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Professora Dorinha, candidata ao governo do TO, declara patrimônio de R$ 2,3 milhões à Justiça Eleitoral


Veja prazos do calendário eleitoral de 2026
A senadora e candidata ao governo do Tocantins pelo União Brasil, Professora Dorinha, declarou R$ 2,3 milhões em bens à Justiça Eleitoral. O candidato a vice, Atos Gomes (Republicanos), não declarou bens nem valores.
Os dados constam no pedido de registro da chapa apresentado ao Tribunal Superior Eleitoral (TSE), nesta segunda-feira (10), e disponibilizado para consulta pública. O pedido de candidatura ainda será analisado pela Justiça Eleitoral.
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Entre as candidaturas ao governo do Tocantins que haviam anunciado as chapas nas convenções partidárias, apenas o jornalista Ivaildo Pereira da Cruz ainda não apresentou o registro de candidatura.
Os pedidos podem ser apresentados à Justiça Eleitoral até as 19h de 15 de agosto, segundo o TSE.
Professora Dorinha oficializa é candidata ao governo do Tocantins
Reprodução/Youtube/Professora Dorinha
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Declaração de Professora Dorinha
Segundo a declaração apresentada pela candidata ao governo, o patrimônio é composto por uma participação em um imóvel, investimentos financeiros e um veículo avaliado em R$ 321.346.
Veja abaixo os bens declarados:
R$ 1.555.513,69 – 50% de um imóvel residencial;
R$ 475.880,59 – investimentos em CDB, RDB e outros;
R$ 321.346 – caminhonete.
Desde a última eleição, em 2022, quando a candidata concorreu ao Senado, o patrimônio declarado passou de R$ 720 mil para R$ 2.352.740,28, o que representa um aumento de aproximadamente 226,8%.
Vice não declara bens nem valores
Atos Gomes, candidato a vice na chapa da Professora Dorinha, não declarou bens nem valores à Justiça Eleitoral.
A chapa foi definida na convenção partidária do União Brasil, realizada em Palmas, no dia 5.
Calendário Eleitoral
A partir do dia 16 de agosto, os candidatos poderão iniciar com as propagandas eleitorais. Os locais de votação poderão ser consultados pelo e-Título em setembro.
A votação para governador, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente será realizada no dia 4 de outubro. Caso a disputa para governo e presidência vá para o segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 25 de outubro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem é resgatada após ser mantida em cárcere privado pelo companheiro que conheceu em jogo online, diz PM


Homem de 19 anos é preso suspeito de manter mulher em cárcere privado em Palmas
Uma jovem de 18 anos foi resgatada em Palmas, nesta terça-feira (11), após ser mantida em cárcere privado pelo companheiro. Segundo a Polícia Militar, ela saiu de Londrina (PR) para morar com o homem após conhecê-lo em um jogo online.
O suspeito, um homem de 19 anos, foi preso em flagrante após a polícia constatar que a vítima estava privada de seus direitos básicos e impedida de utilizar o próprio telefone celular. Ele não teve o nome informado pela polícia, e o g1 não conseguiu contato com a defesa dele.
De acordo com o tenente-coronel Gustavo Bolentini, o contato entre os dois teve início por meio de um aplicativo de jogos online que simula a vida real e possui ferramentas de chat para interação entre usuários.
A jovem, que residia no estado do Paraná, foi convencida pelo suspeito a se mudar para Palmas para morar com ele. A situação de privação de liberdade começou logo após a chegada dela à capital.
A Secretaria de Segurança Pública (SSP) a jovem estava em Palmas desde o início do ano. Em depoimento, após ser resgatada pela PM, a jovem disse que sofreu agressões do companheiro, enquanto era mantida em em cárcere em uma kitnet, na quadra 306 Sul em Palmas.
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Casa da Mulher Brasileira em Palmas
Divulgação/Flávio Cavalera/Governo do Tocantins
Pedido de socorro e resgate
A vítima conseguiu pedir ajuda à família de forma discreta.
“Em raros momentos, ela tinha acesso a um celular dele e mandava mensagens para a família pedindo socorro. Pedia, inclusive, para que não fosse respondida para que ele não visse o retorno dessas mensagens.”
Diante do alerta, a família entrou em contato com a polícia paranaense.
“A polícia do Paraná fez contato aqui e, dessa forma, a gente soube da situação que estava ocorrendo aqui em Palmas”, explicou o coronel.
Vítima vai voltar para casa
O caso foi tipificado como cárcere privado na sua forma qualificada, por envolver restrição do direito de ir e vir contra cônjuge ou companheiro. Após as providências legais cabíveis, o homem foi encaminhado para a Unidade Penal Regional de Palmas, onde aguardará manifestação da Justiça.
A jovem foi encaminhada para acolhimento na Casa da Mulher Brasileira, onde aguarda os trâmites para retornar ao Paraná.
As autoridades aproveitam o caso para fazer um alerta sobre a segurança em ambientes virtuais, destacando que jogos com chats abertos podem ser utilizados para aliciamento.
“A gente, inclusive, pede para as pessoas, para vizinhos que ouvirem alguma situação típica que pode configurar algo do tipo, fazer a denúncia pelo 180, pelo 190, pelas delegacias de polícia de forma presencial”, pediu o coronel.
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Fonte: G1 Tocantins

