas, veículos e documentos foram apreendidos durante as buscas em Palmas e Balsas.
Divulgação/SSPTO
Como os suspeitos ocultavam a origem do dinheiro?
Os investigados adquiriram bens de alto valor, como imóveis e veículos de luxo, para ocultar a origem do dinheiro, informou a polícia.
O que a polícia investiga agora, após os mandados de busca e apreensão serem cumpridos?
De acordo com o delegado, a polícia investiga o caminho do dinheiro. “O material será analisado para identificar a origem e o destino dos recursos, bem como esclarecer a participação de cada investigado na estrutura financeira apurada”, explicou.
Além disso, a operação continua para identificar se há mais vítimas do esquema e o valor do prejuízo causado a elas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Aterro de represa rompe parcialmente em povoado no TO e provoca alagamentos; VÍDEO


Aterro de represa rompe no Tocantins
O aterro de uma represa rompeu parcialmente no povoado Cangas, distrito de Santa Rosa, na região sudoeste do Tocantins, neste domingo (1º), após as fortes chuvas na região. Ainda não há informações sobre feridos.
Informações preliminares indicam que o aterro da represa teria cedido parcialmente. Em vídeos enviados ao g1, é possível ver diversas áreas alagadas.
Em comunicado, a Prefeitura de Santa Rosa informou que o volume de chuva registrado nas últimas horas vem provocando alagamentos no município. “Em Cangas, foram identificadas obstruções em pontes e estradas que dão acesso à comunidade.”
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Distrito ficou alagado após rompimento de aterro
Reprodução/Rede social
A nota também informou que a Defesa Civil de Santa Rosa está no local. A reportagem procurou a Defesa Civil do Tocantins, que informou manter contato com a Prefeitura de Santa Rosa, e que uma equiep da Defesa Civil de Porto Nacional está a caminho.
*Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Tocantins

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Jovem de 17 anos que trabalhava na roça celebra 1ª semana no curso de medicina em universidade federal


Parentes e amigos fizeram carreata para comemorar aprovação de Fernando Abreu na UFT
O estudante Fernando Abreu Miranda, de 17 anos, celebrou a primeira semana no curso de medicina na Universidade Federal do Tocantins (UFT), em Palmas, após uma jornada marcada por desafios e muita dedicação. Antes da aprovação, ele dividia o tempo entre os estudos e o trabalho braçal no campo, ao lado do pai, roçando juquira para ajudar nas despesas de casa.
“Foi legal, o pessoal é muito acolhedor. No começo, eu estava triste, mas foi melhorando. Foi difícil deixar a família para trás”, contou Fernando Abreu após iniciar o curso.
O estudante é de Itaporã do Tocantins, a cerca de 250 quilômetros de Palmas. Com a aprovação no curso, ele precisou se mudar para a capital. Na última segunda-feira (23), o jovem pisou pela primeira vez em uma sala de aula no câmpus da UFT. Ao g1, ele contou que foi difícil deixar a família e os amigos para trás para seguir o sonho.
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“Está sendo um pouco difícil deixar tudo para trás, morar em uma cidade grande e deixar a família e os amigos, toda essa vida que foi construída. Mas está dando certo, pois tenho família por lá [em Palmas], que está dando apoio e posso ficar o tempo que for preciso”, contou.
Fernando durante comemoração da aprovação na UFT
Divulgação/Arquivo pessoal
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Antes de iniciar o curso, Fernando Abreu contou que, ao ver o próprio nome na lista, demorou para entender que havia sido aprovado na graduação. A notícia, tão esperada por ele, veio de madrugada, quando percebeu que a luz havia voltado após uma queda de energia em sua casa e decidiu conferir a lista do Sistema de Seleção Unificada (Sisu).
“À noite, aqui estava tendo uma chuva muito forte. Aí acordei de madrugada e vi que a energia tinha voltado. Então falei: ‘Vou olhar, né, se saiu o resultado’, e olhei. Vi lá que tinha sido chamado na chamada regular do Sisu. Fui conferir e foi quando pensei: ‘Devo estar sonhando’, e dormi de novo. Quando acordei, estava realmente lá, chamado”, disse em entrevista à TV Anhanguera.
O resultado da chamada regular do Sistema de Seleção Unificada (Sisu) 2026 foi divulgado em 29 de janeiro.
Percorria 20 quilômetros para estudar
Para cursar o ensino médio em um colégio militar, Fernando Abreu precisava se deslocar diariamente cerca de 20 quilômetros. Mesmo com o cansaço físico do trabalho e das viagens, ele mantinha a disciplina nos estudos.
“Minha rotina de estudos era ótima. Eu ficava sempre estudando nas horas vagas e tinha uma rotina bem organizada. Às vezes eu tinha que mudar alguma coisa, ir trabalhar e tinha que estudar de noite. Depois de um tempo, passei a estudar na parte da manhã e de noite também”, explicou.
Apesar da dedicação, a Medicina não era o objetivo inicial. Fernando planejava cursar farmácia e decidiu colocar a nota no Sistema de Seleção Unificada (Sisu) sem grandes expectativas. “Coloquei minha nota por acaso, nem pensava que eu iria conseguir passar”, confessou.
O resultado, porém, foi fruto de uma entrega total, especialmente na reta final. Na semana anterior ao Enem, ele chegou a estudar cerca de 10 horas por dia. Para alcançar o objetivo, o jovem precisou abrir mão de momentos de lazer e descanso.
“Às vezes ficava até tarde; às vezes dormia quando já chegava da escola por estar muito cansado. Evitava sair de casa para estudar, tive que deixar bastante coisa de lado para dar certo”, relembrou.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mega-Sena: aposta de Palmas ganha quase R$ 40 mil ao acertar cinco números


