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Mãe e filhas são resgatadas de casa após agressões, diz polícia


Ação faz parte da Operação ‘Mulher Segura’
Divulgação/SSP
Uma mulher e suas três filhas menores foram resgatadas pela Polícia Civil nesta sexta-feira (5) em uma fazenda na zona rural de Presidente Kennedy, região central do Tocantins. De acordo com a Secretaria da Segurança Pública (SSP), a vítima denunciou que estava sendo agredida com tapas e pontapés pelo homem na frente das filhas.
A ação da Operação “Mulher Segura”, teve início quando a mulher conseguiu buscar atendimento na 7ª Central de Atendimento da Polícia Civil, em Guaraí. Segundo o relato da vítima, ela foi agredida e em seguida, impedida de levar as crianças e de retirar seus pertences pessoais da casa.
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De acordo com a Polícia Civil, equipes de Guaraí e da operação especial foram até o local e constataram que o agressor já havia fugido. As crianças estavam na casa sob a supervisão do avô paterno.
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Amparo e Medidas Protetivas
Após serem retiradas da fazenda, a mãe e as filhas receberam apoio do Conselho Tutelar e da Assistência Social de Presidente Kennedy. De acordo com a SSP, devido à situação de extrema vulnerabilidade, a Justiça determinou o acolhimento institucional das três crianças.
Além do acolhimento, foram aplicadas medidas protetivas de urgência para garantir que o agressor não se aproxime da mulher. Ainda segundo a SSP, a Polícia Civil segue com as investigações e realiza buscas para localizar e prender o suspeito.
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Fonte: G1 Tocantins

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Indígena desaparece após viagem de barco no Rio Araguaia, e família pede ajuda: ‘Achar nosso parente com vida’


Buscas entram no sexto dia com apoio de drones e cães farejadores
Divulgação/CBMMT
O indígena Tales Karajá está desaparecido há seis dias no Rio Araguaia. Segundo familiares, ele é morador da Terra Indígena Xambioá, no Tocantins, e foi visto pela última vez na segunda-feira (1º), após sair em uma embarcação com destino a Luciara (MT).
As buscas são realizadas por parentes do indígena e por uma equipe do Corpo de Bombeiros de Mato Grosso, na região da Ilha do Bananal. A embarcação de Tales foi localizada ainda na terça-feira (2), às margens do Rio Araguaia, com o motor acoplado e sem combustível.
Os Bombeiros encontraram vestígios de pegadas em ilhas da região, indicando que o indígena pode ter se movimentado por terra em direção à Ilha do Bananal, no Tocantins.
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Segundo os parentes, a vítima possui um histórico de crises convulsivas, o que levanta a suspeita de que ele possa ter caído na água ou sofrido uma crise.
Em entrevista ao g1, o tio da vítima, Edimilson Karajá, expressou o desespero da família e a urgência de reforços nas buscas. Ele destacou que os voluntários e parentes estão exaustos devido às condições extremas da região.
“Nós precisamos de helicóptero, precisamos de bombeiro, equipe total, equipe toda, para que nós possamos achar nosso parente com vida. Isso é o objetivo da gente. Nós estamos como voluntário e parente, um pouco desgastados pela distância, pelos locais de difícil acesso. Nós tá pedindo socorro”, desabafou Edimilson.
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Segundo o tio, a base das buscas voluntárias está na Aldeia Racoti, em Lagoa da Confusão (TO), mas a falta de equipamentos adequados dificulta o progresso. “Mesmo os agentes não tão com equipamento apropriado. Queremos muito que o poder público do Tocantins nos ajude”, reforçou.
O g1 pediu posicionamento para aos Bombeiros do Tocantins, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Operação de resgate
De acordo com o CBMMT, a operação de busca percorreu cerca de 450 quilômetros do Rio Araguaia. O trabalho foi intensificado com o uso de tecnologias e equipes especializadas com cães farejadores, drones e o apoio institucional da Funai.
De acordo com as autoridades, as buscas continuam sendo realizadas no rio e em áreas adjacentes, mas até o momento não há novas pistas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Justiça aceita denúncia, e dono de carro de luxo vira réu por matar vigia em shopping de Palmas


