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Jacaré de um metro é capturado em avenida no centro de Miracema; veja vídeo

Um jacaré com cerca de um metro de comprimento deu um susto em moradores de Miracema do Tocantins, na região central do estado, na manhã deste domingo (20). O animal apareceu na Avenida Tocantins, no centro da cidade, por volta das 9h. A Polícia Militar Ambiental foi chamada para capturar o bicho. Ninguém ficou ferido.

A captura foi feita em poucos minutos, após o animal tentar fugir por um terreno baldio. Ele foi examinado e como não estava ferido, foi devolvido ao habitat natural. O jacaré foi solto em uma área de mata próxima da cidade. Para preservar a espécie, o local específico não é divulgado.

A orientação para quem encontrar animais selvagens em ambiente urbano é de nunca tentar fazer a captura sem a ajuda dos profissionais. O socorro pode ser acionado através dos números 190, da Polícia Militar, ou 192, do Corpo de Bombeiros.

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Caminhão carregado com peças para motocicletas tomba na BR-153

Um caminhão carregado com peças para motocicletas tombou na BR-153, entre Talismã e Alvorada, no sul do Tocantins. O acidente foi na noite do sábado (19) e a rodovia ficou interditada durante toda a madrugada e parte da manhã do domingo (20). Um carro que desrespeitou a sinalização de interdição acabou batendo na traseira de outro caminhão que estava parado na pista.

O motorista do caminhão foi levado pela Defesa Civil ao Hospital Municipal de Alvorada, ele já teve alta. Os ocupantes do carro envolvido na segunda batida tiveram escoriações, mas não precisaram ir ao hospital. Eles aguardaram o seguro mandar um guincho para a remoção do veículo no local.

O primeiro acidente teria acontecido após o caminhoneiro desviar de uma caminhonete que fazia uma ultrapassagem irregular. Chovia na hora em que tudo aconteceu. O caminhão chegou a ficar atravessado na pista.

A carga do caminhão saiu de São Paulo e ia para Belém (PA). A empresa deve providenciar outro veículo para fazer o transporte das peças que não foram danificadas no acidente.

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SLIDE TOCANTINS

Área plantada de algodão diminui 41% após fim da isenção no ICMS

A área plantada de algodão no Tocantins diminuiu 41,1% em um ano e chegou a 2,8 mil hectares, de acordo com a Companhia Nacional do Abastecimento (Conab). Segundo os especialistas, a principal causa da queda na produção é o fim da isenção no Imposto sobre Circulação de Mercadorias e Serviços (ICMS).

A Conab destacou que mesmo com condições climáticas favoráveis, os agricultores preferem plantar algodão em estados vizinhos, que têm programas de incentivo fiscal. A Bahia, por exemplo, isenta 50% do ICMS do algodão e viu o número de plantações crescer nos últimos três anos.

A desistência dos produtores em cultivar algodão não significa que as lavouras estão ociosas. Muitos preferiram utilizar a terra para plantar produtos com taxas mais favoráveis e com bom valor de exportação, aproveitando a alta do dólar.

A área plantada de soja é recorde e a expectativa é de alta produtividade para a safra. A projeção é de um crescimento de 4,2% com relação ao ano passado, quando houve supersafra.

Veja mais notícias da região no G1 Tocantins.

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Grupo de advogados promove ato na OAB contra presidente Walter Ohofugi

Nessa quinta-feira, 17, um grupo de 40 advogados promoveram na Capital um ato contra o presidente da OAB/TO, Walter Ohofugi, após repercussão da filiação partidária do dirigente da Ordem. No ato, foram coletadas assinaturas dos advogados presentes para que o presidente emita uma nota pública esclarecendo suas pretensões políticas para as eleições de outubro desse ano.

Walter Ohofugi se filiou no dia 6 de abril ao Partido Social Democrático (PSD), o mesmo do deputado Irajá Abreu, filho da Senadora Kátia Abreu (PDT), atual candidata ao Governo do Tocantins nas eleições de junho. A filiação de Walter ocorreu um dia antes do encerramento do prazo. Em declarações feitas à imprensa na época, o presidente da OAB informou ser improvável sua candidatura, e explicou a filiação apenas como uma “possibilidade”.

