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Console de próxima geração da Microsoft, de codinome Project Helix, vai rodar games de Xbox e PC


Logo do Project Helix
Divulgação
A próxima geração de consoles Xbox recebeu o codinome Project Helix e vai rodar games da empresa e de computadores, anunciou a nova CEO, Asha Sharma, nesta quinta-feira (5).

Fonte: G1 Entretenimento

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Gusttavo Lima completa álbum ‘Feito à mão’ com oito faixas inéditas enquanto tenta se firmar no mercado internacional


Capa da edição integral do álbum ‘Feito à mão’, de Gusttavo Lima
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Enquanto ainda luta para fazer nome no mercado de música composta em língua hispânica, projeto internacional anunciado com pompa em 2025, Gusttavo Lima dá sequência à carreira fonográfica no Brasil. O cantor lança às 21h desta quinta-feira, 5 de março, a edição integral do álbum “Feito à mão”, com foco na música “Assunto que dói”.
Outras sete músicas – “Transa pendente”, “Dez na mente”, “Interrogações”, “Pensamentos intrusivos”, “Objeto de vingança”, “Outra madrugada” e “Soy yo” – completam o álbum e se juntam às nove faixas já apresentadas em agosto do ano passado no primeiro volume de “Feito à mão”.
Embora a música “Soy yo” tenha título e versos em espanhol, em sintonia com a tentativa do artista de se firmar na carreira internacional através do mercado latino dos países de língua hispânica, “Feito à mão” é álbum gravado pelo cantor em bom português, em junho de 2025, em clima intimista, no aconchego da casa em que o artista mineiro reside em Bela Vista de Goiás (GO), município da região metropolitana de Goiânia (GO), uma das capitais da música sertaneja.
Como já sinalizou o primeiro volume, cujo repertório destacou as músicas “Retrovisor” e “Pelo bem da minha saudade”, o álbum “Feito à mão” flagra Gusttavo Lima remoendo modas, costumes e clichês do universo sertanejo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Diogo Nogueira explica homenagem a Paolla Oliveira: ‘Não estou pedindo para voltar’


