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Priscila Senna leva o brega ao Rock in Rio e celebra alcance no Sudeste: ‘Expandindo um movimento’


Priscila Senna leva brega ao Rock in Rio e celebra ‘Expandindo um movimento’
Nunca antes um artista de brega nordestino se apresentou no Rock in Rio. Nunca até este ano, quando Priscila Senna, de 34 anos, foi anunciada como uma das atrações do festival.
Com mais de 15 anos de estrada, a pernambucana Priscila Senna vive o que define como a “melhor fase” da carreira.
Conhecida em seu estado natal como a “Musa do Brega”, a artista acumula hits que já estouraram nacionalmente como “Novo Namorado” (2009), “Alvejante” (2021), e a mais recente “Não me Faça Chorar” (2025), em parceria com Pablo.

Também ostenta uma agenda lotada, com 30 shows fechados apenas para o período junino.
No streaming, Priscila soma mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, com São Paulo liderando o ranking de consumo de suas faixas. Pernambuco aparece em segundo lugar.
A projeção nacional ganhou ainda mais força após as parcerias com Anitta e Liniker, além da confirmação em grandes eventos fora do Nordeste, como o Rock The Mountain, que acontecerá em novembro, em Petrópolis.
O convite para o Rock in Rio consolida a abertura do festival ao gênero nordestino, que em 2024 já havia levado ao palco o brega nortista da paraense Gaby Amarantos.
Em entrevista ao g1, Priscila Senna falou sobre a preparação para o RIR, novos projetos, parcerias e onde o brega fica em meio a tudo isso. Confira entrevista abaixo.
Servindo looks e muita sofrência
Priscila se apresenta no Palco Favela no dia 12 de setembro ao lado da banda Timbalada e do trio Soul de Brasileiro. O convite veio após a apresentação da cantora no Carnaval deste ano, no Marco Zero, no Recife.

“Eles assistiram ao meu show e repararam a reação das pessoas. Acho que foi ali que eles perceberam que a força do brega e que o gênero também precisava estar no festival”, recorda.
Para a estreia no Palco Favela, a artista revelou que prepara um show especial. A performance contará com balé, um repertório que alterna hits atuais com um bloco “das antigas” (resgatando sucessos da época da banda “Musa do Calypso”) e três figurinos que se transformarão no palco.
“Quero muito brilho para que as pessoas lá do fundo me vejam. E eu espero conseguir fazer o show inteiro sem chorar, né?”, brinca.
Priscila Senna saúda público durante show na abertura do carnaval do Recife 2026
Leo Caldas/g1
Apoio de ídolos
Priscila acredita que as parcerias com Anitta, em “Cheio de Vontade” (2025) e Liniker, em “Pote de Ouro” (2024), foram fundamentais para ela atingir um novo público e combater o “estigma contra o ritmo pernambucano”.
“Muita gente tem preconceito com o brega porque acham que não somos cantoras de verdade. Os fãs delas me viram como a cantora que de fato eu sou”, diz.
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Depois dos feats, a relação com as artistas virou amizade: em março, Priscila foi uma das convidadas da festa de aniversário de Anitta, realizada em São Paulo.
Anitta e Priscila Senna juntas durante festa de aniversário da cantora carioca.
Iude Richelle
Após o anúncio no Rock in Rio, também em março, a cantora recebeu o apoio de Liniker, que celebrou a conquista da nova amiga. “Ter o seu trabalho reconhecido e admirado pelos seus ídolos é algo incrível”, afirma.
Liniker e Priscila Senna durante gravação do DVD a cantora pernambucana no Marco Zero, no Recife.
Divulgação
Brega também é pop
Priscila planeja lançar um projeto em estúdio sob a produção de Márcio Arantes, vencedor do Grammy Latino e nome por trás de sucessos das amigas Liniker e Anitta. “Ele me convidou para fazer um álbum. É algo que quero realizar ainda em 2026”, revela.
Priscila Senna, conhecida como a ‘musa do brega’.
Raul Bittencourt/Divulgação
Além do novo projeto, a cantora mira colaborações futuras com os cantores Thiago Pantaleão e Marina Sena. Outro desejo é um novo feat com Joelma:
“Ela é minha diva pop master desde o começo da carreira. Quero muito gravar com ela de novo. No meu DVD não deu, mas ela já disse que super topa participar de um próximo projeto”.
Há dez anos, as cantoras gravaram juntas a faixa “Amor de Fã”. Na letra, Priscila se declarava para a artista paraense: “Eu vou correr, eu vou gritar. Eu vou sorrir, eu vou chorar. Eu vou fazer de tudo pra te abraçar”.
‘Elas com elas’ e união feminina
Inspirada pelos artistas do forró e do sertanejo, Priscila idealizou o projeto “Elas com Elas”, que reúne diferentes gerações de cantoras do brega.
“São meninas talentosas que só precisam de uma oportunidade para mostrar o seu talento”, explica.
Fazem parte do projeto, além de Priscila, as cantoras Tayara Andreza, Eduarda Alves, Andrielly Souza, Luanny Vital, Carina Lins, Thayzinha, Ziane Martins e Yannis Kampos.
O grupo mantém um contato constante por um grupo de WhatsApp, para selecionar repertório e discutir os próximos passos.
O sucesso da primeira edição, com trechos viralizados no TikTok, já impulsionou a gravação do segundo volume ainda para este mês, antes do início do São João.
Além dos registros audiovisuais, as artistas planejam levar o projeto para a estrada.
“Quero muito que a gente faça um show todas juntas. Temos que nos ajudar para fortalecer a cena do brega feminino cada vez mais”, afirma Priscila.
Maratona de São João
Com uma agenda que deve superar os 30 shows entre junho e julho, Priscila prepara uma estrutura logística para dar conta do período junino. “Fico sem beber o mês todo, é uma luta”, brinca a artista.
Priscila Senna em maratona de shows do São João de 2025.
Divulgação
O repertório junino abre espaço para tradições regionais da época, como o forró, mas a cantora faz questão de manter a essência da sua carreira. “Faço 80% de brega porque ele também faz parte da nossa cultura e é importante mostrar isso para o público”, defende.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fernanda Abreu teve o aval de Afrika Bambaataa quando gravou ‘Tambor’ no álbum ‘Amor geral’ há dez anos


Fernanda Abreu com Afrika Bambaataa (1957 – 2026) no clipe da música ‘Tambor’, gravada pela cantora com participação do DJ
Reprodução / Vídeo
♫ MEMÓRIA
♬ Lenda e um dos pioneiros do universo do hip hop, morto hoje nos Estados Unidos, a oito dias de completar 68 anos, Afrika Bambaataa (17 de abril de 1957 – 9 de abril de 2026) deixou legado que se espalhou pela música brasileira, sobretudo no funk carioca.
Lance Taylor – nome de batismo desse influente DJ, compositor e produtor musical norte-americano nascido no Bronx (Nova York) – ouviu bossa nova, curtiu o som de Tim Maia (1942 – 1998) e conheceu artistas brasileiros como o rapper Marcelo D2 e o funkeiro (1968 – 2018) Mr. Catra com o prestígio de ter sido referência matricial na criação do electro-funk.
Contudo, ninguém no Brasil teve o aval de Bambaataa como Fernanda Abreu, cantora e compositora carioca que incursiona pelo universo do funk desde os anos 1990. Há dez anos, quando lançou o por ora último álbum de estúdio e de músicas inéditas da discografia, “Amor geral” (2016), Fernanda se tornou parceira de Bambaataa em uma das melhores músicas do disco, “Tambor” (Fernanda Abreu, Gabriel Moura, Jovi Joviniano e Afrika Bambaataa, 2016).
Dizendo algumas palavras de ordem na faixa, Bambaataa participou da gravação dessa ode ao batuque entranhado na gênese da música do Brasil, do samba ao funk. O veneno da lata estava lá, na batida funky de “Tambor”, faixa produzida por Sérgio Santos.
A música gerou clipe gravado por Fernanda Abreu na comunidade carioca de Tavares Bastos, sob direção de Beni, com a participação de Afrika Bambaataa. No clipe, lançado em janeiro de 2018, as imagens que juntam o DJ e a cantora mostram que Bambaataa foi entusiástico avalista do batuque samba-funk da garota carioca suingue sangue bom.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lambrini Girls cancela show no Coachella e adia turnê americana após vocalista fraturar o pescoço


