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Preço médio da gasolina sobe e atinge recorde de R$ 3,85 para o consumidor

O preço médio da gasolina para o consumidor brasileiro atingiu na semana passada o valor recorde no ano de R$ 3,850 por litro. Os dados são do Levantamento de Preços e de Margens de Comercialização de Combustíveis (LPMCC) da Agência Nacional do Petróleo, Gás Natural e Biocombustíveis (ANP), feito entre os dias 3 e 9 deste mês e divulgado hoje (12).

A pesquisa analisou 3.160 postos e encontrou preço mínimo de venda da gasolina de R$ 3,149 e máximo de R$ 4,950. Para as distribuidoras, o preço médio da gasolina por litro alcançou R$ 3,410.

Em relação ao etanol, o preço médio por litro vendido para consumo foi de R$ 2,612 na semana pesquisada, atingindo valor de R$ 2,265 na distribuidora. Já o litro de diesel chegou ao consumidor pelo preço médio de R$ 3,150 e à distribuidora por R$ 2,759.

O Levantamento de Preços e Margens de Comercialização de Combustíveis abrange preços pesquisados em 459 localidades brasileiras.

 

Fonte: EBC

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Carlesse diz que não assinou edital para compra de móveis de “alto padrão” e cancela pregão

O presidente da Assembleia Legislativa, deputado Mauro Carlesse (PHS), cancelou nesta segunda-feira, 11, o edital de licitação para aquisição de “móveis de alto padrão” e artigos de decoração para o gabinete da presidência, recepção e sala VIP da Casa. De acordo com a Diretoria de Comunicação da AL, o parlamentar afirmou que não assinou o edital do pregão.

“O presidente ficou muito irritado porque não tinha conhecimento do edital. O pessoal fez, publicou e ele não assinou”, contou o diretor de Comunicação, jornalista João Neto Aguiar. “Ele [Carlesse] acha que foi uma falha do pessoal dele, mas que era culpa dele ter deixado eles fazerem, por isso, quis assinar o cancelamento”, completou.

De acordo com Mauro Carlesse, o momento é “impróprio” e “irrazoável” para aquisição dos móveis e artigos de decoração. Segundo Aguiar, o deputado lembrou que deixou de destinar recursos de empréstimos para construção do anexo do Legislativo. “Eu estou abrindo mão de construir um anexo de R$ 50 milhões de reais e vocês querem gastar dinheiro com tapete”, disparou o presidente durante reunião com a equipe da Casa.

Entenda
O polêmico edital de licitação da AL foi publicado no dia 31 de agosto. Ao todo a Casa pretendia comprar 41 itens que incluíam 4 carpetes em fio egípcio, 3 tapetes em fios de seda de pelagem alta e felpuda, quadros decorativos com moldura de alumínio chanfrada, sofás com braços em madeira de lei e poltronas fixas com pés de alumínio. A exigência era de que o modelo e desing fosse semelhante a de algumas marcas renomadas.

Em nota ao CT, a Diretoria de Comunicação da AL chegou a alegar que o pregão era “pertinente”, tendo em vista o tempo dos móveis atualmente em uso, que passa de uma década, e a importância dos ambientes em questão. “A Instituição deve oferecer ambientes respeitáveis, devidamente equipados para os serviços e autoridades que neles circulam”, argumentou.

Ainda conforme a Casa de Leis, a nomenclatura utilizada no edital: “móveis de alto padrão” se referia a alta qualidade para suportar o período de uso de mais uma década. “Foram usados artigos e vocábulos destinados a evitar o abuso ou nível inferior de confecção dos itens em questão”.

Com o cancelamento, a sessão pública para abertura dos envelopes que estava marcada para ocorrer no dia 19, às 9 horas, também foi revogada.

