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Confirmações de Chikungunya crescem mais de 1000% no Tocantins


Já são 145 diagnósticos em 12 municípios. No mesmo período do ano passado eram 13 casos. Chikungunya cresce mais de 1000% em comparação ao mesmo período do ano passado
Os casos de chikungunya, doença transmitida pelo Aedes aegypti, cresceram mais de 1000% no Tocantins. Conforme os dados da Secretaria Estadual de Saúde (SES), só neste ano foram confirmados 145 diagnósticos em 12 municípios. No mesmo período do ano passado eram apenas 13 casos. (Veja o vídeo)
Do total de confirmações, 91 são de Palmas. Daniel Felix foi um dos moradores que receberam o resultado positivo. Ele foi diagnosticado com dengue no fim de 2021 e no início deste ano os sintomas voltaram. Os novos exames confirmaram que era chikungunya.
“Eram sintomas semelhantes aos da dengue. A questão é que passou 10 dias, 15 dias, 20 dias e a dor não passava. Chegou o momento que eu não estava conseguindo trabalhar direito. Só quem teve sabe o quanto é difícil”, disse o analista de TI.
O médico reumatologista Hugo Rossoni explica que os sintomas são parecidos com os da dengue, mas as dores podem ser mais fortes e se prolongarem por mais tempo. “Pode durar de dias ou até três meses. Em alguns casos raros, alguns premiados e que têm maior risco, pode durar até alguns anos”, disse.
As notificações também chamam atenção. Foram mais de 620 casos suspeitos até o dia 12 de março enquanto neste período do ano passado somente 19 casos prováveis eram investigados.
A coordenadora de controle vetorial da UVCZ, Lara Betânia Melo, explica que um conjunto de fatores fazem com que os casos cresçam rapidamente. “A gente tem um ano que vai ter um ‘boom’ de casos de dengue, por exemplo, e depois vamos passar por um período, digamos assim, de descanso. A gente tem em grande quantidade o vetor na cidade. Tem ele espalhado na cidade inteira”, disse.
Para tentar conter a doença são realizadas ações na capital, como visitas domiciliares, ingresso forçado em imóveis forçados e abandoados.
Larva do mosquito Aedes aegypti
Cristine Rochol/PMPA
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Fonte: G1 Tocantins

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Signo, ciúmes e divisão na cama: veja curiosidades reveladas pelo trisal do Tocantins nas redes sociais


Graziela, Diogo e Natalia abriram caixinha de perguntas no perfil do Instagram e responderam críticas, além de perguntas “quentes” sobre o relacionamento. Trisal do Tocantins responde perguntas sobre signo e traição
Divulgação/Instagram
O trisal do Tocantins, que ganhou repercussão nacional nos últimos dias, está mais ativo do que nunca nas redes sociais. Graziela Veras Parrião Lustosa, de 31, o empresário Diogo Matheus Simon, de 33, e a influencer Natalia Bezerra da Silva, de 26, abriram a caixinha de perguntas no perfil do Instagram e, sem papas na língua, responderam curiosidades sobre signo, ciúmes e divisão na cama, além de críticas.
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O conteúdo foi postado no perfil Vivendo a Três, que saltou de 1,2 mil para 44 mil seguidores em um intervalo de 48 horas.
Advogada responde dúvidas sobre dinâmica do trisal
Por causa da repercussão, dá para imaginar a curiosidade dos seguidores. Um deles pergunta: “Você não tem medo de perder seu marido para ela futuramente?” E Graziela responde: “Não, até porque eu poderia perder sem estar em um trisal. É o que mais ocorre, não tem muito trisal por aí e tem gente perdendo o marido toda hora”. (veja no vídeo)
Outro seguidor questiona: “Dormem todos na mesma cama?” E o trisal responde: “Sim, todo mundo grudado, a cama é grande”.
Internauta pergunta se trisal dorme junto na mesma cama
Reprodução/Instagram
A pergunta que mais bomba nas redes sociais é sobre sexo e como é a divisão na cama. Graziela, inclusive fez um vídeo para explicar como é a relação: “O paranauê é o seguinte: geralmente o sexo ocorre entre os três no mesmo ato porque nós moramos juntos e estamos quase o tempo todo juntos. Mas sim, rola sexo só entre eu e Natalia, se Diogo não estiver em casa. Ou só o Diogo e Natalia, se eu não estiver em casa. Ou só entre eu e Diogo”.
Em entrevista recente ao g1, os três afirmaram que o relacionamento é fechado e que não há ciúmes entre eles. Durante a dinâmica no Instagram, um internauta questiona: “Se ele [Diogo] ficar com outra menina fora do trisal, como fica?”. E Natalia diz em tom de brincadeira: “Ele morre!!!”.
A respeito da pergunta sobre signo, o trio respondeu que Natalia é ‘sagitária’ e Diogo e Graziela são de gêmeos.
Trisal fala sobre sexo e responde críticas nas redes sociais
Reprodução/Instagram
Graziela, Diogo e Natalia também responderam críticas. Um seguidor chega a perguntar se eles não têm medo de ir para o inferno: “Se nós formos, é capaz de te encontrar lá”, responde o trisal.
Uma outra diz que o trio deveria se converter, e eles respondem: “E você cuidar da sua vida! O que a pura de Calcutá está fazendo aqui? Te preserva doida”.
Trisal abre caixinha de perguntas após repercussão nas redes sociais
Reprodução/Instagram
Trisal tocantinense
Advogada e empresário casados há 15 anos assumem trisal com influencer
A história do trisal começou com uma brincadeira, depois que Graziela e Diogo, casados há mais de 15 anos, resolveram tentar viver uma experiência diferente. Eles se conheceram ainda adolescentes quando faziam o ensino médio em uma escola da capital e em 2020, durante a pandemia, decidiram abrir o coração e a relação para uma terceira pessoa.
Durante entrevista ao g1, os três falaram sobre a relação, ciúmes, amor sexo e o desejo de terem filhos, assim como os motivos que os levaram a se expor nas redes sociais.
Trisal mora em Palmas e resolveu compartilhar rotina e experiência na web
Reprodução/Instagram
“Eu não consigo fazer diferenciação entre o Diogo e a Natalia. O Diogo é tão importante quanto a Natalia, não importa se eu e ele estamos juntos há mais tempo. Eles ocupam posições iguais na minha vida. É o mesmo carinho, mesmo cuidado, mesmo respeito, mesma preocupação. E até mesmo na química, no desejo sexual, há uma química muito grande entre os três”, diz Graziela.
Há cerca de uma semana eles criaram a página “Vivendo a três” para dividir a rotina e responder perguntas sobre o poliamor. Após uma entrevista publicada pelo g1, durante a manhã, o perfil saltou de 1,2 mil seguidores para mais de mais de 30 mil.
“O objetivo é tirar as pessoas da casinha, da zona de conforto, mostrar que sim, é possível viver esse amor livre e sem preconceito e que a vida é mais leve quando você pode ser você mesmo”, conta Natalia.
Graziela, Diogo e Nathália formam um trisal desde 2020
Reprodução/Instagram
O que é trisal e quais os efeitos jurídicos da união?
Segundo a advogada especialista em direito de Família, Alessandra Muniz, poliamor é a união de três ou mais pessoas, caracterizado pelo afeto, responsabilidade mútua e lealdade para com os membros dessa relação.
Apesar de ter alguns casos espalhados pelo país, não há na legislação brasileira, lei ou norma, que contemple esse tipo de união.
“O artigo 1.723 do Código Civil não contempla esse tipo de união, pois tem como princípio a monogamia. O que ainda se resguardava era, por vontade das partes, realizarem uma escritura pública de união estável poliamorista, o que fora proibida pelo CNJ em 2018. Mas, vejamos: essa proibição não fará que o poliamor não exista, pelo contrário, ele está aí; a sociedade evolui a cada instante e as leis não contemplam cada situação nova”, explicou.
Além disso, o Supremo Tribunal Federal e o Superior Tribunal de Justiça não reconhecem o poliamor como entidade familiar, disse a especialista.
“Há algumas decisões de primeiro grau que garantem direitos aos partícipes dessa relação, mas quando culminam nos tribunais superiores, há mudanças que deixam os poliamoristas sem garantias jurídicas”.
Graziela Veras e Natalia Bezerra curtindo beijo na praia
Reprodução/Instagram
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Fonte: G1 Tocantins