Phoebe Lunny, vocalista do Lambrini Girls, posa no hospital
Reprodução/Instagram/lambrinigirlz
A banda inglesa Lambrini Girls precisou cancelar os shows que faria no festival americano Coachella por causa de uma fratura no pescoço da vocalista, Phoebe Lunny. A dupla anunciou nesta quinta-feira (9) que também remarcou o resto da turnê pelos Estados Unidos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Influência no funk carioca, parceria com Fernanda Abreu e mais: a relação de Afrika Bambaataa com o Brasil


Afrika Bambaataa
divulgação / instagram do artista
Morreu nesta quinta-feira (9), aos 67 anos, Afrika Bambaataa, um dos grandes nomes da cultura hip-hop. Nos seus mais de 40 anos de carreira, o DJ e MC construiu uma forte relação com o Brasil.
A ligação de Bambaataa com o país nasceu antes mesmo de ele pisar no país. Um dos seus primeiros singles de sucesso, “Planet Rock”, de 1982, feito em parceria com o The Soulsonic Force, foi um dos pilares do que viria a ser o funk carioca.
A base da canção, que usa “Trans-Europe Express”, dos alemães eletrônicos do Kraftwerk, é uma das maiores referências do miami bass.
“Vejo minha música no funk carioca, definitivamente. É tudo parte do electro funk, é minha família. Aqui, são usados mais os ritmos mais próximos da África”, disse em entrevista ao jornal “O Globo”, em 2010.
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Naquele ano, ele fez uma turnê passando por capitais brasileiras. Dois anos antes, em 2008, ele se apresentou na Virada Cultural, em São Paulo.
“Precisamos de uma revolução no funk carioca. Precisamos falar do que está acontecendo na comunidade, em como sair dessa situação. Ainda dá para dançar, mas é preciso mandar a mensagem”, afirmou em entrevista à revista Rolling Stone, em 2013 — quando também passou pelo país.
Parceria com Fernanda Abreu
“Embaixadora” do funk carioca, Fernanda Abreu lançou em 2016 o álbum “Amor Geral”. Um dos singles desse trabalho foi “Tambor”, parceria com Afrika Bambaataa.
A música ganhou um videoclipe, gravado no Rio de Janeiro e com participação do astro do hip-hop. A canção mistura elementos como o tamborzão e um som de berimbau.
As lições da Zulu Nation
Afrika Bambaataa é o criador da organização Zulu Nation, movimento que cresceu dentro do movimento hip-hop e tinha como missão propagar a paz pelo mundo, falando de música e de Deus.
“A Nação Zulu representa: conhecimento, sabedoria, compreensão, liberdade, justiça, igualdade, paz, unidade, amor, respeito, trabalho, diversão, superação do negativo para o positivo, economia, matemática, ciência, vida, verdade, fatos, fé e a unidade de Deus”.
O grande representante da Zulu Nation no Brasil é Rapin Hood, que propaga as lições da organização nas redes sociais e nas suas apresentações.
Artistas como Marcelo D2 também falam da organização nas suas músicas. Em “Vai Vendo”, Marcelo D2 canta: “Os mandamentos que eu sigo são da Zulu Nation”.
D2 também homenageou Bambaataa em um dos seus álbuns. “À Procura da Batida Perfeita” faz referência direta a “Looking for the Perfect Beat”, do álbum “Planet Rock”.
A morte e o legado de Afrika Bambaataa
Segundo o site TMZ, o rapper e DJ faleceu por complicações de um câncer nesta madrugada.
Bambaataa nasceu no bairro do Bronx no fim dos anos 1950 e, ainda jovem, integrou a gangue Black Spades, onde rapidamente ascendeu até o posto de “warlord” (líder de guerra).
A partir da década de 1970, começou a organizar festas nas quais o hip hop ganhava espaço — eventos que cresceram rapidamente e se transformaram em grandes festas de rua no sul do Bronx.
Seu primeiro single, “Zulu Nation Throwdown”, foi lançado em 1980, fazendo referência à Universal Zulu Nation, coletivo artístico que reunia rappers engajados, grafiteiros, b-boys e outros integrantes da cultura hip hop.
Dois anos depois, em 1982, a faixa “Planet Rock” ganhou destaque e alcançou a 4ª posição na parada de R&B dos Estados Unidos. A música, lançada pela Tommy Boy e produzida com Arthur Baker, sampleou “Trans-Europe Express” do Kraftwerk, criando electro-funk futurista com vocais robóticos. Vendendo milhões, influenciou techno, house e EDM globalmente. Uma das músicas mais importantes do gênero, marcou a fusão de hip-hop com eletrônica.
Segundo o TMZ, nos últimos anos de vida, Bambaataa enfrentou uma série de problemas judiciais após ser acusado por vários homens de abuso sexual ocorrido nas décadas de 1980 e 1990. Em 2025, ele foi obrigado a pagar um acordo a um dos acusadores, que alegou ter sido vítima de tráfico sexual nos anos 1990, após um juiz emitir uma decisão à revelia devido à sua ausência no tribunal.

Fonte: G1 Entretenimento

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Afrika Bambaataa, pioneiro do hip-hop, morre aos 67 anos, diz site


Afrika Bambaataa
divulgação / instagram do artista
O rapper e Dj Afrika Bambaataa morreu aos 67 anos nesta quinta-feira (9), segundo o portal de notícias TMZ.
Segundo o site, ele faleceu por complicações de um câncer nesta madrugada.
Afrika Bambaataa nasceu no bairro do Bronx no fim dos anos 1950 e, ainda jovem, integrou a gangue Black Spades, onde rapidamente ascendeu até o posto de “warlord” (líder de guerra).
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A partir da década de 1970, começou a organizar festas nas quais o hip hop ganhava espaço — eventos que cresceram rapidamente e se transformaram em grandes festas de rua no sul do Bronx.
Seu primeiro single, “Zulu Nation Throwdown”, foi lançado em 1980, fazendo referência à Universal Zulu Nation, coletivo artístico que reunia rappers engajados, grafiteiros, b-boys e outros integrantes da cultura hip hop
Dois anos depois, em 1982, a faixa “Planet Rock” ganhou destaque e alcançou a 4ª posição na parada de R&B dos Estados Unidos. A música, lançada em 1982 pela Tommy Boy e produzido com Arthur Baker, sampleou “Trans-Europe Express” do Kraftwerk, criando electro-funk futurista com vocais robóticos. Vendendo milhões, influenciou techno, house e EDM globalmente. Uma das músicas mais importantes do gênero, marcou a fusão de hip-hop com eletrônica.
Afrika Bambaataa
Reprodução
Em 1985, Afrika Bambaataa participou da produção do álbum antiapartheid “Sun City”, ao lado de grandes nomes da música, como Joey Ramone, Run-D.M.C. e U2, entre outros artistas.
Segundo o TMZ, nos últimos anos de vida, Bambaataa enfrentou uma série de problemas judiciais após ser acusado por vários homens de abuso sexual ocorrido nas décadas de 1980 e 1990. Em 2025, ele foi obrigado a pagar um acordo a um dos acusadores, que alegou ter sido vítima de tráfico sexual nos anos 1990, após um juiz emitir uma decisão à revelia devido à sua ausência no tribunal.
Em atualização.

Fonte: G1 Entretenimento

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Juliana Linhares apresenta em maio o segundo álbum solo, ‘Até cansar o cansaço’, com mesmo time do primeiro


Juliana Linhares lança o segundo álbum solo cinco anos após o primeiro, ‘Nordeste ficção’, aclamado disco de 2021
Elisa Mendes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cinco anos após o aclamado primeiro álbum solo, “Nordeste ficção”, lançado em 26 de março de 2021, Juliana Linhares – cantora, compositora e atriz potiguar revelada nos anos 2010 como vocalista da banda carioca Pietá – começa a apresentar o segundo álbum solo.
Gravado com o mesmo time do disco antecessor, o álbum se chama “Até cansar o cansaço” e tem lançamento previsto para maio. Marcus Preto assina novamente a direção artística. Já os arranjos e produção musical são mais uma vez do multi-instrumentista Elísio Freitas.
Formado por onze músicas, gravadas com os toques de instrumentistas como o pianista Antônio Dal Bó e o baterista Estevan Cipri, o repertório do álbum “Até cansar o cansaço” mistura composições inéditas – caso de “Depois do breu”, parceria de Juliana Linhares com Rafael Barbosa, irmão da artista – com regravações de sucessos da música brasileira.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diddy será solto? Defesa do artista tenta libertação e argumenta que festas ‘freak off’ eram pornografia amadora


