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Paciente internada após AVC emociona ao reencontrar cachorro de estimação em hospital no TO


Uso de cães em tratamentos de saúde ajuda a reduzir estresse
A paciente Francisca Barreto, de 90 anos, internada na ala de neurologia do Hospital Geral de Palmas (HGP), reencontrou o cachorro de estimação Toby durante uma visita especial. O encontro fez parte de uma ação de humanização voltada a pacientes em situação de maior fragilidade.
O reencontro foi realizado por meio do projeto Dia do Desejo. A ação busca atender pedidos considerados significativos por pacientes em internação prolongada. Para que a visita fosse possível, familiares contaram com o apoio da equipe multiprofissional e do setor de Humanização da unidade.
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Francisca está internada após sofrer um Acidente Vascular Cerebral (AVC). O momento ao lado do animal emocionou familiares e profissionais envolvidos na ação.
Segundo o Hospital Geral de Palmas, o projeto busca proporcionar experiências que contribuam para o acolhimento e o bem-estar emocional dos pacientes durante o período de internação.
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A paciente Francisca Barreto, de 90 anos recebeu a visita do Toby.
Luciana Barros/GovTO
Projeto realiza desejos de pacientes internados
De acordo com a unidade, o Dia do Desejo tem como objetivo estimular o engajamento das equipes na realização de ações que promovam uma melhor experiência para pacientes em internação prolongada ou em situação de maior vulnerabilidade.
A iniciativa começa com a escuta dos pacientes e, em seguida, as equipes avaliam formas de viabilizar a realização de um desejo considerado importante para aquela pessoa.
A proposta é fortalecer práticas de cuidado, atenção e acolhimento, fazendo com que os pacientes se sintam respeitados, valorizados e reconhecidos durante o tratamento.
Entre as ações desenvolvidas pelo projeto estão iniciativas capazes de proporcionar momentos marcantes aos pacientes, contribuindo para tornar o período de internação mais acolhedor e humanizado.
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Mari Silva é integrante do programa de estágio entre o Grupo Jaime Câmara e Universidade Federal do Tocantins (UFT), sob supervisão de Patrício Reis.

Fonte: G1 Tocantins

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Fuga de empresária apontada como lobista antes de operação levanta suspeita de vazamento de informações, diz delegado


