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Homem desaparece após sair para pescar com cães no interior do Tocantins, dizem bombeiros


Bombeiros iniciaram buscas por pescador desaparecido no Rio Lontra
Divulgação/Corpo de Bombeiros
Um homem desapareceu após sair para pescar no Rio Lontra em Araguaína, região norte do estado. Identificado pelo Corpo de Bombeiros como Antônio da Silva Morais, de 64 anos, o pescador teria se deslocado para o local na companhia de três cachorros e não retornou mais.
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Antônio saiu no final da tarde de sábado (6) e teria avisado familiares que voltaria da pesca no domingo (7).
O filho de Antônio acionou os bombeiros nesta segunda-feira (8) após encontrarem uma rede de dormir, uma mochila e dois dos três cães, nas margens do rio no Setor JK.
A família informou aos militares que o Antônio teria sofrido um episódio de infarto há cerca de 15 dias.
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Uma equipe do Corpo de Bombeiros deslocou uma embarcação para o ponto em que os objetos foram encontrados e seguem em buscas na região para localizar o pescador.
Bombeiros encontraram mochila, rede e dois cães às margens de rio
Divulgação/Corpo de Bombeiros
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Fonte: G1 Tocantins

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Quatro mortos em acidente no TO são da mesma família; veja os nomes


Acidente na TO-110 deixa quatro mortos
Divulgação/Bombeiros
As quatro pessoas que morreram em um acidente na TO-110 eram da mesma família e foram identificadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP). A batida entre dois carros aconteceu no trecho entre Taguatinga e Ponte Alta do Bom Jesus, na região sudeste do Tocantins.
As vítimas são: Ana Karoline Queiroz Alves, 20 anos, Maycon Douglas de Souza, 24 anos, Lucilene Souza Barros Cordeiro, 47 anos, e Dinoel Cordeiro da Silva, 51 anos.
Conforme o Corpo de Bombeiros, os quatro estavam no mesmo carro, onde uma quinta pessoa foi socorrida com vida.
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As vítimas do segundo carro foram transportadas ao hospital de Taguatinga por terceiros.
O acidente aconteceu na tarde deste domingo (7). Segundo a SSP, as informações preliminares apontam que os veículos colidiram frontalmente. Um dos automóveis teria invadido a pista contrária, ocasionando a colisão.
As circunstâncias exatas do acidente ainda serão esclarecidas no decorrer das investigações.
Os corpos foram recolhidos pelo Núcleo de Medicina Legal de Natividade, onde passam por exames de necropsia para serem liberados aos familiares. O caso será investigado pela 103ª Delegacia de Polícia de Taguatinga.
Entenda
Com o impacto, um dos veículos ficou sobre a pista e bloqueou parcialmente a rodovia. O outro foi arremessado para fora da estrada. Equipes do Corpo de Bombeiros retiraram vítimas que ficaram presas às ferragens.
Conforme a PM, duas pessoas morreram ainda no local e outras duas durante o transporte para atendimento médico.
A perícia foi realizada no local para ajudar a esclarecer as circunstâncias da batida. Os corpos das vítimas foram levados pelo Núcleo de Medicina Legal de Natividade, onde passam por exames de necropsia para serem aos familiares.
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Fonte: G1 Tocantins

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Acidente em rodovia do Tocantins deixa quatro mortos


Acidente na TO-110 deixa quatro mortos
Reprodução/Portal Taguatinga
Quatro pessoas morreram em um acidente na rodovia TO-110, entre os municípios de Taguatinga e Ponte Alta do Bom Jesus. Segundo a Polícia Militar (PM), a batida envolveu dois carros de passeio. As causas do acidente ainda serão investigadas.
Conforme os militares, um veículo Gol seguia no sentido Ponte Alta do Bom Jesus–Taguatinga quando bateu de frente com um Chevrolet Tracker, que trafegava na direção oposta, na tarde de domingo (7).
O g1 questionou a Secretaria da Segurança Pública sobre a identidade das vítimas, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
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Agora no g1
Com o impacto, um dos veículos ficou sobre a pista e bloqueou parcialmente a rodovia. O outro foi arremessado para fora da estrada. Equipes do Corpo de Bombeiros retiraram vítimas que ficaram presas às ferragens.
Os socorristas prestaram atendimento no local e encaminharam os feridos para hospitais da região. Duas pessoas morreram ainda no local e outras duas durante o transporte para atendimento médico.
A perícia foi realizada no local para ajudar a esclarecer as circunstâncias da batida. Os corpos das vítimas foram levados pelo Instituto Médico Legal e o trecho da rodovia foi liberado.
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Fonte: G1 Tocantins

