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Marisa Monte canta Julia Mestre, Mari Jasca e Mel Paranhos em álbum do violonista de flamenco Niño Josele

Marisa Monte canta duas músicas, ‘Ainda bem’ e ‘Nem um passo atrás’, no álbum ‘Bajañí’, do violonista espanhol Niño Josele
Reprodução / Facebook Niño Josele
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♬ Em 14 de setembro de 2011, quando Marisa Monte apresentou a canção “Ainda bem” como primeira amostra do então ainda inédito álbum oitavo solo da cantora, “O que você quer saber de verdade” (2011), críticos e seguidores da artista identificaram elementos do flamenco espanhol e do mariachi mexicano no arranjo da música, parceria de Marisa com Arnaldo Antunes.
Decorridos 15 anos do lançamento da composição, “Ainda bem” ressurge dentro do universo flamenco – em andamento mais lento do que o do registro original de 2011 – em gravação inédita de Marisa Monte. A gravação integra o álbum “Bajañí”, do violonista e compositor espanhol de flamenco Niño Josele.
Em rotação nos aplicativos de áudio desde ontem, 9 de outubro, com capa à moda do LP “Sgt. Pepper’s lonely hearts club band” (1967), o álbum “Bajañí” funciona como a trilha sonora do homônimo documentário musical dirigido por Fernando Trueba.
E cabe ressaltar que Marisa Monte participa duplamente do álbum “Bajañí”. E a outra música confiada à voz da artista brasileira é música até então inédita na voz de Marisa, “Nem um passo atrás” (2024), composição de Mari Jasca, Julia Mestre e Mel Paranhos lançada há dois anos por Jasca no álbum “Disparada” (2024).
Além das duas gravações com Marisa Monte, Niño Josele faz outras conexões com a música do Brasil ao longo das 16 faixas do álbum “Bajañí”.
Além de fazer feat com Caetano Veloso em canção dos Beatles, “Because” (John Lennon e Paul McCartney, 1969), Niño Josele grava “Insensatez” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1961), “Amazonas” (João Donato, 1965) e “Pixitotinha” (Hermeto Pascoal, 1988).
Capa do álbum ‘Bajañí’, do violonista espanhol Niño Josele
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Minha TV Globinho tá viva’: web reage à edição especial do programa infantil

Ícaro Silva, Letícia Colin, Paulo Mathias Jr., e Geovanna Tominaga no cenário da ‘TV Globinho’
Angélica Goudinho/Globo
Fãs celebraram a nostalgia com a edição especial da TV Globinho neste sábado (10), na TV Globo. O especial comemorativo abre a “Maratona da Esperança” no “Criança Esperança” 2026.
Exibido entre 2000 e 2015, o programa marcou gerações com desenhos que viraram febre e ocupa até hoje um lugar especial na memória afetiva do público.
Veja as reações:
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Fonte: G1 Entretenimento

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TV Globinho: veja que horas e como será a edição especial do programa

Ícaro Silva, Letícia Colin, Paulo Mathias Jr., e Geovanna Tominaga
Angélica Goudinho/Globo
Uma edição especial da TV Globinho será exibida neste sábado (10), na TV Globo, a partir das 9h. O especial comemorativo abre a “Maratona da Esperança” no “Criança Esperança” 2026.
Com Tia Milena como repórter especial, a edição resgata o clima, as cores e a memória afetiva de diferentes fases da atração.
TV Globinho de volta: cinco momentos inesquecíveis e uma polêmica
Exibido entre 2000 e 2015, o programa marcou gerações com desenhos que viraram febre e ocupa até hoje um lugar especial na memória afetiva do público.
TV Globinho terá edição especial no Criança Esperança
Geovanna Tominaga, Letícia Colin, Ícaro Silva e Paulo Mathias Jr, que fizeram parte da história do programa, se reencontraram para a edição.
Também serão exibidos alguns dos desenhos mais queridos do público, como “Dragon Ball Z”, “Três Espiãs Demais” e “Digimon”.
Mas não é uma retrospectiva: é uma nova TV Globinho, produzida especialmente para uma exibição única, voltada a quem acompanhou o programa e também a uma nova geração.
TV Globinho edição especial
Quando: neste sábado (10), a partir das 9h
Onde: TV Globo
Como será: entre os desenhos confirmados, estão “Três Espiãs Demais”, “Digimon” e “Dragon Ball Z”.
Letícia Colin no cenário da ‘TV Globinho’
Angélica Goudinho/Globo
Geovanna Tominaga no cenário da ‘TV Globinho’
Angélica Goudinho/Globo
Ícaro Silva no cenário da ‘TV Globinho’
Angélica Goudinho/Globo
Paulo Mathias no cenário da ‘TV Globinho’
Angélica Goudinho/Globo
Ícaro Silva, Letícia Colin, Paulo Mathias Jr., e Geovanna Tominaga no cenário da ‘TV Globinho’
Angélica Goudinho/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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Kbrum põe fé no reggae com o álbum ‘Raggaleluia’, lançado no embalo do feat com Anitta em funk de ‘Equilibrium II’