Confira o ato de cancelamento do edital:

“CANCELAMENTO DE EDITAL
DESPACHO Nº 002/2017- P

O Presidente da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, no uso de suas atribuições constitucionais, de conformidade com o art. 28 do Regimento Interno (Resolução nº 201, de 18 de setembro de 1997) e em consonância com o art. 3º da Resolução nº 319, de 30 de abril de 2015, e ainda com fulcro na Lei Federal n° 8.666/1993,

Considerando que o Pregão Presencial nº 007/2017 visa à aquisição de móveis soltos de alto padrão e artigos de decoração para o gabinete da presidência, recepção e sala vip da Assembleia Legislativa;

Considerando a supremacia da Administração Pública na condução e encerramento dos procedimentos licitatórios, com fundamento no teor do art. 49, caput, da Lei Federal 8.666/93;

Considerando o princípio do interesse da Administração e a conveniência administrativa;

Resolve:

REVOGAR, para tornar sem efeito, a licitação na modalidade Pregão Presencial nº 007/2017, proveniente do Processo Administrativo nº 00131/2017, que visa à aquisição de móveis soltos de alto padrão e artigos de decoração para o gabinete da presidência, recepção e sala vip da Assembleia Legislativa.

Gabinete da Presidência da Assembleia Legislativa do Estado do Tocantins, em Palmas, Capital do Estado, aos 12 dias do mês de setembro de 2017.

Deputado MAURO CARLESSE
Presidente”

 

Fonte: PortalCT

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Ministro Barroso, do STF, abre inquérito para investigar Temer e Loures

O ministro do Supremo Tribunal Federal (STF) Luís Roberto Barroso decidiu hoje (12) abrir inquérito para investigar o presidente Michel Temer e o ex-deputado federal Rodrigo Rocha Loures, além de mais dois empresários, por suspeitas de crimes de corrupção ativa, passiva e lavagem de dinheiro.

O pedido de abertura de investigação foi feito pelo procurador-geral da República, Rodrigo Janot, para apurar suspeitas de recebimento de vantagens indevidas dos envolvidos pelo suposto favorecimento da empresa Rodrimar S/A por meio da edição do Decreto dos Portos (Decreto 9.048/2017).

O pedido de abertura do inquérito chegou ao Supremo em junho e foi remetido ao ministro Edson Fachin. Ao receber o processo, o ministro entendeu que o caso deveria ser redistribuído a outro integrante da Corte por não ter conexão com o inquérito que envolve Temer a partir das delações da JBS.

Nesta semana, a presidente da Corte, ministra Cármen Lúcia, determinou uma nova distribuição e Barroso foi escolhido o novo relator.

Para Janot, a edição do decreto “contemplou, ao menos em parte, as demandas” de Rocha Loures em favor da Rodrimar.

Com a decisão do ministro Barroso, também serão investigados os empresários Ricardo Conrado Mesquita e Antônio Celso Grecco, ambos ligados à empresa.

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Temer e ministro dos Transportes vêm ao TO na 5ª para lançamento da Ponte de Xambioá

A bancada federal conseguiu convencer o presidente Michel Temer (PMDB) a participar do lançamento das obras da Ponte de Xambioá. A solenidade acontecerá nesta quinta-feira, 14, e também contará com a presença do ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintella (PR), e demais autoridades, bem como o governador Marcelo Miranda (PMDB).

Coordenador da bancada federal, o senador Vicentinho Alves (PR) mediou o entendimento entre o Palácio do Planalto e o governo do Estado para garantir a presença do presidente Michel Temer. O evento acontece nas Cidades de Xambioá, no Tocantins; e São Geraldo, no Pará. A obra é resultado de uma atuação dos congressistas tocantinenses, que destinou emendas impositivas para viabilizar a execução da ponte.

Segundo a assessoria de Vicentinho Alves, além de garantir os recursos no Orçamento da União, os parlamentares tocantinenses fizeram gestões junto ao ministro Maurício Quintela e com Michel Temer em jantar realizado em março, quando reivindicaram prioridade do governo federal para o início das obras.

O início das obras foi ameaçado em virtude de judicialização do processo licitatório por parte de um dos consórcios concorrentes. Entretanto, após intensa atuação do Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes, com o apoio da bancada federal, foi obtida a autorização para o seu lançamento.

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Justiça concede alvará de soltura à Duda Pereira para responder processo em liberdade

A defesa do empresário Eduardo Pereira, o Duda, preso desde o dia 7 de agosto, conseguiu na tarde desta segunda-feira, 11, a revogação do pedido de prisão provisória contra ele. Duda foi preso quando se apresentou para uma audiência de custódia na 1ª Vara Criminal do Fórum de Porto Nacional e disse que se manteve foragido durante quase quatro meses por atender aos pedidos da família, que temia por atentados à sua vida dentro da prisão.