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‘Foi muito feliz’, diz irmã que fazia dupla com cantora gospel que morreu no Tocantins


Dupla evangélica Ana Clézia e Laudicéia
Arquivo Pessoal/Laudiceia
A cantora Laudicéia, que fazia dupla com a irmã Ana Clézia, lembra com alegria dos momentos em que as duas compartilharam a fé e o trabalho musical gospel. “Mesmo sofrendo muito com a partida da minha irmã, tudo que eu lembro dela me faz sorrir e ter alegria por saber que a minha irmã foi muito feliz”, contou.
Ana Clézia morreu aos 38 anos, após passar dias internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em Palmas. Ela fazia tratamento para o fígado há 15 anos e também convivia com outras doenças crônicas. Os médicos recomendaram um transplante, mas ela não chegou a realizar o procedimento.
“Se tivesse feito eo transplante, a Ana teria vivido o mesmo tempo que viveu [sem ele]. Porque ela tinha artrite reumatoide, lúpus, colite, retocolite ulcerativa… umas cinco doenças autoimunes. Com o procedimento, todas essas doenças iriam atacar o fígado dela novamente. Ana teve o mesmo tempo de vida que uma pessoa transplantada vive e ela foi feliz. Minha irmã foi feliz”, afirmou Laudicéia.
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Ativa nas redes sociais, no dia 15 de abril, Ana mostrou aos seguidores alguns momentos de seu tratamento e internação. Nas imagens, ela aparece visivelmente debilitada e com hematomas nas pernas. “Estou viva e vamos pra guerra porque o nosso general é Cristo e ele nos garante vitória”, escreveu a cantora.
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Parceria musical
As irmãs Ana Clézia e Laudicéia conquistaram o público evangélico palmense e consolidaram a carreira com o lançamento de três CDs.
As cantoras também fizeram participação em congressos internacionais realizados em Portugal e na Itália. Ao longo dos anos, elas ficaram conhecidas como adoradoras e mantiveram presença constante em igrejas e eventos religiosos.
O repertório da dupla reúne canções que ganharam espaço entre os fiéis, como “Deus É Com Você”, “Ele Virá”, “Lindo Céu” e “Não Tem Lógica”. Além dos álbuns físicos, Ana Clézia também investiu no ambiente digital, onde disponibilizava singles e videoclipes em plataformas de streaming.
Antes da morte, o estado de saúde de Ana Clézia era considerado grave, segundo boletim médico divulgado na quinta-feira (4). A equipa médica chegou a iniciar um procedimento de hemodiálise, mas precisou interromper a intervenção devido à instabilidade clínica.
Conhecida no cenário gospel do Tocantins, Ana Clézia enfrentava complicações de saúde e estava em coma
Reprodução/Redes sociais
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Fonte: G1 Tocantins

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Crimes, prisão, semiaberto e morte: veja a cronologia do caso de padrasto e enteada carbonizados


Incêndio que matou padrasto e enteada em Araguaína é investigado pela Polícia Civil
Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, e a enteada, Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, morreram carbonizados em um incêndio em uma casa em Araguaína, na região norte do Tocantins, no dia 3 deste mês. O caso é investigado pela Polícia Civil. Ivano Vaz Cunha tinha histórico de crimes e já havia sido condenado pela Justiça.
Em 2007, enquanto dirigia uma carreta em Araguaína, Ivano Vaz Cunha atropelou e matou uma pessoa e fugiu do local, conforme documento obtido pelo g1. Em 2009, ele foi condenado por estuprar e matar a enteada, Layla Athyla Maranhão, ateando fogo no corpo da vítima. No caso atual, foi apreendido um galão com vestígios de gasolina, e os corpos foram encontrados sem roupas na parte inferior da casa. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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Para entender os acontecimentos, decisões e crimes, o g1 fez uma linha do tempo detalhando os casos até a data do incêndio, quando os corpos foram encontrados carbonizados no dia 3 deste mês.
Linha do tempo: do primeiro crime à morte em Araguaína.
Dezembro de 2007: homicídio culposo no trânsito
De acordo com o processo judicial, Ivano Vaz Cunha, na época motorista profissional, atropelou e matou uma pessoa no setor JK, em Araguaína. Segundo a perícia, ele conduzia uma carreta e atingiu a vítima com o pneu traseiro.
Segundo o documento a que a reportagem teve acesso, Ivano fugiu do local sem prestar socorro, alegando posteriormente que teve medo de linchamento. O caso gerou um processo que tramitou por anos, com audiências realizadas até 2025, segundo registros do Tribunal de Justiça.
Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, e Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, morreram carbonizados em Araguaína
Reprodução/Instagram Laiane Cardoso/TV Anhanguera
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Novembro de 2009: o assassinato de Layla Athyla
De acordo com a investigação da Polícia Civil, Ivano estuprou e asfixiou sua enteada, Layla Athyla Maranhão Vales, de 19 anos. A denúncia indica que, para ocultar o crime, ele ateou fogo ao corpo da jovem e à residência da família.
Segundo o delegado Silneyr Deófanes de Castro, poucas horas após o crime, Ivano procurou uma emissora de TV local para se apresentar, onde foi preso pela equipe da Polícia Civil.
Maio de 2011: condenação e tentativa de fuga
Ivano foi condenado pela Comarca de Araguaína a 35 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de estupro, homicídio qualificado e incêndio, referentes ao caso de 2009. A sentença foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Tocantins. No mesmo ano da condenação, Ivano tentou fugir da unidade prisional onde cumpria pena.
Dezembro de 2018: remição de pena
Em outubro de 2018, o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) deferiu o primeiro pedido de remição de pena por dias trabalhados. Ivano teve o direito de abater parte da sentença por meio do trabalho, o que determinou a liquidação parcial da pena. Em dezembro do mesmo ano, o TJTO concedeu a remição de 170 dias da pena total do sentenciado.
26 de junho de 2023: monitoramento eletrônico
Ivano conseguiu a progressão para o regime semiaberto após prestar serviço durante o período na unidade prisional, cumprindo parte da sentença de 35 anos em regime fechado. De acordo com o processo de execução penal, o equipamento de monitoramento eletrônico foi instalado somente em 2023.
Junho de 2024: benefício de trabalho externo
Ivano obteve autorização judicial para realizar trabalho externo como vendedor e motorista. Segundo o documento, o benefício permitia que ele se deslocasse por todo o território do Tocantins durante o dia, com a obrigação de se recolher à residência no período noturno.
Dezembro de 2025: sentença do crime de 2007
A Justiça do Tocantins condenou Ivano a dois anos e oito meses de detenção, em regime aberto, pelo crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor. A sentença, proferida em dezembro de 2025, refere-se ao atropelamento ocorrido em 2007, em Araguaína. Além da pena de prisão, o magistrado determinou a suspensão da habilitação para dirigir por um período de oito meses.
Segundo o documento, Ivano chegou a solicitar a devolução da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), alegando que o documento era essencial para o exercício de sua atividade profissional; no entanto, o pedido foi negado pela Justiça. O juiz considerou as causas de aumento de pena, já que o atropelamento ocorreu durante o exercício da profissão e foi seguido de omissão de socorro.
Junho de 2026: explosão e morte no setor Lago Azul I
De acordo com relatos de testemunhas à Polícia Militar, por volta das 17h do dia 3 de junho, vizinhos ouviram um forte barulho de explosão vindo do interior de uma residência. Nesse momento, teve início o incêndio que causou a morte de Ivano e de sua enteada, Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos.
O Corpo de Bombeiros informou que a equipe encontrou os dois corpos carbonizados dentro de um dos quartos do imóvel. Laiane foi localizada debaixo de um guarda-roupa, enquanto Ivano estava sobre os destroços de uma cama que foi destruída pelas chamas. A Polícia Militar informou que os corpos foram encontrados sem roupas na parte inferior do corpo.
Segundo a perícia técnica, um galão com vestígios de gasolina foi apreendido no interior da residência. O objeto reforça a suspeita da polícia de que o incêndio tenha sido provocado intencionalmente, especialmente após testemunhas relatarem ter ouvido um barulho de explosão pouco antes de as chamas tomarem conta do cômodo. O material foi recolhido para análise no laboratório de criminalística.
De acordo com a Polícia Civil, o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura a semelhança do crime de junho de 2026 com o crime cometido por Ivano em 2009.
Incêndio em residência deixou dois mortos, em Araguaína (TO)
Divulgação/Bombeiros
Nota da Seciju
Em relação ao caso do custodiado Ivano Vaz Cunha, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) esclarece que seu monitoramento eletrônico cumpria determinação do Poder Judiciário. Por ordem da Justiça, o reeducando obteve o benefício do trabalho externo para atuar no setor de vendas, o que o autoriza a deslocar-se a trabalho por todo o território do Estado. Como obrigações fixadas pela decisão judicial, ele recolhia-se em sua residência durante o período noturno e comunicava previamente qualquer viagem interestadual.
A Seciju ressalta que todas as inconsistências e violações de regras registradas pelo sistema de tornozeleira eletrônica foram devidamente verificadas pela Polícia Penal e informadas de maneira imediata ao Poder Judiciário.
A pasta reforça que a aplicação de punições, a perda de benefícios ou o retorno do preso ao regime fechado são prerrogativas exclusivas dos juízes da execução penal. A secretaria atua estritamente na fiscalização técnica e no cumprimento das ordens judiciais, mantendo o acompanhamento rigoroso de todos os monitorados.
Por fim, a secretaria informa que a Unidade Penal de Araguaína está operando regularmente e recebendo custodiados normalmente, dentro de sua capacidade operacional.
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Fonte: G1 Tocantins

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Incêndio que matou padrasto e enteada em Araguaína é investigado pela Polícia Civil
Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, e a enteada, Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, morreram carbonizados em um incêndio em uma casa em Araguaína, na região norte do Tocantins, no dia 3 deste mês. O caso é investigado pela Polícia Civil. Ivano Vaz Cunha tinha histórico de crimes e já havia sido condenado pela Justiça.
Em 2007, enquanto dirigia uma carreta em Araguaína, Ivano Vaz Cunha atropelou e matou uma pessoa e fugiu do local, conforme documento obtido pelo g1. Em 2009, ele foi condenado por estuprar e matar a enteada, Layla Athyla Maranhão, ateando fogo no corpo da vítima. No caso atual, foi apreendido um galão com vestígios de gasolina, e os corpos foram encontrados sem roupas na parte inferior da casa. O caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP).
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Para entender os acontecimentos, decisões e crimes, o g1 fez uma linha do tempo detalhando os casos até a data do incêndio, quando os corpos foram encontrados carbonizados no dia 3 deste mês.
Linha do tempo: do primeiro crime à morte em Araguaína.
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De acordo com o processo judicial, Ivano Vaz Cunha, na época motorista profissional, atropelou e matou uma pessoa no setor JK, em Araguaína. Segundo a perícia, ele conduzia uma carreta e atingiu a vítima com o pneu traseiro.
Segundo o documento a que a reportagem teve acesso, Ivano fugiu do local sem prestar socorro, alegando posteriormente que teve medo de linchamento. O caso gerou um processo que tramitou por anos, com audiências realizadas até 2025, segundo registros do Tribunal de Justiça.
Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, e Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, morreram carbonizados em Araguaína
Reprodução/Instagram Laiane Cardoso/TV Anhanguera
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De acordo com a investigação da Polícia Civil, Ivano estuprou e asfixiou sua enteada, Layla Athyla Maranhão Vales, de 19 anos. A denúncia indica que, para ocultar o crime, ele ateou fogo ao corpo da jovem e à residência da família.
Segundo o delegado Silneyr Deófanes de Castro, poucas horas após o crime, Ivano procurou uma emissora de TV local para se apresentar, onde foi preso pela equipe da Polícia Civil.
Maio de 2011: condenação e tentativa de fuga
Ivano foi condenado pela Comarca de Araguaína a 35 anos de prisão em regime fechado pelos crimes de estupro, homicídio qualificado e incêndio, referentes ao caso de 2009. A sentença foi mantida pelo Tribunal de Justiça do Tocantins. No mesmo ano da condenação, Ivano tentou fugir da unidade prisional onde cumpria pena.
Dezembro de 2018: remição de pena
Em outubro de 2018, o Tribunal de Justiça do Tocantins (TJTO) deferiu o primeiro pedido de remição de pena por dias trabalhados. Ivano teve o direito de abater parte da sentença por meio do trabalho, o que determinou a liquidação parcial da pena. Em dezembro do mesmo ano, o TJTO concedeu a remição de 170 dias da pena total do sentenciado.
26 de junho de 2023: monitoramento eletrônico
Ivano conseguiu a progressão para o regime semiaberto após prestar serviço durante o período na unidade prisional, cumprindo parte da sentença de 35 anos em regime fechado. De acordo com o processo de execução penal, o equipamento de monitoramento eletrônico foi instalado somente em 2023.
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Ivano obteve autorização judicial para realizar trabalho externo como vendedor e motorista. Segundo o documento, o benefício permitia que ele se deslocasse por todo o território do Tocantins durante o dia, com a obrigação de se recolher à residência no período noturno.
Dezembro de 2025: sentença do crime de 2007
A Justiça do Tocantins condenou Ivano a dois anos e oito meses de detenção, em regime aberto, pelo crime de homicídio culposo na direção de veículo automotor. A sentença, proferida em dezembro de 2025, refere-se ao atropelamento ocorrido em 2007, em Araguaína. Além da pena de prisão, o magistrado determinou a suspensão da habilitação para dirigir por um período de oito meses.
Segundo o documento, Ivano chegou a solicitar a devolução da Carteira Nacional de Habilitação (CNH), alegando que o documento era essencial para o exercício de sua atividade profissional; no entanto, o pedido foi negado pela Justiça. O juiz considerou as causas de aumento de pena, já que o atropelamento ocorreu durante o exercício da profissão e foi seguido de omissão de socorro.
Junho de 2026: explosão e morte no setor Lago Azul I
De acordo com relatos de testemunhas à Polícia Militar, por volta das 17h do dia 3 de junho, vizinhos ouviram um forte barulho de explosão vindo do interior de uma residência. Nesse momento, teve início o incêndio que causou a morte de Ivano e de sua enteada, Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos.
O Corpo de Bombeiros informou que a equipe encontrou os dois corpos carbonizados dentro de um dos quartos do imóvel. Laiane foi localizada debaixo de um guarda-roupa, enquanto Ivano estava sobre os destroços de uma cama que foi destruída pelas chamas. A Polícia Militar informou que os corpos foram encontrados sem roupas na parte inferior do corpo.
Segundo a perícia técnica, um galão com vestígios de gasolina foi apreendido no interior da residência. O objeto reforça a suspeita da polícia de que o incêndio tenha sido provocado intencionalmente, especialmente após testemunhas relatarem ter ouvido um barulho de explosão pouco antes de as chamas tomarem conta do cômodo. O material foi recolhido para análise no laboratório de criminalística.
De acordo com a Polícia Civil, o caso é investigado pela Delegacia de Homicídios e Proteção à Pessoa (DHPP), que apura a semelhança do crime de junho de 2026 com o crime cometido por Ivano em 2009.
Incêndio em residência deixou dois mortos, em Araguaína (TO)
Divulgação/Bombeiros
Nota da Seciju
Em relação ao caso do custodiado Ivano Vaz Cunha, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) esclarece que seu monitoramento eletrônico cumpria determinação do Poder Judiciário. Por ordem da Justiça, o reeducando obteve o benefício do trabalho externo para atuar no setor de vendas, o que o autoriza a deslocar-se a trabalho por todo o território do Estado. Como obrigações fixadas pela decisão judicial, ele recolhia-se em sua residência durante o período noturno e comunicava previamente qualquer viagem interestadual.
A Seciju ressalta que todas as inconsistências e violações de regras registradas pelo sistema de tornozeleira eletrônica foram devidamente verificadas pela Polícia Penal e informadas de maneira imediata ao Poder Judiciário.
A pasta reforça que a aplicação de punições, a perda de benefícios ou o retorno do preso ao regime fechado são prerrogativas exclusivas dos juízes da execução penal. A secretaria atua estritamente na fiscalização técnica e no cumprimento das ordens judiciais, mantendo o acompanhamento rigoroso de todos os monitorados.
Por fim, a secretaria informa que a Unidade Penal de Araguaína está operando regularmente e recebendo custodiados normalmente, dentro de sua capacidade operacional.
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Fonte: G1 Tocantins

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Jovem se afoga ao nadar e corpo é encontrado próximo a usina no TO, dizem bombeiros


Vítima estava a cerca de sete metros de profundidade, próximo à Usina Hidrelétrica de Lajeado
Divulgação/Investco
O corpo de um jovem, de 35 anos, foi localizado pelo Corpo de Bombeiros na manhã deste domingo (7), próximo às comportas da Usina de Lajeado, na região central do estado. Segundo a Secretaria de Segurança Pública (SSP), a vítima foi identificada como Leandro Vieira Sousa.
De acordo com a SSP, Leandro estava com um grupo de pessoas na região conhecida como Pedral, próximo à barragem da usina. Por volta das 15h de sábado, ele começou a nadar em direção a pedras localizadas no meio do rio, a cerca de 100 metros da margem. Conforme testemunhas, ele acabou afundando e desapareceu.
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Mergulhadores da Companhia Independente de Busca e Salvamento (CIBS), do Corpo de Bombeiros, foram acionados ainda no sábado, mas o corpo só foi localizado na manhã deste domingo. A vítima estava a aproximadamente sete metros de profundidade, perto de uma pedreira.
Após o resgate realizado pelos bombeiros, o corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML).
Agora no g1
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A Polícia Civil informou que instaurou um procedimento para apurar as circunstâncias do afogamento.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motorista é encontrado ao lado dos corpos do pai e da mulher após carro cair em ribanceira


Motorista é encontrado ao lado dos corpos do pai e da mulher após carro cair em ribanceira
Arquivo pessoal/Tatiani Ferreira
O motorista Marcos Cezar Silva Santos, de 48 anos, foi encontrado com vida neste domingo (7) ao lado dos corpos do pai, Odilon Gonzaga dos Santos, de 77, e da mulher, Aline da Silva Souza, de 42, após o carro em que estavam cair em uma ribanceira. O acidente aconteceu em Teresina de Goiás, na região nordeste de Goiás. Segundo o Corpo de Bombeiros, o motorista sobreviveu consumindo água enquanto aguardava socorro.
Marcos foi levado para o Hospital de Alto Paraíso, ele apresentava fraturas no tornozelo e antebraço direito. A reportagem não conseguiu atualizar seu estado de saúde.
De acordo com os bombeiros, Aline permaneceu viva até sexta-feira (5), mas não resistiu aos ferimentos. Odilon morreu ainda no local em decorrência dos ferimentos, informou a corporação.
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Uma equipe de salvamento do Corpo de Bombeiros permanece no local aguardando a chegada da Polícia Científica, do Instituto Médico Legal (IML) e de um guincho para a retirada dos corpos das vítimas presas às ferragens.
Os bombeiros informaram que o acidente envolveu um Fiat Uno e nele estavam os três ocupantes. A Polícia Civil vai investigar as causas do acidente.
Esta reportagem está em atualização.
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Fonte: G1 Tocantins

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Força-tarefa encontra quase meia tonelada de cocaína enterrada e prende dois suspeitos no interior do TO


