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Juliana Linhares se firma com grande álbum que capta e enfrenta o estado de exaustão da humanidade no suor da lira


Juliana Linhares lança o segundo álbum solo, ‘Até cansar o cansaço’, produzido por Elisio Freitas com direção artística de Marcus Preto
Elisa Mendes / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Até cansar o cansaço
Artista: Juliana Linhares
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ “Vamos dançar / Até cansar o cansaço / Até que vire do avesso / Até um novo começo“, propõe Juliana Linhares em versos da música-titulo do segundo álbum solo da artista, “Até cansar o cansaço”. Cantora, compositora e atriz potiguar, Juliana Barbosa de Araújo se firma como um dos grandes nomes da música brasileira no século XXI com este álbum conceitual que bisa o brilhantismo e a coesão absoluta do primeiro álbum solo da artista revelada nos anos 2010 como vocalista da banda carioca Pietá, “Nordeste ficção” (2021).
Como já sinaliza a música-título “Até cansar o cansaço” (Juliana Linhares e Jeff Lyrio) na abertura do álbum, gravado com produção musical do multi-instrumentista Elisio Freitas e direção artística de Marcus Preto, Juliana Linhares apresenta disco que capta o estado permanente de exaustão da humanidade em um mundo cada vez mais hi-tech em que corpos e almas ansiosas e depressivas adoecem no suor da lira.
Inspirada por vivências com o neurocientista brasileiro Sidarta Ribeiro, durante residência artística na Cia Brasileira de Teatro, a artista aponta saídas para escapar da sina do cansaço ao longo das 11 faixas do álbum, sem perder o fio da meada. “Puxa pela mão / Chama pra dançar / Rasga pelo céu / Derretendo o chão / Faz tempo parar / E tudo flutuar”, vislumbra a artista no clima onírico de “Depois do breu” (Juliana Linhares e Rafael Barbosa), música introduzida pela doçura do toque da sanfona de Zé Hilton.
Faixa que anunciou o álbum em single apresentado em 9 de abril, “Depois do breu” sublinha o fato de Juliana Linhares descender da linhagem feminina de cantoras e/ou compositoras nordestinas como a paraibana Elba Ramalho e as pioneiras pernambucanas Marinês (1935 – 2007) – criada na Paraíba – e Anastácia.
Essa dinastia reveste de simbologia o feat de Juliana Linhares com Anastácia no baião “Vida virada” (Juliana Linhares, Josyara e Elisio Freitas), sopro de vida bafejado no toque da zabumba e do triângulo percutidos por Gabriel Silva. “Eu quero a vida virada / A vida na estrada / Poeira nos ói / Quero que a noite me veja / E acenda a fogueira no canto que dói / … / Ah, eu me cansei / Dе trabalhar pra conquistar o tal descanso que nunca se paga / Ah, preciso ir / Antes que a dívida do tempo cobre as horas em que fiquei sentada”, cantam Anastácia e Juliana, se alternando nos versos pautados pela urgência.
Nessa busca para cansar o cansaço, o amor e o afeto do outro são alternativas viáveis. “Deixei de lado a solidão / Chorei e vi brotar do chão / Um gosto bom de futuro”, narra Juliana Linhares no xote “Tanto buliço” (Juliana Linhares e Khrystal Saraiva), gravado pela artista com Agnes Nunes, cantora baiana nascida na Paraíba.
Tem tanto (re)buliço na nação musical nordestina que cai bem no álbum a lembrança inusitada de “O rabo do jumento” (Elino Julião, 2000), instante de leveza de repertório que toca em questões essenciais e profundas, mesmo que por vezes dilua o peso dos temas na vivacidade rítmica de um forró contemporâneo como “Mistério do óbvio” (Luiz Gabriel Lopes) em feat com Ney Matogrosso.
“Olho pro alto e não vejo a cidade e o fim do mundo / Olho pro lado, será que é milagre? / A caravana mais velha da terra terá lugar ao sol / Sobrevivendo ao naufrágio e à toda escuridão / Inaugurando uma era / Todos as flores do mundo / O grande mistério do óbvio / Na velocidade de um míssil”, disparam Juliana e Ney enquanto xaxam na pegada roqueira impressa pelas guitarras de Elisio Freitas na faixa.
Se a vida é sonho, a realidade dura se impõe no cotidiano, como sublinham os versos ácidos da grande canção “Emaranhada”, composta por Juliano Holanda, gravada pelo autor com Juliana há dois anos no álbum “A verdade não existe” (2024) e ora abordada pela cantora em registro à altura da música.
A voz da cantora se afina com versos como “Me empreste seu arquipélago, juro que te devolvo / Nem tudo que a onda leva merece voltar de novo / Tem sal que talvеz adoce, açúcar que as vezes salga / Palavra que é feito língua, tem língua que é feito faca / Comida que não enjoa, viagem que não tem mala / Tem grito que não ecoa, silêncio que as vezes fala / No emaranhado da rede medida deveras drástica / Alguém que matasse a sede com um gole de soda cáustica / Lá no emaranhado antenas por sobre os prédios / Pessoas nos formigueiros doentes dos seus remédios / Há fios desencapados fagulhas nos seus palheiros / Os sonhos ficam guardados na fronha dos travesseiros”.
A firmeza do canto agudo da intérprete também fica exposta na intepretação de outra canção de Holanda, “Tempos temporais”, esta em parceria com a própria Juliana Linhares. A melancolia de versos como “Se eu disser que ainda dá pro gás / Que vou contigo ainda um pouco mais / E que existe um sol na solidão /Algo entre o ir e vir, o céu e o chão” é sublinhada pelo toque da sanfona de Bebê Kramer em arranjo alicerçado pelo violão de Elísio Freitas e temperado com o lirismo do violoncelo de Federico Puppi e do violino de Renata Neves. Interpretação e arranjo valorizam a canção.
Música do compositor Alexandre Manuel Thiago de Mello (1952 – 2004), o Manduka, “Conseguiram, parabéns” – apresentada postumamente por Ilessi e Diogo Silli em 2020 em songbook do compositor – radiografa com pesar o estado calamitoso de mundo dominado pelos que (se) matam no poder. A faixa tem a mesma atmosfera rocker que ambienta a regravação de “A palo seco” (Belchior, 1973).
Contudo, no aconchegou da faixa final, “Futuro (Novos erros) + Oração pro sonho” – parceria de Juliana com Carlos Posada – a artista amacia o canto torto feito faca com a delicadeza e o lirismo dessa canção que prepara o clima para sonhar mais um sonho impossível em que o cansaço seja vencido pelo cansaço de quem, no suor da lira, insiste em querer a vida virada, pagando para ver a liberdade de virar do avesso em busca de novo começo.
No todo, o álbum “Até cansar o cansaço” é obra-prima que se impõe como clássico imediato da discografia brasileira por retratar a humanidade à beira de um ataque de nervos com sopro de esperança em dias melhores.
Capa do álbum ‘Até cansar o cansaço’, de Juliana Linhares
Elisa Mendes com design de Vitor Bezerra

Fonte: G1 Entretenimento

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Prédio do último show dos Beatles será transformado em museu de sete andares em Londres


Antiga sede da Apple Corps vira museu: Beatles abrirão telhado de último show ao público.
Divulgação
O número 3 da Savile Row, em Londres, deixará de ser apenas um endereço histórico para se tornar um museu oficial dedicado aos Beatles.
A Apple Corps, gravadora da banda, confirmou nesta segunda-feira (11) que transformará a antiga sede do grupo em um espaço cultural com abertura prevista para o próximo ano.
O local é mundialmente famoso por ter abrigado o estúdio de gravação do disco “Let It Be” (1970) e por ter sido o palco da última apresentação pública dos “Fab Four”, realizada no telhado do edifício em 30 de janeiro de 1969.
O projeto
Vídeos em alta no g1
De acordo com o jornal americano The New York Times, o projeto prevê a ocupação de sete andares com materiais inéditos provenientes dos arquivos da empresa.
Além da exposição de itens históricos, o museu contará com uma recriação fiel do estúdio de gravação e permitirá que os visitantes acessem o terraço onde ocorreu o icônico “Rooftop Concert”.
“Até os corrimãos permanecem os mesmos”, afirmou Tom Greene, diretor executivo da Apple Corps, em comunicado oficial.
Beatles: prédio do último show da banda será transformado em museu em Londres.
Divulgação
O prédio é considerado um dos principais pontos de peregrinação de fãs na capital inglesa, ao lado da faixa de pedestres de Abbey Road.
Apoio de Paul McCartney
A iniciativa conta com o apoio de Paul McCartney, que revelou ter visitado o imóvel recentemente para acompanhar os preparativos. “Há tantas lembranças especiais entre essas paredes, sem falar do terraço”, declarou o músico.
O cantor britânico Paul McCartney afirmou que o sucesso Yesterday surgiu enquanto ele despertava certa manhã
Ricardo Rubio/Europa Press via Getty Images
O anúncio ocorre em um momento de renovado interesse pela trajetória do grupo, impulsionado pela série documental “Get Back”, de Peter Jackson, e pela expectativa em torno da cinebiografia quádrupla dirigida por Sam Mendes, prevista para chegar aos cinemas em 2028.
Fachada do prédio na Savile Row.
Divulgação
Embora o endereço seja um marco da história da música, ele também simboliza o período de desgaste que culminou na separação do quarteto em 1970.
Para especialistas em turismo musical, como Holly Tessler, da Universidade de Liverpool, a abertura do prédio resolve uma demanda antiga de admiradores que, até então, só podiam observar a fachada do local.
Diferente de outros museus dedicados à banda na Inglaterra, o espaço da Savile Row será o primeiro licenciado oficialmente pela Apple Corps em Londres.

Fonte: G1 Entretenimento

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Iza, Anitta, Marina Sena e mais estrelas do pop fortalecem bom momento do reggae no Brasil


Iza, Anitta, Marina Sena e mais estrelas do pop fortalecem bom momento do reggae no Brasil
Mar + Vin / Divulgação – Divulgação – Gabriela Schmidt / Divulgação
“Caos e sal / Tão bonito”, de Iza; “Deus existe”, de Anitta em parceria com Ponto de Equilíbrio; e “Combo da Sorte”, de Marina Sena, têm algo em comum. As três são músicas de grandes estrelas brasileiras da música pop atual e que apontam para um novo bom momento do reggae no Brasil.
Nesta segunda-feira (11) é celebrado o Dia Nacional do Reggae. O gênero musical aparece como o penúltimo tipo de música preferida dos brasileiro segundo dados de um estudo inédito da Globo em parceria com a Quaest. De acordo com o ranking, ele só perde para o pop internacional.
Mas as músicas citadas acima comprovam que o estilo pode estar voltando a ficar em evidência.
Claro que o uso da influência jamaicana em outros gêneros musicais não é uma novidade no país. Mas o fato de diversos artistas de estilos mais populares usarem o reggae como referência em suas músicas em uma mesma época aponta para uma tendência.
As três artistas não são as únicas a usarem as batidas jamaicanas em seus projetos. Em 2025 MC Cabelinho lançou a faixa “Rastafari”. E canções do bem-sucedido projeto “Dominguinho” (como “Ligação estranha” e “Dois Mundos”, que integram o segundo volume do trio) são mais alguns exemplos.
“Estou achando isso muito louco. Às vezes a gente se pergunta se os conteúdos que estamos vendo estão ali por causa da nossa bolha. Mas não. Está todo mundo se voltando para essa história maravilhosa que é o reggae no nosso país, que se veste de outras formas, como o Olodum, como o xote e várias outras vertentes. Fico muito feliz que está todo mundo muito ligado no reggae”, afirmou Iza em recente entrevista ao g1 ao falar sobre o momento de valorização do reggae nacional. A artista planeja um álbum todo voltado para o gênero.
“A música é cíclica. As coisas vêm em ondas, desaparecem por um tempo e, aí, ressurgem. O reggae e toda a música jamaicana têm uma influência enorme na música brasileira. Porque da cultura jamaicana, vem o lance dos paredões, que é muito forte aqui no Brasil. E tem uma série de gêneros e subgêneros da música eletrônica que hoje estão muito em voga, que também têm uma influência direta da cultura jamaicana”, analisa Guilherme Guedes, jornalista e apresentador do Multishow.
“E acho que a gente tem vivido esse momento também da música que busca uma conexão, uma sonoridade mais orgânica ou uma conexão mais espiritual em alguns casos, e que tem uma conexão direta com o reggae”, completa Guilherme.
Produtora executiva da banda Tribo de Jah, que celebra 40 anos de carreira, Juliana Beydoun encara de forma positiva o flerte de grandes artistas do pop com o reggae.
“Isso mostra a força e a relevância que o reggae continua tendo dentro da música brasileira e como ele segue alcançando novas gerações e públicos diferentes.”
Banda maranhense Tribo de Jah celebra 40 anos de carreira com turnê nacional
Divulgação/Assessoria
“Também é muito importante ver uma nova geração de artistas surgindo dentro do reggae e artistas de outros segmentos dialogando com essa sonoridade. Isso reforça que o reggae continua vivo, relevante e com um público muito fiel consumindo o ritmo”, completa Juliana.
E por falar em público fiel, muitos fãs do gênero protestaram nas redes sociais da Secretaria Municipal de Cultura e Economia Criativa, na última semana, após a divulgação de um cartaz com o anúncio de algumas das atrações da Virada Cultural 2026. No texto, não havia nenhum nome do reggae, o que fez o público questionar a presença do gênero na festa que acontece nos dias 23 e 24 de maio, em São Paulo.
A secretaria se manifestou e informou que, no site do evento, é possível encontrar a programação completa, que conta com nomes do gênero como Mato Seco, Quinta Rasta, Radiola Reggae, além do artista franco-espanhol Manu Chao.
Falta um grande hit?
Para Guilherme Guedes, o que talvez falte para consolidar este atual bom momento do reggae no Brasil seja um hit ou uma música que marque essa geração.
“[Falta] uma música que estoure. Um reggae feito aqui no Brasil, seja por quem for, que entre para as paradas e de fato consolide esse momento.”
“Mas acho que, da mesma forma que a gente viu nos anos 1990, vários artistas despontando, como Edson Gomes, Cidade Negra e Natiruts, — ou até outros artistas com influência do reggae, como o Rappa — a gente tá vendo agora um novo momento entre artistas já consolidados explorando a sonoridade do reggae”, analisa Guedes.
Reggae no mainstream
Natiruts se apresenta no João Rock 2025, em Ribeirão Preto (SP)
Érico Andrade/g1
A presença de um hit seria importante para selar a nova fase, pois ajudaria a dar visibilidade ao gênero que está longe de aparecer entre as músicas mais tocadas nas rádios e plataformas digitais. Antes dominado pelo sertanejo, os rankings, atualmente, estão com o funk compondo as primeiras posições.
Na última semana, a faixa mais tocada de reggae aparecia somente na 134ª posição. A música era “Tudo vai dar certo”, do Natiruts, banda que surpreendeu muita gente ao lotar estádios e arenas por todo o Brasil em sua turnê de despedida entre 2024 e 2025.
Mas a ausência do estilo no mainstream não diminuiu a força e a influência do reggae na música brasileira.
E inclusive vai de encontro com uma das frases de uma das maiores estrelas do gênero. Quando comparado a Mick Jagger, Bob Marley dizia que “reggae não é twist”, para defender que o gênero não é focado em ser dançante, mas em trazer uma mensagem. Faixas que falam sobre paz, amor, liberdade, resistência, justiça social e união estão no cancioneiro do artista.
Claro que, com o tempo, ao atingir o sucesso comercial, o gênero acaba ganhando outros desenhos e perdendo um pouco de suas características. Assim como já aconteceu com outros gêneros ou bandas de natureza mais questionadora.
“Foi o que aconteceu, por exemplo, com o Nirvana, que era algo que fazia o Kurt Cobain sofrer muito. Porque quando o Nirvana fez o sucesso comercial lá com o álbum de 1991, o Kurt começou a ver na plateia dos shows justamente as pessoas e os comportamentos que ele mais desprezava e criticava nas músicas. Mas as pessoas estavam ali só pelo som”, relembra Guilherme Guedes.
“E o reggae acaba causando isso também. Porque às vezes tem uma mensagem política, uma mensagem social mais impactante, mais forte nas letras. Mas a partir do momento que o som se massifica e as pessoas estão ali mais pela vibe, pelo som tranquilo, pela harmonia entre os instrumentos, isso acaba perdendo a essência.”
“Quando um gênero qualquer se massifica, ele perde muito da sua essência e muitas vezes ele vira apenas uma estética.”
Nomes consolidados ampliam espaço
Edson Gomes se apresenta no Lollapalooza 2026
Fábio Tito/g1
A boa fase ainda fortalece os nomes já consolidados do gênero e que não perderam essa essência citada por Guilherme. Um dos maiores marcos deste momento foi o convite para Edson Gomes se apresentar no Lollapalooza 2026. O show do cantor foi ofuscado pelo de Sabrina Carpenter, que se apresentou no mesmo horário do artista brasileiro.
Com isso, a atração teve a presença fraca de fãs – porém claramente fiéis. Mas o barulho gerado com o anúncio do nome do artista no festival mostrou que os olhos estão se abrindo novamente para o gênero. E que esse intercâmbio era esperado há anos.
Se a expectativa do público de Edson no Lolla era enorme, o Natiruts foi na linha inversa e surpreendeu muita gente ao lotar estádios e arenas com seus shows de despedida. A demanda foi tão alta que fez com que o grupo abrisse novas datas da “Leve com você”, ampliando o tempo de estrada da turnê, que foi anunciada em 2024. O último show aconteceu em agosto de 2025.
Provando o atual interesse no gênero, “Sorri, sou rei”, um dos maiores sucessos da banda, virou MTG. Conhecido pela técnica de colagem musical de grandes hits, DJ Topo fez uma versão da faixa da banda em janeiro de 2026.
Com 40 anos de carreira, o Tribo de Jah viu a demanda de shows crescer com a nova fase. “A banda sempre teve uma agenda forte de shows durante todo o ano, circulando de norte a sul do país, em grandes palcos e festivais, mas percebemos um interesse cada vez maior pelo reggae nos últimos tempos, inclusive em eventos e espaços que antes não costumavam abrir tanto espaço para o gênero”, afirma Juliana Beydoun.
A produtora executiva do grupo destaca, ainda, que a banda, atualmente, está presente não somente em festivais ligados ao reggae, mas também em grandes festas populares e tradicionais do calendário brasileiro, como o Carnaval e o São João. “Isso mostra que o reggae deixou de ser visto como um estilo sazonal ou de nicho e passou a ocupar espaços cada vez mais amplos dentro da cultura e do entretenimento no país”, afirma.
Ainda este ano, a banda Maneva vai rodar o país com sua turnê comemorativa de 20 anos. O grupo tem o projeto “Tudo vira reggae”, no qual transforma músicas de diversos gêneros musicais [como sertanejo, rock, mpb e pop] em reggae.
A ideia do projeto surgiu de uma live que aconteceu na pandemia de coronavírus. “A gente não imaginou que a repercussão ia ser tão grande, que a gente ia ter um acolhimento do público tão grande. E a gente não teve outra opção senão transformar essa live num registro”, contou Tales de Polli, vocalista do Maneva, ao g1, na época.
Seis anos após a criação do álbum, o “Tudo vira reggae” acaba se conectando com o atual bom momento do gênero e, talvez, batizando essa nova era.
Maneva se apresenta no João Rock 2025, em Ribeirão Preto (SP)
Érico Andrade/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Saiba quem é o brasileiro dublê de Pedro Pascal no novo filme da saga ‘Star Wars’


Jon Favreau dá detalhes sobre novo ‘Star Wars’ e relata sonho de dirigir filme da saga
O novo filme da saga Star Wars, “O Mandaloriano e Grogu”, contará com um brasileiro no elenco de dublês. Lateef Crowder dos Santos auxiliará o personagem principal da saga, Din Djarin, interpretado por Pedro Pascal.
“Star Wars: O Mandaloriano e Grogu” é a volta da saga aos cinemas após sete anos, quando “Star Wars: A ascensão Skywalker” estreou.
Nascido em 1977 em Salvador, Bahia, Lateef se mudou para os Estados Unidos ainda na infância. Sua família sempre teve contato com a capoeira, mas seu primeiro contato com a arte marcial veio já adulto, com o professor Wagner Bueno.
“Eu treinava com a minha família, mas não era nada muito especial. Mas em 1991, eu comecei a treinar com o mestre Vaguinho, em San Jose, Califórnia. Ele redefiniu a maneira como pratico capoeira, que é o que as pessoas veem hoje”, contou o ator em entrevista a Scott Adkins.
Lateef Crowder dos Santos, brasileiro que participará do novo Star Wars
Reprodução/Instagram e Divulgação/Disney
Sua entrada no mundo do cinema se deu de forma inesperada. Ele conta que, após um período no Brasil, voltou aos EUA no início dos anos 2000 precisando de trabalho. A solução foi participar de um grupo de dublês que participava de trabalhos menores na Costa Leste norte-americana.
“Na época, os filmes de que eu participava eram publicados na internet. Um dia, um produtor da Tailândia me ligou, falando que viu meu trabalho e perguntando se eu estava disponível para um filme com Tony Jaa. Era ‘O Protetor’.”
Tony Jaa é um dos maiores atores tailandeses, tendo participado de filmes como “Velozes e Furiosos 7” e “Triplo X”.
Entre os filmes que Lateef participa como dublê estão: “Os Mercenários”, “Jogos Vorazes”, “300” e “Capitão América: Guerra Civil”.
Presença no novo “Star Wars”
Pedro Pascal no novo ‘Star Wars’
Divulgação/Disney
“Star Wars: O Mandaloriano e Grogu” é o desenvolvimento da série “O Mandaloriano”, que estreou em 2019 no Disney+ e tem três temporadas disponíveis. Ela conta a história de Din Djarin (ou Mandaloriano), interpretado por Pedro Pascal, um caçador de recompensas que, durante suas aventuras, acaba encontrando e se tornando protetor do Grogu (o Baby Yoda).
A série, criada por Jon Favreau, agora vai ganhar um filme que funcionará de forma independente. Ou seja: se você não assistiu à série, pode ir ao cinema que não vai ficar perdido no rolê.
Na série, Lateef é responsável pelas cenas de luta do personagem de Pascal. Quem deu o spoiler que o brasileiro também estará no filme foi o próprio Jon Favreau, que dirige o longa.
Em entrevista ao g1, ele falou das diferenças entre a série e o filme. “Na série, tínhamos que entregar oito episódios em um ano, por exemplo. Aqui tivemos duas horas e três anos”, disse. “Tínhamos um estúdio inteiro cheio de palcos onde podíamos construir grandes cenários. Conseguimos fazer uma coreografia excelente, muito complicada, com Lateef Crowder, que é o artista marcial de capoeira do Brasil”.
“Eu disse pra ele: ‘O que você nunca conseguiu fazer na série de TV?’. E então você verá que há uma luta sem cortes, é como se fosse o momento John Wick dele. Ele conseguiu fazer todas as coisas que nunca conseguiu fazer na série”.
“Star Wars: O Mandaloriano e Grogu” estreia nos cinemas dia 21 de maio.
Jon Favreau durante as gravações de ‘Star Wars: O Mandaloriano e Grgou’
Divulgação/Disney

Fonte: G1 Entretenimento

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Dua Lipa processa Samsung por uso indevido de imagem para vender televisões e pede US$ 15 milhões


Suposta campanha da Samsung com foto de Dua Lipa.
Reprodução / Redes Sociais
A cantora britânica Dua Lipa entrou com uma ação judicial contra a Samsung Electronics pedindo ao menos US$ 15 milhões em indenização por suposto uso indevido de sua imagem para promover televisores da marca.
Segundo o processo, protocolado na sexta-feira (8) em um tribunal federal da Califórnia, a empresa sul-coreana teria estampado uma foto da artista em caixas de TVs vendidas no varejo sem autorização, sugerindo falsamente um endosso da cantora aos produtos.
A imagem citada na ação se chama “Dua Lipa – Backstage at Austin City Limits, 2024”, e, segundo os advogados da cantora, todos os direitos da fotografia pertencem à artista.
Além de violação de direitos autorais e de marca, a ação acusa a Samsung de infringir direitos de imagem e publicidade.
Vídeos em alta no g1
Os advogados anexaram ao processo capturas de publicações em redes sociais nas quais consumidores associavam a presença da cantora ao produto. Em um dos comentários citados, um fã escreveu que compraria a TV “só porque a Dua está nela”.
De acordo com o processo, Dua Lipa tomou conhecimento do suposto uso indevido em junho do ano passado e teria solicitado repetidamente que a empresa deixasse de utilizar sua imagem, mas a fabricante teria se recusado.
Em nota, um porta-voz da Samsung Electronics afirmou que a companhia não comentará o caso por se tratar de um litígio em andamento.
Cantora Dua Lipa em evento beneficente nos EUA.
Aude Guerrucci / Reuters

Fonte: G1 Entretenimento

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Ney Matogrosso reforça conexão com Projeto Caleidoscópio no quarto álbum do duo carioca, ‘Estrangeiros’


Ney Matogrosso e Analu Paredes, integrante do Projeto Caleidoscópio, na gravação da música-título do álbum ‘Estrangeiros’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com lançamento agendado para 22 de maio, o quarto álbum do Projeto Caleidoscópio, “Estrangeiros”, traz a participação de Ney Matogrosso na música-título. O canto de Ney na música “Estrangeiros” reforça a conexão do artista com o duo carioca formado por Analu Paredes e Arthur Nogueira.
No álbum anterior do Caleidoscópio, “Luz e sombra” (2023), Ney figura na música “Valsa do mar”, faixa lançada em single em agosto de 2022.
O álbum “Estrangeiros” reúne 11 convidados em 12 canções. Isabella Taviani faz feat com o duo em “Aurora boreal”. Byafra aparece em “Diário de giz”. Leo Jaime reforça “Rabiscos”. Thomas Roth participa de “A mais linda sinfonia”. Rafael Portugal é o convidado de “Trilhos da cidade”. Já Zé Alexanddre participa de “Profética”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Black Pantera perpetua show em disco ao vivo enquanto aguarda a edição do quinto álbum de estúdio do trio mineiro


Capa do álbum ‘Resistência! – Ao vivo no Circo Voador’, do grupo Black Pantera
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Onze anos registrados em um show absurdo”. Com essa frase, o grupo mineiro Black Pantera sinteriza o sentimento da banda de thrash metal e hardcore punk em relação ao primeiro álbum ao vivo audiovisual oficial do trio formado por Chaene da Gama (baixo e vocal), Charles Gama (voz e guitarra) e Rodrigo Pancho (bateria e percussão).
No mercado fonográfico desde sexta-feira, 8 de maio, o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” perpetua o show gravado pelo grupo em 19 de novembro de 2025 no Circo Voador, um dos palcos mais roqueiros e efervescentes da cidade do Rio de Janeiro (RJ), com 24 músicas em roteiro que enfatiza o ativismo do trio formado em 2014 em Uberaba (MG).
Ainda em cena com a “Perpétuo tour”, show baseado no álbum de 2024 que ampliou a visibilidade do Black Pantera com repertório mais melódico e mais percussivo, o grupo já tem engatilhado o quinto álbum de estúdio – gravado desde 2025 – mas promove por ora o álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador” enquanto não desponta no horizonte o sucessor do álbum “Perpétuo” (2024) na discografia de estúdio da banda.
Ainda que já existam três registros de shows da banda – “Audio Arena originals” (2017), “Black Pantera ao vivo – Estúdio Showlivre” (2018) e “Ao vivo no palco Super Nova (Rock in Rio Brasil 2024)” (2025) – e que todos estejam disponíveis nos aplicativos de música, nenhum tem o peso de ter sido uma gravação ao vivo idealizada pelo trio, como é o caso do show perpetuado no álbum “Resistência! – Ao vivo no Circo Voador”.
Com repertório composto por músicas autorais como “Fogo nos racistas”, “Mosha” e “Provérbios”, o registro audiovisual oficial coroa a coerente ascensão do Black Pantera ao longo dos 12 anos de existência dessa banda que conseguiu migrar paulatinamente do circuito underground de shows para a rota dos festivais do mainstream.
Esse movimento ascendente foi feito pela banda sem diluição do ativismo exposto já nos títulos de composições como “Revolução é o caos” e “Sem anistia”, ambas presentes no roteiro do show captado no Rio. E tampouco sem amenizar o peso da batida metaleira, como atesta o álbum ao vivo gravado no mesmo Circo Voador onde Rafael Ramos, diretor artístico da gravadora do trio, Deck, assistiu pela primeira vez a um show do Black Pantera.

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan presenteia público com oceano de poesias em turnê comemorativa


Djavan presenteia público com oceano de poesias em turnê comemorativa
Marília Neves
Com 50 anos de carreira Djavan acertou muitos hits. E mais uma vez, o cantor acerta ao colocar em sua turnê comemorativa de cinco décadas não apenas suas faixas mais conhecidas e comerciais como também seu lado b. Afinal, nem tudo é auge, nem tudo é hit de milhões de vendas, plays ou views.
Mas no caso de Djavan, tudo quase sempre toca e emociona. Tanto que ele decidiu tocar só faixas próprias no show, além de optar por não ter participações especiais ou homenagens a outros artistas.
No show Djavanear 50 anos, que estreou na noite desta sexta-feira (8), em São Paulo, com estádio lotado, o artista empolgou o público com seus sucessos inquestionáveis, como “Sina”, “Se”, “Oceano” e “Samurai”, mas também emocionou com canções menos populares como :Quase de manhã”, “Cigano”, “O vento” e “Um brinde”.
O cantor fez duas apresentações na capital paulista para uma plateia de 45 mil pessoas por dia.
Djavan celebra 50 anos de carreira com turnê
Lotando o estádio, o público, em certos momentos, foi parte do espetaculo, cenografia e coro do show, levantados luzes de celulares e vozes para cantar hinos do artista. “Meu bem querer” seguida de “Oceano” foram alguns desses momentos.
As belas projeções nos telões ao longo das 2h30 de show também merecem menção ao completar a dança contínua de Djavan por todo o palco.
Para quem perdeu a apresentação em São Paulo, o cantor anunciou que retorna para a cidade com uma data extra, em dezembro, marcando o encerramento da turnê, que ainda roda o país e passa por países da Europa, África e América Latina.
Veja setlist completo do show:
Sina
Eu te devoro
Boa noite
Cigano
Nem um dia
Miragem
Linha do Equador
Outono
Um brinde
Meu bem querer
Oceano
Lambada de serpente
Mal de mim
Azul
Açaí
O vento
Se…
Me leve
Pétala
Serrado
Fato consumado / Flor de lis
Quase de manhã
Seduzir
Samurai
Lilás
Um amor puro
Sina
Djavan canta 27 músicas no show, incluindo ‘lados b’ como ‘Quase de manhã’, ‘Miragem’ e ‘Me leve’
Staff Images / Divulgação Allianz Parque

Fonte: G1 Entretenimento

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Djavan inclui alguns ‘lados B’ no roteiro (inteiramente autoral) de sucessos do show de 50 anos de carreira do artista


Djavan estreia no estádio paulistano o show da turnê ‘Djavanear 50 anos – Só sucessos’
Staff Images / Divulgação Allianz Parque
♫ ANÁLISE DE ROTEIRO DE SHOW
♬ Djavan cumpriu o que prometeu no título do show “Djavanear 50 anos – Só sucessos”, cuja turnê nacional estreou ontem, 8 de maio, no estádio paulistano Allianz Parque e já ganhou data extra na cidade de São Paulo (SP) com apresentação programada para 12 de dezembro no Mercado Livre Arena Pacaembu.
Das 27 músicas do roteiro, pelos menos 20 são grandes sucessos do cantor, compositor e violonista alagoano projetado em 1975. Contudo, houve alguns lados B no roteiro inteiramente autoral do show cujo título alude ao fato de o primeiro álbum do artista, “A voz • O violão • A música de Djavan”, ter sido lançado em 1976, há 50 anos.
O mais surpreendente deles é “Quase de manhã”, música lançada pelo cantor há 40 anos no álbum “Meu lado” (1986) em gravação feita com o toque do saxofonista norte-americano David Sanborn (1945 – 2024). Nunca regravada desde então, a música “Quase de manhã” estava escondida na discografia do artista.
Outra surpresa do roteiro foi “Mal de mim”, música apresentada pelo cantor no álbum “Djavan” (1989) e ofuscada pela explosão da balada “Oceano” e pelo sucesso posterior da faixa “Cigano”, ambas presentes no roteiro.
“Me leve” (1987) e “Miragem” (1984) são outras duas músicas menos badaladas no cancioneiro autoral de Djavan, mas incluídas no roteiro do show “Djavanear 50 anos – Só sucessos”. Composição mais conhecida, mas não a ponto de ser considerada um sucesso, é “Lambada de serpente”, parceria de Djavan com o poeta Cacaso (1944 – 1987) lançada no álbum “Alumbramento” (1980).
Entre hits e lados B, há no roteiro sequência com três músicas – “Azul” (1982), “Açaí” (1981) e “O vento” (1987) – associadas na memória popular ao canto de Gal Costa (1945 – 2022), uma das principais intérpretes da obra de Djavan.
No show “Djavanear 50 anos – Só sucessos”, o cantor divide o palco com a banda formada pelos músicos Felipe Alves (bateria), Jessé Sadoc (trompete e flugelhorn), Marcelo Mariano (baixo), Marcelo Martins (sax tenor e flauta). Paulo Calasans (piano e teclados), Rafael Rocha (trombone), (Renato Fonseca (teclado) e Torcuato Mariano (guitarra e violão), além das vocalistas Clara Carolina e Jenni Rocha.
Djavan canta 27 músicas no show, incluindo ‘lados b’ como ‘Quase de manhã’, ‘Miragem’ e ‘Me leve’ no roteiro de sucessos
Staff Images / Divulgação Allianz Parque
♪ Eis as 27 músicas do roteiro autoral seguido por Djavan em 8 de maio de 2026 na estreia nacional do show da turnê “Djavanear 50 anos – Só sucessos” no estádio Allianz Parque, na cidade de São Paulo (SP):
1. “Sina” (1982)
2. “Eu te devoro” (1998)
3. “Boa noite” (1992)
4. “Cigano” (1989)
5. “Nem um dia” (1996)
6. “Miragem” (1984)
7. “Linha do Equador” (1992)
8. “Outono” (1992)
9. “Um brinde” (2025)
10. “Meu bem querer” (1980)
11. “Oceano” (1989)
12. “Lambada de serpente” (Djavan e Cacaso, 1980)
13. “Mal de mim”
14. “Azul” (1982)
15. “Açaí” (1981)
16. “O vento” (1987)
17. “Se…” (1992)
18. “Me leve” (1987)
19. “Pétala” (1982)
20. “Serrado” (1978) /
21. “Fato consumado” (1975) /
22. “Flor de lis” (1976)
23. “Quase de manhã” (1986)
24. “Seduzir” (1981)
25. “Samurai” (1982)
26. “Lilás” (1984)
Bis:
27. “Um amor puro” (1999)
28. “Sina” (1982)

Fonte: G1 Entretenimento

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Bruno Berle lança em julho o terceiro álbum, ‘Sem fronteiras’, por selo inglês


Capa do álbum ‘Sem fronteiras’, de Bruno Berle
Divulgação / Far Out Recordings
♫ NOTÍCIA
♬ O terceiro álbum de Bruno Berle se chama “Sem fronteiras” e tem lançamento programado para 10 de julho em edição digital e nos formatos físicos de LP e CD. Cantor, compositor e multi-instrumentista alagoano projetado na cena indie há quatro anos com o álbum de estreia “No reino dos afetos” (2022), Berle alinha dez músicas no repertório do disco editado pelo selo inglês Far Out Recordings.
O título “Sem fronteiras” se afina com álbum de feitura intercontinental, gravado entre Londres (Inglaterra), Alemanha, São Paulo, Minas Gerais e Maceió (AL) – terra natal do artista – com produção musical do próprio Bruno Berle e coprodução de Batata Boy, habitual colaborador do cantor.
Faixa já lançada como primeiro single do álbum “Sem fronteiras”, “Manhã” é abordagem da composição de João Menezes e MarVin Vieira, lançada há oito anos pelos autores no álbum “Areia e mar” (2018).
Gravado por Berle com músicos como o baterista Pedro Lacerda, o álbum “Sem fronteiras” tem repertório composto pelas músicas “Você já sabe que eu te amo” (gravada com adesão de Nyron Higor), “Não posso viver sem você”, “Uma noite de estrelas”, “Outra noite”, “Amor inteiro”, “Ideias mágicas”, “Vim dizer”, “Tô assim” e a canção-título “Sem fronteiras”, além da já mencionada “Manhã”.
O álbum “Sem fronteiras” sucede “No reino dos afetos 2” na cronologia de álbuns da discografia de Bruno Berle.

Fonte: G1 Entretenimento