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Luzes, sombras e músicas de Angela Ro Ro inspiram os casos e contos à flor da pele de livro da série ‘Leia esta canção’


Angela Ro Ro (1949 – 2025) inspira os 41 textos reunidos por Marina Ruivo no terceiro volume da série ‘Leia esta canção’
Alexandre Moreira / Divulgação
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: Angela Ro Ro – Contos, canções, relatos & afins
Autor: Marina Ruivo (organização)
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ “ […] É tudo tão cheio de vida que se poderia dizer que essa pessoa viveu cem anos, e foram só trinta. Ro Ro se despe de tal forma que assusta, de tão real. Todo o desejo, a raiva, o grito, o vômito. Toda aquela ânsia de amar que faz parte do seu humano e que poucos ousam revelar”.
O pensamento da cantora Bárbara Eugênia sobre o primeiro álbum de Angela Maria Diniz Gonsalves (5 de dezembro de 1949 – 8 de setembro de 2025) – intitulado “Angela Ro Ro” e lançado em 1979 quando a artista tinha 30 anos – dá a pista do tom confessional e por vezes visceral dos textos reunidos no livro “Angela Ro Ro – Contos, canções, relatos & afins”, lançado neste mês de junho pela editora Garoupa.
Organizado por Marina Ruivo, o livro é o terceiro volume da série “Leia esta canção”, criada por Ruivo. Após volumes dedicados às obras dos compositores Beto Guedes e Ednardo em 2023 e 2024, a série põe em foco o cancioneiro em carne viva de Angela Ro Ro em livro que reúne 41 textos inspirados na vida louca vida e na obra da cantora, compositora e pianista carioca, falecida em setembro do ano passado, aos 75 anos.
Como o subtítulo sinaliza, o livro agrupa textos de naturezas diversas. Há quem (a maioria) tenha preferido o formato ficcional do conto, casos de Luciana Lima Silva e Miriam Palma, cujos contos “Balada da (des)arrasada” e “Tola” foram escritos com inspiração nas letras das canções “Balada da arrasada” e “Tola foi você”, respectivamente – ambas canções apresentadas por Ro Ro no primeiro álbum, de 1979. E há quem desnude sentimentos com relatos da vida real, feitos a partir do contato com a artista, ao vivo ou através da música.
O foco preferencial no antológico álbum de estreia de Angela Ro Ro – um dos maiores discos da música brasileira em todos os tempos – é o traço que alinha a maioria dos 41 textos.
“É o disco de uma mulher intensa e inteira que rasga a carne e mostra os ossos sem medo algum, mesmo estando no Brasil ditatorial de 1979. Muito mais do que falar de amor, ele fala sobre coragem. É uma mulher soltando o verbo sem a menor vontade de agradar ninguém, é um desejo tão grande de ser, é uma súplica existencial”, conceitua a cineasta e fotógrafa Mery Lemos no texto “Angela”.
O jornalista e crítico musical Pedro Alexandre Sanches perfila com maestria a existência, o verbo e o tempo da artista no texto analítico “Não foi fácil ser Angela Ro Ro”, alentado obituário publicado por Sanches quatro dias a morte de Ro Ro. Mesmo não sendo inédito, o texto é tão bom que mereceu vaga no livro. Já o escritor Santiago Nazarian oferece “Fossa nova”, poema caracterizado pelo autor como “Uma letra retrocontemporânea para Ro Ro”.