Diogo Nogueira comenta relação atual com Paolla Oliveira. “Eu falo com ela semanalmente”
Em entrevista ao g1 nesta quinta-feira (5), Diogo Nogueira falou sobre os duas décadas de carreria, como enfrentou a depressão, a influência do pai João Nogueira e a homenagem que fez para Paolla Oliveira, com quem teve um relacionamento de cinco anos, em seu novo álbum “Infinito Samba”.
Diogo foi entrevistado ao vivo no g1 Ouviu, o podcast e videocast de música do g1. A conversa fica disponível em vídeo e podcast no g1, no YouTube, no TikTok e nas plataformas de áudio.
Diogo Nogueira no g1 Ouviu
Fábio Tito/g1
Diogo Nogueira começou fazendo comentando sobre as duas décadas de carreira. “A gente acaba aprendendo bastante com a vida, com as pessoas que passam na sua trajetória. Eu comecei de uma forma muito crua na gravação de um audiovisual em 2006. A partir daí minha história começa. Aprendi muito na estrada, fazendo shows”, disse.
Apesar de não gostar muito do seu primeiro álbum, intitulado “Diogo Nogueira Ao Vivo” e gravado do teatro João Caetano, no Rio de Janeiro, o cantor explicou que ele serviu como um aprendizado. “Foi um dos mais vendido da minha história. É um divisor de águas. Eu sou muito grato, mesmo não curtindo muito”.
Sobre a turnê “Infinito Samba”, o cantor afirma que buscou referências internacionais para a montagem. “Fui a alguns shows da Broadway, em Nova York, para tentar trazer para o meu espetáculo e para o samba esse universo.”
Diogo contou ainda do trabalho em parceria com o diretor Rafael Dragaud, que faz a direção artística de “Infinito Samba”. “Rafael é um gênio, ele tem uma sensibilidade, que entendeu desde o início tudo aquilo que eu queria”.
Futebol e depressão
Diogo relembra a lesão da época em que era jogador de futebol, episódio que o fez optar pela carreira de cantor.
“Eu tinha consciência que tinha uma certa idade para futebol. Era a última cartada que estava dando. Mas não esperava que logo depois tivesse uma depressão profunda. Eu superei isso de uma forma muito bonita porque foi praticamente sozinho. Eu resolvi sair desse lugar. Cuidei de mim para estar aqui onde estou hoje”, falou.
Diogo Nogueira no g1 Ouviu
Fábio Tito/g1
Infância ao lado de grandes nomes
Diogo Nogueira relembrou ainda como foi sua infância ao lado de grandes nomes do samba. “Para mim, eles eram pessoas normais. Era o tio, a tia”. Ele relembrou a relação com o pai, o sambista João Nogueira, e destaca o temperamento do músico. “Meu pai era um cara muito rígido. Ele tinha os ideais dele. Era difícil convencê-lo a mudar. De um coração imenso, um grande pai.”
O cantor comentou ainda que as dificuldades que o pai passou com gravadoras serviu como aprendizado. “Eu fiquei muitos anos com gravadora, mas, a partir do momento que eu vi que não estava sendo legal, eu fiz um acordo e resolvi fazer minha carreira independente. É mais difícil, mas consegue trabalhar de forma bacana”.
Ele também mencionou nomes que marcaram sua trajetória, como Alcione e Beth Carvalho. Ao ser perguntado sobre os conselhos que recebeu delas, contou que a orientação era sempre “seguir estudando e ouvindo música”.
Diogo falou ainda sobre a pressão em ser filho de João Nogueira. “Acho um absurdo certas comparações. Só o filho de alguém que já foi consagrado que não pode. Todo mundo pode. Eu nunca fiquei me preocupando com isso”.
“Eu sempre recebi críticas e continuo recebendo. Eu não tenho que provar mais nada para ninguém. São 20 anos de carreira consolidada”.
Ascensão do pagode
O cantor reflete sobre as mudanças no cenário musical com a ascensão do pagode. “O samba perdeu o espaço de estar na mídia e no mercado. Mas continua nos nos lugares onde ele sempre resistiu e sempre esteve: nos guetos.”
Ele citou nomes da nova geração, como Mosquito, Inácio Rios, Marina Íris. Diogo ainda comentou que próprio filho também quer seguir seus passos na música. Ele é afinado, ainda tem uma voz imatura, muito jovem. Mas acho que da forma que está estudando. Mas eu disse: Primeiro você me entrega o canudo [diploma], depois você pode fazer o que quiser da sua vida.”
Paolla Oliveira
O cantor ainda relembrou como que escreveu uma música para Paolla Oliveira, “Flor de Caña”. Diogo disse que escreveu durante uma viagem e organizou para que isso fosse um presente de aniversário para a atriz.
“No dia do aniversário dela, eu disse que tinha um presente. Eu não comprei, eu diz. Ela ficou com olho arregalado. Foi incrível”, relembrou. Diogo Nogueira e a atriz ficaram juntos por cinco anos.
Questionando se é difícil cantar a música depois da separação, ele respondeu que não existe nenhum problema. “Eu falo com ela semanalmente. O casal não existe, mas o amor continua. Ainda me preocupo com ela. O amor se transformou em amizade”.
“Uma homenagem que estou fazendo para uma pessoa que foi importante na minha trajetória, que eu esteja pedindo para voltar. Isso é um desejo do público, não é nosso”, disse.

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears é liberada após ser detida por dirigir embriagada ou sob efeito de substâncias, diz site


Britney Spears
Reprodução/Instagram
Britney Spears foi detida na noite de quarta-feira (4) por dirigir embriagada ou sob efeito de substâncias, de acordo com o site TMZ.
Segundo registros policiais obtidos pelo site de celebridades, a cantora foi algemada pela patrulha rodoviária por volta das 21h30, no condado de Ventura, na Califórnia, e fichada pela delegacia às 3h da manhã. A popstar foi liberada por volta das 6h desta quinta-feira.
A equipe da cantora não se manifestou oficialmente sobre a detenção.
Recentemente, Britney vendeu os direitos de todo seu catálogo musical. A informação foi noticiada pelo site de notícias americano TMZ, nesta terça-feira (10). O valor da venda não foi divulgado.
Voz de hits como “Toxic” e “Oops!… did it again”, a cantora vendeu sua participação nos direitos das faixas para a Primary Wave, uma editora musical dos Estados Unidos. Ela está feliz com a decisão e tem comemorado com os filhos.
Embora o valor da venda não tenha sido revelado, fontes descrevem um “acordo histórico”, comparável à venda do catálogo de Justin Bieber a Hipgnosis (US$ 200 milhões), ocorrida em 2023.

Fonte: G1 Entretenimento

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Britney Spears é presa por dirigir embriagada, diz site


Estrela pop foi presa por dirigir embiragada.
Reprodução
Britney Spears foi detida na noite de quarta-feira (4) por dirigir embriagada ou sob efeito de substâncias, de acordo com o site TMZ.
Segundo registros policiais obtidos pelo site de celebridades, a cantora foi algemada pela patrulha rodoviária por volta das 21h30, no condado de Ventura, na Califórnia, e fichada pela delegacia às 3h da manhã. A popstar foi liberada por volta das 6h desta quinta-feira.
A equipe da cantora não se manifestou oficialmente sobre a detenção.
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Recentemente, Britney vendeu os direitos de todo seu catálogo musical. A informação foi noticiada pelo site de notícias americano TMZ, nesta terça-feira (10). O valor da venda não foi divulgado.
Voz de hits como “Toxic” e “Oops!… I did it again”, a cantora vendeu sua participação nos direitos das faixas para a Primary Wave, uma editora musical dos Estados Unidos. Ela está feliz com a decisão e tem comemorado com os filhos.
Embora o valor da venda não tenha sido revelado, fontes descrevem um “acordo histórico”, comparável à venda do catálogo de Justin Bieber a Hipgnosis (US$ 200 milhões), ocorrida em 2023.

Fonte: G1 Entretenimento

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António Lobo Antunes, escritor português, morre aos 83 anos


O romancista português António Lobo Antunes
Divulgação/Grupo Leya
O romancista português António Lobo Antunes, um dos escritores lusófonos mais lidos e traduzidos do mundo, e diversas vezes apontado como um possível vencedor do Prêmio Nobel da Literatura, faleceu aos 83 anos, anunciou nesta quinta-feira (5) a sua editora, o Grupo Leya.
“A morte está confirmada. Divulgaremos uma nota de condolências”, afirmou uma porta-voz da Leya, editora que publicou o seu último romance em 2022.
Lobo Antunes, cronista da sociedade portuguesa contemporânea, é o autor de uma obra exigente, que mistura romance, poesia e autobiografia em um estilo barroco e metafórico.
Casado duas vezes e pai de três filhas, ele superou o câncer em três momentos, enquanto continuava escrevendo, em média, quase um romance por ano, mas havia parado de publicar novas obras recentemente.
Segundo um jornalista a quem concedeu uma série de entrevistas, o autor sofreria de uma forma de demência, informação que nunca foi confirmada por seu entorno.
Nascido em 1942 em uma família da alta burguesia de Lisboa, Lobo Antunes descobriu, no início da década de 1970, os horrores da guerra colonial em Angola, para onde foi enviado como médico militar.
Ao retornar a Portugal, trabalhou como psiquiatra em um hospital de Lisboa e conheceu o sucesso com seu segundo romance, “Os cus de Judas” (1979), monólogo de um homem que voltou da guerra.
A partir de 1985, ele passou a se dedicar exclusivamente à literatura.
O universo das suas personagens revela com ironia os conflitos internos de uma sociedade portuguesa marcada por meio século de ditadura e a desilusão que se seguiu à chegada da democracia em 1974, em particular em “Manual dos Inquisidores” (1996).
Autor de quase 30 romances e de várias coletâneas de artigos de imprensa, Lobo Antunes recebeu em 2007 o Prêmio Camões, a mais importante distinção literária da língua portuguesa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Não é só Jordana: relembre momentos em que participantes do BBB pularam sem roupa na piscina


