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Ana Castela, Marina Sena, Gabriel o Pensador: O que os portugueses estão ouvindo de música brasileira


O que os portugueses estão ouvindo da cena musical brasileira
Ana Castela, Marina Sena e Gabriel o Pensador são alguns dos artistas brasileiros que estão na playlist de alguns portugueses que passaram pelo Rock in Rio Lisboa.
A edição portuguesa do festival teve início neste sábado (20) no Parque Tejo e contou com vários artistas brasileiros nos palcos.
Mas o g1 percorreu o Parque Tejo para saber o que eles conhecem de música brasileira além dos artistas dos palcos. E quem eles ainda querem ver no evento.
“Do Brasil, só algumas da Marina Sena que eu gosto”, afirmou Andreia, que apontou a música “Numa Ilha” como sua favorita da artista.
“Não conheço. Só quando passa nas rádios. Eu danço, mas não conheço. Então não sei”, afirmou Débora, que aceitou o convite da amiga Andreia para conhecer o som de Marina Sena.
Antenada na música brasileira, Guida listou vários artistas.
“Não é só Ivete Sangalo. Gosto daquela que veio aqui há pouco tempo, a Ana Castela. Gosto muito. O Sepultura também, Pedro Sampaio… E já os antigos, Roberto Carlos, Maria Bethânia e tantos outros.”
Ouvinte de rap, Tiago afirmou que gosta muito de “Gabriel o Pensador, Racionais e coisas assim”.
“O resto, funk, isso não ouço. Já ouvi Ivete Sangalo, que esteve aqui em 2009. Não é meu estilo de música, mas como ela bomba muito… Gostaria que Racionais viesse aqui”, disse ele.
“Minha filha ouve Pedro Sampaio. Eu não. Antigamente, quando eu era jovem, ainda ouvia o Netinho. Mas mais nada”, afirmou Ana. E João citou Jão. “Gosto muito.”
Rock in Rio Lisboa 2026
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Fonte: G1 Entretenimento

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Super Campões: anime retratou duelo entre Brasil e Japão pela Copa do Mundo; relembre


‘Super Campeões’ previu duelo entre Brasil e Japão na Copa do Mundo
Reprodução
Brasil e Japão se enfrentam nesta segunda-feira (29), às 14h, pela primeira partida da fase mata-mata da Copa do Mundo. No mundo dos animes, as seleções tiveram um encontro histórico na saga “Super Campeões”.
Estrelada por Tsubasa Oozora, a história conta a trajetória de um jovem apaixonado por futebol que sonha em conquistar a Copa do Mundo pelo Japão
O criador, Yōichi Takahashi, dividiu a trajetória do herói em algumas subtramas e entre elas está “Super Campeões: Rumo a 2002”.
Cheia de referências nada discretas a jogadores e times da vida real, nessa parte da história Tsubasa é contratado pelo Catalunya (ou Barcelona), após uma passagem pelo Brancos (ou São Paulo).
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Porém, ao chegar ao clube espanhol, ele enfrenta problemas com o técnico da equipe, que o rebaixa para equipe B. Lá, Tsubasa se destacou marcando gols e dando assistências.
Até que o craque do time principal, Rivaul (ou Rivaldo) se machuca e o jovem japonês é escalado para o clássico contra o Real Madrid.
Ao todo, o seriado conta com 52 episódios e, no último deles, há uma passagem rápida no tempo na qual Tsubasa e seus companheiros de equipe estão sonhando com finalmente conquistarem a chance de jogar uma Copa do Mundo pelo Japão.
E a primeira partida retratada é justamente contra o Brasil.
Partida sem resultado
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O episódio final desta parte da saga termina justamente com o árbitro apitando o início da disputa e não se sabe o resultado final do jogo.
As imagens retratadas simulam elementos da Copa do Mundo daquele ano, partida na Coreia e no Japão – caso da bola feita para a competição e das chuteiras dos jogadores.
Para quem é apegado a superstições, o Brasil se sagrou campeão em 2002, vencendo a Alemanha na final.
Na vida real, Brasil e Japão se enfrentaram uma vez em Copas. Foi em 2006, na primeira fase da competição. A seleção brasileira venceu por 4 a 1.