Em que pese a maior ou menor qualidade literária dos contos, o que justifica e valoriza o livro é a capacidade de o cancioneiro de Angela Ro Ro fazer brotar emoções à flor da pele, seja nos contos ou nos relatos feitos fora do universo da ficção, como o da escritora Paula Bajer, autora de “Amor, meu grande amor”, texto dedicado por Bajer ao recentemente falecido irmão Gustavo, admirador intenso de Maria Bethânia, cantora também ela intensa que logo se conectou com a música de Angela Ro Ro ao gravar a canção “Gota de sangue” em 1979.
Fora da ficção, é impressionante – justamente por ser real – o relato do cantor e jornalista Márvio dos Anjos sobre a experiência traumática de ter aberto um show de Angela Ro Ro no Sesc Pompeia, em 2007 ou 2008. “Abrir o show de um demônio” é o título do texto em que Márvio expõe no livro a face mais sombria da cantora, cujo temperamento muitas vezes irascível e irritadiço era o outro lado da moeda, ainda que a grandeza da obra acabasse pairando sobre todas as coisas, sobre as luzes e as sombras, até porque o cancioneiro dilacerante de Angela Ro Ro era fruto do desassossego do espírito da artista.
O relato de Márvio dos Anjos – vítima do desajuste emocional de Angela naquela noite inesquecível em todos os sentidos – é tocante pela sinceridade do autor e por ter sido escrito sem rancor, com a distância apaziguadora trazida pelo tempo.
Curiosamente, também merece menção honrosa o texto do jornalista, músico e poeta Rodrigo Carneiro sobre o turbilhão de emoções que sentiu ao assistir a um show de Angela Ro Ro no mesmo Sesc Pompeia em 2008. Em “Nossa mulher biônica”, relato que antecede o texto de Márvio na organização do livro, Carneiro lembra a violência física e psicológica sofrida pela artista nos anos 1980 – década em que Ro Ro apanhava de policiais por não baixar a cabeça para as autoridades – ao mesmo tempo em que recorda a paixão à primeira audição pela cantora quando, aos 12 anos, ouviu o bolero “Simples carinho” (João Donato e Abel Silva, 1982) em coletânea comprada pelos pais.
“Angela Ro Ro tirava o sossego. Nunca foi afeita à necessidade de agradar”, resume a jornalista Carime Elmor quase ao fim do texto “Essa era a minha noitada: sair atrás de um piano”, um dos mais interessantes do livro. Elmor traça elucidativo perfil biográfico de Ro Ro a partir do relato da noite de 22 de novembro de 1992 em que a cantora invadiu o palco do Cine Theatro Apollo em Barbarcena (MG) e interrompeu recital de piano porque queria começar a fazer o próprio show, marcado para as 21h30 e já atrasado em duas horas.
Pelo ato intempestivo, que incluiu depreciações do artista que estava no palco, Ro Ro foi moralmente linchada pelo público do recital (o público da cantora era outro e aguardava do lado de fora do teatro) e pela imprensa local.
Enfim, em prosa ou em verso, fora ou dentro da ficção, Angela Ro Ro – “a que tudo sentiu, disse, fez” – deixou rastro de luzes e sombras, provocando tsunamis nas almas que se depararam com a figura lendária da cantora e/ou com um cancioneiro tão forte que inspira contos, canções, relatos e afins neste livro fiel ao intenso universo particular da artista.
Capa do livro ‘Angela Ro Ro – Contos, canções, relatos & afins’, organizado por Marina Ruivo
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Como eletrofunk ‘driblou’ preconceito do sertanejo e invadiu festas pelo interior do país


DJ Jiraya UAI e MC Jacaré, destaques do eletrofunk
Reprodução/Instagram
A mistura do tamborzão e de vozes do funk com a batida do house ou EDM do eletrônico virou presença garantida nas festas de rua no interior do Brasil. Antes nichado e periférico, o eletrofunk se tornou o gênero “queridinho” nas festas sertanejas e nas listas de músicas mais ouvidas do país.
Atualmente, nomes como DJ Brenno Paixão, DJ Jiraya UAI, MC Jacaré e Jeninho se destacam e rodam o país cantando sucessos como “Chapeluda”, “Ela Carrega Minha Bolsa” e “Rua de Ouro” – esta última ocupava o top 50 do Spotify na última semana.
No entanto, mesmo com mais de uma década de história, foi só nos últimos cinco anos que o gênero conseguiu vencer o preconceito dos sertanejos mais tradicionalistas e deixar de tocar apenas nos carros de som e chegar aos principais eventos do interior.
Agora no g1
“É funk, mas não é funk”
O eletrofunk mistura muitos elementos e, até quem trabalha com gênero, tem dificuldade de explicar suas características.
“É um funk que não é funk, é funk mas não é funk. Tem mais da música eletrônica mesmo”, tenta resumir DJ Jiraya UAI. Porém, vale destacar que funk também é música eletrônica.
A grande diferença fica nos elementos mais claros do que é considerado como música eletrônica tradicional, o “putz putz” que se ouve mais em raves do que em bailes de favela.
Com letras que falam da vida no interior, o eletrofunk se tornou febre nas festas de rua e nos paredões de som ainda no início dos anos 2010, principalmente nos estados do Centro-Oeste.
O ponto de virada
Na virada da década, músicas como “Pipoco”, de Ana Castela com Melody, e “Ela Pirou na Dodge Ram”, de Luan Pereira com MC Ryan SP, colocaram o eletrofunk no repertório de dois dos principais artistas do gênero, furando uma bolha de nicho.
Mas ainda faltava quebrar a barreira dentro do círculo dos rodeios e feiras, além de fazer com que artistas sertanejos mais conservadores entendessem a importância da nova geração.
“Eu acho que, no começo, tinha muito artista que não gostava mesmo, muito por uma visão de que as letras eram ruins e tal. Ainda tem gente que vira o olho, mas a maioria viu que tem uma molecada boa, fazendo um trabalho muito legal”, comenta Luan Pereira.
“Até entendo que o pessoal mais tradicional não queira ver em festa, mas o pessoal do eletrofunk tem muito respeito pelo sertanejo também. A maioria vem da roça também, sabe a importância das raízes.”
Principalmente no pós-pandemia, as principais feiras agropecuárias e festivais de rodeio do país passaram a ter presença garantida de artistas cantando ou tocando eletrofunk no lineup, atraindo um público mais jovem e também intercalando novos ritmos sem abrir mão da ligação com o sertanejo.
Para se ter uma ideia, este será o terceiro ano seguido do DJ Jiraya UAI na festa do Peão de Barretos. Ele dividirá o palco com Eduardo Costa e Paula Fernandes, Maria Cecília & Rodolfo, Kaique & Felipe.
Tecnologia offline
Um dos grandes diferenciais do eletrofunk é uma dinâmica de divulgação das músicas pela tecnologia dos pen drives.
É por meio dos aparelhos que DJs e artistas divulgam seus trabalhos nas festas de rua.
Não é como se plataformas como o Spotify e, principalmente, o YouTube, que oferece muitas playlists com remixes do gênero, não fossem importantes para o trabalho de conexão com o público. Mas os pen drives são mais populares pois funcionam 100% offline e são mais fáceis na hora da reprodução nos paredões de som que tocam nos eventos públicos.
“A cultura do som automotivo é muito forte, a galera coloca os “sonzões” nas portas dos carros — eu mesmo tenho uma caminhonete lotada. E, tipo assim, a melhor qualidade para ouvir a música lá é no pen drive”, explica o DJ Brenno Paixão, um dos grandes nomes do eletrofunk.
“Os caras já vão lá, baixam no YouTube e colocam no pen drive, porque tem muito carro de som em Goiás, no Paraná, no interior do Brasil em geral. A galera gosta de passar no pen drive e andar pela cidade tocando a melhor playlist.”
O “fator” MC Jacaré
MC Jacaré – Sexta, 27/02 – Funk fecha a sexta com energia
Divulgação
Se o topo do Spotify, a principal plataforma de streaming do país, é dominado por sertanejo e funk, MC Jacaré conseguiu encontrar o meio do caminho e colocar o eletrofunk como destaque.
Nascido e criado em Goiânia, ele viu no funk uma chance de viver de música.
“Eu amo sertanejo, toco viola, toco violão, gosto demais de modão, mas produzir sertanejo é um investimento mais caro. Agora, no funk, por exemplo, eu tenho uma música que tem 100 milhões de visualizações e eu gravei a voz no celular. Além da facilidade de produzir, eu também gosto demais de funk. Hoje em dia não tem como você ir a uma festa e não tocar funk, né?”, contou ao g1, durante entrevista em 2022.
O sucesso de Jacaré com canções de eletrofunk chamou a atenção de nomes do funk de São Paulo, caso de MC Ryan SP, com quem lançou músicas como “Posso Até Não Te Dar Flores”, sucesso do verão com centenas de milhões de plays nas plataformas de streaming.
Porém, mesmo com o sucesso nacional, Jacaré não fez o movimento de se mudar para o eixo RJ-SP. Ele se manteve na sua cidade natal, abriu sua própria produtora (a Croco Hits) e se tornou referência de música na região.
“Hoje, um artista pode viver de eletrofunk. Tem produtor focado no gênero, artista que só canta isso. Não é mais uma coisa de nicho, que a galera olha torto. E acredito que só vai crescer”, diz Jiraya UAI.

Fonte: G1 Entretenimento

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Larissa Riquelme faz live agoniada e com lágrimas nos olhos em prorrogação de Paraguai x Alemanha


Larissa Riquelme faz live durante jogo Paraguai x Alemanha na Copa
Reprodução / Instagram
O empate por 1 a 1 entre Paraguai e Alemanha no mata-mata da Copa do Mundo de 2026 levou a decisão para a prorrogação e emocionou a modelo paraguaia Larissa Riquelme. Durante a partida, ela fez uma transmissão ao vivo no Instagram e apareceu chorando.
Simulador da Copa do Mundo 2026
RESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo
Caso elimine a tetracampeã Alemanha, o Paraguai avançará pela primeira vez em um mata-mata de Copa.
🔎 Larissa Riquelme é uma modelo e personalidade da mídia paraguaia que ganhou fama internacional durante a Copa do Mundo de 2010, na África do Sul, ao se tornar uma das torcedoras mais conhecidas da seleção do Paraguai. Sua notoriedade cresceu após prometer correr nua pelas ruas caso o Paraguai vencesse o torneio. Desde então, manteve presença na mídia como modelo e figura pública.
Onde assistir à Copa do Mundo 2026?
Tempo Real: o ge acompanha todos os lances da partida
Transmissão: Globo, ge tv, sportv, NSports, SBT e Cazé TV.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diretor é condenado a 30 meses de prisão por fraude milionária contra estúdio nos EUA


Carl Rinsch é preso por desviar dinheiro de série
Shuji Kajiyama/AP
O diretor Carl Rinsch foi condenado a 30 meses de prisão nos Estados Unidos, nesta segunda-feira (29), por cometer uma fraude de US$ 11 milhões contra o estúdio da série “Conquest”, que nunca foi ao ar.
Preso em março de 2025, ele foi considerado culpado pelo júri do caso em dezembro. De acordo com a promotoria, ele usou a quantia dada pela Netflix para terminar as gravações da produção em criptomoedas, na compra de carros e em outros luxos.
Inicialmente batizada de “White Horse”, a série era um épico de ficção científica rodado em diversos países, entre eles o Brasil, e teve no elenco nomes como Keanu Reeves e Bruna Marquezine.

Fonte: G1 Entretenimento

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Virginia usa look de cowgirl com chapéu feito por sul-mato-grossense em jogo da Seleção Brasileira nos EUA


Virginia usou chapéu feito por sul-mato-grossense durante jogo da Seleção
Redes sociais
A empresária e influenciadora Virginia Fonseca usou um look inspirado no estilo cowgirl durante o jogo entre Brasil e Japão, disputado em Houston, nos Estados Unidos. Entre os acessórios, estava um chapéu produzido pela sul-mato-grossense Malu Pires, de Rio Verde de Mato Grosso.
Virginia acompanhou do estádio a vitória da Seleção Brasileira por 2 a 1.
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Nas redes sociais, Malu Pires compartilhou o retorno que recebeu da própria Virginia sobre o acessório.
Agora no g1
“Nunca fui tão elogiada. Gringos pedindo foto só pelo look”, teria dito Virginia.
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O chapéu, com a palavra “Brasil”, fez parte do visual em estilo country escolhido pela influenciadora para assistir à partida. O look também incluía uma calça customizada com as cores da bandeira brasileira.
Veja vídeos de Mato Grosso do Sul:

Fonte: G1 Entretenimento

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Daveigh Chase: hospital determina AIDS como causa da morte de atriz de ‘O Chamado’


Quem era Daveigh Chase, voz de ‘Lilo & Stitch’ e atriz de ‘O Chamado’ morta aos 35 anos
Getty Images
A atriz Daveigh Chase morreu em decorrência de AIDS e do abuso de substâncias. A informação consta de um relatório do instituto de exames médicos de Los Angeles divulgado nesta segunda-feira (29).
Chase, que fez a Samara em “O Chamado” e dublou Lilo em “Lilo & Stitch”, morreu no dia 16 de junho, aos 35 anos.
Segundo o relatório médico, a causa da morte foi a síndrome da imunodeficiência adquirida (conhecida como AIDS).
Agora no g1
De acordo com a rede de televisão norte-americana “NBC”, o documento aponta ainda que o “uso crônico de múltiplas substâncias” também contribuiu para a morte da cantora.
Após a morte da atriz, seu pai, John Schwallier, afirmou à rede de TV que ela morreu por conta de uma infecção sanguínea e que ela sofria de desnutrição grave enquanto estava em situação de rua na cidade de Los Angeles.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tia Helena odiava Suzuki’: Internautas revisitam meme durante jogo entre Brasil e Japão


Juliana e Andréa Lundgren, na série ‘O Testamento’
Reprodução: Globoplay
O meme “tia Helena odiava Suzuki” voltou a repercutir durante o jogo do Brasil contra o Japão nesta segunda (29).
Nesta segunda, torcedores brasileiros relembraram a frase do documentário “O Testamento”, do Globoplay, para “reclamar” das defesas do goleiro do Japão, também chamado Suzuki. Veja abaixo:
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Primas falaram sobre repercussão
Primas de Anita Harley comentam repercussão de ‘O Testamento’. Veja entrevista.
Lançado em fevereiro deste ano, o documentário “O Testamento: O Segredo de Anita Harley” esteve entre os títulos mais assistidos do Globoplay.
Mas para além do imbróglio jurídico, as primas de segundo grau da empresária, Juliana e Andréa Lundgren roubaram a cena.
Injetando um tom de “reality show” na série, a participação das irmãs virou meme, bordão e está sendo replicada por criadores de conteúdo e pelo público na internet.
O trecho de maior repercussão é quando elas reagem ao suposto consentimento da família para o romance entre Anita e Sônia Soares, a Suzuki.
“Tia Helena odiava Suzuki. Dizia que era uma golpista! Chamava ela de golpista”, disparam juntas, uma completando a outra.

Ao g1, as irmãs Lundgren falaram pela primeira vez sobre o susto da fama e os bastidores da série. Veja a entrevista completa abaixo.
Reação ao se ver na televisão
Gravado no final de 2025, o projeto deixou as irmãs apreensivas até o momento do lançamento. Em 23 de fevereiro, data da estreia, a dupla optou por assistir aos episódios de forma separada, cada uma em sua casa.
Andréa “maratonou” todos em sequência. Juliana assistiu a apenas um capítulo por vez. A reação inicial de ambas foi de timidez diante da exposição.
“Eu fiquei morrendo de vergonha”, afirma Juliana. “Pensei: ‘Meu Deus do céu, vão achar que a gente é maluca'”, diz Andréa.
Juliana e Andréa Lundgren, na série ‘O Testamento’
Reprodução: Globoplay
Pés no chão
O lançamento dos cinco episódios da série disparou a procura pela história da dupla, que passou a ser reconhecida em público. “Eu estava no caixa do mercado e escutei: ‘Tu é a que falava que a tia Helena odiava Suzuki, né?'”, relembra Juliana.
A repercussão também forçou algumas mudanças. Andréa, que mantinha um perfil privado no Instagram, abriu a conta para interagir com os novos seguidores. “Vou dormir às vezes duas, três horas da manhã, só respondendo as pessoas”, conta.
Reações do documentário sobre as primas no documentário ‘O Testamento: O Segredo de Anita Harley’
Globoplay
Hoje, as duas acumulam pouco menos de 10 mil seguidores na plataforma e já tiveram seus “bordões” replicados por criadores de conteúdo e personalidades da mídia, como o ator Lucas Leto.
O vídeo ultrapassa a marca de 200 mil visualizações.
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Mas apesar dos números, elas dizem não se deslumbrar com o alcance dos memes.
“Estamos adorando o carinho do público, mas não estamos ‘ababacadas’ com a fama”, afirmam.
O que fazem, onde moram
Fora das telas, as irmãs mantêm rotinas em cidades diferentes. Andréa, de 53 anos, é corretora de seguros e mora em Boa Viagem, na Zona Sul do Recife. Já Juliana, de 45 anos, é formada em Enfermagem e vive em Olinda.
Apesar da ligação familiar, Andréa e Juliana esclarecem que não são herdeiras diretas de Anita Harley (quem elas chamam de tia, apesar de serem primas de segundo grau).
Irmãs, Andréa e Juliana são primas de segunda grau de Anita Harley
Reprodução: redes sociais
Ambas possuem participação nos lucros das Casas Pernambucanas como acionistas, mas a disputa judicial pelo patrimônio corre em paralelo à participação delas na série. “O que está em questão lá é a herança”, pontua Andréa.
A dupla possui ainda uma irmã mais velha, que mora no Rio de Janeiro desde os 16 anos e não aparece na produção.
Pelo direito de amar
Camila Appel, diretora da série e uma das jornalistas responsáveis pela investigação do caso, afirma ter sido surpreendida pelo alcance da obra e, especialmente, pela “guinada cômica” nas redes sociais.
“Jamais teve uma intenção proposital nossa, nem das irmãs Lundgren, de isso se tornar uma comédia. Os memes são uma repercussão não intencional e foram uma surpresa”, explica.
Camila Appel, diretora da série ‘O Testamento’
Foto: Divulgação
A documentarista destaca que a decisão de entrevistar Andréa e Juliana juntas surgiu após conversas prévias, onde notou a dinâmica complementar entre as duas. No entanto, ela reforça que a base do documentário permanece sendo uma tragédia familiar.
“Para mim essa sempre foi uma história muito triste. Estamos falando de uma briga por dinheiro, mas por afeto em primeiro lugar. A grande pergunta é quem a Anita realmente amava”, pontua.
Segunda temporada?
Apesar do apelo nas redes sociais, a continuidade da série ainda não foi confirmada oficialmente.
O desfecho da história permanece em aberto devido ao estado de saúde de Anita Harley e ao andamento de processos no Superior Tribunal de Justiça (STJ).
Atualmente, a Justiça analisa os recursos da união estável de Suzuki e de Cristine Rodrigues, separadamente, além do pedido de reconhecimento de maternidade socioafetiva de Artur.
“As ações estão andando, mas precisamos esperar para ver como as coisas caminham”, explica Camila.
Sobre a “torcida do público” para que a empresária acorde do coma, a diretora pondera que, embora seja improvável segundo especialistas, o caso segue cercado de incertezas: “Ela está clinicamente viva, então tudo pode acontecer”.
Disputa bilionária
Suzuki, Cristine Rodrigues e Anita Harley, cenas do documentário ‘O Testamento’
Globoplay
A série documental mergulha na disputa judicial pela curatela de Anita Harley, principal acionista das Casas Pernambucanas, com patrimônio estimado em R$ 1 bilhão. A empresária está em coma, em São Paulo, desde 2016.

