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Coletivo Pra Gira Girar lança álbum que reverbera legado do grupo Os Tincoãs

Alan de Deus (à esquerda), Álvaro Lancellotti (de camiseta), Pedro Costa e Michele Leal integram o núcleo central do coletivo Pra Gira Girar
Felipe Oneill / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Um após as edições dos singles “Atabaque chora” (2025) e “Deixa a gira girar” (2025), lançados em outubro e novembro do ano passado, respectivamente, o coletivo Pra Gira Girar apresenta em 30 de outubro o primeiro álbum, “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs”, pelo selo Amor in Sound.
Com capa que expõe arte de Ilana Paterman Brasil, o álbum reúne 12 músicas extraídas da discografia dos Os Tincoãs, grupo baiano formado em Cachoeira (BA) em 1960 e projetado na década de 1970 com música afro-brasileira de grande carga ancestral e espiritual.
O álbum “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs” foi gravado com produção musical orquestrada por Mario Caldato com a colaboração do baixista Alexandre Kassin. O núcleo central do coletivo Pra Gira Girar é composto pelo mentor do grupo, Alvaro Lancellotti (voz), com Alan de Deus (voz), Michele Leal (voz) e Pedro Costa (guitarra).
O repertório do álbum inclui músicas como “A força da Jurema” (Mateus Aleluia, Dadinho e Heraldo Bozas, 1973), “Cordeiro de Nanã” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1977), “Lamento às águas” (Mateus Aleluia e Dadinho, 1977) , “Na beira do mar” (Mateus Aleluia e Dadinho, 1973), “Oxossi te chama” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1975) e “Salmo” (Mateus Aleulia e Dadinho, 1975).
Além do quarteto integrante do núcleo central, o álbum “Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs” foi gravado com as adesões de Kassin (baixo, além da coprodução), Anna Magalhães (percussão), Diogo Gomes (trompete) e Zé Manoel (piano e voz). O percussionista Zero Awá (1957 – 2025) completa in memoriam a ficha técnica do disco, editado em LP.
O álbum decorre da boa receptividade do show apresentado pelo coletivo para reverenciar os Tincoãs. “Esse disco é uma consequência do show, nada tínhamos planejado. No entanto, entendemos que essa obra era riquíssima e que pouca gente viu Os Tincoãs em cena. Eles não fizeram tantas aparições como banda e também pertencem a uma geração muito antiga. Houve, então, uma vontade muito genuína de reapresentá-los”, explica Alvaro Lancellotti.
Capa do álbum ‘Pra gira girar – Uma celebração aos Tincoãs’, do coletivo carioca Pra Gira Girar
Arte de Ilana Paterman Brasil

Fonte: G1 Entretenimento

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MC PH é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (14)

MC PH é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (14) Cantor é o convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ator de ‘Pretty Little Liars’ é agredido durante assalto: ‘Ameaçaram me matar por um relógio’

Ator de ‘Pretty Little Liars’ é agredido durante assalto: ‘Ameaçaram me matar por um relógio’
Reprodução
O ator Keegan Allen compartilhou um vídeo em seu perfil no Instagram relatando um assalto à mão armada. Conhecido por interpretar Toby Cavanaugh na série “Pretty Little Liars”, ele contou que os criminosos levaram seu relógio depois de golpeá-lo várias vezes na cabeça.
“West Hollywood não é mais segura. Fui assaltado sob a mira de uma arma e de uma faca por dois jovens que ameaçaram me matar por causa do meu relógio, e teriam feito isso! Deus disse não esta noite. Minha vida por um relógio”.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Árbitro de 75 anos morre após golpe proibido durante luta livre no México; lutador é detido

Árbitro de 75 anos morre durante luta livre no México após golpe proibido; lutador é detido
Reprodução/Redes Sociais
Um árbitro de 75 anos morreu durante uma apresentação de luta livre em Mineral de la Reforma, no estado de Hidalgo, no México. O lutador independente Hijo de Fishman foi detido após o episódio e é investigado pela morte de Gerardo Germán Pineda, conhecido como El Búho.
As informações foram divulgadas por veículos de notícias mexicanos. Segundo relatos, o lutador teria aplicado no árbitro um “martinete”, manobra de alto risco proibida por diversas comissões de luta livre do México.
O caso ocorreu na madrugada de quarta-feira (7) no Centro Deportivo Cultural 11 de Julio.
O que aconteceu
De acordo com relatos de veículos de notícias mexicanos, o incidente ocorreu durante a luta principal do evento, que tinha Hijo de Fishman e Máscara Sagrada NG entre os participantes.
Em um vídeo que circula nas redes sociais, Hijo de Fishman aparece em uma interação com Máscara Sagrada NG, enquanto Pineda faz a contagem do combate. Em seguida, o árbitro se aproxima do lutador e o empurra. Fishman, então, agarra Pineda, coloca-o de cabeça para baixo e o joga contra a lona.
Após a queda, o árbitro demonstra dor e tenta se levantar, mas não consegue. O lutador retorna para perto de Máscara Sagrada NG, e a gravação termina pouco depois.
Segundo relatos da imprensa mexicana, Pineda permaneceu imóvel no ringue por alguns minutos, até que a equipe médica foi acionada.
As primeiras informações divulgadas pela imprensa apontam que a morte estaria relacionada à aplicação de um “martinete”, manobra de alto risco em que o oponente é colocado de cabeça para baixo e projetado contra a lona. O golpe é conhecido pelo risco de provocar lesões graves na região cervical.
Lutador foi detido
Hijo de Fishman foi detido em 7 de outubro.
A Procuradoria-Geral de Justiça do estado de Hidalgo investiga o caso como homicídio culposo, quando não há intenção de matar.
Após o episódio, o local onde o evento foi realizado foi parcialmente interditado. Segundo relatos de veículos locais, o espaço não teria a autorização necessária para realizar a apresentação.
Hijo de Fishman
Reprodução/Redes Sociais
Empresa divulga comunicado
A El Patrón Espectáculos, empresa envolvida na realização de eventos de luta livre, divulgou um comunicado em 7 de outubro lamentando a morte do árbitro.
Na nota, a organização afirmou que está acompanhando o caso e que providenciou assistência e acompanhamento jurídico para Hijo de Fishman, para que o processo seja conduzido conforme a lei e perante as autoridades competentes.
A empresa também informou que seu advogado e representante legal mantém contato com a família de Gerardo Germán Pineda e com os representantes legais dela.
O comunicado ressalta que o processo legal continua em andamento. Por isso, a empresa afirmou que não divulgará informações adicionais que possam interferir nas investigações ou antecipar conclusões sobre os fatos.
“Lamentamos profundamente a perda de uma vida e expressamos nossa solidariedade a seus familiares, amigos e companheiros do meio da luta livre”, diz a nota.
O caso segue sob investigação das autoridades mexicanas.
Agora no g1
Quem era El Búho
Gerardo Germán Pineda tinha 75 anos e construiu uma trajetória na luta livre mexicana. Antes de trabalhar como árbitro, atuou como lutador sob o nome de El Búho Negro II.
Pineda passou cerca de 15 anos lutando antes de assumir a função de árbitro na Arena Afición, em Pachuca, no estado de Hidalgo. Ao longo da carreira, acompanhou combates de nomes conhecidos da modalidade.
Gerardo Germán Pineda tinha 75 anos e construiu uma trajetória na luta livre mexicana
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Causa da morte de LuLu LoveBottom, criador de conteúdo adulto, é revelada

Lucas Drake, criador de conteúdo adulto conhecido como LuLu LoveBottom
Reprodução/Instagram
❗Esta reportagem contém informações sobre morte e possível suicídio, que podem ser sensíveis para alguns leitores.
O criador de conteúdo adulto LuLu LoveBottom, cujo nome verdadeiro era Lucas Edward Drake, morreu em 7 de setembro, em casa, em Los Angeles, nos Estados Unidos.
Segundo informações obtidas pelo site TMZ, o artista foi encontrado morto em casa após uma ocorrência inicialmente tratada como possível suicídio.
Em sua última publicação no Instagram, LoveBottom escreveu: “Eu amo vocês e sinto muito por não ter conseguido chegar até o fim. ADEUS PARA SEMPRE. Com amor, LuLu”.
Um amigo do artista informou ao TMZ que ele foi encontrado morto no próprio quarto. Ele também convidou amigos e familiares para um encontro no quintal da casa em homenagem à vida de LoveBottom.
O certificado de óbito informa ainda que o corpo do artista foi cremado.
Criador de conteúdo adulto tinha 30 mil seguidores
Agora no g1
O ator e criador de conteúdo adulto Lucas Drake, conhecido no meio artístico como LuLu LoveBottom, morreu no dia 7 de setembro, aos 31 anos, em Los Angeles (EUA). A informação é da revista “People”.
Drake acumulava mais de 30 mil seguidores nas redes sociais. Ele também se apresentava sob o nome de Hunter Hardin e divulgava seus conteúdos na plataforma OnlyFans.
De acordo com um porta-voz do Departamento de Polícia de Los Angeles (LAPD), a causa da morte não foi divulgada. O caso não é tratado pelos investigadores como uma morte suspeita de crime.
A produtora Cleodora Productions prestou homenagens ao criador nas redes sociais.
“A alma mais doce, suave, divertida, atenciosa e especial, que se tornou um amigo próximo de muitos de nós fora dos palcos. A energia dele era contagiante e ele iluminava cada sala em que entrava e cada palco em que pisava.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rochelle Jordan fala sobre Beyoncé, Liniker e estreia no Brasil: ‘Vou dar o meu melhor para as garotas’

Rochelle Jordan vem ao Brasil para o Zig Festival
Divulgação
Quem nunca ouviu “Through the Wall”, álbum de Rochelle Jordan, está perdendo música dançante de altíssima qualidade. A artista canadense vem ao Brasil pela primeira vez neste sábado (10), para o Zig Festival, que conta com a americana Slayyyter e a dupla Haute & Freddy entre as atrações.
Rochelle traz uma música de pista que dá para chamar de “chique”. Há anos, a artista mescla vocais e elementos de R&B com batidas de drum and bass, house e UK garage para criar seu repertório.
Em resenhas internacionais, seu trabalho costuma aparecer junto de expressões como “à frente do seu tempo”.
“Sempre estou ouvindo o que já foi para poder criar o que será. É assim que vejo as coisas”, disse a canadense ao g1.
Da pausa à volta por cima
Rochelle começou a compor ainda adolescente e lançou várias mixtapes nos anos 2010. O primeiro disco dela, “1021”, veio em 2014. Na época, ela não se deu bem com o contrato de gravadora, passou por problemas de saúde e ficou fora por um tempo.
Sete anos depois, a artista voltou pra valer com o disco “Play With The Changes” (2021), que já explorava vertentes da dance music.
Rochelle explica que se espelha em artistas “diferentes e vanguardistas”, como a dupla Neptunes e as cantoras Kelis e Aaliyah. “No início, eu dizia [ao produtor KLSH]: ‘Me dê a sua batida mais estranha’, e conseguia escrever em cima disso”.
“Acho que essa fundação central de tentarmos coisas novas e sermos destemidos é o que nos trouxe até aqui. (…) Nós seguimos os passos de pensar: o que podemos fazer que seja fora da caixa, mas ainda assim acessível? Como isso soa para nós?”.
Cantora canadense Rochelle Jordan vem ao Brasil para o Zig Festival
Divulgação
“Depois de cada álbum que fazemos, eu fico pensando: ‘Acho que nunca mais vou escrever uma música, esse foi o meu melhor trabalho, isso nunca mais vai acontecer’. Eu passo por esse estágio estranho de me sentir assim, mas sabe de uma coisa? Fica melhor a cada vez”.
A julgar pela recepção, de fato tem ficado cada vez melhor. “Play With The Changes” apareceu em várias listas de “melhores do ano”. Seu sucessor, “Through the Wall” (2025), foi ainda mais elogiado.
Tudo isso tem rendido: neste ano, Rochelle foi convidada para fazer um remix de Mariah Carey em uma edição colaborativa do disco “Glitter”. Circula por aí que ela esteve entre as inspirações de Madonna na criação do álbum “Confessions II”.
Rochelle não sabe dizer se isso procede, mas acredita, sim, que seu trabalho tenha influência no pop — inclusive no “Renaissance”, de Beyoncé, que ela define como “álbum absolutamente incrível da diva de uma geração”.
“Sinto que, na minha mente, o ‘Play with the Changes’ tocou muitas pessoas em termos de influência. Acho que há muito crédito para aquele álbum porque ele encorajou a mente da diáspora negra a entender que você pode ser um vocalista de R&B e contar uma história em cima de uma batida de drum and bass ou de house. Obviamente, se voltarmos a Cevin Fisher, Robin S, Corona e Crystal Waters, era isso o que eles faziam, mas isso se perdeu por um bom tempo.”
“Acredito verdadeiramente que o ‘Play with the Changes’ focou nisso e acordou grande parte da indústria. Então, quando ouvi o ‘Renaissance’ depois disso, pensei: ‘Será que [o meu álbum] tocou a Beyoncé?’ Possivelmente, ou pelo menos motivou a ideia. E não há nada de errado com isso, é lindo, porque é uma retomada desse som, já que as pessoas negras foram as que iniciaram o movimento house e disco. Então, pertence a nós tocá-lo”.
Cantora canadense Rochelle Jordan vem ao Brasil para o Zig Festival
Divulgação
Se Rochelle influenciou algo no trabalho de Beyoncé, a diva pop a inspirou de volta. “Fiquei muito motivada ao ouvir a Beyoncé fazer seu grande trabalho na música house com o ‘Renaissance’ e depois veio o ‘Through the Wall’. Mas o ‘Through the Wall’ também foi feito ouvindo novamente Anita Baker e Aaliyah. Eu sempre crio a partir dessa base. Até mesmo sobre a Beyoncé, penso no álbum ‘Dangerously in Love’. Sempre estou ouvindo o que já foi para criar o que será”.
‘Ápice da animação’ para vinda ao Brasil
Para sua estreia no Brasil, Rochelle está para lá de ansiosa. Ao descobrir que o Zig Festival pertence à Zig, principal balada LGBTQ+ de São Paulo, Rochelle ficou ainda mais animada: “Tenho que dar o meu melhor para as garotas!”.
“[Um evento queer] é exatamente onde eu pertenço. A comunidade queer carrega tanta luz, tanta aceitação, e essa é a energia que eu quero por perto o tempo todo. Significa muito para mim saber que fui convidada para abençoar essas pessoas, iluminá-las e devolver essa energia. Porque boa parte da minha base de fãs é queer: são as drags, os gays, as garotas. Elas me erguem em seus ombros por causa do que minha música faz por elas. Então, isso soa incrível. Eu achava que estava no ápice da animação antes, mas agora subi para outro nível”.
Rochelle Jordan no clipe de ‘Doing It Too’
Divulgação
Os planos dela por aqui incluem encontrar Liniker, a quem ela conheceu em um festival na Holanda, há alguns meses. “Ela é uma vocalista maravilhosa, deslumbrante e uma artista excepcional. E está arrasando”, diz.
Mais do que isso, Rochelle quer descobrir nossa música (“gostaria de usar o Shazam e criar minha própria playlist”, conta) e a nossa comida.
“Me lembra a comida caribenha que cresci comendo: amo as bananas da terra, amo o modo como vocês cozinham o frango, amo os feijões, o arroz, gosto de tudo. Sinto que é um espelho da cultura em que cresci”, conta a artista, de família jamaicana.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Hope – O primeiro impacto’: Filme mais caro da Coreia do Sul dividiu o público — sua estrela se orgulha disso

Filme mais caro da história da Coreia do Sul, “Hope – O primeiro impacto” divide opiniões de público e de críticos desde sua exibição na competição pela Palma de Ouro do Festival de Cannes, em maio.
g1 já viu: ‘Hope – O primeiro impacto’ abre mão de melhor abertura do ano por ficção científica batida
Uma das maiores estrelas do elenco, Hoyeon tem orgulho da divisão gerada pela ficção científica, que custou estimados US$ 46 milhões e estreou nesta quinta-feira (8) nos cinemas brasileiros.
“Mesmo com um orçamento considerado enorme para a Coreia, e todas as pressões práticas da realidade, ter um diretor que se mantém fiel à sua visão é precioso demais. Por isso, ver o público se dividir entre quem ama e odeia é a coisa mais natural do mundo. Quebrar expectativas é fascinante”, diz a atriz de 32 anos em entrevista ao g1.
“Sendo sincera, quantos diretores no mundo conseguiriam fazer um filme tão louco — no bom sentido — como este? Acho que poucos.”
Assista ao trailer de ‘Hope – O primeiro impacto’
Em “Hope”, a modelo interpreta uma policial em perseguição atrás de uma criatura misteriosa, que tem deixado um rastro de destruição e morte em um pequeno vilarejo de pescadores.
Em seu primeiro trabalho mais relevante desde que se tornou a grande revelação da primeira temporada do fenômeno mundial “Round 6”, Hoyeon reverencia Na Hong-jin, que assina a direção e o roteiro do filme. Ela não é a única.
O último filme do cineasta de 52 anos, “O lamento” (2016), é considerado por muitos um dos melhores terrores do século — e tem até hoje uma aprovação de 99% dos críticos do site agregador Rotten Tomatoes.
“O que me fez achar o diretor Na um gênio foi algo que li em uma crítica: ‘O lamento’ pega uma história simples e a desenvolve de forma complexa. ‘Hope’ pega uma história complexa e a desenvolve de forma simples”, afirma a atriz.
“Quem assistiu a ‘O lamento’ e esperava o próximo filme dele jamais imaginaria uma comédia. Achei essa escolha genial. O filme desafia as expectativas da plateia o tempo todo: quando você acha que vai acontecer tal coisa, ele vai para outro lado e joga piadas. Isso foi totalmente intencional.”
Hoyeon em cena de ‘Round 6’
Divulgação
Leia abaixo a entrevista na íntegra, editada para clareza (com tradução de Julie Kim):
g1 – Oi, Hoyeon, como você está hoje?
Hoyeon – Bem. Hoje é meu dia de folga. Estive trabalhando, filmando uma série, e tem sido muito bom. Hoje é um dia relaxante, com exceção desta entrevista. Acho que vou comer um kimchi-jjigae depois daqui.
g1 – Parece uma boa ideia. Kimchi-jjigae é ótimo e aqui está bem na hora da janta. Parabéns pelo filme. Demora bastante tempo até a sua primeira cena neste filme, mas ela é muito marcante. O quanto você conversou com o diretor Na sobre o que aconteceu com a sua personagem até aquele momento?
Hoyeon – Assim como o Bum-seok (Hwang Jung-min) e o Sung-ki (Zo In-sung), depois da transmissão no rádio, pela própria personalidade extrema da Sung-ae, ela pegou todas as armas que estavam no depósito da delegacia e saiu com tudo.
Ela realmente juntou todas as armas que pôde, levou com ela e já estava andando por aí para ajudar as pessoas do vilarejo. Foi sobre isso que conversei com o diretor.
Se você reparar bem, a caracterização dos machucados da Sung-ae mostra que ela já vinha rolando no chão e passando por perrengues. Para mostrar isso, entendi e atuei pensando que não era como se ela estivesse encarando aquela situação pela primeira vez — embora, para o público, seja a primeira vez que a veem.
g1 – O cinema coreano das últimas décadas ficou muito conhecido por lidar com temas sociais e luta de classes. Este filme é mais voltado para a ação e lida com essa criatura que, durante a primeira metade, a gente nem consegue ver direito. O que faz deste filme uma história universal? Ter que enfrentar uma ameaça desconhecida torna a história universal?
Hoyeon – Filmes como “Parasita” (2019) ou o novo do diretor Lee Chang-dong, “Amor possível”, tratam de classes de um jeito bem coreano, mas acho que também dá para dizer que são histórias universais.
No caso de “Hope”, pegamos uma história muito universal e fizemos um filme de ação comercial, de entretenimento. Mas acho que todas as histórias, quando olhamos de perto, parecem casos muito individuais, só que no fim das contas a história daquela pessoa não é tão diferente da minha, nem da de alguém que vive em outro país.
Os seres humanos, por mais diferentes que pareçam — será que o modo de vida deles é tão diferente assim? Fico sempre pensando nisso.
Hoyeon e Hwang Jung-min em cena de ‘Hope: O primeiro impacto’
Divulgação
g1 – O que faz do diretor Na um cineasta tão único?
Hoyeon – A forma como ele enxerga o mundo é muito especial. Conversando com o diretor, penso muito: “Nossa, dá para olhar por esse ângulo também”. Ele pensa na situação e nas consequências que ela vai trazer, mas também capta a intenção das pessoas com muita precisão.
Ele percebe as coisas rápido demais: a intenção de alguém, a situação em si e o resultado daquilo. Aprendi muito durante as filmagens. O olhar dele sobre o mundo é muito rápido e, às vezes, me pego pensando: “Ele repara até nesse tipo de detalhe, até nessa intenção?”. Coisas que uma pessoa comum nem pensaria.
É justamente por enxergar tudo dessa maneira que ele consegue escrever roteiros assim e ter uma imaginação tão única.
g1 – Este é um filme muito ambicioso. A primeira hora é uma sequência de ação tão maluca e tão boa que escrevi que é a melhor primeira hora do ano todo no cinema, com folga. Mas ele também dividiu opiniões. Vocês já esperavam reações tão intensas, desde o Festival de Cannes até na Coreia? Há muito o que processar, já que o filme tem partes muito diferentes entre si.
Hoyeon – Desde a fase do roteiro até ver o resultado final, achei um filme absurdamente engraçado, o melhor entretenimento possível. Adorei todo o humor.
Ao ler o roteiro, o que me fez achar o diretor um gênio foi algo que li em uma crítica:
“O lamento” pega uma história simples e a desenvolve de forma complexa; “Hope” pega uma história complexa e a desenvolve de forma simples. Concordei muito com isso.
Kunimura Jun em cena de ‘O lamento’
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Se ele tentasse repetir a fórmula de “O lamento”, será que sairia algo superior? Acho difícil, nunca saberemos. Mas, mantendo a identidade dele, ele transformou isso em algo cômico.
Quem assistiu a “O lamento” e esperava o próximo filme dele jamais imaginaria uma comédia. Achei essa escolha genial. O filme desafia as expectativas da plateia o tempo todo: quando você acha que vai acontecer tal coisa, ele vai para outro lado e joga piadas. Isso foi totalmente intencional.
E, sendo sincera, quantos diretores no mundo conseguiriam fazer um filme tão louco — no bom sentido — como este? Acho que poucos. Ter uma identidade própria, bancar suas ambições e, mesmo com um orçamento considerado enorme para a Coreia e todas as pressões práticas da realidade, ter um diretor que se mantém fiel à sua visão é precioso demais.
Por isso, ver o público se dividir entre quem ama e odeia é a coisa mais natural do mundo. Quebrar expectativas é fascinante. Diretores como ele precisam continuar existindo e fazendo os filmes que querem, do jeito deles, seja qual for o gênero. Trabalhar com ele e vivenciar “Hope” foi uma experiência empolgante e eletrizante para mim como cinéfila, não importa o que digam.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tonight, Tonight’, 30 anos depois: clipe tem ligação com Bob Esponja, filme mudo e ‘Mundo de Beakman’

‘Tonight, Tonight’, hit do Smashing Pumpkins, faz 30 anos
Muita gente ainda se lembra da época em que a MTV exibia o clipe de “Tonight, Tonight”, do Smashing Pumpkins. Mas o que nem todo mundo sabe é que este vídeo, que completa 30 anos em 2026, tem ligações diretas com Bob Esponja, “Pequena Miss Sunshine”, “Mundo de Beakman” e o primeiro filme de ficção científica do cinema.
A referência mais óbvia é o universo dos filmes mudos. A história é quase um resumo da trama de “Viagem à Lua”, curta lançado em 1902 pelo diretor francês Georges Méliès, pioneiro da ficção científica.
A homenagem foi a forma encontrada pela banda para manter a mesma estética da capa de “Mellon Collie and the Infinite Sadness”, álbum de onde a música foi retirada.
Capa do álbum ‘Mellon Collie and the Infinite Sadness’ e cena do filme ‘Viagem à Lua’, do francês Georges Méliès
Reprodução
Cenários pintados à mão
Toda a parte visual do clipe prendia o espectador desavisado pelos olhos. Os cenários teatrais foram pintados à mão e a produção foi feita quase sem efeitos digitais. Fumaça, marionetes e truques visuais bem antigos dão uma cara única ao clipe.
Quem teve a ideia de seguir esse caminho foi o casal de diretores californianos Jonathan Dayton e Valerie Faris. Dez anos após o lançamento de “Tonight, Tonight”, eles dirigiram “Pequena Miss Sunshine”, filme que acabou ganhando dois prêmios no Oscar.
Clipe ‘Tonight, Tonight’, do Smashing Pumpkins, completa 30 anos em 2026
Divulgação
Jonathan e Valerie trabalharam ao lado do diretor de arte Wayne White. Na mesma época em que gravava com o Smashing Pumpkins, ele era diretor de arte e cenógrafo do “Mundo de Beakman”, programa de experiências científicas que marcou a geração que cresceu assistindo aos programas da TV Cultura.
O casal protagonista
Ainda falta mencionar mais um casal importante para a concepção do clipe: os protagonistas. Tom Kenny e Jill Talley, casados na vida real, trabalhavam no programa de humor “Mr. Show”, comandado por Bob Odenkirk (o Saul de “Breaking Bad” e Better Call Saul) e David Cross (o Dr. Tobias de “Arrested Development”).
Depois dessa fase, Tom e Jill ficaram mundialmente famosos como as vozes originais dos personagens Bob Esponja e Karen Plâncton.
A mistura de referências fez sucesso imediato e o clipe de “Tonight, Tonight” levou seis prêmios no MTV Video Music Awards de 1996. Hoje, o Smashing Pumpkins segue na ativa sob a liderança do vocalista Billy Corgan.
Tom Kenny e Jill Talley no clipe de ‘Tonight, Tonight’, do Smashing Pumpkins
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Ben Affleck reflete sobre narrativas e política em novo filme: ‘Temos o hábito de contar falsas verdades’

Ben Affleck fala sobre seu filme ‘Sobrevivência’
O novo filme dirigido (e coescrito, e estrelado) por Ben Affleck, “Sobrevivência”, parece ser um thriller sobre sequestro. Mas no fundo, é sobre narrativas: “Temos o hábito de mentir, temos o hábito de apresentar uma falsa verdade, e então a questão é quanto é que estamos fazendo isso um com o outro”, revelou o ator e diretor ao g1.
No longa, que estreou nesta quinta (8), Ben interpreta um candidato a prefeito de Los Angeles que parece ter a vida perfeita: um casamento aparentemente feliz com Abigail (Kerry Washington), uma ótima casa e um futuro promissor.
Isso até o dia em que o filho do casal passeia com a babá Cecília (Adriana Paz) e o namorado dela, Ramón (Luis Gerardo Méndez), e não volta para casa. A partir disso, começam a aparecer nuances: quem são cada uma dessas pessoas? Quais são as suas prioridades e privilégios? O quão perfeita é a vida deles sob a superfície?
Tudo isso, claro, é atravessado por um contexto de política, mídia e relação com comunidades latinas (ponto importante, já que o filme se passa em Los Angeles). Para Affleck, a expectativa é de que o filme não só envolva os espectadores latinos, como todos enxerguem “algo verdadeiro” na história.
Ben Affleck (Mark) e Kerry Washington (Abigail) em ‘Sobrevivência’
Divulgação/Netflix
“O que eu espero é que, ao assistirem a isso, reconheçam algo verdadeiro, algo que observe o mundo como ele é, com circunstâncias que muitas vezes são bem difíceis e, em alguns casos, impossíveis — especialmente para alguns dos personagens latinos do filme. E que [o filme] não tente mascarar essas situações, nem torná-las mais leves, nem explorá-las apenas para me cobrir de virtude e glória por ser alguém que aponta essas questões”.
Segundo Ben, para chegar a um resultado mais verdadeiro, Kerry, Adriana e Luís trouxeram suas contribuições ao roteiro. “Eu dizia: ‘Vocês escrevem estas cenas, vocês contribuem para estas cenas, vocês criam isto e trazem a voz de vocês para isto’. E eu achei muito mais verdade.”
“É difícil mostrar um sistema, mas você pode mostrar uma pessoa. Você pode se identificar com uma pessoa e com as circunstâncias em que ela está. As pessoas são tratadas como pessoas, não como arquétipos, não como símbolos de alguma coisa, o que significa que elas podem ser um bocadinho mais complicadas e não encaixam exatamente no estereótipo, porque ninguém se encaixa”.
O que está em jogo na política
Para além do candidato interpretado por Affleck, o filme não fala tão diretamente sobre política, mas reflete sobre o assunto ao retratar a vida desses personagens. Dá para sentir isso especialmente em uma frase dita pelo personagem de Luís: “Nosso filho está nas mãos desses políticos gringos”, diz em espanhol.
Luís revela que essa fala foi muito importante para ele. “Não se trata apenas da situação retratada na obra, mas fala sobre o mundo atual. A vida de cada filho e filha neste mundo está nas mãos desses políticos”.
“Não estou falando apenas desta situação específica, mas de aquecimento global, questões políticas, guerras, injustiças… Então, é uma fala muito importante e diz respeito à situação vivida por qualquer pessoa que não nasceu nos EUA, mas vive [nos EUA]. Por exemplo, especialmente em Los Angeles, nossos personagens correm riscos enormes o tempo todo e são os que têm menos proteção. Eles só têm seus corações e sua força, e estão juntos nessa, e isso é muito comovente”.
Luis Gerardo Méndez as Ramon e Adriana Paz (Cecilia) em ‘Sobrevivência’
Divulgação/Netflix
Para Affleck, o filme mostra como a política, “em grande parte”, é sobre o que se escolhe revelar.
“A política, em alguns aspectos, a nível local, é como se tratasse de apertar mãos e fazer relações. Mas na verdade, a política, em grande parte, é sobre o que eu mostro a todo mundo sobre o meu casamento. ‘Olhem para mim, votem em mim porque eu tenho um casamento tão ótimo e sou um homem de família'”.
“A verdade é que eu não sei se o casamento de alguém realmente pode aguentar o tipo de escrutínio de ‘eu consigo ver cada coisinha’, e por isso, temos o hábito de mentir, temos o hábito de apresentar uma falsa verdade, e então a questão é quanto é que estamos fazendo isso um com o outro”.
Cena do filme ‘Sobrevivência’, da Netflix
Divulgação/Netflix

Fonte: G1 Entretenimento

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Giuliano Eriston rebobina o repertório autoral do álbum ‘Politonia’ em registro ao vivo de show de voz e violão

Giuliano Eriston em fotos superpostas na capa do álbum ao vivo em que o cantor rebobina as músicas do recente álbum autoral ‘Politonia’
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♫ NOTÍCIA
♬ Cinco anos após ter sido o campeão da edição de 2021 do programa The Voice Brasil (TV Globo), em temporada na qual interpretou canções alheias como “Luz do sol” (Caetano Veloso, 1982) e “A rota do indivíduo” (Djavan, 1991), o cantor, compositor e violonista Giuliano Eriston tenta se consolidar como intérprete de repertório autoral.
Entre o EP “Giuliano Eriston interpreta Sérgio Sampaio” (2024), o artista lançou dois álbuns autorais, “Universo em si” (2022) e “Politonia” (2026).
É o repertório deste segundo álbum autoral – lançado em 28 de abril com músicas que refletem os sentimentos decorrentes da migração do cantor cearense para a cidade do Rio de Janeiro (RJ) – que Eriston rebobina no álbum “Politonia – Voz & violão – Ao vivo”.
Nos aplicativos de áudio e nos canais oficiais de vídeo do artista desde ontem, sexta-feira, 8 de outubro, o álbum “Politonia – Voz & violão – Ao vivo” rebobina as nove músicas do álbum “Politonia” – “Lucidez”, “Gosto do gesto”, “Festa do infinito”, “Corpo de candiá”, “Borogodó”, “Não pro sim”, “Vem me relembrar”, “Teia” e “Waiting” – em registros captados ao vivo em pocket show feito por Eriston nos Estúdios Mega, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), para plateia formada por cerca de 70 convidados.
A gravação ao vivo foi feita com produção musical de Pedro Baby e do próprio Giuliano Eriston. Pedro Baby e Sérgio Almeida assinam a mixagem e a masterização.
Capa do álbum ‘Politonia – Voz & violão – Ao vivo’, de Giuliano Eriston
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Fonte: G1 Entretenimento