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Escritor do Tocantins lança livro com mais de 200 poemas nesta sexta-feira (25)


Tião Pinheiro fará lançamento em uma live, que contará com várias atrações musicais. Tião Pinheiro lança livro ‘Amorosamente’
Anderson Vaz/Divulgação
O escritor Tião Pinheiro vai lançar, nesta sexta-feira (15), o livro de poesias ‘Amorosamente’. Este será o sexto livro de autoria do também jornalista, radialista e compositor. Por causa da pandemia, o lançamento será feito em uma live, que vai contar com várias atrações musicais.
Conforme Tião, o novo livro conta com 214 poemas divididos em cinco blocos: Sonhares e nasceres, Chegadas e acolhidas, Partidas e desmantelos, Renasceres e viveres e Marcas e saudades.
Jornalista lança livro ‘Amorosamente’ nesta sexta-feira (25) por meio de live
A obra compõe o projeto “Tião Pinheiro –De amor e de afeto” que foi contemplado pelo Edital Promic 2019 da Fundação Cultural de Palmas. “É uma produção interessante. Meu pai falava que a arte, a cultura é o bálsamo da alma. A poesia, a música as artes plásticas, a dança, o teatro acabam fazendo esse papel interessante de dar um pouco mais de leveza à vida”, disse Tião.
A live começa às 20h e será transmitida pelos canal de vídeo e redes sociais do escritor Tião Pinheiro.
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Fonte: G1 Tocantins

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Preço do quilo do pão francês sobe e chega a quase R$ 17 em Palmas


Em março do ano passado, os moradores da capital pagavam no mínimo R$ 6,97 pelo quilo do produto. Aumento está relacionado com o reajuste no preço do trigo. Pão francês mais que dobra de preço em um ano
A tradição de comer o pãozinho francês no café da manhã está custando mais cara. Segundo pesquisa do Procon, em março do ano passado, os moradores de Palmas pagavam no mínimo R$ 6,97 pelo quilo do produto. Agora, o alimento já pode ser encontrado por quase R$ 17 o quilo.
Mesmo com o preço mais alto, o pãozinho sempre tem lugar garantido no carrinho de compras da enfermeira Cláudia Rezende. “O pão francês, o pão de sal, eu não abro mão. Ele é muito gostoso, é fundamental tanto no café da manhã, quanto no cafezinho da tarde”.
A culpa pelo aumento é do trigo, que está mais caro por causa da guerra entre Rússia e Ucrânia. Os dois países são grandes fornecedores do produto em todo o mundo.
“Como o Brasil ainda importa trigo de outros países, a oferta mundial de trigo cai, o que faz com que o preço se eleve consideravelmente”, explicou o economista Gabriel Machado.
Preço do pão francês sobe em Palmas
bom dia brasil; BDBR
Em uma padaria no Plano Diretor Sul de Palmas, quase tudo que é vendido leva farinha de trigo. O saco com R$ 25 kg do produto, que eles compravam por R$ 84 há duas semanas, agora custa R$ 110.
Parte desse aumento precisou ser repassado para o consumidor. “Desde o começo da pandemia para cá, a farinha vem tendo aumentos sucessivos, 10%, 5%, 10%. Dessa vez, subiu 30% de uma vez”, disse o empresário Frederico Felipe. Por lá, os produtores foram reajustados em até 8%.
Outro fator que provocou o aumento, é que o trigo é comercializado em dólar, que está com a cotação alta, e transportado utilizando óleo diesel, que só esse mês teve reajuste de quase 25%.
Na padaria de uma rede de supermercados também houve mudança de preços. Mas, como os empresários compram farinha de trigo em grande quantidade, conseguiram negociar com os fornecedores. O quilo do pãozinho ainda sai por menos de R$ 14.
Mesmo com os valores subindo, o objetivo é não perder clientes. “A qualidade do produto a gente vem mantendo e vamos trabalhar da melhor forma para o consumidor”, disse o gerente Geovane Leonel.
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Fonte: G1 Tocantins

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Homem que matou morador nos fundos de bar com pauladas na cabeça é condenado a 16 anos de prisão

Crime aconteceu em Ananás, no norte do Tocantins. Vítima que teve parte da cabeça desfigurada foi atacada após beber com o condenado. O Tribunal do Júri condenou Werbete Andrade de Oliveira Araújo a 16 anos e três meses de prisão pelo assassinato de Antônio Marcos Sousa Coelho. Ele morreu após ser atacado a pauladas em um bar de Ananás, no norte do Tocantins. Conforme as investigações, a vítima teve o crânio afundado e ficou desfigurada por causa da força das pancadas.
O crime aconteceu no dia 17 de março de 2019 em um estabelecimento do bairro Chapadinha II. Conforme as investigações, o autor e a vítima beberam juntos durante a tarde. Em determinado momento, Werbete Andrade chamou o Antônio para os fundos do bar dizendo que eles precisavam conversar.
“Chegando lá, a vítima foi atacada de surpresa, com golpes repetidos e violentos que só cessaram quando populares que estavam nas imediações intervieram”, informou o Núcleo do Tribunal do Júri do Ministério Público do Tocantins (MPTO). A vítima não resistiu aos graves ferimentos na cabeça, pescoço e coluna.
Durante o julgamento foram acatadas as teses de homicídio qualificado por meio cruel e por uso de recurso que impossibilitou a defesa da vítima.
A pena para foi fixada em 16 anos, três meses e 15 dias de prisão em regime inicialmente fechado.
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Fonte: G1 Tocantins

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VÍDEO: Animais se refugiam em centro de pesquisa para buscar comida e fugir de enchente na Ilha do Bananal


Veados, caititus, cotias e antas são vistos com frequência no centro de pesquisa Canguçu da Universidade Federal do Tocantins (UFT). Conheça a ave que todo ano tem ninhos ameaçados pela água. Animais buscam refúgio em centro de pesquisa após enchente na Ilha do Bananal
Animais silvestres têm buscado refúgio no Centro de Pesquisa Canguçu, da Universidade Federal do Tocantins (UFT), em meio a enchente na Ilha do Bananal. Um vídeo feito pelo biólogo e coordenador do centro, Renato Pinheiro, mostra veado, caititu, cotias e antas passeando pela área e se alimentando no local. (Veja acima)
As imagens foram feitas no fim de semana passado, no centro que fica na região do Cantão, em frente à maior ilha de água doce do mundo. Segundo o biólogo, a ilha está alagada. Por causa disso, os bichos atravessam o rio Javaés em busca de abrigo.
Cotia se alimenta no Centro de Pesquisa Canguçu, na Ilha do Bananal
Reprodução
“São animais comuns na região, alguns veados e caititus como os que aparecem no vídeo tem saído da ilha que está alagada e se arriscando ao atravessar o rio Javaés. Eles vêm para o lado de cá do rio que é mais alto e tem partes seca e com alimento”, explicou.
Entre dezembro e abril, o nível do rio Javaés sobe até 10 metros. Segundo o biólogo, o fenômeno é normal nessa época. Tanto que ele já registrou outros flagrantes de animais durante as enchentes.
Fugindo das cheias, antas se refugiam no Centro de Pesquisa da UFT, na Ilha do Bananal
Reprodução
Veado passeia por área do Centro de Pesquisa da UFT, na Ilha do Bananal
Reprodução
Em 2020, Túlio flagrou, por exemplo, o momento em que uma ave resiste e não abandona o ninho, mesmo sendo ameaçada pela água. Nesse caso, a resistência da Cigana foi em vão. O ninho foi inundado e ela acabou perdendo os ovos, disse o profissional. (Veja foto abaixo)
“A espécie procria entre final de dezembro e abril e coincide com esse período de chuva. Então, as aves menos experientes, muitas vezes, fazem ninhos no andar mais baixo da vegetação e acabam sendo inundados. Ao passo que os indivíduos mais antigos têm mais experiência e fazem os ninhos numa maior altura. Anualmente, são perdidos alguns ninhos dessa espécie por conta das inundações”.
Mesmo com enchente, cigana resiste e não abandona ninho
Renato Torres Pinheiro/Divulgação
Renato disse que a equipe de pesquisadores já chegou a resgatar ninhos para colocar em partes mais altas da vegetação.
“Em algum momento tivemos sucesso no sentido de que os pais continuaram chocando os ovos e o filhote nasceu. Mas isso é coisa rara de acontecer. E como fazemos o monitoramento da população precisamos saber quantos ninhos são perdidos e quais as causas de perda, se é por inundação ou predação”.
A cigana é uma espécie amazônica e, por isso, pode ser encontrada no Tocantins apenas na transição do Cerrado para a Amazônia. Indivíduos da espécie habitam próximo ao rio Araguaia, rio Javaés e parte do rio Tocantins.
Inundação ameaça ninho de Cigana, na Ilha do Bananal
Renato Pinheiro/Divulgação
Uma curiosidade é que a ave se alimenta apenas de folhas, explica Renato.
“Ela é a única ave do gênero dela por alguns motivos e o principal, é que ela se alimenta só de folhas e o sistema digestivo lembra o de uma vaca, que ingere o material vegetal, forma um bolo que passa de um estômago para o outro”.
Outra peculiaridade é que a ave tem uma garra na asa, uma espécie de dedo, segundo o biólogo. “O filhote para se proteger de predadores, ele pula na água e mergulha. Aí ele vem vegetação e se agarra com esse dedo pré-histórico que ele tem”.
A cigana é grande e vistosa. Vive na vegetação marginal dos rios. Pode ser vista em bandos de 40 a 60 aves.
“São barulhentas e vivem em uma comunidade organizada que acabam se ajudando, principalmente na época de reprodução. Elas acabam defendendo os ninhos daqueles indivíduos mais próximos”, finaliza o especialista.
Cigana tem uma espécie de dedo na asa, usado para se proteger dos predadores
Renato Pinheiro/Divulgação
Cigana come folhas e vive em bandos
Renato Pinheiro/Divulgação
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Fonte: G1 Tocantins

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Desvio lateral está sendo construído na BR-226 após rompimento da pista


Trecho rompeu há mais de uma semana devido às fortes chuvas e o trânsito está interrompido nos dois sentidos. Previsão é de que o serviço só seja concluído no início da próxima semana. Desvio é feito em trecho da BR-226 após rompimento da pista; saiba mais
Um desvio lateral está sendo construído na BR-226, no norte do Tocantins, para permitir a passagem de veículos. O trecho rompeu há mais de uma semana devido às fortes chuvas e o trânsito está interrompido nos dois sentidos. A interdição fica entre Darcinópolis e Palmeiras do Tocantins.
Nesta quinta-feira (24) o serviço se concentrou na construção do aterro ao lado da rodovia. A previsão é de que o serviço só seja concluído no início da próxima semana.
A passagem terá cerca de 300 metros de extensão e vai ser possível passar somente um veículo por vez. A travessia será controlada no sistema pare e siga.
Desvio lateral está sendo construído na BR-226
Reprodução/TV Anhanguera
O problema na pista causou dois acidentes graves na última quarta-feira (16). Um deles provocou a morte do motorista Igo Pereira de Oliveira. Outro condutor foi resgatado depois de ter o caminhão engolido pela cratera e levado pela correnteza.
Em uma barreira montada na pista os motoristas são orientados a deixarem a rodovia e pegarem a TO-134. Quem passa pela rota alternativa reclama da grande quantidade buracos na estrada e espera que o desvio no ponto do rompimento seja liberado logo.
“Tá muito longo esse desvio que nós estamos fazendo, aumentando mais de 70 km. Com preço do óleo não está compensando, sem falar da buraqueira. Tem que pegar acostamento e às vezes sair da pista para não colidir por conta da buraqueira”, contou o motorista Jhon Leni.
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Fonte: G1 Tocantins

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Enchente no rio Araguaia deixa povoado em situação de alerta no norte do estado


Água do rio Araguaia avançou cerca de 20 metros nos últimos dias na região do povoado Garimpinho. Comunidade é monitorada pela Defesa Civil Estadual. Defesa Civil intensifica atenção após cheia do rio Araguaia e alagamento no Garimpinho
O povoado Garimpinho, distante cerca de 120 quilômetros de Araguaína, está em estado de alerta por causa das fortes chuvas que vêm provocando enchentes na região. A água do rio Araguaia avançou cerca de 20 metros nos últimos dias.
A região é muito frequentada na época da temporada de praias. As propriedades de veraneio foram as mais afetadas por ficarem próximas das margens do rio.
A situação do povoado está sendo monitorada pela Defesa Civil Estadual. Moradores que precisaram sair de suas casas estão recebendo apoio e uma tenda foi montada em uma escola municipal.
Também há preocupação porque existem diversas fossas sépticas na região que foram submersas. A orientação é para que a população evite o contato com a água nestas localidades. Também há o risco de animais peçonhentos, principalmente cobras.
Propriedades às margens do rio estão alagadas
Reprodução/TV Anhanguera
O nível da água também subiu em Araguanã, às margens do rio Araguaia. Os moradores destas regiões devem ficar em atentos e se houver riscos devem deixar as casas.
Nesta sexta-feira (25) há dois alertas de chuvas intensas para o Tocantins, emitidos pelo Instituto Nacional de Meteorologia (Inmet). O primeiro tem nível amarelo e vale para toda a porção central e norte, até Araguaína. O alerta laranja, com maior gravidade, alcança toda a região do Bico do Papagaio.
No primeiro a previsão é de chuvas de até 50 milímetros e ventos de até 60 km/h. O segundo prevê até 100 milímetros de chuva. A risco de corte de energia elétrica, queda de galhos de árvores, alagamentos e de descargas elétricas.
Chuvas provocaram estragos
As fortes chuvas vêm surpreendendo moradores desde dezembro do ano passado. Em janeiro, a pior enchente do rio Tocantins dos últimos 20 anos deixou centenas de famílias desabrigadas e desalojadas em vários municípios.
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Fonte: G1 Tocantins

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Acidente envolvendo caminhão e carro deixa mortos e feridos em Luzimangues


Batida aconteceu na avenida de um loteamento. Caminhão tombou no meio da pista e foi atingido pelo carro. Carro atingiu caminhão em avenida
Ana Paula Rehbein/TV Anhanguera
Uma batida entre um caminhão e um carro deixou mortos e feridos na noite desta quinta-feira (24) em Luzimangues, distrito de Porto Nacional. A batida aconteceu na avenida de um loteamento. A informação inicial é de que há pelo menos duas mortes e quatro feridos, inclusive uma criança.
O local onde o acidente aconteceu é bastante íngreme. Testemunhas contaram que o caminhão perdeu o controle e tombou no meio da avenida. Logo depois o carro de passeio, onde estava uma família, colidiu e teve a frente esmagada.
O Corpo de Bombeiros e o Samu estão no local. Ainda não há informação sobre a identidade das vítimas.
Esta reportagem está sendo atualizada.
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Fonte: G1 Tocantins

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Lama, buracos e cratera dificultam passagem na estrada do Vale da Cachoeira e deixam crianças sem aula na zona rural de Palmas


Chuva tem piorado a situação das vias. A Prefeitura de Palmas informou que está ciente da situação e deve fazer reparos no local. Ônibus com estudantes fica atolado na estrada do Vale da Cachoeira
Moradores da zona rural de Palmas estão com dificuldade para atravessar a estrada de terra que dá acesso ao Vale da Cachoeira. O setor de chácaras fica a apenas seis quilômetros da Avenida Juscelino Kubitscheck, no centro da capital. Quem mora na região reclama dos buracos, crateras e lama no período de chuva. Por causa da condição da estrada, alguns estudantes estão sem ir à escola.
Durante as chuvas, o ônibus escolar que leva e busca os alunos da região não está conseguindo passar pela estrada com segurança. Nesta semana, um dos veículos ficou atolado e os estudantes tiveram que seguir o restante do caminho a pé.
Por causa dos atoleiros crianças que dependem desse transporte estão sem ir à escola. Alguns pais conseguem levar seus filhos em motos, mas parte dos alunos tem ficado em casa.
“Só nessa área que eu moro tem cinco alunos que precisam do ônibus e estão sem ir pra aula porque os pais não tem condição de ir levar. Eu tenho a minha moto, tenho condições de levar meu menino, mas estou tirando do meu bolso pra levar ele da minha casa aonde ele estuda agora, que são 4 km de distância. Não é porque ele não quer ir para a escola, é porque não tem condição de passar o ônibus escolar”, destacou a Neurivane Reis de Souza.
Os motoristas que precisam passam pela estrada reclamam que antes o trajeto era feito em no máximo dez minutos, mas agora leva cerca de meia hora. “Tá difícil porque uma viagem que você faz, você gasta o combustível para três viagens, daí quem tem que passar por aqui três vezes por dia fica bem puxado”, destacou a moradora, Lisonete Aparecida.
Carros tentam passar por estrada esburacada no Vale da Cachoeira
Reprodução/TV Anhanguera
Muito além de atrapalhar a passagem, os buracos no meio da rua têm deixado os moradores com medo. É o caso do lavrador Bento Alves, que anda pela região de bicicleta. “Não dá, não tem como descer de bicicleta. Eu fico nervoso e com medo de cair no buraco”.
As chuvas também fizeram parte de uma encosta ceder e uma cratera apareceu em uma curva fechada em cima de uma ladeira. Conforme o buraco aumenta vai diminuindo a via por onde os veículos passam.
No local é possível encontrar peças de um carro que hoje, servem para sinalizar a cratera para quem ainda não conhece a região.
Carro tenta passar por estrada esburacada no Vale da Cachoeira
Reprodução/TV Anhanguera
“Nós que moramos aqui conhecemos o buraco e tomamos cuidado no momento de descer ou subir, só que estamos entrando na contra mão, porque a gente tem medo de andar perto da cratera e cair ali dentro com o carro. E as pessoas que vem pra cá visitar? Não tem conhecimento desse buraco. O perigo é maior ainda para os visitantes”, destacou a moradora, Cíntia Bragança.
Cerca de 400 famílias moram no Vale da Cachoeira. O empresário, Estevão Alexandre Guedes, é responsável por um projeto de piscicultura na região e conta que em casos de emergência os moradores são prejudicados pela péssima condição da estrada.
“Aqui esta intransitável. Se alguém estiver em uma situação de emergência lá pra baixo do Vale vai morrer lá, porque até a ambulância chegar e ir embora é complicado.”
A manutenção da estrada é de responsabilidade do município de Palmas. Segundo os moradores foram feitas várias reclamações sobre o assunto.
O que diz a Prefeitura?
A Prefeitura de Palmas disse que a Secretária de Desenvolvimento Rural tem consciência da situação e que vai mandar uma equipe no local para fazer os reparos necessários.
A TV Anhanguera questionou sobre as crianças que estão sem frequentar a escola por causa dos problema na estrada, mas a prefeitura não respondeu até a publicação desta reportagem.
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Fonte: G1 Tocantins