Sorteio foi neste sábado (28)
Marcelo Camargo/Agência Brasil
Um apostador de Palmas faturou R$ 38.181,97 ao acertar cinco números no sorteio da Mega-Sena. O concurso 2.978 foi realizado na noite deste sábado (28), em São Paulo (SP).
Veja os números sorteados: 06 – 09 – 13 – 20 – 42 – 50.
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Em todo o país, 129 apostas acertaram cinco números e receberão prêmios variados. A quadra teve 9.449 acertos, e os apostadores vão receber valores a partir de R$ 859,23 a depender da quantidade de números apostados.
Nenhuma aposta acertou as seis dezenas, e o prêmio para o próximo sorteio acumulou para R$ 160 milhões. O próximo sorteio da Mega-Sena será nesta terça-feira (3).
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Como apostar na Mega-Sena
As apostas podem ser realizadas até as 19h (horário de Brasília) em qualquer lotérica do país ou por meio do site e aplicativo Loterias Caixa, disponíveis em smartphones, computadores e outros dispositivos.
O pagamento da aposta online pode ser realizado via PIX, cartão de crédito ou pelo internet banking, para correntistas da Caixa. É preciso ter 18 anos ou mais para participar.
Probabilidades
A probabilidade de vencer em cada concurso varia de acordo com o número de dezenas jogadas e o tipo de aposta realizada.
Para um jogo simples, com apenas seis dezenas, que custa R$ 6, a probabilidade de ganhar o prêmio milionário é de 1 em 50.063.860, segundo a Caixa.
Já para uma aposta com 20 dezenas (limite máximo), com o preço de R$ 232.560,00, a probabilidade de acertar o prêmio é de 1 em 1.292, ainda de acordo com a instituição.
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Fonte: G1 Tocantins

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Saiba como chegar, quanto custa e o que levar para o oásis no meio do cerrado no Tocantins