De acordo coma decisão do desembargador Ronaldo Eurípedes, na atual situação do trâmite da Ação Penal, o réu “não representa perigo capaz de frustrar o prosseguimento da instrução processual ou interferir na coleta de provas ou ainda no depoimento das testemunhas”.

Pesa ainda em favor de Duda Pereira, conforme a decisão, o fato de ele ter se apresentado espontaneamente, embora de forma tardia, o que entende como uma disposição em colaborar com a elucidação dos fatos, fazendo desaparecer o risco de complicações no desenrolar da colheita de provas na fase de instrução.

Duda deve ser liberado ainda nesta tarde para responder ao processo em liberdade. “DEFIRO a liminar pugnada para revogar a prisão preventiva decretada contra o paciente, e de consequência, determino a sua imediata soltura, para que aguarde em liberdade o julgamento de mérito desse writ, se por outro motivo não estiver preso”, determina o desembargado Eurípedes.

Risco de vida           

Em entrevista ao T1 Notícias, no dia em se apresentou e teve a prisão mantida pelo juiz Márcio Barcelos Costa, da 1ª Vara Criminal do Fórum de Porto Nacional, Duda alegou correria risco de vida dentro do presídio. “Nós temos recebido ameaças não é de hoje, é lá detrás. Tanto é que eu registrei um boletim de ocorrência em março, bem antes desse pedido”, afirmou o empresário na ocasião.

Entenda

O empresário Duda Pereira teve a prisão decretada em abril deste ano, sob o argumento de que ele estaria atrapalhando as investigações e coagindo testemunhas no caso de investigação da morte de Vencim Leobas, ocorrido em fevereiro do ano passado após um atentado em frente sua residência, em Porto Nacional.

 

Fonte: T1Noticias

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Acidentes de trânsito sobem 44% nas rodovias federais durante feriado

Os acidentes durante o feriado da Independência aumentaram 44%. Neste ano foram registrados 13 acidentes nas rodovias federais que cortam o Tocantins, sendo que no ano passado foram nove. O número de mortes também subiu. A Polícia Rodoviária Federal informou que duas pessoas morreram este ano. Em 2016, houve uma morte. Apesar de a PRF não informar os dados comparativos, o G1 fez o levantamento baseado nas informações divulgadas pela própria polícia no ano passado.

Os dados foram coletados durante a operação Independência, que começou na quarta-feira (6) e terminou no domingo (10). No ano passado, a operação também durou cinco dias, entre 7 e 11 de setembro.

Conforme a PRF, 1.126 veículos foram fiscalizados, sendo que 313 motoristas cometeram alguma falta administrativa e foram autuados. A maior parte das infrações está ligada à ultrapassagem em local proibido.

Durante o feriado, 11 motoristas foram flagrados dirigindo alcoolizados e três deles foram levados para a delegacia, onde foram autuados por embriaguez ao volante.

Segundo a polícia, dois condutores que estavam sob o efeito do álcool se envolveram em acidentes. O primeiro foi registrado por volta de meia-noite deste domingo (10), no km 176, da BR-153, perto de Araguaína. O motorista tombou o caminhão que conduzia e a pista ficou parcialmente interditada. Não houve feridos.

O segundo ocorreu também na madrugada de domingo, na BR-153, perto de Barrolândia. Um motorista embriagado invadiu a pista contrária e bateu em um caminhão. Ele teve ferimentos leves.

Mortes

Uma das pessoas que morreram foi o motociclista Marciliano Gomes. O acidente aconteceu na madrugada deste domingo. Ele bateu a motocicleta na cabeceira de uma ponte na BR-242, próximo a Gurupi. A Polícia Rodoviária Federal informou que o acidente foi no km 354, na ponte sobre o rio Santo Antônio. Com a força da batida ele foi jogado da moto, mas não chegou a cair na água.