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Passarela cede durante travessia de alunos e deixa cerca de 30 estudantes pendurados no TO


Passarela de escola privada cai durante travessia de estudantes em Araguaína
Uma passarela interna do Colégio particular Educandário de Araguaína, no norte do Tocantins, cedeu enquanto alunos faziam a travessia na manhã desta terça-feira (11). A estrutura fica sobre um córrego que passa pela propriedade. Cerca de 30 estudantes faziam a travessia no momento do acidente.
Segundo apurado pela TV Anhanguera, os alunos participavam de celebrações pelo Dia do Estudante. Eles estavam em um prédio e foram atravessar a passarela para acessar outro edifício, momento em que o acidente foi registrado.
A suspeita é de que a passarela não tenha suportado o peso causado pela grande concentração de alunos. A estrutura não caiu completamente. Pelo menos três crianças precisaram de atendimento médico, segundo a Polícia Militar do Tocantins.
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Passarela cedeu parcialmente com alunos em cima de estrutura
Reprodução/TV Anhanguera
A TV Anhanguera apurou que um estudante recebeu atendimento para verificar possível deslocamento no ombro, uma aluna sofreu ferimentos nas costas e outros tiveram machucados nos pés.
Em nota divulgada pelo colégio, a direção informou que a estrutura cedeu após um grupo de alunos atravessar simultaneamente a passarela. O documento, por outro lado, afirma que não houve feridos e que a área foi isolada para avaliação técnica e adoção de providências. As aulas devem seguir normalmente no período da tarde.
O g1 entrou em contato com o Corpo de Bombeiros e a Polícia Civil para obter atualizações sobre o caso, mas não obteve respostas até a última atualização desta reportagem. A Polícia Científica foi acionada e realizou os trabalhos periciais no local.
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Fonte: G1 Tocantins

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Mulher resgata foto antiga com Henrique, da dupla com Juliano, e faz convite: ‘Bora repetir?’


