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Jorginho diz que Chappell Roan falou com sua mulher sobre confusão em hotel: ‘Foi um mal entendido’


Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
Reprodução/Instagram/Jordan Strauss/Invision/AP
O jogador de futebol Jorginho afirmou nesta segunda-feira (13) que a confusão que ele afirmou ter envolvido sua filha e a cantora Chappell Roan, em março, “foi um mal entendido”.
O segurança Pascal Duvier negou, nesta quarta-feira (25), envolvimento da cantora Chappell Roan em confusão com a filha do jogador de futebol Jorginho.
Em publicação no Instagram, ele afirmou que falou com a mãe da criança, mas que a abordagem foi “calma e com boas intenções, e o resultado do encontro é lamentável”.
No sábado (21), o atleta afirmou que sua filha de 11 tinha sido abordada de forma agressiva no hotel em que estava ficando, em São Paulo, por um segurança após passar pela mesa da cantora para verificar se era mesmo ela.
Chappell, que estava no Brasil para show no Lollapalooza 2026 e que tem histórico de estabelecer limites claros a fãs e imprensa, negou que qualquer pessoa de sua equipe tenha se envolvido no incidente.
Chappell Roan fala sobre confusão com enteada de Jorginho: ‘não odeio crianças’
“Normalmente, não respondo a boatos na internet, mas as acusações que circulam no momento são falsas e constituem difamação. Assumo total responsabilidade pelas interações ocorridas no dia 21 de março”, escreveu Duvier.
“Eu estava no hotel a serviço de outra pessoa e não fazia parte da equipe de segurança pessoal de Chappell Roan. Minhas ações não foram realizadas em nome de Chappell Roan, de sua equipe de segurança, de seus empresários ou de qualquer outra pessoa. Tomei uma decisão baseada em informações obtidas com o hotel, em eventos que presenciei nos dias anteriores e no elevado risco geral de segurança do local.”
Jorginho diz que confusão em hotel com Chappell Roan foi ‘um mal entendido’
Reprodução/Instagram/jorginhofrello
Quem é Pascal Duvier
Pascal Duvier é segurança de celebridades há décadas. Em 2016, ele trabalhava para Kim Kardashian quando a empresária foi atacada em um hotel em Paris por homens que roubaram milhões de dólares em joias.
Na ocasião, Duvier estava acompanhando a irmã de Kim, que tinha ido a uma boate na cidade. Ele foi demitido pouco depois.
O que aconteceu? A versão de Jorginho
O jogador disse que a filha, de 11 anos, é fã da artista e que ficou empolgada ao descobrir que estavam no mesmo hotel durante o café da manhã.
Para ter certeza que era a ruiva mesmo, passou pela mesa da cantora, mas não falou com ela e foi sentar com a mãe. Nesse momento, um segurança abordou as duas de forma “extremamente agressiva”, pedindo mais respeito pela americana.
“Sinceramente, não sei em que momento passar por uma mesa e olhar para ver se é alguém é considerado assédio […]. É triste ver esse tipo de tratamento vindo de quem deveria entender o peso que os fãs têm. Sem os seus fãs você não seria ninguém”, escreveu.
Jorginho, do Flamengo, critica Chappell Roan após confusão com criança
Reprodução/Instagram/Jordan Strauss/Invision/AP
Ainda de acordo com o jogador, o segurança de Chappell afirmou que faria uma reclamação ao hotel pelo comportamento da criança enquanto ela estava “chorando à mesa”.
Ada tem 11 anos e é filha de Catherine com o ator Jude Law. Os dois tiveram um breve relacionamento em 2014. Já Jorginho e Catherine estão casados desde 2020.
A versão de Chappell Roan
Segundo Chappell, o agente que abordou a menina não faz parte de sua equipe de segurança e ela não presenciou a cena. “Eu nem vi… Eu nem vi a mulher e a filha. Tipo, ninguém veio falar comigo. Ninguém me incomodou”, diz ela.
“Eu não pedi para o segurança ir falar com essa mãe e essa criança. Eles não vieram falar comigo. Eles não estavam fazendo nada. É injusto a segurança assumir que alguém não tem boas intenções quando não há motivo para acreditar nisso, porque nenhuma ação foi tomada.”
“Eu não odeio pessoas que são fãs da minha música. Eu não odeio crianças. Tipo, isso é louco. Desculpa à mãe e à filha, alguém presumiu que vocês fariam algo e que poderiam causar incômodo, isso me deixa muito triste. Vocês não mereciam isso.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Novo filme da saga ‘Jogos Vorazes’, ‘Amanhecer na Colheita’ ganha trailer; confira


Trailer de ‘Jogos Vorazes – Amanhecer na Colheita’
O filme “Jogos Vorazes: Amanhecer na Colheita” ganhou seu primeiro trailer oficial e data de estreia nesta segunda-feira (13).
O longa, que levará os fãs de volta ao universo de Panem para testemunhar o traumático 50º Massacre Quartenário, chega aos cinemas de todo o mundo em 20 de novembro de 2026.
A produção marca o retorno de Francis Lawrence à direção da franquia, cineasta responsável por quatro dos cinco filmes já lançados da saga.
Pôsteres divulgados
Através das redes sociais, a conta oficial da franquia no X (antigo Twitter) publicou as primeiras artes promocionais do longa.
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O que esperar de ‘Amanhecer na Colheita’?
A trama se passa 24 anos antes da história de Katniss Everdeen e foca na juventude de Haymitch Abernathy, personagem vivido originalmente por Woody Harrelson.
O trailer detalha o anúncio do Capitólio para a edição especial dos Jogos, que exigiu o dobro de tributos (80 jovens ao todo) para punir os distritos.
Elenco
A produção confirmou Joseph Zada no papel principal. O elenco conta ainda com Elle Fanning como a jovem Effie Trinket, McKenna Grace como Maysilee Donner e Maya Hawke como Wiress.
Elle Fanning será Effie Trinket, papel de Elizabeth Banks na franquia original
Reprodução
O retorno de Snow: Ralph Fiennes assume o papel do Presidente Snow, mostrando o ditador em uma fase de consolidação de poder, enquanto Kieran Culkin dá vida ao apresentador Caesar Flickerman.
Ralph Fiennes será o presidente Snow, papel de Donald Sutherland na franquia original
Reprodução
O roteiro fica a cargo de Billy Ray, que retorna à franquia após ter trabalhado no filme original de 2012.

Fonte: G1 Entretenimento

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Buhr mantém acesa a brasa criativa no fluxo urbano do álbum ‘Feixe de fogo’


Buhr lança o sétimo álbum solo de estúdio, ‘Feixe de fogo’, o primeiro disco da artista sem o prenome Karina
Priscilla Buhr / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Feixe de fogo
Artista: Buhr
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “Eu corro em cima da brasa acesa / No medo onde ninguém mergulha”, se situa Buhr nos versos iniciais de “Feixe de fogo”, música que batiza o quinto álbum solo de estúdio desta cantora, compositora e instrumentista baiana nascida em Salvador (BA), criada no Recife (PE) e residente em São Paulo (SP).
As guitarras incandescentes de Arto Lindsay, Fernando Catatau e Rami Freitas constroem o clima fervente dessa faixa que sobressai de imediato no disco gravado ao longo de dois anos – entre dez estúdios diferentes de cidades como Recife (PE), São Paulo (SP), Salvador (BA), Fortaleza (CE) e Sobral (CE) – com produção musical orquestrada por Buhr com o multi-instrumentista Rami Freitas.
No mundo desde a última sexta-feira, 10 de abril, em edição do selo paulistano Sound Department, o álbum “Feixe de fogo” tem o mesmo pulso quente de discos antecessores como “Selvática” (2015) e “Desmanche” (2019), reforçando a assinatura singular de Buhr como compositora.
Com onze músicas autorais, sendo dez compostas solitariamente pela artista, “Feixe de fogo” é o primeiro álbum em que Buhr se apresenta sem o prenome Karina, em sintonia com a nova identidade de pessoa não-binária.
Trata-se de álbum urbano que expõe questões existenciais de uma artista em trânsito na selva das cidades. “Busco motivos nas ruas entupidas de carro / Esvaziadas de gente / Como quem procura raízes”, canta Buhr nos versos confessionais de “Voaria”, música pontuada pelo sopro dos metais orquestrados pelo maestro Ubiratan Marques.
Se “Vale brinde” se insinua como canção de suavidade diluída pela ambiência sonora crua criada pela atmosfera do arranjo tocado pelos músicos Briar Aguarrás (baixo, synth, violão e guitarra) e Rami Freitas (bateria, synth e guitarra), “Anzol” fisga de imediato uma energia roqueira que se afina com a poética altiva de Buhr em versos como “Não me diga o que fazer com meu espaço / Ele se cria pela minha mão”.
Buhr assina a produção musical do álbum ‘Feixe de fogo’ em parceria com o multi-instrumentista Rami Freitas
Priscilla Buhr / Divulgação
Contudo, o cancioneiro do álbum “Feixe de fogo” extrapola rótulos e gêneros. A homogeneidade reside mais na potência dos timbres e da poética e do canto de Buhr, traços de união entre canção que esboça DR – “70 cigarros”, gravada por Buhr com a cantora trans Moon Kenzo, voz de Sobral (CE) – e um xote como “Oxê”, faixa que evoca elo com o passado de Buhr nos grupos de maracatu Estrela Brilhante e Piaba de Ouro, nos quais a artista debutou em cena como percussionista, tocando o tambor que ainda hoje lhe dá norte na hora de compor. Buhr toca triângulo em “Oxê”, música cantada pela artista com Josyara (também no violão personalíssimo) e Negadeza (voz, pandeiro, zabumba, xequerê e bongô).
Entre uma faixa e outra, há “Chão frio” (música pavimentada pelo toques rascantes das guitarras de Edgard Scandurra e Régis Damasceno), “Ânsia” (faixa que anunciou oficialmente o álbum em single editado em 25 de março) e “Seilasse” (canção na qual reaparece a guitarra climática de Arto Lindsay), cuja letra versa sobre amor em adiantado estado de decomposição.
“O amor feito um morto no meio da sala / Velamos o que fomos um dia / O amor implorando, calando tua fala / O amor esperando nada / O amor indo embora”, relata Buhr em “Seilasse”, reiterando o tom afiado de escrita que solta faíscas a cada verso. “Meu coração é um motor em agonia”, sintetiza a artista em verso de “Motor de agonia”, faixa de paradoxal leveza sonora em que Buhr toca congas.
No pujante arremate do álbum “Feixe de fogo”, Buhr reflete sem culpa ou arrependimentos sobre erros do passado (“Podia ter feito, mas não fiz / Nem agora, que é tarde demais, sei se quero / Talvez ainda possa ser cedo pra viver, mas / Nunca é tarde pra desistir de você”) na música marotamente intitulada “Desmotivacional”, composta e gravada por Buhr com o conterrâneo baiano Russo Passapusso, cujo pulso também quente faz arder a faixa (da qual é coprodutor) que encerra álbum afinado com a identidade artística da autora.
Buhr mantém acesa a brasa criativa no fluxo urbano de “Feixe de fogo”.
Capa do álbum ‘Feixe de fogo’, de Buhr
Priscilla Buhr com design de Guile Farias

Fonte: G1 Entretenimento

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Atriz acusa Katy Perry de abuso sexual em boate: ‘Tenho imagens e testemunhas’; cantora ainda não se pronunciou


Ruby Rose acusa cantora Katy Perry de assédio sexual. Caso teria acontecido há 20 anos.
Divulgação
A atriz Ruby Rose utilizou sua conta no Threads no último domingo (12) para acusar a cantora Katy Perry de assédio sexual.
Em uma série de publicações, a artista australiana relatou um episódio que teria ocorrido há vinte anos na Spicy Market Nightclub, uma boate em Melbourne, na Austrália.
Rose, que afirmou ter “imagens e testemunhas” do ocorrido, alegou ter sido “alvo de manipulação psicológica” nos anos seguintes e confirmou ter comparecido a uma delegacia nesta segunda-feira (13) para prestar queixa formal.
Até o momento, a cantora Katy Perry não se pronunciou sobre as declarações. Entenda o caso.
Desabafo nas redes sociais
As acusações surgiram após Ruby Rose responder a um post sobre a reação de Katy Perry ao show de Justin Bieber no festival Coachella.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
“Katy Perry me assediou sexualmente na Spicy Market Nightclub, em Melbourne, à noite. Quem se importa com o que ela pensa?”, disparou a atriz, antes de iniciar o relato dos eventos.
Ruby Rose acusa Katy Perry de abuso sexual: ‘Aconteceu em público’
Redes sociais
O que teria acontecido?
O relato do episódio: Segundo a atriz, ela estava “descansando” no colo de sua melhor amiga para tentar evitar a cantora. Rose descreve que Katy Perry teria se abaixado e esfregou a vagina em seu rosto: “Puxou a calcinha para o lado e esfregou sua ‘vagina nojenta’ no meu rosto até que meus olhos se abriram e eu vomitei nela”, escreveu.
O pós: Rose admitiu que, na época, contou o ocorrido publicamente como se fosse uma “historiazinha engraçada de bêbada” por não saber como lidar com a situação.
Ameaça de processo e provas: Ruby afirmou não temer ações judiciais: “Ela não vai me processar porque aconteceu, eu tenho fotos, foi em público e testemunhado por várias pessoas”.
Ida à polícia: Embora tenha dito inicialmente que não faria uma denúncia formal, a atriz mudou de postura e afirmou que foi a uma delegacia nesta segunda-feira (13) para verificar se seus relatos ainda podem ser investigados, apesar do tempo decorrido.
Manipulação psicológica
Além de um possível contato físico não consentido, Rose mencionou anos de pressão psicológica por parte da cantora.
Segundo a atriz, o silêncio mantido por tanto tempo teve uma motivação:
“Mais tarde, ela concordou em me ajudar a conseguir meu visto americano. Por isso, mantive isso em segredo”, desabafou.
A atriz ainda lamentou a reação do público quando tentou fazer alertas prévios sobre o comportamento da cantora: “Eu avisei a todos vocês que ela não era uma boa pessoa. Em vez disso, fui atacada por… todo mundo. A manipulação psicológica foi forte com aquela ali”, afirmou.
Denúncia formal
Em postagem realizada nesta segunda-feira (13), Ruby Rose afirmou ter ido à delegacia para realizar uma denúncia formal.
“Assim que eu recuperar minhas forças, escreverei sobre o processo de denúncia. Por enquanto, direi apenas que fiquei surpresa ao achar o processo de registro ok. Quando o policial saiu da sala meu corpo desmoronou como uma bola. Era como ter narcolepsia. Eu não quis sobrecarregar ninguém me acompanhando, mas recomendo fortemente que outros o façam.”
Em resposta a seguidor, atriz afirma ter ‘acabado de sair da delegacia’. Post foi feito nesta segunda-feira (13).
Redes sociais
‘O sistema raramente funciona’
Rose também explicou por que não procurou a polícia antes, mencionando que o impacto emocional e a falta de confiança na Justiça a impediram de agir.
Ruby Rose afirma ter sido abusada sexualmente por cantora Katy Perry há 20 anos. Atriz teria feito denúncia formal na delegacia.
Redes sociais
Leia relato completo.
“Por anos, estive ferida demais e com medo de tomar as medidas apropriadas porque sei que o sistema raramente funciona.
Em vez disso, eu fui atacada nas redes sociais a todas as horas da noite, acordada por flashbacks de TEPT (Transtorno de Estresse Pós-Traumático), insistindo que ‘vou derrubar as pessoas’, mas sem dizer quem ou por quê. Isso alimentou ainda mais os rumores de instabilidade e falta de profissionalismo.
Eu precisava me proteger. Como não tenho uma família ou uma grande rede de apoio. Mas sei que não estou ajudando a mim mesma ou a outros sobreviventes ao continuar com essa técnica de sobrevivência.
Hoje, entrarei em uma delegacia de polícia para ver se alguma das minhas experiências pode ser investigada. Imagino que já tenham passado do prazo de prescrição, mas esse é mais um motivo para tentar.
Tenho uma lista longa, provavelmente isso exigirá mais de mim do que estou preparada, mas voltarei aqui para atualizar os outros sobre o processo assim que estiver pronta.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Tom Dumont, guitarrista do No Doubt, é diagnosticado com Parkinson


Tom Dumont, guitarrista do No Doubt, é diagnosticado com Parkinson
Reprodução/Instagram
O guitarrista Tom Dumont, da banda americana No Doubt, compartilhou com seguidores em seu perfil no Instagram que recebeu diagnóstico de Parkinson de início precoce. O músico, de 58 anos, afirmou que os primeiros sintomas surgiram “há alguns anos”.
“Procurei meu médico, fui a um neurologista e fiz uma série de exames. Tem sido uma luta. É uma luta todos os dias”, relatou.
“A boa notícia é que ainda consigo tocar música. Ainda consigo tocar guitarra. Tenho me saído muito bem”, afirmou.
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Parkinson pode começar nos rins e não no cérebro, aponta estudo
Dumont disse que o diagnóstico o levou a refletir sobre sua trajetória. “Isso me fez pensar no quanto sou grato pela vida que pude levar como músico todos esses anos”, declarou. Ele agradeceu às famílias, amigos e fãs que acompanharam a banda ao longo das décadas.
Além disso, o guitarrista contou que se sentiu inspirado a compartilhar sua jornada de saúde após ver outras pessoas fazendo o mesmo nas redes sociais. “Acho que isso ajuda a reduzir o estigma e aumenta a conscientização, algo muito importante para a prevenção e para a pesquisa”, disse.
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Fonte: G1 Entretenimento

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‘Euphoria’ estreia 3ª temporada com homenagens a Eric Dane e Angus Cloud; confira


Eric Dane e Angus Cloud
Divulgação
A terceira temporada de “Euphoria” estreou neste domingo (12) marcada por um tom de despedida.
O primeiro episódio da nova fase da série da HBO prestou homenagens diretas aos atores Eric Dane e Angus Cloud, além do produtor Kevin Turen, que faleceram durante o hiato da produção.
A exibição incluiu telas de “in memoriam” com fotos e mensagens dedicadas aos três profissionais.
O episódio de estreia também resolveu o mistério sobre o destino de Fezco, personagem de Cloud.
1º episódio da nova temporada
A produção abriu com uma dedicatória a Dane e encerrou com um cartão de “in memoriam” citando os três profissionais falecidos.
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O roteiro da estreia também resolveu o destino de Fezco, o traficante de bom coração interpretado por Angus Cloud.
Na trama, Rue (Zendaya) visita Lexi (Maude Apatow) e a incentiva a entrar em contato com o amigo, revelando que Fezco está cumprindo uma sentença de 30 anos de prisão.
O criador da série, Sam Levinson, explicou que optou por não matar o personagem na ficção.
“Manter Angus vivo na história foi como: se eu não podia controlar na vida, ao menos posso controlar no trabalho”, afirmou à revista americana”Rolling Stone”.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Causas das mortes e bastidores
As perdas do elenco ocorreram em momentos distintos. Angus Cloud morreu aos 25 anos, em julho de 2023, vítima de uma overdose acidental de fentanil, cocaína, metanfetamina e outras substâncias.
Angus Cloud e Zendaya durante leitura dos roteiros de ‘Euphoria’
Reprodução/Instagram/anguscloud
Já Eric Dane, o Cal Jacobs da trama, faleceu em fevereiro de 2026 após uma batalha contra a Esclerose Lateral Amiotrófica (ELA).
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A temporada também é dedicada a Kevin Turen, produtor executivo da série que faleceu em novembro de 2023 devido a uma falha cardíaca súbita enquanto dirigia.
3ª Temporada
Após o longo hiato, a terceira temporada de “Euphoria” dá um salto temporal, explorando a vida dos personagens agora fora do ambiente escolar.
Cena de ‘Euphoria’
Reprodução
Rue tenta manter sua sobriedade enquanto navega pelas pressões da vida adulta e pela perda de figuras centrais em sua rede de apoio.
Cassie e Maddy buscam reconstruir suas identidades após o colapso de sua amizade, enquanto Nate precisa lidar com o legado traumático e os segredos deixados por seu pai, Cal, cujo arco final é explorado através das últimas cenas gravadas por Eric Dane.

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEO: pai do MC Gui chora ao ter a casa incendiada e altar com Bíblia e santa ficar intacto: ‘Deus é bom demais, acreditem nele’


Pai do MC Gui chora ao ter a casa incendiada e altar com imagem de santa ficar intacto
O empresário Rogério Alves, pai do cantor MC Gui, fez um relato emocionado nas redes sociais sobre o incêndio que destruiu no domingo (12) a casa onde vivia na Vila Formosa, Zona Leste de São Paulo. O cantor não mora com a família.
O imóvel ficou completamente destruída pelas chamas. A única coisa que ficou intacta foi um altar com as imagens de Nossa Senhora Aparecida e uma Bíblia.
“Gente, a casa inteira queimou. Mas o cantinho da minha fé não queimou. Tá aqui, ó: olha minha Bíblia. A minha Nossa Senhora, aqui, ó, o Templo de Salomão. Tudo queimado, mas [aqui] não queimou. Mas Deus é bom demais, acreditem nele. Era pra gente estar morto, eu e minha esposa, Claudia. A prova tá aqui”, disse Rogério em lágrimas (veja vídeo acima).
Os pais do funkeiro estavam no imóvel no momento do incêndio, mas conseguiram escapar mesmo com a fumaça e não se feriram com gravidade. As causas e circunstâncias do fogo ainda serão apuradas pelas autoridades.
MC Gui, nome artístico de Guilherme Kaue Castanheira Alves, é um dos nomes conhecidos do funk ostentação e ganhou projeção nacional ainda adolescente.
Casa da família do MC Gui ficou completamente destruída e só um altar com bíblia e santa se salva.
Reprodução/Redes Sociais
Rogério Alves afirmou ter ficado chamuscado pelas chamas. “Estou todo queimado”, disse num vídeo ao contar sobre como conseguiu salvar o macaco de estimação Pipoca.
Aos menos dois carros da família ficaram carbonizados. A família e o artista postaram fotos e vídeos nas redes sociais (veja nesta reportagem).
“Era para eu estar morto nessa hora, eu e minha esposa, Claudia Baronesa”, disse o pai.
MC Gui fala ao lado dos pais sobre incêndio na casa da família
Moto elétrica teria causado incêndio
Segundo a Secretaria da Segurança Pública (SSP), uma das hipóteses investigadas é a de que “o fogo teria começado na garagem do imóvel, possivelmente em uma motocicleta elétrica que estava conectada à tomada.”
Ainda segundo a pasta da Segurança, “as chamas causaram danos a veículos que estavam no local, além de comprometer parte da estrutura da casa e atingir também um imóvel vizinho.”
De acordo com relatos publicados por Rogério nas redes sociais, o incêndio começou por volta das 7h na garagem do imóvel.
A equipe de reportagem tenta contato com MC Gui e seus pais.
MC Gui e os pais gravam vídeo após incêndio que queimou e destruiu parcialmente a casa onde a família do artista mora na Zona Leste de São Paulo
Reprodução/Redes sociais
Casa dos pais de MC Gui pega fogo e mobiliza bombeiros em SP
Interior da casa dos pais de MC Gui também foi atingida pelas chamas
Reprodução/Redes sociais
Rogério, pai de MC Gui (ao centro), filmou momento em que chamas tomaram sua casa. Cantor apareceu depois com pais para falar sobre incêndio na residência
Reprodução/Redes sociais
Pai de MC Gui se desespera com casa incendiada
Pais ao lado de MC Gui
Reprodução/Instagram
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Anitta, MC Ludmilla e MC Gui cantam juntos pela primeira vez no Fantástico

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears se interna em clínica de reabilitação após ser presa suspeita de dirigir sob efeito de álcool e drogas


Britney Spears chega à estreia de “Era Uma Vez em… Hollywood” em Los Angeles, em 22 de julho de 2019.
Jordan Strauss/Invision/AP, Arquivo
Britney Spears deu entrada em uma clínica de reabilitação para abuso de substâncias pouco mais de um mês após ser presa suspeita de dirigir sob efeito de álcool e drogas.
🗒️Tem alguma sugestão de reportagem? Mande para o g1
Um representante de Spears informou, em um e-mail à The Associated Press neste domingo (12), que a superestrela pop de 44 anos se internou voluntariamente na clínica.
Em 5 de março, agentes da Patrulha Rodoviária da Califórnia receberam um relato de que um BMW trafegava em alta velocidade e de forma errática na rodovia U.S. 101, no condado de Ventura, próximo à divisa com o condado de Los Angeles, informou a polícia.
Spears, que mora na região, foi submetida a uma série de testes de sobriedade e presa sob suspeita de dirigir sob efeito de uma combinação de álcool e drogas, disseram as autoridades. Ela foi levada para uma cadeia do condado e liberada algumas horas depois.
Britney Spears é detida por dirigir embriagada, diz site
Os investigadores encaminharam o caso em 23 de março ao gabinete do promotor do condado de Ventura, que planeja decidir sobre possíveis acusações contra Spears antes de uma audiência marcada para 4 de maio.
Na época, um representante classificou as ações de Spears como “completamente injustificáveis” e disse que o episódio poderia ser “o primeiro passo para uma mudança há muito necessária na vida de Britney”.
Spears tem deixado sua carreira musical em segundo plano. Ela não faz turnês há quase oito anos e não lança um álbum há quase uma década.
Em 2021, ela recuperou o controle sobre suas decisões de vida e finanças quando uma tutela judicial foi encerrada após quase 14 anos. Dois anos depois, lançou o best-seller The Woman in Me.