A outra morte foi registrada na BR-153 em Guaraí, região central do Tocantins, na sexta-feira (8). Um idoso de 69 anos dirigia um carro quando bateu de frente com outro veículo. Ele não resistiu. O outro condutor ficou ferido e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

Fonte: G1Tocantins

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Por nomeação de assessores, Nilton Franco e Valdemar Jr. são acusados de improbidade pelo MPE

Tramita na 2º Vara da Fazenda e Registros Públicos de Palmas uma ação por ato de improbidade administrativa contra os deputados estaduais Nilton Franco (PMDB) e Valdemar Júnior (PMDB) e ex-servidores da Assembleia Legislativa. O promotor Miguel Batista de Siqueira Filho acusa os peemedebistas de nomearem assessores parlamentares que sem a efetiva contraprestação laboral, gerando assim, prejuízo ao erário. A inicial pede liminarmente o bloquei de bens.

O episódio que resultou nesta ação civil apresentada na quarta-feira, 6, repercutiu na imprensa em dezembro de 2015. No mesmo mês, um inquérito civil foi instaurado para apurar o suposto caso de assessores que não exerciam qualquer trabalho para a Assembleia mesmo lotados na Casa de Leis. É questionada as nomeações de Orlando da Cruz dos Santos, Frank Elson Ribeiro Macedo, Raimundo Ferreira dos Santos e Solino Abreu de Aguiar, todos de Pium, cidade de Nilton Franco.

De acordo com as investigações do Ministério Público – que também se baseou em matéria jornalística -, os ex-servidores alvos da ação exerciam funções particulares quando estavam lotados como assessores. Orlando da Cruz é apontado como dono de bar; Frank Elson trabalha consertando geladeiras; Solino Aguiar atua como engenheiro agrônomo e Raimundo Ferreira é tido como vaqueiro de uma fazenda do deputado estadual Nilton Franco.

Os ex-servidores foram ouvidos em abril deste ano pelo Ministério Público. Acompanhado dos seus respectivos advogados, todos confirmaram que trabalharam para Nilton Franco, mas somente de janeiro a novembro de 2015. A atribuição de todos era a organização de reuniões para o deputado estadual na região, mas sem horário de trabalho estabelecido ou folha de frequência. Questionados pela Promotoria, os quatro afirmaram não ter atas ou documentos para comprovar a realização destas audiências e sequer produziam relatório de atividades.

“A oitiva dos requeridos revelaram um quadro assombroso e afrontoso aos postulados da administração pública, evidenciando o dispêndio de recursos públicos para o custeio das remunerações dos aludidos servidores públicos, à época dos fatos, a despeito da ausência regular ao local de trabalho, da percepção de remuneração sem a efetiva contraprestação laboral e do descumprimento da carga horária regular, com a aquiescência efetiva dos deputados estaduais”, anotou o promotor.

O envolvimento de Valdemar Júnior na ação civil pública deve-se a nomeação de Raimundo Ferreira em gabinete depois do caso ter sido divulgado pela imprensa. Para o promotor de Justiça, o deputado estadual participou de um “estratagema” para “afastar a suposta pecha de favorecimento” do correligionário. “Esse modus operandi, por acaso, não foi idealizado de forma meramente amadora. Pelo contrário, teve o nítido propósito de favorecer o seu colega de bancada”, discorre.

Diante do caso, o promotor Miguel Batista de Siqueira Filho afirma que os deputados Nilton Franco e Valdemar Júnior cometeram ato de improbidade administrativa ao permitirem para o enriquecimento ilícito destes ex-assessores às custas do erário do Estado, violando princípios constitucionais da legalidade, moralidade, impessoalidade e eficiência.

“As investigações evidenciaram um quadro assombroso de servidores percebendo remuneração de maneira ilícita, sem a devida contraprestação laboral, aliado ao descumprimento da carga horária regular, além do emprego de mão de obra em atividades de caráter eminentemente particular, custeada com recursos públicos, formando uma verdadeira nuvem de servidores gafanhotos, que apenas devoram a folha de pagamento sem qualquer contrapartida, como forma de retribuição aos apoios políticos prestados aos parlamentares que vos indicam”, resumiu o promotor.

O promotor pede liminarmente indisponibilidade dos bens de todos os acusados, sendo R$ 540.993,75 de Nilton Franco, e R$ 8.802,12 de Valdemar Júnior, correspondente aos valores que permitiram que fosse incorporado ilicitamente ao patrimônio dos ex-servidores. Além de R$ 91.701,00 de Orlando da Cruz; R$ 143.126,37, de Frank Elson; R$ 137.252,76, de Raimundo Ferreira; e R$ 168.913,62, de Solino Abreu. Os valores foram baseados no dano ao erário mais três vezes a multa civil.