Leidiany e Henrique estudaram juntos na Escola Vinícius de Moraes
Arquivo pessoal/Leidiany Alves
Uma foto antiga de Leidiany Alves, de 39 anos, ao lado do cantor sertanejo Henrique, da dupla com Juliano, viralizou nas redes sociais após ela fazer um convite ao artista. Na publicação, ela relembrou que os dois estudaram juntos e pediu para repetir o registro durante o show dos artistas marcado para sábado (15), em Palmas.
Na foto, Leidiany, que hoje é auxiliar odontológico, aparece abraçada de lado com Henrique. O registro, no entanto, não foi feito na época da escola. Segundo ela, a imagem foi registrada em agosto de 2013, durante um reencontro dos dois em uma clínica onde ela trabalhava.
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“Meu colega de escola, lá dos tempos do Vinícius de Moraes. Bem Xovens rsrs… Que tal refazermos essa foto neste final de semana? Afinal, estamos ‘Em Casa’!”, escreveu.
Ela também marcou os perfis da dupla e pediu ajuda aos seguidores para que o convite chegasse até Henrique.
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Entre as reações, uma internauta se surpreendeu ao descobrir que o cantor havia estudado na mesma escola. “Não acredito que ele estudou no Vinícius de Morais”, comentou.
Reencontro aconteceu anos após a escola
Leidiany contou ao g1 que estudou com Henrique por volta de 2003 e 2004, quando os dois estavam na 6ª ou 7ª série. Depois disso, eles perderam o contato. O reencontro aconteceu cerca de dez anos depois, quando Henrique precisou de um atendimento rápido em uma clínica onde Leidiany trabalhava.
Segundo ela, o cantor a reconheceu e aceitou fazer a foto. Leidiany afirma que Henrique era um garoto popular na época da escola, sempre rodeado de amigos, e que continuou simpático e brincalhão no reencontro, embora apresentasse uma postura de artista.
“Quando estudávamos juntos, Henrique sempre foi o garoto descolado da escola, andava sempre rodeado de amigos”, contou.
Agora no g1
Leidiany disse que costuma falar sobre os tempos de escola quando está com amigos e que, apesar de a dupla ter feito outros shows em Palmas, esta será a primeira vez que ela irá a uma apresentação dos artistas.
Por isso, decidiu publicar a foto de 2013 e tentar fazer com que o registro chegasse até o cantor. “É uma boa oportunidade de ver eles de pertinho curtindo o show. Afinal, sei o quanto eles batalharam para conseguir tudo que têm hoje”, afirmou.
Ela também se surpreendeu com a repercussão da publicação. Além dos comentários e curtidas, encontrou antigos colegas de escola e professores que viram o post.
“Já valeu muito a pena, pois vi que pessoas que eu nem conhecia tiraram um pouquinho do seu tempo para curtir, comentar e encaminhar a outras pessoas também”, disse.
Agora, Leidiany espera conseguir reencontrar Henrique durante o show e repetir a foto feita há 13 anos.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Turma de medicina homenageia estudante que morreu em acidente no TO: ‘Sonhou esse sonho com a gente’


Turma Dr. Jomário Oliveira Silva Júnior de medicina, da UFT
Divulgação/Redes Sociais
O estudante de medicina Jomário Oliveira Silva Júnior foi homenageado pelos colegas que estão se formando na Universidade Federal do Tocantins (UFT). O jovem morreu em fevereiro de 2026, após cair de moto em um acidente em Palmas.
“Carregamos em nosso nome alguém que deveria estar aqui conosco, vivendo tudo isso”, escreveu a turma em uma publicação compartilhada nesta segunda-feira (10), nas redes sociais.
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O acidente foi registrado na quadra 108 Sul, no dia 14 de fevereiro. Jomário chegou a buscar atendimento na UPA Norte e foi transferido para o HGP, mas não resistiu aos ferimentos e morreu no dia seguinte.
A partida inesperada levou os estudantes a batizarem a turma de “Dr. Jomário Oliveira Silva Júnior”.
“O Jomário sonhou esse sonho com a gente. Caminhou conosco, fez parte da nossa história e, mesmo não podendo estar fisicamente ao nosso lado neste momento, seguirá presente em cada lembrança e em cada conquista”, diz a postagem.
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Na imagem que acompanha o texto, os colegas aparecem na foto oficial de jaleco da turma, segurando uma foto de Jomário vestindo um jaleco. A turma expressou carinho e respeito pelo jovem, que morreu aos 26 anos.
“A gente queria muito que você estivesse aqui, Jomário. Mas encontramos uma forma de fazer com que você chegasse conosco até aqui: levando o seu nome para a nossa turma, para a nossa formatura e para toda a vida.”
A publicação recebeu diversos comentários carinhosos, inclusive um agradecimento da mãe do estudante.
“Saber que ele foi lembrado com tanto respeito, carinho e admiração torna este momento um pouco mais reconfortante. Meu coração de mãe agradece profundamente a todos que, de alguma forma, contribuíram para manter viva a memória e o legado do meu amado filho”, escreveu a mãe, Nil Belchior.
Jomário era estudante da turma 28 do curso de medicina. Na época do acidente, a universidade publicou uma nota lamentando a morte e expressando “sinceras condolências aos familiares, amigos e toda a comunidade acadêmica”.
Jomário Oliveira Silva Júnior morreu após cair da moto, em Palmas
Reprodução/ Instagram do Centro Acadêmico Eduardo Manzano
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Fonte: G1 Tocantins