Líder do coletivo Jamaicaxias, Kbrum lança o terceiro álbum solo, ‘Raggaleluia’, com 14 faixas calcadas na cultura do ragga e do reggae
Wander Scheeffer / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Quando Anitta lançou o álbum “Equilibrium II” em 23 de julho, uma voz chamou atenção na faixa “Sal grosso”, funk turbinado com toques de ragga e dancehall. Era a voz do cantor e compositor Paulo Henrique Brum, nascido no Complexo de Mangueirinha, em Duque de Caxias, na Baixada Fluminense (RJ), e conhecido no universo pop como Kbrum.
Líder do coletivo Jamaicaxias, criado há cerca de 10 dez anos para disseminar a cultura do dancehall e do soundsystem na cena periférica fluminense, Kbrum lança o terceiro álbum solo, “Raggaleluia”, no embalo da projeção alcançada com o feat com Anitta. É um álbum no qual o artista põe fé no raggae e no reggae.
Com 14 faixas formatadas sob direção musical de Warmando, com produção de Áfricanoise e Carlo, o álbum “Raggaleluia” chegou ao mundo ontem, sexta-feira, 9 de outubro, com capa que expõe expressiva pintura de Rafael Simba – um retrato de um Cristo alado, envolto em manto com as cores da bandeira jamaicana, empunhando uma espada e uma balança da justiça enquanto imobiliza o algoz demoníaco – e com a missão de difundir o ragga e o reggae como um som de força espiritual apaziguadora. Daí a junção de palavras no título “Raggaleluia”.
“Raggaleluia é uma palavra que eu criei a partir da junção de duas outras, ragga e aleluia, esta última associada ao sagrado. E, realmente, o reggae me salvou. Para mim, o reggae é um milagre. É um milagre mesmo. É um canto gospel, de louvor, regozijo e gratidão”, caracteriza Kbrum, crescido em lar evangélico, mas atualmente convertido às religiões de matriz africana.
Composto com inspiração no movimento de reggae entranhado na cultura da Baixada Fluminense, terra de bandas como Cidade Negra, o repertório do álbum “Raggaleluia” também transita pelo samba no interlúdio “Na cabeça”, pelo rock em “Bye bye bye”, pelo dancehall jamaicano em “Fora da lei” e pelo amapiano em “Manipula”.
Ao longo das 14 faixas, Kbrum interage com Bruno Kroz, Clara Ribeiro, Chediak, Gugs, Ludom, Mascotte e Maui, convidados de “Raggaleluia”, álbum que sucede “Puro suco” (2024) na discografia solo de Kbrum.
Capa do álbum ‘Raggaleluia’, de Kbrum
Pintura de Rafael Simba

Fonte: G1 Entretenimento

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Saiba como Giulia Be conheceu o herdeiro da família Kennedy