Jordana, do BBB 26, pula na piscina para cumprir promessa
Globo/Reprodução
Ter coragem de ser vigiado 24 horas no Big Brother Brasil não é suficiente. Alguns participantes do reality show vão além, como foi o caso de Jordana, do “BBB 26”. A advogada prometeu que pularia de topless na piscina se conseguisse voltar do paredão.
“Pronto, paguei [a promessa]! Obrigada, Brasil. Eu sempre assisti ao BBB, isso é muito BBB e eu sempre quis fazer isso”, comemorou.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Leia mais: BBB terá ex-participantes e prêmio em dinheiro exposto na sala da casa
‘BBB 26’: Quem são os participantes desta edição
Jordana tem razão: vários participantes já fizeram promessas semelhantes ao longo das edições.
Relembre alguns:
Diana – “BBB 11”
No longínquo “BBB 11”, Diana inaugurou o que se tornaria quase uma tradição no reality show. Depois de voltar de um paredão, ela pulou na piscina sem a parte de cima.
No BBB 11, Diana inaugurou o que se tornaria quase uma tradição no reality show.
Globo/Reprodução
Clara e Vanessa – “BBB 14”
Elas viveram um romance na casa e pagaram uma promessa juntas, com direito a comemoração na piscina que repercutiu entre os fãs.
Clara e Vanessa viveram um romance na casa e pagaram uma promessa juntas
Globo/Reprodução
Amanda – “BBB 15”
Amanda venceu o paredão enfrentando Aline, uma de suas maiores rivais no programa. Paredão vencido, promessa cumprida.
Amanda venceu o paredão enfrentando Aline, uma de suas maiores rivais no programa.
Globo/Reprodução
Gil e Fiuk – “BBB 21”
Gil não fugiu da tradição e falou que iria ficar pelado se conseguisse vencer o paredão com Viih Tube. O economista ainda conseguiu convencer Fiuk a fazer o mesmo.
Fiuk e Gil comemoraram a permanência na casa no BBB 21
Globo
Jessi, Natália e Lina – “BBB 22”
No BBB 22, o pulo na piscina foi em trio. Jessi e Natália estavam com receio de serem eliminadas no paredão contra o Rodrigo Mussi. Fizeram a famosa promessa e cumpriram, ao lado de Lina.
Jessi, Natália e Lina comemoraram pulanda na piscina no BBB 22
Globo/Reprodução
Davi, Matteus, Beatriz, Alane e Isabelle – “BBB 24”
Dessa vez não foi por causa de paredão. Para comemorar 80 dias de permanência na casa, Davi teve a ideia de pular sem roupa na piscina e ainda convenceu Matteus, Beatriz, Alane e Isabelle a fazerem o mesmo.
Davi, Matteus, Beatriz, Alane e Isabelle, do BBB 24, comemoraram os 80 dias do programa
Reprodução/Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘A Noiva!’ reimagina clássico de ‘Frankenstein’ de forma ousada e intensa; g1 já viu


