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Disney demite centenas de funcionários, diz revista

Disney corta empregos em meio à crise
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
A Walt Disney demitiu algumas centenas de funcionários em diferentes áreas da empresa, informou a revista americana Variety nesta terça-feira (29), citando uma fonte familiarizada com o assunto.
Os cortes atingem principalmente os departamentos de recursos humanos e tecnologia da informação (TI), tanto na estrutura corporativa quanto em diferentes divisões.
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Esta é a terceira rodada de demissões da Disney neste ano desde que Josh D’Amaro assumiu o cargo de CEO, em março. As demissões ocorrem após a empresa sinalizar que faria novos cortes de custos.
Na divulgação dos resultados do trimestre encerrado em junho, D’Amaro e o diretor financeiro Hugh Johnston afirmaram que a companhia avaliava medidas para reduzir despesas, incluindo o quadro de funcionários e gastos administrativos.
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Em carta aos acionistas, divulgada em 5 de agosto, os executivos disseram que a redução de custos tinha como objetivo liberar recursos para investimentos em áreas de crescimento.
Em abril, a Disney eliminou cerca de 1.000 postos de trabalho em diferentes áreas, incluindo marketing, estúdios, televisão, ESPN, produtos e tecnologia e funções corporativas.
Em julho, houve uma nova rodada de cortes, com centenas de demissões em áreas corporativas e divisões como Pixar, ESPN e Disney Entertainment Television.
Segundo a Variety, a maior parte dos cortes nos estúdios ocorreu na Pixar, enquanto a National Geographic concentrou a maior parte das demissões na área de televisão.
Em agosto, a empresa também ofereceu pacotes de aposentadoria antecipada a executivos com muitos anos de casa.
A Disney empregava cerca de 231 mil pessoas no fim do ano fiscal de 2025, sendo aproximadamente 172 mil nos Estados Unidos e 59 mil fora do país, segundo dados da companhia citados pela Reuters.
A Disney não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters.
A companhia também passou por uma grande rodada de demissões em 2023, quando anunciou o corte de cerca de 7.000 empregos como parte de um plano para reduzir US$ 5,5 bilhões em custos durante a gestão do então CEO Bob Iger.
As demissões desta terça-feira (29) foram divulgadas inicialmente pelo site especializado Deadline e posteriormente confirmadas pela Variety.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filho de Christopher Reeve compartilha diagnóstico de câncer de testículo

Will Reeve, filho do ator Christopher Reeve, com a mulher
Reprodução/Instagram
Will Reeve, filho do ator Christopher Reeve, revelou à revista “People” que foi diagnosticado com câncer de testículo. Na entrevista, o apresentador do programa americano Good Morning America contou que notou um caroço em um dos testículos em abril. No início de maio, ele foi submetido a uma orquiectomia, procedimento para remover o testículo afetado pela doença.
Reeve disse que acreditou inicialmente que o nódulo não fosse nada preocupante, mas sua mulher, Amanda, insistiu para que procurasse atendimento médico. “Eu não fazia uma cirurgia desde que tirei as amígdalas aos 5 anos”, afirmou. “Então eu estava mais nervoso com o desconhecido da cirurgia do que com a percepção avassaladora de que perderia uma parte essencial do meu corpo para sempre.”
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Segundo o jornalista, exames complementares revelaram que 95% do câncer encontrado no testículo era um carcinoma embrionário, uma forma agressiva da doença. A descoberta levou Will a passar por uma cirurgia de seis horas, em 10 de junho, para remover dezenas de linfonodos do abdômen. Três desses linfonodos apresentaram resultado positivo para câncer testicular, o que levou Reeve a passar por dois ciclos de quimioterapia.
Após exames realizados no começo de setembro, Will foi considerado livre do câncer e resolveu compartilhar o episódio como forma de conscientizar o público sobre a doença. Ele contou ainda que a situação o fez recordar a história de sua própria família. “Vinte anos depois de minha mãe morrer de câncer de pulmão no Memorial Sloan Kettering, lá estava eu, no mesmo prédio, tratando um câncer”, disse.
Will Reeve, filho do ator Christopher Reeve, integra a equipe do Good Morning America
Reprodução/instagra
“Eu estava vivenciando a vida de cada um dos meus pais ao mesmo tempo. Porque, como paciente com câncer no Memorial Sloan Kettering, vivi de perto o que minha mãe enfrentou. Ao mesmo tempo, passei a entender melhor como era a vida do meu pai nos últimos nove anos de sua existência, quando minha mãe e nossa família cuidavam dele.”
Will Reeve tinha apenas 2 anos quando seu pai, o ator Christopher Reeve, conhecido por interpretar o Superman, sofreu uma queda de cavalo que o deixou tetraplégico. Ele cresceu acompanhando o trabalho dos pais na conscientização sobre lesões na medula espinhal e a atuação da Fundação Christopher & Dana Reeve. Christopher morreu em 2004, aos 52 anos. Dois anos depois, Dana Reeve morreu de câncer de pulmão, aos 44.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cantora tailandesa chamada Lula ganha milhares de seguidores brasileiros, mas avisa: ‘Sejam educados ou vou bloquear’

Cantora tailandesa Lula Kanyarat esclarece nas redes que é uma artista e não o presidente do Brasil.
Reprodução/Instagram@lulaandlulis
A cantora tailandesa Lula Kanyarat, de 46 anos, precisou fazer um esclarecimento inusitado aos novos seguidores que chegaram ao seu perfil nas redes sociais nas últimas semanas.
Nesta segunda-feira (28), ela publicou uma mensagem pedindo que os brasileiros tivessem cuidado com os comentários em seus posts e explicou que é uma artista da Tailândia, e não o presidente do Brasil.
“Para meus seguidores brasileiros, por favor, leiam com atenção”, escreveu a cantora em inglês. Segundo ela, “alguns milhares” de novos seguidores brasileiros passaram a acompanhar seu perfil recentemente.
“Gostaria de informar a todos vocês que sou uma cantora da Tailândia chamada LULA, não a conta do seu presidente brasileiro”, afirmou.
Na sequência, a artista fez um alerta aos novos seguidores: “Por favor, comentem palavras educadas nas minhas publicações ou eu vou bloquear vocês.”
Artisticamente, Lula Kanyarat usa apenas o nome Lula. A cantora tem 286 mil seguidores no Instagram, onde mantém um perfil verificado com o nome de usuário @lulaandlulis.
O g1 procurou a cantora para que ela pudesse comentar o episódio, mas não teve retorno até a última atualização desta reportagem.
Brasileiros seguiram brincando após pedido
Agora no g1
A publicação rapidamente virou motivo de brincadeira entre os próprios brasileiros.
Um dos comentários mais curtidos dizia: “Nice try, Lulis Inacio Lula da Silva” (“Boa tentativa, Luiz Inacio Lula da Silva”, em tradução livre). Outro seguidor escreveu: “Dê a ordem, camarada”.
Um terceiro entrou na brincadeira e pediu desculpas pela situação: “Sinto muito que você esteja passando por isso, mas isso é muito engraçado. Metade do país realmente apoia Lula e nós apoiamos você também”.
Lula Kanyarat, cantora tailandesa conhecida artisticamente como Lula.
Reprodução/Instagram/@lulaandlulis.
Lula Kanyarat é cantora na Tailândia e usa artisticamente apenas o nome Lula.
Reprodução/Instagram/@lulaandlulis
Cantora tem quase 1 milhão de ouvintes mensais
No Spotify, ela acumula cerca de 915 mil ouvintes mensais. O primeiro álbum disponível na plataforma é “JOY”, de 2011.
O trabalho mais recente é “LEVITATE”, lançado em 2018. Em 2026, a cantora lançou o single “Blue Planeta”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Céu tem o impacto do primeiro álbum analisado, sob perspectiva histórica, em relevante título da série ‘O livro do disco’

Céu tem o primeiro álbum –lançado em 2005 – analisado pela jornalista Fabiane Pereira em título da série ‘O livro do disco’
Luiza Ananias / Divulgação
♫ CRÍTICA DE LIVRO
Título: O livro do disco – Céu
Autor: Fabiane Pereira
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Existe uma particularidade em “O livro do disco – Céu” que torna instantaneamente relevante esse lançamento da editora Cobogó. Trata-se apenas do segundo título brasileiro da série “O livro do disco” dedicado a um álbum lançado no século XXI e, no caso, a um álbum que fez história, abrindo caminhos em 2005 para uma cena indie que se espraiou pela (nova) música brasileira ao longo dos últimos 20 anos.
Esse disco é “Céu”, primeiro álbum da cantora e compositora paulistana Maria do Céu Whitaker Poças, conhecida pelo nome artístico de Céu. Quem assina o texto de “O livro do disco – Céu” é Fabiane Pereira, jornalista e radialista de escritas e falas extremamente generosas com a geração de artistas projetados no embalo do êxito do álbum de estreia de Céu.
Se em título anterior da série a também jornalista e radialista Roberta Martinelli analisou “Letrux em noite de climão” (2017), disco que impulsionou a carreira solo da cantora e compositora Letícia Novaes sem provocar faíscas além do universo particular da artista carioca, Fabiane Pereira mostra o impacto global causado pelo álbum “Céu” por estar ambientado em atmosfera singular, mas conectado com uma cena.
O álbum “Céu” fez uma revolução silenciosa na música brasileira ao ser lançado em junho de 2005 – e o valor do livro está justamente em dimensionar essa revolução em perspectiva, já que o disco atravessou duas décadas sem perder a relevância, celebrada por Céu em turnê estreada em 2025 e ainda corrente neste ano de 2026.
O álbum “Céu” surgiu em decorrência de uma cena que já estava em ebulição no circuito alternativo da cidade de São Paulo (SP) e mostrou que havia um mercado e um público disposto a consumir um som distante das ainda vigentes fórmulas radiofônicas.
Rejeitando receitas já testadas, “Céu” chegou ao mundo em momento em que a indústria fonográfica ainda operava no modelo físico tradicional dos CDs, mas já se via forçada a abrir portas para o mundo digital por conta do surgimento do Napster.
Por ser jornalista especializada em música, Fabiane Pereira contextualiza muito bem esse momento da música brasileira – entre impressões pessoais sobre as primeiras audições do disco – antes de dissecar propriamente o álbum produzido por Beto Villares em parceria com a própria Céu e com a colaboração de Antônio Pinto na faixa “Ave cruz”.
A autora lembra que a ótima receptividade da crítica – e também de Caetano Veloso, ícone da MPB sempre de ouvidos abertos para o novo que sempre vem – ajudou a amealhar ouvintes para o álbum em tempo em que ainda não havia streaming e tampouco redes sociais, com exceção do Orkut, criado em 2004, mas sem importância determinante na difusão musical.
Outro ponto relevante na circulação do álbum foi a distribuição de “Céu” nos Estados Unidos, especificamente na rede de lojas Starbucks, passaporte para a entrada de Céu no circuito europeu de festivais.
Após essa brilhante contextualização histórica, que ocupa mais de 30 páginas, a autora refaz o percurso biográfico de Céu até o disco. A trajetória inclui temporada nos Estados Unidos, precisamente em Nova York (EUA), onde Céu travou maior contato com o reggae, gênero que se tornaria recorrente na discografia da artista, por vezes envolto em nuvens de dub, especialmente a partir do segundo álbum, “Vagarosa”, de 2009, mas que já estava presente no álbum de 2005, inclusive na regravação de “Concrete jungle” (Bob Marley, 1978).
No mercado desde agosto, o livro também descortina os bastidores da produção do álbum “Céu”, momento em que Antônio Pinto teve atuação decisiva ao incentivar a cantora a gravar a produção autoral como compositora. E Fabiane dá o devido crédito ao selo indie paulistano Urban Jungle, avalizador da liberdade estética com que a artista deu forma ao álbum.
E por falar em aval, toda a narrativa de “O livro do disco – Céu” é valorizada e legitimada pela própria Céu, cujos depoimentos inéditos a Fabiane são recorrentes no livro entre menções também recorrentes ao guitarrista, produtor e compositor Alec Haiat, parceiro de Céu em músicas como “Lenda” (composta com a adesão de Graziella Moretto), “Malemolência” e “10 contados”, curiosamente composições que sobressaíram na safra autoral inicial da artista.
A propósito, são de Céu os comentários sobre cada uma das 15 músicas do álbum no faixa-a-faixa alocado já perto do fim do livro, arrematado com dois capítulos – “2005: onde estávamos nós?” e “O legado do primeiro disco” – em que a autora volta a discorrer sobre o álbum “Céu” sob perspectiva histórica. É esse, aliás, o legado do livro. A tal nova música brasileira já tem um passado, ainda que recente. Fabiane Pereira olha para esse passado no livro com carinho, conhecimento de causa e a habitual generosidade.
Capa do livro ‘O livro do disco – Céu’, de Fabiane Pereira
Divulgação / Editora Cobogó

Fonte: G1 Entretenimento

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Ana Paula Renault comenta afastamento de Tia Milena após o ‘BBB 26’: ‘Prefiro não espetacularizar relações’

Ana Paula e Tia Milena no BBB 26
Globo
Ana Paula Renault foi a convidada da estreia do programa “Blogueirinha Entrevista” nesta segunda-feira (29). Na entrevista, a vencedora do “BBB 26” foi questionada sobre o afastamento de Tia Milena, participante com quem ela criou uma amizade durante o confinamento.
Durante a entrevista, a Blogueirinha perguntou em que momento Ana Paula teria decidido parar de responder a maior aliada no jogo, algo que a jornalista negou ter acontecido.
“Isso nunca aconteceu. A gente viveu algo muito intenso e eu respeito muito o que a gente viveu. A gente realmente teve uma conexão altamente genuína durante o programa. As pessoas assistiram, disse. “Ela sabe o que viveu e eu sei o que a gente viveu. Eu prefiro não espetacularizar relações”.
A Blogueirinha voltou a insistir e perguntou qual seria o real motivo que fez as duas se afastarem após o reality show. “Acho que nós temos que entender as reações das pessoas, mas não necessariamente eu tenho que corresponder a tudo que as pessoas pensam. A gente sai com uma série de compromissos e não dá. Não consegui me encontrar direito nem com as minhas irmãs, para se ter uma ideia”.
De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’
Durante a conversa, a apresentadora relembrou que Tia Milena teria dito que ela e Ana Paula estariam em “patamares de carreira diferentes”. “Achei pesado, desnecessário. Eu vi a repercussão e cheguei à conclusão de que não foi boa para ninguém, porque foi uma conexão tão importante. Eu não fico respondendo mensagem o tempo todo, não sou a pessoa que liga, que visita. Acho que foram percepções diferentes mesmo”, falou a jornalista.
De desclassificada a protagonista: a jornada da heroína de Ana Paula Renault no ‘BBB 26’

Fonte: G1 Entretenimento

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Dennis Haskins, de ‘Uma Galera do Barulho’, morre aos 75 anos

Dennis Haskins em ‘Uma Galera do Barulho
Reprodução
Dennis Haskins, de ‘Uma Galera do Barulho’, morreu aos 75 anos. A informação foi confirmada pelo agente do ator para ABC News.
“É uma perda trágica. Todos adoravam o Sr. Belding e aqueles de nós que tiveram a oportunidade de conhecer Dennis, o amávamos ainda mais. Ele era uma ótima pessoa e amava, eu diria, amava muito seus fãs. Ele sempre tinha tempo para eles, não importava o quê”, disse o agente de Dennis, Jay Schachter. A causa da morte não foi revelada.
Ele interpretou o diretor Richard Belding em três séries diferentes. Primeiro, na série do Disney Channel “Good Morning, Miss Bliss”, em 1989, que mais tarde deu origem à série da NBC “Uma Galera do Barulho”. Ele participou das quatro temporadas da série, de 1989 a 1993, e mais tarde reprisou o papel em “Uma Galera do Barulho: Nova Geração”, que teve sete temporadas, de 1993 a 2000.
Outros trabalhos de Haskins na TV e no cinema incluem participações em “It’s Always Sunny in Philadelphia”, “A Million Ways to Die in the West”, “Men of a Certain Age”, “The Bold and the Beautiful”, “Victorious”, “Mad Men”, “How I Met Your Mother”, “New Girl” e “Hot In Cleveland”.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Caetano Veloso e Maria Bethânia são destaques do ‘line-up’ da quarta edição carioca do festival ‘Clássicos do Brasil’

Montagem com fotos dos 12 artistas que compõem o ‘line-up’ da quarta edição carioca do festival ‘Clássicos do Brasil’
Divulgação / Clássicos do Brasil
♫ NOTÍCIA
♬ Maria Bethânia é a atração de abertura da quarta edição carioca do festival “Clássicos do Brasil”, programada para acontecer em dois finais de semana – 28 e 29 de novembro e 5 e 6 de dezembro – na Marina da Glória, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
A cantora apresentará no festival o show que estreou em Vitória da Conquista (BA), na Bahia, em agosto. No mesmo dia da apresentação de Maria Bethânia, 28 de novembro, o público também verá shows de Alceu Valença e Vanessa da Mata. Já Caetano Veloso é a atração do dia de encerramento do “Clássicos do Brasil 2026”, 6 de dezembro, data também dos shows do grupo Paralamas do Sucesso e do cantor e guitarrista Pepeu Gomes.
O line-up da edição de 2026 também inclui Alexandre Pires, Fábio Jr. Ferrugem, Paulo Ricardo, Péricles e Roupa Nova.
Criado pela Peck, o festival “Clássicos do Brasil” tem como conceito a celebração de artistas brasileiros que já têm uma longa trajetória na música do Brasil. São nomes geralmente com 40, 50 ou mesmo 60 anos de carreira – casos de Caetano Veloso e Maria Bethânia. O único nome com menos tempo de carreira, dentre o line-up da edição de 2026, é o do cantor de pagode Ferrugem, em cena desde 2009, mas projetado nacionalmente a partir de 2014.
Na edição carioca de 2025, o mote do festival foi a celebração de grandes álbuns da música brasileira, como “A tábua de esmeralda” (Jorge Ben Jor, 1974) e “Olho de peixe” (Lenine e Marcos Suzano, 1993). Apresentado na cidade do Rio de Janeiro (RJ) desde 2023, o festival “Clássicos do Brasil” também tem edições no Recife (PE) desde 2025.
♪ Eis, por dia, a programação da quarta edição carioca do festival “Clássicos do Brasil”:
♩ 28 de novembro – sábado
★ Maria Bethânia
★ Alceu Valença
★ Vanessa da Mata
♩ 29 de novembro – domingo
★ Péricles
★ Alexandre Pires
★ Ferrugem
♩ 5 de dezembro – sábado
★ Fábio Jr.
★ Paulo Ricardo
★ Roupa Nova
♩ 6 de dezembro – domingo
★ Caetano Veloso
★ Os Paralamas do Sucesso
★ Pepeu Gomes

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que cantar mascando chiclete? A ciência por trás do hábito de Dave Grohl, Pavarotti e Lennon

Por que cantores mascam chiclete durante os shows?
No Rock in Rio, o show do Foo Fighters trouxe uma cena curiosa, mas familiar para quem acompanha a banda de perto: Dave Grohl mascando chiclete enquanto cantava. Ele não está sozinho nessa. Marcus Mumford, do Mumford & Sons, também tem esse costume e deu uma mascadinha no festival. Muito antes, Liam Gallagher no Oasis, Rob Halford no Judas Priest, John Lennon nos Beatles e até o tenor Luciano Pavarotti foram vistos com goma de mascar na boca.
Mas por que eles fazem isso? A ciência vocal mostra que o hábito tem fundamento. O médico austríaco Emil Froeschels, um dos pioneiros da fonoaudiologia, foi responsável por descrever e fundamentar cientificamente, no final dos anos 1940, o uso do método da mastigação como recurso terapêutico associado à fala e à voz.
O que dizem as especialistas?
Thays Vaiano, fonoaudióloga de cantores como Ludmilla e Iza, explica que a técnica de mastigação isoladamente não melhora a voz, mas pode deixar a articulação mais solta. Mastigar altera o padrão de ativação da musculatura do rosto, o que facilita uma configuração vocal menos rígida para o cantor.
Além da tensão muscular, há a questão da lubrificação. Janaína Pimenta, fonoaudióloga e coach vocal de Ivete Sangalo e Luan Santana, relata que muitos artistas sofrem com a boca seca devido ao nervosismo ou ao uso de remédios para dormir, ansiedade e pressão alta, que deixam a saliva mais grossa. Mascar gomas específicas ajuda a estimular a salivação.
Outro problema comum entre cantores é o refluxo gastroesofágico, causado pelo constante apoio diafragmático. O ácido que volta do estômago pode queimar as pregas vocais. Hoje, existem chicletes no mercado que ajudam a combater esse refluxo, protegendo a garganta de quem canta com muita intensidade.
Foo Fighters faz último show do primeiro dia de Rock in Rio 2026
Leo Franco/AgNews
De todos os cantores, o que mais fala sobre os benefícios do chiclete é Dave Grohl. O vocalista já explicou em entrevistas que a mastigação virou um hábito quase supersticioso, mas que começou por necessidade.
Como o líder do Foo Fighters passa grande parte do show gritando com força total, a goma ajuda a manter a garganta lubrificada para que ele não engasgue com o esforço extremo. Em outras ocasiões, associou o hábito ao uso de chiclete de nicotina.
Rob Halford tem uma abordagem diferente. Ele prefere chicletes de mentol e eucalipto, pois sente que os ingredientes ajudam a manter os seios da face e as vias respiratórias desobstruídos. É um uso bem particular, já que, no geral, chicletes de menta podem até prejudicar na hora de cantar.
Apesar dos benefícios, as especialistas fazem ressalvas. Cantar com algo na boca o tempo todo pode gerar um desconforto na mandíbula e dificultar os ajustes finos necessários para a articulação das palavras. É por isso que o uso deve ser comedido. O ideal é não passar o show inteiro mastigando de forma intensa, para não comprometer a dicção, a emissão e a projeção da voz.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lauren Jauregui fala sobre reunião do Fifth Harmony e Carnaval no Brasil: ‘Nunca vivi algo assim’

Lauren Jauregui fala sobre Brasil, Fifth Harmony e álbum de estreia
A cantora Lauren Jauregui, ex-Fifth Harmony, passou pelo Brasil no fim de setembro com os shows “One Night”, que passaram por São Paulo, Belo Horizonte e Rio de Janeiro. A série de apresentações intimistas foi a forma que a cantora encontrou de se manter próxima dos fãs, mesmo antes do seu álbum de estreia.
Sim, álbum de estreia: desde que o grupo entrou em hiato, em 2018, Lauren não lançou um disco de estúdio completo, somente EPs. Segundo a artista, foram “muitos obstáculos” até que ela pudesse finalmente criar um álbum para chamar de seu (ainda não há nome, nem data, mas ela garante que vem aí).
Nesse meio tempo, a cantora cubano-americana fez parcerias de sucesso e até abriu seu próprio selo, a Attunement Records. Também veio ao Brasil algumas vezes, inclusive neste ano, para curtir o Carnaval no Rio — de quebra, foi vista na casita (setor para convidados) durante o show do Bad Bunny, experiência que ela definiu como “a cereja do bolo” da viagem.
Ao g1, ela falou sobre o processo de criação do disco, a vinda ao Brasil e a reunião do Fifth Harmony em um show dos Jonas Brothers, no ano passado. Veja abaixo:
Lauren Jauregui passou pelo Brasil com os shows ‘One Night’
Divulgação
g1: Você está preparando seu álbum de estreia, né? O que é interessante, porque demorou um pouco, você teve alguns EPs no meio tempo… Então, por que demorou tanto e quem é a Lauren neste álbum?
Lauren: Demorou tanto porque houve muitas descobertas a serem feitas sobre mim mesma como artista e também muita coisa de bastidores que vocês nunca vão saber sobre…
g1: Não quer contar pra gente?
Lauren: Ainda não. Vocês vão ter que esperar pelo meu livro de memórias, desculpa. Mas, sim, muita m*rda e muitos obstáculos que impediram as coisas de fluírem da maneira que planejei, mas o que aprendi mais com tudo isso é que o que você planeja, Deus [planeja outra coisa].
Então eu sigo o fluxo agora. Mas agora toda a música está pronta, preparada e estou num dos melhores lugares da minha vida, fundamentalmente. Então, a programação de Deus é melhor do que a minha.
g1: Já tem uma data para o álbum?
Lauren: Não, ainda não, mas está a caminho.
g1: Você criou a sua própria gravadora, imagino que isso seja consequência dessas coisas que você mencionou… O que você ganhou saindo do sistema tradicional de gravadoras e o que acha que teve de abrir mão?
Lauren: Bom, eu ganhei a propriedade da minha PI [propriedade intelectual], que é o que os artistas criam quando entram num estúdio, fazem shows e criam mercadorias… tudo isso é propriedade intelectual. E em qualquer outro negócio ou indústria, nem se discute quem é o dono do quê: se você cria a PI, você é dono da PI, é assim que funciona.
Então, eu consegui a minha PI, sou dona das minhas masters e, além disso, tenho controle criativo total, então ninguém me diz “isso não é um hit, isso não vai funcionar, eu não gosto disso”. É tipo: “Ok, querida, não quero saber, eu gosto. Então eu faço acontecer”. E isso é o melhor. Essas são as duas coisas que ganhei: a liberdade, a liberdade de me expressar autenticamente e não deixar ninguém me silenciar e cortar meus recursos.
Mas, ao mesmo tempo, o que perdi foram recursos da indústria, porque a indústria… a indústria é implacável, cara. Eles querem quem eles querem, e você vai ver quem eles querem porque há milhões e milhões de dólares por trás disso, sabe?
Então, a maior parte do meu material é bem “faça você mesmo”, feito com muita intenção, muito amor e muita criatividade com pouquíssimos recursos. Mas isso vai mudar.
g1: Você sempre foi muito sincera sobre suas crenças e causas. Isso te atrapalhou em algum momento?
Lauren: Tenho certeza de que sim, olá! Todos nós vivemos no mundo em que vivemos e sabemos como é.
g1: Então, você também veio este ano, para o Carnaval… E também vi você na tela porque você estava na Casita no show do Bad Bunny. Conta um pouco sobre como isso aconteceu.
Lauren: Meu Deus! Bom, eu tenho uma equipe maravilhosa que consegue me conectar e fazer coisas incríveis aqui e ali, sabe? E essa é definitivamente uma das coisas mais incríveis que já pude fazer: estar na Casita. Então, sim, consegui ir à Casita com a minha amiga Nyla, estávamos juntas no Brasil, e eu aproveitei tanto o Carnaval!
Lauren Jauregui no Carnaval do Rio de Janeiro em 2026
Reprodução/Instagram
A Casita do Bad Bunny foi literalmente a cereja no topo do bolo de toda a situação, porque tive uma experiência tão linda no Rio para o Carnaval. Foi lindo. E foi tão legal ver a vibração do Brasil durante o Carnaval… nunca tinha vivido algo assim, onde o país inteiro celebra junto, tão conectado e tão livre, sabe? É tão lindo.
É uma experiência tão especial. Se nunca foi ao Carnaval, vá ao Carnaval, faça isso. Uma experiência única na vida.
g1: Você já veio ao Brasil algumas vezes. Alguma memória favorita específica?
Lauren: Meu Deus, tenho tantas memórias lindas aqui. Acho que uma das minhas favoritas foi quando vim da última vez, fui a uma praia à noite no Rio, e éramos só eu e as pessoas com quem vim, estávamos no oceano à noite, e ir à água à noite é uma das minhas coisas favoritas, por isso foi tão divertido.
E é uma praia onde se vai à noite, por isso há luzes e as pessoas continuam a conviver e tal, e foi muito legal, muito divertido. Acho que essa foi uma das mais divertidas. E, obviamente, me apresentar para os meus fãs, essa é a parte mais divertida de todas. É isso que realmente importa.
Fifth Harmony volta após sete anos de hiato
Reprodução/TikTok
g1: Você também se reuniu com o Fifth Harmony no ano passado para uma apresentação. Como você se sentiu? Gostaria de saber se foi algo de uma vez só… ou se podemos esperar mais alguma coisa.
Lauren: Pareceu muito surreal em muitos aspectos e também muito familiar e fácil em muitos aspectos, porque já tinham se passado sete anos desde a última vez que estivemos juntas nos apresentando, sabe? Por isso foi muito emocional para todas nós, eu acho. Mas foi uma experiência tão bonita e nós somos tão poderosas juntas, e é tão divertido fazer coisas juntas, sabe, quando temos a oportunidade e quando conseguimos alinhar isso. Mas, por enquanto, fica por aí.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sem saber, moradores filmaram helicóptero em que estava Rick instantes antes do acidente: ‘Chamou atenção’

Acidente com Rick: perícia usa drone especial e scanner 3D para mapear local da queda
Moradores da Serra Catarinense registraram em vídeo a passagem do helicóptero que caiu e matou o cantor Rick, da dupla Rick & Renner, e outras quatro pessoas. As imagens, exibidas pelo Fantástico, foram feitas pouco antes do acidente e agora ajudam a reconstruir os momentos finais do voo.
Fantástico refaz trajeto até local onde caiu helicóptero em que estava cantor Rick
Um dos registros foi feito pelo morador Rodrigo Afonso. Ao relembrar o momento, ele contou que o helicóptero chamou atenção por estar mais baixo do que o habitual ao passar pela região. “Ele saiu daquele morro que fica aqui pra trás, então ele já saiu meio que na altura, mais baixo do que o normal. Isso chamou a atenção da gente”, afirmou.
Outro vídeo foi gravado pelo artesão Israel Rosa, que estava a menos de três quilômetros do local onde a aeronave cairia pouco depois. Segundo ele, nada indicava que havia um problema em curso. “Não percebi nada de pane. Não tinha fumaça, o barulho constante normal, a velocidade também”, relatou.
Rick: do menino que vendia picolés ao ícone sertanejo
As gravações mostram os momentos finais do Bell 430, helicóptero que decolou de Porto Belo com destino a São Joaquim. A bordo estavam o cantor Rick, o empresário Bruno Avelar, o produtor de vídeos Paulo Soares, o comandante Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. Nenhum dos ocupantes sobreviveu.
Além dos relatos dos moradores, a investigação reúne outros elementos para tentar reconstruir a dinâmica do acidente. A Polícia Científica utiliza drones e scanner tridimensional para mapear a área da queda, enquanto especialistas analisam vestígios encontrados entre os destroços e dados extraídos da aeronave.
As condições meteorológicas também estão entre os fatores examinados. Mensagens trocadas entre integrantes da tripulação antes da decolagem mostram preocupação com o avanço de uma frente fria na região serrana. Naquela manhã, a Defesa Civil havia emitido alerta para tempestades severas, com previsão de granizo, ventos fortes e descargas elétricas.
Enquanto os laudos não ficam prontos, os vídeos feitos por moradores ganharam relevância por registrarem os últimos momentos conhecidos do helicóptero antes da tragédia que abalou fãs, familiares e amigos das cinco vítimas.
Sem saber, moradores filmaram helicóptero em que estava Rick instantes antes do acidente: ‘Chamou atenção’
Reprodução/TV Globo
Cinco pessoas morreram
Estavam a bordo o cantor Rick, o empresário Bruno Avelar, o produtor de vídeos Paulo Soares, o piloto Antônio Roberto Nóbrega de Araújo e o copiloto Leopoldo Barros Teixeira. O Bell 430 tinha capacidade para até sete passageiros e, segundo a ANAC, estava com a documentação em dia e autorizado para voos noturnos e por instrumentos.
As equipes de resgate levaram mais de 20 horas para localizar a aeronave. O helicóptero caiu em uma área de difícil acesso, em meio à mata fechada, em um trecho da Serra Catarinense a cerca de 1.700 metros de altitude. Para chegar ao local, a equipe do Fantástico refez um trajeto que levou cerca de duas horas e meia de caminhada.
Perícia investiga causas da queda
Imagens obtidas pelo Fantástico mostram os destroços espalhados pela mata. A Polícia Científica utiliza drones e um scanner tridimensional para reconstruir a cena da colisão e analisar a trajetória da aeronave.
Segundo o perito criminal Fernando Henrique Ponzetti, a tecnologia permite simular a entrada do helicóptero na área de mata e analisar características da aeronave e dos destroços. Dos mais de 15 metros de comprimento do Bell 430, restaram pouco mais de três metros após o impacto.
O engenheiro aeronáutico e professor da Poli-USP Jorge Eduardo Leal Medeiros afirmou à reportagem que, pelas características do helicóptero, uma falha mecânica não seria a primeira hipótese analisada. Ele também citou a possibilidade de influência das condições meteorológicas.
Entre os fenômenos que podem ocorrer em regiões montanhosas está o downdraft, ou corrente descendente, quando o ar desce pela encosta e pode empurrar a aeronave para baixo.
O especialista também levantou, de forma preliminar, a possibilidade de falha humana associada ao mau tempo. A hipótese ainda não é uma conclusão sobre as causas do acidente.
A investigação continua. Os responsáveis pelo caso buscam informações na caixa-preta do Bell 430, enquanto a Polícia Científica trabalha na reconstrução da dinâmica da queda.
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Fonte: G1 Entretenimento