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Atriz que fundou companhia de teatro Chama Viva morre após sofrer AVC


Marcélia Belém passou mal no domingo (29) e não resistiu após ser internada em um hospital de Palmas. Ela atuou em mais de 20 peças de autores nacionais e internacionais. Marcélia Belém era atriz e articuladora cultural
Reprodução/Instagram
A atriz, diretora e articuladora cultural Marcélia Belém morreu após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC), nesta quinta-feira (2). Ela passou mal no último domingo (29) e foi internada em um hospital de Palmas, mas não resistiu.
A classe artística se mobiliza para se despedir. Às 14h30 desta sexta-feira (3) está previsto um cortejo, que sairá de uma funerária, em frente ao IFTO, com destino ao Espaço Cultural. Lá serão soltos balões brancos. No local, também haverá microfone para os amigos que desejarem fazer homenagens.
A profissional era referência para a cultura tocantinense. Marcélia foi uma das fundadoras da companhia de teatro Chama Viva, ao lado do irmão Cícero Belém, em Porto Nacional. O grupo é um dos pioneiros de teatro no Tocantins com mais de 30 anos de atuação.
Marcélia fez licenciatura em teatro pela Universidade de Brasília e se especializou em Metodologia do Ensino na Educação Superior. Atuou em mais de 20 peças de autores nacionais e internacionais.
Nas redes sociais, o irmão fez uma homenagem: “uma atriz que transitava com habilidade, de Federico Garcia Lorca, Pierre de Marivaux, Pedro Tierra à comédia popular de Luis Alberto de Abreu. Orgulho e lembrança, minha irmã querida!”.
Em nota, a Associação dos Artista Visuais do Tocantins lamentou a morte da atriz.
“Em nome dos artistas, associados, venho através deste comunicado lamentar a grande perda desta militante pioneira da arte teatral no estado do Tocantins, a Sra Marcellia Belém, que tão generosamente dedicou a sua breve vida, mas exitosa carreira graças a seu talento luta e garra”.
O Conselho de Política Cultural do Tocantins também fez homenagem à Marcélia.
“A trabalhadora da cultura, das artes cênicas, seguiu suas convicções, foi atriz, produtora cultural, educadora, uma estudiosa do campo cultural, debruçou nos sonhos de fazer o seu melhor naquilo que investia, de corpo e alma. Ela atuava e mantinha o sorriso nos lábios, seu olhar transparecia felicidade mesmo cansada após uma temporada de espetáculo”.
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Fonte: G1 Tocantins