Outras punições previstas em caso de condenação são a suspensão dos direitos políticos de oito a dez anos; a proibição de contratar com o Poder Público ou receber benefícios fiscais por uma década.

Equívoco
Acionado pelo CT, Valdemar Júnior afirmou que ainda não foi notificado, mas minimizou as argumentações contra ele na ação civil pública. O deputado defendeu que assim que o caso foi tornado público a nomeação de Raimundo Ferreira em seu gabinete, o Parlamento admitiu que houve um erro.

“Respeito a atuação do Ministério Público, mas a própria Assembleia Legislativa já emitiu parecer, uma nota, dizendo que houve um erro de lotação ou de nomeação, porque eram servidores homônimos, e foi nomeado no meu gabinete, por equívoco, alguém que tinha causado polêmica no gabinete de outro gabinete”, explicou.

Valdemar Júnior acrescentou que, depois que ser devidamente notificado da ação civil pública, usará a própria manifestação da Assembleia Legislativa como defesa no processo.

Respaldo em Decreto
Nilton Franco se manifestou por meio da sua assessoria de imprensa. Assim como Valdemar Júnior, o correligionário afirmou que ainda não foi notificado sobre a ação civil pública por improbidade administrativa, mas se disse “tranquilo” quanto ao caso, já que defende que as pessoas citadas no processo foram contratadas com respaldo do Decreto Administrativo do Parlamento, que dispensa o registro de ponto dos servidores da casa, lotados em gabinetes. “Muitas atividades parlamentares são realizadas em campo, ou seja, em cidades do interior”, argumenta.

No caso específico de Raimundo Ferreira, apontado como vaqueiro do deputado, a nota reforçou que a Assembleia Legislativa já admitiu o erro da sua contratação por outro gabinete e reforça que o então assessor foi exonerado ainda em dezembro de 2015. “mesma data que constava em sua carteira de trabalho, contratação em outra atividade particular”, garantiu.

Confira a íntegra da manifestação:

“Resposta ao Portal CT

Por meio da Assessoria Jurídica e de Imprensa o deputado Nilton Franco ressalta que ainda não foi notificado sobre ação civil pública por ato de improbidade administrativa publicada, no dia 06/09, pelo Ministério Público do Tocantins (MPE-TO).

Mas aproveitando a oportunidade, a Assessoria de Imprensa do parlamentar, esclarece que, a ausência das pessoas contratadas do gabinete, citadas na ação, está respaldada no decreto administrativo, 88/2006 da AL-TO, que dispensa o registro de ponto dos servidores da casa, lotados em gabinetes, por entender que muitas atividades parlamentares são realizadas em campo, ou seja, em cidades do interior.

No caso específico da lotação do senhor, Raimundo Ferreira dos Santos, a própria AL-TO emitiu nota, na época, se responsabilizando pelo equívoco da contratação do servidor em outro local. O erro pode ser confirmado e checado no diário oficial da instituição, pois, o funcionário em questão, já havia tido sua carteira de trabalho registrada em outra função particular antes da publicação equivocada da nova contratação da Casa de Leis.

No dia 01/12/2015, o trabalhador já havia sido exonerado do cargo, mesma data que constava em sua carteira de trabalho, contratação em outra atividade particular. Mesmo com todo esse respaldo documental, a reportagem de TV foi ao ar no dia 14/12/15, veiculando a inverdade de que Santos era funcionário da Assembleia.

No momento certo, e em resposta aos questionamentos judiciais, do MPE-TO, serão elaborados argumentos, acompanhados de documentos, que comprovarão a verdade dos fatos.