Polícia Civil suspeita de vazamento em operação das UPAs
A fuga da empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva minutos antes da operação da Polícia Civil, que investigou o contrato de terceirização das UPAs de Palmas, levantou suspeitas sobre um possível vazamento de informações sigilosas. Segundo o delegado Romeu Fernandes, a suposta lobista deixou a residência 14 minutos antes da chegada da equipe policial.
“Nos chamou a atenção porque acompanhávamos toda a rotina dela. Sabíamos que não tinha o costume de sair muito cedo de casa e, coincidentemente, no dia do cumprimento do mandado de prisão, saiu de madrugada, por volta das 5h47, cerca de 14 minutos antes da equipe chegar. É algo que precisa ser aprofundado. Ainda não temos uma conclusão definitiva, mas certamente é um indicativo de possível vazamento de informações sigilosas”, explicou.
A investigação apontou indícios de fraude no processo de contratação, possível desvio de recursos públicos e atuação coordenada entre agentes públicos e particulares para viabilizar a parceria entre a Prefeitura de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba. O contrato, firmado sem licitação, prevê o repasse de R$ 139 milhões.
Nesta terça-feira (23), uma decisão cautelar do Tribunal de Contas Estadual do Tocantins determinou a suspensão do contrato.
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Cláudia Fernanda foi presa após ficar uma semana foragida. Com a conclusão do inquérito sobre a terceirização das UPAs, ela foi indiciada por corrupção ativa, peculato-desvio, associação criminosa e lavagem de dinheiro.
Ao todo, dez pessoas foram indiciadas. Entre elas estão a ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e o ex-superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa, que permanecem presos.
Segundo o delegado, os demais servidores que compõem a comissão técnica responderão por peculato culposo, pois não participaram diretamente da elaboração dos documentos, mas os assinaram. Ainda segundo ele, profissionais ligados à Santa Casa foram intimados a prestar depoimento, mas se recusaram a colaborar.
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Empresária Cláudia Fernanda se apresentou à polícia
Reprodução/TV Anhanguera
As investigações também apontam possíveis tentativas de dificultar o trabalho policial, como ocultação de aparelhos celulares, desaparecimento de provas e indícios de vazamento de informações sigilosas relacionadas à operação.
Em nota, a defesa de Cláudia Fernanda afirmou que o relatório da polícia não retrata a realidade e pediu a soltura imediata da empresária. Também declarou que existem falhas na investigação que serão questionadas na Justiça.
Os advogados de Andreis informaram que aguardam decisão da Justiça sobre o pedido de liberdade e o acesso a documentos sob sigilo. A defesa afirma ainda que ele foi indiciado sem ter sido ouvido.
A defesa de Dhieine Caminski foi procurada, mas não respondeu. Em manifestações anteriores, os advogados da ex-secretária negaram irregularidades.
A Santa Casa de Misericórdia de Itatiba informou que está à disposição das autoridades e que não conduziu o processo administrativo da Prefeitura de Palmas, tendo apenas apresentado documentos e informações sobre sua capacidade técnica e de atendimento.
A Prefeitura de Palmas afirmou que irá colaborar com as investigações e informou que os atendimentos nas UPAs seguem normalmente.
Secretária Dhieine Caminski; e o superintendente Andreis Vicente da Costa
Reprodução/Prefeitura de Palmas
Indícios de direcionamento
Apesar das investigações, das prisões e das exonerações, o contrato firmado entre a Prefeitura de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba permanece em vigor. O acordo prevê o repasse de R$ 139 milhões para a gestão das unidades pelo período de 12 meses.
De acordo com a investigação, há indícios de direcionamento na contratação da entidade filantrópica. A Polícia Civil afirma que documentos analisados apontam possíveis irregularidades e sustentam a suspeita de que a escolha da instituição já estaria definida antes da conclusão das etapas exigidas.
O inquérito foi concluído e encaminhado ao Ministério Público e ao Poder Judiciário, que irão analisar as medidas cabíveis. Segundo a Polícia Civil, as investigações continuam para aprofundar a análise financeira do contrato, a prestação de contas dos recursos utilizados e a possível participação de outros envolvidos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Arraia avistada na margem do Rio Araguaia chama atenção de banhistas pelo tamanho; VÍDEO


Banhista compartilhou vídeo para alertar
Uma arraia-maçã chamou a atenção pelo seu tamanho em um registro feito por banhistas na Praia do Murici neste domingo (21), em Xambioá, extremo norte do estado. O animal foi visto nadando na margem do rio Araguaia. A espécie possui forma de disco, focinho arredondado e podem atingir até 80 cm de diâmetro e chegar a pesar mais de 60 kg.
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O vídeo compartilhado em rede social por uma internauta já alcançou mais de 18 mil curtidas e 6 mil compartilhamentos. “Olha aí, gente. Bem na ‘beirinha’, galera. Vamos ter cuidado”, diz.
A bióloga Beatriz Vasconcelos explica que o animal encontrado é do gênero Paratrygon, da espécie P. Araguaia, conhecida como arraia-maçã foi recém-descoberta e é típica da bacia Araguaia-Tocantins. Sua população enfrenta ameaça de extinção devido à pesca predatória e aos barramentos.
“É uma espécie recém descoberta. No vídeo, provavelmente está se alimentando. São piscívoras e comem uma ampla variedade de peixes, mas também pode comer alguns crustáceos e insetos aquáticos”, diz.
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Animal foi avistado nadando na beira do rio
Arquivo Pessoal/Mari Borges
De acordo com a especialista, as arraias são parentes dos tubarões e possuem um ferrão serrilhado na cauda, usado exclusivamente para defesa.
A principal orientação para não sofrer nenhum tipo de acidente com o animal é a regra de ouro de arrastar os pés ao caminhar na água. Arraias costumam se enterrar na areia ou na lama para se camuflar, e pisar nelas faz com que se assustem e usem o ferrão como defesa. A bióloga orienta que banhistas e pescadores não tentem arrancar o ferrão do peixe.
“O ideal é não arrancá-lo porque isso causa dor e ferimento ao animal, além de comprometer a estratégia de defesa dele na natureza”, finaliza Beatriz.
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Fonte: G1 Tocantins