Fonte: G1 Entretenimento

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Raul Seixas canta Rolling Stones em single inédito que integra três reedições produzidas para os 81 anos do artista


Raul Seixas (1945 –1989) completaria 81 anos hoje, domingo, 28 de junho
Ariel Severino / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantor e compositor cultuado como entidade por séquito fervoroso, Raul Seixas (28 de junho de 1945 – 21 de agosto de 1989) faria 81 anos de vida neste domingo. Mesmo sem o status de efeméride por não ser data redonda, o 81º aniversário do artista baiano – cuja obra é um dos pilares do rock brasileiro – motiva três lançamentos em vinil, incluindo edição de single inédito com abordagem de música do grupo Rolling Stones e reedições de dois álbuns do Maluco beleza no formato físico de LP.
Detentora do acervo da gravadora Copacabana, companhia fonográfica brasileira extinta em 1998, a multinacional Universal Music relança o último álbum solo de Raul, “A pedra do gênesis”, editado originalmente em 1988 pela Copacabana ainda no formato de LP, já que o CD ainda não era a mídia dominante no mercado fonográfico brasileiro da época.
Com músicas autorais como “A lei”, “Areia da ampulheta” e “Cavalos calados”, o álbum “A pedra do gênesis” aludia no título à rocha formada há cerca de quatro bilhões de anos e recolhida por astronautas em 1971 durante a missão Apollo 15. Embora quase inteiramente autoral, o repertório do álbum “A pedra do gênesis” incluiu regravação da suplicante canção sertaneja “Lua bonita” (Zé do Norte e Zé Martins, 1953).
Imagem promocional da reedição em LP do álbum ‘A pedra do gênesis’ (1988), de Raul Seixas
Divulgação
Já o selo independente Record Collector Brasil promove dois relançamentos com status de itens de memorabília. O primeiro é o inédito single “Raul Rock Club – 45 anos”, que apresenta o primeiro registro fonográfico oficial da gravação caseira de “Lady Jane” (Mick Jagger e Keith Richards, 1966) feita em 1984 por Raul na residência do artista, em Itaim, bairro da cidade de São Paulo (SP).
Mentor do fã-clube Raul Rock Club, Sylvio Passos acompanha o cantor na abordagem da música lançada há 60 anos pela banda The Rolling Stones. O áudio da gravação já circulava no YouTube há seis anos, mas de forma extraoficial e sem o devido tratamento. Ainda no Lado A, além de “Lady Jane”, o single traz “Boneco de papel”, música – também inédita em disco – de autoria creditada a Raul e a Sylvio Passos. No lado B, o grupo Putos Brothers Band, liderado por Passos, mostra o blues “Eu toco Raul”.
Imagem promocional da edição do inédito single ‘Raul Rock Club – 45 anos’, de Raul Seixas
Divulgação
O outro relançamento do selo Record Collector Brasil é a edição, no formato de LP duplo e com tiragem limitada de 500 cópias, do álbum póstumo “Se o rádio não toca…”, lançado em 1994 em CD e em LP simples com a gravação ao vivo de show realizado por Raul Seixas em Brasília (DF), em 1974.
A edição de 2026, além de incorporar seis faixas inéditas ausentes da edição de 1994 por falta de espaço, vem com alardeada melhora da qualidade técnica da gravação do show. A partir da fita de rolo original, Sanjai Cardoso fez nova transferência dos áudios, além de novas mixagem e masterização, com a intenção de aprimorar o som dos instrumentos e do canto do sempre revivido Raul Seixas, dono de um dos baús mais fartos da música brasileira.
Imagem promocional da reedição em LP duplo do álbum ‘Se o rádio não toca…’ (1994), de Raul Seixas
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Cantora e violinista Ster expande ‘funk erudito’ com o EP ‘Prelúdio’ enquanto programa o primeiro álbum para 2027