As belezas da Praia do Pequizeiro vão além das suas margens
Na Praia do Pequizeiro, em Lavandeira, no sudeste do Tocantins, a ‘playlist’ é composta exclusivamente pelo barulho da cachoeira e pelo canto dos pássaros. O local, que surgiu de retiros familiares em uma fazenda com quase 30 anos de história, tornou-se um dos destinos mais procurados da região das Serras Gerais por suas águas verdes cristalinas e areia branca.
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Para garantir uma visita tranquila, o visitante precisa de planejamento. Confira abaixo o guia completo de serviços e regras para aproveitar o atrativo.
Logística e Acesso
Local: Lavandeira (TO) – Rio Ribeirão da Lavandeira.
Rotas: O acesso principal é via Aurora do Tocantins (30 km, com trechos de terra acessíveis a carros comuns). Por Lavandeira, são 17 km de asfalto até Aurora ou 23 km por estradas vicinais.
Horário: Diariamente, das 9h às 17h.
Conectividade: O local dispõe de energia elétrica e internet.
Melhor época: Temporada de seca (maio a outubro)
Para preservar a atmosfera do ambiente, o proprietário adota medidas de controle de som
Arquivo Pessoal/Walterley Moura
A gastronomia é um dos destaques mencionados por visitantes. O restaurante local serve almoço e porções durante o dia. A dica de ouro é agendar sua refeição logo na chegada para evitar esperas. Um dos pratos mais elogiados é a moqueca (que custa em média R$ 100 para duas pessoas).
Tabela de Preços (valores por pessoa)
Day Use: R$ 40,00
Camping: R$ 100,00
Taxa de Rolha: R$ 80,00 (para quem leva bebidas alcoólicas de fora).
Gastronomia: Refeições completas variam entre R$ 30 e R$ 50 por pessoa. Porções custam de R$ 25 a R$ 80.
O diferencial da Praia do Pequizeiro é o sossego. Por isso, o uso de caixas de som de qualquer porte é terminantemente proibido. “A gente dá prioridade ao som da cachoeira. Muita gente procura o atrativo para descansar a cabeça”, explica o proprietário Walterley Moura Sales.
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A praia está inserida na vegetação de cerrado e mata ciliar, faixa que margeia o rio
Arquivo Pessoal/Walterley Moura
Regras de Preservação
Proibido som Mecânico: incluindo caixas de som portáteis.
Proibido materiais de Vidro: Apenas latas são permitidas para facilitar a logística de resíduos.
Proibido levar alimentos: Consumo exclusivo no restaurante enquanto estiver no ambiente da Praia.
Proibido churrasqueiras: Vetadas na margem da praia.
Proibido acampamento na areia: O camping possui área específica para evitar a degradação da margem.
O que não pode faltar na mochila?
Equipamento: cadeiras de praia e repelente.
Vestuário: calçados confortáveis para trilhas de solo natural, traje de banho, protetor solar, chapéu, chinelo e toalha.
Resíduos: sacos de lixo individuais (levar o próprio lixo de volta é regra de ouro).
Para o banho: snorkel, boias e toalha (há trechos rasos para crianças e áreas mais fundas perto das corredeiras).
Se for acampar: barraca, saco de dormir e lanterna.
“A mensagem que eu deixaria pra todos os nossos visitantes é que a Praia do Piquizeiro é aquele lugar aonde você vem jogar todo o seu estresse, deixar ser jogado, levado pela água, porque é um lugar de descanso, é um lugar onde você desestressa, tira todo o seu cansaço”, conta Walterley.
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Fonte: G1 Tocantins

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Promessas, comissão fantasma e núcleo de atuação: o que se sabe da investigação que aponta desvio em projetos sociais no TO


Entenda a investigação sobre o desvio de R$ 650 mil de projetos sociais em Palmas
O que antes era uma promessa de um projeto social voltado para o esporte e o combate às drogas entre jovens vulneráveis de Palmas se tornou a descoberta de um esquema criminoso que, segundo a Polícia Civil (PC), desviou todo o recurso público no mesmo dia em que foi depositado.
A investigação da Operação Jogo Limpo revelou que, desde o início, os envolvidos tinham a pretensão de obter o dinheiro do convênio, que foi pulverizado entre empresas fantasmas e agentes políticos. 12 anos se passaram e as crianças e adolescentes permaneceram sem qualquer atendimento do projeto, de acordo com a PC.
“Sequestro de uma esperança”
Os dados da investigação apontam que o Convênio nº 020/2014, firmado entre a Fundação Municipal de Esporte e Lazer de Palmas (FUNDESPORTES) e o Instituto Vale do Tocantins, previa o custeio do projeto “Atividade Física e Recreativa no Combate às Drogas”. O valor de R$ 349.740,00 foi liberado em 3 de outubro de 2014, após uma tramitação recorde de apenas oito dias.
No entanto, a análise bancária provou que a totalidade da verba foi retirada por meio de cheques e direcionada a empresas de fachada no mesmo dia do crédito. Para a polícia, a celebração do convênio teve como finalidade exclusiva a apropriação ilícita do dinheiro, configurando o que os investigadores chamaram de “sequestro de uma esperança” para a juventude local.
“Constata-se que 100% dos recursos públicos foram direcionados para empresas, comprovadamente fantasmas, envolvidas no esquema, no mesmo dia do crédito; evidenciando que a celebração do convênio tinha como finalidade exclusiva a apropriação ilícita do erário”, diz o relatório.
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Operação da Polícia Civil teve início em 2014
Reprodução/TV Anhanguera
Comissão fantasma
A estrutura que sustentava a fraude incluía uma comissão fictícia de análise de projetos dentro da própria Fundesportes. O relatório aponta que servidores públicos tinham seus nomes incluídos no grupo sem o seu conhecimento.
Em depoimentos, esses funcionários afirmaram que sequer sabiam que faziam parte da comissão e que jamais analisaram qualquer documento relativo ao projeto investigado, o que indicou para a polícia que a aprovação era apenas uma formalidade fraudulenta para liberar o dinheiro.
Núcleo de atuação e beneficiários
O núcleo do esquema operava através de empresas fantasmas para lavar o dinheiro desviado, conforme as investigações. Durante as buscas, a polícia descobriu que os endereços declarados eram falsos, sendo em um deles, por exemplo, o de uma igreja evangélica. Além disso, as notas fiscais apresentadas eram ideologicamente falsas, emitidas por serviços e mercadorias que nunca existiram.
Os recursos foram espalhados entre dez indiciados, incluindo agentes políticos e seus familiares.
A quebra de sigilo bancário identificou que o então vereador Rogério Freitas recebeu um depósito de R$ 40 mil de origem de uma das empresas fantasmas apenas cinco dias após o repasse do convênio.
Entre os principais indiciados estão o ex-presidente da Fundesportes, Cleyton Alen, e o presidente do instituto, Deusdete da Silva Melo, sob acusações de peculato, lavagem de dinheiro e associação criminosa.
Polícia Civil investiga desvio de verbas na Fundação Municipal de Esportes e Lazer
Reprodução/TV Anhanguera
No caso apurado, o esquema envolveu:
Fraude processual — com utilização de comissão de análise de projetos fictícia, criada apenas para conferir aparência de legalidade aos procedimentos;
Celeridade atípica na tramitação — com liberação de elevados valores em poucos dias, evidenciando ajuste prévio entre os envolvidos;
Uso de empresas de fachada — responsáveis pela emissão de notas fiscais ideologicamente falsas e simulação de fornecimento de bens e serviços;
Lavagem de dinheiro — mediante saque integral dos valores repassados e posterior pulverização em contas bancárias de agentes políticos, servidores públicos e pessoas interpostas.
Os suspeitos poderão responder por crimes de peculato, lavagem de dinheiro, falsidade ideológica, fraude em licitações e associação criminosa.
Infográfico mostra como o esquema funcionava
Divulgação/PCTO
Resposta
O ex-vereador Rogério Freitas, investigado nessa operação, afirmou ao g1 que após 12 anos não foi sequer denunciado: “É importante que se apresente a denúncia, os investigados se defendam e a justiça julgue, com a urgência que o caso requer.”
A Prefeitura de Palmas afirmou que os fatos não têm relação com a atual gestão e que colabora com as investigações da Polícia Civil. O g1 tenta contato com a defesa do indiciado Cleyton Alen.
Por telefone, Deusdete Melo disse que os esclarecimentos já foram feitos e que o Instituto Vale do Tocantins foi desativado.
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Fonte: G1 Tocantins