Fonte: G1 Entretenimento

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Como Ceia, selo que projetou Djonga e Tasha & Tracie, terminou com polêmicas e briga judicial


Entenda a briga da Ceia, ex-gravadora de Djonga e outros rappers
“Todos que tenham a mesma fome, todos que tenham a mesma sede, sentem-se à mesa”. Esse era o lema da Ceia Ent., coletivo de rap nascido em 2016 e que gerenciava a carreira de nomes como Djonga, Tasha & Tracie, Kyan, Febem e Clara Lima.
Fundada por Don Cesão e Nicole Balestro, a empresa chegou ao fim em 2023 e deixou um rastro de polêmicas envolvendo direitos autorais, além de processos na Justiça por calúnia e difamação.
Dez anos depois da sua fundação, a empresa voltou a ser assunto por conta de uma sequência de diss tracks, músicas feitas com a intenção de atacar alguém.
No dia 13 de março, Don Cesão lançou “Doze Judas Na Minha Ceia”, citando o fim da produtora e suas brigas com os artistas. Na última terça-feira (7), Clara Lima respondeu com “O Que Me Diss Respeito”, com tréplica saindo 24h depois.
Abaixo, o g1 explica a ascensão, queda e todas as confusões atuais envolvendo a Ceia:
Todos na mesa
A Ceia nasceu com um modelo de negócios inovador: a empresa e os artistas não teriam contratos. Os acordos sobre divisão de lucro eram verbais, com uma divisão de 90% dos resultados indo para o bolso dos artistas e 10% para a Ceia.
Inicialmente, Don Cesão trabalhava como uma espécie de “caça-talentos”, buscando novos nomes do rap pelo Brasil, sendo ele mesmo um rapper que chegou a integrar o coletivo Damassaclan. Ficava para sua então esposa, Nicole Balestro, as questões burocráticas.
Nicole também tinha um histórico ligado ao rap, tendo trabalhado em festas de rap em São Paulo e atuado como produtora na equipe de Flora Matos.
Também chamava a atenção do mercado a maneira como a produtora atuava em parceria no mercado publicitário. Empresas como Budweiser, Adidas e Itaú fecharam campanhas com artistas do selo.
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O auge
Durante três anos, a Ceia se colocou como o principal selo do segmento. O carro-chefe da empresa era Djonga, vindo de Belo Horizonte (MG) e que durante seu período na empresa, era um dos rappers mais ouvidos do país.
Tasha & Tracie passaram de revelação para dupla de destaque – hoje têm na carreira passagens por festivais como o Lollapalooza Brasil.
Vindo da Praia Grande, no litoral de São Paulo, Kyan era a grande revelação do trap nacional.
Integrantes do coletivo Ceia em estúdio
Reprodução/Instagram
Entre 2017 e 2022, os artistas da Ceia rodavam o Brasil, fechavam publicidades e figuravam entre os grandes nomes da cultura hip-hop. A ideia que a empresa passava para o público era de um coletivo familiar, onde um ajudava o outro. Mas toda família tem seus problemas…
A queda
Em março de 2023, após uma série de acusações nas redes sociais e a debandada de artistas, Don Cesão postou um vídeo em seu Instagram anunciando o fim da Ceia.
Pelo lado dos artistas, a reclamação geral era sobre a falta de prestação de contas por parte dos empresários e a dificuldade de entender seus direitos sobre os fonogramas.
Já Don Cesão e Nicole diziam que a Ceia até tinha problemas burocráticos, mas todas as prestações de conta foram feitas. Eles diziam que a falta de um contrato gerou mais problemas do que soluções.
O mais vocal sobre sua saída foi Djonga. Na época, ele criticou a falta de estrutura burocrática na empresa e disse que, mesmo sem contrato, precisou de um acordo para comprar sua parte dos fonogramas.
O g1 apurou que a negociação mais tensa sobre como ficariam os direitos sobre as músicas foi com relação a Djonga.
“NU” e ”Histórias do Meu Lugar”, os dois últimos álbuns do rapper feitos na Ceia, foram comprados pelo artista junto à produtora por cerca de R$ 300 mil.
No entanto, os fonogramas dos três primeiros álbuns de Djonga, “Heresia”, “O Menino Que Queria Ser Deus” e “Ladrão”, estavam vinculados a Don Cesão. O empresário vendeu o catálogo para Rodrigo Oliveira, dono da produtora GR6, e Rodrigo revendeu as obras para Djonga, sob condições de pagamento mais tranquilas.
A empresária Nicole Balestro e o rapper Kyan
Reprodução/Instagram
Brigas na Justiça
O g1 entrou em contato com todos os envolvidos citados na matéria. Nenhum artista processou a Ceia como empresa, mas quatro deles processam sua ex-empresária, Nicole Balestro
Ao todo, são quatro processos: Kyan, Djonga, e as irmãs Tasha e Tracie, em conjunto, processaram Nicole na esfera criminal por crimes contra a honra, e os quatro abriram um processo por calúnia e difamação na esfera cível.
Em julho de 2025, Nicole Balestro publicou uma série de stories no seu Instagram, afirmando que Djonga, Kyan, Tasha e Tracie ainda deviam quantias a ela, em valores que, segundo ela, variam entre R$ 200 e R$ 600 mil. Os artistas negam e dizem que a empresária mente.
No caso de Kyan, Nicole afirmou que alugou um carro em seu nome e repassou o veículo para que o artista utilizasse no dia a dia. O rapper teria sofrido um acidente grave e o carro deu perda total.
A empresa responsável pelo aluguel do carro processa Nicole. Ela diz que Kyan estava na direção do veículo. Ele nega.
Já com relação a Djonga, a ex-empresária disse nas redes sociais que arcou com uma dívida que seria do artista, relacionada a um adiantamento de contrato com a agregadora Altafonte.
Sobre Tasha e Tracie, Nicole afirmou que as gêmeas fizeram processos estéticos pagos pela empresária.
Os processos envolvendo os quatro artistas e a empresária correm em segredo de Justiça.

