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Macklemore esgota ingressos para shows pró-Palestina após expulsão da turnê de Ed Sheeran

Macklemore canta durante show no Lollapalooza 2019
Fábio Tito/G1
O rapper americano Macklemore anunciou, nesta quarta-feira (30), que sua turnê, “Free Palestine Tour”, está com ingressos esgotados.
A ideia dos shows surgiu após ele ser expulso dos shows de Ed Sheeran por declarações em apoio aos palestinos.
Sua exclusão como atração de abertura da “Loop Tour”, do astro pop britânico, depois de gritar “Palestina Livre!” durante um show em Nova Jersey provocou uma forte polêmica nos Estados Unidos e no exterior.
Em reação, Macklemore anunciou que fará três shows no fim de outubro em Londres, Paris e Dublin. Ele também planeja outros shows nos EUA e disse que todo o lucro será destinado a associações pró-Palestina.
“Sinceramente, estou impressionado. Nós planejamos esses shows rapidamente e em comunidade, acreditando que os músicos podem ser solidários com a Palestina, usar o palco para angariar fundos e mostrar como poderia ser uma ação coletiva. Quando aqueles que estão no poder tentam silenciar nossos pedidos por libertação, a arte sempre será uma forma de resistência”, escreveu no post.
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Entenda o que aconteceu
Agora no g1
Macklemore foi afastado da turnê na semana passada, após a pressão de proprietários de estádios americanos devido a seus comentários.
A decisão suscitou uma série de críticas a Ed Sheeran, um dos cantores mais ouvidos de sua geração, que até então despertava amplo consenso.
Leia também: Ed Sheeran diz que situação em Gaza é ‘catastrófica’ em 1º show desde polêmica com atração de abertura
Durante um show na Filadélfia no último fim de semana, o compositor britânico reconheceu “erros” e declarou que a situação em Gaza era “injustificável”.
Outros artistas deixaram a turnê de Sheeran em solidariedade a Macklemore, entre eles Finneas, irmão e colaborador da premiada artista Billie Eilish.
*Com informações da France Presse.
Ed Sheeran se apresentou com Macklemore no Festival de Música iHeartRadio de 2014 em Las Vegas, nos Estados Unidos
Getty Images/Via BBC

Fonte: G1 Entretenimento

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g1 Ouviu #334 – Bruno Gouveia e ‘o melhor momento’ do ‘Biquini Cavadão’ em 41 anos de história

Bruno Gouveia, do Biquini Cavadão, esteve no g1 Ouviu em 31 de agosto e relembrou o início da banda, falou sobre a turnê comemorativa de 40 anos, citou o processo de liberação da melodia da música “Tédio” para a criação de “Adultério”, funk de Mr. Catra.
“Foi uma discussão muito grande”, ele recorda. “Mas não sou eu que tenho que censurar. Não é o tipo de música que eu ouça ou goste, mas eu ia fazer papel de palhaço [se negasse]”.
Ao ouvir a versão, eles gostaram da ideia de começar a canção com o riff. A introdução tinha Catra acompanhado do teclado e o Biquini passou a tocar aquelas frases melódicas com a guitarra. Antes, aquela melodia só ganhava destaque no meio de “Tédio”.
Bruno Gouveia, vocalista do Biquini Cavadão, se emociona ao lembrar morte do filho
Bruno falou também da turnê comemorativa da banda, que ao longo de seus 41 anos lançou hits como “Zé Ninguém”, “Vento Ventania”, “Janaína”, “Timidez”, “Tédio” e “Impossível”.
“Esse é o melhor momento da nossa história. Já tivemos o holofote em cima da gente, mais presença na casa das pessoas, mas hoje, a gente faz 100 shows por ano em todo o país”, contabilizou.
“Esse é o melhor momento da nossa história”, diz Bruno Gouveia, do Biquini
Bruno ainda falou sobre a importância de Herbert Vianna, dos Paralamas do Sucesso, para a banda. “Ele era um embaixador do rock, porque sabia que uma andorinha só não faz verão”.
“Eram caras completamente branquelos, não iam pra praia nunca. Eu estava achando o nome muito esquisito”, brincou sobre o nome “Biquini Cavadão”, que foi sugestão de Vianna. Era tão esquisito quanto o outro nome sugerido por Herbert: Hipopótamos de Kart.
Para Bruno, a banda deu certo em um clima de “despretensão”. “A gente estava no lugar certo, na hora certa, com as pessoas certas. Eu icei a vela do barco e me levou para onde eu não podia imaginar”. Ele diz que não vê problema se o público for aos shows esperando os clássicos. “Como você vai abrir mão do seu legado para tocar músicas novas?”
“A menina de 15 anos que ouve Biquini pela primeira vez e ouve ‘Timidez’, não sabe que foi a música com que o pai conheceu a mãe. A gente nunca abraçou neologismos, gírias, o que dá uma contemporaneidade para as músicas”, comentou.
Você pode ouvir o g1 Ouviu no g1, no Spotify, no Castbox, no Google Podcasts ou no Apple Podcasts. Assine ou siga o g1 Ouviu para ser avisado sempre que tiver novo episódio no ar.
Bruno Gouveia, do Biquini, no g1 ouviu
g1/Rayane Macedo
Bruno Gouveia, do Biquini
g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Mulher acusada de atirar na casa de Rihanna é indiciada por tentativa de homicídio

