Categorias
ENTRETERIMENTO

Filmes e séries para conhecer melhor as cidades-sede da Copa do Mundo


Cerimônia de abertura da Copa 2026 nos EUA
Reprodução/TV Globo
A Copa do Mundo de 2026 reúne 48 seleções em 16 cidades-sede espalhadas por Estados Unidos, México e Canadá.
Mas os palcos do torneio vão muito além do futebol: muitas dessas cidades serviram de cenário para filmes e séries que ajudaram a construir suas identidades culturais.
Para ajudar o torcedor a entrar no clima e mergulhar na atmosfera de cada região, o g1 reuniu filmes e séries que foram gravados nessas cidades ou que as colocam no centro de suas narrativas. Confira a lista abaixo:
Estados Unidos (11 Sedes)
Atlanta – “Atlanta” (2016-2022)
Donald Glover em cena da série ‘Atlanta’
Divulgação
A série acompanha Earnest “Earn” Marks (Donald Glover), um jovem que abandona a faculdade e decide gerenciar a carreira musical de seu primo, o rapper Paperboi.
Ambientada na indústria do hip-hop de Atlanta, na Geórgia, a produção mistura situações inusitadas e elementos surrealistas para discutir questões complexas sobre raça e o mercado do entretenimento no contexto norte-americano.
Boston – “Os infiltrados” (2006)
Martin Scorcese no set de “Os Infiltrados”
Divulgação
O longa transforma a cidade de Boston no cenário de uma tensa guerra entre a polícia local e o crime organizado.
Na trama, o jovem policial Billy Costigan (Leonardo DiCaprio) se infiltra na máfia irlandesa que comanda as ruas da região, enquanto um criminoso faz o caminho inverso e atua como informante dentro da corporação.
A produção usa a arquitetura urbana e a atmosfera cinzenta de Boston para construir um jogo de gato e rato onde a vida dupla dos protagonistas corre perigo constante.
Dallas – “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar” (1991)
Cena de “JFK – A Pergunta que Não Quer Calar”
Divulgação
A cidade que ficou marcada na história mundial como o local do assassinato do ex-presidente americano John F. Kennedy.
Na trama, o promotor Jim Garrison (Kevin Costner) decide investigar os bastidores do crime por não aceitar a versão oficial das autoridades.
A produção utiliza os cenários reais da cidade e as teorias conspiratórias em torno do atentado político para construir um suspense de tribunal que questiona os segredos do governo americano.
Houston – “Apollo 13 – Do Desastre ao Triunfo” (1995)
Trama acompanha três astronautas americanos a caminho de uma missão na Lua.
Divulgação
O drama recria a histórica e tensa missão espacial comandada a partir de Houston, cidade que abriga a sede do centro de controle da Nasa.
Na história, três astronautas sofrem uma explosão na nave a caminho da Lua e iniciam uma corrida contra o tempo para retornar à Terra antes que o oxigênio acabe.
A produção popularizou a frase “Houston, temos um problema” e destaca o trabalho de engenharia e a mobilização em solo texano para salvar a tripulação.
Kansas City – “Kansas City” (1996)
“Kansas City” desdobra temas como amor, crime, raça e política na cidade de Kansas City dos anos 1930.
Divulgação
A trama usa o cenário real da efervescência política e do controle das máquinas eleitorais da cidade de Kansas City, na década de 1930.
A história acompanha Blondie (Jennifer Jason Leigh), que sequestra a esposa de um influente político local na tentativa de usá-la como moeda de troca para salvar seu marido, capturado por um poderoso chefão do crime da região.
A produção explora as ruas, os interesses escusos e a corrupção que moldavam a cidade na véspera das eleições.
Los Angeles – “La La Land: Cantando Estações” (2016)
Ryan Gosling e Emma Stone em ‘La La Land: Cantando estações’
Divulgação
O musical transforma as paisagens e os pontos turísticos de Los Angeles em cenário para os dilemas de um casal que tenta equilibrar o romance com a busca pelo sucesso profissional na meca do cinema.
Na trama, o pianista Sebastian (Ryan Gosling) e a atriz iniciante Mia (Emma Stone) se apaixonam enquanto enfrentam os desafios e a alta competitividade da indústria cultural da cidade.
A produção explora a atmosfera vibrante de Los Angeles como um local que acolhe sonhos e desilusões artísticas.
Miami – “Moonlight: Sob a Luz do Luar” (2016)
André Holland e Trevante Rhodes em cena de ‘Moonlight’
Divulgação
O drama apresenta um retrato íntimo e poético da periferia de Miami, longe do glamour turístico habitualmente associado à cidade litorânea.
A história acompanha as diferentes fases da vida de Chiron, interpretado pelos atores Alex Hibbert, Ashton Sanders e Trevante Rhodes, mostrando sua infância marcada pelo bullying, as crises de identidade na adolescência e a vida adulta marcada pelas consequências das experiências vividas na juventude.
A produção utiliza a luz e a atmosfera das comunidades de Miami para debater temas como masculinidade e vulnerabilidade social.
Nova York/Nova Jersey – “Um Dia de Chuva em Nova York” (2019)
Cena de ‘Um Dia De Chuva Em Nova York’, de Woody Allen
Reprodução
O filme é uma carta de amor à Nova York, cenário onipresente na filmografia de Woody Allen, onde o cineasta frequentemente transforma a metrópole em um personagem central de suas histórias.
Na trama, o jovem Gatsby (Timothée Chalamet) planeja um fim de semana romântico na cidade ao lado de sua namorada, Ashleigh (Elle Fanning), mas o plano toma rumos inesperados.
A produção captura a energia, os encontros fortuitos e a atmosfera intelectual característica da visão de Allen sobre Manhattan.
Filadélfia – “Filadélfia” (1993)
Tom Hanks e Denzel Washington em cena do filme Filadélfia
Divulgação
O drama utiliza os tribunais da Filadélfia para construir uma narrativa poderosa sobre justiça e preconceito.
Na trama, Andrew Beckett (Tom Hanks) é um promissor advogado demitido de um tradicional escritório da cidade após seus chefes descobrirem que ele é portador do vírus do HIV.
Ele contrata Joe Miller (Denzel Washington) para processar os antigos empregadores em um julgamento histórico que força a conservadora sociedade local a encarar a homofobia e a discriminação.
São Francisco – “À Procura da Felicidade” (2006)
À procura da felicidade
Divulgação
O drama utiliza o cenário urbano de São Francisco para ilustrar a difícil jornada de um pai de família em busca de estabilidade.
Na história, Chris Gardner (Will Smith) se torna pai solteiro após a partida da esposa, Linda (Thandie Newton), e precisa cuidar de Christopher (Jaden Smith), o filho de apenas 5 anos.
Ele aceita um estágio não remunerado em uma corretora de ações na esperança de uma contratação futura, mas a falta de renda faz com que ambos sejam despejados.
Seattle – “Grey’s Anatomy” (2005- x)
A atriz Ellen Pompeo dá vida à protagonista Meredith Grey em cena gravada na cidade de Seattle.
Divulgação
A produção transformou a cidade de Seattle no epicentro do drama médico mais duradouro da televisão ao ambientar suas histórias no fictício Hospital Seattle Grace (mais tarde rebatizado como Grey Sloan Memorial).
A trama acompanha a rotina de Meredith Grey (Ellen Pompeo) e seus colegas que iniciam a carreira como residentes na instituição.
México (3 Sedes)
Imagem de drone mostra estádio de Guadalajara, no México, uma das sedes da Copa do Mundo 2026, que também será sediada nos Estados Unidos e no Canadá
Ivan Arias/Reuters
Cidade do México – “Roma” (2018)
Cena do filme mexicano ‘Roma’
Divulgação
O aclamado filme do diretor Alfonso Cuarón usa as ruas da Cidade do México da década de 1970 para construir uma crônica íntima e social baseada nas memórias de sua própria infância.
A trama acompanha a rotina de Cleo (Yalitza Aparicio), uma jovem indígena que trabalha como babá e empregada doméstica para uma família de classe média no bairro de Roma.
A produção utiliza a reconstituição histórica da capital mexicana, marcada por conflitos políticos e transformações urbanas, como pano de fundo para as mudanças coletivas e pessoais que afetam os moradores da casa.
Guadalajara – “Doña Herlinda y su hijo” (1985)
Filme “Doña Herlinda y su hijo” (1985)
Divulgação
O longa utiliza a tradicional e conservadora sociedade de Guadalajara da década de 1980 como pano de fundo para uma pioneira comédia de costumes LGBTQIA+.
Dirigida por Jaime Humberto Hermosillo, a trama acompanha Doña Herlinda (Guadalupe del Toro), uma mãe controladora que finge ignorar o romance de seu filho, o médico Rodolfo (Arturo Meza), com o estudante de música Ramón (Marco Antonio Treviño).
A produção explora os casarões e a rotina da cidade mexicana para mostrar como a estrutura familiar local lidava com as aparências, forçando um casamento heterossexual de fachada enquanto o casal de namorados continuava vivendo sob o mesmo teto.
Monterrey – “Ya no estoy aquí” (2019)
O aclamado drama utiliza os bairros populares e as áreas periféricas de Monterrey para retratar a contracultura da vertente musical “Cholombiana”, movimento periférico que marcou a juventude da região.
A história acompanha Ulises (Juan Daniel García Treviño), o líder de uma gangue pacífica apaixonada pelo ritmo desacelerado da cúmbia, que se vê forçado a fugir para os Estados Unidos para salvar a vida após um mal-entendido com um cartel local.
A produção explora as paisagens urbanas e os sotaques de Monterrey para construir uma narrativa sobre pertencimento, exílio e a violência que transformou a cidade.
Canadá (2 Sedes)
Segunda festa de abertura da Copa do Mundo 2026 no Estádio de Toronto, no Canadá
REUTERS/Claudia Greco
Toronto – “A Vida de Erica” (2009-2011)
Cena da série “A Vida de Erica”
Divulgação
A série utiliza a cidade de Toronto como um personagem central que molda a jornada de amadurecimento e as viagens no tempo da protagonista.
Na trama, Erica Strange (Erin Karpluk) ganha a chance de revisitar e corrigir seus maiores arrependimentos do passado com a ajuda do misterioso terapeuta Dr. Tom (Michael Riley).
Sem esconder sua identidade canadense, a série percorre atrativos reais da região, transformando pontos turísticos emblemáticos como o castelo da Casa Loma e a famosa Ilha de Toronto em palcos para as crises e descobertas da personagem pelas ruas da cidade.
Vancouver – “Deadpool” (2016)
Locação do filme “Deadpool”
Divulgação
Embora a história se passe em uma metrópole americana genérica e fictícia, os filmes são uma verdadeira ode urbana a Vancouver, cidade natal de Ryan Reynolds, intérprete do personagem-título.
A cena de ação que abre o primeiro filme foi rodada no Georgia Viaduct (um famoso viaduto no centro da cidade).
Outros pontos marcantes incluem as ruas históricas de Gastown, o tradicional portal de Chinatown e os becos industriais da região portuária.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Em ‘Toy Story 5’, telas são o vilão da vez: ‘Toda criança e todo pai no mundo lida com tecnologia’


Woody e Buzz são passado em ‘Toy Story 5’ – e isso é ótimo
Não é de hoje que a tecnologia está entre as principais preocupações de pais na criação dos filhos – em especial, a relação das crianças com as telas. Em “Toy Story 5”, esse medo é compartilhado pelos protagonistas.
g1 já viu: ‘Toy Story 5’ prova que não precisa de Woody e Buzz com protagonista nova, humor e ternura
O novo filme da franquia sobre o que brinquedos fazem quando não estamos olhando estreia nesta quarta-feira (17) nos cinemas brasileiros com uma nova heroína no comando e uma nova/antiga ameaça.
O grande antagonista da vez é uma tablet infantil dada à jovem dona dos bonecos. A esperança é que o aparelho a ajude a fazer amigos.
Mas Jessie, a vaqueira da turma de Woody apresentada em “Toy Story 2” (1999) e alçada a protagonista ao final do quarto filme, não acredita que a novata seja a forma ideal de criar conexões verdadeiras.
A disputa entre brinquedos analógicos e tecnologia não é novidade, é claro. Existe pelo menos desde os anos 1990, com a popularização de videogames, mas os criadores da animação acreditam que agora o assunto é inevitável.
“Provavelmente poderíamos ter feito há cinco anos, mas levamos esse tempo todo para fazê-lo (o filme)”, diz a produtora Lindsey Collins em entrevista ao g1. Parte da equipe do estúdio Pixar desde 1997, ela fez parte do desenvolvimento de clássicos como “Wall-E” (2008).
“Ah, toda criança no mundo, e todo pai no mundo, todo mundo no mundo lida com a realidade do que é ter tecnologia em suas vidas, e o conflito sobre quanto tempo você dedica a ela.”
Cena de ‘Toy Story 5’
Divulgação
Jessie vs. Tec é o novo ‘Woody mais Buzz’?
A ideia nasceu do veterano Andrew Stanton. Depois de escrever todos os filmes da série, ele assume a direção pela primeira vez, ao lado da estreante McKenna Harris.
Nesses sete anos desde “Toy Story 4”, o estúdio procurava o cineasta ideal para contar um novo episódio da franquia. Até que o diretor de “Procurando Nemo” (2003) avisou que tinha a ideia certa para Jessie.
“Obviamente, depois disso, levamos um longo tempo para chegar até a história do filme”, afirma Collins.
“Mas eu acho que teve um momento de verdade em que todos pensamos: ‘Ah, Jessie mais tecnologia no mesmo quarto…’. Parecia quase como foi com Woody mais Buzz, sabe?”
Ela se refere, é claro, à antiga dupla de protagonistas. Os dois até dão as caras no filme, mas ajudam a fortalecer a posição da ruivinha como líder.
Por isso, o roteiro assinado pelos diretores também explorou um pouco mais do passado da boneca, que, ao contrário do cowboy e do astronauta, já está em sua terceira humana.
A pequena Bonnie, atual dona de Jessie, aliás, também ganha uma importância inédita na série, que sempre deu muito mais atenção aos brinquedos.
“Acho que esses dois elementos nos levaram a pensar que essa é uma história um pouco diferente para ‘Toy Story’, de uma maneira boa, em relação às anteriores.”
Cena de ‘Toy Story 5’
Divulgação
Potencial bilionário
Para muitos especialistas, “Toy Story 5” tem potencial para conseguir mais de US$ 1,5 bilhão em bilheterias ao redor do mundo.
O valor a colocaria no top 5 das maiores arrecadações de animações de todos os tempos – o topo pertence ao fenômeno chinês “Ne Zha – O Renascer da Alma” (2025), com mais de US$ 2,2 bilhões obtidos quase exclusivamente na China.
Certamente seria o suficiente para fazer do filme uma das maiores bilheterias de 2026, ano que tem dado esperança à indústria, que vê sinais de crescimento após quedas sucessivas em arrecadações desde a pandemia.
Mas, mesmo entre cenários negativos, animações sempre se mantiveram como uma luz de farol para estúdios e exibidores.
“Se fizermos tudo certo, são filmes feitos para todo mundo. Não é como: ‘Ah, temos de esperar algum tempo específico quando não estamos com as crianças’. Ou algo que elas não querem ver”, fala a produtora.
“Oferecemos uma experiência grandiosa, em escala grande, que as pessoas querem ver em uma tela grande. Algo que vale a pena ir ao cinema para ver. E, espero, que ‘Toy Story 5’ também faça isso.”
Cena de ‘Toy Story 5’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Violonista Marcel Powell e bandolinista Daniel Migliavacca expõem a eternidade de Garoto em EP agendado para julho


Capa do EP ‘Garoto’, de Marcel Powell e Daniel Migliavacca
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Em outubro de 2019, o bandolinista curitibano Daniel Migliavacca convidou o violonista francês Marcel Powell – nascido em Paris, mas criado no Brasil com a benção de ser filho de Baden Powell (1937 – 2000), um dos mais importantes e referenciais violonistas brasileiros – para show focado nos cancioneiros do violonista Garoto e do cavaquinhista Waldir Azevedo (1923 – 1980).
Foi evidenciada naquele momento, no palco do Teatro Paiol, uma afinidade entre os dois instrumentistas perpetuada no EP “Garoto”, programado para ser lançado em 10 de julho em edição da gravadora Mills Records. Trata-se de EP ao vivo em que Marcel e Migliavacca tocam cinco temas do repertório autoral de Aníbal Augusto Sardinha (28 de junho 1915 – 3 de maio 1955), o violonista e compositor paulistano conhecido pelo nome artístico de Garoto.
Aliado ao requinte da obra autoral do compositor, o toque moderno e progressista do violonista deu ao artista o passaporte para a eternidade na história da música brasileira. É nessa modernidade atemporal da obra do compositor que Louis Marcel Powell de Aquino – violonista de escalas rápidas, já respeitado pela discografia consistente – e Daniel Migliavacca celebram nas cinco faixas do EP “Garoto”.
Aberto com o samba “Lamentos do morro” (1950), o EP segue com o sofisticado samba-canção “Duas contas” (1951), abordado com novos caminhos harmônicos, mas sem desconfigurar o recorte melódico.
Na sequência do EP, o duo executa a canção “Gente humilde”, cuja melodia tristonha, apresentada por Garoto em 1945, teve a melancolia devidamente impressa na letra escrita por Vinicius de Moraes (1913 – 1980) com a colaboração de Chico Buarque e apresentada em 1969.
O repertório do EP “Garoto” é completado por “Jorge do Fusa” – choro lançado oficialmente em disco em 1980, mas composto em 1950 por Garoto e então letrado pelo pianista e compositor Mário Albanese – e “Vamos acabar com o baile” (1952), outro choro, este de toque buliçoso.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Neymar fecha acordo com plataforma de vídeos verticais feitos com IA


Neymar será ‘protagonista’ de vídeos feitos com IA
Divulgação
Neymar Jr. fechou uma parceria com a plataforma FlareFlow, especializada em séries de 1 minuto no formato vertical, para criação de histórias com atores reais e produzidas por inteligência artificial feitas com sua imagem.
Ao todo, serão produzidos 16 conteúdos com o jogador da seleção brasileira, e o primeiro deles será lançado nesta sexta-feira (19).
Durante o anúncio da parceria, o CEO da FlareFlow, James Wang, disse que a parceria com Neymar visa um alcance “sem precedentes” dos microdramas.
Agora no g1
“Esta parceria representa um momento decisivo para o ecossistema global do entretenimento. Neymar é um dos atletas com maior apelo comercial do planeta. Unir seu poder de estrela global aos nossos fluxos de trabalho criativos avançados com IA nos permite expandir os limites da narrativa em uma escala sem precedentes.”
Além da distribuição global via FlareFlow, os conteúdos com Neymar também serão compartilhados na China por meio da plataforma Xiaohongshu, que tem um alcance diário de 200 milhões de pessoas no país.
Segundo o site “DEADLINE”, a empresa já divulgou os títulos e sinopses dos seis primeiros projetos:
O caminho de volta para glória
Após uma traição devastadora destruir sua carreira, um prodígio do futebol em decadência luta contra a dor, a desgraça e probabilidades impossíveis em busca de uma última chance de redenção no maior palco do mundo.
O sistema playboy: conquistando as deusas
Quando Neymar misteriosamente perde sua capacidade para o futebol, ele precisa completar uma missão sobrenatural para vencer cinco mulheres poderosas ou perderá seu talento para sempre.
Astro do futebol sequestrado para a Galaxy Cup: marque ou morra!
Sequestrado no meio da final da Copa do Mundo, Neymar é forçado a participar de um torneio intergaláctico de alto risco, onde a vitória é a única chance de sobrevivência da humanidade.
Neymar falso, Deus verdadeiro
Ao acordar sessenta anos no futuro, em seu próprio funeral, Neymar precisa reconstruir seu legado destruído e provar que ainda é o rei predestinado do futebol.
Projeto para lenda: NEY 10
Destroçado e humilhado após um ataque brutal, Neymar desperta um misterioso sistema de poder que lhe oferece um caminho aparentemente impossível de volta à grandeza no futebol.
O zelador manco é o verdadeiro rei do futebol mundial
Rejeitado como um zelador aleijado, uma lenda decadente do futebol retorna secretamente das sombras para expor uma traição e recuperar a coroa que lhe foi roubada.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Amanda Sarmento busca a luz entre o rap, o trap e o R&B do álbum de estreia, ‘Eclipse’, produzido por Iuri Rio Branco


Cantora e compositora de rap e R&B, Amanda Sarmento lança o primeiro álbum, ‘Eclipse’, na sexta-feira, 19 de junho
Wallace Domingues / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Cantora e compositora carioca, a rapper Amanda Sarmento lança o primeiro álbum na sexta-feira, 19 de junho. Gravado pela artista com produção musical de Iuri Rio Branco, o álbum se chama “Eclipse” e transita por rap, trap e R&B ao longo de 12 faixas.
Precedido pelos singles “Quente” e “Submersa” (este com feat de Amanda com Tássia Reis), o álbum “Eclipse” traz a participação de Dona Maria Poeta – escritora de 89 anos e avó da atriz Clara Moneke, empresária de Amanda Sarmento – no interlúdio “Chega mais perto”. Já o rapper paulistano Ruas MC faz feat com a cantora em “Eu já sofri demais”.
As oito faixas que completam o repertório do álbum “Eclipse” são “Assalto”, “Eu não ligo”, “Manifesto”, “Me deixa livre”, “Mulher”, “Soul eu”, “Obsessão” e “Vc no plantão”.
Amanda relata que apresenta álbum construído a partir de vivências, transformações e descobertas, fazendo analogia entre a criação do disco e o fenômeno astronômico. “O eclipse é um fenômeno que acontece quando algo encobre a luz por um instante, mas sem apagar sua existência. Acho que isso conversa muito com os ciclos emocionais que vivemos. O álbum ‘Eclipse’ é um trabalho sobre atravessar sombras, se perder, se reencontrar e entender que a própria escuridão também pode revelar coisas sobre quem somos”, conceitua Amanda Sarmento.
Capa do álbum ‘Eclipse’, de Amanda Sarmento
Wallace Domingues / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Shrek 5’: veja 1º trailer do novo filme

O primeiro trailer de “Shrek 5” foi divulgado nesta terça (16). Previsto para junho de 2027, o longa terá os filhos de Shrek e Fiona já crescidos.
Na versão em inglês, o filme contará com o retorno de Mike Myers (Shrek), Eddie Murphy (Burro) e Cameron Diaz (Fiona). A novidade no elenco é Zendaya como Felicia, filha de Shrek.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Toy Story 5’ prova que não precisa de Woody e Buzz com protagonista nova, humor e ternura; g1 já viu


Woody é coisa do passado. Buzz Lightyear já era. “Toy Story 5” é incrível – mesmo que ambos não sejam mais os protagonistas – e prova que o sucesso da franquia sempre esteve muito mais ligado à história certa, costurada com humor e sensibilidade.
O novo episódio da série de animações estreia nesta quarta-feira (17) nos cinemas brasileiros com a passagem definitiva do bastão à boneca Jessie – a ruivinha da turma do cowboy apresentada em “Toy Story 2” (1999).
É meio engraçado, mas o filme também reforça a sensação de que a Pixar pelo jeito guarda sua inspiração para os episódios ímpares da franquia.
O primeiro, de 95, e o terceiro, de 2010, são tão bons que deixam o segundo e o quarto bem fraquinhos em comparação – e eles nem são tão ruins assim.
“Toy Story 5” está nessa primeira prateleira.
‘Toy Story 5’: veja primeiro trailer da sequência
A boneca que enfrentou as telas
Dessa vez, a vaqueira precisa ajudar a dona, que tem dificuldade para fazer amigos, ao mesmo tempo em que enfrenta o perigo da chegada de aparelhos eletrônicos na vida da menina.
O filme dirigido por Andrew Stanton, de “Procurando Nemo” (2003), e pela estreante McKenna Harris tem um humor afiado e sabe muito bem como utilizar o belo elenco de personagens.
Até novatos como a tablet Lilypad e o Amigo Rolinho têm espaço e personalidade suficientes para se destacarem. O aparelho que ensina crianças a usarem o troninho, aliás, começa irritante, mas logo se torna um dos que mais arrancam risadas – como os melhores brinquedos da franquia.
E talvez falte uma cena marcante como a da fornalha, do terceiro filme, mas o estúdio mostra que ainda sabe como ninguém como acessar aquelas emoções mais primitivas para fazer o público chorar. Tudo com muita ternura e empatia.
Na sessão de imprensa para a qual o g1 foi convidado, foram pelo menos uns três momentos de “ÓUNNN” (= fofura manifesta). Todos justíssimos.
Cena de ‘Toy Story 5’
Divulgação
Pixar se abre
A computação gráfica pela qual a Pixar ficou conhecida, e presente na maior parte de “Toy Story 5”, oferece poucas novidades além de estar mais bonita do que nunca.
Por isso, é muito bom ver que a empresa finalmente se sente mais confortável em arriscar técnicas diferentes de animação.
As cenas são breves, mas indicam um futuro promissor para uma outrora pioneira que via muitas concorrentes colherem bons frutos com ideias novas.
Este novo capítulo poderia ser apenas mais um caça-níquel sem alma, como muitas continuações por aí. Com um roteiro em contato direto com a essência por trás do sucesso de “Toy Story” mas de olho na estrada adiante para franquia e estúdio, mostra que há muitas brincadeiras reservadas a estes bonecos.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1
Cena de ‘Toy Story 5’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Nos 80 anos de Maria Bethânia, conheça oito álbuns menos ouvidos (mas nem por isso menos relevantes) da cantora


Capas de oito álbuns de Maria Bethânia
Reprodução / Montagem g1
♫ MARIA BETHÂNIA 80 ANOS
♬ Na quinta-feira, 18 de junho, Maria Bethânia chega aos 80 anos, sendo que, desses 80 anos de vida, 63 são de palco, se contabilizada a real estreia da artista em 1963 com o canto de samba de Ataulfo Alves (1909 – 1969) na abertura de encenação da peça “Boca de ouro” em teatro de Salvador (BA).
A mais nova octogenária da MPB vai celebrar sem alarde o 80º aniversário de vida. Até porque, para a cantora, a festa que mais lhe importa foi feita no ano passado para celebrar os 60 anos de carreira com show estreado em setembro de 2025.
Contudo, os 80 anos de Maria Bethânia são motivos de comemoração para os súditos da Abelha Rainha – epíteto dado à cantora baiana por conta do porte majestoso da intérprete em cena. Diante da efeméride, o Blog do Mauro Ferreira dá início hoje, 16 de junho, à série de textos sobre os 80 anos de Maria Bethânia.
O primeiro joga luz sobre oito álbuns menos ouvidos da artista. É fato que o séquito de Bethânia conhece bem todos esses álbuns, mas o público que admira a cantora sem tal devoção certamente deve ter ouvido falar bem menos destes oito discos, títulos alinhados com a coerência de discografia que se manteve íntegra desde a estreia de Maria Bethânia no mercado fonográfico em 1965.
Eis os oito álbuns ↴
Capa do álbum ‘Maria Bethânia’ (1969)
Reprodução
♪ “Maria Bethânia” (1969) – Trata-se do primeiro álbum solo de estúdio de Maria Bethânia após a intérprete ter se livrado do rótulo de “cantora de música de protesto” que a indústria fonográfica tentou lhe impingir. Com capa assinada pelo artista plástico baiano Luiz Jasmin (1940 – 2013), o álbum “Maria Bethânia” reiterou os caminhos que seriam seguidos pela artista ao longo da discografia. Entre sambas-canção (alguns da era do rádio), sambas de compositores brasileiros e temas afro-brasileiros, Bethânia expôs a forte teatralidade do canto sob direção musical do maestro Lyrio Panicalli (1906 – 1984).
Capa do álbum ‘Maria Bethânia ao vivo’ (1970)
Reprodução
♪ “Maria Bethânia ao vivo” (1970) – Segundo registro de show da discografia da cantora, o álbum “Maria Bethânia ao vivo” retrata o clima dos shows feitos pela artista em boates cariocas na segunda metade dos anos 1960 antes de migrar para teatros e grandes casas de show nos anos 1970. Contudo, a gravação foi feita em 4 de dezembro de 1969 em espaço privativo da gravadora Odeon para público formado por convidados. Impressiona o calor da gravação ao vivo. Quanto ao repertório, cabe destacar o fado “Os argonautas” (do mano Caetano Veloso, lançado em 1969), “Irene” (outra música da safra 1969 de Caetano), “Ponto de Iansã” – faixa em que parece baixar o santo na intérprete já na abertura do disco – e o canto do samba de roda “Marinheiro só”.
Capa do álbum ‘Alteza’ (1981), de Maria Bethânia
Reprodução
♪ “Alteza” (1981) – Talvez pelo repertório no todo pouco aliciante, este álbum vendeu menos do que os três antecessores e sinalizou o desgaste da fórmula orquestral que vinha sendo seguida por Bethânia nos últimos discos com produção e arranjos do guitarrista Perinho Albuquerque (1946 – 2025). Tanto que a cantora mudaria de rota no próximo álbum de estúdio, o essencial “Ciclo” (1983). Contudo, entre músicas desconhecidas de Djavan e Gilberto Gil, “Alteza” legou a canção “Maravida” – fornecida por um Gonzaguinha (1945 – 1991) então no auge do sucesso e da produção autoral – e o samba “Purificar o Subaé”, composto por Caetano e gravado por Bethânia com Caetano, Gilberto Gil e a irmã Eunice Veloso (1928 – 2011), a Nicinha.
Capa do álbum ‘A beira e o mar’ (1984), de Maria Bethânia
Reprodução
♪ “A beira e o mar” (1984) – Álbum de caráter introspectivo, gravado na contramão do tecnopop que já começava a dar o tom da música brasileira, “A beira e o mar” chegou às lojas sem alarde no fim de 1984 com Bethânia em baixa cotação no mercado fonográfico. Derivado do show “A hora da estrela”, apresentado pela cantora naquele ano de 1984, o álbum traz algumas das melhores gravações da discografia de Maria Bethânia – a começar pela dilacerante interpretação de “Na primeira manhã”, música que o autor Alceu Valença lançara em 1980 sem a menor repercussão. Outras pérolas são a então inédita canção “Para eu parar de me doer” – de Milton Nascimento e Fernando Brant (1946 – 2015), compositores então debutantes na discografia solo de Bethânia (ela cantara a dupla no grupo Doces Bárbaros) – e a canção de Caetano “O nome da cidade”, apresentada no já mencionado show “A hora da estrela”. Merece menção honrosa o samba de Roberto Mendes e Jorge Portugal (1956 – 2020) que batizou o álbum “A beira e o mar”.
Capa do álbum ‘Maria’ (1988), de Maria Bethânia
Reprodução
♪ “Maria” (1988) – Reabilitada no mercado por conta do sucesso comercial do álbum “Dezembros” (1986), no qual flertou de forma fugaz com o tecnopop, Bethânia confirmou a força da personalidade ao resistir ao império de Sullivan & Massadas, dupla que nunca gravou enquanto esteve no elenco da gravadora BMG, QG dos compositores. Sob esse prisma, o álbum “Maria” simbolizou declaração de independência da intérprete. É disco interiorizado, de moldura acústica, em que Bethânia ofereceu interpretações definitivas de três músicas já conhecidas de Caetano Veloso. A trinca é formada por “Onde andarás” (1967), “Tá combinado” (1986) e “O ciúme” (1987), esta gravada em dueto com Gal Costa (1945 – 2022), com arranjo que exemplificou o ótimo uso de sintetizadores. Além de Gal, “Maria” elencou participações da atriz e cantora francesa Jeanne Moreau (1928 – 2017) e do grupo sul-africano Lady Smith Black Mambazo.
Capa do álbum ‘Olho d’água’ (1992), de Maria Bethânia
Reprodução
♪ “Olho d’água” (1992) – Em mais um álbum de tom interiorizado e vendas baixas, Bethânia ofereceu pérolas para poucos neste que talvez seja o título mais desconhecido da discografia da artista. Com sonoridade acústica calcada nos violões, alguns tocados pelo arranjador e produtor musical do álbum Jaime Alem, “Olho d’água” foi aberto e encerrado com vinhetas de “Sodade, meu bem, sodade” (Zé do Norte, 1953). Entre uma e outra, Bethânia enobreceu “Medalha de São Jorge” (1992) – joia da parceria de Moacyr Luz e Aldir Blanc (1946 – 2020) – e cantou “Modinha” (Antonio Carlos Jobim e Vinicius de Moraes, 1958). Há outros diamantes verdadeiros no veio de “Olho d’água”, álbum batizado com música feita por Caetano Veloso sobre poema de Waly Salomão (1943 – 2003). Entre eles, a canção “Além da última estrela” (Dominguinhos e Fausto Nilo, 1992) e a chula “Vida vã” (Roberto Mendes e Jorge Portugal, 1992), faixa que sinalizou que a cidade natal de Santo Amaro da Purificação (BA) é sempre um porto seguro para o canto de Maria Bethânia.
Capa do álbum ‘Tua’ (2009), de Maria Bethânia
Reprodução
♪ “Tua” (2009) – Talvez por ter sido eclipsado pela energia festiva de “Encanteria”, álbum lançado simultaneamente com “Tua” em dobradinha que já havia sido feita por Bethânia três anos antes com as edições conjuntas dos álbuns “Mar de Sophia” e “Pirata” em 2006, este delicado disco passou quase despercebido. Em “Tua”, a cantora celebrou o amor outonal sem os arroubos dramáticos de outrora, dando voz a belas canções como “Até o fim” (Cezar Mendes e Arnaldo Antunes), “Você perdeu” (Márcio Valverde e Nélio Rosa),“Saudade” (Chico César e Paulinho Moska) – música de aura ruralista gravada pela cantora em feat com Lenine – e a guarânia “Guriatã” (Roque Ferreira), entre outros grandes momentos. A música-título “Tua” é da lavra fina de Adriana Calcanhotto.
Capa do álbum ‘Meus quintais’ (2014), de Maria Bethânia
Reprodução
♪ “Meus quintais” (2014) – Sem deixar de mirar a própria tribo, Bethânia apresentou álbum mergulhado em Brasil rural povoado por indígenas, iaras e caboclos. Um Brasil que ainda pulsa forte nas veredas menos urbanas do grande sertão nacional. Músicas então inéditas como “Casa de caboclo” (Roque Ferreira e Paulo Dáfilin) e “Xavante” (Chico César) carregaram sentimento interiorano, caipira e/ou indígena que evocou o universo de “Brasileirinho”, um dos títulos mais aclamados da robusta discografia de Maria Bethânia no corrente século XXI. A regravação de “Mãe Maria” (Custódio Mesquita e David Nasser, 1943) se afinou com esse Brasil de dentro em que cabe tanto a súplica sertaneja de “Lua bonita” (Zé do Norte e Zé Martins, 1953) – feita com as cordas do grupo carioca Tira Poeira – quanto a lembrança da “Moda da onça” (Paulo Vanzolini, 1960).

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Jinchūriki do Pelé’: fãs de anime transformam seleção em personagens para comentar a Copa


De Naruto a Jujutsu Kaisen: Fãs de cultura pop narram os bastidores da Seleção com ‘jargões’ geek
Redes sociais
Para além da euforia da estreia, o início da Copa do Mundo de 2026 despertou nos torcedores, também, a criatividade.
Perfis de torcedores geeks e páginas de humor passaram a “noticiar” os bastidores e as atuações da seleção brasileira utilizando expressões e conceitos complexos de produções como Naruto e Jujutsu Kaisen.
O fenômeno transformou a CBF em uma espécie de “Vila Oculta” e converteu promessas do elenco, como o atacante Endrick, em personagem de forças lendárias.
A principal narrativa criada pela comunidade gira em torno do atacante de 19 anos, apelidado nas redes de “O Jinchūriki do Pelé”: uma referência direta aos personagens de Naruto que carregam feras de caudas seladas dentro de seus corpos.
Nas piadas estruturadas como “furos de reportagem”, a insistência do técnico Carlo Ancelotti em manter o jovem atleta no banco de reservas durante o jogo contra Marrocos, no último sábado (13), ganhou uma justificativa, no mínimo… inusitada.
Initial plugin text
Initial plugin text
A criatividade dos torcedores também expandiu para outras mitologias da cultura pop japonesa.
Comentários ligaram a comissão técnica aos universos de Jujutsu Kaisen, Dragon Ball e JoJo’s Bizarre Adventure sugerindo que a comissão técnica estaria operando experimentos até metafísicos para salvar o desempenho do time.
Initial plugin text
Em contrapartida, debates táticos sobre a escalação ideal passaram a incluir termos como Edo Tensei — a técnica ninja de ressurreição —, sob o argumento bem-humorado de que seria “mais fácil reviver Neymar no ápice e sem lesões” do que o atual tratamento médico do camisa 10 do Brasil.
Quando é o próximo jogo do Brasil na Copa?
Agora no g1
Depois da estreia contra o Marrocos, a seleção brasileira de Carlo Ancelotti se prepara para a segunda rodada da Copa do Mundo 2026.
Na sexta-feira (19), o Brasil enfrentará Haiti na Filadélfia, nos Estados Unidos.
Data: 19 de junho (sexta-feira)
Horário: 21h30 (de Brasília)
Local: Lincoln Financial Field
Cidade: Filadélfia, Estados Unidos
Confira a seguir quando o Brasil joga:
Quando serão os jogos do Brasil?
Brasil x Marrocos — 1ª rodada: 13 de junho (sábado), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio MetLife, em New Jersey-Nova York/Estados Unidos.
Brasil x Haiti — 2ª rodada: 19 de junho (sexta-feira), às 21h30 de Brasília (20h30 no horário local), no Estádio Lincoln Financial Field, na Filadélfia/Estados Unidos.
Escócia x Brasil — 3ª rodada: 24 de junho (quarta-feira), às 19h de Brasília (18h no horário local), no Estádio Hard Rock, em Miami/Estados Unidos.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Esposa de Raphinha desabafa após ataques e expõe mensagens ofensivas nas redes


WAGs da Copa: Quem são as companheiras dos jogadores e como elas podem roubar a atenção
Natália Belloli, esposa do jogador Raphinha, usou as redes sociais para desabafar após receber mensagens ofensivas. A influenciadora compartilhou prints de conversas em que ela e o atleta da Seleção Brasileira são alvo de xingamentos e ataques.
As mensagens teriam sido enviadas após o empate do Brasil com o Marrocos. Nos registros publicados, há uma sequência de ofensas direcionadas ao jogador e à esposa.
Esposa de Raphinha desabafa após ataques e expõe mensagens ofensivas nas redes
Reprodução/Instagram
Em um dos stories, Natália comentou o tom das críticas. “As críticas fazem parte do esporte, mas o ataque, a ofensa e a desumanização nunca deveriam fazer parte de nada”, escreveu.
“Em um cenário em que se defender de agressões passa a ser visto como errado, surge o questionamento sobre que tipo de realidade está sendo construída, na qual a crueldade é aceita enquanto a reação de quem está sendo ferido acaba sendo julgada”, publicou.
Acompanhe a Copa do Mundo 2026 no ge:
Simulador da Copa do Mundo 2026
Calendário da Copa do Mundo 2026: veja datas e horários de todos os jogos
RESULTADOS: confira a tabela da Copa do Mundo
Power Ranking: qual seleção chega mais forte para a Copa do Mundo?
Sem quatro jogadores, Seleção volta a treinar depois de empate com Marrocos
Neymar faz novos exames e desfalca treino do Brasil
Natália Belloli e Raphinha, jogador da seleção brasileira
Reprodução/Instagram
Wags na Copa
A sigla, em inglês, significa wives and girlfriends (“esposas e namoradas”, em português) e é usada para se referir às companheiras de atletas profissionais.
Victoria Beckham, mulher de David Beckham, é considerada uma das primeiras WAGs. Embora o termo tenha surgido cercado por um tom pejorativo, semelhante ao de “maria-chuteira” no Brasil, muitas delas passaram a se desvincular desse estereótipo ao construir carreiras próprias e presença nas redes sociais, para além do universo dos jogadores.
Veja na lista do g1 as Wags que prometem roubar a atenção nas arquibancadas.

Fonte: G1 Entretenimento