Giulia Be com o advogado americano Conor Kennedy, sobrinho-neto de John F. Kennedy
Natalia Rampinelli / AgNews
A cantora Giulia Be subirá ao altar neste final de semana, no Rio de Janeiro, com o advogado americano Conor Kennedy, sobrinho-neto de John F. Kennedy. Juntos desde 2022, o casal já havia oficializado a união civil em março deste ano, nos Estados Unidos, em uma cerimônia apenas para a família.
Durante sua participação no programa “TVZ”, do Multishow, Giulia contou como conheceu Conor. A cantora revelou que a irmã do advogado fez a “ponte” entre os dois.
“É uma história muito longa; basicamente, conheço a irmã dele através do Dipplo, um DJ. Ela estava no rolê, começamos a falar. Ela disse: ‘Meu irmão já ficou com uma brasileira’. Me mostrou a foto dele e pensei: ‘Nossa, gatinho'”, contou.
Agora no g1
Giulia explicou que, na época, Conor não estava solteiro como a irmã dele tinha dito. “Já na troca-troca dos irmãos, comecei a mostrar a foto do meu irmão. Ela falou: ‘Ele está solteiríssimo’, mas ele não estava. Ela inventou porque não gostava da namorada dele na época. Que bom que ela gosta de mim”, brincou.
Ela adicionou o perfil dele, mas só recebeu uma mensagem de Conor meses depois. Nesse tempo, Giulia precisou ficar internada após desmaiar em casa e sofrer um trauma cranioencefálico.
“Tive que bater minha cabeça, desmaiar, ter sangramento bilateral e finalmente ele me mandou uma mensagem. A primeira mensagem que ele me mandou na vida foi: ‘Oi, é o Conor, espero que sua cabeça esteja bem’. Fraturei meu crânio e fui dormir. No dia seguinte, tinha médico marcado e minha cabeça estava doendo muito. Foi um susto, mas me levou ao amor da minha vida”, falou.
A cerimônia religiosa acontece neste sábado (10) na Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, no Rio de Janeiro. No mês passado, a cantora compartilhou uma foto mostrando um pequeno detalhe de um dos vestidos de noiva (sim, ela vai usar mais de um). No registro, é um close de aplicações prateadas em formato de renda sobre tule.
Detalhe de um dos vestidos de noiva de Giulia Be
Reprodução/Instagram
Interior da Igreja de Nossa Senhora do Carmo da Antiga Sé, igreja onde irá acontecer a cerimônia religiosa de Giulia Be
Alexandre Macieira/ Riotur/Instagram/Reprodução
Quem é Conor Kennedy
Integrante da tradicional família Kennedy, Conor é sobrinho-neto do ex-presidente americano John F. Kennedy (JFK). Seus pais são Robert F. Kennedy Jr. (RFK Jr.), advogado ambientalista e ex-candidato independente à Presidência dos Estados Unidos, e Mary Kennedy, que morreu em 2012, aos 52 anos.
Seus irmãos são Kyra, Fin e Aidan, além dos filhos do primeiro casamento de seu pai: Robert “Bobby” Kennedy III e Kathleen “Kick” Kennedy. Em 2023, a fortuna de RFK Jr. foi avaliada em US$ 15 milhões pela “Forbes”.
Conor Kennedy, norte-americano noivo da cantora brasileira Giulia Be.
Reprodução/redes sociais
Antes de iniciar o relacionamento com Giulia Be, Conor ficou conhecido por namorar a cantora Taylor Swift em 2012.
O jovem tem um histórico de ativismo. Segundo a revista “People”, ele foi preso em 2013 por “desobediência civil” durante um protesto contra um oleoduto. Na época, seu pai também foi detido.
Em 2022, ele se voluntariou para lutar na Guerra da Ucrânia. “Como muitas pessoas, fiquei profundamente comovido com o que estava acontecendo na Ucrânia durante o ano passado. Eu queria ajudar. Quando eu ouvi falar sobre a Legião Internacional da Ucrânia, eu fui à embaixada para me alistar no dia seguinte”, escreveu no Instagram.
Em agosto deste ano, ele foi condenado por participar da guerra como um mercenário para Kiev, um crime punível com até sete anos de prisão perante o código penal russo. Apesar da decisão, ele não deve ser preso.