Ster lança o EP ‘Prelúdio’ com cinco músicas autorais, sendo três inéditas e duas já lançadas em singles
Tavares / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantora, compositora e violinista carioca, filha de pai chileno e mãe brasileira, Ster desenvolve o som que batizou de funk erudito, estilo que promove a união do batidão carioca com a música clássica através de harmonias, técnicas e arranjos idealizados para reforçar tal conexão.
Um ano após lançar o EP intitulado justamente “Funk erudito” (2005), Ster – nascida Esther Cândida Alves Campos há 25 anos e criada na Penha, bairro do subúrbio da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – apresenta mais um EP, “Prelúdio”, enquanto programa o lançamento do primeiro álbum para 2027.
Em rotação desde a noite de quinta-feira, 25 de junho, o EP “Prelúdio” reúne cinco músicas de autoria de Ster, todas gravadas com produção musical do DJ TH4I.
Duas faixas, “Dança de baile” (2025) e “Muleke” (2026), já haviam sido previamente apresentadas em singles editados em dezembro e maio, respectivamente, sendo que “Muleke” traz feat de Ster com a cantora fluminense King Saints. A trinca de novidades do EP “Prelúdio” é formada pelas músicas “Espelho”, “Isso aqui é BR” e “Posso até tocar um violino”.
O lançamento do EP “Prelúdio” é mais um passo na caminhada musical iniciada pela artista ainda na infância. Aos oito anos, Ster aprendeu a tocar violino em aulas particulares na igreja. Formada na Escola de Música Villa-Lobos, no Rio de Janeiro (RJ)

Fonte: G1 Entretenimento

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Cerimônia memorial de Oliver Tree terá transmissão ao vivo, diz revista


Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
Uma cerimônia especial para celebrar Oliver Tree está marcada para o próximo dia 25 de julho. A informação foi dada por um representante do artista à revista “Billboard”.
O músico foi uma das seis vítimas fatais da colisão entre dois helicópteros ocorrida no Recreio dos Bandeirantes, na Zona Oeste do Rio de Janeiro, no dia 14 de junho.
Segundo a publicação norte-americana, o evento será transmitido ao vivo “devido o espaço limitado para familiares e amigos”.
Quem era Oliver Tree? Músico americano que morreu em acidente aéreo no Rio
Ainda de acordo com a Billboard, a cerimônia acontecerá em um espaço ao ar livre no campus da Universidade da Califórnia. A equipe do artista anunciará detalhes sobre a transmissão do evento em breve.
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Quem era Oliver Tree
Cantor Oliver Tree está entre as vítimas do acidente de helicópteros no Rio de Janeiro.
Reprodução
Nascido em Santa Cruz, Califórnia, em 1993, Tree era conhecido tanto pela música quanto pela persona excêntrica que construiu ao longo da carreira: visual caricato, roupas e cortes de cabelo exagerados, e shows que misturam comédia, reality show falso e até luta.
Hoje ele soma cerca de 11 milhões de ouvintes mensais no Spotify e mais de 2 milhões de seguidores no Instagram. Ele colaborou com nomes como Marshmello, David Guetta, Little Big, KSI e BoyWithUke.
Ele começou na adolescência com singles independentes, mas o ponto de virada veio em 2017, quando o single “When I’m Down” viralizou.
Em 2020 lançou seu álbum de debut major-label, “Ugly Is Beautiful”, que chegou à 14ª posição da Billboard 200 e ao topo da parada de rock.
Oliver Tree
Instagram/Reprodução
O auge de popularidade veio com “Life Goes On” (2021) e principalmente “Miss You” (2022, com remix de Robin Schulz), que se tornaram seus maiores sucessos internacionais, somando juntos mais de 1,4 bilhão de streams no Spotify.
Desde então lançou mais três álbuns — “Cowboy Tears” (2022), “Alone in a Crowd” (2023) e “Love You Madly Hate You Badly” (2026).
Entre 2019 e 2020, Tree namorou a cantora Melanie Martinez, que se apresentou no festival Lollapalooza em São Paulo no ano de 2023.
Tree havia feito um show em São Paulo em 6 de junho, no Studio Stage, no bairro da Lapa. Junto dele também estava o youtuber argentino Gaspi, que soma quase três milhões de inscritos na plataforma.