O advogado Nili William Fernandes, que participou do ato na OAB, afirmou em entrevista à FARCOM (Federação de Rádios Comunitárias do Tocantins), que “quanto a filiação do presidente Walter, não vejo problema nenhum, não se trata da filiação apenas, mas do momento em que isso ocorreu. Ele assumiu a Ordem com o discurso de não atrelamento a nenhum partido, e agora o fez no último prazo de filiação, depondo contra a isonomia que a OAB deve ter durante qualquer processo eleitoral”, comentou.

O presidente Walter Ohofugi, quando se filiou ao partido, o fez em razão de interesses e pressões de amigos, empresários e lideranças, conforme destacou o advogado Nili William à FARCOM. “Nós advogados entendemos que os dirigentes não podem se submeter a pressão de ninguém, então dessa forma, Walter tem se posicionar se está prestando o serviço de defesa da advocacia, ou trabalhando para esfera política partidária” questionou.

Ainda de acordo com Nili, “não há problema nenhum com os dirigentes da ordem em fazer suas filiações partidária, é um direito de qualquer cidadão e faz parte de nossa democracia, mas o problema foi a forma, se aliando em grupos políticos”, finalizou.

Movimento
O ato foi promovido pelo Movimento por Uma Advocacia Forte, e busca o fortalecimento da categoria em meio ao desgaste do exercício da profissão no Tocantins, conforme relatou Nili William, que faz parte do coletivo. Em relação à OAB, os advogados esclareceram por meio de documento apresentado no ato, que “a Ordem não tem sido presente na nossa vida, exceto no momento de cobrança da anuidade”, e que “a cúpula diretiva tem preocupações estranhas as pautas da advocacia”.

Nota
Em nota, o secretário-geral da OAB-TO, Célio Henrique Magalhães Rocha, esclareceu que “não há cabimento em uma manifestação nesse sentido. A nossa administração está revolucionando a OAB, colocou as finanças em dia, está construindo subseções novas, dotou a Procuradoria de Prerrogativas de instrumento, profissionalismo e pessoal e resgatou a imagem pública da Ordem. Esse tipo de suposta pressão que estão fazendo é mais um factoide ligado a um grupo que quer o poder na OAB e que foi derrotado em 2015 por mais de 10 pontos percentuais de diferença”.

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Eleição suplementar entra em fase decisiva com início dos programas de rádio e TV nesta 5ª

As campanhas dos candidatos da eleição suplementar estão nas ruas desde o dia 24 de abril, mas a partir desta quinta-feira, 17, começa uma fase decisiva deste pleito extraordinário: o início da veiculação das propagandas no rádio e na televisão. Os postulantes ao Palácio Araguaia terão apenas duas semanas para convencer ouvintes e telespectadores antes da votação no dia 3 de junho.

Os programas dos candidatos serão transmitidos duas vezes nas segundas, quartas e sextas-feiras até o dia 31 de maio. Na televisão, os horários serão das 12h15 às 12h25 e à noite, das 19h20 e 19h30. Já no rádio, a transmissão acontecerá somente na parte da manhã, a primeira das 7h15 às 7h25 e depois das 12h15 às 12h25. Já as chamadas pílulas de propaganda, pequenos comercias das coligações no meio da programação das emissoras, já inicia nesta quinta-feira, 17, e segue até o fim do período da propaganda eleitoral obrigatória.
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— BOM DIA – TV dirá ao eleitor que o TO está em eleição

Tempo por episódio
Candidato da coligação “A Verdadeira Mudança”, Carlos Amastha (PSB) terá o maior programa eleitoral, garantindo 3 minutos e 50 segundos por episódio [serão dois por dia de transmissão em cada meio: rádio e tv]. A senadora Kátia Abreu (PDT), do grupo “Reconstruindo o Tocantins”, também terá um bom tempo, somando 2 minutos e 22 segundos para apresentar suas propostas para o Estado. Interino, Mauro Carlesse (PHS), do “Governo de Atitude” terá 2 minutos e 11 segundos.

Encabeçada pelo senador Vicentinho Alves (PR), a coligação “A Vez dos Tocantinenses” poderá elencar os projetos em 1 minuto e 6 segundos. Com o tempo bastante limitado aparecem: Marcos Souza (PRTB), que terá 11 segundos e, em apenas uma ocasião, 15 segundos; Márlon Reis (Rede) ficou com 8 segundos por programa, e um episódio excepcional com 12 segundos; e Mário Lúcio Avelar (Psol), somando 12 segundos.

Clique para conferir a escala horária dos programas.

Pílulas
Os candidatos da eleição suplementar terão 1.080 inserções desta quinta-feira, 17, até o fim deste mês. A quantidade é distribuída de acordo com o tempo de cada coligação. “A Verdadeira Mudança”, por exemplo, terá direito a 403 pílulas; “Reconstruindo o Tocantins”, 248; “Governo de Atitude”, 230; “A Vez dos Tocantinenses”, somente 107; o PRTB, apenas 20; Psol, 22; e o Rede Sustentabilidade, 15 inserções.

Clique para ver o relatório das inserções dos candidatos.

Fonte: PortalCT

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HGP busca familiares de paciente internado em estado grave na UTI desde o dia 10

O Hospital Geral de Palmas (HGP) está em busca de familiares do paciente identificado como Francisco Bulhões, que deu entrada na unidade no último dia 10, encaminhado pelo Hospital Regional de Porto Nacional.

O paciente, de 39 anos, segue internado na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do HGP, em estado grave. Os nomes dos pais são Marcelina Pereira de Araújo e Paulino Francisco Bulhões.

Conforme a Secretaria de Estado da Saúde, qualquer informação sobre os familiares do paciente pode ser encaminhada ao Serviço Social do Hospital Geral de Palmas pelo telefone 3218-7889.

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Deputados se dividem entre críticas e apoios a exonerações realizadas pelo governo

A exoneração de mais de três mil servidores pelo governador interino Mauro Carlesse (PHS) foi tema de debate entre os deputados na Assembleia Legislativa do Tocantins na sessão desta terça-feira, 15. De um lado, os deputados Nilton Franco e Elenil da Pena, ambos do MDB, criticaram a decisão do governador e pediram o retorno dos servidores. Do outro, José Bonifácio (PR) e Wanderlei Barbosa (PHS) defenderam medidas para enxugar a folha de pagamento e garantir o enquadramento à Lei de Responsabilidade Fiscal.

Primeiro a discursar, Nilton Franco qualificou as exonerações como “bruscas, grosseiras e sem critério”. O parlamentar relatou ainda ter participado de reunião servidores demitidos da Secretaria da Habitação que lhe pediram ajuda, e avaliou outras demissões como a dos delegados do Fisco, por exemplo, como “um risco à arrecadação do Estado”.

Elenil da Penha ressaltou que faltam ao Estado critérios seletivos para a contratação e demissão de pessoal. O deputado disse não aceitar o argumento de contenção de gastos, uma vez que o ajuste fiscal seria feito à custa da demissão dos servidores mais pobres.

Em defesa do Governo, Bonifácio afirmou que a natureza política e provisória dos cargos de confiança sujeita seu ocupante à demissão, especialmente quando há troca de gestão. “Foi uma escolha política. Não é porque o cara é técnico que vai ficar”, exemplificou.

Os deputados lembraram ainda que o Tocantins extrapolou os limites definidos pela Lei de Responsabilidade Fiscal para gasto com folha de pagamento, estando o Tocantins em 55%, quando o limite é 49%. O que poderia, conforme os parlamentares, acarretar ao Estado sanções que vão da perda de crédito junto ao governo federal até a inelegibilidade do chefe do Executivo.

“É triste demitir. Qual é o governo que deseja demitir em período eleitoral?”, perguntou Wanderlei. “Este problema veio de governos passados. Não podemos condenar quem está tentando pôr a casa em ordem”, completou Bonifácio.

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TRE Tocantins julga nesta quarta registros de candidaturas de Carlesse e Kátia Abreu

Dando continuidade aos julgamentos de coligações e candidaturas para a eleição suplementar de 3 de junho, o Tribunal Regional Eleitoral do Tocantins (TRE-TO) julga nesta quarta-feira, 16, o Demonstrativo de Regularidade de Atos Partidários (DRAP) da Coligação “Governo de Atitude”, do candidato Mauro Carlesse (PHS), e da chapa do PSOL, que tem como candidato a governador Mário Lúcio Avelar.

Ainda para esta quarta é aguardado o julgamento dos registros de candidaturas de Kátia Abreu (PDT) e de seu vice, Marco Antônio Costa, assim como o de Mauro Carlesse e de seu vice, o deputado Wanderlei Barbosa. Todos os julgamentos serão finalizados até esta sexta-feira, 18.

Até o momento, foram deferidos os DRAPs das coligações de Kátia Abreu, Carlos Amastha (PSB), Vicentinho Alves (PR) e do diretório da Rede Sustentabilidade, do candidato Márlon Reis. Os candidatos que já possuem os registros de candidatura deferidos são Vicentinho e Márlon Reis. O ex-prefeito de Palmas teve sua candidatura indeferida ontem e informou que vai recorrer ao Tribunal Superior Eleitoral.