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Polícia conclui investigação e indicia homem por estupro na frente de viatura da Guarda Metropolitana


Estupro foi regitrado na frente de viatura e base de segurança
Reprodução/TV Anhanguera
Um homem de 26 anos foi indiciado por estupro de vulnerável ocorrido na Praia da Graciosa, em frente à base de segurança da Guarda Metropolitana de Palmas. Segundo a Polícia Civil, no momento do crime, a vítima não tinha condições de resistir ao abuso sexual. Na época, o investigado chegou a se apresentar na delegacia, foi ouvido e liberado.
O g1 não conseguiu contato com a defesa do indiciado.
O inquérito foi finalizado nesta segunda-feira (22). A polícia informou que a investigação foi desmembrada e a apuração sobre a gravação e divulgação das imagens do crime nas redes sociais continua em andamento.
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A Secretaria de Segurança Pública disse que o caso está sob sigilo e, por isso, não serão informados detalhes sobre as investigações relacionadas à divulgação do vídeo.
O crime aconteceu no dia 15 de fevereiro de 2026, em plena luz do dia. Três dias depois, a Prefeitura de Palmas abriu uma sindicância para investigar a suposta omissão de três guardas no caso do estupro. Os oficiais foram afastados da função.
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A sindicância foi aberta, levando em consideração a gravidade do crime e que a “função da Guarda Metropolitana é a proteção sistêmica da população, e que a suposta omissão diante de um crime ou ato de importunação sexual em frente a uma unidade da corporação fere frontalmente o decoro da classe”.
O g1 solicitou um posicionamento à Prefeitura de Palmas, mas não teve resposta até a última atualização da reportagem.
Estupro em frente à base da Guarda
O crime aconteceu quando uma mulher, que apresentava sinais de embriaguez, foi abusada por um homem que se deitou atrás dela. Em imagens divulgadas nas redes sociais, é possível ver a vítima tentando afastar o suspeito, no gramado em frente à base da GMP e em frente a uma viatura da Guarda. O vídeo do crime aparenta ter sido gravado de dentro da base da GMP.
Em fevereiro, a Prefeitura afirmou que os três guardas investigados estavam de plantão no dia e que a sindicância foi aberta para investigar a suposta omissão dos agentes.
Na época, a Secretaria Municipal de Ação Social e da Mulher (Semasmu) determinou o envio de todas as informações do caso ao Ministério Público Estadual (MPTO) e a busca ativa da vítima para que ela tivesse acesso a todos os serviços de acolhimento psicológico e atendimento jurídico por meio da Casa da Mulher Brasileira e Patrulha da Mulher Segura.
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Fonte: G1 Tocantins

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Prefeito no TO decreta ponto facultativo em todas as sextas-feiras de julho


Colinas do Tocantins autoriza música ao vivo em bares e restaurantes
Divulgação/Prefeitura de Colinas
O prefeito José Batista Ferreira publicou um decreto que define ponto facultativo em todas as sextas-feiras do mês de julho de 2026 nas repartições públicas de Colinas do Tocantins, região norte do estado. A medida coincide com o período da temporada de praia no estado, que ocorre em julho e agosto.
O decreto instituiu que nos dias 03, 10, 17, 24 e 31 de junho não haverá expediente nas repartições públicas.
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Na publicação de nº 035, de 18 junho, o documento cita a redução de demanda por atendimento em setores da administração pública do município e o período de recesso escolar para a decisão. O g1 pediu posicionamento ao município, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Agora no g1
O documento publicado pela Prefeitura de Colinas diz que a medida não irá interferir na qualidade dos serviços prestados pelo município e órgãos competentes.
Dirigentes máximos das Secretarias Municipais e entidades da Administração Pública Municipal, deverão elaborar e dar transparência da escala de plantão para o atendimento dos serviços considerados essenciais que não podem ser paralisados ou interrompidos.
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Fonte: G1 Tocantins

