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4º Congresso Estadual da Nova Central discute Formação Sindical no Tocantins nesta sexta

Lideranças sindicais da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Tocantins (NCST-TO) participam nesta sexta-feira, 15, do 4º Congresso Estadual da Nova Central Sindical. O evento acontece a partir das 08h00 no auditório da Assembleia Legislativa e tem como objetivo a discussão da “Formação Sindical Diante do Novo Cenário Econômico e Político”.

Além de sindicalistas de todo o Estado, o 4º Congresso Estadual da Nova Central vai trazer para o Tocantins o presidente nacional da Nova Central Sindical (NCST), João Calixto Ramos. Ele participará da abertura do evento e também da eleição da nova diretoria da Nova Central Sindical de Trabalhadores no Tocantins.

A eleição da nova diretoria da NCST-TO está prevista para começar a partir das 14 horas. O atual presidente, Cleiton Lima Pinheiro, que também, que também preside o Sindicato dos Servidores Públicos no Estado do Tocantins (SISEPE-TO) encabeça a única chapa inscrita para o pleito.

O candidato a vice-presidente é Flávio Dias da Silva, presidente do Sindicato dos Empregados no Comércio Hoteleiro, Bares Restaurantes e Similares do Estado do Tocantins (SINGAREHST). Jorge Antonio da Silva Couto, do SINDARE será o Secretário Geral.

O 4º Congresso Estadual da Nova Central Sindical  no Estado do Tocantins (NCST-TO) começa às 08h00 com credenciamento de delegados e demais participantes. Às 08h30 será servido um coffe break. A abertura oficial acontece às 09h00 com a formação da mesa de honra e saudação aos participantes.

As 09h30 haverá palestra sobre “A Formação Sindical Diante do Novo Cenário Político e Econômico”.  Às 14 horas tem início a eleição da nova diretoria da NCST-TO e, às 16h00 a posse dos eleitos.

 

(Assessoria de Comunicação Social – NCST-TO – Antonio da Luz)

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“Esse é um dia histórico para o Tocantins e Pará”, ressalta governador em evento com Michel Temer

“A construção dessa ponte prova que vale a pena lutar pelos nossos propósitos”, destacou o governador Marcelo Miranda durante a cerimônia de assinatura da ordem de serviço da construção da ponte que ligará Xambioá a São Geraldo do Araguaia. Também participam do evento que teve início na manhã desta quinta-feira, 14, o presidente da República, Michel Temer e o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintela.

A ponte que vai ligar Xambioá a São Geraldo do Araguaia será erguida sobre o Rio Araguaia, contará com 1.721 metros de extensão e integrará a Rodovia BR-153, interligando a malha viária dos estados do Tocantins e do Pará. Os estudos ambientais e o projeto executivo já foram aprovados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

No evento, Marcelo Miranda destacou ainda os benefícios da obra: “Essa ponte vai otimizar os custos com o transporte dos veículos que seguem para o sul, sudeste, norte e nordeste do País”.

“Estamos atendendo a uma antiga demanda popular e do setor produtivo, fundamental para o progresso econômico desta fronteira agrícola do País”, disse o presidente Michel Temer sobre a ponte.

 

Fonte: T1 notícias

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SLIDE TOCANTINS

Dimas considera redução de R$ 45 mi da TO-222 inconstitucional e vê “intenção eleitoreira”

O governo do Tocantins recebeu nesta quarta-feira, 13, a autorização da Assembleia Legislativa para contrair R$ 583 milhões em empréstimos junto à Caixa Econômica Federal – um de R$ 453 milhões com obras diversas pelo Estado e outro de R$ 130 milhões para a construção da Ponte de Porto Nacional. Os deputados garantiram os investimentos, mas mantiveram a alteração que retirou R$ 45 milhões dos R$ 86,5 milhões previstos para duplicação de trecho da TO-222, para a insatisfação dos araguainenses, que pressionaram nos últimos dois dias em vão pela manutenção do texto original do Executivo. O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas (PR), considerou a alteração inconstitucional.

Conforme prometido nessa terça-feira 12, o republicano permaneceu na Capital para pressionar a manutenção dos R$ 86,5 milhões, o que não gerou resultados, apesar do apertado placar de 13 a 11 que garantiu somente R$ 41 milhões para a duplicação do trecho que liga Araguaína ao distrito de Novo Horizonte. Mesmo com a derrota, Ronaldo Dimas não se mostrou de todo insatisfeito, mas reforçou que os recursos destinados à obra pela Assembleia Legislativa não serão suficientes para todos os detalhes previstos na proposta original.