Pedidos de impugnação

A coligação de Carlos Amastha e Márlon Reis entraram com pedido de impugnação da candidatura de Kátia Abreu. Ambos alegam que a candidata não obedeceu ao prazo de filiação partidária de seis meses. A senadora filiou-se ao PDT no início de abril.

Também contra o registro de Wanderlei Barbosa, vice de Carlesse, recorreram as coligações “A vez dos tocantinenses”, do candidato Vicentinho Alves, a coligação “Reconstruindo o Tocantins”, de Kátia Abreu, e “A verdadeira mudança”, de Amastha.

Já tentando barrar o registro de candidatura de Mauro Carlesse, entraram com pedidos de impugnação as coligações do ex-prefeito de Palmas e de Vicentinho.

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PV deve anunciar, nesta quarta, apoio a Vicentinho: bases foram consultadas ontem

Um movimento intenso marcou a agenda da ex-vice-governadora Cláudia Lelis durante todo o dia de ontem, terça-feira, 15, na casa dela em Palmas. A presidente do PV chamou as principais lideranças do partido, membros do diretório do PV, para ouvi-los sobre o rumo que o partido seguirá nesta eleição suplementar no Tocantins.

Nos bastidores, a informação é que Cláudia aguardou até a última hora por uma liminar que devolvesse o comando do Estado ao ex-governador Marcelo Miranda (MDB). Com a demora na manifestação dentro do novo recurso apresentado, o partido abriu conversações com os candidatos mais próximos à agremiação. Além de conversar com o senador Vicentinho Alves (PR), Cláudia Lelis e o ex-deputado Marcelo Lelis receberam também a senadora Kátia Abreu (PDT) nos últimos dias, para discutir o projeto de cada um para o Estado e ainda a participação do PV na campanha.

Com a conversação bem adiantada, a maioria dos líderes optou por acompanhar o senador Vicentinho Alves, conforme apurado na noite de ontem pelo Portal T1 Notícias. Nesta quarta-feira, 16, o partido se reúne e deve convidar o candidato a governador para se dirigir à sede do partido onde o apoio será oficializado.

Dificuldades com Kátia

Apesar da simpatia pessoal de Cláudia Lelis pela senadora Kátia Abreu, alguns fatores dificultaram a aliança, que foi buscada arduamente nos últimos dias pelo ex-secretário Adjair de Lima, um dos principais articuladores da candidatura da senadora. O fato do ex-prefeito da Capital, Raul Filho (PSD) comandar a campanha em Palmas foi visto como um impeditivo. A possível linha crítica da senadora em desconstruir o trabalho prestado pelo ex-governador Marcelo Miranda, de quem Cláudia Lelis foi vice, também teria pesado na hora da decisão.

O apoio do Partido Verde a Vicentinho Alves chega num momento importante da campanha, em que o ex-prefeito de Palmas teve ontem seu registro de candidatura indeferido pelo TRE. A campanha de Vicentinho em Palmas terá o reforço dos Lelis, que tem grupo forte na Capital tendo alcançado votações expressivas nas duas últimas eleições municipais. Na última delas, mesmo com todo desgaste sofrido à época pelo governo Miranda, o partido lançou Cláudia Lelis e impediu a dispersão de seu grupo político em Palmas.

O anúncio do apoio é aguardado para esta tarde.

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Policial civil é preso em operação suspeito de usar nome de detentos para financiar carros

A operação Indecórus realizada pela Corregedoria da Polícia Civil, nesta quarta-feira (16), prendeu um policial da mesma instituição suspeito de usar o nome de presos para fazer financiamentos de carros, além de utilizar detentos para serviços pessoais fora das instituições carcerárias. A ação é realizada em Porto Nacional.

Foram cumpridos dois mandados de prisão, um contra o policial e outro contra o filho dele. Além de oito mandados de busca e apreensão, em residências e na Casa de Prisão Provisória de Porto Nacional.

A corregedoria começou a investigar o caso há cerca de dois meses. A operação é realizada em parceria com as Delegacias Regional de Porto Nacional, Regional de Palmas, de Investigações Criminais de Palmas e o Grupo de Operações Táticas Especiais (Gote).

O policial está sendo investigado pelos crimes de peculato e corrupção passiva.

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