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Espontânea, estudiosa e companheira: quem é universitária do TO que morreu durante viagem de férias


Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos.
Arquivo Pessoal/Celino Santos
Laisa Cristina Pereira dos Santos, de 22 anos, era estudante de direito e morava em Colinas do Tocantins. A jovem morreu no último fim de semana após um capotamento na rodovia PA-411. Ela estava indo para o Rio Araguaia, em Santana do Araguaia (PA), quando o acidente aconteceu.
A jovem nasceu em Aparecida de Goiânia (GO) e se mudou para o Tocantins com a família em 2016. Laisa fazia graduação em Araguaína e ia terminar o curso em 2027. Segundo o pai, Celino Santos, a filha iria tentar um cargo público federal após a faculdade.
“Ela fazia direito porque queria fazer concurso da Polícia Federal. Ela era uma menina dócil demais, nunca deu trabalho em nada, carinhosa demais”.
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Agora no g1
O acidente aconteceu no domingo (21). Segundo a Polícia Militar, a estudante estava acompanhada de outras duas mulheres no carro. O veículo teria perdido o controle ao passar por um buraco e capotou na rodovia, entre as cidades de Nova Barreira e Barreira do Campo, no Pará.
O sepultamento aconteceu no final da tarde desta segunda-feira (22), em Nova Olinda, cidade onde a família materna de Laisa mora.
O primo Luan Cézar, a descreve como uma pessoa estudiosa e companheira. “Estudiosa. Gente boa demais, não tinha hora ruim para ela. Sempre ajudava todo mundo, companheira, humilde, uma pessoa de bem que não tinha problema com ninguém”.
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Veículo capotou às margens de rodovia
Divulgação/Polícia Militar do Pará
Segundo o pai, Celino Santos, a filha tinha aproveitado as férias para visitá-lo no Pará. Ela chegou no estado na quinta-feira (18) e, no domingo, pediu o carro emprestado para ir ao Rio Araguaia. “Ela foi com amigas do posto e, na estrada, ela capotou o carro, só ela que morreu”.
A Polícia Civil informou que o caso é investigado pela Delegacia de Santana do Araguaia, que investiga as circunstâncias do acidente e busca identificar o condutor do veículo.
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Fonte: G1 Tocantins

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TCE determina suspensão de contrato de R$ 139 milhões para gestão das UPAs de Palmas


