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Após atravessar rio de voadeira, Manu Bahtidão é carregada no colo para fazer show em praia no TO; VÍDEO


Manu Bahtidão é carregada no colo para fazer show em praia no TO
A cantora Manu Bahtidão precisou ser carregada no colo antes de um show na Praia da Ponta, em Araguatins. A artista chegou ao local de voadeira e não escondeu o nervosismo durante a travessia do Rio Araguaia, no norte do Tocantins.
O show aconteceu neste domingo (26), durante a temporada de praia do município. Manu compartilhou uma sequência de vídeos nas redes sociais mostrando como fez para chegar até a praia.
“Vocês não imaginam como eu tava por dentro 🥶😂. Mas bora com tudo, Araguatins!”, escreveu na legenda.
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Manu Bahtidão foi carregada no colo para chegar em show em praia de Araguatins (TO)
Reprodução/Instagram de Manu Bahtidão
Susto!
O nervosismo durante a travessia não é sem motivo. Manu Bahtidão sofreu um acidente com esse mesmo tipo de embarcação no Tocantins, em 2022, quando estava acompanhada da equipe e de seus dois filhos.
A cantora relatou os momentos de terror e o medo de perder os filhos quando percebeu que a voadeira, também chamada de rabeta, começou a encher de água e afundar no Rio Tocantins.
Ela estava saindo da Praia de Porto Real, em Porto Nacional, após um show. Todos que estavam a bordo foram socorridos por outro barco que passava pelo local.
No momento de desespero, ela disse que só conseguia pensar nos filhos e no que poderia fazer para salvá-los. “A única coisa que eu pensava, como mãe, era que eu precisava salvar meus filhos, fazer alguma coisa. Eu não estava preocupada comigo, mas talvez a força dos meninos estarem ali me deu força para eu sobreviver”, disse na época.
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Fonte: G1 Tocantins

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Colheita da castanha de baru gera renda para mulheres e abastece produção de doces no TO


Castanha de baru gera renda e fortalece o trabalho de mulheres tocantinenses
A castanha de baru é uma iguaria nativa do Cerrado utilizada em saborosas receitas tocantinenses. Considerado um fruto seco, o baru é encontrado em abundância em Ponte Alta do Tocantins, na região leste do estado, onde as árvores que produzem o fruto geram renda para 35 mulheres de assentamentos rurais.
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O período de floração ocorre entre outubro e dezembro, e o fruto amadurece entre julho e outubro. A coleta é feita de uma forma especial e exige paciência: é preciso esperar que os frutos caiam da árvore para serem recolhidos do chão.
O principal sinal de que o baru está pronto para o consumo é o som semelhante ao de uma pedra batendo, percebido quando o fruto é chacoalhado com as mãos. A castanha é formada por uma casca marrom-escura, fonte de antioxidantes, e por uma semente de formato mais alongado.
“A gente vem bem cedo ou, então, de tarde ‘quando o sol está frio’, porque os pés ficam longe. Pega só o que está no chão, o que está em cima não dá pra pegar. Pega também quando o gado come, porque já tirou toda a massa e fica leve para carregar”, conta a agroextrativista Francisca Rezende.
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Sorvete de castanha de baru e macaúba
Reprodução/TV Anhanguera
Toda a coleta de castanhas feita na região é levada para uma agroindústria construída pelas 35 mulheres que integram a Associação Mulheres Unidas do Jalapão. No local, elas trabalham de forma coletiva em todas as etapas do processo, como a abertura das castanhas, a torra no forno e a trituração.
A farinha de baru pode ser utilizada em diversas receitas, como bolos, pães, biscoitos, paçocas, brigadeiros e até pratos salgados, como o risoto. A receita mais recente desenvolvida pelo grupo foi um sorvete refrescante de baru com macaúba.
A associação produz cerca de 800 kg de alimentos, que são comercializados para instituições e utilizados na merenda de escolas públicas.
“A gente começou com um projeto não governamental e com a força do nosso trabalho, dos companheiros, vizinhos e amigos que sempre ajudaram”, explica a vice-presidente da associação Raquel Pinheiro.
Saudável e nutritivo
O fruto é um dos produtos do extrativismo que mais crescem no Tocantins e é considerado um superalimento
🍽️ 100g de castanha de baru torrada equivale a:
25g de proteína;
14g de fibras;
38g de gorduras boas;
500 calorias.
O alimento é considerado uma fonte rica em nutrientes e possui diversos benefícios para a saúde.
Associação Mulheres Unidas do Jalapão
Reprodução/TV Anhanguera
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Fonte: G1 Tocantins

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Tocantins tem aumento de eleitores indígenas e quilombolas para as Eleições 2026


Eleitorado indígena cresceu 27% e quilombola 88% no Tocantins
Rede Amazônica/Reprodução
A participação de povos originários e tradicionais no eleitorado do Tocantins cresceu para as Eleições Gerais de 2026. Dados da Justiça Eleitoral mostram aumento no número de indígenas e quilombolas cadastrados no estado após o início da coleta de informações de autodeclaração étnica e racial.
Os indígenas representam 0,49% do eleitorado tocantinense, que soma 1,18 milhão de pessoas aptas a votar. O grupo passou de 4.526 para 5.739 eleitores, um crescimento de 27% em comparação com o último pleito.
Os maiores contingentes estão entre as etnias Krahô, com 1.511 eleitores, Xerente (1.234), Apinajé (1.147), Karajá (715) e Javaé (665).
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Entre os quilombolas, o crescimento foi ainda mais expressivo. O número de eleitores passou de 2.562 para 4.827, alta de 88% em relação às eleições anteriores. Atualmente, eles correspondem a 0,41% do eleitorado do estado.
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O início da coleta foi realizado em novembro de 2022, após as eleições. Como os dados são autodeclaratórios, a Justiça Eleitoral orienta eleitoras e eleitores a atualizarem o cadastro eleitoral para ampliar as informações biográficas registradas.
Apesar do avanço, a maior parte do eleitorado ainda não informou raça ou etnia. Em 2026, apenas 30% dos eleitores fizeram a autodeclaração, o equivalente a 352.831 pessoas.
O índice, entretanto, supera o registrado em 2024, quando 18% do eleitorado respondeu a esse levantamento da Justiça Eleitoral no Tocantins.
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Fonte: G1 Tocantins

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Tenente da PM que trabalhou como doméstica estudou à noite e nos fins de semana até passar em concurso


Desafios e direitos: conheça histórias de pessoas que atuaram no trabalho doméstico
Lusinete Bispo Araújo foi aprovada em um concurso público da Polícia Militar do Tocantins em 2001, após uma trajetória como empregada doméstica, iniciada quando ela tinha apenas 12 anos. Apesar da rotina de trabalho e dos desafios, ela não desistiu. A militar estudava à noite e aos fins de semana para conquistar a aprovação.
Aos 50 anos, ela pode dizer que a “luta foi vencida”. Em abril deste ano, a militar conquistou o posto de oficial da corporação. Atualmente, serve como 1ª tenente da PM, cargo que representa sua evolução dentro da estrutura militar.
“Decidi que precisaria passar em um concurso público para garantir minha estabilidade. Fiz um cursinho nos finais de semana e estudava sozinha em casa. Estudava à noite e, nos finais de semana, na folga do trabalho, intensificava os estudos”, conta Lusinete.
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Filha mais velha de sete irmãos, Lusinete começou a trabalhar aos 12 anos como babá e, depois, passou a atuar como empregada doméstica para ajudar nas despesas da família. Aos 17 anos, se mudou para Brasília, onde, durante seis anos, trabalhou como doméstica e morou na casa dos empregadores, conciliando as tarefas do dia a dia com os estudos.
A rotina exigia dedicação quase integral. Após o expediente, quando encerrava as atividades da casa, Lusinete encontrava tempo para estudar e concluir a formação escolar. Mesmo com pouco tempo disponível, mantinha o objetivo de conquistar uma profissão que garantisse estabilidade.
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Lusinete Bispo Araújo trabalhou como doméstica por mais de uma década antes de ingressar na corporação
Reprodução/Arquivo pessoal de Lusinete Bispo
Ao retornar ao Tocantins, a preparação continuou. Morando em Palmas, ela frequentava cursinhos aos fins de semana e mantinha uma rotina de estudos individual para alcançar a aprovação.
Aos 26 anos, em 2001, após um longo período trabalhando em atividades domésticas, Lusinete passou no concurso da Polícia Militar do Tocantins e iniciou uma nova fase da vida.
“Só deixei essa profissão depois que ingressei no concurso da Polícia Militar”, afirma.
Em 21 de abril deste ano, ela passou a ocupar o posto de 1ª tenente da Polícia Militar do Tocantins, cargo que simboliza uma trajetória construída entre dificuldades, disciplina e persistência.
A história da tenente também abre espaço para uma reflexão sobre a realidade histórica do trabalho doméstico no Brasil. Segundo a socióloga Solange Nascimento, entrevistada pela TV Anhanguera, o modelo em que mulheres deixam suas próprias famílias para morar na casa dos empregadores marcou a formação dessa relação de trabalho no país.
“Com relação à relação de trabalho, principalmente quando a gente fala do trabalho doméstico, ele está enraizado no período escravagista ainda”, explica a socióloga.
Segundo ela, durante décadas, muitas meninas e mulheres passaram a viver nas residências onde trabalhavam, criando uma relação em que a vida pessoal e a atividade profissional ficavam misturadas.
A especialista destaca ainda que políticas públicas de acesso à educação e mecanismos como as cotas no serviço público ampliaram as oportunidades de mobilidade social para grupos historicamente excluídos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dança Suça de Natividade é reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Tocantins


Dança tradicional de Natividade vira patrimônio imaterial do Tocantins
A Dança Suça, manifestação cultural e religiosa originária de Natividade, na região sudeste do Tocantins, foi reconhecida como Patrimônio Cultural Imaterial do Estado. A medida foi oficializada pela Lei nº 5.064, de 16 de julho de 2026, publicada no Diário Oficial do Estado.
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A lei reconhece a Dança Suça como uma expressão da herança afro-brasileira e quilombola do povo tocantinense.
Segundo o texto, o reconhecimento tem como objetivo valorizar, preservar e difundir a manifestação como parte da identidade cultural do Tocantins.
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Tradição cultural
A Dança Suça está presente em comunidades tradicionais e quilombolas da região sudeste do estado. A manifestação reúne cantos, batuques, passadas e saias longas e rodadas.
Grupos de susseiros promovem apresentações e eventos que contribuem para a valorização e a educação patrimonial.
O reconhecimento como patrimônio cultural imaterial representa, na prática, a possibilidade de fortalecimento da identidade cultural e de criação de políticas de salvaguarda e valorização da tradição.
A lei entrou em vigor na data de sua publicação.
Suça é uma dança típica preservada e ensinada às crianças e jovens de Natividade
Sectur/Governo do Tocantins/Divulgação
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Homem preso por suspeita de disparos no interior do TO afirma ser PM em GO, diz polícia


Suspeito é preso por disparos no interior do TO
Um homem de 34 anos, suspeito de fazer disparos de arma de fogo na entrada da Praia da Tartaruga, em Peixe, na região sul do Tocantins, foi preso neste sábado (26). Segundo a Polícia Militar do Tocantins, o suspeito se identificou como policial militar de Goiás e apresentou um documento funcional.
Conforme a Polícia Militar do Tocantins, as equipes abordaram o carro em que o homem estava, com as características informadas na denúncia. Durante a abordagem, foram apreendidos uma pistola calibre 9 mm, dois carregadores e munições. No local onde os disparos foram feitos, os militares encontraram cápsulas deflagradas compatíveis com o mesmo calibre.
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Suspeito foi preso no Tocantins
Divulgação/Ronda Policial
O suspeito e o material apreendido foram levados para a Central de Flagrantes da Polícia Civil de Gurupi para os procedimentos cabíveis.
O nome do suspeito não foi informado e, por isso, o g1 não conseguiu localizar a defesa dele. A reportagem procurou a Polícia Militar de Goiás para saber se a corporação foi notificada sobre o caso e se o homem tem ligação com a instituição no estado, e aguarda um retorno.
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Homem se apresentou como PM de Goiás
Divulgação/Ronda Policial
O g1 questionou a Secretaria da Segurança Pública (SSP) sobre as investigações do caso e aguarda retorno.
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Fonte: G1 Tocantins

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Arara-canindé é fotografada alçando voo majestoso para tentar “espantar” drone em orla de praia no TO; VÍDEO


Ave foi avistada na orla de praia em Palmas
Uma arara-canindé conquistou a internet após ser fotografada alçando voo majestoso para “espantar” um drone que a filmava em uma palmeira. Ela estava acompanhada de outra ave na orla da praia da Graciosa, em Palmas, região central do estado.
A espécie é uma das aves mais emblemáticas do cerrado, conhecida por suas cores vibrantes, pela prática de formar casais que ficam juntos por toda a vida e por sua forte presença nas cidades. O vídeo foi compartilhado nas redes sociais neste sábado (25), pelo influenciador e empresário, Francisco Garcia.
“Surreal, incrível. O Tocantins tem um por do sol lindo, e essas araras deixam um cenário de filme. É surreal poder ter contato com elas ao ar livre, porque Palmas, praticamente, toda rotatória tem uma”, contou ao g1.
O influencer explica que manteve o equipamento a uma distância de dois metros dos animais, e deu zoom na câmera para conseguir um registro. Mesmo assim, a ave notou a presença do equipamento.
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Arara-canindé foi fotografada avançando em drone no TO
Divulgação/Francisco Garcia
“Eu vi as aves e decidi subir o drone. Quando observei, ela veio em direção ao drone, eu mantive a distância e consegui registrar esse momento”, diz Francisco.
Natural da Paraíba e criado no Maranhão, Francisco tem 35 anos e mora no Tocantins há menos de um ano. Ele diz que está acostumado com o calor tocantinense, mas afirma que ainda segue fascinado pelas aves.
“São duas regiões de sol predominante, então já estou com os couros duros, bem adaptado [ao clima]. Mas ainda estou naquela fase de ficar encantado com as araras, corujas”, finaliza.
O g1 conversou com o biólogo Wanieulli Pascoal para entender a movimentação da arara. O especialista explica que aves da classe de psitacídeos – araras, papagaios e periquitos – possuem esse tipo de resposta a drones, e é comum.
“É uma forma de afugentar, porque elas vêem no drone um possível predador. Já me ocorreu várias vezes de periquitos ficarem rodeando meu drone, fazendo rasante nele, mas ainda não observei nenhum ataque, como ocorre em aves de rapina que atacam diretamente o drone”, explica.
A ação pode ter sido influenciada também pela existência de um tronco de palmeira próximo do local, que estaria sendo utilizado pelas aves como dormitório. Wanieulli finaliza dizendo que a espécie pode ser mansa com humanos, mas orienta que a distância da espécie continue sendo respeitada.
Casal foi avistado em palmeira na praia da Graciosa
Divulgação/Francisco Garcia
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Fonte: G1 Tocantins

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Corpo de homem é encontrado boiando em lago no interior do Tocantins


Praia de Porto Nacional, região central do estado
Reprodução/G1
O corpo de um homem, de 40 anos, foi encontrado boiando no Lago de Porto Nacional, na região central do estado, na manhã deste domingo (26).
Segundo a Polícia Militar, o corpo estava às margens do lago e foi retirado da água pelo Corpo de Bombeiros.
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Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a 7ª Delegacia Especializada de Repressão ao Crime Organizado (DEIC) registrou a ocorrência e vai investigar o caso.
O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) e será liberado para velório após a realização de exames de necropsia.
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Fonte: G1 Tocantins

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Generosa e alegre: quem era a servidora pública que morreu após complicações na gravidez


Karolina Pereira Silva Lira era diretora de Proteção Social Básica
Divulgação/Prefeitura de Porto Nacional
A servidora pública Karolina Pereira Silva Lira, de 30 anos, morreu após sofrer complicações na gravidez. Ela perdeu o bebê um dia antes, em um hospital de Porto Nacional, na região central do estado. A jovem foi descrita pela secretária e amiga Keila Viana como uma pessoa generosa, alegre e simples.
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Karolina atuava na área de Assistência Social de Porto Nacional e morreu nesta quinta-feira (23). Em nota, a prefeitura informou que a servidora era portadora de anemia falciforme, condição que teria contribuído para as complicações.
Ela trabalhava na proteção da população em situação de vulnerabilidade e atuava diretamente com a secretária de Assistência Social, Keila Viana. A gestora relembrou como foi trabalhar ao lado da servidora.
“Uma pessoa que iluminava os ambientes por onde passava. Dona de um coração generoso, era meiga, doce, alegre e acolhedora. Tinha um sorriso contagiante e um jeito simples de demonstrar carinho, fazendo com que todos se sentissem especiais”, contou.
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A morte de Karolina e do bebê causou comoção entre moradores de Porto Nacional. Amigos e conhecidos lamentaram a perda nas redes sociais.
“Que tristeza, minha amiga. Que dor sua partida deixa”, escreveu uma internauta. Outra pessoa comentou: “Conheci ela na Secretaria de Assistência. Uma menina maravilhosa”.
Segundo a secretária Keila Viana, a dedicação de Karolina ia além das responsabilidades do cargo. Ela trabalhava com amor e construiu amizades ao longo da trajetória profissional.
“Seu trabalho foi marcado pelo acolhimento, pela escuta sensível e pelo compromisso em garantir dignidade e esperança às pessoas que mais precisavam. Em cada atendimento, deixou um pouco de si e fez a diferença na vida de inúmeras famílias”, finalizou.
O velório e o sepultamento foram realizados na última sexta-feira (24), em Porto Nacional.
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Fonte: G1 Tocantins

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Dono de BMW deixada em oficina há mais de um ano diz que paga IPVA sem poder usar o carro


Morador de Palmas espera há dois anos por devolução de carro em oficina
Kelvin Lucas, de 31 anos, continua pagando o Imposto sobre a Propriedade de Veículos Automotores (IPVA) da BMW 118i, ano 2009, que está há mais de um ano em uma oficina de Palmas para conserto. Ele pagou antecipadamente mais de R$ 26 mil para reparar um problema no motor.
O dono do carro de luxo é mecânico, mas explicou que sua especialização não é em veículos desse nicho. Por isso, contratou a oficina Ruicar Imports. Pelo segundo ano seguido, Kelvin precisou pagar o IPVA do veículo, em um valor superior a R$ 1 mil.
“Ainda tenho que pagar o IPVA do carro que eu não estou nem usando, que, na verdade, se acabou. Hoje eu vi como está a situação do carro. Era para arrumar, não destruir”, diz.
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O dono do carro de luxo é mecânico, mas explicou que sua especialização não é em veículos desse nicho. Por isso, contratou a oficina Ruicar Imports. Pelo segundo ano seguido, Kelvin precisou pagar o IPVA do veículo, em um valor superior a R$ 1 mil.
A oficina Ruicar Imports informou à TV Anhanguera que o veículo está pronto desde maio deste ano e que aguarda apenas que Kelvin faça a retirada do automóvel.
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Boleto emitido para pagamento do IPVA
Reprodução/TV Anhanguera
Apesar da afirmação da oficina de que o serviço foi concluído, Kelvin disse que o problema não foi resolvido. Ele conta que, ao tentar buscar o carro em abril deste ano, encontrou o veículo no pátio da empresa em uma situação pior do que quando o entregou.
Kelvin afirmou que a BMW era um sonho de infância que se transformou em um pesadelo.
“O sonho virou um pesadelo, durmo todo dia contrariado e chateado de ver uma coisa minha se acabando. Danificou, tem amassado, arranhão, queimaram a pintura, pneu já não presta mais”, disse.
Além da dívida e do prejuízo acumulado, ele contou que precisou comprar uma moto para conseguir se locomover pela cidade.
Entenda o caso
O dono da BMW afirmou que fechou o orçamento para o serviço com uma empresa especializada em consertos de carros de luxo. No dia 28 de janeiro de 2025, o veículo foi levado para a oficina, e Kelvin pagou R$ 16 mil à vista, com a expectativa de que o serviço fosse agilizado.
Segundo ele, inicialmente o motor deveria ter sido substituído, mas, após não encontrar uma peça adequada, Kelvin contou que o mecânico da oficina informou que faria o reparo do motor da BMW, que apresentava falhas.
“Levou o motor para Goiânia, meses se passaram e eu sempre cobrando, até que chegou. Eu falei que precisava do carro, falaram para buscar. Fui lá e, até hoje, não conseguiram consertar. O motor está falhando”, explicou.
O conserto exigido pelo veículo é delicado e pode envolver altos custos. Por isso, Kelvin afirmou que nenhuma outra oficina quer pegar o carro para fazer o reparo.
Antes e depois de BMW na oficina
Reprodução/Arquivo pesoal de Kelvin Lucas
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Fonte: G1 Tocantins