“Os R$ 41 milhões não são suficientes para fazer o projeto como pensado e imaginado pelo governador e sua equipe, mas são para fazer a duplicação ligando Araguaína até o Novo Horizonte sem as marginais. Acho que vai ser possível, e já é um avanço”, disse o prefeito ao CT pouco antes do fim do segundo turno de votação dos empréstimos. Apesar do discurso de “copo meio cheio”, o republicano não se furtou de criticar duramente os deputados estaduais.

“Totalmente inconstitucional”
Dimas viu inconstitucionalidade na decisão dos deputados e sugeriu uma intenção eleitoreira na mudança promovida no texto. “Por outro lado fico impressionado com a clara manipulação que houve desses recursos, de uma forma, ao meu ver, totalmente inconstitucional, e vislumbrando única e exclusivamente o ano eleitoral com ‘emendinhas’ de R$ 100 mil, R$ 150 mil, que provavelmente jamais serão aplicadas, dada a dificuldade de aplicação de recursos de tão baixo valor”, afirmou.

O prefeito ainda reforçou a insatisfação com o posicionamento da maioria dos deputados que, segundo afirmou, não compreenderam o valor da duplicação da rodovia TO-222 para o Tocantins. “É difícil para Araguaína sentir na pele que boa parte dos deputados não vê a cidade como estratégica para o Estado. Isso dói na gente, a região mais importante economicamente. Infelizmente a gente sente que boa parte dos deputados não consegue enxergar essa grandeza”, concluiu.

Recurso
Outro que também repercutiu a retirada de R$ 45 milhões da TO-222 foi o deputado Elenil da Penha (PMDB). O peemedebista ainda acredita em uma reviravolta. “Vamos regimentalmente, de acordo com o que foi apresentado no projeto original, de acordo com normativa da Casa, com as resoluções, com a Constituição Estadual e Federal, buscar os instrumentos necessários para reaver esse recurso. Essa é uma luta que não pode parar por aqui. Araguaína carece e merece esta obra porque é uma cidade imponente”, disse o parlamentar ao CT.

Elenil da Penha explicou que a decisão da Assembleia Legislativa faz com que os valores remanejados pela Assembleia Legislativa fique na “discricionariedade”. “Significa que os deputados vão listar para onde irão esses recursos. Entretanto ressaltar que tudo isso vai passar pela análise pela Caixa Econômica Federal e pelo governo estadual”, comentou o deputado, que é representante de Araguaína no Parlamento.

Diante desta necessidade da análise, Elenil da Penha vê a possibilidade de todo o empréstimo ser efetivado. “Penso que a Assembleia, em sua grande maioria, deu um tiro no pé. Pode ser que a obra nem saia porque tiraram a cabeça, o corpo e o coração do projeto; ficou só os pés, e os pés não andam sozinhos”, comentou o deputado, que voltou a garantir que vai recorrer do resultado. “Vamos reunir todos os instrumentos necessários para garantir que esses recursos possa ser recuperado”, concluiu.

Discussão
A sessão começou quente tanto pelo clima entre deputados por causa da matéria; pelo horário – iniciou perto do meio-dia -; ou pelo fato dos ar condicionados do Plenário não estarem funcionando. A briga inicial foi para ir à Tribuna. Todos queriam defender sua posição. Em geral a discussão foi entre os que defendiam o municipalismo e distribuição dos recursos, e os que criticavam a retirada dos recursos da TO-222 e ressaltaram a importância da duplicação para a economia da região. Destoou deste debate o deputado Eli Borges (Pros), que resolveu repercutir uma polêmica exposição do banco Santander no longínquo Rio Grande do Sul.

Wanderlei Barbosa (SD) foi o primeiro deputado a ir à Tribuna da Assembleia. O deputado criticou os investimento de R$ 86,5 milhões previstos originariamente para a duplicação da TO-222 e disse que, caso o valor fosse mantido, defendeu que a obra fosse feita até Xambioá, e não somente de Araguaína ao setor Novo Horizonte. “Porque tem recursos suficientes”, garantiu. O parlamentar também repudiou o discurso de a Casa de Leis estava tirando recursos da obra. “Estão querendo criar uma situação contra nós. Nós estamos colocando R$ 41 milhões”, reforçou.