Suspeito de matar vigia é preso após ficar mais de três meses foragido
A Justiça aceitou a denúncia do Ministério Público contra Waldecir José Lima Júnior pela morte do vigia Dhemis Augusto Santos, após uma discussão sobre o estacionamento irregular de um carro de luxo. O investigado foi preso em fevereiro de 2026, após ser localizado pela Polícia Civil na casa da sogra, em Palmas, depois de mais de três meses foragido.
Dhemis Augusto Santos foi morto em dezembro de 2025, enquanto trabalhava em um shopping de Palmas. Câmeras de segurança registraram o momento em que Waldecir atira na vítima durante uma discussão. A investigação apontou que o investigado havia estacionado o carro de forma irregular e foi repreendido pelo vigia.
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Na decisão, o juiz da 1ª Vara Criminal de Palmas considerou haver justa causa, com base em provas da materialidade do crime e indícios de autoria extraídos do inquérito policial. Foi determinada a citação do acusado para apresentar resposta à acusação por escrito no prazo de 10 dias.
O juiz também determinou a retirada do sigilo do inquérito policial. Waldecir segue preso preventivamente. O processo avança agora para a fase de pronúncia, etapa em que a Justiça decidirá se ele será levado a julgamento pelo Tribunal do Júri.
A defesa de Waldecir informou à TV Anhanguera que ainda não teve acesso à decisão e, assim que tiver, vai se pronunciar.
Waldecir José de Lima Júnior foi preso suspeito de matar vigia em shopping de Palmas
Reprodução/TV Anhanguera
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Assassinato em shopping
O crime foi registrado por câmeras de segurança. O vídeo mostra o momento em que o vigia e motorista estavam discutindo próximos de outras pessoas. Waldecir aponta a arma para a cabeça do vigia, que tenta se desvencilhar. Uma terceira pessoa tenta intervir, mas o suspeito atira na barriga de Dhemis.
Após o disparo, o vigia cai com a mão no abdômen, enquanto Waldecir permanece com a arma apontada para ele. Em seguida, o suspeito se afasta do local. Dhemis foi socorrido e levado para atendimento médico, mas morreu no Hospital Geral de Palmas.
Em dezembro de 2025, a arma que teria sido usada no crime foi apreendida pela 1ª Divisão Especializada de Homicídios e Proteção à Pessoa.
Fuga e prisão
Waldecir José de Lima foi encontrado debaixo da cama do filho no momento da prisão
Waldecir ficou três meses foragido depois de atirar e matar o vigia após uma discussão em um shopping de Palmas. Segundo o delegado Israel Andrade, ele tinha uma rede de apoio que o ajudaram a fugir da polícia.
“Desde o crime nós estávamos atrás dele. No entanto, ele estava com uma rede de apoio muito grande, tendo evadido o estado, passou por outros estados, outras cidades. Devido a essa rede de apoio que ele tinha, às condições que o cercavam, tornou-se muito difícil. Toda vez que a gente chegava, ele conseguia fugir e não conseguimos prendê-lo com tanta rapidez”, explicou o delegado em entrevista à TV Anhanguera.
Durante a fuga, ele teria passado por várias cidades de Goiás. A prisão ocorreu quando o investigado voltou para Palmas. A suspeita da polícia, é de que ele tenha voltado para o aniversário do filho de 12 anos.
Waldecir José de Lima Júnior é procurado pela polícia
Reprodução/Polícia Civil
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Fonte: G1 Tocantins

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Morte em presídio no TO: laudo indica sinais de violência e contraria versão do Estado