Fonte: G1 Entretenimento

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Figueira Junior, dublador de Dragon Ball e Futurama, morre aos 60 anos


Figueira Junior e o personagem Fry, de Futurama
Reprodução/Instagram
O dublador Figueira Junior morreu aos 60 anos. A informação foi compartilhada neste sábado (27) por Tânia Gaidarji, também dubladora. A causa da morte não foi revelada.
Figueira foi responsável por dar voz a personagens como Fry, de “Futurama”, e Androide 17, de “Dragon Ball”.
A Associação Brasileira de Dubladores (DUBLAR) publicou uma nota de pesar no Instagram.
“A DUBLAR e o DUBLAGEM VIVA lamentam profundamente a perda do colega, amigo e associado Figueira Jr. Com personagens que marcaram a vida de muitas pessoas, Figueira agora estará eternizado através de sua voz em diversas obras como Futurama e Dragon Ball. Desejamos luz em sua passagem e muita força para a família, em especial ao seu tão querido sobrinho Daniel Figueira.”
Além dos desenhos animados, o dublador também trabalhou em filmes como “American Pie”, “Um Sonho de Liberdade” e “Matrix”.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Kid Abelha cumpre o prometido com roteiro ‘matador’ na turnê nacional que chega a São Paulo após estrear no Rio


