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Veteranos da dramaturgia retornam à TV em ‘Por Você’


Ana Rosa, Maurício Mattar e Paulinho Vilhena retornam à TV em ‘Por Você’
Globo
Quem acompanhou as novelas da Globo nas últimas décadas vai reencontrar rostos bastante familiares em “Por Você”. A trama das 19h marca a volta de atores que fizeram sucesso em produções da emissora e estavam há alguns anos afastados de suas novelas.
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Veja quem está de volta:
Maurício Mattar
Mauricio Mattar interpreta o empresário Junqueira em ‘Por Você’.
Globo/ Manoella Mello
Considerado um dos galãs das décadas de 1980 e 1990, Maurício Mattar retorna à dramaturgia da Globo interpretando o empresário Gilberto Junqueira, um vilão que, segundo ele, “não parece estar fazendo maldade”.
Além da novela, o ator de 62 anos também está em “Jogada de Risco”, série criada e protagonizada por Cauã Reymond, que mostra os bastidores do futebol brasileiro.
Para Maurício, a volta aconteceu no momento certo. “Acho que é o tempo de Deus. Foi o tempo que precisou para eu topar fazer esses trabalhos, a série e a novela. Posso dizer que alegrei tanta gente e acho que agora está no momento de me alegrar também”, diz.
Ana Rosa
Ana Rosa na festa de lançamento da novela ‘Por Você’
Globo/ Lucas Teixeira
“Por Você” também marca o retorno de Ana Rosa, de 84 anos, às produções da Globo. Na novela, Ana será Iracema, protetora e confidente da protagonista Bela (Sheron Menezzes). Um dos nomes importantes na teledramaturgia brasileira, Ana Rosa entrou para o Guinness Book (livro dos recordes) em 1997 como a artista com o maior número de participações em telenovelas. Antes de se mudar para Portugal por um período, sua última atuação em uma novela havia sido em “A Lei do Amor”, de 2016.
Paulo Vilhena
Paulinho Vilhena na festa de lançamento de ‘Por Você’
Globo/ Lucas Teixeira
Revelado para o grande público na série “Sandy & Júnior”, Paulo Vilhena rapidamente ganhou status de galã teen e se tornou um dos artistas mais populares entre as adolescentes no começo dos anos 2000. Agora o ator de 47 anos volta como o médico Ricardo Mendes em “Por Você”, oito anos após “O Sétimo Guardião”, sua última novela.
A novela também promove o reencontro de Paulo Vilhena com Alinne Moraes e Fernanda de Freitas, colegas de elenco desde “Coração de Estudante” (2002), produção que marcou a estreia dos três na TV Globo.
“Fizemos a nossa primeira novela juntos. É muito legal rever pessoas que fazem parte da minha história e vice-versa”.
Entenda a trama de ‘Por Você’
“Por Você”, nova novela das 19h, acompanha a trajetória de Bela (Sheron Menezzes), cuja vida muda após a morte da melhor amiga, Juli (Lucy Ramos), em um acidente de carro. Ao assumir a responsabilidade de cuidar dos quatro filhos da amiga, Bela também se vê no centro de uma disputa pelo comando do Hospital & Maternidade Luz, onde é indicada por Pérola Romano (Renata Sorrah) para sucedê-la na presidência.
A decisão acirra a rivalidade com Vanessa (Alinne Moraes), herdeira da família Romano, em um conflito marcado por diferenças sociais, pessoais e profissionais que promete mudar o destino de todos os envolvidos.
Bela (Sheron Menezzes), Peixe (Cauê Campos), Glorinha (Laura Luz), Ítalo (Fabrício Assis) e Samuca (Kadu Spinola)
Globo/ Manoella Mello

Fonte: G1 Entretenimento

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Morre a atriz americana Hayden Panettiere, aos 36 anos


A atriz Hayden Panettiere no tapete vermelho do 71º Globo de Ouro, em Los Angeles.
REUTERS/Danny Moloshok
A atriz americana Hayden Panettiere, conhecida por seus papéis em séries de TV como Nashville e Heroes, morreu aos 36 anos, informou a ABC News neste domingo (16), citando seu representante.
“É com profunda tristeza que comunicamos o falecimento trágico de nossa amada Hayden. Ela era uma luz incrível e uma força da natureza que trouxe amor e alegria imensuráveis ​​a todos que a conheceram – e aos milhões que a assistiram na tela”, disse seu representante à ABC News.
A Reuters conseguiu entrar em contato com o representante dela imediatamente, fora do horário comercial normal.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Dança dos famosos 2026 anuncia participantes; veja lista


Como são escolhidos os participantes do ‘Dança dos Famosos’?
Luciano Huck anunciou neste domingo (16) os participantes do Dança dos Famosos 2026, nova temporada da competição de dança do “Domingão com Huck”.
Veja a lista abaixo (atualizada ao longo do programa):
Ticiane Pinheiro, apresentadora
Ticiane Pinheiro vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
Junno Andrade, ator e cantor
Junno Andrade vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
Diego Martins, ator
Diego Martins vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
Kenya Sade, apresentadora
Kenya Sade vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
Breno Ferreira, ator
Breno Ferreira vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
Bruna Griphao, atriz
Bruna Griphao vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
Mell Muzzillo, atriz
Mell Muzzillo vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
MC Livinho, cantor
MC Livinho vai participar do Dança dos Famosos 2026
Divulgação
Léo Foguete, cantor
Léo Foguete vai participar do Dança dos Famosos 2026
Beatriz Damy/Globo
Lucas Guedez, influenciador
Lucas Guedez vai participar do Dança dos Famosos 2026
Beatriz Damy/Globo
Giovana Cordeiro, atriz
Giovana Cordeiro vai participar do Dança dos Famosos 2026
Beatriz Damy/Globo
Gracyanne Barbosa, modelo
Gracyanne Barbosa vai participar do Dança dos Famosos 2026
Beatriz Damy/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Homem-Aranha: Um novo dia’ bate marca de US$ 2 bilhões em bilheterias


Há 9 anos, Tom Holland tentou enganar o g1. Ele continua o mesmo
“Homem-Aranha: Um novo dia” bateu a rara marca de US$ 2 bilhões (cerca de R$ 10,4 bilhões) em bilheterias ao redor do mundo.
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Com isso, a quarta aventura do herói estrelada por Tom Holland se torna a oitava maior arrecadação de todos os tempos (com valores não ajustados pela inflação), em seu terceiro fim de semana em cartaz nos cinemas.
Dirigido por Destin Daniel Cretton (“Shang-Chi e a lenda dos dez anéis”), “Um novo dia” retrata um protagonista isolado após usar magia para apagar sua existência da memória do planeta — inclusive de seu melhor amigo (Jacob Batalon) e do amor de sua vida (Zendaya).
O filme também superou “Homem-Aranha: Sem volta para casa” (2021), que não foi exibido na China, e se tornou a maior bilheteria de um filme do herói dos quadrinhos. A nova parceria entre Sony e Marvel já é a maior arrecadação de 2026.
Veja as dez maiores bilheterias do cinema na história:
‘Avatar’ (2009) – US$ 2,9 bilhões
‘Vingadores: Ultimato’ (2019) – US$ 2,8 bilhões
‘Avatar: O caminho da água’ (2022) – US$ 2,3 bilhões
‘Ne Zha 2: O renascer da alma’ (2025) – US$ 2,27 bilhões
‘Titanic’ (1997) – US$ 2,26 bilhões
‘Star Wars: O despertar da Força’ (2015) – US$ 2,07 bilhões
‘Vingadores: Guerra Infinita’ (2018) – US$ 2,04 bilhões
‘Homem-Aranha: Um novo dia’ – US$ 2,02 bilhões
‘Homem-Aranha: Sem volta para casa’ (2021) – US$ 1,9 bilhão
‘Zootopia 2’ (2025) – US$ 1,86 bilhão
Tom Holland em cena de ‘Homem-Aranha: Um novo dia’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Índio da Cuíca lança em setembro o álbum ‘Zing zing’, com Siba, Ana Frango Elétrico e samba de Juçara Marçal


Aos 75 anos, o ritmista, cantor e compositor carioca Índio da Cuíca lança em 3 de setembro o segundo álbum solo, ‘Zing zing’
Rafael Meliga / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cinco anos após apresentar o primeiro álbum solo, “Malandro 5 estrelas” (2021), Índio da Cuíca chega ao segundo álbum, “Zing zing”, programado para 3 de setembro pelo mesmo selo QTV que editou a estreia fonográfica solo desse cantor, compositor e ritmista carioca nascido Francisco Tavares Machado há 75 anos, precisamente em 5 de maio de 1951, no Morro do Borel, em comunidade da Tijuca, bairro da zona norte da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Filho do violonista João de Aquino (1945 – 2022), Gabriel de Aquino assina a direção musical, os arranjos e toca violão e guitarra ao longo das 11 faixas do álbum “Zing zing”.
Sob direção artística de Bernardo Oliveira e Paulinho Bicolor, que ressaltam o estilo performático de Índio da Cuíca, ritmista da linha “malabarista”, o artista apresenta no álbum “Zing zing” um repertório essencialmente autoral formatado a partir de série de áudios de voz e cuíca em que Índio registrou temas e melodias em estado bruto.
Arregimentados pelos produtores do disco, os músicos Alaan Monteiro (bandolim), João Rafael (baixo), Luizinho do Jêje (percussões), Pedro Fonseca (piano e sintetizador), Thiago Castro (percussões) e Thiago Silva (bateria) se juntaram a Gabriel de Aquino para dar forma no estúdio ao repertório selecionado para o álbum “Zing zing”.
Algumas músicas, como “Preto velho” e “Toca lúna” (composta pelo ritmista no berimbau), são assinadas somente por Índio da Cuíca. Outras ganharam letras de compositores como João Martins e Raul Di Caprio (coautores de “Cangalha do boi”, samba-embolada gravado com a participação de Siba), Manu da Cuíca (“Sabença e dendê”), Romulo Fróes (“Alguém me chama”, música gravada com a voz de Ana Frango Elétrico) e o próprio Gabriel de Aquino (“Cuíca maluca”).
Juçara Marçal forneceu o inédito samba “Gracinha”. Entre as três regravações do repertório, há o samba-enredo “Magia africana no Brasil e seus mistérios” (Jorge Machado, 1975), da escola de samba Unidos da Tijuca.

Fonte: G1 Entretenimento

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A música brasileira está melhor ou pior do que antes? A resposta da pergunta pode causar sério incômodo em você…