Polícia aponta que carga faz parte de esquema internacional que utiliza rotas aéreas clandestinas
Divulgação/Polícia Federal
Uma força-tarefa das polícias Civil, Federal e Militar encontrou e apreendeu cerca de 490 kg de cocaína enterrados em uma área rural de Pindorama do Tocantins, na região sudeste do estado, neste domingo (7). Durante a ação, dois homens foram presos em flagrante, e uma aeronave suspeita de ser utilizada no transporte da droga foi localizada.
Segundo a Polícia Civil, durante a operação, as equipes flagraram veículos suspeitos deixando o local. Os ocupantes tentaram fugir, o que levou ao início de um acompanhamento tático com bloqueios e patrulhamento pelas estradas da região. A ação resultou na prisão de dois suspeitos.
Eles foram autuados em flagrante pelos crimes de tráfico de drogas, associação para o tráfico, porte ilegal de arma de fogo e integração a organização criminosa. Em seguida, foram encaminhados à Unidade Penal de Palmas, onde permanecem à disposição da Justiça.
Os nomes dos suspeitos não foram divulgados. Por esse motivo, o g1 não conseguiu contato com as defesas.
Agora no g1
Além da droga encontrada enterrada, os policiais localizaram uma aeronave nas proximidades com indícios de adulteração em sua estrutura. Segundo a polícia, as modificações sugerem que o avião teria sido adaptado para o transporte ilícito de grandes cargas.
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A apreensão faz parte da Operação Sentinela Christi, deflagrada pela Força Integrada de Combate ao Crime Organizado no Tocantins (FICCO/TO). O objetivo da ação é desarticular uma organização criminosa envolvida com o tráfico de drogas no interior do estado.
Tráfico transnacional
As investigações da Polícia Federal e da Secretaria da Segurança Pública (SSP) indicam que a cocaína apreendida integra um esquema estruturado de tráfico transnacional. Segundo as apurações, o grupo utilizava rotas aéreas clandestinas e aeronaves adaptadas para o transporte e a distribuição da droga.
Os suspeitos foram encaminhados à Unidade Penal de Palmas, onde permanecem à disposição da Justiça. A ocorrência foi registrada na Superintendência Regional da Polícia Federal, na capital.
A operação contou com a participação das polícias Federal, Civil, Militar e Penal, além de unidades especializadas, como o Batalhão de Operações Policiais Especiais (Bope), o Batalhão de Polícia Militar Rodoviário e de Divisas (BPMRED) e batalhões de diversas cidades do Tocantins. Também participaram equipes da Polícia Federal de Araguaína e de Redenção (PA).
Suspeitos foram autuados por tráfico e organização criminosa
Divulgação/Polícia Federal
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Fonte: G1 Tocantins

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Cantora gospel que morreu no Tocantins tinha vida dedicada à evangelização


Conhecida no cenário gospel do Tocantins, Ana Clézia enfrentava complicações de saúde e estava em coma
Reprodução/Redes sociais
Ana Clézia conciliava a dedicação à musica com a maternidade e a vida em família. A cantora morreu aos 38 anos, após passar dias internada em uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI), em Palmas. Ela integrava a dupla gospel Ana Clézia e Laudicéia, conhecida no cenário cristão.
Ana enfrentava complicações como pressão arterial baixa e pneumonia associada à ventilação mecânica. Ela morreu na sexta-feira (5), durante um coma. O pastor Glayson Soares contou que trabalhou na pré-produção do primeiro CD da dupla e foi apoiador do ministério musical da cantora.
“A Ana era uma amiga leal e, como cantora, era uma verdadeira adoradora. A partida precoce dela é uma perda irreparável para a música evangélica”, comentou.
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Ativa nas redes sociais, no dia 15 de abril, Ana mostrou aos seguidores alguns momentos de seu tratamento e internação. Nas imagens, ela aparece visivelmente debilitada e com hematomas nas pernas. “Estou viva e vamos pra guerra porque o nosso general é Cristo e ele nos garante vitória”, escreveu a cantora.
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Carreira gospel
As artistas Ana Clézia e Laudicéia conquistaram o público evangélico palmense e consolidaram a carreira com o lançamento de três CDs.
As cantoras também fizeram participação em congressos internacionais realizados em Portugal e na Itália. Ao longo dos anos, elas ficaram conhecidas como adoradoras e mantiveram presença constante em igrejas e eventos religiosos.
O repertório da dupla reúne canções que ganharam espaço entre os fiéis, como “Deus É Com Você”, “Ele Virá”, “Lindo Céu” e “Não Tem Lógica”. Além dos álbuns físicos, Ana Clézia também investiu no ambiente digital, onde disponibilizava singles e videoclipes em plataformas de streaming.
Dupla evangélica Ana Clézia (à esq.) e Laudicéia (à dir.)
Reprodução/Instagram de Ana Clézia e Laudicéia
Antes da morte, o estado de saúde de Ana Clézia era considerado grave, segundo boletim médico divulgado na quinta-feira (4). A equipa médica chegou a iniciar um procedimento de hemodiálise, mas precisou interromper a intervenção devido à instabilidade clínica.
Durante o período de internamento, familiares, amigos e membros da comunidade evangélica mobilizaram correntes de oração pela recuperação da artista.
O cronograma de despedida divulgado pela Igreja CIADSETA informou que o primeiro velório ocorreu na manhã de sexta-feira (5), em Palmas, na Igreja CIADSETA de Taquaralto. Depois, o corpo foi levado para Luzinópolis, no norte do Tocantins, onde ocorreu uma segunda cerimônia no sábado (6).
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Fonte: G1 Tocantins