Ao nobre Portal CT informamos que estamos tranquilos quanto à situação, aproveitamos para agradecer o direito de resposta, e nos colocamos à disposição

Assessoria de Imprensa do parlamentar”

Fonte: PortalCT

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Kátia diz que não sai do PMDB e confirma diálogo aberto com Amastha

Em coletiva concedida à imprensa na manhã desta segunda-feira, 11, em seu gabinete, a senadora e pré-candidata ao comando do Palácio Araguaia, Kátia Abreu (PMDB) afirmou que o PMDB é um grande partido e que não pretende abandonar a sigla e, apesar da sigla querer emplacar o nome do governador Marcelo Miranda (PMDB) na reeleição, ela descartou qualquer possibilidade de apoio ao atual gestor. A parlamentar também comentou seu posicionamento contrário a PEC Amastha e disse que o prefeito já sabe disso. Na ocasião a pemedebista garantiu que seu filho, deputado federal Irajá Abreu não concorrerá ao Senado, mas sim a reeleição na Câmara Federal.

Partido Histórico

Kátia comentou que a sigla é histórica, no entanto alguns filiados acabaram se corrompendo, e admitiu que não pretende deixar o partido.

“O partido é histórico que teve um papel fundamental na democracia brasileira, com personagens nacionais. Então eu não vou generalizar que o partido não presta. Na verdade esse partido está com pessoas imundas lá dentro. O PMDB da base são pessoas apaixonadas, que o olho brilha pela história do partido. Alguns personagens corromperam-se e por um acaso estão no PMDB. Eu vou tentar ficar no PMDB porque eu vim para ficar. Eu fui para o partido por uma estratégia política e tomei a decisão de continuar nele”.

Na oportunidade a ex-ministra da Agricultura também reafirmou ser adversária do atual governador do Tocantins, Marcelo Miranda, apesar de tê-lo apoiado nas últimas eleições e adiantou que graves denúncias estão prestes a ser anunciadas.

“Vim de tão boa fé e fui tão correta que eu entreguei o comando do partido para o Marcelo (Miranda) porque eu tinha certeza que ele seria um bom governador, porque o apoiei achando que ele realmente seria um bom governador, porque ele tinha sido no passado. Não tinha menor interesse nesse desgaste com ele. O que estou ouvindo de muitas pessoas do PMDB é para eu não sair, que ainda há muitas coisas para acontecer a nível nacional e estadual. Tem informações graves vindo aí a qualquer momento”, adiantou.

Kátia também avaliou sua expulsão do partido atribuindo os motivos à questões éticas. “Do jeito que a lama está feia quem é que tem coragem de me expulsar do partido. Eu estou sendo expulsa por uma questão ética. Como assim? Qual o parâmetro de ética nesse partido? A turma da tornozeleira está todinha lá. Uns estão presos, outros estão em casa com a tornozeleira, o que vai acontecer com eles? Será que o partido vai expulsar?! Com que moral vão me expulsar? Jarbas Vasconcelos, Requião que 30 anos de partido. Quer dizer, vai expulsar os honestos, os éticos e deixar os bandidos?”

Corrida Eleitoral 2018

A senadora afirmou que pretende concorrer ao governo do Tocantins pelo PMDB.  “Vamos ver então o que vai acontecer. Se o Marcelo Miranda não tiver condições eleitorais ou jurídicas para ir à reeleição o PMDB vai abrir mão de ter uma candidata mais competitiva do que eu?! Esperei Siqueira e Marcelo ter mandato, nunca saí desses dois apoios para apoiar Gaguim ou Sandoval… Eu acho modestamente que hoje eu estou preparada para assumir essa empreitada, se assim o povo quiser”, avaliou a senadora que defende  a renovação.

Kátia comentou ainda sobre as conversas de bastidores que corre sobre a candidatura ao senado do seu filho, deputado Irajá Abreu. “Essa possibilidade está descartada. Deputado Irajá é candidato a deputado federal na sua terceira reeleição”, asseverou.

PEC Amastha

“Até sou a favor da tese de que estrangeiro não governe, nem seja senador da república, mas voto contra porque não sou oportunista, já que nós dois somos pré-candidatos. Eu não ficaria confortável tentando tirar ele do páreo desta forma. Independente de Amastha ser ou não candidato ao governo, isso não altera minhas intenções”, argumentou a senadora sobre a PEC 306/2017 que restringe a brasileiros natos o direito de ocupar os cargos de senador, governador, vice-governador e de ministro das Relações Exteriores.

Fonte: T1 Noticias

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Policiais civis prendem suspeito de ser um dos maiores estelionatários do Tocantins

A Polícia Civil do Tocantins prendeu de W. P. P., mais conhecido como “Bad Boy”, de 35 anos. Segundo investigações da Polícia, o indivíduo é responsável pela prática de dezenas de financiamentos fraudulentos de veículos. Ele foi preso durante cumprimento de mandado de prisão preventiva, em Palmas. O homem usava documentos falsos, a exemplos de CNHs e procurações falsificadas. Na maioria das vezes, o homem usava uma CNH falsa em nome de Wesley A. da S. e Marley M. de S.. Com esses documentos falsos, ele financiou e comprou vários carros.

Na maioria das vezes, às vitimas dos golpes eram os verdadeiros donos dos veículos, as pessoas que tinham suas CNHs falsificadas e seus nomes iam para o Serasa, além dos bancos (BV, Santander, Bradesco, Safra etc).

Conforme o delegado Rossílio Souza Correia, responsável pelo caso, há cerca de quatro meses, tramita na delegacia especializada uma investigação sigilosa em desfavor do suspeito pela prática dos crimes de formação de quadrilha, estelionato, furto mediante fraude, uso de documentos falsos e falsificação de documentos públicos.

Financiamentos fraudulentos

O delegado Rossílio pontuou ainda dezenas de financiamentos fraudulentos investigados pela Derfrva tais como: Realização um financiamento fraudulento, junto ao banco BV Financiamentos, em Araguaína-TO, referente a aquisição de um valor de R$ 45.000,00, para o financiamento de um veículo Toyota Hilux.

Realização de um financiamento fraudulento, junto à empresa Autovia e Banco Safra, em Palmas, referente a um veiculo tipo Fiat/ Toro. O financiamento foi pago pelo Banco Safra, no valor de R$ 73.744,44 reais;

Realização de transferência, com uso de documentos falsos, de um veículo furatdo mediante fraude e estelionato, junto a Locadora “Localiza” e Banco Bradesco, referente a um veículo HB20; Realização de um financiamento fraudulento, junto ao Banco Santander, referente a um veículo, modelo Toyota Hilux.

O homem foi encaminhado à Casa de Prisão Provisória de Palmas (CPPP), onde permanecerá à disposição da justiça.

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Por causa do protesto de grevistas, Amastha não vai a desfile e culpa a “velha política”

O prefeito de Palmas, Carlos Amastha (PSB), não foi ao desfile cívico de Sete de Setembro, nessa quinta-feira, 7, na Avenida Teotônio Segurado por conta da manifestação dos servidores da educação em greve. Cerca de 500 grevistas foram para a avenida com faixas do tipo “Paga, Amastha” e “Prefeito eficiente não honra com a sua gente”.

Irritado, Amastha não foi ao evento e culpou seu tradicional “algoz”: “Maldita velha política!”, disparou nas redes sociais, mas sem explicar. “Vou perder um dos maiores orgulhos de minha vida. O prazer de celebrar a minha brasilidade. Infelizmente um grupo de radicais insultando. Pena.”

A primeira-dama Glô Amastha também fez um comentário no post do prefeito, contudo, sem detalhar o ocorrido: “Todo esforço e trabalho das escolas, alunos e professores merece o respeito de todos! Por esse motivo preferimos não comparecer, para evitar que nossa presença sirva de combustível para os que confundem a falta de política com gestão, muito triste! Desejo de coração um super desfile aos queridos alunos e professores”.

Líderes da greve dos professores garantem que o movimento foi pacífico e que o grupo de manifestantes tomou os cuidados para não atrapalhar o desfile.

A categoria reivindica o cumprimento do acordo firmado pelo prefeito ainda em 2015, referente a data-base, progressões, eleição para diretor, Planos de Cargos Carreiras e Remuneração (PCCR) e retroativos, que segundo o sindicalista, se acumulam desde 2013.

Viés político
Na quarta-feira, 6, quando o Tribunal de Justiça determinou a suspensão da greve, o prefeito já tinha feito críticas ao movimento. “A atitude do sindicato foi de usar um movimento com viés político e violento contra a honra e dignidade do prefeito politizando um assunto que não tem nenhum viés político”, afirmou.

 

Fonte: PortalCT