16 de setembro – Sean ‘Diddy’ Combs foi preso. Ele é alvo de processos por tráfico sexual e agressão.
Mark Von Holden/Invision/AP
Sean ‘Diddy’ Combs pode ser solto nesta quinta-feira (9). Os advogados do músico apresentam argumentos perante o tribunal federal de apelações nos Estados Unidos dizendo que suas orgias tratavam-se, na verdade, de pornografia amadora — sendo, assim, protegidas pela Constituição dos EUA.
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Conhecido como P. Diddy — entre diversos outros nomes artísticos —, o empresário foi preso em 2024 com base na Lei Mann, que proíbe o transporte de prostitutas através das fronteiras estaduais para a prática de atos sexuais.
A defesa de Diddy alega que “as orgias e as noites em hotéis eram performances sexuais altamente coreografadas, envolvendo o uso de fantasias, encenação e iluminação cênica, que eram filmadas para que Combs e suas namoradas pudessem assistir a essa pornografia amadora posteriormente. A produção e a visualização de pornografia desse tipo são protegidas pela Primeira Emenda e, portanto, não podem ser processadas constitucionalmente.”
Assim, suas atividades teriam respaldo dentro da Primeira Emenda norte-americana, que garante a liberdade de expressão e de produção artística, mas cuja proteção não é absoluta e não se estende a práticas que violem leis federais, como a própria Lei Mann.
Diddy foi considerado inocente de acusações mais graves; entenda o caso
Entenda: Veja quem é o rapper e por quais crimes foi culpado e inocentado; entenda o caso ponto a ponto
Para além da discussão sobre liberdade, a defesa também afirma que a pena aplicada ao artista foi excessiva. Os advogados dizem que o juiz considerou de forma equivocada que os crimes envolviam fraude e coerção, além de classificar o empresário como líder de atividades criminosas.
Diddy, no entanto, foi absolvido das acusações de tráfico sexual e extorsão, que poderiam levar à prisão perpétua.
Até a publicação desta reportagem, o resultado da audiência ainda não havia sido divulgado.
O empresário, atualmente preso em uma penitenciária federal em Nova Jersey, não está presente na audiência perante um painel de três juízes federais de apelação.
Por quais crimes Diddy foi julgado?
Conspiração para extorsão – acusado de operar uma empresa criminosa que facilitava o tráfico sexual, a distribuição de drogas, a coerção e a violência – Diddy foi inocentado (pena poderia chegar a prisão perpétua)
Tráfico sexual por meio de força, fraude ou coerção (caso envolvendo Cassie Ventura) – Diddy foi inocentado (pena poderia ser de 15 anos a prisão perpétua)
Transporte com fins de prostituição (caso envolvendo Cassie Ventura) – Diddy foi considerado culpado (pena pode chegar a 10 anos de prisão)
Tráfico sexual por meio de força, fraude ou coerção (caso envolvendo Jane Doe) – Diddy foi inocentado (pena poderia chegar a prisão perpétua)
Transporte com fins de prostituição (caso envolvendo Jane Doe) – Diddy foi considerado culpado (pena pode chegar a 10 anos de prisão)

Fonte: G1 Entretenimento

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Após retorno bem-sucedido, BTS inicia turnê mundial com passagem pela América Latina


A boy band de K‑pop BTS se apresenta no palco durante um show de retorno na Praça Gwanghwamun, em 21 de março de 2026, em Seul, na Coreia do Sul.
Kim Min‑Hee/Pool via REUTERS
As estrelas do k-pop BTS iniciam nesta quinta-feira (9) uma turnê global com paradas na América Latina, impulsionadas pelo sucesso de seu novo álbum e por um grande show de retorno em Seul.
Com 85 apresentações em 34 cidades, analistas estimam que a turnê pode superar em receitas a recente “Eras Tour” de Taylor Swift. O grupo passará pela Ásia, América do Norte, Europa e América Latina, com shows na Cidade do México, Bogotá, Lima, Santiago, Buenos Aires e São Paulo, além de Madri.
“Queremos nos encontrar com o público de todo o mundo o quanto antes e experimentar a cultura e o ambiente dos shows em cada região”, disse Jin, integrante da banda.
O início ocorre nos dias 9, 11 e 12 de abril no estádio da cidade sul-coreana de Goyang, onde nasceu o líder RM. São esperados cerca de 40 mil espectadores por noite, totalizando 120 mil.
A cidade, a cerca de 15 km ao norte de Seul, decorou locais emblemáticos como o Parque do Lago Ilsan com iluminação roxa, cor associada ao BTS. Apesar da chuva, fãs aguardavam do lado de fora do estádio.
O grupo voltou a se apresentar com todos os integrantes em março, após quase quatro anos de pausa para o serviço militar obrigatório. O show de retorno na praça Gwanghwamun reuniu cerca de 100.000 fãs, segundo a gravadora, e sua transmissão na Netflix alcançou 18,4 milhões de espectadores.
Show do BTS reúne mais de 100 mil pessoas em Seul
BTS lança álbum e prepara show transmitido ao vivo em retorno após hiato
Fãs do BTS chegam ao estádio onde a boy band de K-pop BTS se apresentará em Goyang, no dia 9 de abril de 2026.
JUNG YEON-JE / AFP
‘Um novo capítulo’
O álbum “ARIRANG”, lançado na véspera do show, reflete a identidade coreana da banda e remete a uma canção folclórica associada à nostalgia e à separação.
Com o disco, o grupo buscou ir além de temas ligados à juventude para refletir “mais profundamente” sobre si mesmo, afirmou à AFP Kim Jeong-seob, autor do livro em coreano “O universo do BTS” (em tradução livre).
Segundo ele, a turnê marca um “novo capítulo” e pode incorporar temas globais como guerras e conflitos.
K-cultura e sua influência
Em um setor competitivo, muitos grupos encerram a carreira após o serviço militar, mas o BTS manteve seu sucesso. Tornou-se o primeiro do gênero a liderar a Billboard 200 por duas semanas seguidas com o novo álbum.
As músicas também alcançaram o topo de rankings do Spotify, incluindo a lista diária global. “Isso é extremamente importante para o futuro da K-cultura”, afirmou o sociólogo americano Sam Richards.
O sucesso contínuo do grupo também se apoia na força do ARMY, uma das comunidades de fãs mais organizadas do mundo.
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Freida McFadden, autora de ‘A empregada’, revela sua verdadeira identidade: ‘Cansada de ter que manter isso em segredo’


Freida McFadden, autora de ‘A empregada’, revela sua verdadeira identidade
Facebook/Reprodução
Freida McFadden, autora do best-seller “A Empregada”, revelou sua verdadeira identidade. Em entrevista ao USA Today, ela contou que se chama Sara Cohen e que, além de escritora, atua como médica.
“Cheguei a um ponto da minha carreira em que estou cansada de ter que manter isso em segredo. Estou cansada de as pessoas debaterem se sou uma pessoa real ou se sou três homens”, diz McFadden. “Sou uma pessoa real, tenho uma identidade real e não tenho nada a esconder.”
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E, embora pareça um disfarce, ela realmente usa óculos. Já o cabelo é uma peruca, mas apenas porque, segundo contou ao USA Today em uma entrevista por telefone, “não faço ideia de como arrumar meu cabelo”.
Ela decidiu usar o pseudônimo para que sua carreira como escritora não entrasse em conflito com o trabalho no hospital.
“Meu objetivo sempre foi manter isso em segredo até o momento em que eu estivesse pronta para me afastar da medicina, para que não fosse algo como todo mundo com quem eu trabalho descobrisse de repente e isso comprometesse minha capacidade de fazer meu trabalho”, explica McFadden. No fim de 2023, ela deixou o cargo em tempo integral. “Mas eu já me afastei do trabalho. Agora estou atendendo só uma ou duas vezes por mês.”
‘A empregada’: assista ao trailer do filme que lidera bilheteria no Brasil
McFadden disse também que estava sobrecarregada ao tentar conciliar as duas carreiras ao mesmo tempo. Segundo ela, manter o segredo entre os colegas de trabalho acabou sendo impossível, mas o apoio foi fundamental. “Eles foram muito gentis”, contou. Muitos eram fãs de seus livros e não faziam ideia de que trabalhavam com a própria autora.
Apesar do real nome de McFadden tenha sido revelado, ela explicou que irá continuar sendo a mesma escritora que seus leitores conhecem e amam.
“Embora eu não tenha revelado meu nome verdadeiro até agora, sinto que sempre compartilhei a minha verdadeira essência e tudo o que contei a eles foi a verdade”, disse. “Mesmo que o nome seja uma surpresa, nada mais será. Sempre fui genuína com meus leitores.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Tiago Iorc é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta terça-feira (14)


Tiago Iorc é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta terça-feira (14) Cantor é o convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento