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Globo lança GloboPop, app de vídeos verticais; veja como baixar e descubra os ‘palcos’ do g1


Globo lança aplicativo de vídeos verticais
Reprodução/GloboPop
A Globo acaba de lançar o GloboPop, um novo aplicativo de vídeos curtos verticais que reúne conteúdos do universo da empresa em uma experiência pensada para o celular.
O aplicativo reúne desde bastidores de programas até coberturas jornalísticas, esportes, entretenimento e conteúdos de criadores parceiros. Todo o material disponível é produzido ou selecionado pela própria Globo.
O GloboPop já está disponível para download gratuito nas lojas de aplicativos para Android e iOS. Para acessar, basta fazer login com uma conta Globo.
Como funciona
No GloboPop, o usuário pode assistir a vídeos curtos em formato vertical com navegação por rolagem contínua, pensada para o consumo rápido no celular.
A experiência é guiada por um feed com recomendações personalizadas de acordo com os interesses do usuário e pelos “palcos”, espaços temáticos que organizam os conteúdos por assuntos, talentos e temas. Neles, é possível acompanhar tópicos específicos, descobrir novos vídeos e ficar por dentro do que está em alta no universo Globo.
Também é possível interagir com os vídeos de forma simples, com curtidas, comentários e compartilhamentos para outras plataformas.
O aplicativo reúne conteúdos produzidos pela Globo e por criadores de conteúdo parceiros.
g1 no GloboPop
O g1 marca presença na plataforma com diferentes palcos, levando sua cobertura jornalística para o formato vertical. O conteúdo inclui vídeos com notícias do dia, bastidores da apuração, explicações rápidas sobre temas relevantes e participações de jornalistas e talentos do portal.
Além do espaço principal dedicado ao g1, os usuários ainda encontram palcos das editorias, como g1 Política, g1 Pop & Arte e g1 Saúde, além de projetos como o Fato ou Fake.
O público também pode acompanhar conteúdos apresentados por jornalistas da casa, como Luíza Tenente, Paula Paiva e Túlio Mello, entre outros nomes do time do g1.
Palco do g1 no GloboPop, novo app de vídeos verticais da Globo
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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Após 13 anos, Kid Abelha retorna aos palcos com a turnê ‘Eu tive um sonho’ e faz dez shows entre junho e outubro


Bruno Fortunato (à esquerda), Paula Toller e George Israel reagrupam o Kid Abelha
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O Kid Abelha vai voltar? A resposta para essa pergunta – feita no título de texto publicado na coluna em 10 de março, diante das crescentes especulações na internet sobre o retorno do grupo carioca – é sim.
Sim, o Kid Abelha vai voltar, após hiato de 13 anos, engrossando a lista de bandas da década de 1980, como Titãs e Barão Vernelho, que anunciaram e/ ou fizeram turnês nacionais para fisgar o público saudosista.
Fora de cena desde 2013, o Kid Abelha retorna com a turnê “Eu tive um sonho” por arenas e estádios do Brasil. Integrante da formação original do Kid entre 1981 e 1986, Leoni não volta à banda – o que seria fantástico, mas improvável. Já Paula Toller (voz), George Israel (saxofone, violão e bandolim) e Bruno Fortunato (guitarra) – a formação básica do Kid desde 1987 – se reúnem para fazer show inédito sob direção musical de Liminha, produtor de álbuns emblemáticos da discografia da banda.
Entre junho e outubro, a turnê “Eu tive um sonho” transita por dez capitais do Brasil. O ponto de partida será em 12 de junho na Farmasi Arena, situada no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal da banda. Já o ponto de chegada será em Florianópolis (SC) com show na Arena Opus em 17 de outubro. As vendas dos ingressos para as dez apresentações do show “Eu tive um sonho” começam amanhã, 13 de abril, às 10h.
Acompanhado por músicos de apoio como Adal Fonseca (bateria), Gê Fonseca (teclados e vocais), Gustavo Camardella (guitarra, violão e vocais) e Pedro Dias (baixo e vocais), o Kid Abelha tocará cerca de 30 músicas em roteiro naturalmente dominado pelos sucessos colecionados pelo grupo desde 1982, ano do primeiro single, “Distração”.
Imagem promocional da turnê ‘Eu tive um sonho’, do Kid Abelha
Reprodução
♪ Eis o cronograma da turnê “Eu tive um sonho”, do Kid Abelha:
12/06: Rio de Janeiro (Farmasi Arena)
27/06: São Paulo (Allianz Parque)
04/07: Belo Horizonte (Arena MRV)
11/07: Salvador (Casa de Apostas Arena Fonte Nova)
25/07: Brasília (Arena BRB Mané Garrincha)
08/08: Recife (Classic Hall)
22/08: Fortaleza (Centro de Formação Olímpica)
26/09: Porto Alegre (Estádio Beira-Rio)
10/10: Curitiba (Pedreira Paulo Leminski)

Fonte: G1 Entretenimento

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Fernanda Abreu revitaliza o batuque samba-funk de 1995 no envenenado show dos 30 anos do álbum ‘Da lata’


Fernanda Abreu mostra no palco da casa Vivo Rio que o ‘veneno da lata’ ainda surte efeito no show em que celebra os 30 anos do álbum ‘Da lata’
Rodrigo Goffredo / Montagem g1
♫ CRÍTICA DE SHOW
Título: Da lata 30 anos
Artista: Fernanda Abreu
Data e local: 11 de abril de 2026 no Queremos! Festival no Vivo Rio (Rio de Janeiro, RJ)
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Lá se vão 31 anos desde que Fernanda Abreu turbinou o pop brasileiro de pista com o suingue balanço funk do álbum “Da lata”, disco de 1995 que definiu o sotaque da cantora e compositora carioca na babel sonora nacional. Imune à ação corrosiva do tempo, o veneno da lata ainda surte efeito devastador, como ficou comprovado na estreia do show “Da lata 30 anos” na noite de ontem, 11 de abril, em apresentação na casa Vivo Rio.
Desdobramento do projeto multimídia que celebrou em 2025 as três décadas do álbum “Da lata” com documentário, livro, edição do disco em LP e lançamento de remix inédito da música “Garota sangue bom” (Fernanda Abreu e Fausto Fawcett, 1995), o show chegou à cena dentro da programação da edição 2026 do Queremos! Festival.
A estreia nacional do show celebrativo de Fernanda tinha mesmo que ser no Rio de Janeiro (RJ), cidade natal dessa artista que veio ao mundo em setembro de 1961. Cidade tão socialmente caótica quanto maravilhosamente musical, o Rio é o berço do batuque samba-funk que Fernanda amalgamou no álbum “Da lata” com toques de R&B e de rock moldado para pista pop dance, caso de “Babilônia rock” (Lincoln Olivetti, Robson Jorge e Guto Graça Mello, 1995), uma das músicas do roteiro.
Se o Brasil é o país do suingue, como sentencia a música composta por Fernanda para o disco em parceria com Fausto Fawcett, Carlos Laufer e Hermano Vianna e revivida no show, o Rio é a capital do balanço do samba e da batida do funk.
Com banda afiada que reuniu músicos como o guitarrista Billy Brandão, o percussionista Jovi Joviniano e o baterista Tuto Ferraz, além do vocalista e dançarino Che Leal, presença iluminada em cena, Fernanda Abreu apresentou show envenenado que reprocessou a estética visual da artista na época, inclusive nos figurinos e na cenografia feita com vídeos.
A magia se fez especialmente quando o público, reverenciando a cantora, fez coro no refrão da já supracitada música “Garota sangue bom”, fazendo justiça a Fernanda Abreu, senhora artista no cuidado com a formatação de qualquer show ou disco.
Nem a insistente microfonia e outros problemas técnicos no som – a cantora não conseguiu ouvir alguns instrumentos a contento – empanaram o brilho do show, valorizado por projeções com imagens da época da gravação e lançamento do álbum de 1995. Com aparência e energia joviais que desmentem os 64 anos da artista, Fernanda revitalizou o suingue balanço funk e ainda trouxe músicas de outros álbuns para o que conceituou como “universo da lata”.
Marco da criação de um pop de pista à moda brasileira, feito com ecos da então desvalorizada disco music, o primeiro álbum solo da cantora, “Sla radical dance disco club” (1990), foi representado pelo revival de “A noite” (Fernanda Abreu, Carlos Laufer e Luiz Stein, 1990) e da balada “Você pra mim” (Fernanda Abreu, 1990), esta cantada com a projeção de desconexas imagens alusivas ao álbum “Da lata”.
Em momento de beats desacelerados, com cadência mais próxima do R&B, a cantora fez set que caracterizou como “baile charm”. Foi a deixa para a lembrança de canções mais lentas como “Dois” (Fernanda Abreu, Pedro Luís e Will Mowat, 1995) e “Um dia não outro sim” (Fernanda Abreu e Marcelo Lobato, 1995).
No fim, esquentando novamente a chapa, a cantora caiu no suingue do rap-samba-funk “Rio 40 graus” (Fernanda Abreu, Carlos Laufer e Fausto Fawcett, 1992) – incendiário hino carioca lançado pela artista no segundo álbum solo, “Sla 2 – Be sample” (1992) – e disparou o rap “Kátia Flávia, Godiva do Irajá” (Carlos Laufer e Fausto Fawcett, 1987), do qual Fernanda se apropriou em 1997, já no posto de entidade urbana carioca.
Dois pot-pourris – um com música do universo black Rio dos anos 1970 (mas abarcando até tema que celebra o bloco afro baiano Ilê Aiyê) e outro com funks cariocas (surgido em 2006 no primeiro registro de shows da discografia da artista) – prepararam o clima folião do gran finale, feito com o samba-enredo do Carnaval carioca de 1982, “É hoje” (Didi e Mestrinho), em ritmo de funk, releitura feita por Fernanda em 1996 para comercial e incorporada ao álbum “Da lata”.
O final surtiu efeito explosivo porque o batuque samba-funk de Fernanda Abreu ainda é da lata, como se elogiava na gíria dos anos 1990, década da consolidação do pop dançante da eterna garota carioca suingue sangue bom.
Fernanda Abreu estreia o show ‘Da lata 30 anos’ na casa Vivo Rio, dentro da programação do Queremos! Festival
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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MC Gui: relembre 5 hits que fizeram do cantor um fenômeno ‘teen’ do ‘funk ostentação’


MC Gui no início da carreira. Cantor fez sucesso nacional com as músicas ‘Sonhar’ e ‘Bonde Passou’
Divulgação
O nome de MC Gui voltou a figurar entre os assuntos mais comentados deste domingo (12) após um incêndio atingir a casa de seus pais, na Zona Leste de São Paulo.
O fogo, que começou na garagem, carbonizou dois carros e destruiu parte do imóvel. Apesar dos danos materiais, ninguém ficou ferido com gravidade.
O cantor, que não mora no local, acompanhou o caso e compartilhou registros do incidente nas redes sociais.
O episódio despertou a curiosidade do público sobre a trajetória do funkeiro, que foi um dos maiores “ídolos teen” do Brasil na última década. Relembre os principais sucessos.
Do ‘funk ostentação’ ao mercado pop
MC Gui fala ao lado dos pais sobre incêndio na casa da família
Guilherme Kaue Castanheira Alves, hoje com 27 anos, surgiu no cenário musical em 2013.
Natural de São Paulo, ele se tornou o principal rosto do “funk ostentação” voltado para o público infantil e juvenil.
Pais ao lado de MC Gui
Reprodução/Instagram
Com um visual inspirado em astros internacionais como Justin Bieber, Gui acumulou recordes de visualizações e arrastou multidões em shows por todo o país antes mesmo de completar a maioridade.
Recentemente, o cantor retomou a carreira com o lançamento do single “Positividade”, em março deste ano, após o período em que esteve dedicado ao acompanhamento do tratamento de saúde de sua mãe, Claudia Baronesa.
Relembre 5 hits que marcaram a carreira de MC Gui.
1. O Bonde Passou
Considerado por muitos como o seu maior sucesso, o hit consolidou MC Gui no topo das paradas.
A faixa foi onipresente em festas e programas de TV, ajudando a popularizar o funk paulista em regiões onde o ritmo ainda tinha pouca penetração.
2. Sonhar
Uma das faixas mais emocionante de sua carreira foi composta em homenagem ao irmão, Gustavo Castanheira, que morreu precocemente em 2014.
No YouTube, o clipe ultrapassa os 100 milhões de visualizações.
A letra fala sobre superação e luto, tornando-se um hino entre seus seguidores e mostrando um lado mais maduro do artista.
3. Beija ou Não Beija
Com um apelo mais pop e romântico, esta música focou no público fiel de “guinetes” (como eram chamadas suas fãs).
O clipe contou com a participação da atriz Giovanna Chaves e reforçou sua imagem de galã da nova geração.
4. Ela Quer
Lançada em 2013, foi a música que apresentou o cantor ao Brasil. O clipe, que mostrava o cotidiano de luxo característico do gênero na época, transformou o então adolescente em uma estrela instantânea.
MC Gui em São José dos Campos, no ano de 2014.
Divulgação / Oscar Fashion Days
5. Vai Começar a Rebolar
Representando a transição do artista para uma sonoridade mais próxima do funk de fluxo e do pop dançante, a música mostrou a capacidade de MC Gui de se adaptar às mudanças do mercado musical brasileiro ao longo dos anos.

Fonte: G1 Entretenimento

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Anitta canta clássico do Olodum em espanhol e apresenta parceria com Shakira no ‘SNL’; veja vídeo


Anitta em apresentação no programa ‘Saturday Night Live’
Divulgação
Foi ao ar, na madrugada deste domingo (12), a participação de Anitta no tradicional programa americano “Saturday Night Live” (SNL).
Primeira brasileira convidada para o posto de atração musical principal da atração, a cantora apresentou uma das faixas de seu novo projeto, o álbum “Equilivrum”.

‘Esquenta’ para o lançamento
Veja os vídeos que estão em alta no g1
No palco, Anitta apresentou duas músicas: “Choka Choka”, sua parceria com Shakira lançada recentemente, e uma versão em espanhol de “Várias Queixas”, composição da banda Olodum que ficou popular na voz do trio Gilsons.
Embora a releitura do clássico baiano tenha ganhado destaque, a faixa não aparece na tracklist oficial do novo álbum, o que gerou especulações entre fãs de que a canção possa ser um sample de alguma das novas composições.
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A performance serviu como prévia para o lançamento de “Equilivrum”, novo projeto da artista que terá sua primeira parte disponibilizada nas plataformas digitais na próxima quinta-feira (16).
Estética do novo álbum
A performance da cantora carioca adotou um tom “minimalista”, com foco na interpretação vocal e menos coreografia do que em apresentações anteriores.
No palco, a cantora utilizou um colar de guia com miçangas vermelhas e pretas, acessório das religiões de matriz africana, alinhado ao conceito de seu próximo álbum, “Equilibrium”.
Marca de Manaus veste Anitta em chamada de programa dos EUA e celebra visibilidade internacional.
Reprodução/Redes Sociais
De acordo com a equipe da artista, o novo trabalho vai misturar funk, samba e reggae com letras sobre espiritualidade.
Capa do álbum ‘Equilibrium’, de Anitta
Divulgação
Além de Shakira, o disco inclui colaborações com Liniker, Marina Sena, Luedji Luna e Rincon Sapiência.

Fonte: G1 Entretenimento

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Justin Bieber faz ‘karaokê’ com clipes antigos no Coachella e divide opiniões de fãs: ‘Preguiçoso’


Justin Bieber durante apresentação no Coachella
Redes sociais
O cantor Justin Bieber está sendo duramente criticado nas redes sociais após sua apresentação como atração principal do festival Coachella, na Califórnia, na madrugada deste domingo (12).
O astro canadense, de 32 anos, dedicou parte de seu show como atração principal a um “autokaraokê”, navegando em tempo real pelo YouTube para reproduzir sucessos antigos e vídeos pessoais.
A apresentação gerou revolta entre internautas, especialmente pelo valor do cachê: de acordo com a revista americana Rolling Stone, Bieber recebeu US$ 10 milhões (cerca de R$ 50 milhões) por suas apresentações no festival.
O cantor volta a repetir o show no próximo sábado, dia 18 de abril.
Revisitando clipes e memes no palco
Veja os vídeos que estão em alta no g1
A performance do astro pop foi marcada pelo improviso. Sentado em uma mesa, Bieber espelhou seu notebook no telão, permitindo que o público acompanhasse a busca pelos vídeos.
Justin Bieber durante apresentação no Coachella
Divulgação
Além de sucessos que não faziam parte do repertório atual, focado no álbum “SWAG II”, o cantor incluiu registros virais de sua vida pessoal.
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Em um dos momentos, ele exibiu o famoso vídeo em que colide com uma porta de vidro na adolescência.
“Este sou eu dando de cara com uma porta de vidro… É. Não vi aquele vidro ali”, comentou no palco.
O artista também relembrou um desabafo contra paparazzi feito em 2025, recitando partes do vídeo de memória junto com a gravação.
“Vocês não acham que eu sou um cara de verdade”, dizia o trecho reproduzido no telão enquanto Bieber acompanhava a fala.
Katy Perry ironiza

A performance inusitada repercutiu até entre as celebridades presentes na área VIP.
A cantora Katy Perry, que assistia ao show da plateia, ironizou o uso da plataforma digital pelo colega. “Ainda bem que ele tem YouTube Premium”, brincou a artista, referindo-se à ausência de anúncios durante a reprodução dos clipes.
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Reações nas redes
A escolha pelo formato minimalista dividiu fãs e críticos.
“Essa pode ter sido a pior apresentação que eu já vi. Ele está literalmente tocando vídeos musicais do YouTube… zero esforço, pura preguiça”, escreveu uma fã no X (antigo Twitter).
Retorno aos palcos
O set do Coachella marcou o retorno de Bieber aos grandes festivais após anos de hiato para cuidar da saúde.
Justin Bieber canta ‘Yukon’ no Grammy 2026
REUTERS/Daniel Cole
O cantor estava afastado de turnês mundiais desde 2022, quando interrompeu a “Justice World Tour” para tratar complicações da Síndrome de Ramsay Hunt.

Fonte: G1 Entretenimento

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Céu celebra ‘braços abertos’ do público carioca em 2005 ao voltar ao Rio com show em que revisita o primeiro álbum


Céu apresenta o show ‘Céu 20’ na casa Vivo Rio, na noite de ontem, 11 de abril, no último dia do Queremos! Festival
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Admito que não embarquei de imediato no som e na voz de Céu. Em 2005, quando a cantora e compositora paulistana lançou o primeiro álbum, “Céu”, não me juntei ao coro de entusiasmados com esse disco que abriu alas na mídia e no mercado para a cena musical independente brasileira que já se formava no Brasil desde o início dos anos 2000.
Não gostei da emissão vocal da cantora e tampouco fui seduzido pelo repertório autoral formatado em estúdio com produção musical de Beto Villares. Fui prestar mais atenção na artista a partir do segundo álbum, “Vagarosa” (2009), envolto por nuvens de dub.
Gostos e percepções à parte, Céu seguiu na música com personalidade, sempre dando um passo diferente a cada álbum. E o tempo passou. Em 2025, o álbum “Céu” completou 20 anos e a cantora montou show inédito e saiu em turnê pelo Brasil para celebrar em cena as duas décadas desse disco que lhe deu um nome e um norte na vida profissional.
Foi esse show retrospectivo que Céu apresentou na casa Vivo Rio na noite de ontem, 11 de abril, no quarto e último dia do Queremos! Festival. Rebobinando as músicas do álbum agora já lançado há 21 anos, a cantora ressaltou no palco do Vivo Rio que em 2005 foi recebida pelo público carioca “de braços abertos como os do Cristo Redentor”.
Céu abriu programação que teve, na sequência, apresentações de Fernanda Abreu, do grupo britânico Soul II Soul e de Gaby Amarantos, escalada para fechar a noite com o show “Rock doido”.
Céu revive músicas como ‘Rainha’ e ‘Roda’ entre citação de frase de manifesto de Chico Science (1966 – 1997)
Rodrigo Goffredo
A rigor, devo admitir que eu tinha ido ao encerramento do Queremos! Festival para ver a estreia do show em que Fernanda Abreu celebra os 30 anos do álbum “Da lata” (1995). Contudo, cheguei cedo para assistir ao show de Céu, já que não o tinha visto quando ele estreou no Circo Voador (RJ) em outubro do no ano passado. E gostei do que vi ontem no Vivo Rio.
Sob direção artística de Luiza Lian, a cantora deixou boa impressão na volta do show “Céu 20” – mais curto do que a apresentação do Circo Voador para caber no tempo delimitado pela organização do festival – que a junta com banda formada pelos músicos Leonardo Mendes (guitarra), Lucas Martins (baixo), Pedro Lacerda (bateria), Sthe Araujo (percussão e vocais) e Zé Ruivo (teclados).
À frente de cenário emoldurado com projeções, Céu abriu o roteiro com “Lenda” (Céu, Alec Haiat e Graziella Moretto, 2005), emendou com “Malemolência” (Céu e Alec Haiat, 2005) – número introduzido pelo toque cintilante do cavaquinho de Lucas Martins e turbinado com citação do samba “Mora na filosofia” (Monsueto Menezes e Arnaldo Passos, 1955) – e, de olho no retrovisor, seguiu dando voz (com a dicção desde sempre imperfeita, mas também desde sempre assimilada pelos admiradores da cantora) a músicas como “Roda” (Céu e Beto Villares, 2005).
Antes de cantar “Rainha” (Céu, 2005), a artista lembrou que, como todo primeiro disco, o álbum “Céu” veio “carregado de referências e reverências”. “Modernizar o passado é uma evolução musical”, sentenciou a artista, reproduzindo a frase de abertura do “Monólogo ao pé do ouvido” (1994), de Chico Science (1966 – 1997).
Após reviver músicas como o samba “Bobagem” (Céu, 2005) e “10 contados” (Céu e Alec Haiat, 2005), a cantora enfileirou no bis uma música de cada álbum posterior ao disco de estreia, mas brindando a obra-prima “Tropix” (2016) com duas composições, “A nave vai” (Jorge Du Peixe, 2016) e “Varanda suspensa” (Céu e Hervé Salters, 2016), último número de roteiro coeso.
Naquela altura, o público carioca que aguardava Fernanda Abreu, Soul II Soul e Gaby Amarantos já estava de braços abertos para ver e ouvir Céu como há 21 anos.
Céu celebra no show ‘Céu 20’ as duas décadas de lançamento do primeiro álbum, em 2005
Rodrigo Goffredo / Montagem g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre aos 60 anos ex-integrante do Molejo Willian Araújo


Willian Araújo, ex-integrante do grupo Molejo
Redes sociais
O músico Willian Araújo, integrante da formação original do grupo Molejo, morreu aos 60 anos neste sábado (12).
A confirmação foi feita pelo grupo Molejo, do qual o artista foi integrante durante a década de 1990.
A causa da morte não foi divulgada oficialmente pela família ou pelos representantes do conjunto.
Repercussão no mundo do samba
Em nota publicada nas redes sociais, o perfil oficial do grupo prestou homenagem ao ex-membro, destacando sua importância para a trajetória da banda.
O grupo agradeceu pela contribuição de Araújo nos primeiros álbuns da carreira, que consolidaram o Molejo como um dos principais nomes do pagode nacional.
“Com profunda tristeza, nos despedimos de nosso querido amigo e irmão. Agradecemos por ter feito parte da 1ª formação do Molejo, onde sua voz e talento brilharam em nossos primeiros CDs, eternizando sucessos que marcaram a década de 90”, escreveu o grupo.
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A publicação do Molejo recebeu diversas manifestações de carinho de outros expoentes do gênero. O cantor Péricles ressaltou que o som de Willian “seguirá com a gente” e que ele “jamais será esquecido”.
O compositor e cantor Délcio Luiz também registrou seus sentimentos aos familiares e amigos próximos neste momento de luto.
Carreira e legado
Willian Araújo foi peça fundamental na sonoridade inicial do Molejo, participando da fase áurea do grupo que emplacou hits como “Caçamba” e “Brincadeira de Criança”.
Sua morte ocorre dois anos após a perda de outro pilar da banda: em 2024, o vocalista Anderson Leonardo morreu após complicações de um câncer inguinal.

Fonte: G1 Entretenimento

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Luísa Sonza se excede na difusão do álbum ‘Brutal paraíso’ entre bossa e funk


Luísa Sonza peca por excessos ao longo das 23 faixas do álbum ‘Brutal paraíso’
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♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Brutal paraíso
Artista: Luísa Sonza
Cotação: ★ ★ ★
♬ Antecedido por marketing espetaculoso, o quinto álbum de estúdio de Luísa Sonza, “Brutal paraíso”, foi assunto dominante no universo pop brasileiro ao longo da semana que termina hoje, sábado, 11 de abril, dia do show da artista brasileira no festival norte-americano Coachella com apresentação prevista para começar às 21h10m pelo horário de Brasília (DF).
No mundo desde as 21h de terça-feira, 7 de abril, “Brutal paraíso” foi recebido sem entusiasmo pela crítica e por parte de fãs da artista de 27 anos. Com 23 faixas que totalizam 67 minutos, o álbum resulta longo, sobretudo para a geração da cantora, habituada à alta velocidade da era digital.
Carregado de informações, “Brutal paraíso” não chega a provocar desgosto, mas tampouco gera encanto porque o álbum peca por excessos, e esse excesso vai além do grande número de faixas.
Há marketing exagerado na divulgação do álbum e há excesso de referências no repertório – citações que vão da música “Pena verde” (1970) do cantor português Abílio Manoel em “Santa maculada” (faixa de pegada roqueira) à obra do dramaturgo Nelson Rodrigues (1912 – 1980) no título da canção “A vida como ela é”, passando pelo hit do RPM na batida electopop de “Loira gelada”, música de clipe provocativo como quase tudo que Luísa Sonza faz.
A alta dose de pretensão – e mal nenhum há no fato de um artista ter grandes ambições ao conceber um álbum ou show – gerou um disco de conceito confuso. Difuso, para ser mais exato.
“Brutal paraíso” é álbum imerso em um mundo de distopia. Um mundo “Distrópico”, para citar o título da vinheta que abre o disco com sons de mar, jogando com as palavras distópico e trópico para dar a pista do repertório autoral.
Em essência, Luísa Sonza apresenta álbum que se debate entre a bossa nova – ecoando o belo disco anterior “Bossa sempre nova” (2026), como o single “Fruto do tempo” já havia sinalizado – e o funk.
Contudo, a cantora jamais reproduz o conceito de que a bossa nova simbolizaria o paraíso perdido e o funk representaria a brutalidade de um mundo em decomposição. O desencanto exposto já no título da música mais bossa nova do álbum, “Amor, que pena!”, já embaralha as cartas e expõe o paradoxo.
Em linhas gerais, o álbum parte da bossa nova – também perceptível na parte inicial da faixa “E agora?” e diluída com a batida eletrônica e a posterior intervenção do rapper Xamã nessa música que sobressai no repertório – e cai no funk com alta dose de erotismo, mote de faixas como “Tropical paradise”, “Safada” (gravada com a cantora porto-riquenha Young Miko) e “Sonhei contigo” (com MC Meno e MC Morena), faixa que incorpora versos em inglês na letra em português. E no fim se volta paras as canções.
As conexões com Younk Miko na supracitada “Safada” e com o cantor colombiano Sebastián Yatra em “Tu gata” deslocam o álbum “Brutal paraíso” para o universo do pop latino contemporâneo, também visitado por Sonza em “No es lo mío”. Esse falta de foco mais bem definido – pecado cometido por Anitta no primeiro álbum da artista carioca para o mercado internacional, “Kisses” (2019) – dissipa a unidade de “Brutal paraíso”.
É difícil achar uma conexão musical entre funk safados e uma balada melodiosa como “Quando”, na qual Sonza busca aconchego e proteção nos braços do ser amado. A única possível liga entre esses dois universos é que, como Sonza sentencia verso da letra de “Quando”, “O amor é sagrado, é profano”.
Quando se encerra com o jorro confessional da boa música-título “Brutal paraíso”, faixa com oito minutos, o quinto álbum de estúdio de Luíza Sonza deixa a sensação de que poderia ter resultado mais coeso com menos faixas. Dividida entre o sonho distante do paraíso e a desilusão concreta da vida como ela é, a artista ignorou que menos é às vezes é mais…
Capa do álbum ‘Brutal paraíso’, de Luísa Sonza
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Fonte: G1 Entretenimento

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John Nolan, tio do diretor Christopher Nolan e ator em ‘Batman Begins’, morre aos 87 anos


John Nolan em cena de ‘Batman: O Cavaleiro das Trevas ressurge’
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John Nolan, tio de Christopher Nolan que atuou em dois filmes da trilogia do “Batman” do diretor, morreu aos 87 anos neste sábado (11), de acordo com a revista “Hollywood Reporter”. A causa da morte não foi divulgada.
Com longa carreira no teatro, o britânico fez participações em “Batman Begins” (2005) e “Batman: O Cavaleiro das Trevas ressurge” (2012). Entre os filmes do sobrinho cineasta, ele também atuou em “Seguinte” (1998) e “Dunkirk” (2017).
Nolan ainda ficou conhecido por seu trabalho na série “Person of interest”, criada por seu outro sobrinho, o roteirista Jonathan Nolan (irmão de Christopher).
Veja os vídeos que estão em alta no g1

Fonte: G1 Entretenimento