Fonte: G1 Entretenimento

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Péricles arma ‘O circo da alegria’ com Patati Patatá e a filha Maria Helena em single e clipe para o Dia das Crianças

Péricles (ao centro) regrava sucesso de Atchim & Espirro em 1988 com com a dupla de palhaços Patati Patatá e a filha Maria Helena
Henrique Delaterra / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Péricles vem lançando singles e clipes para o Dia das Crianças desde 2022, ano em que gravou com a filha Maria Helena a canção “Superfantástico” (Ignacio Ballesteros e Marella Cayre em versão em português de Edgard Poças, 1983), um dos maiores sucessos do grupo infantil A Turma do Balão Mágico, fenômeno de popularidade na década de 198
Neste ano de 2026, Péricles se junta novamente à filha Maria Helena e convoca a dupla de palhaços Patati Patatá para armar “O circo da alegria”.
Composição de Cid Guerreiro (autor de grandes sucessos de Xuxa como “Ilariê”) em parceria com Dito, “O circo da alegria” foi lançada em 1988 em gravação de outra dupla de palhaços, Atchim & Espirro.
O single com a gravação de “O circo da alegria” por Péricles e cia. foi lançado hoje, sexta-feira, 9 de outubro, data em que também entrou em rotação o clipe gravado no circo do Patati Patatá, na cidade de São Paulo (SP).
Capa do single ‘O circo da alegria’, de Péricles com Patati Patatá e a dupla Maria Helena
Henrique Delaterra / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Coletivo Pra Gira Girar lança álbum que reverbera legado do grupo Os Tincoãs

Alan de Deus (à esquerda), Álvaro Lancellotti (de camiseta), Pedro Costa e Michele Leal integram o núcleo central do coletivo Pra Gira Girar
Felipe Oneill / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um após as edições dos singles “Atabaque chora” (2025) e “Deixa a gira girar” (2025), lançados em outubro e novembro do ano passado, respectivamente, o coletivo Pra Gira Girar apresenta em 30 de outubro o primeiro álbum, “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs”, pelo selo Amor in Sound.
Com capa que expõe arte de Ilana Paterman Brasil, o álbum reúne 12 músicas extraídas da discografia dos Os Tincoãs, grupo baiano formado em Cachoeira (BA) em 1960 e projetado na década de 1970 com música afro-brasileira de grande carga ancestral e espiritual.
O álbum “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs” foi gravado com produção musical orquestrada por Mario Caldato com a colaboração do baixista Alexandre Kassin. O núcleo central do coletivo Pra Gira Girar é composto pelo mentor do grupo, Alvaro Lancellotti (voz), com Alan de Deus (voz), Michele Leal (voz) e Pedro Costa (guitarra).
O repertório do álbum inclui músicas como “A força da Jurema” (Mateus Aleluia, Dadinho e Heraldo Bozas, 1973), “Cordeiro de Nanã” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1977), “Lamento às águas” (Mateus Aleluia e Dadinho, 1977) , “Na beira do mar” (Mateus Aleluia e Dadinho, 1973), “Oxossi te chama” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1975) e “Salmo” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1975).
Além do quarteto integrante do núcleo central, o álbum “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs” foi gravado com as adesões de Kassin (baixo, além da coprodução), Anna Magalhães (percussão), Diogo Gomes (trompete) e Zé Manoel (piano e voz). O percussionista Zero Awá (1957 – 2025) completa in memoriam a ficha técnica do disco, editado em LP.
O álbum decorre da boa receptividade do show apresentado pelo coletivo para reverenciar os Tincoãs. “Esse disco é uma consequência do show, nada tínhamos planejado. No entanto, entendemos que essa obra era riquíssima e que pouca gente viu Os Tincoãs em cena. Eles não fizeram tantas aparições como banda e também pertencem a uma geração muito antiga. Houve, então, uma vontade muito genuína de reapresentá-los”, explica Alvaro Lancellotti.
Capa do álbum ‘Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs’, do coletivo carioca Pra Gira Girar
Arte de Ilana Paterman Brasil

Fonte: G1 Entretenimento

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MC PH é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (14)

MC PH é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (14) Cantor é o convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Pretty Little Liars’ é agredido durante assalto: ‘Ameaçaram me matar por um relógio’

