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Homem que orquestrou assassinato do rapper Tupac é condenado à prisão perpétua

Ex-líder de gangue é condenado nos EUA pelo assassinato do rapper Tupac Shakur
Duane “Keffe D” Davis foi condenado a cumprir de 40 anos a prisão perpétua por orquestrar o assassinato do ícone do rap Tupac Shakur em 1996.
A sentença foi anunciada nesta terça-feira (13), em um tribunal de Las Vegas, com a presença de familiares do condenado.
Em agosto deste ano, Davis, de 63 anos, foi considerado culpado por homicídio com uso de arma letal.
Tupac e Duane “Keffe D” Davis
Reprodução e Reuters
O júri, composto por 16 jurados, quatro dos quais suplentes, ouviu o depoimento de 24 testemunhas de acusação e de três de defesa ao longo de nove dias.
Segundo a legislação norte-americana, o tempo de 40 anos é o período mínimo de pena. Após esse tempo, “Keffe D” poderá solicitar liberdade condicional e, caso seja negada, ele seguirá na prisão de maneira perpétua.
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Caso arquivado voltou à tona
A investigação do assassinato ficou paralisada por anos, mas a polícia afirmou que as declarações feitas por Davis em 2018 a diversos veículos de mídia sobre seu envolvimento no tiroteio reativaram o caso.
Davis disse em entrevistas e em seu livro de memórias de 2019, “Compton Street Legend”, que estava no banco do passageiro da frente do Cadillac e havia entregado a arma a um dos dois homens sentados atrás dele, segundo a polícia.
Mas nem o relato de Davis nem as autoridades revelaram quem disparou contra Shakur. Os outros três homens que estavam no Cadillac com Davis já morreram.
De acordo com a lei de Nevada, Davis pode ser acusado de homicídio se tiver participado do crime sem ter puxado o gatilho.
Em seu livro, Davis escreveu que por muito tempo foi considerado suspeito dos assassinatos de Shakur e de um rapper rival, Christopher Wallace, que se apresentava como The Notorious B.I.G. pela gravadora Bad Boy Entertainment, sediada em Nova York, e foi morto a tiros em Los Angeles em março de 1997.
Embora o assassinato de Wallace continue sem solução, os investigadores há muito especulam que ele foi morto a tiros em retaliação ao assassinato de Shakur, ocorrido meses antes.
*Com informações da Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Nárnia: O sobrinho do mago’, da diretora de ‘Barbie’, ganha primeiro trailer; ASSISTA

Assista ao trailer de ‘Nárnia: O sobrinho do mago’
“Nárnia: O sobrinho do mago” ganhou seu primeiro trailer nesta terça-feira (13). O filme, um recomeço da franquia que adapta a série literária fantástica de C. S. Lewis, tem estreia prevista para 11 de fevereiro. Assista ao vídeo acima.
Dirigido por Greta Gerwig (“Barbie”), a obra adapta “O sobrinho do mago”. Lançado em 1955, ele é o sexto da série, mas o primeiro na ordem cronológica da história.

Fonte: G1 Entretenimento

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Netinho morre aos 60 anos como nome masculino incontornável da ‘axé music’, galã da era de ouro das levadas loucas