Laudo do IML indica que detento morto em presídio foi espancado
O homem que morreu na Unidade Penal de Araguaína (UPA), no norte do Tocantins, foi identificado como Aparecido da Silva Cruz, de 42 anos. A declaração de óbito indica que o corpo tinha diversas lesões, contusões, traumatismos e fraturas, possivelmente causados por agressão física ou espancamento. O documento contesta a versão apresentada pela Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju), de que ele teria passado mal dentro da unidade.
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Aparecido cumpria pena no regime semiaberto por uma tentativa de homicídio durante uma discussão em 2005. Ele acabou voltando para o regime fechado há uma semana.
“Faltava pouco para cumprir a pena dele. Acabou que ele estava de tornozeleira no semiaberto, o pai estava hospitalizado em Palmas e ele quebrou a tornozeleira [para ir ver o pai]. O pai dele acabou vindo a óbito”, explicou a advogada Geisa Claudia Alves de Almeida Fernandes.
A advogada conta que participou da audiência de custódia durante a semana e o cliente estava bem. “A juíza questionou o estado de saúde dele. Ele estava bem, tranquilo. E aí depois eu recebo a notícia de que ele foi morto dentro da unidade prisional”, contou.
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Na nesta sexta-feira (5), a Seciju afirmou que, durante a ronda dos policiais penais na quinta-feira (4), os internos do alojamento chamaram a equipe para avisar que o homem estava passando mal.
Neste sábado (6), a secretaria afirmou que a informação inicial sobre o mal-estar do detento era preliminar e, somente após a emissão do laudo, foi possível identificar sinais de violência. Também informou que abrirá investigação para apurar o caso (veja nota abaixo).
A advogada informou que vai registrar o caso na Polícia Civil para que seja investigado. “O Estado tem responsabilidade sobre isso porque ele está sob custódia do Estado. A gente sabe que tem que ser feita Justiça, mas tem que ter a proteção da Justiça também.”
Aparecido morreu em presídio no Tocantins
Reprodução/TV Anhanguera
Íntegra da nota da Seciju
A Secretaria da Cidadania e Justiça (Seciju) esclarece que as informações preliminares eram de que a morte do detento seria por causas naturais. Somente com a emissão do laudo pericial foi possível identificar que o homem apresentava sinais de violência.
A Seciju informa que abrirá investigação, por meio da Corregedoria, para apurar as causas e circunstâncias do falecimento ocorrido na Unidade Penal de Araguaína (UPA).
A Pasta reforça que colabora integralmente com os órgãos policiais e periciais para que o caso seja esclarecido e informa ainda que prestou todo o apoio à família.
A Secretaria da Segurança Pública informa que o caso segue sob investigação pela Divisão de Homicídios e de Proteção à Pessoa de Araguaína (2º DHPP).
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Fonte: G1 Tocantins

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Coordenadora de escola morre em acidente no sul do Tocantins


Leomarcia Souza Aguiar Mota morreu em acidente de trânsito
Divulgação/Instagram de Cemei Formoso
Leomarcia Souza Aguiar Mota, de 52 anos, morreu em um acidente de trânsito entre dois carros na zona rural de Formoso do Araguaia, no sul do estado. Ela trabalhava como coordenadora de apoio em uma escola do município. Um homem, de 67 anos, que estava em outro veículo ficou ferido.
A Polícia Militar (PM) foi acionada depois que o hospital do município informou a ocorrência na noite de sexta-feira (5). O homem ferido estava em outro veículo. Ele foi socorrido por testemunhas, levado ao hospital da cidade e, em seguida, transferido para o Hospital Regional de Gurupi.
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Leomarcia ficou presa às ferragens e morreu no local. A PM isolou a área para o trabalho da perícia. A Polícia Civil deve investigar as circunstâncias do acidente.
A Prefeitura de Formoso do Araguaia lamentou a morte e publicou nota de pesar “desejando conforto e serenidade a todos os familiares e amigos neste momento de despedida”, disse.
O corpo dela foi levado pelo Instituto Médico Legal (IML) de Gurupi e liberado para a família após exames.
Agora no g1
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Fonte: G1 Tocantins

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Saiba quem era a cantora gospel que morreu no TO aos 38 anos