O rapper A$AP Rocky acompanhado da esposa, a cantora Rihanna, após deixar tribunal em Los Angeles, na Califórnia, no dia 18 de fevereiro de 2025
Daniel Cole/Reuters
Uma mulher da Flórida acusada de ter atirado na casa de Rihanna foi indiciada por tentativa de homicídio, além de responder a outras 13 acusações criminais graves, segundo informações da NBC News. A denúncia contra Ivanna Lisette Ortiz, de 36 anos, moradora de Orlando, foi divulgada nesta quarta-feira (30).
Ainda de acordo com o site, Ortiz compareceu ao tribunal e falou apenas com seu advogado. Ela se declarou inocente das acusações. O juiz determinou sua prisão sob fiança de US$ 2,6 milhões.
Agora no g1
A decisão foi tomada um dia depois de um juiz determinar que Ortiz tem capacidade mental para ser julgada. “Essa pessoa queria matar Rihanna”, disse o promotor adjunto Alexander Bott.
O incidente aconteceu em março. A cantora, seu parceiro, A$AP Rocky, e os três filhos do casal estavam no local quando cerca de 20 tiros foram disparados contra o muro externo da residência com um rifle AR-15. Ninguém ficou ferido.
Se for considerada culpada por todos os crimes, Ortiz poderá ser condenada à prisão perpétua.

Fonte: G1 Entretenimento

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Ex-participante do ‘American Idol’ é considerado culpado por matar a esposa e alterar a cena do crime