Fonte: G1 Entretenimento

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Marciele é eliminada do ‘BBB 26’ com 59,34% da média dos votos


Quem saiu do BBB 26? Marciele é a décima quarta eliminada do reality
Reprodução/TV Globo
Marciele foi eliminada da 26ª edição do “Big Brother Brasil” no Paredão deste domingo (12). A sister deixou a casa após receber 59,34% da média dos votos.
Isso É Fantástico: como nasce um BBB? Ouça trechos inéditos da conversa com Tadeu Schmidt e Rodrigo Dourado
William Bonner e Sandra Annenberg invadem a casa do BBB!
Ela disputava a preferência do público com Leandro e Gabriela, que ficaram com 37,62% e 3,04% da média, respectivamente.
Marciele, de 32 anos, foi escolhida na Casa de Vidro da Região Norte com 54,55% dos votos. Ela é dançarina e influenciadora digital, tem origem indígena Munduruku e nasceu em Juruti (PA). Vive em Manaus há 16 anos e há uma década ocupa o posto de Cunhã-Poranga do Boi Caprichoso no Festival de Parintins, onde se destaca pela experiência com a exposição pública.
Confira os percentuais da votação:
Marciele
Média: 59,34%
Voto Único: 59,59%
Voto Torcida: 58,73%
Leandro
Média: 37,62%
Voto Único: 36,48%
Voto Torcida: 40,29%
Gabriela
Média: 3,04%
Voto Único: 3,93%
Voto Torcida: 0,98%

Fonte: G1 Entretenimento