As cantoras Maria Bethânia (à esquerda) e Liniker são igualmente importantes para as respectivas gerações que se encantam com as artistas
Guilherme Nobhan / Rony Hernandes / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ Volta e meia, alguém sentencia que a música brasileira de hoje é ruim porque já não tem a riqueza melódica e a beleza poética de antes. E, sempre que essa discussão vem à tona, os argumentos são passionais de ambos os lados. Contudo, sentenças definitivas sobre a qualidade da atual música brasileira geralmente escondem arrogâncias e visões egocentradas.
Mas, afinal, a música brasileira piorou ou melhorou? Ou está a mesma coisa de sempre? A resposta para essa pergunta muda de acordo com a geração de quem a responde e pode causar sério incômodo em quem não consegue entender que, como já disse Nelson Motta em verso da letra de bolero havaiano cantado por Lulu Santos, “tudo muda o tempo todo no mundo”. Tem sido assim na música do Brasil e não adianta fugir ou se refugiar na nostalgia da modernidade da própria juventude.
Quem cresceu ao som da MPB de compositores como Caetano Veloso, Chico Buarque, Djavan, Edu Lobo, Francis Hime, Gilberto Gil, João Bosco e Milton Nascimento – entre outros gigantes da MPB dos anos 1960 e 1970 – tende a achar essa geração imbatível. É o caso deste colunista e crítico do g1. Eu acho mesmo. Até porque, ao lado destes grandes compositores, apareceram cantoras do porte de Clara Nunes (1942 – 1983), Elis Regina (1945 – 1982), Gal Costa (1945 – 2022), Maria Bethânia e Nana Caymmi (1941 – 2025).
Nunca tivemos tantos compositores e tantos intérpretes de tão alto quilate na mesma geração. Até porque muitos destes compositores são também grandes intérpretes das respectivas obras. Quem cresceu com o canto dessas vozes inigualáveis da MPB provavelmente vai achar inexpressivo o canto de Anitta ou de Marina Sena, para citar somente dois exemplos de cantoras que arrastam multidões Brasil afora.
A questão é que tudo é subjetivo. Quem cresceu ao som da voz de Anitta e de Marina Sena tem outro referencial, e esse referencial não é a MPB. Por isso é que não existe uma resposta certa para a pergunta sobre a melhora ou piora da música brasileira. Cada geração encontra a própria voz, a própria turma e, consequentemente, tem a própria resposta para a pergunta. E todas as respostas estão corretas.
Como minimizar a emoção visível nos olhos de milhares de pessoas seduzidas pelo canto e pelo som de Liniker nos shows da cantora? Esse é o x da questão. Gerações se emocionam hoje nos shows de Liniker como gerações se emocionaram tempos atrás nos shows de Gal Costa. Assim como, em tempos mais antigos da era do rádio, outras gerações foram às lágrimas com as apresentações de Dalva de Oliveira (1917 – 1972) no auditório da Rádio Nacional.
O novo sempre vem, já sinalizou Belchior (1946 – 2017) há 50 anos. E, se é equivocado sentenciar que o novo é melhor do que o antigo somente por ser novo, também é arrogante afirmar que o antigo é que era bom. Bom para quem? Padrões e referências mudam com o tempo. E a tendência é que cada um eleja a própria referência como a melhor.
Há quem possa achar heresia, mas o fato é que, nos dias de hoje, o canto de Liniker é tão importante para milhões de ouvintes quanto o de Maria Bethânia foi e ainda é para outros milhões de ouvintes. E talvez haja até bem-vindas interseções entre os dois públicos porque é possível gostar de Liniker e de Bethânia ao mesmo tempo. Assim como é possível ouvir Os Garotin e, na sequência, dar o play em um álbum de Milton Nascimento. Ou organizar uma playlist com músicas de Criolo, João Bosco e Tim Bernardes.
É tudo questão de gosto. E gosto até se discute, mas também se respeita, sem que uma geração queira minimizar o som e a preferência da outra.

Fonte: G1 Entretenimento

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Após hiato, Jaloo e Strobo se reúnem e apresentam álbum do trio Os Amantes entre o brega paraense e o indie rock


O trio Os Amantes lança o segundo álbum, ‘Amar, amor!’ com dez músicas, sendo nove autorais
Ernna Cost / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ O lançamento do segundo álbum de Os Amantes, “Amar, amor!”, confirma o espaçamento que parece nortear a trajetória do trio formado pela cantora paraense Jaloo com o duo conterrâneo Strobo, composto por Arthur Kunz e Léo Chermont.
Além de interromper hiato de dois anos e meio, o álbum “Amar, amor!” chega cinco anos após o antecessor “Os Amantes”, álbum de estreia do grupo, lançado em 2021, mas anunciado dois anos antes, em 2019, com a edição do single “Ninguém” (2019).
Ao longo das dez faixas do álbum “Amar, amor!”, o trio mantém a música paraense (em especial o tecnobrega e o brega nortista) como matéria-prima do repertório quase inteiramente autoral, formatado em estúdio com o cruzamento do brega com referências do indie rock dos anos 2000 – evocado, por exemplo, nas guitarras que turbinam a música “Adeus” (Arthur Kunz) – e até de pop japonês.
Na teoria, o álbum “Amar, amor!” soa sedutor. Na prática, a audição sequencial de músicas como “Acho que enlouqueci” (Jaloo), “Além de um sonho bom” (Léo Chermont e Arthur Kunz), “Seja livre” (Jaloo, Léo Chermont e Arthur Kunz) e “Notícia” (Léo Chermont e Jaloo) indica que há supremacia da produção musical e dos arranjos do álbum em relação ao cancioneiro autoral de Os Amantes.
Sintomaticamente, o álbum “Amar, amor!” foi anunciado em 29 de julho com o single que apresentou a única regravação do repertório, “A primeira vez”, música de Tony Brasil que fez sucesso no circuito nortista ao ser lançada em 2000 na voz da cantora paraense Ana de Oliveira.
Capa do álbum ‘Amar, amor!’, do grupo Os Amantes
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Fiuk diz enfrentar crise financeira após investir em filme que nunca foi lançado


Fiuk compartilha nas redes sociais registros de sua paixão pelo drift, modalidade que inspirou o filme.
Reprodução/Instagram/Fiuk
O cantor e ator Fiuk, de 35 anos, afirma estar enfrentando dificuldades financeiras após investir na produção de um filme brasileiro sobre drift, estilo de direção em que o motorista provoca derrapagens controladas.
Intitulado “Descontrole”, o longa foi anunciado com orçamento superior a R$ 20 milhões e com profissionais que teriam experiência na franquia “Velozes e Furiosos”. Fiuk foi apresentado como um dos protagonistas e afirma ao g1 que a iniciativa do projeto partiu dele.
Por meio de sua assessoria, o ex-BBB disse que dedicou anos ao desenvolvimento do projeto, inclusive, injetando recursos próprios, mas acabou deixando a produção com prejuízos financeiros e sem nunca ter assinado um contrato. Ele não explicou, porém, quanto investiu.
Agora no g1
Entenda abaixo:
Diretor diz que filme foi cancelado; Fiuk afirma que projeto virou ‘Asfalto’
O longa-metragem com orçamento total estimado em mais de R$ 20 milhões seria dirigido por André Luís, que também comandou “Tração” (2023), longa de ação que teve Fiuk no elenco.
Ao g1, André Luís disse que o projeto de “Descontrole” foi encerrado há mais de um ano. “Nem lembrava mais do assunto”, afirmou.
Ele também informou que sua produtora, a Owner Entertainment, está finalizando outro filme de ação com carros, intitulado “Asfalto”.
Fiuk afirma, por sua vez, que “Asfalto” é o mesmo projeto anteriormente divulgado como “Descontrole”.
Segundo o ator, o perfil criado no Instagram para divulgar o filme de sua autoria teve o nome alterado posteriormente para “Asfalto”, e a produção teria seguido sob a nova denominação sem sua participação.
Ele diz ainda que, durante o desenvolvimento do projeto, um dos patrocinadores teria demonstrado interesse em protagonizar a produção. E que, a partir disso, toda a configuração do projeto mudou.
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Produção previa 50 carros e helicóptero
As gravações de “Descontrole” chegaram a começar em novembro de 2024, em Balneário Camboriú, Santa Catarina. No roteiro, Fiuk interpretaria Dori, um piloto de drift com um “passado enigmático”.
Segundo informações divulgadas pelo Gshow na época das filmagens, mais de R$ 700 mil seriam destinados somente à sequência inicial, gravada no Píer da Barra Norte, com mais de 50 carros, um helicóptero e cerca de 100 pessoas.
Jonathan Neves, conhecido como JJ e piloto de drift, seria uma das estrelas de “Descontrole”, no papel de Joon, além de atuar como diretor-executivo do filme.
Divulgação.
Fiuk diz que não vai desistir de sonho
Mesmo diante da experiência frustrada, Fiuk garante que não pretende abandonar o sonho de fazer um filme sobre o universo dos carros.
Em entrevista ao Metrópoles, na sexta-feira (14), afirmou estar disposto a vender bens pessoais para viabilizar a nova produção. “Vou vender o que precisar. Guitarra, carro… Vou fazer acontecer isso aí”, afirmou.
Segundo sua equipe, a nova produção já tem nome: “Espírito Máquina”. Ele começará do zero.
“Será uma outra história, só que com construção criativa e estrutura jurídica mais transparente para preservar sua autoria e participação”, afirmou a equipe.
Ele não disse se pretende levar o caso anterior à Justiça. Falou apenas que não quer transformar todo este episódio em “uma disputa pública”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha de Regina Casé fala sobre deficiência auditiva e transforma experiência em peça para ampliar debate sobre surdez; VÍDEO


Filha de Regina Casé fala sobre perda auditiva e transforma experiência em peça
A atriz Benedita Casé, filha da apresentadora Regina Casé, tem usado o teatro para falar sobre um tema que marcou sua vida: a perda auditiva. Em um espetáculo inspirado na trajetória da dramaturga e roteirista Júlia Spadaccini, Benedita compartilha experiências pessoais e ajuda a ampliar a discussão sobre os desafios enfrentados por pessoas surdas ou com deficiência auditiva.
A peça apresenta histórias que se cruzam dentro e fora do palco. Enquanto interpreta a vida de Júlia, Benedita também revela episódios da própria trajetória. Segundo a atriz, ela nasceu ouvinte, mas complicações de saúde nos primeiros meses de vida levaram ao uso de medicamentos que afetaram sua audição.
Júlia conta que começou a perder a audição aos 19 anos e recebeu dos médicos o prognóstico de que poderia desenvolver uma surdez profunda ao longo da vida. A experiência motivou a criação do texto teatral.
“Escrever a peça pra mim foi uma forma de letrar as pessoas sobre essa surdez que é tão invisível”, afirma a dramaturga.
Surdez invisível
Um dos principais temas abordados no espetáculo é a falta de compreensão da sociedade sobre diferentes graus de perda auditiva. Benedita relata que, por muito tempo, teve receio da forma como seria vista pelas outras pessoas.
“Eu tinha medo, na verdade, das pessoas me julgarem, de ser rejeitada, de como que eu ia ser tratada a partir do momento que vissem que eu usasse aparelho, que soubessem que eu era surda”, diz.
A atriz também afirma que precisou passar por um processo de aceitação para falar abertamente sobre a condição. Segundo ela, muitas pessoas ainda acreditam que basta aumentar o volume da voz para facilitar a comunicação.
“As pessoas têm dificuldade de entender. É muito comum você chegar e já começar a gritar, começar a falar mais alto. Só que isso não muda, porque não é sobre o volume, é sobre a frequência”, explica.
Representatividade no palco
Além de retratar as dificuldades impostas pela perda auditiva, a montagem busca aumentar a representatividade de pessoas com deficiência nos espaços culturais. Para Benedita, a ausência dessa presença contribui para a invisibilidade do tema.
“Se não está lá na tela, não está nos lugares, não está no teatro, é completamente excluído mesmo porque se você não vê, não existe”, afirma.
A peça também foi concebida para ser acessível. O espetáculo conta com recursos voltados tanto para surdos que utilizam Libras quanto para aqueles que acompanham a apresentação por meio de legendas. A proposta é promover compreensão e empatia entre diferentes públicos.
Ao compartilhar suas próprias vivências, Benedita espera contribuir para que o assunto seja tratado com mais naturalidade.
“Eu acho que quanto mais a gente falar sobre isso e entender o que é melhor para o outro, as coisas funcionam”, diz a atriz.
Filha de Regina Casé fala sobre deficiência auditiva e transforma experiência em peça
Reprodução/TV Globo
Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo:
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-noiva de Latino acusa cantor de agressões e diz ter medida protetiva; ele nega as acusações


A cantora e influenciadora Rafaella Ribeiro, conhecida artisticamente como Raffa Rarbbie, afirmou ter sofrido agressões “das mais diversas formas” durante o relacionamento de quase sete anos com o cantor Latino.
Os dois estão separados desde julho.
Segundo Rafaella, em um dos episódios de violência, o artista teria quebrado seu celular e ofendido verbalmente sua mãe. Ela também publicou um vídeo em que o cantor aparece fazendo comentários ofensivos sobre mulheres e falando em “dar um monte de tiro”.
Ao g1, a assessoria da influenciadora afirmou que ela deu entrada no pedido de divórcio e conseguiu uma medida protetiva contra o cantor. Disse também que existe um processo judicial em andamento que tramita em segredo de justiça.
Latino nega as acusações. Em nota publicada nas redes sociais do cantor, os advogados afirmam que ele prestará os esclarecimentos necessários às autoridades.
Entenda o caso
Agora no g1
Em um vídeo de cerca de 15 minutos publicado nas redes sociais na sexta-feira (14), Rafaella detalhou episódios que, segundo ela, ocorreram durante o relacionamento.
Segundo a cantora, um deles ocorreu durante uma discussão relacionada a funcionários do casal.
“Voou em cima de mim para quebrar meu telefone. O narcisista agressor tenta se desfazer de todas as provas, mas não imaginou que eu tinha o Icloud conectado. Se a intenção era fazer eu perder o telefone, não conseguiu”
Rafaella Ribeiro mostra celular que, segundo ela, teria sido quebrado por Latino durante uma discussão em julho.
Reprodução/Instagram/Rarbbie
Vídeo mostra Latino fazendo comentários sobre mulheres
A influenciadora também publicou imagens em que Latino aparece dirigindo enquanto fala sobre mulheres. No trecho divulgado por ela, o cantor diz:
“Vocês criam problemas e saem como coitadas. É assim que as mulheres fazem com os homens, vocês são tudo um bando de bostas. É isso que vocês fazem, até o cara ir lá e dar um monte de tiro e morrer. É por isso que os caras ficam loucos”
Medida protetiva contra Latino
Ao g1, a assessoria de Rafaella afirmou que a influenciadora só se manifestou publicamente sobre o caso após a concessão de uma medida protetiva.
Em uma publicação nas redes sociais, a influenciadora comemorou a decisão da justiça:
“Após as autoridades competentes analisarem, eu tive o deferimento de uma medida protetiva por tempo indeterminado! E ninguém consegue isso sem provas das efetivas agressões. Quem apoia agressor é igual a ele! Hoje fui eu… Amanhã pode ser a sua mãe, a sua filha ou você mesma. […] O livramento veio!”
O episódio envolvendo o celular, segundo sua equipe, teria acontecido em julho. Após o ocorrido, Rafaella teria decidido dar entrada no pedido de divórcio.
A defesa de Latino não comentou detalhes sobre a medida protetiva nem sobre o divórcio.
Relação de quase sete anos
Latino e Raffa Rarbbie curtem camarote na Sapucaí Rio de Janeiro. Fotos :
Vítor Pereira/ AgNews
Rafaella Ribeiro, de 27 anos, e Roberto de Souza Rocha, conhecido como Latino, de 53, estavam juntos havia quase sete anos.
Em 2020, Latino chegou a pedir a influenciadora em casamento durante uma transmissão ao vivo nas redes sociais.
“Isso aqui é a prova do meu amor por você. Queria pedir sua mão em noivado, mas eu queria dividir minha felicidade com o Brasil inteiro”, disse o cantor durante a transmissão.

Fonte: G1 Entretenimento