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Saúl, do Flamengo, descobriu as músicas mais pornográficas do Brasil e decidiu usá-las nas redes

Saúl, atleta do Flamengo
Gilvan de Souza/Flamengo
O jogador espanhol Saúl foi anunciado como contratação do Flamengo em julho de 2025. Desde então, vem chamando a atenção não só pelas atuações dentro de campo, mas pela seleção de músicas “proibidonas” nas redes sociais.
A cada foto escolhida, o meio-campista faz questão de também selecionar um sucesso da música brasileira. Porém, a maioria das canções têm letras pornográficas (com maior ou menor intensidade, digamos assim).
Nesta segunda-feira (28), o atleta recebeu a sugestão de conhecer melhor a obra de Leno Braga, conhecido por letras com trocadilhos e/ou conotação sexual. Ele parece ter gostado da dica e publicou uma foto com a canção “Trepada em Cuiabá”, que tem o seguinte refrão.
Agora no g1
“Meu pinto é uma alavanca, meu saco é uma marreta / Vou até o fim do mundo por causa de uma buceta”
A postagem do jogador do Flamengo fez com que algumas pessoas descobrissem a obra do cantor e fossems até o YouTube para elogiar trabalho.
A playlist de Saúl
O g1 analisou todas as postagens de Saúl desde sua chegado ao clube carioca (veja a playlist completa no final deste texto).
Ao todo, foram 28 fotos solo do atleta (não contando colaborações com patrocinadores ou próprio clube). Nessas, ele selecionou 26 músicas diferentes – as repetições foram com “Famosinha”, do Rodrigo do CN, e “Six Seven”, DE “Laurinha Costa”.
Em entrevista ao ge, o jogador classificou como “mistério” a seleção específica de cada canção, mas revelou sua estratégia.
“Eu não escuto as músicas, mas compreendo o que estão falando mais ou menos. Sei que é viral. Tenho uma pessoa que me ajuda com as redes desde que cheguei ao Rio, para que eu compreenda a torcida e ela me compreenda.”
Saúl também contou que seu gênero preferido é pagode e inclusive, à época, sua canção preferido era “P do Pecado”, do grupo Menos é Mais.
Aleatoriedade completa
A explicação de Saúl sobre a escolha das músicas faz sentido ao ,se observar a seleção. A esmagadora maioria das canções são brega-funk, ritmo em alta nos paredões e nas redes sociais.
E, sabendo que o espanhol entende as letras em português, fica mais compreensível não só a escolha das canções, mas os trechos específicos escolhidos – sempre os mais chocantes.
As últimas três escolhas chocaram (ainda mais) quem já tinha ficado de boca aberta com a playlist do craque.
Entre elas está a paródia de “Uni, Duni, Tê”, do grupo infantil brasileiro Trem da Alegria. Mas, em vez do clássico refrão com “salamê minguê” e “sonho encantado”, a versão para adultos ficou:
“Uni duni tê, ooo / Vem aqui me comer / Ooo tô doida pra fuder / Mas só quero se for eu e você.”
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Outro “hit” compartilhado pelo jogador foi uma versão de “Chora, Me Liga”, da dupla sertaneja João Bosco & Vinícius.
“A minha pica parece um morango do amor / Vem sentir o sabor / Tome cuidado para não se engasgar.”
Mas nem só de músicas +18 vive o atleta. Em fotos com a família, ele costuma ser mais conservador, seja colocando “Brinda Aê”, sucesso do Menos é Mais, ou até mesmo “Galinha Pintadinha”.
Se Saúl conta com a ajuda de profissionais, a impressão é que em alguns momentos ele tenta se arriscar – ou o profissional também não entende muito da música brasileira e só digita uma palavra e escolhe a primeira música.
Em 15 de novembro do ano passado, ao comemorar o aniversário do Flamengo, o atleta rubro-negro compartilhou a canção “Parabéns Pra Você”, do grupo Fundo de Quintal.
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Diferentemente do que o nome do samba sugere, a letra fala de um relacionamento amoroso que não deu certo.
No fim das contas, entre erros e acertos, Saúl vem descobrindo (e apresentando) uma playlist muito diversa.
Veja a playlist de Saúl nas redes sociais:
“MC Nau” – Better Call Saúl
“Bellini” – Samba do Brasil
“Eu Já Saí da Casinha” – Gordinho Bolado
“Até Quebrar a Cama” – MC Morena
“Parabéns Pra Você” – Fundo de Quintal
“Passa o teu bigode” – Lukão Mec, DJ Adah
“Garçom” – Reginaldo Rossi
“Coração Partido” – Menos é Mais
“Bandida Fora do Normal” – Dellon
“Posso Até Não Te Dar Flores” – MC Ryan SP
“Famosinha” – Rodrigo da CN
“Coração Está em Pedaços” – Zezé di Camargo e Luciano
“Taca Nela” – Vilão no Beat
“Fogo no Puteiro” – MC GW
“Jogadinha do Paquetá” – MC RF
“Six Seven” – Laurinha Costa
“Brinda Aê” – Menos É Mais
“Não se esconde” – Os Mídias
“Se eu pedir tu joga dentro” – MC Rica, Pop Na Batida e Caio da Nova Geração
“Chuva de Xereca” – Lekinho no Beat, MC Mari
“Eu não sou cachorro não” – Waldick Soriano
“Upa, cavalinho” – Galinha Pintadinha
Paródia de ‘Chora, Me Liga’
Paródia de ‘Celular do Vovô

Fonte: G1 Entretenimento

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Marilyn Manson: Além de Slipknot, quem segue sendo parceiro do cantor após acusações de agressões sexuais

Marilyn Manson, em foto de dezembro de 2019
Richard Shotwell/Invision/AP/Arquivo
O anúncio de Marilyn Manson como uma das atrações do The Town 2027 gerou uma onda de críticas nas redes sociais.
Segundo o festival, a apresentação de Manson faz parte da turnê mundial do Slipknot, que também inclui shows com o artista em Londres e em países da América Latina.
A reação negativa do público está ligada à série de acusações de abuso e assédio contra o cantor que vieram a público a partir de 2021.
No entanto, mesmo diante das críticas e das investigações por parte da Justiça, Manson, cujo nome verdadeiro é Brian Warner, não deixou de circular pelos estúdios nos últimos anos.
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Seu principal “parceiro” musical nos últimos anos foi Kanye West (ou Ye), artista com quem o cantor construiu uma relação pública, inclusive.
Em agosto de 2021, Ye e Manson lançaram “Jail pt 2”, faixa que integra o disco “Donda”, do rapper. Naquele mesmo período, o músico chegou a subir ao palco em uma das audições do álbum organizadas por Kanye West.
Em 2025, Manson voltou a colaborar com Ye, participando como vocalista e atuando na produção da faixa “Pablo”, no projeto “Donda 2”.
Os dois artistas, inclusive, já estiveram envolvidos em polêmicas ligadas ao nazismo. O rapper fez comentários em que elogiava Hitler, lançou uma música intitulada “Heil Hitler” e vendeu, em seu site, camisetas com uma suástica. Já o roqueiro foi acusado por um ex-membro da sua banda de comprar objetos com alusões ao nazismo, como azulejos com suásticas.
Marilyn Manson também encontrou espaço no rock. Em 2023, ele participou da música “God Is a Weapon”, da banda Falling in Reverse, e também esteve no videoclipe.
No ano seguinte, em 2024, ele gravou os vocais da canção “The Tailor”, presente em “Hollow”, disco solo de Billy Morrison, guitarrista de Billy Idol e Camp Freddy.
Mais recentemente, em 2026, Manson voltou aos holofotes alternativos ao dividir os vocais na faixa “Drug Like You”, da banda Fences.
Slipknot e Marilyn Manson estarão no The Town 2027
Flávio Moraes/G1 e AP
Entenda o caso
Manson enfrenta desde 2021 uma série de acusações feitas por várias mulheres, que relatam episódios de abuso físico, sexual, psicológico e controle coercitivo tanto em relações afetivas quanto profissionais.
Entre as pessoas que acusaram o cantor, estão as atrizes Esme Bianco, Evan Rachel Wood e outras quatro mulheres. Ele nega as acusações.
Em janeiro de 2025, após quatro anos de investigações, a promotoria de Los Angeles decidiu não apresentar acusações criminais contra o cantor. Promotores alegaram que parte das denúncias estava prescrita e que algumas não foram comprovadas. Outros processos continuam em andamento.
Neste ano, a ex-assistente do cantor teve o processo reaberto, aproveitando uma nova janela legal da Califórnia para casos antigos de violência sexual, e a ação continua tramitando. O julgamento está marcado para novembro de 2027.
Procurado pelo g1, o The Town afirmou que repudia qualquer manifestação de violência, agressão e assédio e que cabe aos órgãos competentes avaliar as acusações e determinar eventuais responsabilidades.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações

Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações
As brasileiras estão tendo menos filhos, investindo mais nos estudos e conquistando maior independência ao longo das gerações. O Globo Repórter mostrou histórias de famílias reunindo avós, mães e filhas que mostram como as mudanças sociais das últimas décadas transformaram expectativas sobre casamento, maternidade, carreira e envelhecimento.
A diferença aparece tanto nas estatísticas quanto nas experiências pessoais. Quando tinha 17 anos, a baby boomer Maria se casou e vivia sob regras rígidas da época. “Era namorar na frente do pai e da mãe na sala e sob os olhares deles e dos irmãos também”, relembrou.
Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações
Reprodução/TV Globo
Já a filha, Lilian, da geração X, seguiu outro caminho. O foco era construir uma carreira profissional. “Era trabalhar. Era estudar e investir na minha carreira”, contou. Ela decidiu adiar a maternidade e teve a primeira filha aos 34 anos, algo que já era considerado tardio na época. Hoje, observa, mulheres têm filhos mais tarde e isso se tornou mais comum.
Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações
Reprodução/TV Globo
Segundo pesquisadores citados na reportagem, a transformação é visível na formação das famílias. Há menos casamentos, mais pessoas morando sozinhas ou com os pais e menos filhos nas novas gerações.
Os números ajudam a explicar a mudança. Até a década de 1960, as mulheres brasileiras tinham, em média, mais de seis filhos. Em 2022, esse índice caiu para 1,55 filho por mulher, segundo dados do IBGE mencionados na reportagem.
A trajetória de Vilma e sua filha ilustra essa transformação. Enquanto uma bisavó da família teve 19 filhos, Vilma teve apenas uma filha. A escolha permitiu ampliar oportunidades para a geração seguinte. Vilma concluiu o ensino médio; já a filha alcançou o pós-doutorado e se tornou professora da USP. “Tenho muito orgulho dessa história. Eu criei ela sozinha”, afirmou.
Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações
Reprodução/TV Globo
Para os especialistas, a ampliação do acesso à educação teve papel central nesse processo. As novas gerações passaram mais tempo estudando e ganharam mais possibilidades de escolha em relação às gerações anteriores.
As mudanças também chegaram à forma como as mulheres enxergam relacionamentos e autonomia. Divorciada, Lilian vive uma união estável, mas mora em uma casa diferente da do companheiro. Ela avalia que a pressão para casar e ter filhos diminuiu ao longo do tempo. “O essencial era buscar uma certa independência, buscar estudar, tentar equilibrar mais e não só que a mulher foi feita para casar e ter filhos”, disse.
Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações
Reprodução/TV Globo
O envelhecimento feminino também ganhou novos significados. Maria, que se formou em fisioterapia depois de ter filhos, descobriu o turismo de aventura após ficar viúva. Hoje, viaja sozinha de carro por diferentes países e estados brasileiros. “Era pouco para você?”, perguntou a repórter sobre a vida dedicada apenas à casa, aos filhos e ao marido. “Muito pouquinho. Nossa, aquilo me deixava insatisfeitíssima”, respondeu.
Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações
Reprodução/TV Globo
As histórias revelam que, embora persistam desafios e desigualdades, cada geração ampliou as possibilidades da seguinte. Entre menos filhos, mais anos de estudo e maior autonomia para decidir os rumos da própria vida, as mulheres brasileiras vêm redesenhando o significado de família, trabalho e independência.
Filhos mais tarde, mais estudo e mais independência: o que mudou na vida das mulheres em gerações
Reprodução/TV Globo
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

Fonte: G1 Entretenimento

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Luana Tavares canta com Gabi da Pele Preta e Isaar em álbum autoral que ecoa sons da Zona da Mata pernambucana

Luana Tavares lança na quinta-feira, 1º de outubro, o primeiro álbum gravado em estúdio
Beto Figueiroa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Luana Tavares é cantora e compositora nascida em Goiana (PE), município da Zona da Mata norte pernambucana. Conterrâneo de Luana, Juliano Holanda ascendeu nos últimos anos tanto como compositor quanto como produtor musical. A afinidade natal aproximou os artistas. Foi sob a direção artística de Juliano Holanda que Luana Tavares deu forma ao primeiro álbum gravado em estúdio.
Programado para quinta-feira, 1º de outubro, o álbum “Luana Tavares” chega ao mundo com repertorio autoral. A artista assina as nove músicas, sendo que seis nunca tinham ganhado um registro fonográfico.
Com som embasado pela percussão, o disco ecoa a presença africana na trilha sonora do Brasil, os sons dos terreiros e a sonoridade repleta de metais da música da Zona da Mata norte pernambucana, berço tanto da cantora e compositora quanto do diretor artístico do álbum “Luana Tavares”.
Na música que abre o álbum, “Sabença”, Luana pede a bênção à ancestralidade feminina em diálogo com o ijexá “Espelho”, outra música do repertório autoral. Na dançante “Flerte” (parceria com Hélio Abulidu), a cantora incursiona pelo território da música latina de cepa mais sensual.
Parceria com Juliano Holanda, “Lama” propõe conversa sobre a migração e o processo de estar longe de casa, mas com a manutenção das referências e especificidades individuais. “O amor vai nos dizer”, parceria de Luana com Jonatas Onofre e Alexandre Revoredo, encerra o álbum em que a cantora rebobina três músicas já gravadas no álbum “Boca da mata – Ao vivo” (2022), lançado há quatro anos.
Trata-se de “Boca da mata”, “Minha missão” (regravada pela autora com a adesão da voz de Gabi da Pele Preta) e “Tomara” (música revivida na cadência de samba de roda com a participação de Isaar).
Capa do álbum ‘Luana Tavares’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Rod Stewart anuncia turnê de despedida após cirurgia cardíaca, mas nega aposentadoria

Rod Stewart faz turnê pelo Brasil, começando por Ribeirão Preto, em 2023
Rogener Pavinski/g1
O cantor e sir Rod Stewart anunciou sua última turnê após passar por uma cirurgia cardíaca. Nesta segunda-feira (28), o artista publicou um vídeo nas redes sociais citando que em 2027 vai rodar com sua “The Final Encore”.
“Senhoras e senhores, após muita reflexão e com tristeza, tenho que anunciar que o ano que vem marcará a minha última turnê de todas, de todas, de todas. Não estou me aposentando, mas esta será a última turnê de rock and roll”, afirmou o artista de 81 anos.
Quero agradecer a vocês por tudo o que me deram e espero ter retribuído de alguma forma. Por favor, venham me ver na turnê. Vai ser incrível”, seguiu o cantor.
Junto com o vídeo, Stewart divulgou as datas e locais de 21 apresentações na Europa e nos EUA.
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Em agosto, Rod Stewart passou por cirurgia para implante de um stent no coração. Com isso, o cantor precisou cancelar o resto de sua turnê.
🩺​Stents são pequenas próteses que podem ser colocadas dentro das artérias para “alargar” e evitar o bloqueio dos vasos sanguíneos. São como pequenas gaiolas compridas de arame.
“Já estou me sentindo melhor e em pleno processo de recuperação. Quero agradecer aos médicos, enfermeiros e a todos que cuidaram tão bem de mim”, afirmou o britânico, em comunicado publicado em seu Instagram logo após a cirurgia.
“Estou profundamente decepcionado por perder estes shows e lamento decepcionar meus fãs, mas estou ansioso para voltar ao palco e me divertir com todos vocês novamente em breve.”
Stewart tinha vários shows programados nos Estados Unidos, incluindo seis datas em Las Vegas. Pouco depois, ele faria três apresentações no México, em Monterrey, Guadalajara e na Cidade do México.
O cantor já havia sido obrigado a cancelar várias datas nos Estados Unidos por motivos de saúde em maio e junho. Na ocasião, ele mencionou que sofria de sinusite e laringite.
Em junho, ele precisou receber oxigênio durante um show em Utah e confessou ao público que esteve a ponto de desmaiar, segundo a imprensa.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Mais tarde chove. Quanto antes vir, melhor’: mensagens mostram preocupação com mau tempo antes da queda de helicóptero com Rick

Acidente com Rick: perícia usa drone especial e scanner 3D para mapear local da queda
Horas antes da queda do helicóptero que matou o cantor Rick, da dupla Rick e Renner, e outras quatro pessoas, mensagens trocadas entre integrantes da tripulação e um operador de aeroporto revelam preocupação com as condições meteorológicas na região de destino.
Segundo reportagem do Fantástico, exibida neste domingo (27), o copiloto Leopoldo Barros Teixeira procurou Juliano Luft, operador do aeroporto de Lages, onde o helicóptero faria uma parada para reabastecimento. O primeiro contato ocorreu às 6h59.
Às 7h52, Luft enviou uma foto das condições do tempo em Lages. Segundo ele, naquele momento havia condições visuais consideradas boas. Na sequência, também alertou a tripulação: “Mais tarde chove. Quanto antes vir, melhor”.
Minutos depois, o próprio comandante, Antônio Roberto Nóbrega de Araújo, entrou em contato com o operador. Segundo Luft, o piloto afirmou que sabia que o tempo estava ruim no destino e pediu fotos e um vídeo das condições meteorológicas em Lages.
Naquela manhã, a Defesa Civil havia emitido um alerta de tempestade severa para a região de São Joaquim, com previsão de granizo, vendaval e raios. A reportagem também informou que uma frente fria se aproximava da região.
Fantástico refaz trajeto até local onde caiu helicóptero em que estava cantor Rick
Helicóptero decolou às 11h
Pouco antes da decolagem, o empresário Bruno Avelar enviou a um amigo uma foto feita dentro da cabine. Na imagem, o comandante aparece diante do painel de controle.
O Bell 430, prefixo PP-MGR, decolou às 11h de Porto Belo, no litoral de Santa Catarina, com destino a São Joaquim. O plano previa uma parada em Lages para abastecimento.
Após a decolagem, Juliano Luft tentou novamente entrar em contato com a tripulação. Às 11h17, enviou uma mensagem para saber se eles já tinham uma estimativa de chegada e se fariam o abastecimento em Lages. A mensagem não foi respondida e, segundo ele, também não foi recebida.
O último contato ocorreu antes de o helicóptero desaparecer. Câmeras de segurança de fazendas registraram o som da colisão às 11h32.
Rick: do menino que vendia picolés ao ícone sertanejo
Cinco pessoas morreram
Estavam a bordo o cantor Rick, o empresário Bruno Avelar, o produtor de vídeos Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. O Bell 430 tinha capacidade para até sete passageiros e, segundo a ANAC, estava com a documentação em dia e autorizado para voos noturnos e por instrumentos.
As equipes de resgate levaram mais de 20 horas para localizar a aeronave. O helicóptero caiu em uma área de difícil acesso, em meio à mata fechada, em um trecho da Serra Catarinense a cerca de 1.700 metros de altitude. Para chegar ao local, a equipe do Fantástico refez um trajeto que levou cerca de duas horas e meia de caminhada.
Perícia investiga causas da queda
Imagens obtidas pelo Fantástico mostram os destroços espalhados pela mata. A Polícia Científica utiliza drones e um scanner tridimensional para reconstruir a cena da colisão e analisar a trajetória da aeronave.
Segundo o perito criminal Fernando Henrique Ponzetti, a tecnologia permite simular a entrada do helicóptero na área de mata e analisar características da aeronave e dos destroços. Dos mais de 15 metros de comprimento do Bell 430, restaram pouco mais de três metros após o impacto.
O engenheiro aeronáutico e professor da Poli-USP Jorge Eduardo Leal Medeiros afirmou à reportagem que, pelas características do helicóptero, uma falha mecânica não seria a primeira hipótese analisada. Ele também citou a possibilidade de influência das condições meteorológicas.
Entre os fenômenos que podem ocorrer em regiões montanhosas está o downdraft, ou corrente descendente, quando o ar desce pela encosta e pode empurrar a aeronave para baixo.
O especialista também levantou, de forma preliminar, a possibilidade de falha humana associada ao mau tempo. A hipótese ainda não é uma conclusão sobre as causas do acidente.
A investigação continua. Os responsáveis pelo caso buscam informações na caixa-preta do Bell 430, enquanto a Polícia Científica trabalha na reconstrução da dinâmica da queda.
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O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Fãs se revoltam após anúncio de Marilyn Manson no The Town; entenda

Marilyn Manson, em foto de dezembro de 2019
Richard Shotwell/Invision/AP/Arquivo
O The Town anunciou, nesta segunda-feira (28), Slipknot e Marilyn Manson como as primeiras atrações confirmadas para a edição de 2027.
No entanto, o anúncio de Manson não foi bem recebido por muitos fãs devido ao histórico do artista, que foi acusado múltiplas vezes de abuso físico e sexual. O g1 procurou a organização do The Town, mas não teve resposta até a publicação desta reportagem.
Veja, abaixo, o que dizem os comentários:
Comentário sobre anúncio de Marilyn Manson para a edição de 2027 do The Town
Reprodução/X
Comentário sobre anúncio de Marilyn Manson para a edição de 2027 do The Town
Reprodução/Instagram
Comentários sobre anúncio de Marilyn Manson para a edição de 2027 do The Town
Reprodução
Entenda o caso
Manson, cujo nome verdadeiro é Brian Warner, enfrenta desde 2021 uma série de acusações feitas por várias mulheres, que relatam episódios de abuso físico, sexual, psicológico e controle coercitivo tanto em relações afetivas quanto profissionais.
Entre as pessoas que acusaram o cantor, estão as atrizes Esme Bianco, Evan Rachel Wood e outras quatro mulheres. Ele nega as acusações.
Em janeiro de 2025, após quatro anos de investigações, a promotoria de Los Angeles decidiu não apresentar acusações criminais contra o cantor. Promotores alegaram que parte das denúncias estava prescrita e que algumas não foram comprovadas. Outros processos continuam em andamento.
Neste ano, a ex-assistente do cantor teve o processo reaberto, aproveitando uma nova janela legal da Califórnia para casos antigos de violência sexual, e a ação continua tramitando. O julgamento está marcado para novembro de 2027.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rashid é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (30)

Rashid é entrevistado no g1 Ouviu ao vivo desta quarta-feira (30) Cantor é o convidado do podcast de música do g1, com transmissão ao vivo no g1, no YouTube e no TikTok.

Fonte: G1 Entretenimento

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Renato Russo tem obra analisada à luz da astrologia em livro lançado 30 anos após a morte do artista, em 1996

Renato Russo (1960 – 1996) em ilustração da capa do livro “Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As revoluções solares do líder legionário”
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♫ NOTÍCIA
♬ “… E é melhor o senhor sair da minha casa / Nunca brinque com um peixes de ascendente em escorpião”, advertiu João de Santo Cristo, protagonista da saga escrita por Renato Russo, na letra verborrágica de “Faroeste caboclo” (1987), um dos grandes sucessos da banda Legião Urbana.
Renato Manfredini Junior (27 de março de 1960 – 11 de outubro de 1996) acreditava na astrologia e nas particularidades de cada signo. Em verso de “Eduardo e Mônica” (1986), outro grande hit da Legião Urbana, o compositor – autor da letra – informou em verso que o signo de Mônica era leão.
Relatadas na introdução de “Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As revoluções solares do líder legionário”, livro que será lançado em outubro pela editora Garota FM, essas curiosidades de certa forma valorizam a narrativa da jornalista, astróloga e taróloga Mariana Candeias, conhecida como Piky no meio jornalístico, onde atua como assessora de imprensa na área musical.
Com sessões de autógrafos programadas para 6 e 8 de outubro nas cidades de Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP), respectivamente, o livro será lançado dias antes do 30º aniversário de morte do cantor, compositor e músico carioca.
No livro “Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As revoluções solares do líder legionário”, a astróloga e taróloga usa os conhecimentos amealhados desde 2008, ano em que começou a estudar as questões astrais, para analisar a vida e sobretudo obra de Renato Russo à luz da astrologia, a partir do mapa astral do nascimento do artista. O foco da narrativa reside na música de Renato, e não nas atribuladas questões existenciais da vida particular do artista.
Renato Russo era áries com ascendente em peixes, signo governado pelo planeta Júpiter, elemento fundamental na narrativa do livro. A propósito, a autora ressalta que a carreira fonográfica da banda Legião Urbana – construída no período que foi de 1985 a 1996, ano do falecimento precoce de Renato, aos breves 36 anos, em decorrência de complicações da infecção pelo vírus da aids – durou um ciclo completo de Júpiter, fase que costuma levar doze anos.
Estruturado em nove capítulos, antecedidos por prefácio do jornalista e astrólogo Bruno Yutaka Saito e pela introdução escrita pela autora, o livro vem com “faixa-bônus” – o mapa astral de João de Santo Cristo, o já mencionado personagem que comanda a história da música “Faroeste caboclo” – e um glossário para facilitar o entendimento de quem quer se iniciar no universo astrológico a partir deste livro centrado na obra imortal de Renato Russo.
Capa do livro “Renato Manfredini ‘Júpiter’ – As revoluções solares do líder legionário”, de Mariana Candeias
Divulgação / Garota FM

Fonte: G1 Entretenimento

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Roberta Miranda chega aos 70 anos, 40 deles como majestade que abriu alas na dinastia feminina do universo sertanejo

Nascida em 28 de setembro de 1956, a cantora e compositora Roberta Miranda faz 70 anos hoje, segunda-feira
Reprodução / Instagram Roberta Miranda
♫ ANÁLISE
♬ Roberta Miranda faz 70 anos hoje, segunda-feira, 28 de setembro. A data merece ser festejada como efeméride da música brasileira diante da importância da cantora e compositora paraibana no universo sertanejo.
Nascida Maria Albuquerque Miranda em João Pessoa (PB), em 28 de setembro de 1956, a artista adotou o nome artístico de Roberta Miranda ao iniciar a carreira fonográfica em 1986 com retumbante sucesso. Sim, dos 70 anos de vida da artista, 40 foram vividos no palco – outra efeméride, esta celebrada em cena pela cantora na turnê “A majestade”, recém-estreada em 19 de setembro, no Rio de Janeiro (RJ).
Sim, Roberta Miranda foi a primeira rainha na dinastia da música sertaneja, desbravando em carreira solo um território historicamente masculino e dominado por duplas formadas por homens. Roberta fez história no universo sertanejo porque extrapolou a função de cantora reservada até então às poucas intérpretes que desafiavam a hegemonia masculina.
Antes de conseguir lançar o primeiro disco, Roberta Miranda foi revelada como compositora em 1985, ano em que a canção “A majestade o sabiá” foi apresentada ao Brasil em álbum do cantor Jair Rodrigues (1939 – 2014), em gravação feita com participação da dupla Chitãozinho & Xororó. E foi como compositora que ela se impôs no mercado sertanejo, lançando álbuns que bateram venderam milhares de cópias entre 1986 e 1992, período áureo da discografia da artista.
A rigor, a primeira música de Roberta Miranda a ganhar registro fonográfico foi “Mãe guerreira”, lançada na voz do cantor Ruy Maurity (1949 – 2022) em 1984. Mas foi mesmo “A majestade o sabiá” a música que abriu as portas da indústria fonográfica para Roberta Miranda.
Em 1986, a artista debutou como cantora com “Roberta Miranda”, álbum blockbuster de repertório autoral que destacou as músicas “São tantas coisas” e “Meu dengo”, esta um baião de sensual pegada forrozeira que evidenciou a origem paraibana da artista.
Em 1987, o segundo álbum – também intitulado “Roberta Miranda”, mas popularmente conhecido como “Volume 2”, como andava a tradição fonográfica sertaneja da época – vendeu ainda mais do que o primeiro, no embalo do sucesso de músicas como “Vá com Deus”.
É fato que a obra autoral de Roberta Miranda não deu voz ativa às mulheres, como Marília Mendonça (1995 – 2021), futura rainha sertaneja, faria nos anos 2010, abrindo novas alas femininas no gênero.
A música de Roberta Miranda não explicitou o gênero feminino nas letras de canções como “Sol da minha vida” (1992). Tanto que um dos maiores sucessos do cancioneiro da compositora, “De igual para igual”, música composta em parceria com Matogrosso, foi lançada na voz do cantor José Augusto em 1987.
Nem por isso Roberta Miranda merece menos loas. Até porque a música da compositora sempre teve uma sensibilidade feminina captada pelo público, que avalizou de imediato a música feita por Roberta Miranda de um jeito particular.
E, cabe ressaltar, Roberta continua em plena atividade nos palcos e nos estúdios, sem nunca ter parado no tempo. Já adaptada ao modus operandi digital do mercado fonográfico, a cantora volta e meia lança single com música inédita. O último single solo, “Os meus 15 anos”, foi lançado em 31 de julho.
Roberta também soube se reinventar nas redes sociais, se posicionando geralmente sem filtro, como no post recente em que criticou o fato de o cantor Rick (1966 – 2026) ter ganhado mais de um milhão de seguidores após a morte em acidente de helicóptero.
Enfim, Roberta Miranda chega firme e forte aos 70 anos, ciente de que já tem um bom lugar todinho dela na história da música sertaneja.

Fonte: G1 Entretenimento