Paula Toller e George Israel são parceiros na maioria das músicas do roteiro do show da turnê ‘Eu tive um sonho’
Diego Castanho / Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ Em entrevista ao repórter Gabriel Castelo Branco do g1, antes da estreia da turnê que marca a volta do grupo Kid Abelha aos palcos após 13 anos, a cantora e compositora Paula Toller prometeu um setlist “matador”.
Dito e feito. A julgar pelo roteiro seguido em 12 de junho por Paula Toller (voz), George Israel (saxofone) e Bruno Fortunato (guitarra) na estreia nacional do show “Eu tive um sonho” na cidade natal do Rio de Janeiro (RJ), o trio carioca teve a preocupação de incluir no roteiro todos os sucessos da discografia iniciada em 1983, há 43 anos.
Com 30 músicas lançadas pela banda entre 1983 e 2005, além da “Intro”, esse roteiro será reproduzido na chegada da turnê “Eu tive um sonho” à cidade de São Paulo (SP) em apresentação programada para as 20h30 de hoje, sábado, 27 de junho, no estádio Nubank Parque.
E cabe ressaltar que o roteiro da turnê do Kid é essencialmente autoral e atravessado pelo cancioneiro composto por Paula Toller em parceria com George Israel, já que a contribuição de Leoni ao repertório da banda ficou restrita ao período que foi de 1983 a 1985.
Com exceção da canção soul “Na rua, na chuva, na fazenda” (1973), sucesso de Hyldon na década de 1970 que o Kid Abelha gravou há 30 anos no álbum “Meu mundo gira em torno de você” (1996), as músicas do show “Eu tive um sonho” foram lançadas pelo próprio Kid Abelha em várias fases dessa banda marcada pela excelência pop do repertório.
E, de fato, como adiantou Paula Toller ao g1, o roteiro da turnê “Eu tive um sonho” dispara torpedos infalíveis, pensados para alvejar o coração sentimental dos milhares de seguidores do Kid Abelha.
O Kid Abelha canta 30 músicas no roteiro essencialmente autoral do show da turnê ‘Eu tive um sonho’
Diego Castanho / Divulgação
♪ Eis o roteiro montado pelo grupo Kid Abelha para o show da turnê “Eu tive um sonho”:
1. “Intro” /
2. “A palavra forte” (George Israel e Paula Toller, 1991) /
3. “Lágrimas e chuva” (Bruno Fortunato, George Israel e Leoni, 1985)
4, “Nada tanto assim” (Bruno Fortunato e Leoni, 1984)
5. “No meio da rua” (George Israel e Paula Toller, 1987)
6. “Educação sentimental II” (Herbert Vianna, Leoni e Paula Toller, 1985)
7. “Na rua, na chuva, na fazenda” (Hyldon, 1973) – música gravada pelo Kid Abelha em 1996 /
8. “Eu só penso em você” (George Israel e Paula Toller, 1998)
9. “Alice (Não me escreva aquela carta de amor)” (Bruno Fortunato, Leoni e Paula Toller, 1984)
10. “Amanhã é 23” (George Israel e Paula Toller, 1987)
11. “Nada por mim” (Herbert Vianna e Paula Toller, 1985)
12. “Deus (Apareça na televisão)” (George Israel, Paula Toller e Sérgio Dias, 1993)
13. “Peito aberto” (George Israel e Paula Toller, 2005)
14. “Eu contra a noite” (George Israel e Paula Toller, 2001)
15.l “No seu lugar” (George Israel, Lui Farias e Paula Toller, 1991)
16. “Uniformes” (Leo Jaime e Leoni, 1985) – Instrumental
17. “Eu tive um sonho” (George Israel e Paula Toller, 1993)
18. “Como é que eu vou embora” (George Israel e Cris Braun, 1996)
19. “Maio” (George Israel e Paula Toller, 1998)
20. “Garotos” (Leoni e Paula Toller, 1985)
21. “Seu espião” (Herbert Vianna, Leoni e Paula Toller, 1984)
22. “Nada sei (Apneia)” (George Israel e Paula Toller, 2002)
23. “Todo meu ouro” (Bruno Fortunato, George Isreael, Lui Farias e Paula Toller, 1989)
24. “Te amo pra sempre” (George Israel e Paula Toller, 1996)
25. “Grand’Hotel” (George Israel, Lui Farias e Paula Toller, 1991)
26. “Fixação” (Beni Borja, Leoni e Paula Toller, 1984)
Bis:
27. “Como eu quero” (Leoni e Paula Toller, 1984)
28. “Os outros” (Leoni, 1985) /
29. “A fórmula do amor” (Leo Jaime e Leoni, 1985)
30. “Por que não eu?” (Herbert Vianna, Leoni e Paula Toller, 1983) /
31. “Pintura íntima” (Leoni e Paula Toller, 1983)
Paula Toller dá voz às músicas do roteiro de fato ‘matador’ do show da turnê ‘Eu tive um sonho’
Diego Castanho / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Jason Momoa se junta a grupo seleto de atores ao interpretar Lobo em ‘Supergirl’: ‘Tenho muita sorte’


Jason Momoa vive seu 2º herói do cinema em ‘Supergirl’
Com a estreia de “Supergirl” nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (25), o astro Jason Momoa entra para o grupo seleto – ou talvez nem tanto, a esta altura – de atores que já interpretaram mais de um personagem dos quadrinhos.
g1 já viu: Em ‘Supergirl’, carisma de Milly Alcock voa alto acima de aventura repetitiva e vilão genérico
Milly Alcock fala sobre responsabilidade de ser heroína dos quadrinhos no cinema
Depois de dar vida ao Aquaman em quatro filmes baseados nos gibis da DC, o havaiano de 46 anos agora assume a moto e o charuto do anti-herói Lobo – um dos mais descontrolados e cults da mesma editora.
Por acaso, o caçador de recompensas cabeludo e brutamontes é o favorito do ator desde a juventude. Uma admiração que Momoa divulgava a quem quisesse ouvir desde a época em que ainda empunhava o tridente do rei de Atlântida.
“Eu sou um homem de muita, muita sorte. Um ator de muita sorte por poder interpretar essas coisas. Especialmente o Lobo, porque eu cresci lendo esses quadrinhos, e eu os amo”, afirma ele, em entrevista ao g1.
“Fazer o Lobo é maravilhoso. Não me desculpar por nada. Ser um patife tão brincalhão. Ao mesmo tempo, também é muito divertido ser o rei, e é muito divertido ter a vulnerabilidade e ter um filho, e uma esposa. Eu não quero falar que um é melhor que o outro.”