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Caso Gustavo: polícia investiga se pai matou filho de 3 anos para atingir a mãe; entenda o que é violência vicária


Investigação apura violência vicária no caso da morte de Gustavo
A Polícia Civil investiga a morte de Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, em Palmas, e apura a possibilidade de o crime ser enquadrado como violência vicária. O termo é usado para definir situações em que a violência contra uma pessoa é utilizada como instrumento para causar sofrimento a outra. O pai do menino, Igor Veloso, e a madrasta, Kathellen Moreira, estão presos preventivamente.
🔍 A violência vicária passou a ser reconhecida expressamente na legislação brasileira em 9 de abril de 2026, com a sanção da Lei nº 15.383/2026, que alterou a Lei Maria da Penha. O termo se refere à violência praticada contra pessoas próximas à mulher, como filhos, com o objetivo de causar sofrimento, puni-la ou controlá-la.
Inicialmente, o delegado Eduardo Menezes, responsável pela investigação, pediu as prisões preventivas do pai e da madrasta pelos crimes de homicídio e tortura, mas não descartou a inclusão de outros crimes.
A hipótese de violência vicária ganhou força após a divulgação dos laudos periciais e da decisão judicial que determinou as prisões. Ao fundamentar a medida, o juiz Cledson Nunes citou o histórico de ameaças contra Sabrina Feitosa da Silva, mãe de Gustavo, e destacou que a criança estava sob os cuidados exclusivos do pai e da madrasta no momento da morte.
“Ademais, imputa-se aos representados a prática do crime de vicaricídio majorado”, apontou a decisão.
Ao g1, o delegado Eduardo Menezes informou, nesta terça-feira (11), que a hipótese de vicaricídio está sendo investigada e que os crimes atribuídos ao casal podem mudar ao final do inquérito, conforme os elementos colhidos durante a investigação.
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As defesas de Igor e Kathellen afirmam que as acusações são graves e exigem cautela. Os advogados informaram que não discutirão detalhes do caso fora dos autos e que todos os esclarecimentos serão apresentados à Justiça durante o andamento do processo (veja nota completa abaixo).
O laudo do Instituto Médico Legal (IML) apontou que Gustavo morreu em consequência de uma hemorragia interna provocada por lesões graves. Os exames descartaram a versão inicial apresentada pelo pai, de que o menino teria se afogado na piscina da residência. Segundo a perícia, a criança apresentava múltiplas lesões e sinais de violência sexual considerados incompatíveis com afogamento.
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Gustavo Veloso Feitosa, de 3 anos, foi encontrado morto na casa do pai em Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
O que é violência vicária?
O termo é utilizado para descrever situações em que um agressor atinge um filho para provocar sofrimento psicológico permanente à mãe.
Segundo a advogada criminalista Cristiane Mezzaroba, esse tipo de violência ocorre quando a criança deixa de ser vista como indivíduo e passa a ser utilizada como meio de vingança ou punição contra a mulher. A estratégia costuma estar associada a históricos de violência doméstica, controle e ameaças contra a vítima.
“É como se fosse, de uma forma, culpá-la para que carregue pelo resto da vida essa dor e essa culpa de que determinada pessoa morreu por ela”, explicou.
Histórico de ameaças e conflitos
A defesa da mãe de Gustavo afirma que o caso não pode ser analisado de forma isolada e sustenta que existe um histórico de violência doméstica registrado desde 2023. A investigação também apura relatos de ameaças anteriores feitas pelo pai da criança contra a ex-companheira.
Conforme a Polícia Civil, os pais do menino não viviam juntos e travavam disputas judiciais relacionadas à guarda e à pensão. A mãe relatou que já havia procurado autoridades e denunciado ameaças recebidas quando Gustavo ainda era bebê.
Igor Gustavo Veloso de Souza e Kathellen Moreira são investigados pela morte de menino de 3 anos
Reprodução/Redes Sociais
