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‘Ladrão’, ‘caganeira’, ‘falta de respeito’: o que disseram Gusttavo Lima e prefeito após novo adiamento de show em Surubim


Prefeito chama Gusttavo Lima de ‘ladrão’ após cantor adiar show e alegar diarreia
Gusttavo Lima se envolveu numa polêmica após adiar, pela segunda vez, o show que faria no São João de Surubim, no Agreste de Pernambuco. Ele justificou a ausência na apresentação que aconteceria no sábado (27) dizendo que estava com uma “diarreia absurda”. Horas antes, entretanto, cantou no Pátio do Forró, principal palco de shows de São João em Pernambuco, em Caruaru.
O caso gerou uma sequência de acusações. O artista foi chamado de “ladrão” pelo prefeito da cidade, Cleber Chaparral (União Brasil), que subiu ao palco (veja vídeo acima) e cobrou a devolução do dinheiro pago pelo concerto. Gusttavo Lima, que é um dos artistas mais bem pagos do São João de Pernambuco, recebeu R$ 1,353 milhão para a apresentação.
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Inicialmente, Gusttavo Lima se apresentaria em Surubim no dia 18 de junho. A equipe do cantor pediu para adiar o show, que aconteceria no sábado. Depois da polêmica com o prefeito, o cantor cancelou a apresentação.
Mas, segundo a prefeitura, devolveu somente o valor bruto do contrato, sem contar impostos e responsabilidades pela não realização da apresentação.
Veja o que disseram Gusttavo Lima, o prefeito Cleber Chaparral e a prefeitura:
Cleber Chaparral e Gusttavo Lima
Reprodução/Instagram
“Caganeira”
No Instagram, Gusttavo Lima pediu desculpas pela ausência, informou que estava doente e pediu que os moradores esperassem para um show em uma nova data.
“Galera de Surubim, mil desculpas por não comparecer ao show de hoje. Intoxicação alimentar. Traduzindo, caganeira mesmo. Tô numa diarreia absurda, fraco, suando frio”, disse.
“Ladrão” e “falta de respeito”
Logo após a notícia do segundo adiamento, o prefeito Cleber Chaparral subiu ao palco, reclamou e xingou Gusttavo Lima.
“É um ladrão de consciência, é um ladrão de dinheiro do povo. Gusttavo, para tu ser um homem, pega logo e devolve o dinheiro da prefeitura de Surubim. Tu não precisa de dinheiro da prefeitura, tu sois rico. Tu tem para dar e para emprestar, mas devolve logo, cumpre logo com teus compromissos”, disse o prefeito.
Chaparral também ameaçou reter o caminhão com os equipamentos de Gusttavo Lima caso o cachê não fosse devolvido à cidade. Também pediu que o cantor se retratasse com os fãs nas redes sociais.
“Eles vieram para aqui para ver você. Não foi para vir me ver, não. Foi para ouvir suas músicas. E você falta com respeito com o povo que está nessa noite aqui”, afirmou.
“Medidas administrativas e jurídicas”
No domingo (28), a prefeitura de Surubim divulgou uma nota nas redes sociais em que declarou que a Balada Eventos e Produções, fundada por Gusttavo Lima, devolveu o cachê apenas parcialmente. O valor restituído não foi divulgado.
Segundo a gestão, além de ser parcial, o valor não inclui impostos pagos e nem multas previstas em caso de descumprimento do contrato. Disse, ainda, que pretende ir à Justiça.
“O município atuará com firmeza para defender o povo, o dinheiro público e o respeito que a nossa cidade merece. A devolução parcial não encerra o caso. Serão adotadas as medidas administrativas e jurídicas cabíveis, com observância ao contrato, à legislação, ao contraditório e à ampla defesa. Surubim merece respeito. A prefeitura seguirá em defesa da população”, finaliza a nota.
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Fonte: G1 Entretenimento

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De ator a empreendedor: ele criou cabine acústica portátil e fatura R$ 15 mil por mês