Polícia Civil suspeita de vazamento em operação das UPAs
Uma decisão cautelar do Tribunal de Contas do Estado do Tocantins (TCE/TO) determinou a suspensão imediata do termo de colaboração firmado entre a Secretaria Municipal de Saúde de Palmas e a Irmandade da Santa Casa de Misericórdia de Itatiba (SCMI) para terceirização das Unidades de Pronto Atendimento de Palmas.
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O contrato prevê o gerenciamento, a operacionalização e a execução de serviços de saúde, com repasses mensais de R$ 11,5 milhões totalizando mais de R$ 139 milhões por ano. O contrato foi feito sem licitação e se tornou alvo de investigação do Ministério Público e da Polícia Civil.
Com a conclusão do inquérito, dez pessoas foram indiciadas por suspeita de fraude no processo de contratação e indiciadas por como peculato-desvio, peculato culposo, corrupção passiva majorada, corrupção ativa majorada, associação criminosa, lavagem de capitais, favorecimento pessoal e falso testemunho
A investigação levou à prisão e exoneração da ex-secretária municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e do ex-superintendente de Atenção à Saúde, Andreis Vicente da Costa. A empresária Cláudia Fernanda Cândido da Silva, apontada como lobista no contrato, também foi presa.
O g1 e a TV Anhanguera pediram posicionamento da Prefeitura de Palmas e da Santa Casa, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
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Caso Briner: morte de jovem na cadeia após ser inocentado segue com investigação aberta após quatro anos
UPA da região sul de Palmas
Raiza Milhomem/Secom Palmas
A decisão do conselheiro relator José Wagner Praxedes baseou-se em indícios de irregularidades apontados pela área técnica, incluindo a ausência de demonstração da vantajosidade econômica da parceria e a falta de compatibilidade dos custos pactuados com os preços de mercado.
Além disso, verificou-se uma inconsistência cronológica na fase preparatória, uma vez que o parecer técnico que analisou o Plano de Trabalho foi assinado em 19 de dezembro de 2025, enquanto o próprio documento analisado só foi finalizado três dias depois, em 22 de dezembro.
Outro ponto determinante para a interrupção do contrato foi o possível impedimento legal da Santa Casa, devido à existência de decisões irrecorríveis do Tribunal de Contas do Estado de São Paulo envolvendo a entidade.
O tribunal também destacou que a administração municipal ignorou uma recomendação anterior para não iniciar a execução do ajuste até que a documentação fosse analisada pela Corte de Contas.
Prazo para encerramento
Apesar da suspensão, o TCE/TO optou por modular os efeitos da medida, estabelecendo um prazo de 60 dias para que a Prefeitura de Palmas realize a transição e reassuma a gestão direta das UPAs.
Essa decisão visa garantir a continuidade dos serviços essenciais de urgência e emergência, evitando prejuízos diretos à saúde da população durante o processo de reversão do modelo de gestão.
Como parte do procedimento, o tribunal determinou a citação de diversos responsáveis, incluindo a então Secretária Municipal de Saúde, Dhieine Caminski, e o Procurador-Geral do Município, Renato de Oliveira, para que apresentem defesa no prazo de 15 dias úteis.
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Fonte: G1 Tocantins

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Caso Briner: morte de jovem na cadeia após ser inocentado segue com investigação aberta após quatro anos


Família cobra justiça após três anos da morte de Briner
Quase quatro anos após a morte de Briner de César Bitencourt, o inquérito que apura o caso ainda não foi concluído e ninguém foi responsabilizado. O jovem ficou preso injustamente, foi inocentado pela Justiça, mas morreu dentro do presídio de Palmas antes de receber o alvará de soltura. A família do motoboy reclama da demora na investigação.
Briner morreu aos 22 anos de idade. Ele foi preso em outubro de 2021, acusado de tráfico de drogas e ficou na Casa de Prisão Provisória (CPP) da capital por um ano à espera de julgamento. A Justiça o declarou inocente em 7 de outubro de 2022, mas o alvará só chegou ao presídio no dia 10, horas após a morte.
A Secretaria de Cidadania e Justiça (Seciju) informou que abriu um procedimento administrativo sobre o caso na época e que o processo foi arquivado. Segundo a pasta, não foram encontradas provas de negligência, desassistência ou motivos para responsabilizar servidores (leia a nota na íntegra abaixo).
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A Secretaria de Segurança Pública afirmou que o inquérito está em fase de conclusão, faltando uma última diligência para finalizar e depois ser remetido ao Poder Judiciário. O Ministério Público do Tocantins disse que o caso segue em segredo de justiça e que pediu novas diligências para ajudar a esclarecer o que aconteceu (leia a nota na íntegra abaixo).
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Briner de Cesar Bitencourt, de 23 anos, morreu no dia em que seria liberado do presídio
Arquivo Pessoal
A demora na conclusão do inquérito tem sido questionada pela mãe do jovem, Élida Pereira da Cruz Dutra, que denuncia falta de avanço nas apurações e cobra respostas das autoridades.
“A dor maior é saber que não tá tendo responsabilização, não tem reconhecimento do erro. Pelo contrário, tá tendo descaso, desrespeito e não tem transparência na investigação. Ou seja, a dor maior é a injustiça”, comentou.
Segundo Lívia Machado, advogada da família, a investigação na Delegacia de Homicídios de Palmas está parada há dois anos, sem nenhuma nova atividade.
“Infelizmente a gente não tem um posicionamento do delegado a respeito de qual que é a conclusão, quem são os possíveis responsáveis. Não temos um posicionamento do Ministério Público de uma atuação como fiscal da lei para verificar por que há quase dois anos esse inquérito não tem andamento, o que de fato está acontecendo. Infelizmente, a gente não tem informação alguma”, disse.
Élida afirma que a luta por justiça se tornou o principal motivo para seguir em frente, apesar da dor da perda e da falta de respostas. “Tem sido uma luta de busca por justiça, mas o que eu sinto é desrespeito, falta de transparência e descaso. Eles mataram o meu filho e aos poucos estão matando a minha fé na justiça”, disse.
Briner se comunicava com a família enquanto estava detido injustamente
Reprodução/TV Anhanguera
Relembre o caso
Na época em que o motoboy morreu, uma investigação foi aberta para apurar as condutas dos funcionários do presídio e das equipes da empresa terceirizada de atendimento de saúde.
O jovem relatava problemas de saúde há dois meses. Segundo laudo, Brinner morreu por graves problemas pulmonares e pneumonia, mas a família nunca recebeu informações sobre o estado de saúde dele. Segundo a Seciju, a pasta seguiu protocolo e isso ocorreu “devido ao sigilo médico/paciente, os atendimentos realizados durante à custódia não são informados”.
Depois da repercussão do caso, a pasta informou que criaria uma comissão multidisciplinar para reavaliar os protocolos de comunicação à família. Vídeos internos da unidade mostraram que os detentos bateram nas grades das celas para alertar os policiais penais e servidores que o jovem não estava bem. O socorro só veio quase uma hora depois.
Em abril de 2023, a Seciju arquivou a investigação sobre as circunstâncias da morte do motoboy, já que não identificou nenhum indício de infração disciplinar ou ilícito penal, conforme dispõe o Estatuto dos Servidores Públicos Civis do Estado do Tocantins.
Socorro a Briner levou pelo menos 30 minutos entre alerta dos detentos e chegada de policiais penais, segundo imagens
Reprodução
Íntegra da nota da Seciju
A Secretaria de Estado da Cidadania e Justiça (Seciju) informa que, à época do ocorrido, instaurou um procedimento administrativo por meio da Corregedoria para apurar as circunstâncias do atendimento prestado a Brinner Bitencourt durante o período de sua custódia.
Após investigação e análise dos relatórios de assistência à saúde e segurança, o procedimento administrativo foi arquivado. Concluiu-se que os protocolos e procedimentos internos foram realizados pela equipe técnica e pelos policiais penais, não sendo encontradas provas que apontassem para negligência, desassistência ou que levassem à responsabilização de qualquer servidor da pasta.
A Seciju ressalta que permanece à disposição das autoridades competentes, colaborando continuamente com os órgãos do Poder Judiciário para o esclarecimento de quaisquer demandas.
Íntegra da nota do MPTO
O Ministério Público do Tocantins (MPTO) informa que o inquérito policial que apura as circunstâncias da morte de Briner de César Bitencourt segue em tramitação e sob segredo de justiça.
No âmbito de sua atribuição de controle externo da atividade policial, o MPTO acompanha o caso e, nesta semana, manifestou-se nos autos requerendo a realização de diligências complementares consideradas necessárias para o completo esclarecimento dos fatos.
Em razão do segredo de justiça que recai sobre o procedimento, o Ministério Público não pode fornecer detalhes adicionais sobre as medidas requeridas.
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Fonte: G1 Tocantins

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Motorista que devolveu R$ 131 milhões quase caiu em golpe do falso advogado: ‘Me cobrou dinheiro, eu vi que era fraude’


Motorista devolve cerca de R$ 132 milhões que foram depositados em sua conta por erro
O motorista Antônio Pereira do Nascimento, que ficou conhecido nacionalmente por devolver R$ 131 milhões depositados por engano em sua conta, quase se tornou vítima de criminosos que tentaram se passar por seu advogado. O caso ocorreu enquanto o trabalhador aguarda o desfecho de uma ação judicial contra o banco no Tocantins, iniciada após o episódio da transferência milionária em junho de 2023.
Antônio vive uma rotina simples em Palmas e, desde que devolveu a quantia ao banco, enfrenta processos judiciais, pedindo recompensa e indenização por danos morais. Ele, que possuía apenas R$ 227 antes do equívoco, percebeu a quantia milionária e, de forma voluntária, procurou a instituição financeira para realizar a devolução total do dinheiro.
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Foi se aproveitando dessa exposição e da tramitação do processo que um golpista entrou em contato com o trabalhador, utilizando fotos reais e o número correto da ação para dar veracidade à fraude. A abordagem ocorreu via mensagem de celular, e o golpista insistia que o motorista precisava pagar uma “taxa” para que o dinheiro fosse finalmente liberado em sua conta.
“Quando me cobrou dinheiro, eu vi que era fraude. Disse que tinha saído já [o resultado] lá, mas foi mentira. Pagar taxa? O advogado não cobrou taxa nenhuma minha, nadinha, foi de graça”, relatou.
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Antônio Pereira ficou milionário por sete horas
Reprodução/TV Anhanguera
O motorista conta que o criminoso foi detalhista: utilizou a foto do advogado legítimo de Antônio e até informações de que o processo de danos morais, no valor de R$ 150 mil, já estaria liberado. “Esse foi malandro, pegou foto do advogado, pegou tudinho… a foto da mulher, do homem, e ficou me ligando aí. […] Botou o número do processo, até a foto do processo… tudinho”, relatou.
Antônio contou que atualmente lida com comentários nocivos, por ter sido honesto com o banco. Após devolver o dinheiro e ter ficado com problemas com a instituição, ele ironiza a situação: “Tentou aproveitar né… o cara [ele próprio] já está lascado, aí o malandro quer lascar mais ainda”, brincou Antônio.
Para confirmar a suspeita, ele procurou seu verdadeiro defensor, que confirmou a tentativa de golpe e lhe informou que essa prácica tem se tornado cada vez mais comum.
O golpe do ‘falso advogado’
O golpe sofrido por Antônio é uma modalidade criminosa que tem se tornado comum e utiliza uma estrutura organizada para enganar as vítimas. No Tocantins, uma operação recente da Polícia Civil desarticulou um grupo especializado nesse tipo de fraude, que fazia vítimas em diversos estados.
Geralmente, os criminosos começam com uma fase de preparação, realizando uma triagem em sistemas de processos judiciais públicos para identificar possíveis alvos que aguardam pagamentos.
Segundo informações da Secretaria de Segurança Pública, os criminosos criam perfis falsos em aplicativos de mensagens, utilizando nomes e fotos de advogados ou escritórios de advocacia legítimos.
Na fase de execução, a SSP informou que os golpistas entram em contato com a vítima se passando pelo profissional contratado. Eles demonstram conhecimento sobre os detalhes do processo para passar confiança e, então, induzem a pessoa a realizar transferências bancárias sob o pretexto de quitar custas judiciais ou taxas de liberação de alvarás.
Veja algumas dicas da SSP para não cair nesse tipo de golpe:
Desconfie de números novos: O seu advogado geralmente fará contato pelo número que você já tem salvo. Se receber mensagens de um perfil desconhecido, mesmo que use a foto do profissional, não forneça dados;
Não pague para receber: Fique atento, pois advogados não solicitam pagamentos de taxas ou custas antecipadas para “liberar” valores de ganhos de causa ou alvarás;
Verifique a conta de destino: Nunca realize depósitos ou transferências para contas de terceiros ou CPFs que não sejam do próprio escritório ou do advogado contratado;
Faça uma dupla checagem: Antes de qualquer transação, ligue para o número oficial do escritório ou vá pessoalmente ao local para confirmar se a solicitação de pagamento é legítima;
Consulte os meios oficiais: Em caso de dúvida, você pode verificar o andamento do seu processo diretamente nos sites dos tribunais ou entrar em contato com a seção da Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) de sua região.
Relembre o caso
O episódio que mudou a vida de Antônio Pereira do Nascimento ocorreu em junho de 2023, quando um erro operacional de um banco resultou no depósito de R$ 131.870.227,00 em sua conta corrente.
Apesar da honestidade, Antônio relatou que o “dia de milionário” trouxe consequências negativas. Ele afirma ter sofrido pressão psicológica por parte do gerente para o estorno. Além disso, o banco classificou sua conta como “VIP” devido ao saldo astronômico, o que elevou automaticamente a tarifa bancária de R$ 36 para R$ 70, gerando indignação no trabalhador.
Em julho de 2024, o motorista decidiu acionar a Justiça contra o banco Bradesco. Na ação, a defesa pede o pagamento de 10% do valor devolvido (mais de R$ 13 milhões) como direito de recompensa, fundamentado no Código Civil, além de R$ 150 mil por danos morais devido aos transtornos emocionais e cobranças indevidas sofridas após o episódio.
Atualmente, o processo tramita na 6ª Vara Cível de Palmas e aguarda julgamento. Em março de 2024, a Justiça dispensou a necessidade de ouvir testemunhas, indicando que o caso pode ser decidido de forma antecipada.
O g1 pediu um posicionamento do Banco Bradesco, mas não houve retorno até a última atualização desta reportagem.
Veja mais notícias da região no g1 Tocantins.

Fonte: G1 Tocantins

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Após criança ficar presa em parafuso, prefeitura retira equipamento de academia no Jardim Taquari


Criança fica com o pé preso em equipamento de academia ao ar livre
A Prefeitura de Palmas retirou, na manhã desta segunda-feira (22), o equipamento de academia ao ar livre onde uma criança ficou ferida após ter o pé perfurado por um parafuso no Jardim Taquari. A Prefeitura de Palmas por meio da Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana informou que a remoção do aparelho danificado faz parte das medidas tomadas após o acidente e que a previsão é de que uma nova estrutura seja instalada no local ainda nesta semana.
No sábado (20), o Corpo de Bombeiros precisou desmontar parcialmente a estrutura da academia ao ar livre para liberar a criança ferida. Devido à complexidade e para evitar hemorragias, os militares utilizaram ferramentas de corte e mantiveram o fragmento do parafuso no pé da vítima durante o transporte. Após a estabilização, a criança foi encaminhada para a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) Sul.
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O acidente ocorreu no último sábado (20), em uma praça pública na Avenida TLO 5. Na ocasião, a criança pisou em um parafuso que estava exposto na base de fixação de um dos aparelhos de ginástica. O objeto atravessou a região plantar do pé da vítima, que ficou presa à estrutura metálica fixada no concreto, sendo necessário o acionamento do Corpo de Bombeiros para o resgate.
Em nota enviada nesta segunda, a Zeladoria Urbana ressaltou que a academia do Jardim Taquari havia passado recentemente por uma vistoria técnica devido às comemorações do aniversário do bairro.
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Criança fica com pé preso em parafuso de academia ao ar livre
Reprodução/ Jornal Sou de Palmas
A pasta reforçou que todas as unidades instaladas em praças e parques da capital recebem manutenção permanente e pediu a colaboração da população no uso correto dos bens públicos para garantir a segurança dos frequentadores e aumentar a vida útil dos equipamentos. (Veja a nota na íntegra mais abaixo)
Na data do acidente, a prefeitura já havia anunciado que enviaria uma equipe técnica para realizar uma nova vistoria e providenciar a retirada do aparelho danificado durante o resgate. A gestão municipal mantém a afirmação de que vistorias são periódicas em todos os parques e praças de Palmas.
Nota da Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana na íntegra
A Secretaria Municipal de Zeladoria Urbana de Palmas retirou, na manhã desta segunda-feira, 22, um equipamento danificado da academia localizada em uma praça pública no Jardim Taquari. A previsão é de que um novo equipamento seja instalado ainda nesta semana.
A Zeladoria Urbana ressalta que a academia, localizada na Av. TLO 5, passou recentemente por vistoria técnica em ocasião das comemorações do aniversário do bairro e reforça que todas as unidades instaladas nas praças e parques da Capital recebem manutenção permanente.
A pasta pede que a população seja parceira e use corretamente os bens públicos, desta forma, a vida útil aumentará e os parques, academias e similares oferecerão mais segurança aos frequentadores.
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Fonte: G1 Tocantins