Juan Silva/g1
Durante a vida passada como o Aquaman, Momoa fez amizade com outros dois atores que sabem bem o que é viver a transição de um alter ego para outro.
Ben Affleck, o homem morcego de “Batman vs Superman: A Origem da Justiça” (2016) e “Liga da Justiça” (2017), foi um dos primeiros super-heróis do cinema ao interpretar o advogado cego da Marvel em “Demolidor: O homem sem medo” (2003).
Já o grande vilão de “Aquaman” (2018), Patrick Wilson, participou da adaptação do clássico dos quadrinhos “Watchmen: O filme” (2009), como o Coruja.
Daria também para falar de Willem Dafoe, o eterno Duende Verde do primeiro “Homem-Aranha” (2002), mas seu personagem Vulko é tão secundário ao Aquaman cinematográfico que sua participação foi cortada do filme do herói, contida apenas a “Liga da Justiça”.
Há de se imaginar que Momoa conversaria com os amigos sobre a experiência, compartilhada também com nomes como Chris Evans e Halle Berry (veja arte acima).
“Não. Não falei. Quero dizer, Patrick e eu somos bons amigos. Também tenho uma boa amizade com o Ben. Mas não, não falei. Não os vejo desde então. Mas é uma boa pergunta. Vou falar com eles. Tem um clube das duas vezes. Das duas vezes como super-herói”, afirma o ator.
Jason Momoa em cena de ‘Supergirl’
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“Tem alguém que tenha feito três vezes?”
Tem sim. Josh Brolin e Ryan Reynolds estão entre os que interpretaram mais de dois personagens centrais das HQs.
Depois de iniciar cedo sua carreira em adaptações como o pistoleiro “Jonah Hex – Caçador de Recompensas” (2010), foram anos até que Brolin chegasse ao combo do uber vilão Thanos dos filmes da Marvel e o mal-humorado Cable, em “Deadpool 2” (2018).
Chega a ser irônico que seu amigo e rival do filme do mercenário seja outro exemplar do “clube dos três”. Reynolds hoje vive o ápice do sucesso com Deadpool, mas nem sempre foi assim.
Muita gente esquece, mas muitos anos antes dos desastrosos “Lanterna Verde” (2011) e “X-Men Origens: Wolverine” (2009), ele esteve no também desastroso “Blade: Trinity” (2004).
O ‘Maioral’ tem futuro?
Baseado numa minissérie em quadrinhos premiada e ilustrada pela brasileira Bilquis Evely, o roteiro escrito pela atriz – e filha de pai brasileiro – Ana Nogueira conta uma história bem parecida.
Nela, a Supergirl (Milly Alcock) tenta superar o trauma da perda de seu planeta natal enquanto ajuda uma garota em busca de vingança pela morte dos pais.
Milly Alcock em cena de ‘Supergirl’
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Lobo aparece no meio da jornada e, ao contrário do que muita gente esperava, se alia brevemente à dupla para enfrentar o exército de capangas do vilão.
Antes disso, encontra tempo para fazer algumas de suas coisas favoritas que, coincidência ou não, são compartilhadas com o Aquaman de Momoa.
“Bem, ambos gostam de beber cerveja, e gostam de golfinhos. Eles têm isso em comum. E, sabe mais o que? Fico surpreso que você não lembrou disso, mas os dois amam andar de moto”, fala ele.
É preciso avisar, no entanto: não há golfinhos em “Supergirl”.
Criado em 1983 por Roger Slifer e Keith Giffen, Lobo apareceu primeiro como um vilão. A princípio com cabelo mais curto e um collant colorido, ele evoluiu com os anos para uma sátira do Wolverine, da rival Marvel, como um ser virtualmente imortal, violento e desbocado.
O visual também mudou e ele ganhou um estilão mais motoqueiro, cabeludo, de jaqueta ou sobretudo de couro e até um buldogue.
Atualmente, ele assume a faceta de um anti-herói mais às margens das histórias principais da editora, e já enfrentou o Superman quase de igual para igual – apesar de se aliar aos heróis na maior parte das vezes.
Orn (Patrick Wilson) e Aquaman (Jason Momoa) têm que unir forças em ‘Aquaman 2: O Reino Perdido’
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Com o processo de compra iminente da Warner, dona da DC e dos estúdios que adaptam seus quadrinhos, o futuro do novo universo cinematográfico capitaneado por James Gunn (diretor da trilogia “Guardiões da Galáxia” e de “Superman”) é incerto.
O que não impede o intérprete do “Maioral”, como Lobo é carinhosamente conhecido, de sonhar com um filme próprio.
“Estou muito animado para que as pessoas vejam. Espero que elas gostem, e, então, poderemos fazer mais, sabe?”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rachel Reis revisita a obra autoral no álbum audiovisual ‘Ao vivo da Sereiona’


A cantora baiana Rachel Reis promove álbum gravado ao vivo em show feito com vista para cartões-postais de Salvador (BA)
Caio Lírio / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Rachel Reis rebobina músicas dos dois primeiros álbuns de estúdio, “Meu esquema” (2022) e “Divina casca” (2025), no registro audiovisual de show apresentado pela cantora e compositora baiana em espaço com vista para o Elevador Lacerda e o Mercado Modelo, atrações turísticas da cidade de Salvador (BA).
Em rotação desde 16 de junho, o álbum “Ao vivo da Sereiona” também abarca no repertório músicas do primeiro EP da artista, “Encosta” (2021), lançado há cinco anos com quatro composições, das quais três – “Desatei”, “Saudade” e “20h” – estão no roteiro do show perpetuado na gravação viabilizada e editada por Rachel Reis em parceria com a produtora Macaco Gordo.
O álbum “Ao vivo da Sereiona” traz feats da artista com Psirico – grupo personificado pelo cantor e percussionista Márcio Victor, convidado da faixa “Apavoro” – e com Àttooxxá e Afrocidade, presentes nas regravações das músicas “Pelo” e “40 graus”.
Capa do álbum ‘Ao vivo da Sereiona’, de Rachel Reis
Caio Lírio com arte de Vic Zacconi

Fonte: G1 Entretenimento

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Bella Longuinho faz carta aberta ao ex após término e pede fim dos ataques nas redes: ‘Às vezes as pessoas erram’


Bella Longuinho faz carta aberta ao ex após término e pede fim dos ataques nas redes
Após relatar ter sido agredida pelo então namorado durante uma festa e anunciar o fim do relacionamento no início do mês, a influenciadora mineira Bella Longuinho publicou uma carta aberta ao ex e aos seguidores. No vídeo, divulgado nesta sexta-feira (26), ela afirmou que este será seu último pronunciamento sobre o assunto e fez um apelo para que os fãs deixem de atacar o ex-companheiro nas redes sociais.
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Durante o desabafo, a influenciadora relembrou que o ex foi seu primeiro namorado e esteve ao seu lado durante um dos momentos mais importantes de sua vida: a transição de gênero.
“Eu acho que eu tinha que vir aqui para agradecer ao meu ex por tudo. Por ter feito parte da minha transição desde o início”, declarou Bella.
Bella Longuinho faz carta aberta ao ex após término e pede fim dos ataques nas redes
Redes sociais
Bella reconheceu que o relacionamento terminou de forma dolorosa, mas disse que isso não apaga os momentos vividos pelo casal. “O que aconteceu no final não invalida tudo o que a gente passou.”
Ela também recordou as dificuldades enfrentadas ao longo de 2025, período em que conciliou a transição com a exposição nas redes sociais. “Só eu e ele sabemos o que a gente passou. Foi um ano muito difícil para mim. Ter ele do meu lado foi super importante.”
Pedido para encerrar o assunto
Apesar de afirmar que o ex teve “uma atitude muito horrível”, Bella disse que não guarda ressentimentos e fez um apelo para que os seguidores deixem de atacá-lo nas redes sociais.
“Eu não quero que vocês ‘taquem’ mais hate nele, não quero que mandem mensagem para ele. Eu não acho que ele seja uma pessoa ruim. Às vezes as pessoas erram, e eu espero que ele seja muito feliz, que ele realize todos os sonhos da vida dele. Eu não tenho raiva nenhuma dele, muito pelo contrário”, declarou.
Bella disse ainda que não pretende apagar fotos e vídeos do antigo relacionamento. Segundo ela, além de alguns conteúdos envolverem contratos publicitários, o ex faz parte de sua história e ela não vê motivos para esconder esse período da vida.
“Eu não tenho problema com o meu passado. Acho que tudo serve de aprendizado”, concluiu.
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Quem é Bella Longuinho, influencer mineira que viralizou ao compartilhar transição de gênero nas redes sociais
Relembre o caso
O novo pronunciamento acontece após Bella anunciar publicamente o fim do relacionamento ao relatar ter sido agredida pelo então namorado durante uma festa em uma boate.
Na ocasião, ela afirmou ter sido agredida em público e descreveu o episódio como um dos momentos mais humilhantes de sua vida.
“Eu fui agredida pelo meu namorado em uma festa, em público. Nunca me senti tão humilhada”, disse.
Bella Longuinho relata agressão do namorado e anuncia fim do relacionamento
Bella contou ainda que o ex chegou a pedir desculpas, mas que decidiu não perdoá-lo e encerrou o relacionamento. Em um recado aos seguidores, fez um alerta para que outras mulheres não aceitem qualquer tipo de violência.
“Não aceitem nenhum tipo de violência e não aceitem nenhum pedido de desculpa. Isso vai acontecer de novo.”
Horas antes da publicação do vídeo, um usuário das redes sociais afirmou ter presenciado a agressão e informou que registrou um boletim de ocorrência para denunciar o caso à polícia.
Quem é Bella Longuinho
Bella Longuinho compartilhou processo de transição de gênero
Reprodução/Instagram
Natural de Santa Rita do Sapucaí, no Sul de Minas, Bella Longuinho, de 23 anos, é influenciadora digital e criadora de conteúdo. Ela começou a produzir vídeos durante a pandemia de Covid-19, em 2020, quando ainda utilizava o nome Zé Longuinho e publicava conteúdos de humor e do universo fitness.
O crescimento veio em 2021, após viralizar com vídeos de dança nas redes sociais. Desde então, ampliou o alcance com conteúdos sobre rotina, beleza, estilo de vida e experiências pessoais. Atualmente, reúne cerca de 4 milhões de seguidores no TikTok, plataforma em que soma mais de 120 milhões de curtidas, além de manter presença ativa no Instagram.
Bella ganhou ainda mais projeção ao compartilhar publicamente sua transição de gênero. Nas redes sociais, passou a mostrar diferentes etapas do processo, incluindo procedimentos como a feminização facial, implantes de silicone e a cirurgia de redesignação sexual realizada na Tailândia. Os relatos sobre a transição e vídeos mostrando o “antes e depois” costumam viralizar e acumular milhões de visualizações.
Antes de se dedicar integralmente à internet, Bella cursou Direito, mas deixou a faculdade após perceber que conseguiria viver da produção de conteúdo. Hoje, é considerada um dos criadores de conteúdo em ascensão nas redes sociais, onde combina entretenimento com relatos sobre identidade, autoestima e vivências pessoais.
Bella Longuinho foca seu conteúdo em beleza e moda nas redes sociais
Reprodução / Redes sociais
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Fonte: G1 Entretenimento