Netinho, um dos principais cantores do axé music, morre aos 60 anos
♫ OBITUÁRIO
♬ Embora as vozes femininas sejam sobressalentes na história da música afro-baiana rotulada como axé music, uma voz masculina se impôs nas décadas de 1980 e 1990, anos de ouro desse universo musical tropicaliente que abarca vários gêneros musicais do Brasil e de países vizinhos da América Latina, tendo como base o samba-reggae dos blocos afros. Trata-se da voz de Ernesto de Souza Andrade Júnior (12 de julho de 1966 – 13 de outubro de 2026), o cantor e compositor projetado em todo o Brasil como o nome artístico de Netinho.
Morto hoje em hospital de Salvador (BA), aos 60 anos, em decorrência de complicações de câncer no sistema linfático, Netinho já estaria na história da axé music somente pelo sucesso fenomenal de “Milla”, canção de Manno Góes e Tuca Fernandes lançada em 1995 pela banda Jheremmias Não Bate Corner, mas efetivamente popularizada em todo o Brasil na voz de Netinho em 1996 em álbum ao vivo que ultrapassou o milhão de cópias vendidas.
Contudo, seria injusto reduzir a importância de Netinho ao êxito extraordinário de “Milla”, música cujo alcance ultrapassou as fronteiras do Brasil.
Revelado em 1998 como vocalista da Banda Beijo, ainda na fase inicial do axé, Netinho ficou até 1992 no grupo, período em que deu voz a sucessos como “Beijo na boca” (João Guimarães e George Dias, 1988) – o primeiro hit do cantor – e “Barracos (Escombros)” (Tenilson Del Rey, 1992).
Netinho (1966 – 2026) deixa discografia que alcançou o auge entre 1988 e 1996
Divulgação
Contudo, Netinho ampliou o sucesso e a visibilidade ao sair em carreira solo em 1993, promovido pela gravadora Philips como um galã do axé, com o álbum “Um beijo pra você”, do qual saiu o grande hit “Capricho dos deuses” (Jau e Jorge Zarath, 1993).
Na sequência, o artista lançou os álbuns “Nada vai nos separar” (1994) e “Netinho” (1995). Foi do repertório deste disco de 1995 que saiu mais um grande sucesso de Netinho, “Preciso de você” (1995), composição de Gigi Cerqueira e Boca.
A Bahia vivia a era das levadas loucas que arrastavam multidões atrás dos trios elétricos e também em shows, alguns perpetuados em discos. O álbum “Netinho ao vivo!” entrou nessa onda em 1996 e amplificou a já mencionada “Milla”, fazendo história na indústria fonográfica brasileira.
Essa gravação ao vivo representou o auge da carreira do cantor. Netinho ainda emplacaria sucessos de certo alcance nacional, como “Me leva” (Gigi Cerqueira e Jau, 1997). No entanto, com o progressivo declínio da axé music a partir dos anos 2000, o cantor jamais bisaria o sucesso de outrora com álbuns como “Rádio Brasil” (1998), “Clareou” (1999), “Corpo & cabeça” (2000) e o ao vivo “Terra carnavalis” (2001).
Não por acaso, o cantor tentaria outras levadas. Em “Zuêra” (2003), obscuro disco de intérprete, Netinho deu voz a sucessos de Jorge Ben Jor, Marcos Valle e Rita Lee (1947 – 2023). Alguns anos e álbuns depois, Netinho tentou até incursionar pelo universo do forró no álbum “Uma noite no forró elétrico” (2012). Nada fez barulho além do nicho de seguidores do artista.
Nos últimos anos, isolado no meio artístico por conta de posicionamentos políticos em apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro, Netinho entrou na era dos singles como “Sinalzinho de esperança” (2023) e “Obrigado meu Deus” (2025). Mas voltou aos hits do passado de glória no último álbum, “Grandeza e simplicidade” (2026), gravado ao vivo em dezembro de 2025 e lançado em 12 de julho.
Nas 19 músicas distribuídas nas 14 faixas desse álbum derradeiro, Netinho reviveu sucessos que fizeram dele um nome relevante na era de ouro das levadas loucas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Regininha, cantora de ‘Teletema’ e ex-Turma da Pilantragem, morre aos 81 anos

Cantora Regininha morre aos 81 anos
Morreu nesta terça-feira (13), aos 81 anos, a cantora e compositora Regininha. A informação foi divulgada pela GloboNews. A causa da morte não foi informada.
Nascida no Rio de Janeiro, Regina Amália Serra de Souza fez aniversário no último dia 1º de outubro.
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Ao longo da carreira, ficou conhecida artisticamente como Regininha e ganhou destaque na música brasileira com o sucesso “Teletema”, tema do casal protagonista da novela Véu de Noiva, da TV Globo, exibida em 1970 e estrelada por Regina Duarte.
Além da carreira solo, Regininha integrou o grupo “Turma da Pilantragem” entre 1968 e 1969. Em 1970, fez parte do trio “Umas e Outras”.
Formada em psicologia, a artista também trabalhou no mercado publicitário, atuando na produção de jingles e locuções.
Durante a trajetória musical, Regininha trabalhou ao lado de nomes importantes da música brasileira, como Gilberto Gil, Roberto Carlos, Elba Ramalho, Carlos Lyra, Ivan Lins, Edu Lobo e Alceu Valença.
Ainda não há informações sobre o local de velório e enterro da cantora.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Derrotado nas urnas, Tiririca investe na música com o álbum ‘Mundo coisado’

Tiririca gravita pelo universo do forró nas onze músicas autorais do álbum ‘Mundo coisado’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Derrotado pela primeira vez nas urnas desde que entrou para a política há 16 anos, tendo sido eleito deputado federal por quatro pleitos consecutivos em 2010, 2014, 2018 e 2022, Tiririca – nome artístico do ator, cantor, humorista e político cearense Francisco Everardo Oliveira Silva – volta a investir na carreira musical.
Tiririca promove o álbum “Mundo coisado”, lançado na sexta-feira, 9 de outubro, com onze músicas autorais pautadas por uma alardeada e pretensa irreverência.
Gravado com produção musical e arranjos de Claudivan Santiago, músico que toca todos os instrumentos das onze faixas, o álbum “Mundo coisado” apresenta as músicas “É coisa de rapariga”, “O que mais é que tu quer”, “Suvaco cabeludo”, “Era tudo mentira”, “Eu não consigo ficar sem mulher”, “No dia que eu saí da casa de mamãe”, “Todas as crianças têm que estudar”, “Eu não preciso de tadala”, “Quem és tu”, “Vai ficar na cabeça” e “Cuidado com o ovo”.
Em geral com letras e melodias pobres, as composições do álbum “Mundo coisado” se abrigam sob o guarda-chuva do forró, universo musical que abrange ritmos como o xote e o piseiro dos anos 2020.
Capa do álbum ‘Mundo coisado’, de Tiririca
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Netinho marcou o axé com hits como ‘Milla’ e ‘Beijo na boca’ e enfrentou problemas de saúde nos últimos anos