O documentário apresenta dois lados centrais: de um, está Cristine Rodrigues, secretária de confiança indicada em testamento vital como responsável pelos cuidados de Anita.
Do outro, Sônia Soares, a Suzuki, funcionária que vivia na mansão e se apresenta como companheira da herdeira.
A trama jurídica se amplia com o pedido de reconhecimento de maternidade socioafetiva de Arthur, filho de Suzuki, que também pleiteia parte do espólio.
A série
‘O Testamento: O Segredo de Anita Harley’
Divulgação/Globoplay
A narrativa de “O Testamento” organiza a sucessão de reviravoltas judiciais em cinco partes, dedicadas a perfis específicos dos envolvidos no caso. Veja o resumo:
1º episódio (Ausência De Anita): a trajetória de Anita e de sua secretária
2º episódio (O Mistério De Suzuki): a versão de Suzuki sobre a história
3º episódio (Arthur, O Herdeiro Oculto): a versão de Arthur
4º episódio (Daniel, Um Estranho No Ninho): a versão de Daniel Silvestri, advogado de Suzuki que chegou à presidência das Pernambucanas
5º episódio (Guerra Dos Tronos): uma atualização sobre a situação atual do caso e os possíveis herdeiros.

Fonte: G1 Entretenimento

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Michel deixa ‘bons momentos’ na voz de Tim Maia ao morrer aos 80 anos


Michel (1946 – 2026) é o compositor de ‘O descobridor dos sete mares’, ‘Pudera’, ‘Onde está você’ e ‘Bons momentos’, entre outras músicas gravadas por Tim Maia (1942 – 1998)
Reprodução
♫ OBITUÁRIO
♬ Com o vozeirão grave de baixo-barítono, Tim Maia (1942 – 1988) era intérprete capaz de gravar músicas alheias com tal propriedade que todo mundo pensava que composição era de autoria dele, Tim.
Foi assim com a gravação da música “O descobridor dos sete mares”, faixa-título do álbum lançado pelo cantor em 1983. Festivo, o funk “O descobridor dos sete mares” fez sucesso imediato e atravessou gerações no registro original de Tim e também em regravações de Lulu Santos e Monobloco, entre outros nomes.
Na realidade, a composição era de autoria de dois publicitários, Michel e Gilson Mendonça, ambos decididos a fazer nome no mundo da música e ambos também autores de “Neves e parques”, outra música do álbum “O descobridor dos sete mares”.
Na certidão de nascimento, expedida em 1946, Michel era Miguel Leite de Oliveira Neto, compositor que morreu na sexta-feira, 26 de junho, aos 80 anos, vítima de complicações decorrentes de câncer, diabetes e AVC. Michel estava internado no Hospital Estadual Azevedo Lima, em Niterói (RJ), e foi velado e enterrado no sábado, 27 de junho, no Memorial Parque Nycteroy, em São Gonçalo (RJ).
O sucesso avassalador de “O descobridor dos sete mares” impulsionou a carreira do compositor debutante. Já no ano seguinte, 1984, Michel emplacou “Não dá” – parceria com compositor identificado como Carlão – nas paradas em álbum do grupo Roupa Nova.
Também em 1984, Tim Maia gravaria com relativo sucesso a balada “Bons momentos” – esta assinada por Michel com Marcos Cardoso – no álbum “Sufocante”, disco no qual o cantor também deu voz a mais uma parceria de Michel com Gilson Mendonça, “Ga-gaguejando”, esta sem repercussão.
Tim Maia foi a grande voz da obra de Michel. Em 1986, o cantor gravou duas músicas de Michel e Marcos Cardoso, as baladas românticas “Preciosa” e “Pudera”, no álbum intitulado “Tim Maia”. No álbum seguinte, “Somos América”, lançado em 1987, Tim gravou mais uma composição inédita da dupla, “Onde está você”, mais uma balada sentimental, forrada com teclados, como era do gosto de Tim Maia na década de 1980.
E o fato é que os bons momentos de Michel como compositor estão eternizados na voz do grande cantor, sendo que o melhor desses momentos é mesmo o aliciante, energizante e memorável funk “O descobridor dos sete mares”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Simone busca renovação em show que estreará em agosto com arranjos e direção musical de Ana Frango Elétrico