Cabine acústica portátil vira negócio e atende nicho de profissionais de voz
O que começou como uma solução improvisada durante a pandemia se transformou em um negócio para o ator e engenheiro de som Diego Rodda, em São Paulo.
Ao precisar gravar dublagens fora de estúdios profissionais, ele desenvolveu uma cabine acústica portátil — hoje vendida para locutores, dubladores e músicos. A ideia nasceu da necessidade.
Com produções exigindo gravações remotas, Diego decidiu criar uma estrutura compacta que garantisse qualidade sonora dentro de casa. Em cerca de 25 dias, ele desenvolveu o primeiro modelo.
“Eu sempre projetei cabines grandes para estúdios, mas nunca tinha reduzido. Resolvi estudar mais a fundo e criar uma solução que fosse leve e portátil”, afirma.
De ator a empreendedor: ele criou cabine portátil e fatura com áudio
Reprodução/PEGN
Com investimento inicial de cerca de R$ 4 mil, o protótipo evoluiu rapidamente. A primeira encomenda veio por indicação de uma colega — e foi o ponto de virada para transformar a ideia em negócio.
Hoje, as cabines são personalizadas conforme o ambiente e o tipo de uso, com preços a partir de R$ 1.800. Há diferentes modelos, desde versões abertas até estruturas com maior isolamento acústico, além de opções compactas para mesa.
Diego concentra todas as etapas do negócio: cria, fabrica, vende e atende os clientes. A divulgação é feita principalmente no boca a boca, estratégia que já resultou na venda de 55 unidades em 2025 e faturamento médio de cerca de R$ 15 mil por mês.
“Hoje vale a pena financeiramente. A cada cabine, eu penso em como reduzir custos e facilitar para o cliente”, diz.
A portabilidade é um dos principais diferenciais. As cabines podem ser montadas por uma única pessoa em poucos minutos e transportadas com facilidade, o que amplia o uso em diferentes ambientes.
Com a demanda crescente, o empreendedor planeja expandir a operação e contratar funcionários. Para ele, o negócio é resultado direto da necessidade de criar soluções. “A criatividade vem da necessidade. Quando você precisa, você cria”, afirma.
De ator a empreendedor: ele criou cabine portátil e fatura com áudio
Reprodução/PEGN
De ator a empreendedor: ele criou cabine portátil e fatura com áudio
Reprodução/PEGN
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Fonte: G1 Entretenimento

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Por que Cabo Verde é um refúgio para a comunidade LGBTQIA+ na África


Moradores de Praia, capital de Cabo Verde, celebram o empate ante a Espanha na Copa do Mundo com bandeiras de seu país e uma do Brasil, em 15 de junho de 2026.
Danilson Sequeira/ Reuters
Leonardo acredita ter “muita sorte de ter nascido em Cabo Verde”, um refúgio de tolerância na África, onde as leis contra a comunidade LGBTQIA+ estão cada vez mais repressivas.
“A maquiagem tem um grande poder, e eu adoro quando transformo as pessoas, ou quando me transformo”, diz este maquiador profissional de 29 anos à AFP com um sorriso enquanto dá os retoques finais no visual de uma cantora para um videoclipe.
“É uma paixão minha desde pequeno; sempre fui fascinado pela feminilidade”, acrescenta “Léo”, como é conhecido em Mindelo, a segunda maior cidade do arquipélago, na ilha cabo-verdiana de São Vicente, onde pode viver livremente sua homossexualidade.
Ele reconhece prontamente que tem “muita sorte de ter nascido em Cabo Verde”. “Aqui estamos mais seguros do que em muitos outros países”, afirma.
A homossexualidade é legal em Cabo Verde desde 2004 e a discriminação no emprego com base na orientação sexual é proibida desde 2008.
Segundo o índice Equaldex, que avalia direitos, leis e opinião pública em todo o mundo, o arquipélago é atualmente o país mais acolhedor da África para a comunidade LGBTQIA+, à frente da África do Sul.
Em contraste com Cabo Verde, o Senegal aprovou em março uma lei que dobra as penas para relações homossexuais, de cinco para dez anos de prisão, em meio a uma série de prisões por denúncias de homossexualidade.
Mais de 30 países ou territórios africanos têm penas de prisão que podem ser muito severas. Entre as dez ilhas do arquipélago, São Vicente abriga a maior comunidade LGBTQIA+ do país.
Paraíso?
A prova de que o arquipélago é uma exceção na África reside em uma cena inusitada que ocorreu no final de maio em Mindelo.
Durante duas noites, três atores de teatro – Walter, Alessandro e Stephan – apresentaram uma peça para uma plateia de dezenas de pessoas.
A peça retratava as dificuldades, a rejeição homofóbica por parte de algumas famílias e os casos de violência sofridos por três travestis no bairro de Fonte Filipe, em Mindelo, onde vive um grande número de pessoas LGBTQIA+.
Além de dançarino e ator, Walter Pires, de 37 anos, é professor de educação física em Santo Antão, uma ilha próxima a São Vicente. Abertamente gay, ele afirma não se sentir discriminado em Santo Antão e que é respeitado por seus alunos.
“Hoje vivemos quase no paraíso (em Cabo Verde), as novas gerações são mais abertas e respeitosas, mas isso só aconteceu depois de muito trabalho de conscientização”, destaca.
“No passado, houve abusos, e muitos dos nossos amigos foram expulsos de casa ou perderam o emprego”, afirma.
Essa é a situação vivida por Sindji Cawinny, de 29 anos, que é transgênero e se encontrou com a AFP em Mindelo, sua cidade natal. Depois de sofrer preconceito do dono do restaurante onde trabalhava, ela atua por conta própria com eventos e aulas de passarela para concursos de beleza.
“Percebi que, se eu for um homem gay que se veste como homem, é mais fácil conseguir um emprego; gostaria de continuar com minha vida transgênero, mas estou resignada”, afirma.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Farofa Carioca põe o samba-funk em campo para tentar fazer gol com single ‘Seleção Brasileira’