Cantora gospel Ana Clézia, de 38 anos, morreu em Palmas (TO)
Reprodução/Instagram de Ana Clézia e Laudicéia
Filha de pastor e criada em meio religioso, Ana Clézia, de 38 anos, ganhou projeção no cenário da música cristã contemporânea como integrante da dupla Ana Clézia e Laudicéia. A morte dela durante internação no Hospital Geral de Palmas (HGP) gerou comoção entre familiares, amigos e a comunidade evangélica do Tocantins, onde a artista construiu uma trajetória marcada pela fé e pela música.
A cantora gospel morreu nesta sexta-feira (5), em Palmas, após passar dias internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Ela estava em coma e enfrentava complicações como pressão arterial baixa e pneumonia associada à ventilação mecânica.
Ativa nas redes sociais, no dia 15 de abril, Ana mostrou aos seguidores alguns momentos de seu tratamento e internação. Nas imagens, ela aparece visivelmente debilitada e com hematomas nas pernas. “Estou viva e vamos pra guerra porque o nosso general é Cristo e ele nos garante vitória”, escreveu a cantora.
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Fora dos palcos, a cantora ampliava o alcance da sua mensagem por meio das redes sociais. Ela mantinha perfis ativos em diferentes plataformas e um canal oficial no YouTube, onde partilhava músicas, testemunhos e momentos de evangelização com seguidores.
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Carreira gospel
As artistas Ana Clézia e Laudicéia conquistaram o público evangélico palmense e consolidaram a carreira com o lançamento de três CDs.
As cantoras também fizeram participação em congressos internacionais realizados em Portugal e na Itália. Ao longo dos anos, elas ficaram conhecidas como adoradoras e mantiveram presença constante em igrejas e eventos religiosos.
O repertório da dupla reúne canções que ganharam espaço entre os fiéis, como “Deus É Com Você”, “Ele Virá”, “Lindo Céu” e “Não Tem Lógica”. Além dos álbuns físicos, Ana Clézia também investiu no ambiente digital, onde disponibilizava singles e videoclipes em plataformas de streaming.
Dupla evangélica Ana Clézia e Laudicéia durante apresentação na Itália
Reprodução/Instagram de Ana Clézia e Laudicéia
Antes da morte, o estado de saúde de Ana Clézia era considerado grave, segundo boletim médico divulgado na quinta-feira (4). A equipa médica chegou a iniciar um procedimento de hemodiálise, mas precisou interromper a intervenção devido à instabilidade clínica.
Durante o período de internamento, familiares, amigos e membros da comunidade evangélica mobilizaram correntes de oração pela recuperação da artista.
O cronograma de despedida divulgado pela Igreja CIADSETA informou que o primeiro velório ocorreu na manhã de sexta-feira (5), em Palmas, na Igreja CIADSETA de Taquaralto.
Em seguida, o corpo foi trasladado para Luzinópolis, onde ocorreu uma segunda cerimônia que seguiu até as 8h deste sábado (6).
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Fonte: G1 Tocantins

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Entenda fenômeno que ‘furou’ pedra e criou ponto turístico famoso no Jalapão