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Gari que comoveu a web com vídeo trabalhando na chuva foi advertido pela prefeitura


Vídeo mostra gari trabalhando debaixo de chuva forte em Palmas
O gari que apareceu em um vídeo coletando lixo durante uma forte chuva, em Palmas, foi advertido pela prefeitura. A informação foi confirmada pelo município após a repercussão das imagens nas redes sociais.
Segundo a Prefeitura de Palmas, as equipes responsáveis pela coleta de lixo doméstico são orientadas a interromper temporariamente os serviços durante períodos de chuva intensa, como medida de segurança para os trabalhadores. De acordo com a gestão, o profissional descumpriu essa orientação.
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O vídeo foi gravado pelo arquiteto Tom Reis na quadra 1106 Sul, na noite de quinta-feira (27). Nas imagens, o trabalhador recolhe sacolas de lixo em ruas alagadas, sem capa de chuva. Ao publicar o registro, o arquiteto comentou: “E ali vai o trabalhador brasileiro, a essa hora da noite, numa chuva torrencial, para deixar a cidade limpa”.
Gari foi advertido após aparecer em vídeo coletando lixo durante forte chuva, em Palmas
Arquivo Pessoal/Tom Reis
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Prefeitura diz que orientação é priorizar segurança
Em nota, a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação afirmou que todos os garis recebem equipamentos de proteção individual (EPIs), incluindo capa de chuva. A pasta reforçou que a interrupção da coleta em caso de temporal tem como objetivo preservar a integridade física dos profissionais.
O caso gerou debate nas redes sociais, com internautas divididos entre elogios ao trabalhador e questionamentos sobre as condições de trabalho durante a chuva.
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Fonte: G1 Tocantins

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Aos 112 anos e 9 meses, idosa no TO pode bater recorde mundial de pessoa mais velha a fazer cirurgia ortopédica


Isabel Gomes tem 112 anos e 9 meses, segundo a SES
Divulgação/SES
A idosa Isabel Gomes, de 112 anos e 9 meses, deve entrar para o Livro dos Recordes Guinness após realizar uma cirurgia no fêmur no Hospital Geral de Palmas (HGP), em Palmas (TO). Com essa idade, ela pode superar a britânica Gladys Ada Elizabeth Hooper, que detém, até então, o recorde por ter realizado um procedimento no quadril aos 112 anos e 264 dias, em 2015.
A informação sobre o procedimento foi divulgada pela Secretaria de Saúde do Tocantins (SES) nesta sexta-feira (27). A administração do hospital informou que enviará toda a documentação ao Guinness.
A idosa, moradora de Palmas, nasceu em 1913 e fraturou o fêmur após cair dentro de casa. A cirurgia foi realizada na última terça-feira (24) e foi considerada bem-sucedida pela equipe médica, apesar dos riscos inerentes à idade avançada, como infecções e trombose.
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Segundo a SES, o procedimento exigiu a atuação de uma equipe multidisciplinar, composta por ortopedistas, geriatras, anestesiologistas, enfermeiros e fisioterapeutas.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
De acordo com o médico ortopedista Ronaldo Rêgo Rodrigues, o foco da intervenção foi restaurar a mobilidade da paciente, aliviar a dor e possibilitar o retorno ao convívio familiar.
“Trata-se de um caso de alta complexidade, principalmente pela idade extremamente avançada, o que exige tomada de decisão baseada em segurança, evidência científica e experiência clínica”, explicou o médico.
A idosa, moradora de Palmas, nasceu em 1913 e fraturou o fêmur após cair dentro de casa
Luciana Barros/Governo do Tocantins
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Embora Isabel Gomes possa se tornar a pessoa mais idosa do mundo a passar por uma cirurgia ortopédica, o título de paciente mais velha a ser submetida a um procedimento cirúrgico pertence à japonesa Chiyo Miyako.
Segundo o Guinness World Records, Miyako passou por uma amputação na perna esquerda em 8 de maio de 2017, aos 116 anos e 6 dias. A idosa japonesa já havia se submetido a um procedimento semelhante na outra perna dois anos antes, quando tinha 114 anos.
Caso a marca de Isabel seja homologada, ela poderá deter o recorde específico para intervenções ortopédicas de grande porte, como a correção de fratura de fêmur, aos 112 anos e 9 meses.
A SES não detalhou quando deve ser feito o envio de toda a documentação.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘E ali vai o trabalhador brasileiro’, desabafou arquiteto ao filmar gari trabalhando debaixo de chuva


Vídeo mostra gari trabalhando debaixo de chuva forte em Palmas
O desabafo do arquiteto Tom Reis ao registrar um gari trabalhando sob forte chuva, em Palmas, gerou repercussão nas redes sociais. Pelas imagens, é possível ver o profissional da limpeza recolhendo sacolas de lixo em meio a ruas alagadas e sem capa de chuva.
“E ali vai o trabalhador brasileiro, a essa hora da noite, numa chuva torrencial, para deixar a cidade limpa”, comentou o arquiteto enquanto gravava o profissional de limpeza urbana recolhendo sacolas de lixo na via pública durante o temporal.
A gravação feita por Tom Reis foi na quadra 1106 Sul da capital, na noite da última quinta-feira (27). Segundo o arquiteto, ele estava a caminho de casa quando encontrou o gari trabalhando e sem proteção contra a chuva.
“Então resolvi gravar como forma de dar visibilidade a quem é invisibilizado pela sociedade, exercendo um dos trabalhos que é base para a saúde coletiva, que contribui para a salubridade dos serviços públicos, para a segurança social ao preservar o bem público e para manter a cidade limpa, segura e bonita”, disse Tom Reis.
A Prefeitura de Palmas informou, por meio de nota, que as equipes de coleta de lixo doméstico são orientadas a suspender temporariamente o serviço durante chuvas intensas, como forma de garantir a segurança dos trabalhadores (veja a íntegra abaixo).
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Conforme a Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação, todos os garis recebem regularmente equipamentos de proteção individual (EPIs), incluindo capa de chuva.
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Segundo a pasta, as equipes já estavam em atuação quando a chuva começou, e a situação mostrada no vídeo trata-se de um caso isolado, que não condiz com as orientações e os protocolos adotados pelo município. O funcionário que aparece nas imagens foi advertido logo após o ocorrido.
Gari aparece coletando lixo debaixo de chuva forte em Palmas
Arquivo Pessoal/Tom Reis
Íntegra da nota da Prefeitura de Palmas
A Prefeitura de Palmas, por meio da Secretaria Municipal de Infraestrutura e Habitação, informa que, durante períodos de chuvas intensas, as equipes responsáveis pela coleta de lixo doméstico são orientadas a interromper temporariamente os serviços, como medida de segurança para os próprios trabalhadores.
A Secretaria esclarece que todos os garis recebem regularmente equipamentos de proteção individual (EPIs), incluindo capa de chuva, garantindo condições adequadas para o desempenho das atividades em situações climáticas adversas, quando estas permitem a continuidade do trabalho com segurança.
Sobre o caso específico mencionado, em que as equipes estavam em atuação quando iniciou a chuva, a Pasta destaca que se trata de um fato isolado, que não condiz com as orientações e protocolos adotados pelo Município e que o funcionário já foi advertido logo após a atuação.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motociclista morre após bater em container em Araguaína


Acidente foi registrado nesta sexta-feira, em Araguaína
Divulgação/Rede social
Um motociclista morreu após bater em um contêiner nesta sexta-feira (27), em Araguaína, na região norte do Tocantins. A vítima foi identificada como Vanderlan Andrade Carvalho, de 33 anos.
Segundo o 2º Batalhão da Polícia Militar, o acidente ocorreu na Rua Tapajós, no Setor Jardim Filadélfia. Ao chegarem ao local, os militares encontraram a vítima caída. O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) foi acionado, mas o motociclista não resistiu aos ferimentos e morreu ainda no local.
A perícia foi acionada e, após a realização dos procedimentos, o Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína recolheu o corpo, que foi liberado aos familiares após a realização dos exames de necropsia.
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Fonte: G1 Tocantins