Capa do single ‘Seleção Brasileira’, de Farofa Carioca
Reprodução / Capa do single ‘Seleção Brasileira’
♫ CRÍTICA DE SINGLE
Título: Seleção Brasileira
Artista: Farofa Carioca
Cotação: ★ ★ ★
♬ Grupo que revelou Seu Jorge na década de 1990 com a edição do álbum “Moro no Brasil” (1998), Farofa Carioca continua em campo. De olho no lance, a banda aproveita a estreia do Brasil na fase mata-mata da Copa do Mundo de 2026 e promove single inédito “Seleção Brasileira”, em rotação desde 12 de junho.
Para sobressair no escrete musical da competição, Farofa Carioca entra em campo com o suingue do samba-funk em gravação feita com produção musical de Gabriel Moura.
Assinada por Moura e pelos demais integrantes do grupo (Mario Broder, Bertrand Doussain, Carlos Moura, Sergio Granha, Valmir Ribeiro, Sandrinho Carioca e Wellington Coelho), a composição “Seleção Brasileira” bate na trave ao relacionar clichês em versos como “Quero ver quem vai poder nos segurar / Somos todos Brasil / Bota a bola na rede / O povo inteiro entra em campo pra jogar”.
Contudo, a batida do samba-funk joga a favor do single turbinado com clipe concebido e produzido pelo VJ Ricardo Muralhex para celebrar a mistura que caracterizava o povo brasileiro entre imagens de estúdio, takes captados em externas e imagens geradas por IA.
O arranjo de metais Davi Salvatierra também conta pontos e faz com que, ao fim dos dois minutos e 20 segundos da gravação, seja positivo o saldo do single “Seleção Brasileira”.
Capa do single ‘Seleção Brasileira’, de Farofa Carioca
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Ariga Tchan’, ‘Passinho do Japonês’… torcedores resgatam músicas sobre o Japão em dia de jogo do Brasil


Sheila mello e Scheila carvalho no clipe de ‘Ariga Tchan’
YouTube
⚽É tudo ou nada. Nesta segunda-feira (29), Brasil e Japão se enfrentam no mata-mata da Copa do Mundo de 2026.