Netinho no clipe da música ”Fim De Semana”, em 1998
CEDOC/TV Bahia
Netinho, um dos principais cantores do axé music, morreu nesta terça-feira (13), aos 60 anos, em um hospital de Salvador. O artista enfrentava um câncer do sistema linfático há mais de um ano.
O artista anunciou que foi diagnosticado com câncer do sistema linfático em 22 de março de 2025, após ser internado no Hospital Aliança Star, na capital baiana, com fortes dores nas pernas. Ele mostrou as etapas do tratamento pela internet.
Quem foi Netinho
Agora no g1
Conhecido como Netinho, Ernesto de Souza Andrade Júnior nasceu em 12 de julho de 1966 em Santo Antônio de Jesus, na Bahia.
Aos 9 anos, ele perdeu o pai em um acidente de carro. No ano seguinte, se mudou com a família para Salvador, onde teve seu encontro com a música.
Aos 14 anos, Netinho ganhou seu primeiro violão, aprendendo a tocar sozinho o instrumento. Dois anos depois, ingressou na faculdade de Engenharia Civil e intercalou os estudos com suas primeiras apresentações em colégios, teatros e barzinhos, com um repertório ainda focado na Bossa Nova e na MPB.
Aos 20 anos, descobriu sua paixão pelo carnaval e o axé ao curtir o Bloco Beijo como folião. Luiz Caldas e a Banda Acordes Verdes eram os responsáveis por puxar o bloco que deu origem à Banda Beijo. Em 1987, ao ver que Luiz Caldas deixaria o bloco, decidiu se inscrever para o teste para ocupar o posto. Deu certo.
Netinho fez sua estreia no circuito oficial do Carnaval de Salvador em 1988. Foi neste ano, que a carreira do artista deu um salto e que a música “Beijo na boca”, interpretada por ele, virou hit nacional.
Em 1990, levou o trio da Banda Beijo para a Copa do Mundo na Itália, fazendo apresentações antes e depois dos jogos e acompanhando a seleção brasileira.
Ao longo da carreira com a Banda Beijo, Netinho se tornou um dos ícones da axé music e emplacou hits como “Salvador pra você”, “Gosto de mar” e “Vem me dar um beijo”.
Em 1992, Netinho assumiu sua carreira solo. E a Banda Beijo passou por uma longa pausa. Em sua fase solo, lançou grandes hits do axé como “Capricho dos Deuses”, “Total” e “Menina”.
Mas foi “Mila”, lançada em 1996, que levou Netinho a bater recordes de execução e ser regravada em diversos idiomas.
Em 1998, Netinho anunciou o retorno da Banda Beijo com a cantora Gilmelândia no comando e seguiu dedicado à sua carreira solo, fazendo shows pelo Brasil, Europa e Estados Unidos.
Em 2002, Netinho fez uma pausa nos trabalhos, retomando os projetos em 2006 com a gravação do primeiro DVD de sua carreira, o “Netinho por Inteiro”, na Concha Acústica do Teatro Castro Alves, em Salvador.
Nos últimos anos, Netinho se dedicou a lançar músicas dedicadas a seus relatos de fé e esperança.
Netinho foi casado com a jornalista Mariana Trindade de 1997 a 2003. O casal teve uma filha, Bruna, hoje com 26 anos. Em 2008, o artista se declarou bissexual.
Em 2022, Netinho concorreu ao cargo de deputado federal na Bahia pelo PL, mas não recebeu votos suficientes para sua eleição.
Em 2020, em uma entrevista ao então deputado federal Eduardo Bolsonaro, Netinho afirmou que decidiu se abster do sexo e criticou a comunidade LGBTQIA+. “Eles foram doutrinados a enxergar a vida pela lente do fiofó”, disse o artista.
Na mesma entrevista, ele também criticou o carnaval de Salvador. “É Sodoma e Gomorra. As famílias que têm filhos adolescentes não querem mais levar para a Bahia. Vai ver homem se beijando com homem, abaixando o short no meio da rua para o pessoal do camarote assistir, os camarotes são inundados de drogas”.
Em 2021, a música “Milla”, que marcou o sucesso do artista anos antes, virou caso de justiça. O cantor usou a faixa em um ato pró-Bolsonaro. Mas o compositor da canção, Manno Góes, entrou na justiça para impedir a divulgação do vídeo, e chamou Netinho de “débil mental”. O cantor baiano processou Góes por danos morais.
Leia também: Netinho processa autor de ‘Milla’ por danos morais após briga por vídeo em ato pró-Bolsonaro
Saúde
Em 2013, o cantor sofreu 3 AVCs e passou por três cirurgias no cérebro. Netinho havia sido diagnosticado com adenomas hepáticos benignos em função do uso de anabolizantes.
Leia também: Médico aponta anabolizantes como causa de complicações em Netinho
Na época, o artista perdeu os movimentos do corpo, a voz e a memória recente.
Sem condições de retornar ao trabalho após alta, se afastou de suas atividades artísticas por 5 anos, fazendo apresentações e gravações pontuais em alguns períodos.
Meses depois da série de AVCs, o artista teve uma depressão profunda e precisou ser internado novamente após duas tentativas de suicídio. Sobre esse período conturbado, Netinho escreveu, em 2018, a música “Tempo de Cuidar”. O artista não chegou a gravar a faixa em nenhum disco.
Em 2025, o cantor foi diagnosticado com Linfoma Não Hodgkin Tipo B Agressivo após sentir uma forte dor nas costas. Em um exame, descobriu que o linfoma media 18cm, sendo submetido a um tratamento de quimioterapia.
Em setembro de 2026, voltou a ser internado após o retorno do câncer. Meses antes, ele havia revelado ter recebido alta do tratamento. Nos comentários da publicação, artistas e fãs desejaram melhoras e deixaram orações pela recuperação do cantor.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Titanique’ emerge na cena carioca, na praia do besteirol, com citações de hit de Rosana, ‘Berimbau’ e Bonde do Tigrão

O elenco do musical ‘Titanique’ posa na proa do navio cenográfico que ocupa o palco do Teatro Claro Mais em temporada que vai até 7 de novembro
Edgar Machado / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ Sucesso na temporada teatral de São Paulo no último trimestre de 2025, o musical “Titanique” emerge neste mês de outubro de 2026 na cena carioca, na praia do besteirol, com direito a citações de músicas brasileiras de diversos estilos e épocas.
Em cartaz no Teatro Claro Mais de quinta-feira a domingo, até 7 de novembro, a comédia dirigida por Gustavo Barchilon é narrada por Celine Dion e tem roteiro centrado nas músicas mais famosas do repertório da cantora canadense, personificada no espetáculo por Alessandra Maestrini, atriz de fartos dotes vocais.
Contudo, em sintonia com o espírito nonsense do espetáculo, a paródia teatral do filme norte-americano “Titanic” (1997) – estreada em junho de 2022 no circuito off-Broadway com texto de Tye Blue, Marla Mindelle e Constantine Rousouli – ganha molho e ritmos à moda brasileira na irreverente montagem brasileira protagonizada por Maestrini e pelo atores Marcos Veras e Giulia Nadruz como o apaixonado casal Jack Dawson e Rose DeWitt Bukater, personagens imortalizados no filme por Leonardo DiCaprio e Kate Winslet.
No musical, quando Jack e Rose estão no convés, ele canta e dança trecho do afrossamba “Berimbau” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963), no movimento e na cadência de um tema de capoeira. Em outro momento, o ator Luis Lobianco – um dos pilares da peça pelos improvisos na pele de Ruth, a mãe preconceituosa e elitista de Rose – cita o refrão “Só as cachorras / As preparadas”, do funk “O baile todo” (Alexandre Lucas, Mãozinha, Umberto Tavares e Victor Junior), um dos maiores sucessos do Bonde do Tigrão.
A mesma Rose, louca por um solo no musical, também canta o refrão do maior sucesso da cantora Rosana, “O amor e o poder”, versão em português de Claudio Rabello para a balada “The power of love” (Jeniffer Rush, Candy de Rouge, Gunther Mende e Mary Susan Applegate, 1984).
Embora lançada na voz de Jennifer Rush com retumbante sucesso em Londres, em dezembro de 1984, a poderosa balada ganhou projeção mundial ao ser regravada por Celine Dion em 1993 – o que dá ao número de Lobianco um mínimo de senso, embora a comédia se alimente e provoque risos justamente pela falta de lógica.
E por falar em versão e em risos, Marcos Veras arranca gargalhadas da plateia ao imitar o cantor Daniel interpretando “Te amo cada vez mais” (1997), versão em português de Roberto Merli para “To love you more” (David Foster e Edgar Bronfman, 1993), um dos maiores sucessos de Celine Dion. Daniel gravou a versão quando ainda formava dupla com João Paulo (1960 – 1997) e manteve a música no repertório da carreira solo.
Ainda que quase todos os números musicais sejam atravessados pelo humor irreverente do espetáculo, o musical “Titanique” consegue expor ao longo de duas horas a fartura vocal das atrizes Alessandra Maestrini, Giulia Nadruz, Talita Real (como Molly Brown, personagem da atriz Kathy Bates no filme de 1997) e Valéria Barcellos (com grande vivacidade cênica no papel de Tina Turner, personificação do iceberg que aparece no caminho do Titanic e faz o navio afundar).
Outro pilar da peça é o ator George Sauma, impagável na pele de Cal, o efeminado noivo de Rose. A tabelinha com Luis Lobianco em cena é hilária.
Com roteiro musical calcado nos hits de Celine Dion e turbinado com citações marotas que abarcam até a dupla Sandy & Junior, “Titanique” é comédia à altura dos anos dourados do besteirol. Mais do que o navio, pilotado em cena por Wendell Bendelack como o comandante Victor Garber, é o espectador que afunda na cadeira de tanto rir.
O casal Jack e Rose é interpretado no musical ‘Titanique’ pelos atores Marcos Veras e Giulia Nadruz
Edgar Machado / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Bryan Cranston lamenta morte de ‘filho’ em Breaking Bad e faz apelo sobre saúde mental

Bryan Cranston e RJ Mitte
Reprodução / Redes Sociais
Bryan Cranston usou as redes sociais nesta segunda-feira (12) para lamentar a morte do ator RJ Mitte, conhecido por interpretar Walter White Jr., seu filho na série Breaking Bad. O ator também fez um apelo para que pessoas em sofrimento emocional procurem ajuda.
“Estou em profundo desespero enquanto escrevo isto esta noite”, afirmou Cranston. Em sua homenagem, ele relembrou a convivência com Mitte durante as gravações da série e destacou a determinação do colega, que convivia com paralisia cerebral. “Eu o amava e aproveitei profundamente cada momento ao seu lado”, escreveu.
Cranston afirmou ainda que ficou especialmente abalado ao saber da morte do ator e encerrou a mensagem incentivando pessoas que tenham pensamentos suicidas a buscar apoio. “Há esperança”, disse.
“Trocávamos mensagens há apenas algumas semanas, tentando encontrar uma data para almoçarmos juntos. Não sei se esse almoço teria mudado seu futuro.”
RJ Mitte morreu na segunda-feira (11), aos 34 anos, nos Estados Unidos. Cyndi Hinojosa, autoridade judicial do condado de Cameron, informou à Associated Press que declarou a morte do ator por volta das 13h30 em uma residência que seria sua casa, em Brownsville, no Texas.
Agora no g1
A causa da morte não foi divulgada. Segundo a autoridade, o corpo passará por autópsia. O site TMZ informou que o caso é investigado pela polícia.
Na premiada série Breaking Bad, exibida entre 2008 e 2013, Mitte interpretou Walter White Jr., filho do protagonista Walter White, personagem vivido por Cranston. A trama acompanha um professor de química que passa a fabricar metanfetamina após receber um diagnóstico de câncer. A produção conquistou prêmios como Emmy e Globo de Ouro e foi eleita recentemente pelo jornal The New York Times como a melhor série do século XXI.
Além da atuação, Mitte também era conhecido pelo trabalho em defesa da inclusão de pessoas com deficiência. Em comunicado divulgado pela revista Variety, um representante destacou que o ator usou sua experiência de vida com paralisia cerebral para dar autenticidade ao papel em Breaking Bad e para ampliar a conscientização sobre acessibilidade e inclusão.
RJ Mitte, que interpretou Walter White Jr. em ‘Breaking Bad’
Divulgação/AMC
Ao longo da carreira, ele também participou de produções como Triumph e Westhampton. Em 2025, ficou noivo de sua namorada de longa data, Kennedy Suarez, conforme revelou uma reportagem da revista People.
Foto de divulgação da série ‘Breaking Bad’, com RJ Mitte (à direita) e Bryan Cranston (no centro)
Divulgação/AMC
O ator RJ Mitte, em foto de janeiro de 2018
Taylor Jewell/Invision/AP

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator RJ Mitte, de ‘Breaking Bad’, morre aos 34 anos, diz revista

O ator RJ Mitte, que ficou conhecido por interpretar Walter White Jr. na série “Breaking Bad”, morreu aos 34 anos. A informação é da revista Variety, especializada na cobertura de Hollywood, e foi confirmada por um representante do ator.
A causa da morte ainda não foi divulgada.
Esta matéria está em atualização.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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DNA e rastreamento de veículos ajudam investigadores a recuperar obras de Renoir roubadas na França

As pinturas de Renoir recuperadas, expostas no Centro Interdisciplinar de Conservação e Restauração do Patrimônio, na Marselha, nesta segunda-feira (12)
Philippe Magoni/AP Photo
O DNA deixado em uma capa protetora para pinturas ajudou investigadores a recuperar duas obras dos pintor Pierre-Auguste Renoir roubadas de um museu na França e a descobrir preparativos para um outro roubo de obras de arte, informou um promotor francês nesta segunda-feira (12).
Quatro homens foram indiciados preliminarmente na investigação sobre o roubo, ocorrido em 8 de setembro no Museu Renoir, na cidade de Cagnes-sur-Mer, na Riviera Francesa. As acusações incluem roubo organizado e associação criminosa, afirmou o promotor de Marselha Nicolas Bessone.
Uma das pinturas, “Retrato de Madame Colonna Romano”, sofreu um rasgo. A outra, “Jovem no Poço”, teve pequenos danos na moldura, disse Bessone. Ele estimou o valor conjunto das obras em 4,2 milhões de euros (cerca de R$ 25,3 milhões).
Os ladrões usaram uma serra elétrica para cortar uma cerca, entraram no museu pelo térreo e cortaram os dispositivos que prendiam as molduras de quatro pinturas. Um alarme disparou e policiais chegaram quatro minutos depois, uma resposta rápida que “aparentemente fez com que os autores entrassem em pânico”, afirmou Bessone.
“Ao fugirem, eles não conseguiram levar as quatro pinturas e abandonaram duas delas, que mais tarde foram encontradas em uma capa protetora”, disse.
Agora no g1
Rastreamento de veículo levou aos suspeitos
O DNA encontrado na capa abandonada correspondia ao de um homem de 29 anos que já era investigado em um caso de tráfico de drogas. A polícia já estava rastreando o veículo dele no âmbito desta investigação, disse Bessone.
Dados de rastreamento do veículo mostraram que o suspeito, acompanhado por um homem de 41 anos, foi à casa de um terceiro homem pouco depois do roubo, afirmou Bessone.
A vigilância policial também mostrou que, em 3 de outubro, o homem de 29 anos visitou a Fundação Maeght, em Saint-Paul-de-Vence, que abriga uma grande coleção de arte moderna.
Em seguida, o suspeito se encontrou com um quarto homem conhecido da polícia por casos de roubo e falsificação de obras de arte em 2001 e 2003. Bessone disse que as prisões foram motivadas pela “fortíssima suspeita de que outro roubo era iminente”.
As pinturas estavam escondidas atrás de uma parede
Os dois homens suspeitos de realizar o roubo no museu foram indiciados preliminarmente por roubo cometido por grupo organizado e associação criminosa, entre outras acusações.
Eles foram levados à prisão enquanto seguem as investigações. Ambos negaram qualquer irregularidade, disse Bessone.
O terceiro suspeito admitiu ter recebido as pinturas em sua casa e tê-las escondido atrás de uma parede construída sob uma escada depois do roubo. Os investigadores recuperaram as obras de Renoir no esconderijo, afirmou Bessone.
O quarto suspeito admitiu ter visto fotografias das pinturas, mas disse que não as reconheceu imediatamente. Os dois suspeitos foram indiciados preliminarmente por “receptação” das pinturas roubadas. Eles foram libertados sob supervisão judicial e proibidos de deixar a França.
Outras duas pessoas que haviam sido presas foram libertadas sem acusação.
Segurança dos museus
O Museu Renoir ocupa a última residência do importante pintor impressionista francês Pierre-Auguste Renoir, que viveu no local até sua morte, em 1919. É a atração mais conhecida de Cagnes-sur-Mer, cidade litorânea mediterrânea entre Cannes e Nice.
Entrada do Museu Renoir, em Cagnes-sur-Mer
Philippe Magoni/AP
O roubo trouxe de volta lembranças do espetacular furto das joias da coroa do Museu do Louvre, em Paris, no ano passado, e renovou os pedidos por mais segurança e financiamento para os diversos locais culturais da França.
Christian Sainte, diretor nacional da polícia judiciária, afirmou nesta segunda-feira que o país “é repetidamente alvo de grupos criminosos organizados que realizam operações de roubo de objetos de valor que fazem parte de nosso patrimônio cultural” em museus, castelos, locais de culto, residências particulares e galerias de arte.
Os museus franceses registraram 23 casos em 2025 e cerca de 10 neste ano, afirmou.

Fonte: G1 Entretenimento