Caleb Flynn, em foto registrada pela polícia do Condado de Miami, onde ele foi preso no dia 19 de fevreiro de 2026
Condado de Miami
Caleb Flynn, ex-participante do “American Idol”, foi considerado culpado por matar a esposa Ashley Flynn em fevereiro deste ano. Depois do crime, ele ainda tentou alegar que invasores haviam atirado nela.
De acordo com a BBC, Flynn chorou no tribunal quando o júri anunciou o veredito, após menos de três horas de deliberação. Ele também foi condenado pelas outras oito acusações que pesavam contra ele, incluindo homicídio qualificado e adulteração de provas. A pena prevista é prisão perpétua sem possibilidade de liberdade condicional.
As alegações finais foram encerradas nesta terça-feira (29), após oito dias de depoimentos. Entre as evidências apresentadas estava uma música reproduzida no tribunal, que, segundo os promotores, foi escrita por ele e dedicada à mulher com quem mantinha um caso extraconjugal.
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Ao longo do julgamento, a acusação apresentou provas que incluíam imagens de câmeras corporais da polícia, além de registros de atividade no iPhone e no Apple Watch de Flynn no período em que o crime ocorreu.
Eles também convocaram dezenas de testemunhas, incluindo sua ex-amante Alleigha Botner, que ele conheceu quando ela era estagiária em sua igreja. Durante as alegações finais, o promotor Paul Watkins deu grande destaque às mensagens trocadas por Flynn, argumentando que elas demonstravam o “ódio” que o réu sentia pela mulher.
Segundo Watkins, Flynn temia perder a guarda das filhas em um divórcio, além de recear perder o emprego na empresa da família da esposa e sua função na igreja. O promotor expôs ainda contradições do depoimento de Flynn. Ele afirma que teria encontrado a esposa morta no quarto após perceber que a porta lateral da garagem estava aberta. O promotor destacou que Flynn posteriormente declarou aos investigadores que não havia ido à garagem.
Já o advogado de defesa, Patrick Mulligan, sustentou que não havia provas concretas contra o cliente. “Ligar alguns pontos sem significado não resolve o caso”, afirmou ao júri.
Mulligan argumentou ainda que a questão não era saber se Flynn havia sido um bom marido e que evidências de infidelidade não constituem prova de homicídio. “Eles não conseguem encontrar a arma, então colocam a culpa nele?”, questionou o advogado, referindo-se também à acusação de adulteração de provas.
A arma de Flynn, que costumava ficar guardada no console de sua caminhonete, está desaparecida desde que os investigadores chegaram ao local do crime e encontraram o compartimento central do veículo aberto.
Mais cedo, durante o julgamento, Botner depôs por dois dias, detalhando o relacionamento amoroso de quase 18 meses que manteve com Flynn.
Flynn participou, em 2013, da 12ª temporada do “American Idol”. Ele apareceu nas audições exibidas pela televisão e recebeu o chamado “bilhete dourado”, que lhe garantiu uma vaga na etapa de Hollywood. No entanto, não chegou à competição principal.
A sentença de Flynn está marcada para o dia 5 de outubro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha de ator de ‘Pretty Little Liars’ morre aos 13 anos; causa da morte não foi revelada

Fiona Hepler Lowe, filha do ator Chad Lowe, morreu aos 13 anos.
Reprodução/Instagram/@ichadlowe
Fiona Hepler Lowe, filha do ator Chad Lowe, morreu aos 13 anos. A morte foi comunicada pela família nesta terça-feira (29), em uma declaração compartilhada com a revista People. A causa não foi divulgada.
“Estamos profundamente devastados com a perda de nossa amada Fiona”, afirmou a família. A adolescente foi descrita pelos pais como uma menina “amorosa, inteligente, criativa e que adorava dançar”.
“Ela era adorada pelas irmãs e profundamente amada pelos pais. Na verdade, ela era a luz de nossas vidas”, disseram.
A família pediu orações e privacidade neste momento. Ao final da declaração, divulgou um canal de apoio voltado à saúde mental.
Segunda de três filhas
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Chad Lowe, de 58 anos, e a produtora Kim Painter, de 52, tiveram Fiona em 16 de novembro de 2012.
Ela era a segunda das três filhas do casal. A mais velha, Mabel Painter, tem 17 anos, e a caçula, Nixie Barbara, tem 10.
Em novembro de 2025, Chad publicou uma homenagem a Fiona pelo aniversário de 13 anos. Na ocasião, compartilhou uma foto da filha e escreveu que ela estava oficialmente entrando na adolescência.
“Continue dançando pela vida, FiBear! Amo muito, muito, muito você!”, escreveu o ator.
Chad Lowe publicou uma homenagem à filha Fiona em novembro de 2025, quando ela completou 13 anos.
Reprodução/Instagram/@ichadlowe
Quem é Chad Lowe
Chad Lowe é conhecido por trabalhos no cinema e na televisão. O ator participou de séries como “Pretty Little Liars”, na qual interpretou Byron Montgomery, pai da personagem Aria Montgomery, vivida por Lucy Hale.
Ele também é irmão mais novo do ator Rob Lowe. Chad e Kim Painter são casados desde 2010.

Fonte: G1 Entretenimento

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Inquieto, Gustavo Mioto incursiona pelo rock em álbum em que tenta ir além do desgastado padrão da música sertaneja

Sem se desvincular do sertanejo, Gustavo Mioto lança álbum, ‘Pensamentos intrusivos’, permeado por instrumental de pegada roqueira
Leo Saucer / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Pensamentos intrusivos
Artista: Gustavo Mioto
Cotação: ★ ★ ★ 1/2
♬ Enquanto alimenta o sonho de lançar álbum internacional com músicas em inglês formatadas com a estética pop country, projeto sinalizado com os singles “Last goodbye” e “Drunk side”, Gustavo Mioto procura expandir as fronteiras do universo sertanejo com o álbum “Pensamentos intrusivos”.
Antecedido pelo single que apresentou o rock “Como é que fala de amor?” em 3 de setembro, o álbum vem colhendo elogios além do universo sertanejo desde que foi lançado em 17 de setembro.
Parceria de Mioto com Daniel Ferreira, Giana e Elana Dara, “Como é que fala de amor?” deu pista certeira sobre o álbum. O rock, gênero que também moldou a identidade musical de Mioto, está entranhado em todo o disco, muitas vezes de forma explícita na instrumentação das faixas, outras vezes mais na atitude de rejeitar o sertanejo plastificado pelo mercado.
Gustavo Mioto mira carreira internacional com música tema da Festa do Peão de Barretos
Verdade seja dita: o cantor, compositor e multi-instrumentista paulista de 29 anos já vinha corajosamente criticando em público o mais do mesmo vigente no mercado sertanejo – o que torna “Pensamentos intrusivos” um álbum coerente com a ideologia do artista.
Gravado com produção musical de Gabriel Pascoal, “Pensamentos intrusivos” não deixa de ser um álbum sertanejo. Basta ouvir músicas como “Vai ver falar de mim” (faixa mais fiel aos cânones do gênero no século XXI), “Tem sentimento” (gravada pelo cantor em feat com Mariana Fagundes) e “Deus te livre” mas flerta de forma salutar com os códigos do pop rock.
Tanto que a regravação de um rock do repertório da banda Capital Inicial – “O mundo” (Pit Passarel), lançado pelo grupo há 28 anos no álbum “Atrás dos olhos” (1998) – se ajusta ao repertório inédito do álbum “Pensamentos intrusivos” sem soar como faixa alienígena no disco.
A música “Quebra de padrão” faz jus ao título pelo fato de a instrumentação roqueira não se enquadrar totalmente no molde sertanejo – e essa instrumentação está na raiz do álbum “Pensamentos intrusivos”.
Sem falar que parece haver uma emoção real nos versos e no canto de músicas como a balada “Carta aberta ao novo” e “Eu e eu”, faixa que ganha pegada roqueira, mas começa como canção com os reflexivos versos “A maré tá baixa pra novos começos / Mas se eu desistir de amar alguém / Eu estaria desistindo de mim mesmo / Afinal, eu quero ser pai também / Ter mais responsabilidade, Não chegar em casa tarde / Ser o bom dia de alguém / Ser exemplo pra quem vem / Pensando aqui, por que eu não paro com ninguém?”.
Encerrado com “Voz do vento” (mais uma canção gravada na pressão roqueira) e produzido pela empresa marotamente intitulada Fora de Moda, o álbum “Pensamentos intrusivos” mostra Gustavo Mioto em movimento, com salutar (e rara) inquietação no universo sertanejo. O que torna dispensável o “Interlúdio Zezé”, faixa falada em que Zezé Di Camargo referenda as boas intenções do artista de remexer na fórmula da música sertaneja, já que o melhor álbum de Gustavo Mioto fala por si só…
Capa do álbum ‘Pensamentos intrusivos’, de Gustavo Mioto
Leo Saucer / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiz Carlos Sá canta parcerias com Almir Sater, Ivan Lins e Zeca Baleiro no álbum ‘Eu, caçador de mim’ e lança livro

Sem Guarabyra, Luiz Carlos Sá dá sequência à carreira solo e lança disco e livro, ambos intitulados ‘Eu, caçador de mim’
Marcos Neves / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Há um ano sem Guarabyra, após 53 anos em trio e depois em dupla com o artista, Luiz Carlos Sá dá sequência à carreira solo e lança em outubro álbum e livro, ambos intitulados “Eu, caçador de mim”.
O título “Eu, caçador de mim” reproduz verso da canção “Caçador de mim”, música que tem letra escrita por Sá para melodia de Sérgio Magrão, lançada pelo grupo mineiro 14 Bis em 1980, um ano antes de Milton Nascimento regravar “Caçador de mim” e batizar álbum de 1981 com o nome da composição.
Segundo álbum da discografia solo de Sá, iniciada há três anos com o lançamento do álbum “Solo e bem acompanhado” (2023), o disco “Eu, caçador de mim” se tornou álbum porque, na edição física em CD, junta cinco músicas da safra 2026 do artista com outras cinco músicas lançadas por Sá há um ano no EP “Sambas de mato” (2025), totalizando 10 faixas.
Das cinco músicas autorais da safra de 2026, duas já foram lançadas em singles. “Ávida”, música composta e gravada por Luiz Carlos Sá com Chico César, foi apresentada em 31 de julho. Já “Jabuticaba flor”, parceria de Sá com Gabriel Sater e João Gaspar, chegou ao mundo em single editado em 4 de setembro.
As três reais novidades do álbum “Eu, caçador de mim” são as músicas “Eu sou mais do que sou” (parceria com Almir Sater), “Foi bem lá” (música de Luiz Carlos Sá e Ivan Lins) e “Tanto que te vi partir” (parceria do artista com Zeca Baleiro).
Já o livro “Eu, caçador de mim”, que tem prefácio do jornalista Tárik de Souza, compila crônicas escritas por Sá em tom autobiográfico para a revista “Backstage” entre 2021 e 2025.
Ambos, álbum e livro, chegarão ao mercado em edição da Kuarup.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Matéria escura’ vai além de limites do livro original em 2ª temporada com ajuda de atores: ‘Página em branco’

Entrevista: Jennifer Connelly, Joel Edgerton e Alice Braga, de ‘Matéria escura’
Depois do sucesso ao adaptar o best-seller de mesmo nome, a série “Matéria escura” chegou à sua segunda temporada – como o próprio título sugere – no escuro.
Mesmo após esgotar o livro de Blake Crouch, não havia motivo para desespero. Afinal, a obra, uma das mais assistidas da plataforma de streaming Apple TV, podia contar com o próprio Crouch como seu criador e showrunner.
“Era como um território desconhecido, como uma página em branco”, diz o ator Joel Edgerton (“Sonhos de trem”) em entrevista ao g1.
Ao dividir a função de protagonista com a de produtor executivo, o australiano de 52 anos ajudou a estabelecer os rumos dos personagens.
“Nós fomos convidados para essas conversas um pouco mais cedo, e ficamos muito satisfeitos com a estrutura e os planos traçados pelo Blake e que ele e a Jacqueline (Ben-Zekry, esposa e editora do autor) estão escrevendo. E depois fomos convidados a ajudar a dar cor e acrescentar detalhes ao nosso relacionamento. Foi muito bom ser acolhido nesse processo criativo sem precisar forçar a barra.”
A nova temporada, cujo sexto episódio estreia nesta sexta-feira (2), explora o destino da família do professor de física interpretado por Edgerton, escondida em um universo paralelo para fugir de suas infinitas versões alternativas – multiversos não são fáceis de resumir.
“A premissa da segunda temporada, a estrutura dela, eu não tive nada a ver com isso. Isso é coisa do Blake e da Jackie, e eu gostei de ouvir sobre os caminhos que eles queriam seguir”, afirma Jennifer Connelly (“Top Gun: Maverick”), que dá vida à mulher do protagonista.
“Como produtores executivos, acho que o nosso papel é estar mais presentes nessas conversas sobre como, como disse o Joel, nós daríamos corpo a isso, como preencheríamos essa estrutura básica que eles montaram sobre o que é esse casamento, o que eles enfrentam e onde vão parar. Então, foi uma colaboração muito bacana de fazer parte.”
Joel Edgerton e Jennifer Connelly em cena de ‘Matéria escura’
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A liberdade das amarras do livro faz bem à série. O quinto episódio marca uma boa mudança para a narrativa ao acompanhar as repercussões da fuga dos protagonistas para uma das outras versões do professor – e a paz obtida em um universo onde reencontra sua mãe.
“Eu sinto que essa temporada, o Blake tomou a decisão de fazer uma viagem interna desses personagens, de descobrir como é que esses personagens vão sobreviver através dessas transformações e o fato de ninguém mais estar no seu próprio universo e não ter como voltar para casa, de ter que se adaptar”, fala a brasileira Alice Braga (“Cidade de Deus”).
Intérprete de uma personagem que decide ficar em uma realidade aparentemente perfeita, ela conta que o destino da psicóloga gerava o maior número de questionamentos dos fãs do livro para o autor.
“Foi desafiador porque muda de certa forma algumas coisas de tom, e foi desafiador porque é isso: quando você tira todos os personagens do seu próprio mundo e bota eles um pouco espalhados por tantos universos paralelos e com multiplicações de suas próprias versões, fica muito muito muito confuso e muito dinâmico.”
Jimmi Simpson e Alice Braga em cena de ‘Matéria escura’
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Os momentos que mudaram suas vidas
Com essa narrativa sobre caminhos nunca tomados e infinitas possibilidades, os atores refletiram sobre as obras que mudariam suas carreiras caso não tivessem feito parte.
“‘Réquiem para um sonho’. E teve um filme chamado ‘Amor maior que a vida’. São mais ou menos da mesma época. Eu comecei a trabalhar quando era muito nova. Fiz meu primeiro filme quando tinha 11 anos, e, àquela altura, estava fazendo mais por outras pessoas”, conta Connelly.
“Esses dois filmes, mais ou menos nessa época, foram quando começou a ser mais o meu trabalho, e eu comecei a explorar como isso poderia ser. Acho que eu comecei a trazer mais de mim mesma, de um jeito mais autêntico, ao meu trabalho. Esses dois filmes foram um verdadeiro ponto de virada para mim nesse sentido.”
Aos 55 anos, a atriz americana lembra também de “Uma mente brilhante” (2001), quando conheceu o britânico Paul Bettany.
“Eu conheci meu marido lá e construí, você sabe, alguns relacionamentos obviamente importantes.”
Para Edgerton, uma participação pequena fez toda a diferença.
“Ah, acho que foi ‘Star Wars’ para mim. Porque ele realmente construiu a ponte para mim e com certeza me permitiu ir para os EUA da Austrália e fazer essa jornada. Por mais que eu esteja no filme por tão pouco tempo, abriu muitas portas para mim, e me deu a confiança de ir e fazer algo que me assustava”, diz o ator, que apareceu rapidamente como o tio de um futuro Luke Skywalker em “Star Wars: Episódio II – Ataque dos Clones” (2002).
No caso da brasileira, “Cidade de Deus” (2002) foi além de ser um dos maiores sucessos do cinema nacional. O filme de Fernando Meirelles ajudou Braga a decidir de uma vez por todas investir na atuação.
“Eu estava no terceiro colegial quando eu fiz, e eu estava muito na dúvida se eu queria seguir uma carreira de atriz ou se eu ia – eu já estudava teatro e tal – trabalhar por trás das câmeras”, afirma ela.
“‘Cidade de Deus’ foi um divisor de águas até porque foi para mim a consumação do quanto eu sou louca por cinema, assim. Eu sempre fui filha de cinéfilos, sempre amei muito cinema, mas estar num set de filmagem como aquele, com um diretor como o Fernando Meirelles, que eu admiro profundamente, é uma pessoa que eu adoro, foi muito mágico, muito especial.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Alcione, Daniela Mercury, Leci Brandão e Maria Bethânia gravam o samba da Mangueira para o Carnaval 2027

Daniela Mercury (à esquerda), Maria Bethânia, Alcione (lendo a letra do samba) e Leci Brandão (à direita) gravam juntas o samba ‘Oyá por nós’
Reprodução / Vídeo Mangueira
♬ Alcione, Daniela Mercury, Leci Brandão e Maria Bethânia uniram forças e vozes em favor da Estação Primeira de Mangueira, uma das agremiações mais tradicionais do Carnaval do Rio de Janeiro. As quatro cantoras se encontraram em estúdio, no Rio, para gravar com Dowglas Diniz – intérprete oficial da Mangueira – o samba-enredo da escola para o Carnaval de 2027.
O samba se chama “Oyá por nós” e é assinado por Lequinho, Júnior Fionda, Gabriel Machado, Guilherme Sá, Rodrigo Bandolim e Orlando Ambrósio. A gravação de “Oyá por nós” feita por Dowglas Diniz com participação das cantoras integra o ainda inédito álbum “Rio Carnaval”, previsto para ser lançado no último trimestre com os sambas das 12 escolas do Grupo Especial do Carnaval carioca.
O samba “Oyá por nós” tem o mesmo nome da música composta por Daniela Mercury em parceria com Margareth Menezes e eternizada pelas artistas em gravação incluída no álbum “Canibália” (2009), de Daniela. Por isso, a convite da diretoria da agremiação, a cantora baiana já tinha interpretado o samba-enredo na disputa promovida pela Mangueira em 5 de setembro para escolher o samba do próximo Carnaval.
É por isso que agora Daniela se junta a Alcione, Leci Brandão e Maria Bethânia – três cantoras ligadas à história da Mangueira – na gravação oficial do samba-enredo “Oyá por nós”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Disney demite centenas de funcionários, diz revista

Disney corta empregos em meio à crise
REUTERS/Dado Ruvic/Illustration/File Photo
A Walt Disney demitiu algumas centenas de funcionários em diferentes áreas da empresa, informou a revista americana Variety nesta terça-feira (29), citando uma fonte familiarizada com o assunto.
Os cortes atingem principalmente os departamentos de recursos humanos e tecnologia da informação (TI), tanto na estrutura corporativa quanto em diferentes divisões.
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Esta é a terceira rodada de demissões da Disney neste ano desde que Josh D’Amaro assumiu o cargo de CEO, em março. As demissões ocorrem após a empresa sinalizar que faria novos cortes de custos.
Na divulgação dos resultados do trimestre encerrado em junho, D’Amaro e o diretor financeiro Hugh Johnston afirmaram que a companhia avaliava medidas para reduzir despesas, incluindo o quadro de funcionários e gastos administrativos.
Agora no g1
Em carta aos acionistas, divulgada em 5 de agosto, os executivos disseram que a redução de custos tinha como objetivo liberar recursos para investimentos em áreas de crescimento.
Em abril, a Disney eliminou cerca de 1.000 postos de trabalho em diferentes áreas, incluindo marketing, estúdios, televisão, ESPN, produtos e tecnologia e funções corporativas.
Em julho, houve uma nova rodada de cortes, com centenas de demissões em áreas corporativas e divisões como Pixar, ESPN e Disney Entertainment Television.
Segundo a Variety, a maior parte dos cortes nos estúdios ocorreu na Pixar, enquanto a National Geographic concentrou a maior parte das demissões na área de televisão.
Em agosto, a empresa também ofereceu pacotes de aposentadoria antecipada a executivos com muitos anos de casa.
A Disney empregava cerca de 231 mil pessoas no fim do ano fiscal de 2025, sendo aproximadamente 172 mil nos Estados Unidos e 59 mil fora do país, segundo dados da companhia citados pela Reuters.
A Disney não respondeu imediatamente ao pedido de comentário da Reuters.
A companhia também passou por uma grande rodada de demissões em 2023, quando anunciou o corte de cerca de 7.000 empregos como parte de um plano para reduzir US$ 5,5 bilhões em custos durante a gestão do então CEO Bob Iger.
As demissões desta terça-feira (29) foram divulgadas inicialmente pelo site especializado Deadline e posteriormente confirmadas pela Variety.
*Com informações da Reuters.

Fonte: G1 Entretenimento