E, desde que o confronto foi definido, torcedores têm resgatado nas redes sociais músicas que fazem referência ao país asiático para entrar no clima da partida…
A maioria delas, claro, acompanhadas de comentários bem-humorados do tipo: “Preparando esse hit pra tocar depois que o Brasil ganhar do Japão”.
Ou, ainda, ironizando as letras e os clipes: “O assunto da música: Japão. Figurinos: chineses. Local de gravação: São Paulo. Gestos: tailandeses”.
De “Ariga Tchan”, do É o Tchan, ao “Passinho do Japonês”, de MC Loma e as Gêmeas Lacração, o g1 relembra músicas que fizeram sucesso citando o país asiático. Confira abaixo.
👘 É o Tchan – Ariga Tchan (1998)
No fim dos anos 1990, o É o Tchan era o momento.
A banda baiana dominava as paradas com suas dancinhas antes mesmo da cultura de dancinhas de TikTok existir.
Em 1998, o grupo lançou “Ariga Tchan”, música que misturava expressões em japonês com o ritmo do axé.
O clipe acompanha duas crianças japonesas tentando ligar a televisão para assistir ao grupo. O refrão repete palavras conhecidas do idioma, como “arigatô” (“obrigado”) e “sayonara” (“até logo”).
A dança é fácil não tem bicho papão
Vem lá da Ásia, vem das bandas do Japão
O latino-americano, o Tchan do Brasil
Chega ensinando pra quem nunca viu
Às vésperas do jogo contra o Japão, a ex-dançarina do grupo, Sheila Mello, entrou na brincadeira e publicou um vídeo reproduzindo a coreografia oficial.
Na legenda, escreveu: “E eu tenho certeza de que, para muitos brasileiros, o primeiro ‘hino japonês’ que aprenderam foi o Arigatchan do É O Tchan”.
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🎌 Os Magrinhos – Japonesa (2005)
‘”E aí, japonesa!”. Foi assim que o grupo carioca de funk Os Magrinhos iniciou a apresentação de “Japonesa”, um dos sucessos do “DVD Furacão 2000: Twister”, lançado em 2005.
A faixa ganhou espaço nos bailes funk da época e segue viva na internet. até hoje. No YouTube, o registro da apresentação ao vivo acumula cerca de 700 mil visualizações.
Na letra, a personagem é apresentada como uma mulher que “veio lá do Japão para abalar aqui no Brasil” e chama atenção por sua beleza.
Ela veio lá do Japão para abalar aqui no Brasil
Ela é muito bonita podes crer que ninguém viu
⛩️ Banda Kamikaiser – Melô do DragonBall (2015)
‘Melot do Dragon Ball’ foi gravado pela Banda Kamikaiser
Reprodução/Redes Sociais
Em setembro de 2015, a banda baiana Kamikaiser, liderada pelo vocalista Tito Baiano, lançou a “Melô do Dragon Ball”.
Composição de Beca Nascimento, de Feira de Santana, a música se inspira no universo do anime Dragon Ball, um dos desenhos japoneses mais populares entre as crianças brasileiras nos anos 1990.
A faixa mistura referências aos personagens e expressões da animação com o ritmo do pagode baiano e aposta em versos de duplo sentido, marca registrada do gênero.
Que eu vou botar no seu Goku ku ku
Porque eu sou Super Sayajin jin jin
Pegue no kamehameha há há
Que eu vou botar na genkidama, vai
🍣MC Loma e as Gêmeas Lacração – Passinho do Japonês (2018)
Capa do single “Passinho do Japonês” de Mc Loma e as Gêmeas Lacração.
Divulgação
Lançado em março de 2018, “Passinho do Japonês”, de MC Loma e as Gêmeas Lacração, também entrou na lista de músicas brasileiras que fazem referência ao Japão.
No clipe, as irmãs Mariely e Mirella aparecem caracterizadas como garçonetes em um restaurante japonês.
Durante a história, elas dizem que estão trabalhando no Japão, enquanto a produção reúne elementos associados ao país em tom de humor.
No refrão, a música mistura a expressão japonesa “arigatô” (“obrigado”) com o ritmo do funk:
Arigatô, arigatô
Arigatô, agilizou
Arigatô, ariga
Vai remexendo esse popô.
Às vésperas do duelo entre Brasil e Japão, Mirella e Mariely apareceram nos stories do Instagram relembrando a música de seis anos atrás.

Fonte: G1 Entretenimento

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Prefeito chama Gusttavo Lima de ‘ladrão’ após cantor adiar show pela segunda vez e alegar ‘diarreia absurda’; VÍDEO


Prefeito chama Gusttavo Lima de ‘ladrão’ após cantor adiar show e alegar diarreia
O prefeito de Surubim, no Agreste, Cleber Chaparral (União Brasil) chamou Gusttavo Lima de “ladrão” após o cantor adiar pela segunda vez o show que faria na cidade durante a programação das festas juninas. O artista, que recebeu R$ 1,353 milhão para a apresentação, alegou “diarreia absurda” para suspender o evento.
Depois da polêmica, Gusttavo Lima cancelou o show. Mas, segundo a prefeitura, devolveu somente o valor bruto do contrato, sem contar retenções tributárias e responsabilidades pela não realização da apresentação. O valor devolvido não foi divulgado.
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Inicialmente, Gusttavo Lima se apresentaria em Surubim no dia 18 de junho. Depois, adiou para o sábado (27), mas cancelou o show no mesmo dia. Horas antes, entretanto, se apresentou no Pátio do Forró, principal palco de shows de São João em Pernambuco, em Caruaru, também no Agreste.
No Instagram, ele informou que estava doente e pediu que os moradores esperem para uma nova data.
“Galera de Surubim, mil desculpas por não comparecer ao show de hoje. Intoxicação alimentar. Traduzindo, caganeira mesmo. Tô numa diarreia absurda, fraco, suando frio”, disse.
Em seguida, o prefeito Cleber Chaparral subiu ao palco e reclamou.
“É um ladrão de consciência, é um ladrão de dinheiro do povo. Gustavo, para tu ser um homem, pega logo e devolve o dinheiro da prefeitura de Surubim. Tu não precisa de dinheiro da prefeitura, tu sois rico. Tu tem para dar e para emprestar, mas devolve logo, cumpre logo com teus compromissos”, disse o prefeito.
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Chaparral também disse que, enquanto o dinheiro não fosse devolvido, o caminhão com os equipamentos de Gusttavo Lima não sairia da cidade.
“Está na minha responsabilidade. Agora só sai daqui quando tu te retratar. Te retrata. Vai para a rede social e te retrata, que esse povo, porque eles vieram para aqui para ver você. Não foi para vir me ver, não. Foi para ouvir suas músicas. E você falta com respeito com o povo que está nessa noite aqui”, afirmou.
Posteriormente, a prefeitura de Surubim divulgou uma nota nas redes sociais em que declarou que a Balada Eventos e Produções, fundada por Gusttavo Lima, devolveu o valor parcialmente.
“A restituição, contudo, não corresponde ao valor integral da contratação, pois ainda serão apurados os valores referentes as retenções tributárias realizadas no pagamento, além das responsabilidades pela não realização do show”, diz a nota.
A prefeitura também lamentou o ocorrido e disse que “os maiores prejudicados foram todas as pessoas que compareceram, por duas vezes, para assistir à apresentação do cantor, aguardando a realização do show e tendo sua expectativa frustrada”.
“O município atuará com firmeza para defender o povo, o dinheiro público e o respeito que a nossa cidade merece. A devolução parcial não encerra o caso. Serão adotadas as medidas administrativas e jurídicas cabíveis, com observância ao contrato, à legislação, ao contraditório e à ampla defesa. Surubim merece respeito. A prefeitura seguirá em defesa da população”, finaliza a nota.
Cleber Chaparral e Gusttavo Lima
Reprodução/Instagram
VÍDEOS: mais vistos de Pernambuco nos últimos 7 dias

Fonte: G1 Entretenimento

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A vida de Paulo Gustavo é um musical espetacular com ‘Fascinação’, sambas, funk, risos e muito orgulho LGBTQIA+


Espetáculo ‘Meu filho é um musical’ mostra o casamento de Paulo Gustavo (1978 – 2021) com Thales Bretas
Reprodução / Instagram ‘Meu filho é um musical’
♫ CRÍTICA DE MUSICAL DE TEATRO
Título: Meu filho é um musical
Dramaturgia: Fil Braz
Direção: João Fonseca e Ju Amaral
Direção musical: Tony Lucchesi
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Em 2006, o ator e roteirista Paulo Gustavo (30 de outubro de 1978 – 4 de maio de 2021) dramatizou com o humor o cotidiano familiar com a mãe, Déa Lúcia, e com a irmã, Ju Amaral, em “Minha mãe é uma peça”, solo que deu projeção nacional ao artista fluminense na pele de Dona Hermínia, personagem inspirada em Déa.
Vinte anos depois, a vida extraordinária de Paulo Gustavo é um musical em cartaz no Teatro Multiplan, no Rio de Janeiro (RJ). Idealizado por Déa Lúcia e Ju Amaral, “Meu filho é um musical” é espetáculo que narra a trajetória do ator da infância em Niterói (RJ) ao casamento (já rico e famoso) com Thales Bretas em narrativa interrompida com a morte precoce de Paulo Gustavo há cinco anos, vítima de covid-19, aos breves 41 anos.
Pela dramaturgia ter sido construída por Fil Braz, roteirista que trabalhava com Paulo Gustavo, o musical soa em fina sintonia com a obra e o espírito do homenageado. Tem obviamente risos ao longo das três horas de espetáculo, mas “Meu filho é um musical” passa longe do humor popular de uma sitcom como “Vai que cola”, estrelada por Paulo e por sinal sequer mencionada no texto de Fil Braz.
O espetáculo faz a elegia paradoxalmente alegre (mas inevitavelmente melancólica no fim) de uma vida que fez do riso uma resistência, inclusive contra a homofobia. Houve orgulho LGBTQIA+ na vida de Paulo Gustavo e ele é manifestado no palco porque o ator se revelou gay desde antes da fama e sofreu o preconceito do mercado audiovisual quando, após o sucesso de “Minha mãe é uma peça”, o artista tentou dar sequência à trajetória profissional. O musical mostra que Paulo Gustavo somente deu certo porque cavou as próprias chances no teatro e no cinema sendo ele mesmo, um ator esfuziante com timing preciso de comédia.
Sob direção de João Fonseca e Ju Amaral, “Meu filho é um musical” flui de forma espetacular, escorado no talento do elenco principal. João Pedro Chaseliov e Pierre Baitelli se revezam nas setes sessões semanais – apresentadas de quarta-feira a domingo, com sessões duplas nos fins de semana – na pele de Paulo Gustavo (o crítico do g1 assistiu ao espetáculo em sessão protagonizada por Baitelli, mas Chaseliov atinge o mesmo nível de excelência do colega, a julgar por vídeos em rotação nas redes sociais).
Coprotagonista, Dona Déa é interpretada de forma exemplar pela atriz e cantora Stella Maria Rodrigues, sendo que, em alguma sessões, a própria Déa entra em cena no início e no fim, abrindo o espetáculo com o canto de “Fascinação” (Fermo Dante Marchetti e Maurice de Féraudy, 1905), valsa-canção ouvida na versão em português escrita por Armando Louzada (1908 –1986), apresentada em 1943 na voz do cantor Carlos Galhardo (1913 – 1985) e amplificada há 50 anos em gravação feita em 1976 por Elis Regina (1945 – 1982).
Já perto do fim, Déa volta e canta com Stella Maria Rodrigues os sambas “Camisa amarela” (Ary Barroso, 1939) e “Exaltação à Mangueira” (Enéas Brites da Silva e Aloísio Augusto da Costa, 1955), número em que as luzes do palco ficam verde e rosa.
No geral, “Meu filho é um musical” é espetáculo iluminado pelas cores do arco-íris, inclusive pelas menções orgulhosas ao fato de Ju Amaral ser lésbica. Aliás, merece aplausos a composição de Castorine como Ju. A atriz reproduz em cena a energia e o jeito da irmã de Paulo Gustavo.
Com exceção das músicas cantadas por Dona Déa, o elenco interpreta trilha sonora original, composta para o espetáculo por Daniel Salve e orquestrada sob direção musical de Tony Lucchesi. A trilha abarca o funk cantado por Dona Hermínia na reprodução da encenação de trecho de “Minha mãe é uma peça”.
Emoldurado pelo cenário de Nello Marrese, adornado por pilastras de arquitetura grega, o elenco se afina ao longo de dois atos estruturados em 25 ambientes cênicos, dando vida aos personagens sem traços caricaturais, mas com refinados trabalhos de composição.
Se o primeiro mostra o nascimento de Paulo Gustavo como ator, profissão que deu norte ao artista após períodos de desorientação existencial e profissional, o segundo foca no surgimento da estrela que arrastou milhões de brasileiros às salas de cinema com os três filmes da franquia “Minha mãe é uma peça”.
Embora focada na narrativa familiar e profissional do ator, evidenciando os laços familiares que jamais foram cortados por Paulo Gustavo com a chegada da fama e do dinheiro, a dramaturgia de Phil Braz põe em cena, de forma episódica, personagens da série de TV “220 volts” – apresentada por Paulo Gustavo de 2011 a 2016 no Canal Multishow – como Maria Enfisema (hilária na interação com o público no fim do intervalo entre os dois atos) e Senhora dos Absurdos.
Com roteiro que molda em cena um retrato generoso do ator, mas não a ponto de santificar o artista, “Meu filho é um musical” é espetáculo que cumpre bem a função de entreter, emocionar e ressaltar o qual diferenciada foi a vida assumida e orgulhosamente gay de Paulo Gustavo.
Pierre Baitelli, Déa Lúcia (ao centro) e Stella Maria Rodrigues na sessão de sábado, 27 de junho, do espetáculo ‘Meu filho é um musical’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Me acho linda, me acho gostosa’: Ana Maria Braga fala sobre autoestima aos 77 anos


“Me acho linda, me acho gostosa”; diz Ana Maria Braga, no novo episódio de Pode Perguntar
Em um encontro marcado por emoção, reflexões e histórias de vida, a apresentadora Ana Maria Braga participou do quadro “Pode Perguntar”, no qual pessoas autistas tiveram a oportunidade de fazer perguntas diretamente à comunicadora. Durante a conversa, ela relembrou dificuldades financeiras, falou sobre a criação do personagem Louro José, comentou sua luta contra o câncer e deixou mensagens sobre autoestima, relacionamentos e empatia.
Veja a entrevista completa no vídeo acima.
Fuga de casa
Durante a conversa, Ana Maria relembrou as dificuldades que enfrentou ao deixar a casa dos pais para estudar.
Ela contou que o pai era contra sua mudança e desejava que ela permanecesse na cidade natal, trabalhando como professora e constituindo família.
“Eu fugi de casa porque queria estudar e fui sem grana. Passei uns perrengues aí, mas que serviram muito para a minha vida toda.”
Como nasceu o Louro José
Ao responder uma pergunta sobre o personagem mais famoso de sua carreira, Ana Maria explicou que o Louro José surgiu de uma tentativa de conquistar o público infantil nas manhãs da TV.
“Precisava ser um bicho que falasse. Papagaio fala, né? Aí eu fiz um rabiscão de como seria esse tal papagaio.”
Ela também relembrou a participação de Tom Veiga, intérprete original do personagem.
“Ele começou com muita relutância e virou o Tom Veiga, que ficou comigo quase 25 anos.”
A apresentadora ainda se emocionou ao ouvir relatos de pessoas que cresceram assistindo às brincadeiras entre ela e o Louro José.
‘Foi um dos piores erros da minha vida’
Questionada sobre o hábito de fumar, Ana Maria disse que começou ainda jovem, quando o cigarro era visto como algo elegante.
“Eu comecei a fumar e foi um dos piores erros da minha vida. O cigarro acaba com o seu organismo, acaba com a sua saúde.”
Ela revelou que abandonou o vício após uma cirurgia.
“Eu saí da mesa de cirurgia e tomei uma decisão. Não posso continuar sendo burra como estou sendo. Eu quero ver meus netos crescerem. Quero continuar com esse casamento que me dá felicidade. Então, para isso, precisava parar de fumar. Eu decidi viver.”
Segundo a apresentadora, ela está sem fumar há quase quatro anos.
A luta contra o câncer
Ana Maria também falou sobre os cinco diagnósticos de câncer que enfrentou ao longo da vida e deixou uma mensagem para pessoas que receberam recentemente a notícia da doença.
“Quando a gente recebe um diagnóstico desse pela primeira vez, é muito impactante.”
Ela contou que passou a encarar o tratamento como uma batalha.
“Meu médico disse: ‘Você está entrando numa guerra. Seus soldados são as suas células’. Eu aprendi a conversar com o meu corpo, a conversar com as minhas células.”
Ana Maria afirmou que nunca evitou falar sobre a doença.
“Eu não tenho medo de falar a palavra câncer, porque inimigo a gente encara de frente.”
A apresentadora atribuiu sua recuperação à combinação entre tratamento médico, fé e apoio do público.
‘Eu me acho linda’
Outro momento que chamou atenção foi quando Ana Maria respondeu a uma pergunta sobre autoestima e envelhecimento.
“Eu nunca me olhei no espelho e falei: ‘Nossa, eu não estou bonita’. Eu me acho linda, me acho gostosa, me acho uma pessoa legal.”
Ela também comentou as críticas que recebe nas redes sociais por continuar trabalhando aos 77 anos.
“Às vezes eu leio: ‘Essa velha está aí fazendo o quê? Por que não se aposentou ainda?’. Eu vou parar de trabalhar quando eu quiser. A opinião do outro para mim não muda absolutamente nada.”
A apresentadora disse que aprendeu, ao longo dos anos, a não permitir que julgamentos externos definam sua felicidade.
Conselho para quem procura um amor
Ao ser questionada sobre relacionamentos, Ana Maria defendeu que as pessoas estejam abertas para novas experiências.
Ela afirmou que o primeiro passo é se permitir conhecer o outro e criar conexões verdadeiras.
“Se tem uma coisa boa na vida é namorar. Tem gente que diz que quer namorar, mas não se abre para a vida. Tem que se abrir para a vida, para o amor entrar.”
‘Empatia é a palavra principal’
Na última pergunta da entrevista, sobre acolhimento e respeito às diferenças, Ana Maria resumiu sua visão em uma única palavra.
“Empatia é a palavra principal. A vida às vezes ensina duramente o quanto fez falta entender o outro.”
“Me acho linda, me acho gostosa”; diz Ana Maria Braga, no novo episódio de Pode Perguntar
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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Tatá Werneck e Sandra Annenberg se encontram após imitação viral: ‘Estou diante de um espelho’


Uma entrevista muito elegante: Tatá Werneck encontra Sandra Annenberg
Sandra Annenberg e Tatá Werneck protagonizaram um encontro especial exibido pelo Fantástico neste domingo (28). A jornalista conheceu de perto a versão criada pela humorista, que viralizou nas redes sociais ao reproduzir trejeitos, gestos e a forma característica de apresentar reportagens do Globo Repórter. Veja no vídeo acima.
A surpresa começou com Tatá surgindo caracterizada como Sandra, incluindo figurino, cabelo e bordões inspirados na apresentadora. Ao ver a imitação de perto, a jornalista entrou na brincadeira.
“Eu estou diante de um espelho!”, reagiu Sandra, arrancando risadas durante o encontro.
Ao longo da conversa, Tatá falou sobre a admiração que sente pela colega de emissora e revelou que sempre teve receio de encontrá-la pessoalmente por considerá-la uma das maiores jornalistas do país.
“Eu sou tão fã dela. Sempre tive cerimônia com a Sandra”, afirmou a humorista.
Segundo Tatá, a personagem nasceu de forma espontânea durante a criação de cenas para o programa humorístico que apresenta ao lado de Eduardo Sterblitch. Ela contou que se inspirou não apenas na voz da jornalista, mas também na maneira como Sandra constrói imagens por meio das palavras.
“Ela dá imagens a cada palavra. Você vê o que ela está falando”, disse.
Sandra, por sua vez, elogiou a interpretação da humorista e afirmou que a versão criada por Tatá destaca características que ela mesma não percebe no dia a dia.
“A sua livre interpretação a meu respeito é brilhante, porque você destaca coisas de mim que, obviamente, eu não me dou conta”, comentou.
O momento mais emocionante veio quando Tatá ressaltou a trajetória profissional da jornalista e destacou a forma como ela construiu sua carreira ao longo de mais de três décadas na televisão. Visivelmente emocionada, Sandra lembrou que o maior reconhecimento para um comunicador é saber que seu trabalho alcança o público.
“O que a gente tem maior prazer na vida é quando quem está lá do outro lado chega para você e fala: ‘Adoro o seu trabalho'”, disse.
Tatá Werneck e Sandra Annenberg se encontram após imitação viral
Reprodução/TV Globo
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Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

É #FAKE que Taylor Swift e Camila Cabello foram vistas juntas na arquibancada de Brasil x Escócia na Copa; trata-se de montagem


Foto de Camila Cabello ao lado de Taylor Swift é montagem
g1
Circulam nas redes sociais fotos supostamente mostrando as cantoras Taylor Swift e Camila Cabello juntas na arquibancada do jogo entre Brasil e Escócia, disputado nesta quarta-feira (24) e válido pela terceira rodada do Grupo C. É #FAKE.
Selo Fake (Horizontal)
g1
🔴 Como são as fotos?
Desde quarta, publicações no X viralizaram por compartilhar “fotos” de Taylor Swift e Camila Cabello na arquibancada do Estádio de Miami. As cantoras aparecem com roupas e adereços das cores da bandeira brasileira.
Um desses posts, que passou de 4,5 milhões de visualizações, tem seguinte legenda: “Camila Cabello e Taylor Swift torcendo pelo Brasil. A seleção brasileira é pop”.
A descrição omite que as imagens são resultado de manipulação digital. Como comprovam os registros reais, Camila Cabello estava, sim, no estádio – mas acompanhada da mãe, Sinuhe Estrabao, e não deTaylor Swift (veja detalhes mais abaixo).
O Brasil venceu a Escócia por 3 a 0, garantindo o primeiro lugar do Grupo C. O próximo jogo da seleção será na segunda-feira (29), contra o Japão, pela primeira rodada de mata-mata no torneio.
⚠️ Por que É #FAKE?
As publicações fake compartilharam versões adulteradas de imagens que estão em uma reportagem do ge, publicada pouco antes do jogo de quarta, às 18h42. Nos registros verdadeiros, Camila está com a mãe.
Veja abaixo as imagens reais, publicada pelo ge:
Imagens mostram Camila Cabello ao lado da sua mãe durante jogo do Brasil contra a Escócia
ge
Veja, no infográfico a seguir, os indícios de manipulação:
Infográfico mostra detalhes de manipulação em fotos falsas de Taylor Swift ao lado de Camila Cabello vendo jogo do Brasil na Copa
Editoria de Arte/g1
“Efeito aura” – Contorno levemente embaçado ao tredor do ombro e do cabelo de Taylor Swift, sinal típico de recorte mal integrado ao fundo.
Fundo distorcido – Na versão fake, a linha reta ao fundo imagem aparece distorcida e borrada nas proximidades do rosto de Taylor Swift. Essa distorção não aparece na imagem real.
Textura incompatível – O rosto de Taylor Swift aparece muito mais definido, com mais nitidez, que o restante da imagem. A versão fake não condiz com a luz difusa e ligeiramente granulada do que está ao redor. Enquanto a pele de Camila tem texturas e sombras naturais da iluminação do ambiente, a face de Taylor parece “sobreposta” e ligeiramente artificial.
Letras inventadas – Símbolos do cordão do crachá de Taylor Swift não correspondem a caracteres reais, um traço típico da geração de textos feitos por inteligência artificial (IA).
Foto de Camila Cabello ao lado de Taylor Swift é montagem
g1
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Fonte: G1 Entretenimento