Também favorável da redução do investimento na TO-222, José Roberto adotou o discurso municipalista e exaltou a atuação do Parlamento para alterar o projeto. “Encerramos um período que vai ficar marcado na democracia deste Estado. Pela primeira vez uma ação do governo foi debatida nesta Casa. O espaço foi garantido por todos. Nos nove meses de intenso debates pudemos ouvir centenas de representantes dos 139 municípios. É um marco. Estamos tratando todos os municípios como iguais”, defendeu o petista.

“Um crime”
O primeiro deputado a defender a manutenção dos R$ 86,5 milhões na Tribuna foi Jorge Frederico (PSC). Ao lado de Elenil da Penha, o social cristão foi um dos mais ferrenhos defensores da obra. “Arrancar esses R$ 40 milhões é um crime. Falar que esta obra vai ser superfaturada. Quem tem bola de cristal aqui? Faz o seu trabalho e fiscaliza. É uma birra que estão fazendo. Podemos estar cometendo um crime não para Araguaína, mas para o Tocantins, depois de arrancar metade da obra sem nenhum estudo técnico, podemos inviabilizar o empréstimo”, comentou.

Assim como os críticos ao projeto da TO-222 condenavam o discurso de que a Assembleia Legislativa está tirando R$ 45 milhões da obra, no sentido contrário, Jorge Frederico rebateu o argumento de que Araguaína estaria tomando recursos das demais cidades. “Nós precisamos lembrar que Araguaína é a Capital econômica do Tocantins. Talvez querem pregar que vai tirar dinheiro dos 139 municípios. É mentira! Está garantido! É R$ 1,2 milhão para cada”, anotou da Tribuna do Parlamento.

“Acordo histórico”
Depois de Eli Borges subir à Tribuna para falar do Rio Grande do Sul e de “questões morais”, José Pugliesi (sem partido) parabenizou o governador Marcelo Miranda (PMDB) e o presidente da Casa de Leis, Mauro Carlesse (PHS), pelo entendimento encontrado e exaltou a mudança do texto do empréstimo realizado. “Pela primeira vez na história desse Estado, fez-se um grande acordo que beneficia o governo, todos os municípios, os 24 deputados e a população como um todo”, afirmou.

Em seguida vieram três defensores da manutenção dos R$ 86,5 milhões da TO-222. Líder do Palácio Araguaia, Valderez Castelo Branco (PP) disse que nenhuma cidade será prejudicada e garantiu que o valor está dentro da média nacional para o porte do projeto. Eduardo Siqueira Campos (DEM) argumentou que a questão do empréstimo é uma competência do governador Marcelo Miranda (PMDB) e que ao Parlamento cabe apenas autorizar ou não. “Não quero que este voto seja entendido como um voto governista. Araguaína não só merece, como precisa dessa obra”, adiantou.

Em seguida Luana Ribeiro (PDT) ressaltou a memória do pai, João Ribeiro, e garantiu ser representante não só da Capital, mas também dos araguainenses. “Precisamos da duplicação da rodovia para que ela tenha influência. Não considero o paisagismo e a iluminação de uma rodovia supérflua. Todos as cidades tem direito de uma obra de qualidade”, defendeu a pedetista, que também criticou o Executivo. “ Poderia ter estado mais presente e articulado melhor”, acrescentou.

“Colcha de retalhos”
Alan Barbiero (PSB) foi à Tribuna para se dizer que tem uma “visão extremamente crítica” do processo de empréstimo. O pessebista defendeu que os recursos fossem direcionados para obras de infraestrutura que dessem retorno para o Estado pagar a dívida contraída. “A gente vê cada um puxando para o seu lado, uma colcha de retalhos”, acrescentou. Entretanto, adiantou o voto retirando recursos da TO-222 porque o titular da vaga no Parlamento, Ricardo Ayres (PSB), participou da reunião conjunta que propôs a alteração. “ Sou favorável a obra, mas vi que existe um orçamento que é bem razoável”, acrescentou ainda.

Um dos mais combatentes na defesa da TO-222, Elenil da Penha fez discurso duro contra os contrários a destinação de R$ 86,5 milhões. “Recurso que, por maldade, estão tirando de Araguaína. Estão arrancando R$ 45 milhões e não tem outro discurso. Isso na verdade é um assassinato daquela obra”, afirmou o peemedebista, que reforçou que o município que representa disputa mercado com cidades de outros estados, como Maranhão e Pará, por isso a importância da duplicação.