Simone estreia em 1º de agosto, em São Paulo (SP), o show ‘Que mulher é essa?!’
Dodô Villar / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ Simone vai virar a página musical. Agora a cantora encerrou de vez a fase retrospectiva e comemorativa dos 50 anos de carreira, ciclo iniciado em 2023 com a estreia do show “Tô voltando” e expandido em 2025 com outro show de roteiro diferente, mas estética idêntica ao espetáculo de 2023.
Em 1º de agosto, Simone estreia em São Paulo (SP) um show realmente novo, “Que mulher é essa?!”, dando o pontapé inicial em turnê nacional que transitará por sete capitais do Brasil até 25 de setembro. A grande novidade do show “Que mulher é essa?!” é o fato de conectar a Cigarra com Ana Frango Elétrico.
Cantora e compositora carioca de 28 anos, Ana Frango Elétrico vem ascendendo desde 2019 no universo indie pop com álbuns que sobressaíram justamente pelos arranjos, pela timbragem inusitada.
A conexão de Simone com Ana Frango Elétrico e com Ronaldo Fraga – diretor artístico do show, o que também configura uma novidade no universo da MPB – deve injetar frescor na sonoridade da cantora.
Desde que fez lives durante o isolamento social da pandemia de covid-19, Simone tem aparecido em cena com uma imagem mais leve e feliz. A aura de diva inacessível vem se diluindo ao longo dos últimos anos. A leveza da artista se refletiu nos últimos ótimos shows de Simone, inclusive na única apresentação de “Embarcação”, show estreado em maio pela cantora com Francis Hime que não foi adiante por conta de acidente doméstico sofrido pelo pianista e maestro.
Sob direção artística de Ronaldo Fraga e sob direção musical de Ana Frango Elétrico, Simone tem tudo para tornar o show “Que mulher é essa?!” mais uma página feliz de carreira que já totaliza 53 anos.
Simone busca
Dodô Villar / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Esposas e namoradas de jogadores do Brasil postam looks para jogo contra Japão; FOTOS


Esposas e namoradas de jogadores da seleção mostram looks para Brasil x Japão
Reprodução/Instagram
O Brasil estreia na fase mata-mata nesta segunda (29), contra o Japão. O jogo acontece em Houston, nos EUA, às 14h.
Globo, ge tv e sportv transmitem ao vivo. Você também assiste aos jogos na página de tempo real no ge.globo, além de ver cortes exclusivos.
Antes da bola rolar, as esposas e namoradas dos atletas da seleção (também conhecidas como WAGs) publicaram no Instagram fotos dos looks para acompanhar a partida.
Para quem acompanha esportes, o termo “WAGs” talvez soe familiar. A sigla, em inglês, significa wives and girlfriends (“esposas e namoradas”, em português) e é usada para se referir às companheiras de atletas profissionais.
O termo surgiu no Reino Unido e começou a circular em 2002, após aparecer em uma reportagem do “Sunday Telegraph” sobre um apelido dado às mulheres dos jogadores da seleção inglesa por um hotel em Dubai. Mas foi na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, que a expressão se popularizou de vez.
Confira fotos dos looks:
Bruna Biancardi, esposa de Neymar
Bruna Biancardi posta look para jogo Brasil x Japão
Reprodução/Instagram
Assinatura de Neymar Jr em look de Bruna Biancardi
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Karoline Lima, namorada de Leo Pereira
Karoline Lima posa de look country para jogo do Brasil no Texas
Reprodução/Instagram
Virginia Fonseca, ex de Vini Jr
Virginia chega ao estádio para acompanhar Brasil x Japão.
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Lais, esposa de Ederson
Lais, esposa do goleiro Ederson, pronta para Brasil x Japão.
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Fonte: G1 Entretenimento