Relembre o caso
A morte de Gustavo provocou grande comoção em Palmas e mobilizou uma força-tarefa da Polícia Civil. O caso veio à tona na segunda-feira (3), após o pai informar que o filho teria morrido por afogamento. A versão, porém, começou a ser questionada logo nas primeiras análises periciais e acabou descartada pelos exames do IML.
Durante as investigações, a mãe apresentou vídeos, fotografias e outros registros que, segundo a polícia, mostram um histórico de agressões. O delegado Eduardo Menezes afirmou que há imagens da criança retornando das visitas ao pai com lesões e também gravações em que o menino aparece “nitidamente dopado”, segundo a avaliação da investigação.
A Polícia Civil informou que Gustavo voltava das visitas com arranhões, hematomas e outros ferimentos desde 2024. A mãe afirmou em depoimento que registrava os machucados e cobrava explicações do ex-companheiro, que atribuía as lesões a quedas e acidentes comuns da infância.
Outro elemento analisado pelos investigadores é um vídeo gravado antes da morte do menino. Nas imagens, Gustavo aparece chorando e se recusando a ir para a casa do pai. Segundo o relato da mãe à polícia, o filho demonstrava medo ao ouvir a voz de Igor e dizia que era agredido por ele.
O diretor do IML classificou o nível de violência encontrado como incomum e ressaltou que os primeiros exames não identificaram qualquer indício de afogamento.
Íntegra da nota da defesa de Igor Gustavo
A defesa de Igor Gustavo Veloso de Sousa esclarece que, assim que tomou conhecimento do pedido de prisão preventiva, colocou-se imediatamente à disposição da autoridade policial, informando que Igor se entregaria voluntariamente caso a medida fosse decretada.
Após a expedição do mandado, a defesa manteve contato com a autoridade policial e ficou ajustado que Igor se entregaria na própria residência onde se encontrava. Ele permaneceu no local e aguardou a chegada da equipe policial, submetendo-se voluntariamente ao cumprimento da ordem judicial, sem qualquer tentativa de fuga ou resistência.
Portanto, embora a prisão tenha sido formalmente cumprida em uma residência, não se tratou de localização ou captura realizada após buscas policiais, mas de entrega voluntária previamente acordada com a autoridade responsável, mantendo a postura de colaboração adotada desde o início das investigações.
Em respeito ao sigilo da investigação, a defesa não se manifestará, por ora, sobre aspectos específicos do caso.
Íntegra da nota da defesa de Kathellen Moreira
A defesa de Kathellen Moreira da Silva recebeu com profundo estarrecimento a decisão que decretou sua prisão preventiva.
Causa especial preocupação o fato de não constar da decisão qualquer consideração sobre uma circunstância pessoal de extrema relevância: Kathellen é mãe e amamenta uma bebê de apenas cinco meses de idade. A maternidade está comprovada pela certidão de nascimento, e a lactação pelos próprios registros realizados nas dependências da unidade policial.
Pelos documentos conhecidos até o momento, essa realidade não foi devidamente submetida à apreciação do Juízo quando do pedido de decretação da prisão preventiva. A custódia simultânea de Kathellen e do pai da bebê resultou na separação abrupta da criança de ambos os genitores, circunstância que deveria ter sido necessariamente ponderada antes da adoção da medida mais gravosa.
A defesa também esclarece que Kathellen se apresentou espontaneamente para o cumprimento da ordem judicial.
Diante desse cenário, a defesa adotará as medidas judiciais cabíveis para requerer a substituição da prisão preventiva por cautelares menos gravosas ou, subsidiariamente, por prisão domiciliar, compatibilizando a regularidade da investigação com a proteção dos direitos e das necessidades da bebê lactente.
A defesa confia que, com a análise individualizada dos fatos e dos documentos apresentados, a situação será revista pelo Poder Judiciário, mantendo-se o respeito à investigação, à presunção de inocência e, sobretudo, à proteção integral da criança.
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Fonte: G1 Tocantins

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Democrata lança subtenente Luiz Carlos como candidato ao governo


Veja prazos do calendário eleitoral de 2026
O partido Democrata lançou a candidatura do subtenente Luiz Carlos Ferreira da Silva ao governo do Tocantins. O pedido foi formalizado após envio do registro da chapa à Justiça Eleitoral na segunda-feira (10).
Luiz Carlos é subtenente da reserva da Polícia Militar do Tocantins e vai disputar o cargo pela primeira vez. Como candidato a vice-governador, o partido escolheu Jair Medeiro.
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Luiz Carlos Ferreira da Silva
Divulgação/Democrata
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Calendário eleitoral
Os candidatos devem registrar as candidaturas no Tribunal Superior Eleitoral (TSE) até 15 de agosto. A campanha eleitoral começa oficialmente no dia seguinte.
Nas eleições deste ano, em 4 de outubro, os brasileiros vão votar para:
presidente;
governador;
senador (duas vagas por estado);
deputado federal;
deputado estadual;
Trajetória de Luiz Carlos
Luiz Carlos ingressou na Polícia Militar, por meio de concurso, em 1990. Atualmente, ele é subtenente da reserva. O militar é natural de Araguaína e possui ensino superior completo.
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Fonte: G1 Tocantins

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Laurez Moreira declara R$ 9,6 milhões em bens à Justiça Eleitoral; vice Coronel Silva Neto, R$ 839 mil


Laurez Moreira e Coronel Silva Neto
Divulgação/Instagram Coronel Silva Neto
O candidato a governador do Tocantins, Laurez Moreira (PSD), informou ter R$ 9.615.406,23 em bens à Justiça Eleitoral. O candidato a vice-governador, Coronel Silva Neto (PSD), declarou R$ 839.757,37. Os valores somados chegam a R$ 10,4 milhões em bens declarados dos integrantes da chapa.
O registro de candidatura de Laurez Moreira foi apresentado nesta segunda-feira (10) ao Tribunal Regional Eleitoral (TRE). O pedido passará por análise da Justiça Eleitoral, que tem até 20 dias antes das eleições para julgar e publicar as decisões de elegibilidade dos candidatos.
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Declaração de Laurez Moreira
Conforme informado pelo candidato, os bens de Laurez consistem em imóveis rurais, lotes em áreas urbanas, caminhonete, picape, caminhão, consórcios não contemplados, renda de empresa e animais bovinos.
Veja abaixo os maiores valores declarados pelo político:
R$ 5.201.300 em animais bovinos
R$ 2.069.077,26 em imóvel rural em Dueré (soma dos valores referente a terra nua)
R$ 533.333,34 em parte de uma fazenda em Goiás
R$ 451.875,95 em parte do capital junto a uma Cooperativa de Crédito Livre de Admissão de Paraíso do Tocantins
Desde a última eleição ao governo do Tocantins, em 2022, Laurez Moreira teve um aumento de R$ 6,3 milhões em bens declarados, o que representa um crescimento de 196,32%. O político concorreu às eleições de 2022 para vice-governador e declarou R$ 3.244.891,83. Na época, ele fez parte da chapa de Wanderley Barbosa (Republicanos), que foi eleita.
Declaração do Coronel Silva Neto
O candidato a vice-governador declarou R$ 839.757,37 em bens. Entre os itens informados estão valores em poupança, terreno em Alagoas, casa em Palmas e financiamento de uma residência em Alagoas.
Veja abaixo os maiores valores declarados pelo político:
R$ 375.245,83 referentes à casa em Palmas
R$ 250.000 em financiamento de uma casa na Marechal Deodoro, em Alagoas
R$ 90.773,44‬ em poupança no banco
R$ 49.076,25 em um terreno em Arapiraca, em Alagoas
Conforme a declaração, o coronel também declarou R$ 49.076,25 em 50% de um terreno em Arapiraca (AL).
Calendário Eleitoral
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A votação para governador, deputado estadual, deputado federal, senador e presidente será realizada no dia 4 de outubro. Caso a disputa para governo e presidência vá para o segundo turno, os eleitores voltam às urnas no dia 25 de outubro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Candidata a vice-governadora do TO pelo PSOL erra declaração de bens e informa ter R$ 2,07 bilhões