Ator de ‘Pretty Little Liars’ é agredido durante assalto: ‘Ameaçaram me matar por um relógio’
Reprodução
O ator Keegan Allen compartilhou um vídeo em seu perfil no Instagram relatando um assalto à mão armada. Conhecido por interpretar Toby Cavanaugh na série “Pretty Little Liars”, ele contou que os criminosos levaram seu relógio depois de golpeá-lo várias vezes na cabeça.
“West Hollywood não é mais segura. Fui assaltado sob a mira de uma arma e de uma faca por dois jovens que ameaçaram me matar por causa do meu relógio, e teriam feito isso! Deus disse não esta noite. Minha vida por um relógio”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Árbitro de 75 anos morre após golpe proibido durante luta livre no México; lutador é detido

Árbitro de 75 anos morre durante luta livre no México após golpe proibido; lutador é detido
Reprodução/Redes Sociais
Um árbitro de 75 anos morreu durante uma apresentação de luta livre em Mineral de la Reforma, no estado de Hidalgo, no México. O lutador independente Hijo de Fishman foi detido após o episódio e é investigado pela morte de Gerardo Germán Pineda, conhecido como El Búho.
As informações foram divulgadas por veículos de notícias mexicanos. Segundo relatos, o lutador teria aplicado no árbitro um “martinete”, manobra de alto risco proibida por diversas comissões de luta livre do México.
O caso ocorreu na madrugada de quarta-feira (7) no Centro Deportivo Cultural 11 de Julio.
O que aconteceu
De acordo com relatos de veículos de notícias mexicanos, o incidente ocorreu durante a luta principal do evento, que tinha Hijo de Fishman e Máscara Sagrada NG entre os participantes.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, Hijo de Fishman aparece em uma interação com Máscara Sagrada NG, enquanto Pineda faz a contagem do combate. Em seguida, o árbitro se aproxima do lutador e o empurra. Fishman, então, agarra Pineda, coloca-o de cabeça para baixo e o joga contra a lona.
Após a queda, o árbitro demonstra dor e tenta se levantar, mas não consegue. O lutador retorna para perto de Máscara Sagrada NG, e a gravação termina pouco depois.
Segundo relatos da imprensa mexicana, Pineda permaneceu imóvel no ringue por alguns minutos, até que a equipe médica foi acionada.
As primeiras informações divulgadas pela imprensa apontam que a morte estaria relacionada à aplicação de um “martinete”, manobra de alto risco em que o oponente é colocado de cabeça para baixo e projetado contra a lona. O golpe é conhecido pelo risco de provocar lesões graves na região cervical.
Lutador foi detido
Hijo de Fishman foi detido em 7 de outubro.
A Procuradoria-Geral de Justiça do estado de Hidalgo investiga o caso como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
Após o episódio, o local onde o evento foi realizado foi parcialmente interditado. Segundo relatos de veículos locais, o espaço não teria a autorização necessária para realizar a apresentação.
Hijo de Fishman
Reprodução/Redes Sociais
Empresa divulga comunicado
A El Patrón Espectáculos, empresa envolvida na realização de eventos de luta livre, divulgou um comunicado em 7 de outubro lamentando a morte do árbitro.
Na nota, a organização afirmou que está acompanhando o caso e que providenciou assistência e acompanhamento jurídico para Hijo de Fishman, para que o processo seja conduzido conforme a lei e perante as autoridades competentes.
A empresa também informou que seu advogado e representante legal mantém contato com a família de Gerardo Germán Pineda e com os representantes legais dela.
O comunicado ressalta que o processo legal continua em andamento. Por isso, a empresa afirmou que não divulgará informações adicionais que possam interferir nas investigações ou antecipar conclusões sobre os fatos.
“Lamentamos profundamente a perda de uma vida e expressamos nossa solidariedade a seus familiares, amigos e companheiros do meio da luta livre”, diz a nota.
O caso segue sob investigação das autoridades mexicanas.
Agora no g1
Quem era El Búho
Gerardo Germán Pineda tinha 75 anos e construiu uma trajetória na luta livre mexicana. Antes de trabalhar como árbitro, atuou como lutador sob o nome de El Búho Negro II.
Pineda passou cerca de 15 anos lutando antes de assumir a função de árbitro na Arena Afición, em Pachuca, no estado de Hidalgo. Ao longo da carreira, acompanhou combates de nomes conhecidos da modalidade.
Gerardo Germán Pineda tinha 75 anos e construiu uma trajetória na luta livre mexicana
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento