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Confissões sobre Angela Ro Ro, Cida Moreira, Maria Bethânia e Marina Lima


Cida Moreira apresenta no Teatro Rival Petrobras o show em que canta a música de Angela Ro Ro (1949 – 2025)
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Presença geralmente rara em palcos cariocas, a cantora paulistana Cida Moreira nunca se apresentou tanto na cidade do Rio de Janeiro (RJ) como neste primeiro semestre de 2026. Desde o fim de janeiro, a artista tem cruzado com frequência a ponte aérea que liga São Paulo (SP) ao Rio de Janeiro (RJ) para mostrar aos cariocas o show em que dá voz ao cancioneiro da compositora carioca Angela Ro Ro (5 de dezembro de 1949 – 8 de setembro de 2025).
Após duas minitemporadas no Manouche que totalizaram quatro apresentações, a cantora trouxe o show “Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro” para o Teatro Rival Petrobras em sessões agendadas para sexta-feira e sábado, 10 e 11 de abril.
Vi o show pela terceira vez na apresentação de ontem, 10 de abril. Voltei (mais uma vez) ao show porque Cida Moreira é cantora sempre presente na playlist da minha vida, assim como as canções de Angela Ro Ro.
Sem as tensões da estreia de 31 de janeiro, Cida apresentou belo show, driblando problemas no som do piano, detectados pela artista logo após o número instrumental que abriu o show com o toque sagaz do samba-canção “Demais” (Antonio Carlos Jobim e Aloysio de Oliveira, 1959), música que foi a mais completa tradução da existência de Ro Ro.
Sem se deixar abater pela questão técnica do instrumento, mais perceptível pelo ouvido sensível da instrumentista do que pela plateia, Cida fez show fluente que ficou mais redondo com a inclusão da canção “Só nos resta viver” (1980) no arremate do show. Ausência sentida por mim no roteiro desde a estreia, “Só nos resta viver” é sopro de relativa leveza na obra geralmente densa de Angela Ro Ro, além de ter uma das melodias mais bonitas do cancioneiro da compositora.
Cida já tinha incluído “Só nos resta viver” na apresentação que fez no Blue Note São Paulo no último domingo, 5 de abril. Na estreia no Teatro Rival Petrobras, a cantora também manteve a troca da música “Mares de Espanha” (1979) por “Came e case” (1981), composição em que Ro Ro celebrou o prazer de amar.
Gosto dessa música do terceiro álbum de Angela Ro Ro, “Escândalo” (1981), mas particularmente prefiro a intensidade de “Mares de Espanha”, música que ganhou visibilidade no ano passado, além do nicho de admiradores da obra de Ro Ro, ao ser reavivada por Maria Bethânia, no show dos 60 anos de carreira da artista, com interpretação arrebatadora (Bethânia cantando o verso final “Eu amei demais” com toda a intensidade é imagem que ainda ecoa na minha mente).
E por falar em Maria Bethânia, enquanto Cida cantava “Gota de sangue” (1979) e “Fogueira” (1983), eu me toquei – mais uma vez – do quanto Bethânia entende e traduz no canto o universo de Angela Ro Ro. Cabe lembrar que coube à intérprete baiana a primazia de acender “Fogueira” no álbum “Ciclo” (1983).
Não é fácil cantar Angela Ro Ro porque a própria Ro Ro foi intérprete excepcional do próprio cancioneiro. Mas há cantoras que encaram e vencem esse desafio, como Bethânia e como Cida Moreira. E eu seria injusto se omitisse o nome de Marina Lima, a primeira cantora a gravar uma canção de Ro Ro, antes mesmo da compositora.
Quando Cida cantou “Não há cabeça” (1979), uma das grandes músicas de Ro Ro (mas quase nunca cantada pela autora em shows, como ressaltou Cida), reverberou em mim no íntimo a gravação feita por Marina, com dose precisa de melancolia, para o primeiro álbum, “Simples como fogo” (1979) com o piano da própria Angela Ro Ro e a guitarra atmosférica de Sérgio Dias. Volto e meia ouço essa gravação escondida na discografia de Marina Lima.
Voltando a Cida Moreira, a dama do cabaré entende o sentido e o sentimento das letras de Angela Ro Ro com perfeição. Quanto Cida cantou “A mim e a mais ninguém” (Angela Ro Ro e Sérgio Bandeyra, 1979) e “Me acalmo danando” (1979), ficou evidente pela enésima vez que a cantora tem afinidade com a compositora. É uma questão de alma que transcende a voz. Por isso mesmo, se a vida é bela, em que pesem as dissonâncias do mundo, só nós resta viver e ouvir Cida Moreira cantar a música de Angela Ro Ro…
Cida Moreira se acompanha ao piano no show ‘Me acalmo danando – A música de Angela Ro Ro’, em cartaz no Teatro Rival Petrobras
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz soul da disco music brasileira, Lady Zu volta à pista com o single ‘Até o fim’ após 24 anos sem lançar álbum


Lady Zu volta ao mercado fonográfico com o single ‘Até o fim’
Thiago Drummond / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Lady Zu está lançando o single “Até o fim”, primeiro título da discografia da artista em 24 anos, já que o último álbum de Zu, “Number one”, foi editado em 2002.
Em rotação desde ontem, 9 de abril, o single “Até o fim” apresenta música de Lafayeth Persaud e Carol Persaud em parceria com Zu. Lafayeth é o produtor musical do single e também coautor do arranjo em colaboração com Ricardo Cassal.
A notícia da volta da cantora ao disco mexe com a memória afetiva de quem dançou nos frenéticos dancin’ days dos anos 1970 – década de ascensão e apogeu da disco music – e certamente foi impactado pela explosão de Lady Zu em 1977.
Zuleide Santos Silva na certidão de nascimento expedida com a data de 7 de maio de 1958, essa ótima cantora paulistana de alma soul chegou chegando e surfou na onda brasileira da disco music. Em 1977, “A noite vai chegar” – um funk disco (com toque de samba ao fim do arranjo) composto por Paulinho Camargo e gravado por Zu de forma aliciante – estourou nas rádios, nas pistas e na trilha sonora da novela “Sem lenço sem documento”, exibida pela TV Globo de setembro de 1977 a março de 1978.
O sucesso foi tanto que o apresentador de TV Chacrinha (1917 – 1988), animador de programa de auditórios, rotulou Lady Zu como “a Donna Summer brasileira”. De fato, além de as artistas serem um pouco parecidas, a voz quente e grave da cantora brasileira em nada ficava a dever à voz potente da artista norte-americana.
Contudo, a rigor, o som de Lady Zu extrapolou o universo da disco music, embora ela também tenha emplacado em 1978 um segundo sucesso nas discotecas, “Só você (Por você, sem você)”, deliciosa sofrência disco de autoria creditada a Paul Greedus e a Cleide Dalto.
Afinal, Lady Zu também é a intérprete de um standard do cancioneiro Black Rio, “Hora de união” (1978), samba-soul composto por Totó Mugabe. “Hora de união” foi apresentado ao Brasil em julho de 1978 na trilha sonora nacional da novela “Dancin’ days” (TV Globo, 1978 / 1979) em gravação feita por Zu com o autor Totó.
Com o fim da era da disco music, o mercado fonográfico foi fechando as portas para a cantora. Após os álbuns “A noite vai chegar” (1978) e “Femêa brasileira” (1979), Zu somente voltou ao disco em 1988, no álbum coletivo “Alma negra”, dividido com Carlinhos Trompete, Luis Vagner (1948 – 2021), Tony Bizarro (1948 – 2022) e Tony Tornado.
A balada “Junto a mim” (Frankye Arduine), cantada por Zu, foi o destaque do disco e abriu caminho para que a cantora lançasse em 1989 o terceiro álbum, “Louco amor”, ao qual se seguiu, após 13 anos, o supracitado “Number one”.
Com capa que expõe Lady Zu em foto de Thiago Drummond, o single “Até o fim” retoma a história fonográfica da artista e repõe na pista essa ótima cantora de voz e alma soul.
Capa do single ‘Até o fim’, de Lady Zu
Thiago Drummond com arte de Marcelo Calenda

Fonte: G1 Entretenimento

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Rapper Offset, ex de Cardi B, recebe alta de hospital após ser baleado, diz revista


O rapper Offset
Reprodução/Instagram
O rapper Offset divulgou que recebeu alta do hospital nesta sexta-feira (10), segundo a revista norte-americana “Billboard”. O rapper estava internado desde segunda-feira (6), quando foi baleado próximo a um cassino na Flórida, EUA.
Em um texto manuscrito publicado em sua conta do Instagram, o cantor, que foi casado com a também rapper Cardi B, agradeceu pelo carinho dos fãs.
“Obrigado a todos que se preocuparam comigo e demonstraram carinho! Estou bem… mas pretendo ficar ainda melhor! Estou focado na minha família, na minha recuperação e em voltar a fazer música. Percebi que a vida é feita de vitórias silenciosas e derrotas barulhentas”, escreveu.
Um representante do rapper informou à “Billboard” que o cantor saiu do hospital andando e que recebeu toda a atenção necessária dos médicos.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Offset foi baleado na noite de segunda-feira no estacionamento do cassino e hotel Hard Rock, na Flórida.
A polícia local afirmou que tudo começou durante uma briga que envolveu também o rapper Lil Tjay, que chegou a ser preso por comportamento desordeiro, mas foi solto após pagar fiança.
Ao sair da prisão, Tjay negou envolvimento com o crime, disse que Offset é um “dedo-duro” e que não brigou ou atirou em ninguém.
Até o momento, a polícia não identificou quem foi o responsável pelo disparo.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Diogo Melim esboça flertes com bossa nova, neo soul e synth pop nas canções do primeiro álbum solo, ‘Rascunhos’


Diogo Melim lança o primeiro álbum solo, ‘Rascunhos’, em 15 de abril
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Depois dos irmãos Rod Melim e Gabriela Melim, chegou a vez de Diogo Melim apresentar o primeiro álbum solo, “Rascunhos”.
Em rotação a partir da próxima quarta-feira, 15 de abril, o álbum “Rascunhos” chega com foco na faixa “Mil versões” (Diogo Melim, Rod Melim, Vitor Tritom, Guto Oliveira e Mike Túlio), canção ambientada na atmosfera do synth pop.
Gravado com produção musical de Pedro Breder, o álbum apresenta músicas inéditas e autorais como “Nem sei” (Diogo Melim. Rod Melim, Pedro Breder e Gustavo Tibiriçá, o Tibí), “Cadeira de praia” (Diogo Melim, Rod Melim, Tibí, Vitor Tritom, Guto Oliveira e Rian Manhente) – flerte pop do artista com o universo da bossa nova – e “Quebra-cabeça” (Diogo Melim, Rod Melim e Vitão), faixa descrita como neo soul.
Com exceções de “Procurando rosas” (canção composta por Diogo com Tibí e gravada com arranjo orquestral) e do interlúdio falado “Rascunhos 15.04”, espécie de faixa-vinheta assinada somente por Diogo e já apresentada como single em 1º de abril, todas as outras músicas do álbum “Rascunhos” têm a assinatura dos irmãos Diogo e Rod Melim com diversos parceiros, sendo que “Desamor” é de autoria somente dos dois artistas.
O álbum “Rascunhos” é encerrado com a canção “Luzes e faróis”, composta por Diogo com Tibí, Rod Melim e Pedro Breder.
Revelado em 2015 como integrante do trio fluminense Melim, grupo formado com os irmãos Rod e Gabriela, Diogo Melim vem atuando como compositor, já tendo músicas gravadas por cantores como Luan Santana, Ferrugem, Ivete Sangalo, Dilsinho e Lauana Prado.
Contudo, é com o álbum solo “Rascunhos” que o artista vai testar a empatia como cantor no mercado sem as presenças dos irmãos.
Diogo Melim em foto do ainda inédito clipe da música ‘Mil versões’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’; saiba origem do clique


Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’
Globo
Um pequeno detalhe no capítulo da novela “Três Graças” desta quinta-feira (09) chamou a atenção do público. Misael, personagem vivido pelo cantor Belo, mostra uma foto para Consuelo, interpretada por Viviane Araújo. A imagem é um registro real da época em que o cantor e a atriz ainda namoravam. O g1 explica a origem desse clique.
Belo e Viviane mantiveram um relacionamento de quase uma década. Eles começaram a namorar em 1998, quando o cantor estava no auge do grupo Soweto. Na época, viraram um dos casais sensação da mídia, com entrevistas em vários programas de televisão.
E foi exatamente uma dessas entrevistas que deu origem à foto exibida na novela. O casal participou do “Vídeo Show” para falar sobre o relacionamento. Na ocasião, eles tinham acabado de ficar noivos. “Sou apaixonadão mesmo, não tenho vergonha de dizer. Por isso acho que está dando certo também”, disse Belo. Viviane retribuía o carinho ao responder: “Muito amor, né?”.
Viviane Araújo participa de ‘Três Graças’ ao lado de Belo; relembre relacionamento
Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’
Globo
Foto antiga de Belo e Viviane chama a atenção em cena de ‘Três Graças’
Globo
Romance marcado por exposição
No auge da relação, Belo chegou a pedir Viviane em casamento durante a participação no “Planeta Xuxa”, em 2000. “Por tudo que nós passamos juntos, você quer casar comigo?”, perguntou o cantor na ocasião. Como prova de amor, eles chegaram a fazer tatuagens com o nome um do outro.
O fim da relação, em 2007, foi marcado por rumores de infidelidade e pela rápida confirmação de um novo relacionamento de Belo com Gracyanne Barbosa, algo que ambos negaram ter sido a causa da separação.
As tatuagens foram apagadas, e novos relacionamentos entraram na história do ex-casal. Atualmente, Belo namora a influencer Rayane Figliuzzi. Já Viviane Araújo é casada com o empresário Guilherme Militão desde 2021, com quem tem um filho, Joaquim, de 3 anos.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Cofundador e presidente da Dolce & Gabbana renuncia ao cargo

A Dolce & Gabbana anunciou na sexta-feira que seu cofundador Stefano Gabbana deixou seus cargos na grife italiana e em sua holding controladora a partir de 1º de janeiro, confirmando relatos anteriores de que ele renunciou ao cargo de presidente.
“As renúncias não têm impacto sobre as atividades criativas realizadas para o grupo por Stefano Gabbana”, disse o grupo em um comunicado.
O chefe-executivo Alfonso Dolce, irmão do cofundador Domenico Dolce, foi nomeado o novo presidente, de acordo com um registro da empresa na Câmara de Comércio de Milão.
Gabbana, de 63 anos, fez sua habitual reverência no último desfile da grife em fevereiro, ladeado por Dolce, com a musa de longa data dos estilistas, a superestrela pop Madonna, como convidada na primeira fila.
A notícia de sua saída foi relatada pela primeira vez pela Bloomberg, que disse que Gabbana também estava considerando opções para sua participação de cerca de 40% na empresa antes das negociações de dívidas com os bancos.
Os credores da Dolce & Gabbana estão buscando uma injeção de até 150 milhões de euros em novos recursos como parte de um refinanciamento mais amplo da dívida de 450 milhões de euros (US$525,7 milhões), informou a Bloomberg, citando fontes.
A empresa, assessorada pelo Rothschild, está explorando maneiras de levantar dinheiro novo, incluindo a venda de ativos, como imóveis e a renovação de licenças, disse uma fonte próxima ao assunto, confirmando reportagem da Bloomberg.
A Dolce & Gabbana não quis comentar, pois “as negociações com os bancos ainda estão em andamento”.

Fonte: G1 Entretenimento

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BTS no Brasil: venda de ingressos começa nesta sexta-feira; veja preços e como comprar


BTS no Grammy 2022
Amy Sussman / Getty Images via AFP
A venda geral de ingressos para os shows do BTS no Brasil começa nesta sexta-feira (10), a partir das 10h, pelo site da Ticketmaster.
O grupo de k-pop vai se apresentar no estádio do MorumBis, em São Paulo, nos dias 28, 30 e 31 de outubro.
A “BTS World Tour – Arirang” marca a reunião do grupo após os sete membros serem liberados do serviço militar. Eles estavam em hiato há quatro anos. O grupo lançou o disco “Arirang” no último dia 20.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Com 85 apresentações em 34 cidades, analistas estimam que a turnê pode superar em receitas a recente “Eras Tour” de Taylor Swift. O grupo passará pela Ásia, América do Norte, Europa e América Latina.
Veja os valores dos ingressos:
ARQUIBANCADA: R$ 340,00 meia-entrada e R$ 680,00 inteira
CADEIRA SUPERIOR: R$ 490,00 meia-entrada e R$ 980,00 inteira
CADEIRA INFERIOR: R$ 540,00 meia-entrada e R$ 1.080,00 inteira
PISTA: R$ 625,00 meia-entrada e R$ 1.250,00 inteira
PACOTE VIP: R$ 3.678,00 meia-entrada e R$ 4.303,00 inteira
O pacote VIP dá direito a um ingresso para pista, além dos seguintes serviços:
Entrada antecipada no local do evento
Acesso ao soundcheck pré-show do BTS
Brinde VIP exclusivo
Credencial VIP com cordão
Oportunidade de comprar merchandising da turnê antes do show
Check-in exclusivo e equipe dedicada de atendimento VIP no local
‘Um novo capítulo’
O álbum “ARIRANG” reflete a identidade coreana da banda e remete a uma canção folclórica associada à nostalgia e à separação.
Com o disco, o grupo buscou ir além de temas ligados à juventude para refletir “mais profundamente” sobre si mesmo, afirmou à AFP Kim Jeong-seob, autor do livro em coreano “O universo do BTS” (em tradução livre).
Segundo ele, a turnê marca um “novo capítulo” e pode incorporar temas globais como guerras e conflitos.
K-cultura e sua influência
Em um setor competitivo, muitos grupos encerram a carreira após o serviço militar, mas o BTS manteve seu sucesso. Tornou-se o primeiro do gênero a liderar a Billboard 200 por duas semanas seguidas com o novo álbum.
As músicas também alcançaram o topo de rankings do Spotify, incluindo a lista diária global. “Isso é extremamente importante para o futuro da K-cultura”, afirmou o sociólogo americano Sam Richards.
O sucesso contínuo do grupo também se apoia na força do ARMY, uma das comunidades de fãs mais organizadas do mundo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Show de Gal Costa na Bahia em 2003 gera álbum ao vivo póstumo da cantora


Gal Costa (1945 – 2022) em foto de 2002, ano do lançamento do álbum ‘Gal bossa tropical’
Marcos Hermes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em maio de 1997, quando Gal Costa (1945 – 2022) procurava um violonista para acompanhá-la em três apresentações no Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Salvador (BA), a cantora encontrou Luiz Meira e se afinou de imediato com o instrumentista. Começou ali a conexão profissional da artista baiana com o violonista catarinense em parceria que, entre idas e vindas, se estendeu até 2016.
Um desses shows de voz e violão foi apresentado por Gal com Meira em 22 de maio de 2003, no Teatro Castro Alves, em Salvador (BA), cidade natal da artista. Na época dessa apresentação, Gal ainda promovia o álbum “Gal bossa tropical” (2002), único disco lançado pela cantora na MZA Music, gravadora do produtor musical Marco Mazzola.
Feito dentro do projeto “Vozes do Brasil”, o show de Gal Costa em Salvador (BA) foi gravado. Até então inédita, essa gravação ao vivo gera o álbum póstumo “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves”.
Segundo álbum póstumo da discografia de Gal, o álbum ao vivo começará a vir à tona na próxima sexta-feira, 17 de abril, exatos seis meses após a edição do álbum “As várias pontas de uma estrela – Ao vivo no Coala” (2025) em 17 de outubro do ano passado. A edição do álbum “Gal Costa – Ao vivo no Teatro Castro Alves” foi viabilizada através de parceria entre as gravadoras Biscoito Fino e MZA Music.
Flexível, o roteiro das apresentações de Gal Costa com Luiz Meira era mutante, variando de acordo com a época do show. Contudo, músicas como “Aquarela do Brasil” (Ary Barroso, 1939), “Azul” (Djavan, 1982), “Folhetim” (Chico Buarque, 1978), “Força estranha” (Caetano Veloso, 1978), “Meu bem, meu mal” (Caetano Veloso, 1981) e “Você não entende nada” (Caetano Veloso, 1970) costumavam ser recorrentes nos roteiros desses shows que, embora geralmente minimizados ou mesmo ignorados pelos críticos, eram adorados pelo público da cantora por serem calcados em sucessos.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Você é meu Deus’, diz primeira-ministra do Japão ao baterista da banda britânica Deep Purple durante encontro com o grupo


A primeira-ministra japonesa, Sanae Takaichi, se encontra com a banda de rock britânica Deep Purple em Tóquio.
YUICHI YAMAZAKI/Pool via REUTERS
A banda britânica de rock Deep Purple fez uma breve visita à sua superfã primeira-ministra do Japão Sanae Takaichi, nesta sexta-feira (10), ao retornar ao país que a banda havia visitado pela primeira vez há mais de meio século.
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A reputação de Takaichi como baterista amadora e fã de hard rock e heavy metal é bem conhecida, e ela já declarou que o Deep Purple está entre suas bandas favoritas, junto com nomes como Black Sabbath e Iron Maiden.
“Você é meu deus”, disse Takaichi em inglês ao baterista Ian Paice, presenteando-o com um par de baquetas japonesas assinadas por ela.
A primeira-ministra do Japão, Sanae Takaichi, posa com Ian Paice, baterista da banda britânica de rock Deep Purple, durante encontro no Gabinete da Primeira-Ministra em Tóquio, Japão, em 10 de abril de 2026.
YUICHI YAMAZAKI/Pool via REUTERS
Após uma rápida sessão de fotos, Takaichi contou que comprou o álbum Machine Head ainda na escola. Ela revelou ter tocado teclado em uma banda tributo ao Deep Purple na adolescência e depois migrado para a bateria na universidade.
“Hoje em dia, quando brigo com meu marido, toco Burn na bateria e lanço uma maldição sobre ele”, brincou.
A visita foi um alívio para a primeira mulher a ocupar o cargo de premiê no Japão, que tem enfrentado tensões diplomáticas com a China, dificuldades econômicas devido ao iene fraco e à alta dos preços, além da ameaça de crise energética ligada ao conflito no Oriente Médio.
“Tenho o mais profundo respeito pela forma como vocês continuam a escrever a história do rock, enfrentando novos desafios e criando músicas cativantes até hoje”, disse ela por meio de um intérprete.
Fã de heavy metal, primeira-ministra do Japão aparece cantando em karaokê nos anos 2000
Os laços da banda com o Japão são antigos. O álbum duplo ao vivo Made in Japan, gravado durante a primeira turnê em 1972, consolidou a reputação do Deep Purple como um dos grupos mais poderosos no palco.
A banda inicia sua turnê japonesa de 2026 neste sábado em Tóquio.
*Com informações da agência de notícias Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Priscila Senna leva o brega ao Rock in Rio e celebra alcance no Sudeste: ‘Expandindo um movimento’


Priscila Senna leva brega ao Rock in Rio e celebra ‘Expandindo um movimento’
Nunca antes um artista de brega nordestino se apresentou no Rock in Rio. Nunca até este ano, quando Priscila Senna, de 34 anos, foi anunciada como uma das atrações do festival.
Com mais de 15 anos de estrada, a pernambucana Priscila Senna vive o que define como a “melhor fase” da carreira.
Conhecida em seu estado natal como a “Musa do Brega”, a artista acumula hits que já estouraram nacionalmente como “Novo Namorado” (2009), “Alvejante” (2021), e a mais recente “Não me Faça Chorar” (2025), em parceria com Pablo.

Também ostenta uma agenda lotada, com 30 shows fechados apenas para o período junino.
No streaming, Priscila soma mais de 3 milhões de ouvintes mensais no Spotify, com São Paulo liderando o ranking de consumo de suas faixas. Pernambuco aparece em segundo lugar.
A projeção nacional ganhou ainda mais força após as parcerias com Anitta e Liniker, além da confirmação em grandes eventos fora do Nordeste, como o Rock The Mountain, que acontecerá em novembro, em Petrópolis.
O convite para o Rock in Rio consolida a abertura do festival ao gênero nordestino, que em 2024 já havia levado ao palco o brega nortista da paraense Gaby Amarantos.
Em entrevista ao g1, Priscila Senna falou sobre a preparação para o RIR, novos projetos, parcerias e onde o brega fica em meio a tudo isso. Confira entrevista abaixo.
Servindo looks e muita sofrência
Priscila se apresenta no Palco Favela no dia 12 de setembro ao lado da banda Timbalada e do trio Soul de Brasileiro. O convite veio após a apresentação da cantora no Carnaval deste ano, no Marco Zero, no Recife.

“Eles assistiram ao meu show e repararam a reação das pessoas. Acho que foi ali que eles perceberam que a força do brega e que o gênero também precisava estar no festival”, recorda.
Para a estreia no Palco Favela, a artista revelou que prepara um show especial. A performance contará com balé, um repertório que alterna hits atuais com um bloco “das antigas” (resgatando sucessos da época da banda “Musa do Calypso”) e três figurinos que se transformarão no palco.
“Quero muito brilho para que as pessoas lá do fundo me vejam. E eu espero conseguir fazer o show inteiro sem chorar, né?”, brinca.
Priscila Senna saúda público durante show na abertura do carnaval do Recife 2026
Leo Caldas/g1
Apoio de ídolos
Priscila acredita que as parcerias com Anitta, em “Cheio de Vontade” (2025) e Liniker, em “Pote de Ouro” (2024), foram fundamentais para ela atingir um novo público e combater o “estigma contra o ritmo pernambucano”.
“Muita gente tem preconceito com o brega porque acham que não somos cantoras de verdade. Os fãs delas me viram como a cantora que de fato eu sou”, diz.
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Depois dos feats, a relação com as artistas virou amizade: em março, Priscila foi uma das convidadas da festa de aniversário de Anitta, realizada em São Paulo.
Anitta e Priscila Senna juntas durante festa de aniversário da cantora carioca.
Iude Richelle
Após o anúncio no Rock in Rio, também em março, a cantora recebeu o apoio de Liniker, que celebrou a conquista da nova amiga. “Ter o seu trabalho reconhecido e admirado pelos seus ídolos é algo incrível”, afirma.
Liniker e Priscila Senna durante gravação do DVD a cantora pernambucana no Marco Zero, no Recife.
Divulgação
Brega também é pop
Priscila planeja lançar um projeto em estúdio sob a produção de Márcio Arantes, vencedor do Grammy Latino e nome por trás de sucessos das amigas Liniker e Anitta. “Ele me convidou para fazer um álbum. É algo que quero realizar ainda em 2026”, revela.
Priscila Senna, conhecida como a ‘musa do brega’.
Raul Bittencourt/Divulgação
Além do novo projeto, a cantora mira colaborações futuras com os cantores Thiago Pantaleão e Marina Sena. Outro desejo é um novo feat com Joelma:
“Ela é minha diva pop master desde o começo da carreira. Quero muito gravar com ela de novo. No meu DVD não deu, mas ela já disse que super topa participar de um próximo projeto”.
Há dez anos, as cantoras gravaram juntas a faixa “Amor de Fã”. Na letra, Priscila se declarava para a artista paraense: “Eu vou correr, eu vou gritar. Eu vou sorrir, eu vou chorar. Eu vou fazer de tudo pra te abraçar”.
‘Elas com elas’ e união feminina
Inspirada pelos artistas do forró e do sertanejo, Priscila idealizou o projeto “Elas com Elas”, que reúne diferentes gerações de cantoras do brega.
“São meninas talentosas que só precisam de uma oportunidade para mostrar o seu talento”, explica.
Fazem parte do projeto, além de Priscila, as cantoras Tayara Andreza, Eduarda Alves, Andrielly Souza, Luanny Vital, Carina Lins, Thayzinha, Ziane Martins e Yannis Kampos.
O grupo mantém um contato constante por um grupo de WhatsApp, para selecionar repertório e discutir os próximos passos.
O sucesso da primeira edição, com trechos viralizados no TikTok, já impulsionou a gravação do segundo volume ainda para este mês, antes do início do São João.
Além dos registros audiovisuais, as artistas planejam levar o projeto para a estrada.
“Quero muito que a gente faça um show todas juntas. Temos que nos ajudar para fortalecer a cena do brega feminino cada vez mais”, afirma Priscila.
Maratona de São João
Com uma agenda que deve superar os 30 shows entre junho e julho, Priscila prepara uma estrutura logística para dar conta do período junino. “Fico sem beber o mês todo, é uma luta”, brinca a artista.
Priscila Senna em maratona de shows do São João de 2025.
Divulgação
O repertório junino abre espaço para tradições regionais da época, como o forró, mas a cantora faz questão de manter a essência da sua carreira. “Faço 80% de brega porque ele também faz parte da nossa cultura e é importante mostrar isso para o público”, defende.

Fonte: G1 Entretenimento