PSOL-REDE lança candidatura de professor Witer Naves para governador do TO
A candidata a vice-governadora do Tocantins pela Federação PSOL Rede, Lúcia Viana, declarou um patrimônio de mais de R$ 2,07 bilhões. Segundo o partido, o valor decorre de um erro material durante o preenchimento da declaração apresentada à Justiça Eleitoral no registro da candidatura. O valor correto do patrimônio da candidata é de aproximadamente R$ 2,07 milhões.
Lúcia Viana tem 64 anos, é advogada e atuou como servidora pública federal por 34 anos. Aposentada do serviço público, atualmente ela advoga em causas sociais. Filiada ao PSOL desde 2009, concorreu aos cargos de vereadora, prefeita, vice-prefeita, deputada federal e senadora.
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Na declaração da candidata constam dois veículos de passeio e uma picape, três imóveis residenciais, um prédio comercial e uma chácara. Todos os imóveis estão localizados em Palmas.
O bem de maior valor declarado, de R$ 900 milhões, é a chácara que fica na Gleba II Santa Fé, na zona rural de Palmas. O valor corredo do imóvel seria R$ 900 mil.
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Lúcia Viana (PSOL) é candidata a vice-governadora no Tocantins
Divulgação/Federação PSOL-REDE
O partido informou que as assessorias jurídica e contábil da candidatura adotaram as providências necessárias para solicitar a retificação da informação perante a Justiça Eleitoral.
“A divergência ocorreu exclusivamente em razão de equívoco na inserção dos dados, sem qualquer intenção de prestar informação incorreta, omitir patrimônio ou induzir a Justiça Eleitoral e a sociedade ao erro”, diz a nota do partido (veja a íntegra abaixo).
Íntegra da nota da Federação PSOL REDE
A candidata a vice-governadora do Tocantins pela Federação PSOL REDE, Lúcia Viana, vem a público esclarecer que o valor de R$ 2,07 bilhões, divulgado como correspondente à sua renda/patrimônio, decorre de erro material no preenchimento da declaração apresentada à Justiça Eleitoral.
O valor correto é de aproximadamente *R$ 2,07 milhões*, conforme demonstram os documentos comprobatórios e a declaração patrimonial da candidata. A divergência ocorreu exclusivamente em razão de equívoco na inserção dos dados, sem qualquer intenção de prestar informação incorreta, omitir patrimônio ou induzir a Justiça Eleitoral e a sociedade ao erro.
Assim que a inconsistência foi identificada, a assessoria jurídica e contábil da candidatura adotou as providências necessárias para solicitar a imediata retificação da informação perante a Justiça Eleitoral, a fim de que o valor correto conste nos registros oficiais e nos sistemas de divulgação de candidaturas.
Lúcia Viana possui uma trajetória pública marcada pela ética, pela transparência e pelo compromisso com os direitos humanos e com a correta aplicação das normas. Por essa razão, considera indispensável prestar este esclarecimento de forma pública, objetiva e responsável.
Reiteramos que se trata de um *erro formal de digitação*, plenamente verificável e passível de correção, que não modifica a realidade patrimonial da candidata nem compromete a regularidade de seu pedido de registro de candidatura.
A Federação PSOL REDE e a candidata permanecem à disposição da imprensa, da Justiça Eleitoral e da sociedade tocantinense para prestar todos os esclarecimentos necessários, reafirmando o compromisso com a verdade, a transparência e o respeito aos eleitores e eleitoras do Tocantins.
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STJ determina indenização de R$ 200 mil após derrubada ilegal de palmeiras de babaçu no TO


A derrubada de palmeiras sem autorização ocorreu em 2017
Embrapa/Divulgação
O Superior Tribunal de Justiça (STJ) determinou o pagamento de R$ 200 mil por danos morais coletivos ambientais após a derrubada ilegal de palmeiras de babaçu em uma propriedade rural de Santa Terezinha do Tocantins, na região do Bico do Papagaio.
A decisão acolheu recurso do Ministério Público do Tocantins (MPTO) e reformou entendimento do Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO), que havia afastado a indenização.
O processo judicial começou após a Polícia Militar Ambiental constatar, em 2017, a derrubada de diversas palmeiras de babaçu sem autorização ambiental, em um apropriedade rural. A ação foi proposta pela 1ª Promotoria de Justiça de Tocantinópolis, que também pediu a recuperação da área degradada.
O responsável pela propriedade rural não teve o nome informado, e o g1 não conseguiu contato com a defesa.
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Na primeira instância, a Justiça determinou a elaboração e execução de um Plano de Recuperação de Área Degradada (PRAD), que deve ser aprovado pelo Instituto Natureza do Tocantins (Naturatins). O pedido de indenização por danos morais coletivos, porém, foi negado.
O Tribunal de Justiça do Tocantins manteve a decisão. Com isso, o MPTO recorreu ao STJ.
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Decisão do STJ
Ao analisar o recurso, a ministra Maria Thereza de Assis Moura destacou que o babaçu possui proteção especial na Constituição do Estado do Tocantins e importância ambiental, social e cultural, principalmente para as comunidades tradicionais de quebradeiras de coco.
Segundo a decisão, a derrubada ilegal das palmeiras caracteriza, por si só, dano moral coletivo ambiental. Dessa forma, não é necessário comprovar um prejuízo concreto causado à população para justificar a indenização.
O STJ também ressaltou que a recuperação da área degradada não elimina o dever de indenizar. Isso ocorre porque a reparação do dano ambiental deve ser integral.
Babaçu pode ser usado para fazer produtos variados
Divulgação
Importância das quebradeiras de coco
O trabalho das quebradeiras de coco babaçu, tradicional em comunidades do Tocantins, Maranhão, Piauí e Pará, passou a ser reconhecido oficialmente como manifestação da cultura nacional.
A medida foi sancionada por meio da Lei Federal nº 15.431 e anunciada durante um evento em comemoração ao Dia Mundial do Meio Ambiente, em Brasília.
No Tocantins, a atividade é desenvolvida principalmente por mulheres da região do Bico do Papagaio, no norte do estado. Além de garantir renda para centenas de famílias, o trabalho é considerado um símbolo de preservação ambiental, resistência cultural e transmissão de conhecimentos entre gerações.
As quebradeiras de coco babaçu integram os povos e comunidades tradicionais e desempenham uma atividade de relevância histórica, cultural, social e econômica.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins