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Ex-noiva de Latino acusa cantor de agressões e diz ter medida protetiva; ele nega as acusações


A cantora e influenciadora Rafaella Ribeiro, conhecida artisticamente como Raffa Rarbbie, afirmou ter sofrido agressões “das mais diversas formas” durante o relacionamento de quase sete anos com o cantor Latino.
Os dois estão separados desde julho.
Segundo Rafaella, em um dos episódios de violência, o artista teria quebrado seu celular e ofendido verbalmente sua mãe. Ela também publicou um vídeo em que o cantor aparece fazendo comentários ofensivos sobre mulheres e falando em “dar um monte de tiro”.
Ao g1, a assessoria da influenciadora afirmou que ela deu entrada no pedido de divórcio e conseguiu uma medida protetiva contra o cantor. Disse também que existe um processo judicial em andamento que tramita em segredo de justiça.
Latino nega as acusações. Em nota publicada nas redes sociais do cantor, os advogados afirmam que ele prestará os esclarecimentos necessários às autoridades.
Entenda o caso
Agora no g1
Em um vídeo de cerca de 15 minutos publicado nas redes sociais na sexta-feira (14), Rafaella detalhou episódios que, segundo ela, ocorreram durante o relacionamento.
Segundo a cantora, um deles ocorreu durante uma discussão relacionada a funcionários do casal.
“Voou em cima de mim para quebrar meu telefone. O narcisista agressor tenta se desfazer de todas as provas, mas não imaginou que eu tinha o Icloud conectado. Se a intenção era fazer eu perder o telefone, não conseguiu”
Rafaella Ribeiro mostra celular que, segundo ela, teria sido quebrado por Latino durante uma discussão em julho.
Reprodução/Instagram/Rarbbie
Vídeo mostra Latino fazendo comentários sobre mulheres
A influenciadora também publicou imagens em que Latino aparece dirigindo enquanto fala sobre mulheres. No trecho divulgado por ela, o cantor diz:
“Vocês criam problemas e saem como coitadas. É assim que as mulheres fazem com os homens, vocês são tudo um bando de bostas. É isso que vocês fazem, até o cara ir lá e dar um monte de tiro e morrer. É por isso que os caras ficam loucos”
Medida protetiva contra Latino
Ao g1, a assessoria de Rafaella afirmou que a influenciadora só se manifestou publicamente sobre o caso após a concessão de uma medida protetiva.
Em uma publicação nas redes sociais, a influenciadora comemorou a decisão da justiça:
“Após as autoridades competentes analisarem, eu tive o deferimento de uma medida protetiva por tempo indeterminado! E ninguém consegue isso sem provas das efetivas agressões. Quem apoia agressor é igual a ele! Hoje fui eu… Amanhã pode ser a sua mãe, a sua filha ou você mesma. […] O livramento veio!”
O episódio envolvendo o celular, segundo sua equipe, teria acontecido em julho. Após o ocorrido, Rafaella teria decidido dar entrada no pedido de divórcio.
A defesa de Latino não comentou detalhes sobre a medida protetiva nem sobre o divórcio.
Relação de quase sete anos
Latino e Raffa Rarbbie curtem camarote na Sapucaí Rio de Janeiro. Fotos :
Vítor Pereira/ AgNews
Rafaella Ribeiro, de 27 anos, e Roberto de Souza Rocha, conhecido como Latino, de 53, estavam juntos havia quase sete anos.
Em 2020, Latino chegou a pedir a influenciadora em casamento durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
“Isso aqui é a prova do meu amor por você. Queria pedir sua mão em noivado, mas eu queria dividir minha felicidade com o Brasil inteiro”, disse o cantor durante a transmissão.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marvel anuncia elenco de ‘X-Men’ com Adam Driver, Sadie Sink e Kit Connor


Maya Boyd, Kit Connor, Adam Driver e mais: Marvel anuncia elenco de X-Men
Divulgação
Depois de meses de especulações sobre quem assumiria os principais papéis da nova geração de mutantes, a Marvel Studios finalmente revelou o elenco de “X-Men”.
O anúncio aconteceu na sexta-feira (14), durante a D23, convenção da Disney realizada em Anaheim, na Califórnia.
O diretor Jake Schreier subiu ao palco ao lado de Sadie Sink, que interpretará Jean Grey. A atriz foi a primeira integrante do elenco apresentada oficialmente durante o evento.
“É maravilhoso estar aqui e finalmente poder falar sobre essa personagem depois de meses de especulação”, afirmou Sink à plateia antes de apresentar os demais integrantes do grupo.
Na sequência, foram anunciados:
Kit Connor como Scott Summers, o Ciclope;
Christopher Abbott como Charles Xavier, o Professor X;
Samara Weaving como Emma Frost;
Inde Navarrette como Vampira;
Maya Boyd como Tempestade.
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Adam Driver como Sr. Sinistro
Adam Driver vive Jacques Le Gris em “O Último Duelo”
Divulgação
A grande surpresa da apresentação ficou para o final. Em uma participação em vídeo, Adam Driver revelou que interpretará Nathaniel Milbury, identidade associada ao Sr. Sinistro, um dos principais antagonistas dos X-Men nos quadrinhos.
“Kevin e eu conversamos por anos sobre a possibilidade de entrarmos para o Universo Cinematográfico da Marvel. E acho que finalmente encontramos o filme perfeito no momento perfeito”, disse Driver durante o anúncio.
O ator ainda brincou com o personagem que interpretará ao dizer que estaria “esperando todos chegarem” nos estúdios Pinewood.
A escolha de Driver também encerra, ao menos oficialmente, as especulações que apontavam o brasileiro Wagner Moura como um dos favoritos para viver o vilão. O nome do ator circulou intensamente nas redes sociais durante o período de rumores, mas ele não faz parte do elenco anunciado pela Marvel.
Mais integrantes devem ser anunciados
De acordo com Kevin Feige, presidente da Marvel Studios, o elenco apresentado na D23 representa apenas o primeiro grupo de atores confirmados para o longa.
O executivo indicou que novos nomes deverão ser divulgados posteriormente.
Jake Schreier ficará responsável pela direção. O novo X-Men tem lançamento previsto exclusivamente nos cinemas para 5 de maio de 2028.

Fonte: G1 Entretenimento

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Álbum de Hyldon, ‘Festa na aldeia’ desanima por apresentar somente uma gravação inédita ao longo de oito faixas


Hyldon lança o álbum ‘Festa na aldeia’, com oito faixas, sete já previamente lançadas em singles
Divulgação / Canal Curta!
♫ ANÁLISE
♬ Em tese, o lançamento de um álbum autoral de músicas inéditas de Hyldon desperta interesse imediato por se tratar de um dos cantores e compositores que ajudaram a construir o universo do funk e do soul brasileiros a partir do fim dos anos 1960.
Na prática, a edição de “Festa na aldeia” – álbum lançado no formato físico de LP e em edição digital, esta disponível desde ontem, sexta-feira, 14 de agosto, nos aplicativos de áudio – desanima porque há somente uma gravação inédita entre as oito faixas.
Com capa que expõe arte de Marcio Bertoli, obra em estilo naif que retrata o rito de comemoração do povo Tubinambá após a captura de um inimigo, o álbum “Festa na aldeia” soa como coletânea de singles.
Afinal, as gravações de sete das oito músicas foram previamente lançadas em singles em cronologia iniciada em 6 de setembro de 2024 com a edição de “Aconteceu em Geribá” – música de 1977 finalizada para o álbum – e encerrada em 27de fevereiro deste ano de 2026 com a edição do single “Fã do sanduíche”, música caracterizada pelo artista como um “blues sertanejo”.
Na era fonográfica digital, marcada pela impaciência de muitos ouvintes para fruir a audição de um álbum, o single voltou a adquirir a importância fundamental que havia perdido na era do CD. Para movimentar o algoritmo, artistas costumam lançar de um a quatro singles antes de apresentar um álbum.
Hyldon foi além e lançou sete singles, o que deixou o álbum “Festa na aldeia” com baixíssimo teor de novidade. A rigor, a única gravação inédita do álbum é “Vida maneira”, uma das duas músicas de Hyldon gravada por Wanderléa em 1972 no álbum “…Maravilhosa”, com o qual a cantora tentou ir além do universo da Jovem Guarda.
Por ser até então inédita na voz de Hyldon, “Vida maneira” é o único sopro de novidade em álbum no qual Hyldon reúne músicas já disponíveis em singles como a balada “Desamor” (Hyldon e Márcio Pombo, 2024), “Um lindo dia” (2024) – parceria com Ivan Conti (1946 – 2023), o Mamão, baterista falecido há três anos – e “A onça” (2025), além da canção praieira “O pierrot, a lua e o mar” (2026), parceria com Pepeu Gomes.
Gravado de forma analógica, em fita de duas polegadas, o álbum “Festa na aldeia” é o 17º disco de músicas inéditas na trajetória fonográfica de Hyldon.
Capa do álbum ‘Festa na aldeia’, de Hyldon
Arte de Marcio Bertoli

Fonte: G1 Entretenimento

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TV Globinho de volta: cinco momentos inesquecíveis e uma polêmica


TV Globinho
Globo
Se você foi uma criança dos anos 2000, provavelmente sentiu um quentinho no coração ao saber que a TV Globinho ganhará uma edição especial no Criança Esperança 2026. Exibido entre 2000 e 2015, o programa marcou gerações com desenhos que viraram febre e ocupa até hoje um lugar especial na memória afetiva do público.
Para comemorar o retorno da atração, relembre cinco momentos inesquecíveis de sua história e um episódio polêmico que até hoje confunde as pessoas.
📺 A estreia da TV Globinho
A TV Globinho estreou em 3 de julho de 2000 como uma faixa infantil da Globo, segundo o Memória Globo. Inicialmente comandada pelos personagens Matraca, Prego, Jujuba e Escova, a atração foi incorporada poucos meses depois ao universo de “Bambuluá”, programa de Angélica, tornando-se a emissora oficial da cidade fictícia da série.
Veja a estreia do programa:
Bambuluá: Jornal Globinho (2000)
📺 Ganhou mais espaço
Com altos índices de audiência, a TV Globinho deixou de fazer parte de uma faixa e se passou a ter espaço próprio na grade da Globo. Sua exibição acontecia durante as manhãs de segunda a sábado.
📺 Os apresentadores que marcaram gerações
Geovanna Tominaga, Marina Ruy Barbosa e Letícia Colin apresentaram a TV Globinho
Reprodução
A dinâmica da apresentação mudou ao longo dos 15 anos em que a TV Globinho esteve no ar. Houve períodos com apresentadores em dupla, outros com um único nome no comando e até fases em que cada dia da semana tinha um apresentador diferente. Muitos deles ajudaram a consolidar a identidade do programa e marcaram as manhãs da Globo, como Angélica, Geovanna Tominaga, Letícia Colin, Marina Ruy Barbosa, Ícaro Silva e Sthefany Brito.
📺 Desenhos inesquecíveis
Dragon Ball Z
Reprodução
A TV Globinho ajudou a popularizar algumas das animações mais marcantes dos anos 2000 no Brasil. Entre os títulos que ficaram na memória de uma geração estão “Dragon Ball Z”, “Três Espiãs Demais!”, “Caverna do Dragão”, “Bob Esponja” e “Pokémon”, frequentemente lembrados pelos fãs sempre que o assunto é a volta do programa.
📺Especial de Natal
Em 2008, a TV Globinho ganhou uma edição especial de Natal, exibida excepcionalmente à noite. Apresentado por Geovanna Tominaga, o programa trouxe animações temáticas como “Aconteceu de Novo no Natal do Mickey”, “Os Simpsons de Natal” e “Os Pinguins de Madagascar em Missão de Natal”. O especial voltou a ser exibido nos anos seguintes, sempre com uma seleção diferente de desenhos natalinos
📺Polêmica
Um dos episódios mais curiosos ligados à TV Globinho envolve o chamado efeito Mandela. Por anos, se espalhou nas redes sociais a versão de que o Plantão da Globo interrompeu a exibição de Dragon Ball Z para cobrir os ataques de 11 de setembro de 2001. A história ficou tão popular que muitos juram se lembrar da cena. No entanto, uma apuração do g1 com apoio do acervo da TV Globo mostrou que isso não aconteceu.
➡️ Efeito Mandela é um fenômeno em que um grande grupo de pessoas compartilha uma memória falsa sobre um evento.
Naquele ano, o programa infantil ainda estava dentro de “Bambuluá”. Quando a primeira entrada jornalística foi ao ar, o programa exibia “As Aventuras de Mickey e Donald”. Após novas interrupções para a cobertura dos atentados, a programação infantil não voltou ao ar, e Dragon Ball Z sequer foi exibido naquele dia.
Assista ao Plantão da Globo do dia 11 de setembro:
11 de setembro: Plantão da Globo interrompeu Dragon Ball Z?

Fonte: G1 Entretenimento

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Além de ‘Corrida dos Bichos’, veja 20 filmes, novelas e séries que retratam o jogo do bicho


Jogo do bicho nas telas: linha do tempo mostra evolução do tema em 70 anos
O jogo do bicho ganhou uma nova e distópica versão nas telas.
Em “Corrida dos Bichos”, lançado em 7 de agosto, os animais ganham forma humana: são encarnados por pessoas que precisam correr em uma competição mortal por um prêmio milionário. (veja o trailer no final da matéria).
Na primeira semana após o lançamento, a produção codirigida por Fernando Meirelles (Cidade de Deus) se tornou o filme de língua não inglesa mais visto no Prime Video no mundo.
Nas redes, o longa também repercutiu: a versão de ‘Bichos Escrotos’, dos Titãs, gravada por Anitta para o filme, viralizou e passou a embalar vídeos de ratos dançando, transformando a música em meme.
O sucesso de “Corrida dos Bichos” é mais um capítulo de uma relação antiga entre a contravenção e o audiovisual brasileiro. Há mais de 70 anos, o jogo do bicho aparece em filmes, novelas, séries e documentários.
O historiador e escritor Luiz Antônio Simas, autor de “Maldito Invento dum Baronete: Uma Breve História do Jogo do Bicho”, sintetiza o fascínio do público brasileiro pelo tema.
“O bicho dialoga com o botequim, com a esquina, com o mundo do samba e do Carnaval. Mas também dialoga com a violência, com a segurança, com as relações entre poder público e privado”, explica ao g1.
É esse retrato que o g1 mapeou. Abaixo, confira um levantamento que reúne produções lançadas entre 1952 e 2026 e veja como o personagem do bicheiro mudou ao longo das décadas.
Confira os 20 títulos em ordem cronológica:
Amei um bicheiro (1952)
Boca de Ouro (1963)
Bandeira 2 (1971)
Mário Fofoca (1983)
Partido Alto (1984)
O Rei do Rio (1985)
Mandala (1987)
Fogo no Rabo (1988)
Sai de Baixo (1999)
Senhora do Destino (2004)
A Grande Família (2006)
Lara com Z (2011)
Giovanni Improtta (2013)
Doutor Castor (2021)
Lei da Selva (2022)
Vale o Escrito (2023)
Vai Que Cola (2023)
Volta por Cima (2024)
Os Donos do Jogo (2025)
Corrida dos bichos (2026)
Jogo do Bicho: linha do tempo mostra representação nas telas dos últimos70 anos
Divulgação
1952

Amei um bicheiro (filme): Carlos (Cyl Farney) é um jovem ambicioso que sai do interior e vai para o Rio de Janeiro, onde acaba se envolvendo com o jogo do bicho. Depois de um tempo na cadeia, resolve mudar de vida ao se casar com Laura (Eliana Macedo) e viver honestamente.
Filme “Amei um bicheiro”, com Grande Otelo, Eliana e Cyl Farney
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1963
Boca de Ouro (filme): Boca de Ouro (Jece Valadão) é o chefe do jogo do bicho em Madureira, no Rio de Janeiro. Após a morte do Boca, o repórter Caveirinha (Ivan Cândido) decide ir atrás de Guigui (Odete Lara), antiga amante do bicheiro. O filme ganhou uma segunda versão, em 2019, dirigida por Daniel Filho e protagonizada por Marcos Palmeira.
Boca de Ouro (1963), Nelson Pereira Dos Santos
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1971
Bandeira 2 (novela, TV Globo): Com 179 capítulos, a novela faz um retrato do submundo dos chefões do jogo do bicho no Rio de Janeiro, a difícil e constante luta pela sobrevivência nas zonas mais pobres da cidade, e da busca por realizações profissionais.
1983

Mário Fofoca (série, ficção, TV Globo): Na trama, o detetive vivido por Luis Gustavo se muda para o Rio e, com a ajuda de um amigo, passa a investigar casos de infidelidade. No enredo do episódio “O Rei dos Bicheiros”, a investigação sobre a suposta traição de um contraventor termina em um acidente que deixa os envolvidos irreconhecíveis.
1984
Partido Alto (série, ficção, TV Globo): A produção retrata a vidas de moradores da Zona Sul e do subúrbio carioca. No episódio 122, Piscina (José Mayer) diz a Jussara (Betty Faria ) que irá tirar Jorginho (José Mayer) da casa do bicheiro.
1985
O Rei do Rio (filme): Baseado na peça O Rei de Ramos, de autoria de Dias Gomes. Tucão (Nuno Leal Maia) e Nico Sabonete (Nelson Xavier) são dois empregados do bicheiro Cacareco. Buscando melhorar de vida, o ambicioso Tucão convence seu amigo a tomar alguns pontos de Cacareco (Milton Gonçalves) para começarem suas próprias carreiras no jogo do bicho.
Pôster do filme “Rei do Rio”, lançado em 1985
Divulgação
1987

Mandala (novela, TV Globo): A trama das 20h trazia Tony Carrado (Nuno Leal Maia) como um dos personagens centrais. O bicheiro era retratado sob uma estética que misturava o “cafona” ao romântico, sendo temido no submundo da contravenção carioca ao mesmo tempo em que se submetia à paixão pela protagonista Jocasta (Vera Fischer).
Tony Carrado (Nuno Leal Maia)
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1988
Fogo no Rabo (série, TV Globo): ‘Fogo no Rabo’ foi uma paródia da novela ‘Roda de Fogo’, exibida em 1986, no programa TV Pirata. No 8º episódio da primeira temporada, Reginaldo (Luiz Fernando Guimarães) decide ir para Atlantic City com Penélope e um grupo de bicheiros.
1999
Sai de Baixo (1999-2002) (série, ficção, TV Globo): No episódio “Anta na cabeça”, da quarta temporada, Vavá (Miguel Falabella) arranja um emprego de apontador de jogo do bicho. Coincidentemente a sorte da família muda porque Magda resolve jogar no touro, ganha uma fortuna e vira bicheira.
2004
Senhora do Destino (novela, TV Globo): O famoso personagem Giovanni Improtta, bicheiro interpretado por José Wilker, foi tirado de um livro de Aguinaldo Silva e se popularizou junto ao público por frases como “Não esqueça do meu lema: com Giovanni Improtta não tem problema”. Ele conhece Maria do Carmo (Suzana Vieira) na prisão.
2006
A Grande Família (2001-2014) (série, ficção, TV Globo): No episódio “Tuco Mãos de Tesoura” (6ª temporada), Agostinho Carrara (Pedro Cardoso) tenta passar a perna como apontador do jogo do bicho por influência do bicheiro Dentada (Alexandre Zacchia), mas acaba sendo desmascarado. Ao final do episódio, a polícia leva todo mundo para delegacia. “Jogar no bicho é crime”‘, diz um dos policiais. “Peraí, crime, não. É uma contravenção”, rebate Beiçola.
2011
Lara com Z (série, ficção, TV Globo): Um dos personagens da produção, Agenor Improtta (Othon Bastos) é chefe de uma família de bicheiros e primo de Giovanni Improtta, o célebre contraventor imortalizado por José Wilker na novela “Senhora do destino”, também escrita por Aguinaldo Silva.
Othon Bastos vive bicheiro em série da Globo
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2013
Giovanni Improtta (Filme): Na adaptação para o cinema, o clássico bicheiro vivido por José Wilker tenta oficializar sua posição social e entrar para o restrito clube de grandes contraventores. A trama foca na transição do personagem das ruas para as esferas de poder.
2021
Doutor Castor (série documental, Globoplay): Em quatro episódios, a produção conta a história de Castor de Andrade, bicheiro responsável por crimes cruéis no Rio de Janeiro. Entre as décadas de 80 e 90, ele foi o principal responsável por grandes times do Bangu, que chegou a jogar uma final de Brasileiro, e pela mudança de patamar da Mocidade Independente de Padre Miguel, que se firmou como uma das grandes escolas de samba do Rio.
2022
Lei da Selva (série documental, Prime Video): Dividida em 4 episódios, conta como a loteria criada para financiar um jardim zoológico nos moldes da máfia italiana, foi incorporada pela cultura popular carioca e se transformou num imenso império do crime.
Luiz Antônio Simas em entrevista ao documentário “Lei da Selva”
Divulgação
2023
Vale o Escrito (série, ficção, Globoplay): Série documental que detalha a árvore genealógica e as guerras de poder das principais famílias de bicheiros do Rio de Janeiro.
Shanna Garcia dando entrevista na série Vale o Escrito, da Globoplay
Reprodução/Globoplay
Vai Que Cola (série, ficção, Multishow): No episódio “Bicheiro do Deserto”, Bebeto (Paulinho Gogó) decide abrir uma banca do bicho nas Arábias, mas depois de criar muita confusão, pede para Terezinha (Cacau Protássio) ajudá-lo a sair dessa vida
2024
Volta por Cima (novela, TV Globo): Isabel Teixeira viveu a viúva de um grande contraventor. Durante a trama, a personagem também acaba se envolvendo no Jogo do Bicho. Atriz chegou a dizer em entrevista que “Vale o Escrito” virou fonte de estudo para interpretar a personagem “Violeta”
Isabel Teixeira interpreta Violeta Castilho em “Volta Por Cima”
Divulgação
2025
Os Donos do Jogo (série, ficção, Netflix): Suspense que explora a disputa pelo controle do Jogo do Bicho no Rio de Janeiro entre quatro poderosas famílias: Guerra, Moraes, Fernandez e Saad.
2026
Corrida dos bichos (filme, Prime Video): Distopia ambientada em um Rio de Janeiro futurista, onde o jogo do bicho evoluiu para uma competição de parkour de alta tecnologia com apostas milionárias. A produção ainda não tem data de estreia.
Assista ao trailer de ‘Corrida dos bichos’

Fonte: G1 Entretenimento

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Veja as 34 músicas que estão envolvidas na condenação de MC Ryan SP por violação de direitos autorais


MC Ryan SP STJ manda soltar funkeiro preso pela PF em esquema de R$ 1,6 bilhão
Reprodução
Artista mais ouvido do Brasil, segundo o Spotify, MC Ryan SP foi condenado por violação de direitos autorais ao não creditar Lucas Vieira Jozimba, o verdadeiro autor de 34 músicas do cantor, segundo a Justiça.
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Lucas, que utiliza o nome artístico Luska, disse à Justiça que enviava as composições ao funkeiro sob promessa de divisão de lucros e inclusão de créditos, o que não aconteceu de fato.
Entre as canções reivindicadas pelo autor estão “Marcha”, “Amante da Minha Conta” e “Cracolândia”, sendo esta última um dos maiores sucessos do cantor e que acumula mais de 200 milhões de visualizações no YouTube.
Veja a lista das 34 músicas citadas no processo:
Rumo ao Milênio
Nipe de Executivo
Pétolas de Brilho Dourado
No Tabuleiro
Às Vezes Penso em Desistir (“A Caravana do Terror”)
Pernoite 2
Bem Sucedido de Marte
Amante da Minha Conta
Minha Garagem
Profissão de Alto Risco
Céu Escureceu
É Missil
Tem que Ser de Luxo
Mercedão (Resgate)
7 Dias Fora de Casa
C.C.L.O.N.A.D.O
Paraíso do Meu Apogeu
Válvula Monetária
Virei Luz
Tubarão Gigante
Pernoite
Sinceridade (Robin Wood do Guetto)
7 Marcha
Oferecida (Set DJ Pedro 4.0)
Astronalta Delas
Pique de Milionário
Tropa do Jogo do Bixo
Cracolândia (“Ilusão”) feat. DJ Alok
Diploma na Academia (#TBT Poesia Acústica)
Subi um Balão no Pião
Revoada do Tubarão 2
Atividade
Set DJ Pedro 3.0
No processo, MC Ryan SP e a produtora GR6 questionaram as conversas apresentadas pelo autor e afirmaram que as obras não tinham registro na União Brasileira de Compositores (UBC).
O cantor e a empresa também apontaram que as músicas citadas são do próprio MC Ryan SP ou de MC BKA.
Na decisão, o juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara Cível de Santos (SP), indicou que a lei de direitos autorais “estabelece categoricamente que a proteção aos direitos de autor independe de registro.”
Ou seja: além de os prints de conversas via aplicativo de mensagens servirem como prova, eles também funcionam para proteger os direitos do compositor.
O magistrado também indicou em sua decisão que apenas 11 das 34 canções estão cadastradas na UBC em nome de Ryan SP. Porém, o cadastro de fonogramas ou obras é feito pelo produtor fonográfico (no caso, a própria GR6).
A decisão apontou Luska como autor das músicas e ordenou que MC Ryan SP e a GR6 incluam o nome de Luska como compositor em todas as plataformas digitais e no Ecad em até 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.
A Justiça condenou os réus ao pagamento de todos os lucros de cessão e royalties das 34 músicas desde o lançamento de cada uma. O valor está sob análise.
Eles também foram condenados ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, por conta da omissão do nome do compositor.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Artista mais ouvido do país, MC Ryan SP é condenado por violação de direitos autorais em 34 músicas


MC Ryan SP STJ manda soltar funkeiro preso pela PF em esquema de R$ 1,6 bilhão
Reprodução
Artista mais ouvido do Brasil, segundo o Spotify, MC Ryan SP foi condenado por violação de direitos autorais ao não creditar Lucas Vieira Jozimba, o verdadeiro autor de 34 músicas do cantor, segundo a Justiça.
Lucas, que utiliza o nome artístico Luska, disse à Justiça que enviava as composições ao funkeiro sob promessa de divisão de lucros e inclusão de créditos, o que não aconteceu de fato.
Entre as canções reivindicadas pelo autor estão “Marcha”, “Amante da Minha Conta” e “Cracolândia”, sendo esta última um dos maiores sucessos do cantor e que acumula mais de 200 milhões de visualizações no YouTube (veja a lista das 34 músicas no final deste texto).
No processo, MC Ryan SP e a produtora GR6 questionaram as conversas apresentadas pelo autor e afirmaram que as obras não tinham registro na União Brasileira de Compositores (UBC).
O cantor e a empresa também apontaram que as músicas citadas são do próprio MC Ryan SP ou de MC BKA.
Agora no g1
Na decisão, o juiz Rodrigo Garcia Martinez, da 12ª Vara Cível de Santos (SP), indicou que a lei de direitos autorais “estabelece categoricamente que a proteção aos direitos de autor independe de registro.”
Ou seja: além de os prints de conversas via aplicativo de mensagens servirem como prova, eles também funcionam para proteger os direitos do compositor.
O magistrado também indicou em sua decisão que apenas 11 das 34 canções estão cadastradas na UBC em nome de Ryan SP. Porém, o cadastro de fonogramas ou obras é feito pelo produtor fonográfico (no caso, a própria GR6).
A decisão apontou Luska como autor das músicas e ordenou que MC Ryan SP e a GR6 incluam o nome de Luska como compositor em todas as plataformas digitais e no Ecad em até 30 dias, sob pena de multa diária de R$ 1 mil.
A Justiça condenou os réus ao pagamento de todos os lucros de cessão e royalties das 34 músicas desde o lançamento de cada uma. O valor está sob análise.
Eles também foram condenados ao pagamento de R$ 20 mil por danos morais, por conta da omissão do nome do compositor.
Da decisão cabe recurso. O g1 tentou contato com MC Ryan SP e a produtora GR6, mas não obteve retorno até a conclusão desta reportagem. O espaço será atualizado caso haja retorno.
Veja a lista das 34 músicas citadas no processo:
Rumo ao Milênio
Nipe de Executivo
Pétolas de Brilho Dourado
No Tabuleiro
Às Vezes Penso em Desistir (“A Caravana do Terror”)
Pernoite 2
Bem Sucedido de Marte
Amante da Minha Conta
Minha Garagem
Profissão de Alto Risco
Céu Escureceu
É Missil
Tem que Ser de Luxo
Mercedão (Resgate)
7 Dias Fora de Casa
C.C.L.O.N.A.D.O
Paraíso do Meu Apogeu
Válvula Monetária
Virei Luz
Tubarão Gigante
Pernoite
Sinceridade (Robin Wood do Guetto)
7 Marcha
Oferecida (Set DJ Pedro 4.0)
Astronalta Delas
Pique de Milionário
Tropa do Jogo do Bixo
Cracolândia (“Ilusão”) feat. DJ Alok
Diploma na Academia (#TBT Poesia Acústica)
Subi um Balão no Pião
Revoada do Tubarão 2
Atividade
Set DJ Pedro 3.0

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Bom Dia, Inverno’: Livro de Tamara Klink quase dobra vendas após polêmica sobre doação


A navegadora Tamara Klink em uma de suas expedições
Acervo Pessoal/ Divulgação
Após polêmica nas redes sociais, o livro “Bom Dia, Inverno”, da autora Tamara Klink, quase dobrou suas vendas.
A controvérsia ocorreu após Tamara defender que os leitores recorressem a empréstimos, bibliotecas e doações em vez de comprar novos exemplares da obra. Depois, ela declarou que “errou” e reconheceu não ter considerado o impacto da recomendação sobre o mercado editorial.
Segundo levantamento da BookInfo, empresa que monitora a venda de livros em lojas brasileiras, feito a pedido do jornal “Folha de S.Paulo” e compartilhado com o g1, a obra teve um salto “sem precedentes em toda a série histórica de 74 dias analisados”.
Agora no g1
“Nos quatro dias seguintes ao evento, o título vendeu 2.061 exemplares, ante uma faixa esperada de 1.042 a 1.254 exemplares. Isso representa um excedente de aproximadamente mil exemplares — o equivalente a cerca de duas semanas de vendas em ritmo normal concentradas em apenas quatro dias”, analisou a BookInfo.
Ainda de acordo com a empresa, a alta foi registrada em varejistas de 17 estados. A expectativa é que o desempenho seja ainda superior nas próximas semanas.
“Pelos dados disponíveis até agora, há indicação de que a alta não foi apenas um pico pontual e tende a se manter por mais algumas semanas”, completa a empresa.
Levantamento da BookInfo mostra crescimento nas vendas do livro ‘Bom Dia, Inverno’
Divulgação/BookInfo
Livro conta experiência no Ártico
Lançado em maio, “Bom Dia, Inverno” é um relato da experiência de Tamara Klink durante uma expedição ao Ártico. O livro acompanha os oito meses em que a autora viveu isolada em um veleiro, entre outubro de 2023 e maio de 2024, no mar congelado da Groenlândia.
Durante o período, Tamara teve comunicação mínima com o restante do mundo. A experiência vivida a bordo é o ponto de partida da obra, que reúne o relato da preparação para a viagem e dos meses passados em isolamento na região.
A obra ganhou destaque nas listas de vendas. Na Amazon, chegou ao terceiro lugar entre os livros mais vendidos, atrás apenas de “A Metamorfose”, de Franz Kafka, e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos. Segundo Tamara, o livro estava entre os mais vendidos do país havia três meses quando ela fez a recomendação para que os leitores evitassem novas compras.
O livro está entre os mais vendidos do país há três meses. Na Amazon, ocupava neste domingo a terceira posição, atrás de “A Metamorfose”, de Franz Kafka, e “Vidas Secas”, de Graciliano Ramos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Luiza Jobim, ‘Garota de Ipanema’ e o milagre da bossa sempre nova


Maria Luiza Jobim lança single com gravação bilíngue do samba ‘Garota de Ipanema’ (1962)
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♫ OPINIÃO
♬ Lá se vão 64 anos desde que o samba “Garota de Ipanema” foi apresentado ao público em 2 de agosto de 1962 no palco da boate carioca Au Bon Gourmet, na estreia de “Um encontro”, show histórico que reuniu João Gilberto (1931 – 2019), Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), Vinicius de Moraes (1913 – 1980) e o grupo Os Cariocas.
De lá para cá, o samba de Tom & Vinicius ganhou mais de 430 registros fonográficos oficiais e ficou conhecido em escala planetária. O registro mais recente foi lançado em single e vídeo na noite de ontem, quinta-feira, 13 de agosto, e foi feito por ninguém menos do que Maria Luiza Jobim, filha de Tom.
Aos 39 anos, Maria Luzia vive grande momento na carreira de cantora e compositora com o lançamento em junho do terceiro álbum solo da artista, “Rosa no céu” (2026) – carreira que Maria Luiza construiu sem nunca ter se escorado no sobrenome, no prestígio e no cancioneiro soberano do pai. O que somente valoriza a gravação de “Garota de Ipanema”.
Feito com o toque minimalista da guitarra de Felipe Antunes, o mais novo registro de “Garota de Ipanema” flagra Maria Luiza tocando o violão usado por Tom Jobim em 1967 na gravação do samba com Frank Sinatra (1915 – 1998).
Sem querer imitar ninguém, Maria Luiza dá tom cool ao samba que se tornou a música brasileira mais conhecida no mundo a partir de 1964. Maria Luiza inclusive fez um registro bilíngue, alternando o canto dos versos originais em português com o canto da letra em inglês escrita pelo compositor norte-americano Norman Gimbel (1927 – 2018) para a gravação feita em março de 1963 pelo saxofonista norte-americano Stan Getz (1917 – 1991) com João Gilberto e com Astrud Gilberto (1940 – 2023), primeira voz da “Garota de Ipanema” aos ouvidos do mundo.
O que impressiona no single “Garota de Ipanema / Girl from Ipanema” – viabilizado e editado pelo projeto alemão Colors + Studios – é que a já sessentona “Garota de Ipanema” parece nascida ontem, 13 de agosto de 2026, e não em 2 agosto de 1962, dia em que veio ao mundo.
É o milagre da bossa que soa sempre nova a cada audição. Milagre que ora se renova com Maria Luiza Jobim poque, como diz o slogan do Colors, cada geração encontra a própria voz.
Capa do single ‘Garota de Ipanema / Girl from Ipanema’, de Maria Luiza Jobim
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Diretoras de ‘Black mirror’ e ‘Loki’ dizem que rejeitaram trabalho em ‘Harry Potter’ por ‘transfobia’ de J. K. Rowling

Assista ao trailer da série ‘Harry Potter e a Pedra Filosofal’
As diretoras de TV Ally Pankiw (“Black mirror”) e Kate Herron (“Loki”) afirmaram que negaram trabalhos na série de “Harry Potter” por causa do que classificam como “transfobia” da autora dos livros do personagem, J. K. Rowling.
Conhecida também por “The Great”, Pankiw publicou nesta quinta-feira (13), em seu perfil no Instagram, uma conversa que teve em abril na qual alguém a perguntava se ela aceitaria trabalhar na série do bruxo. De acordo com a revista “Variety”, era um agente da diretora.
“Nem ferrando”, ela aparece respondendo (de uma maneira um pouco mais enérgica).
“É simples assim dizer não para financiar transfobia”, escreveu, na publicação.
Herron, que também dirigiu episódios de “Sex education” e “Margô está em apuros”, comentou em apoio à colega. “Respeito e amor para você, Ally. Me perguntaram duas vezes e eu tive de explicar que minha resposta nunca vai mudar de um não.”

Fonte: G1 Entretenimento