“A Noiva de Frankenstein”, de 1935, sequência do clássico “Frankenstein” (1931), com Boris Karloff, é uma das obras mais cultuadas do gênero de terror e já foi recriada de diferentes formas ao longo dos anos.
Mas provavelmente nenhuma delas foi feita de maneira tão inusitada ou intensa quanto “A Noiva!”, que estreia nos cinemas nesta quinta-feira (5).
A produção busca trazer uma releitura bem radical da história, inserindo questões e reflexões bastante atuais sobre o papel das mulheres na sociedade, além de prestar homenagens ao cinema com citações de obras clássicas de diversos gêneros.
Tudo isso com uma direção afiada e um elenco sensacional, com atores que seguram bem a ousada proposta.
Ambientada na década de 1930, a trama mostra a criatura de Frankenstein (Christian Bale), ou Frank, como gosta de ser chamado, chegando a Chicago para encontrar a Dra. Euphronious (Annette Bening). Ele deseja que a cientista realize o mesmo procedimento que o criou para lhe dar uma companheira, já que ele está cansado de viver sozinho.
Os dois encontram o corpo de uma mulher assassinada e ela ressuscita como “a noiva” (Jessie Buckley, de “Hamnet”).
Assista ao trailer do filme “A Noiva!”
A moça desperta sem se lembrar de quem é, mas logo mostra um temperamento explosivo e inquieto. Ao lado de Frank, ela passa por diversas situações que logo chamam a atenção da polícia e de pessoas que podem estar ligadas ao seu passado.
Enquanto vive um romance intenso ao lado de seu parceiro, ela busca respostas, ao mesmo tempo que inspira outras mulheres a iniciar um movimento para conquistar mais respeito na sociedade.
Poder feminino
“A Noiva!” não é, ao contrário do filme que a inspirou, uma obra de terror. Ela bebe mais em outros gêneros como drama, o thriller policial e até mesmo nos musicais antigos.
O longa tem muita experimentação para um filme produzido por um grande estúdio. Assim, temos cenas em preto e branco misturadas com sequências coloridas, diálogos longos e profundos, uma violência perturbadora e personagens bastante densos.
O mérito de tudo isso é de Maggie Gyllenhaal. Mais conhecida por seus papéis como atriz em filmes como “Batman: O Cavaleiro das Trevas” (2008) e “Coração Louco” (2009), Gyllenhaal estreou na direção com “A Filha Perdida” (2021) e “A Noiva!” é seu segundo trabalho como cineasta.
Ela demonstra firmeza ao dirigir e escrever o roteiro de seu longa, causando impacto não apenas com suas imagens fortes, mas também ao levar o público a refletir sobre como as mulheres são tratadas, seja no passado ou no presente.
A Noiva (Jessie Buckley) aponta uma arma durante uma confusão no filme “A Noiva!”
Divulgação
Um bom exemplo disso é como a protagonista busca encontrar justiça para si mesma e para outras mulheres em diversos momentos do filme.
Ela chega até a citar, no meio de uma cena tensa, o movimento “Me Too”, que surgiu nos Estados Unidos quando estourou o escândalo envolvendo o produtor de cinema Harvey Weinstein, que abusou de diversas atrizes.
Além disso, é interessante como Gyllenhaal trabalha o machismo através da personagem de Penélope Cruz, que vive Myrna Mallow, uma investigadora que fica no encalço do casal principal.
Embora inteligente, Myrna é constantemente ignorada ou rebaixada por outros homens, como seu parceiro, o policial Jake Wiles (Peter Sarsgaard), e tem que mostrar sempre seu valor para ser considerada. Algo que ainda acontece hoje, infelizmente.
Romance monstruoso
Mas “A Noiva!” não é apenas um filme que busca discutir questões femininas. A obra também homenageia produções que marcaram o cinema, como os musicais de Fred Astaire (que inspira o personagem interpretado pelo irmão da diretora, Jake Gyllenhaal), o filme de assalto “Bonnie e Clyde: Uma Rajada de Balas” (1967) e até mesmo “O Jovem Frankenstein” (1974).
A comédia de Mel Brooks, aliás, inspira o momento mais divertido do filme. O espectador mais atento vai perceber as referências.
Christian Bale e Jessie Buckley estrelam o filme ‘A Noiva!’
Divulgação
Outro elemento de destaque no filme é como a diretora conta a história dos protagonistas. Ao contrário de outras versões da criatura de Frankenstein e sua prometida, aqui há uma preocupação em desenvolver a relação dos dois, que começam com certo estranhamento e que vão mudando seus sentimentos à medida que a trama avança.
Assim, o público compra a ideia de que o romance que surge entre eles é verdadeiro.
É nessa parte que se destaca o talento de Christian Bale. O ator, que já tinha contracenado com Gyllenhaal em “Batman: O Cavaleiro das Trevas”, convence como uma criatura que se descobre apaixonado pela sua companheira e disposto a tudo para viver esse amor.
Debaixo de uma pesada e convincente maquiagem, Bale transmite de forma exemplar os sentimentos que vão além do que esperava sentir pela Noiva.
Mas não é só Bale que brilha em termos de atuação no filme. Jessie Buckley, com um visual bastante inusitado, mostra que está numa ótima fase de sua carreira e, após emocionar o mundo como a Agnes Shakespeare de “Hamnet”, impressiona com um papel totalmente inverso.
Ela demonstra ter grande vigor em interpretar não só a personagem-título, como Mary Shelley, que escreveu o livro “Frankenstein”, e que intervém em alguns momentos da história.
Frank (Christian Bale) e A Noiva (Jessie Buckley) dançam numa cena de ‘A Noiva!’
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Buckley também chama a atenção por dar conta de textos bastante longos e densos ditos por sua personagem em várias cenas.
Além de emocionar nas cenas mais emotivas, em especial no terço final do filme. Já Annette Bening e Peter Sarsgaard estão funcionais no seu papéis e Penélope Cruz volta a esbanjar carisma.
Com uma boa fotografia assinada por Lawrence Sher e uma interessante trilha sonora de Hildur Gudnadóttir (ambos de “Coringa”), “A Noiva!” pode até desagradar parte do público porque sua proposta, além de ousada, nem sempre é fácil de compreender.
Mas quem conseguir se envolver com essa experiência pode se sentir recompensado ao final da sessão. Afinal, como diz a própria Mary Shelley numa cena do filme, mais assustadora que uma história de terror pode ser uma história de amor.
Atenção para uma cena que rola durante os créditos. Quem ficar para assistir não vai se arrepender.
Cartela resenha crítica g1
Arte/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz do metal brasileiro, Edu Falaschi encerra em junho trilogia conceitual com álbum solo de atmosfera medieval


Capa do álbum ‘Mi’Raj’, de Edu Falaschi
Arte de Carlos Fibes
♫ NOTÍCIA
♬ Uma das vozes do universo brasileiro do heavy metal, o cantor e compositor paulistano Edu Falaschi encerra em junho, com o lançamento do álbum “Mi’Raj”, a trilogia fictícia e conceitual que move a discografia solo do artista, projetado nos anos 2000 como vocalista da banda Angra, função que exerceu até 2012.
Álbum gravado em estúdio, “Mi’Raj” narra o fim da saga do personagem Jorge em travessia existencial ambientada em 1519 e movimentada por conflitos espirituais do protagonista.
A história de Jorge começou a ser contada por Falaschi há cinco anos no primeiro álbum solo do artista com repertório inédito, “Vera Cruz” (2021) e foi desenvolvida no álbum seguinte, “Eldorado” (2023).
Com capa que expõe arte criada por Carlos Fides, o álbum “Mi’Raj” tem sonoridade influenciada pela atmosfera medieval do capítulo final da saga, com o som do heavy metal temperado com timbres e texturas presentes na música feita no Nordeste do Brasil por influência da cultura ibérica.
Com nove músicas (“Circle of dust”, “Echoes of vows”, “Here I stand”, “On your own”, “Unchained” e “Wrath into the war”, entre outras), o repertório do álbum “Mi’Raj” foi essencialmente composto em inglês, mas inclui “Intuição”, a primeira música inédita em português de Edu Falaschi em 24 anos.
Com coprodução de Thiago Bianchi, Falaschi grava o álbum “Mi’Raj” com banda formada pelos músicos Diogo Magra (guitarra), Fábio Laguna (teclados), Jean Gardinalli ( bateria), Raphael Dafras (baixo) e Victor Franco (guitarra).

Fonte: G1 Entretenimento

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Só quatro países venceram Oscar de melhor filme internacional duas vezes seguidas; Brasil sonha ser 5º


Ítalo Martins, Robério Diógenes, Wagner Moura e Igor de Araújo em cena de ‘O agente secreto’
Divulgação
Não é fácil ganhar o Oscar de melhor filme internacional duas vezes seguidas — como o Brasil deseja tanto fazer caso “O agente secreto” saia vencedor no próximo dia 15, pouco mais de um ano depois da conquista histórica de “Ainda estou aqui”.
Até hoje, apenas quatro países levaram o “bicampeonato” do tipo, pelo menos desde que a categoria virou competitiva, em 1956:
Itália, três vezes: 1956 e 1957 (“A estrada da vida” e “Noites de Cabíria”), 1963 e 1964 (“Oito e meio” e “Ontem, hoje e amanhã”), e 1970 e 1971(“Investigação sobre um cidadão acima de qualquer suspeita” e “O jardim dos Finzi-Contini”)
França, três vezes: 1958 e 1959 (“Meu tio” e “Orfeu negro”), 1972 e 1973 (“O charme discreto da burguesia” e “A noite americana”), e 1977 e 1978 (“Madame Rosa, a vida à sua frente”) e (“Preparem seus lenços”)
Suécia: 1960 e 1961 (“A fonte da donzela” e “Através de um espelho”)
Dinamarca: 1987 e 1988 (“A festa de Babette” e “Pelle, o conquistador”)
De 1947 a 1955, a categoria era considerada um prêmio honorário e não tinha indicados, com vencedores anunciados na festa. O Japão também é bi, com vitórias em 1954 (“O portão do inferno”) e 1955 (“Miyamoto Musashi”), mas apenas nesse período pré-competitivo.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Com isso, se o diretor Kleber Mendonça Filho subir ao palco para receber o Oscar, vai fazer com que o Brasil se torne o primeiro país de fora da Europa a conseguir o recorde desde que a categoria se tornou regular na premiação.
Para isso, precisa superar principalmente um representante do continente. Seu maior concorrente é o norueguês “Valor sentimental”, único outro indicado da categoria a concorrer também a melhor filme junto do brasileiro.
Se a tarefa parece hercúlea, vale um leve conforto estatístico. Tanto Suécia quanto Dinamarca conseguiram suas dobradinhas também na sequência de sua primeira vitória. Ou seja, metade dos países com a marca também tinha acabado de ganhar pela primeira vez — assim como o Brasil, em 2026.
Outros números da categoria
Itália é a maior vencedora da categoria, com 14 estatuetas no total. A França vem logo atrás, com 12. Ambos também têm o maior número de indicações, com 33 e 42 respectivamente.
O terceiro lugar fica com o Japão, com distantes 5 vitórias (3 delas na época honorária).
15 países têm mais de um Oscar na categoria. Outros 12 ganharam apenas uma vez, e o Brasil é um deles.
32 países receberam pelo menos uma indicação, mas nunca ganharam. Desses, Israel é o recordista, com 10 filmes indicados e nenhum vencedor.
Por que Itália e França vencem tanto?
A explicação por trás do sucesso dos dois países envolve tanto a qualidade de suas indústrias cinematográficas quanto um certo ciclo vicioso iniciado lá nos primórdios da categoria.
Claro, ambos os países têm tradição inegável no cinema, e geraram diretores responsáveis por mais de uma vitória (lembrando que, na categoria, quem ganha o prêmio é o país, não o cineasta), como Federico Fellini e René Clément.
Essas conquistas, no entanto, viciaram o olhar de membros da Academia de Hollywood sobre produções italianas e francesas. Não só elas passaram a receber mais atenção dos americanos, mas ajudaram na introdução de membros desses países na organização.
Por décadas, para se tornar membro era necessário que ao menos dois veteranos de um ramo da Academia indicassem um candidato. Ou seja, faz sentido que italianos apadrinhassem italianos, e franceses apoiassem franceses.
“Lembro que, na divulgação ‘Dois papas’, eu estive em um jantar da Academia para os membros italianos. Eu não lembro porque que acabei indo lá, me convidaram e eu fui. Mas, cara, era um salão com umas 350 pessoa. Fizeram show, homenagem, toda aquela mega coisa e eram só os italianos, cara”, afirmou o diretor brasileiro Fernando Meirelles ao g1, em 2025.
“É muita gente, cara. E o Brasil lá nessa época já tinha 20. Como é que a gente vai ganhar prêmio?”
Nos últimos anos, a Academia deu início uma série de medidas para expandir e diversificar seu corpo de membros. Tanto que, das 6 mil pessoas que faziam parte da organização em 2014, hoje o número passa dos 10 mil — e cerca de 30% deles vivem fora dos Estados Unidos.
E o Brasil? Estima-se que hoje sejam cerca de 60 membros brasileiros. A vitória de “Ainda estou aqui” também ajuda nesse número. Afinal, outra iniciativa recente passou a fazer com que indicados fossem considerados automaticamente para entrar na Academia.

Fonte: G1 Entretenimento