Elenil da Penha ainda rebateu uma breve manifestação de Alan Barbiero que tinha chamado de “vergonha” a nota técnica da Agência Tocantinense de Transportes e Obras (Ageto) defendendo a manutenção dos recursos para a duplicação. “Vergonha são os olhos daqueles que vê uma obra importante só para a Araguaína. Esta obra ela é para a rodovia. Vai garantir o desenvolvimento daquela região”, disse o deputado, que adiantou a possibilidade de recurso. “Nós temos mecanismos jurídicos, o que nós não podemos perder são os R$ 45 milhões”, comentou.

O único araguainense que chegou a defender a diminuição de recursos para a duplicação da rodovia, Olyntho Neto fez um discurso tímido, defendendo os deputados que “se posicionaram de forma firme” para não “bater o carimbo” no Projeto de Lei enviado pelo Executivo. O tucano explicou que nunca foi favorável que tirassem recurso de sua cidade, mas sim uma mudança no destino. “Defendi que os recursos não saíssem da Araguaína. O mais importante no meu entendimento sempre vai ser a saúde e é esse meu posicionamento”, discursou sem citar a TO-222 e ouvindo gritos dos conterrâneos chamando-o de “pipoqueiro”.

Ponte de Porto Nacional
Quase foi esquecido que a sessão trataria de dois empréstimos: um de R$ 453 milhões com destinação diversa, e outro de R$ 130 milhões apenas para a construção da ponte de Porto Nacional. Quem falou do segundo financiamento foi Valdemar Júnior (PMDB), já na discussão dos projetos. “Esta matéria é de fundamental importância. A nossa dependência dessa ponte é total”, comentou o peemedebista, citando a importância da obra para o escoamento da produção.

Na discussão das matérias, Wanderlei Barbosa (SD) também defendeu o projeto que beneficia os portuenses. “Parabenizo o governo do Estado por enviar um projeto desta natureza. Foi rápida a tramitação porque já estava definido”, justificou a falta de polêmica sobre o projeto. Também comentou a proposição Toinho Andrade (PSD). “Um sonho da população de Porto Nacional”, resumiu.

“Humildade”
Osires Damaso (PSC) foi um dos mais críticos à destinação de R$ 86,5 milhões para a TO-222, defendendo que recursos do empréstimo também beneficie os “menos favorecidos”. “Queria pedir humildade ao governador Marcelo Miranda e ao prefeito Ronaldo Dimas de aceitar os R$ 41 milhões. Mas querem fazer uma obra para atender um pequeno grupo de empresários. Não vemos aqui recursos para atender o bairro JK, Santa Rita, Canaã”, disparou, citando setores do município que não foram contemplados.

Sempre técnico, Paulo Mourão (PT) ressaltou a falta de saúde financeira do Estado para contrair os empréstimos, mas defendeu o investimento em infraestrutura. “Financiamento tem que ser pago, tem que ter viabilidade econômica”, justificou. José Bonifácio (PR) também foi crítico quanto a contração da dívida, mas opinou no sentido de distribuir os recursos. “Estamos cometendo um grande crime contra este Estado. Aceito que sejamos criminosos, mas vamos dividir esse crime com o governo do Estado, com todos os municípios. Vamos dividir o dolo e o bolo com cada cidadão tocantinense”, resumiu.

Ainda se manifestaram Vilmar de Oliveira (SD), favorável ao corte para a TO-222, e Amélio Cayres (SD), que votou pela manutenção dos R$ 86,5 milhões para obra. Ainda houve tempo de Eli Borges questionar o valor, alegando estar muito acima dos padrões segundo dados que encontrou no Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (DNIT). Jorge Frederico questionou o cálculo, dizendo as marginais da rodovia não foram levadas em consideração. Assim, o social cristão usou os mesmo dados para apresentar um resultado próximo ao previsto inicialmente. A observação causou irritação do colega.

Recurso negado
Antes de apreciar as matérias, a Presidência da Assembleia Legislativa negou o pedido de Paulo Mourão para anular a sessão que aprovou a mudança no texto do projeto de R$ 453 milhões. O argumento do petista é que o artigo 70º do Regimento Interno não prevê a deliberação de matérias em reunião conjunta, apenas o estudo das proposições, indicando assim a irregularidades da sessão da madrugada do dia 7 que modificou a matéria.

O parlamentar também questionou a decisão de Olyntho Neto de não aceitar o seu pedido de vistas por ver impossibilidade de dois deputados da mesma bancada ou partido fazerem a solicitação, conforme o inciso XIII do artigo 74º do Regimento Interno. No caso, Zé Roberto (PT) já estava com a matéria. Entretanto, Mourão reforça ser de uma comissão diferente do correligionário, com competência diferentes, e por isso seria permitido. As duas argumentações não foram acolhidas.

Regimento Interno
Já a apreciação com destaque para votar em separado a emenda conjunta que retirou R$ 45 milhões dos R$ 86,5 milhões previstos para duplicação de trecho da TO-222 aconteceu, mas também com uma confusão quase sem fim. O motivo foi as diversas interpretações do Regimento Interno. Depois de bastante debate ficou definido que primeiro votaria o empréstimo em si e depois os recursos sobre a rodovia em Araguaína.

O empréstimo de R$ 130 milhões para a Ponte de Porto Nacional foi aprovado por unanimidade, enquanto o de R$ 453 milhões passou por 23 votos a 1, sendo Paulo Mourão o único contrário. Em relação ao destaque, votaram contra a retirada dos recursos da TO-222 os deputados: Amélio Cayres (SD), Paulo Mourão (PT), Valderez Castelo branco (PP), Nilton Franco (PMDB), Valdemar Júnior (PMDB), Jorge Frederico (PSC), Luana Ribeiro (PDT), Eduardo Siqueira Campos (DEM), Olyntho Neto (PSDB) e Amália Santana (PT).

Alan Barbiero (PSB), Cleiton Cardoso (PSL), Eduardo do Dertins (PPS), Eli Borges (Pros), José Augusto (sem partido), José Bonifácio (PR), Júnior Evangelista (PSC), Mauro Carlesse (PHS), Osires Damaso (PSC), Toinho Andrade (PSD), Vilmar de Oliveira (SD), Wanderlei Barbosa (SD) e Zé Roberto (PT) foram os deputados estaduais que votaram pela retirada dos R$ 45 milhões da duplicação da TO-222.

 

Fonte: Portal CT

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Ponte de Xambioá a São Geraldo, que será lançada por Temer, vai interligar malhas de TO e PA

A ponte cujas as obras o presidente Michel Temer vai lançar nesta quinta-feira, 14, no extremo norte do Tocantins, vai ligar Xambioá (TO) a São Geraldo do Araguaia (PA), em 1.721 metros de extensão, integrando a rodovia BR-153 e interligando a malha viária de Tocantins e Pará. Os estudos ambientais e o projeto executivo já foram aprovados pelo Departamento Nacional de Infraestrutura de Transportes (Dnit).

A construção da ponte está contemplada no Programa de Aceleração do Crescimento (PAC) e o seu custo está orçado em R$ 160 milhões, sendo que R$ 100 milhões foram garantidos no orçamento de 2016, via emenda, de caráter impositivo, destinada por toda bancada federal tocantinense.

Atualmente, a travessia do rio Araguaia neste local é realizada pela operação de balsas. Nos períodos com nível normal das águas, a extensão da travessia é de aproximadamente 1.700 metros. No período chuvoso, o trecho fica ainda maior, gerando transtornos à logística e ao escoamento da produção local e regional.

Melhorias
A construção da ponte e seus acessos irá otimizar os custos com transportes dos veículos que trafegam com destino às regiões Sul, Sudeste, Centro-­Oeste e Norte do País. Além de ser um importante eixo de ligação entre as regiões Norte e Centro, a BR-­153 permite a integração multimodal entre a Ferrovia Norte-­Sul e a Hidrovia Tocantins/Araguaia.

Marcelo e Temer
O governador Marcelo Miranda (PMDB) receberá nesta quinta-feira, em Xambioá, o presidente Michel Temer e o ministro dos Transportes, Portos e Aviação Civil, Maurício Quintela.

Temer assinará a ordem de serviço que vai autorizar a construção da ponte interligando Xambioá a São Geraldo do Araguaia. A solenidade está prevista para as 9 horas em Xambioá. Em seguida, Marcelo acompanha Temer a São Geraldo. (Com informações da Secom Tocantins)

Fonte: PortalCT

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Dimas volta à AL para pressionar votação e dispara “estão querendo fazer politicagem”

O prefeito de Araguaína, Ronaldo Dimas, retornou à Assembleia Legislativa do Tocantins na manhã desta quarta-feira, 13, para acompanhar a sessão plenária e pressionar a votação dos deputados para a liberação do empréstimo solicitado pelo governo do Estado. O gestor comentou em entrevista ao T1 Notícias que, caso seja aprovado como está, ele não aceitará e deverá acionar judicialmente o caso. A galeria do Plenário foi ocupada por parte da imprensa de Araguaína, moradores dos distritos que serão beneficiados pela obra e vereadores da cidade.

“Não há possibilidade de aceitar que a Assembleia queira distribuir R$ 40 milhões que estão destinados para Araguaína para fazer politicagem. O que eles querem é sair distribuindo um pouco para cada um só para fazer politicagem. Se for aprovado como está, a situação vai passar pelo crivo da justiça. Vai para o Tribunal de Contas. Mesmo aprovado e sancionado não há possibilidade de acontecer obras desse tamanho para o município”, disparou.

Dimas afirmou que sua visita foi motivada pela demora na votação do assunto e pelo corte de metade da verba destinada para a obra. “Quero que votem. Tem mais de 1 ano esse projeto aqui. Isso é um absurdo. A casa não está cumprindo sua obrigação. Não tem lógica uma solicitação de empréstimo demorar 10 meses para ser votada”, criticou.

Questionado sobre parte da verba de Araguaína ser destinada para outros municípios do Tocantins, Dimas relembrou que em outra situação já foram destinadas verbas para essas cidades.  “Os 139 já foram contemplados. Foi feito um acordo com o governo do Estado. Cada um ficou com R$ 1 milhão e depois esse acordo foi descumprido pela própria Assembleia, agora eles querem mais R$ 40 milhões para cada um distribuir a bel prazer”, avaliou Dimas.

Entenda

A duplicação do trecho da TO-222 de 13 Km, entre a região central de Araguaína e o setor Novo Horizonte, foi um dos pontos mais polêmicos da discussão. Do empréstimo de R$ 453 milhões, R$ 86 milhões seriam destinados à essa obra, porém o orçamento era de apenas R$ 42 milhões. Sendo assim, o restante foi destinado a outras obras, como a construção da Avenida NS-15, em Palmas.

Fonte: T1 Notícias

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Helicóptero ajuda a combater incêndio próximo a centro de distribuição de combustíveis

Um incêndio de grandes proporções atingiu uma área de mata em Luzimangues, distrito de Porto Nacional, nesta segunda-feira (11). A Secretaria de Segurança Pública do Tocantins informou que o helicóptero foi enviado ao local para ajudar no combate às chamas. A intenção era evitar que o fogo se alastrasse e chegasse na base de distribuição da Petrobras, que fica ao lado. (Veja o vídeo)

O Centro de Integração de Operações Especiais informou que as chamas foram controladas. O helicóptero captou a água do lago de Palmas para apagar o fogo.

Os Bombeiros também disseram que ajudaram nos trabalhos. A operação começou por volta das 13h e terminou no início da madrugada desta terça-feira (12). Porém, novos focos de calor começaram a surgir na região durante a manhã.

A queimada atingiu uma lavoura de milho perto do terminal multimodal de Porto Nacional.

O Tocantins já registrou mais de 10 mil focos de queimadas desde o começo do ano. Só nos 11 primeiros dias de setembro foram 2,4 mil incêndios em todo o estado. Os dados são do Instituto Nacional de Pesquisas Espaciais (Inpe). A população sofre com efeitos do fogo e principalmente com a fumaça tanto nas cidades como na zona rural. Nem mesmo os parques ambientais ficaram a salvo das chamas em 2017.

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Empresa vence contrato de R$ 1,2 milhão 15 dias após ter sido criada no TO

Uma licitação no valor de R$ 1,2 milhão firmada entre a prefeitura de Palmeiras do Tocantins, no extremo norte do estado e uma empresa está sendo investigada pelo Ministério Público Estadual e de Contas. É que a empresa venceu o contrato 15 dias depois de ter sido criada. Além disso, ela possui um capital social de apenas R$ 10 mil, menos de 1% do valor total do contrato.

A empresa foi criada no dia 28 de junho deste ano e a licitação foi realizada no dia 12 do mês seguinte. A A.M. dos Santos Eventos – EPP foi contratada para pretar serviços de locação e montagem de estrutura para eventos e contratação de shows nível regional e local para atender os eventos do município. O contrato foi firmado no valor de R$ 1.239.320.

Numa representação enviada ao Tribunal de Contas do Tocantins, o MPE e o Ministério de Contas destacam que houve indícios de sobrepreço na licitação. Para isso, os órgãos fazem comparações com outros pregões realizados no estado. O banheiro químico, por exemplo, foi orçado em R$ 250, sendo que em outra licitação feita pela Prefeitura de Palmas, o preço do mesmo produto aparece a R$ 32,50.

A promotoria destaca ainda que o edital da licitação não apresenta os documentos que comprovem que a empresa tem qualificação técnica e que a prefeitura não possui um planejamento das festividades.

“A provável incapacidade técnica e econômico-financeira da empresa vencedora do certame não comportaria a execução do contrato futuramente firmado, o que pode sugerir ainda eventual direcionamento na realização do PP 030/2017 para que a empresa A. M. dos Santos Eventos – EPP saísse vencedora”.

Além disso, o dono da empresa tem sociedade com um homem que seria noivo da atual prefeita Erinalva Braga, que também ocupa o cargo de secretário executivo de gabinete. O G1 entrou em contato com a prefeitura, mas ainda não recebeu resposta sobre o caso. Nós não conseguimos contato com a empresa citada na reportagem.

Fonte: G1 Tocantins

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Justiça concede alvará de soltura à Duda Pereira para responder processo em liberdade

A defesa do empresário Eduardo Pereira, o Duda, preso desde o dia 7 de agosto, conseguiu na tarde desta segunda-feira, 11, a revogação do pedido de prisão provisória contra ele. Duda foi preso quando se apresentou para uma audiência de custódia na 1ª Vara Criminal do Fórum de Porto Nacional e disse que se manteve foragido durante quase quatro meses por atender aos pedidos da família, que temia por atentados à sua vida dentro da prisão.

De acordo coma decisão do desembargador Ronaldo Eurípedes, na atual situação do trâmite da Ação Penal, o réu “não representa perigo capaz de frustrar o prosseguimento da instrução processual ou interferir na coleta de provas ou ainda no depoimento das testemunhas”.

Pesa ainda em favor de Duda Pereira, conforme a decisão, o fato de ele ter se apresentado espontaneamente, embora de forma tardia, o que entende como uma disposição em colaborar com a elucidação dos fatos, fazendo desaparecer o risco de complicações no desenrolar da colheita de provas na fase de instrução.

Duda deve ser liberado ainda nesta tarde para responder ao processo em liberdade. “DEFIRO a liminar pugnada para revogar a prisão preventiva decretada contra o paciente, e de consequência, determino a sua imediata soltura, para que aguarde em liberdade o julgamento de mérito desse writ, se por outro motivo não estiver preso”, determina o desembargado Eurípedes.

Risco de vida           

Em entrevista ao T1 Notícias, no dia em se apresentou e teve a prisão mantida pelo juiz Márcio Barcelos Costa, da 1ª Vara Criminal do Fórum de Porto Nacional, Duda alegou correria risco de vida dentro do presídio. “Nós temos recebido ameaças não é de hoje, é lá detrás. Tanto é que eu registrei um boletim de ocorrência em março, bem antes desse pedido”, afirmou o empresário na ocasião.

Entenda

O empresário Duda Pereira teve a prisão decretada em abril deste ano, sob o argumento de que ele estaria atrapalhando as investigações e coagindo testemunhas no caso de investigação da morte de Vencim Leobas, ocorrido em fevereiro do ano passado após um atentado em frente sua residência, em Porto Nacional.

 

Fonte: T1Noticias

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Acidentes de trânsito sobem 44% nas rodovias federais durante feriado

Os acidentes durante o feriado da Independência aumentaram 44%. Neste ano foram registrados 13 acidentes nas rodovias federais que cortam o Tocantins, sendo que no ano passado foram nove. O número de mortes também subiu. A Polícia Rodoviária Federal informou que duas pessoas morreram este ano. Em 2016, houve uma morte. Apesar de a PRF não informar os dados comparativos, o G1 fez o levantamento baseado nas informações divulgadas pela própria polícia no ano passado.

Os dados foram coletados durante a operação Independência, que começou na quarta-feira (6) e terminou no domingo (10). No ano passado, a operação também durou cinco dias, entre 7 e 11 de setembro.

Conforme a PRF, 1.126 veículos foram fiscalizados, sendo que 313 motoristas cometeram alguma falta administrativa e foram autuados. A maior parte das infrações está ligada à ultrapassagem em local proibido.

Durante o feriado, 11 motoristas foram flagrados dirigindo alcoolizados e três deles foram levados para a delegacia, onde foram autuados por embriaguez ao volante.

Segundo a polícia, dois condutores que estavam sob o efeito do álcool se envolveram em acidentes. O primeiro foi registrado por volta de meia-noite deste domingo (10), no km 176, da BR-153, perto de Araguaína. O motorista tombou o caminhão que conduzia e a pista ficou parcialmente interditada. Não houve feridos.

O segundo ocorreu também na madrugada de domingo, na BR-153, perto de Barrolândia. Um motorista embriagado invadiu a pista contrária e bateu em um caminhão. Ele teve ferimentos leves.

Mortes

Uma das pessoas que morreram foi o motociclista Marciliano Gomes. O acidente aconteceu na madrugada deste domingo. Ele bateu a motocicleta na cabeceira de uma ponte na BR-242, próximo a Gurupi. A Polícia Rodoviária Federal informou que o acidente foi no km 354, na ponte sobre o rio Santo Antônio. Com a força da batida ele foi jogado da moto, mas não chegou a cair na água.

A outra morte foi registrada na BR-153 em Guaraí, região central do Tocantins, na sexta-feira (8). Um idoso de 69 anos dirigia um carro quando bateu de frente com outro veículo. Ele não resistiu. O outro condutor ficou ferido e foi levado para o Hospital Geral de Palmas.

Fonte: G1Tocantins

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Júlio Resplande lança livro que traz memórias e definições sobre Defensoria Pública do Tocantins

A obra “A Defensoria Pública e sua Ação Social”, do ex-secretário de Justiça do Tocantins e ex-deputado Júlio Resplande, foi lançada nesta quarta-feira (6), com solenidade no hall do auditório da sede da Defensoria Pública em Palmas (502 Sul). Além do autor, amigos e familiares, estiveram presentes Defensores Públicos, Servidores e profissionais da imprensa. O opúsculo (livro de poucas páginas) apresenta ao leitor memórias e definições sobre os eventos que levaram à consolidação da Defensoria Pública no Estado, além de informações sobre a natureza da atuação da Defensoria. O texto é dedicado aos pioneiros da Instituição.

Presente na solenidade, o defensor público-geral, Murilo da Costa Machado agradeceu ao autor pela homenagem à Instituição e o prestígio. “Lá atrás, no começo da história do Tocantins, o Dr. Júlio Resplande colaborou para que esta instituição de hoje, essa Defensoria, fortalecida como está, pudesse ajudar no controle social e que esse estado seja, cada dia, mais democrático”, disse. A defensora pública-geral, Estellamaris Postal também agradeceu a oportunidade e reforçou que “ser homenageada na dedicatória do livro é uma honra.”

Obra

São oito capítulos, iniciando pela Ordem Jurídica e a Defensoria, passando pela Estrutura da Defensoria Pública na Constituição; A Lei nº 1.060/1950 e a Assistência Judiciária; A LEI e o POBRE; Defensoria Pública (sobre as peculiaridades do próprio órgão); Assistência Judiciária e Cidadania; A Defensoria Pública no Estado; Defensoria Pública e Defensores do Tocantins, Jurisprudência e Doutrina. Em discurso, Júlio Resplande lembrou a sua trajetória e ressaltando o início do trabalho como faxineiro. Ele reforçou ainda a importância da Defensoria Pública do Tocantins para ação social, complementando que o Tocantins possui uma das melhores Defensorias Públicas do País.

Lançamentos

Na ocasião, também foi lançado o livro “A Luta e Sonhos de um Menino Pobre”, uma autobiografia que narra a trajetória do próprio Júlio Resplande, desde a época de estudante em Tocantinópolis, que era parte do Norte Goiano, até alcançar o título de Desembargador mais jovem do Estado de Goiás, chegando a presidir o Tribunal Regional Eleitoral (TRE), quando aposentou-se para vir servir ao Tocantins, como Secretário de Estado, nos Governos, de Moisés

Avelino e Marcelo Miranda, como titular das secretarias da Justiça e Segurança Pública, por duas vezes, bem como da Secretaria da Cidadania e Justiça, além de deputado Estadual, nas eleições de 1998 até 31 de janeiro de 2003, quando recebeu o título de melhor deputado.