Pedra Furada no Jalapão encanta turistas
A Pedra Furada é um dos principais atrativos turísticos do Parque Estadual do Jalapão. A vista da vegetação e o pôr do sol atraem turistas de todo o Brasil e até de outros países. A formação dessa paisagem aconteceu ao longo de milhares de anos, segundo o geólogo Sanclever Freire Peixoto.
“A gente tem que imaginar sempre o ambiente antigo. O paleoambiente tinha os seus rios que cortavam toda essa região. A água foi esculpindo a Pedra Furada, que ficou como uma estrutura reliquiar que sobrou da erosão de toda aquela região ali. Diria que é uma porção mais resistente desse grande maciço, o restante foi erodido e levado pela água. Aqueles dutos que têm lá dentro, onde o pessoal gosta de tirar foto, aquilo ali foi a água”, explicou.
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Pedra Furada, no Jalapão
Divulgação/Secretaria de Turismo
Sanclever é doutor em geologia pela UNB e realizou um estudo aprodundado sobre o ponto turístico. Ele conta que o vento também contribuiu para a erosão, mas muito pouco se comparado com a água.
Essas modificações são chamadas de intemperismo, que é um conjunto de processos químicos, físicos e biológicos que interferem no desgaste das rochas. No caso da Pedra Furada, o processo químico foi o mais predominante.
“Eles atuam juntos, mas, dependendo da situação, sempre um vai predominar sobre os demais. O que seria o intemperismo químico? Seria a água da chuva, o sol, que vai solubilizando os minerais que formam as rochas e vai esculpindo aquele maciço. O intemperismo físico seria a ação do vento”.
Essas mudanças nas rochas ainda são feitas pelo vento, mas de forma muito lenta. “O vento continua esculpindo como ele faz com a serra do Espírito Santo. Leva os sedimentos da serra e deposita nas dunas, mas a contribuição é muito pequena”, disse o geólogo.
Parque Estadual do Jalapão
O Parque Estadual do Jalapão é o principal complexo turístico do Tocantins. A área do parque tem aproximadamente 158 mil hectares e fica a 300 km de Palmas.
A região fica localizada em Mateiros, no leste do estado, e conta com cachoeiras, fervedouros com águas cristalinas e dunas. Para acessar os pontos turísticos são necessários veículos traçados, pois a maior parte das estradas é de terreno arenoso.
Em 2017, a Pedra Furada foi cenário de cenas da novela das 21h da Rede Globo, ‘O outro lado do Paraíso’.
Cine Anhanguera será exibido em sete pontos de Palmas
Rede Globo
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Fonte: G1 Tocantins

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Programador que filmou luzes piscando em serra do TO visita o local; FAB diz não ter identificado objetos


Morador registra luzes em serra e internautas levantam hipóteses no interior do TO
O programador Anderson Oliveira, que registrou luzes piscando em uma serra na cidade de Xambioá, no norte do Tocantins, decidiu ir até o local. Após a repercussão das imagens gravadas no fim de maio, Anderson buscou vestígios físicos no local, mas afirmou não ter encontrado provas conclusivas do que foi registrado (veja vídeoa acima).
As imagens foram registradas na noite de 28 de maio e divulgadas no dia 2 deste mês. O vídeo mostra luzes fortes piscando em uma serra na zona rural da cidade, o que intrigou internautas devido à semelhança com um fenômeno relatado dias antes no Paraná.
“Não consegui avistar nada relevante que comprovasse algo, porém eu fiquei em dúvida sobre o local exato”, contou o programador após a visita. O caso, que viralizou nas redes sociais, despertou a curiosidade de internautas.
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Ao g1, a Força Aérea Brasileira (FAB) informou que, por meio do Departamento de Controle do Espaço Aéreo (DECEA), nenhum objeto foi identificado por radares ou reportado por aeroportos sob a jurisdição do Quarto Centro Integrado de Defesa Aérea e Controle de Tráfego Aéreo (CINDACTA IV), no dia 28 de maio. Segundo o órgão, o controle do espaço aéreo na região ocorreu sem registros de objetos desconhecidos.
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Registro em vídeo foi feito por programador em serra no norte do estado
Reprodução/Instagram de Anderson Oliveira
O pesquisador de fenômenos anômalos Rony Vernet analisou as imagens e destacou que o padrão das luzes em Xambioá é “interessante”, com pontos quase alinhados que apresentam alternância de cor e intensidade. Ele descartou, inicialmente, explicações simples como faróis de carros ou lanternas de acampamento.
Segundo o pesquisador, uma investigação mais aprofundada envolveria a coleta de solo e o uso de instrumentos como magnetômetros para medir campos magnéticos no local.
“O Tocantins tem histórico de grandes fenômenos. Locais isolados e de natureza preservada costumam ter a presença desses fenômenos, que não se manifestam muito em cidades povoadas”, afirmou.
Quando as imagens foram divulgadas, o prefeito de Xambioá, Mayck Câmara (Republicanos), informou que enviaria uma equipe ao local para apurar o que poderia ter causado o fenômeno. O g1 questionou a prefeitura sobre o resultado da visita e se alguma conclusão havia sido alcançada, mas não obteve resposta até a última atualização desta reportagem.
O pesquisador também ressalta que a qualidade de gravações noturnas feitas em celulares dificulta a análise, já que o sensor pequeno gera muito “ruído”. “No foco automático, uma luz distante fica embaçada e parece muito maior do que é. O ideal seria usar o foco manual e ajustar o ISO para ter uma imagem mais nítida e entender se há algum objeto atrás da luz”, orientou Rony.
Anderson também publicou registros da serra para mostrar o local durante o dia
Reprodução/Instagram de Anderson Oliveira
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Fonte: G1 Tocantins

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Delegado aposentado que investigou padrasto pela morte da enteada em 2009 relembra caso: ‘Chocou pela crueldade’


Incêndio que matou padrasto e enteada em Araguaína é investigado pela Polícia Civil
O padrasto Ivano Vaz Cunha, que morreu carbonizado em um incêndio, cumpria pena em regime semiaberto pelo assassinato da enteada, Layla Athyla Maranhão, que ocorreu em 2009. Na época, ele foi condenado por estuprar, asfixiar e queimar a jovem em Araguaína, região norte do Tocantins (entenda mais abaixo). O responsável pelas investigações foi o delegado Silneyr Deófanes de Castro.
“Em toda minha carreira policial, foi uma das investigações que mais me chocou pela crueldade. Ele [Ivano] demonstrava ser uma pessoa fria e sem arrependimento. Um verdadeiro psicopata. A polícia, na época, fez o trabalho que lhe era atribuído”, disse.
Ivano Vaz Cunha foi encontrado morto em uma casa, em Araguaína, próximo ao corpo da jovem Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, nesta quarta-feira (3). Ele era padrasto dela. Os dois estavam carbonizados. O caso ainda é investigado pela Polícia Civil.
Ivano Vaz Cunha, de 49 anos, morreu carbonizado em Araguaína
Reprodução/TV Anhanguera
Silneyr Deófanes é delegado aposentado da Polícia Civil do Tocantins desde 2015. Atualmente, trabalha como advogado criminalista, mas atuou na Polícia Civil durante 30 anos, sendo quatro como agente de polícia em Goiás e 26 como delegado no Tocantins.
Em entrevista ao g1, ele contou que, após o crime em 2009, Ivano chegou a procurar uma emissora de TV, onde foi preso.
“Poucas horas após o crime, Ivano se apresentou espontaneamente em uma emissora de televisão de Araguaína. Na ocasião, o apresentador do programa entrou em contato conosco, informando que ele estava no local. Diante da informação, a equipe policial se deslocou imediatamente até a emissora, ocasião em que efetuamos sua prisão”, explicou.
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Para o delegado aposentado, mesmo após 17 anos, é impossível esquecer o crime que causou a morte de Layla Athyla, “em razão da crueldade do crime e do impacto causado na sociedade à época”.
O delegado informou que lembrou imediatamente do crime de 2009 após saber que Ivano havia sido encontrado carbonizado junto com outra enteada, Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos.
Laiane Cardoso Noleto, de 19 anos, morreu carbonizada em Araguaína
Reprodução/Instagram de Laiane Cardoso Noleto
Condenado a 35 anos
Ivano Cunha foi condenado a 35 anos de prisão pela morte de Layla Athyla Maranhão, segundo informações divulgadas no Diário da Justiça de 2011. Na época, ele confessou que cometeu os crimes de incêndio e homicídio. No mesmo ano, Ivano teria tentado fugir da prisão.
A Justiça determinou que a pena fosse cumprida em regime fechado. Por causa dos trabalhos feitos na unidade penal, o padrasto teve redução no período de reclusão, além de conseguir mudar para o regime semiaberto, com uso de tornozeleira eletrônica.
A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça informou que Ivano obteve o benefício do trabalho externo para atuar no setor de vendas, permitindo que ele se deslocasse para todo o território do Tocantins, com o uso da tornozeleira. Conforme o estado, todas as violações registradas no sistema de monitoramento foram notificadas ao Poder Judiciário, responsável pela aplicação de punições (veja nota completa abaixo).
Corpos carbonizados em casa
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Divulgação/Bombeiros
Os bombeiros foram acionados para combater um incêndio em uma residência no setor Lago Azul I, em Araguaína, na última quarta-feira (3). No local, os militares encontraram o corpo de Laiane Cardoso debaixo de um guarda-roupa, dentro de um dos quartos da casa.
O corpo de Ivano foi localizado sobre os destroços de uma cama destruída pelas chamas. Segundo a Polícia Militar, os dois estavam sem roupas na parte inferior do corpo. No imóvel, também foi encontrado um galão com vestígios de gasolina.
No dia do incêndio, uma testemunha relatou ter ouvido uma explosão. Ao perceber o fogo, ela tentou arrombar a porta do quarto com a ajuda de um vizinho, mas não conseguiu devido à intensidade das chamas. O caso será investigado pela Polícia Civil.
Íntegra da nota da Seciju
Em relação ao caso do custodiado Ivano Vaz Cunha, a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) esclarece que seu monitoramento eletrônico cumpria determinação do Poder Judiciário. Por ordem da Justiça, o reeducando obteve o benefício do trabalho externo para atuar no setor de vendas, o que o autoriza a deslocar-se a trabalho por todo o território do Estado. Como obrigações fixadas pela decisão judicial, ele recolhia-se em sua residência durante o período noturno e comunicava previamente qualquer viagem interestadual.
A Seciju ressalta que todas as inconsistências e violações de regras registradas pelo sistema de tornozeleira eletrônica foram devidamente verificadas pela Polícia Penal e informadas de maneira imediata ao Poder Judiciário.
A pasta reforça que a aplicação de punições, a perda de benefícios ou o retorno do preso ao regime fechado são prerrogativas exclusivas dos juízes da execução penal. A secretaria atua estritamente na fiscalização técnica e no cumprimento das ordens judiciais, mantendo o acompanhamento rigoroso de todos os monitorados.
Por fim, a secretaria informa que a Unidade Penal de Araguaína está operando regularmente e recebendo custodiados normalmente, dentro de sua capacidade operacional.
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Fonte: G1 Tocantins

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Detento morre após passar mal em presídio no interior do Tocantins


Caso aconteceu na Unidade Penal de Araguaína
Divulgação/Seciju
Um homem de 42 anos morreu na quinta-feira (4) após passar mal enquanto cumpria pena na Unidade Penal de Araguaína (UPA), no norte do Tocantins. Segundo a Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju), o custodiado apresentou problemas de saúde no alojamento e não resistiu após receber atendimento médico. O nome dele não foi divulgado.
De acordo com a Seciju, o problema de saúde foi identificado durante uma ronda realizada por policiais penais. Internos que dividiam o alojamento com o homem acionaram a equipe após perceberem que ele estava passando mal. Os policiais retiraram o custodiado da cela e solicitaram o atendimento do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). Apesar das tentativas de socorro e dos procedimentos realizados no local, a morte foi confirmada pouco tempo depois.
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Segundo a nota, antes de ingressar na unidade penal, ele passou por exames médicos de rotina, conforme os protocolos do sistema prisional. Na ocasião, nenhuma alteração em seu estado de saúde foi identificada.
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A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a perícia técnica foi acionada para fazer a análise. O corpo foi encaminhado ao Instituto Médico Legal (IML) de Araguaína, onde passou por exames necroscópicos, e já foi liberado para a família.
As secretarias informaram que aguardam os laudos técnicos que devem apontar a causa exata da morte.
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Fonte: G1 Tocantins