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Luciano Huck visita município de águas cristalinas em MS; ‘Bonito é lindo’


Luciano Huck visita Bonito, em MS
O apresentador da TV Globo, Luciano Huck, aproveitou uma pausa nas gravações em Guia Lopes da Laguna para visitar a cidade vizinha e curtir as águas cristalinas da região.
Nas redes sociais, o apresentador brincou ao dizer: “Bonito é lindo”. Veja o vídeo acima.
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Os registros foram feitos nesta terça-feira (3), quando Huck esteve em Mato Grosso do Sul para gravar um quadro do programa “Domingão”.
Ele desembarcou no aeroporto de Bonito e aproveitou o tempo livre antes da gravação para conhecer um ponto turístico da cidade.
Apresentador Luciano Huck em Bonito (MS)
Redes sociais
Sobre a gravação
A visita do apresentador chamou a atenção e movimentou moradores da cidade, que tem pouco mais de 12 mil habitantes.
Nas imagens enviadas ao g1, ele aparece ao lado de uma família. A equipe também é vista durante as gravações.
Luciano Huck em Guia Lopes da Laguna (MS)
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Veja vídeos de Mato Grosso do Sul

Fonte: G1 Entretenimento

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Luiza Possi anuncia conversão à música cristã, mas antes lança o álbum ‘É só o amor’ e faz show ‘de despedida’ do pop


A cantora Luiza Possi anuncia o lançamento do álbum ‘É só o amor’
Reprodução / Instagram Luiza Possi
♫ NOTÍCIA
♬ Convertida à religião evangélica em setembro de 2024, a cantora Luiza Possi vai redirecionar à carreira musical em conformidade com a fé da artista. Em vídeo postado em rede social, Luiza anunciou hoje, 4 de março, a conversão à música cristã.
Antes, contudo, a cantora lançará um último álbum dentro do universo pop, “É só o amor”, cuja promoção será iniciada amanhã, 5 de março, com foco na música “Estou apaixonado”, gravada pela cantora em feat com Péricles.
No embalo do álbum, Luiza também estreará show para se despedir dessa fase pop que durou 25 anos, já que a cantora entrou em cena em 2001.
“Esse álbum encerra um ciclo de 25 anos na minha carreira. Teremos alguns shows de despedida. Após essa agenda, mergulho de cabeça e por inteiro, como sempre fiz, no meu amor a Jesus Cristo, a Deus. E vou cantar, louvar e reverenciar meu mestre e salvador. Temos coisas lindas já em andamento. É um momento de transição”, conceitua a artista.

Fonte: G1 Entretenimento

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Novo julgamento de Harvey Weinstein por estupro começa em abril


Harvey Weinstein em audiência em maio de 2024
Julia Nikhinson / POOL / AFP
O ex-produtor de cinema Harvey Weinstein enfrentará um novo julgamento a partir de 14 de abril, na cidade americana de Nova York, por uma acusação de estupro sobre a qual o júri de 2025 não conseguiu chegar a um veredito unânime, informou seu agente nesta quarta-feira (4).
A tensão entre os membros do júri causada pela acusação de estupro de terceiro grau feita por uma mulher chamada Jessica Mann levou o juiz a anular o processo, para que o caso pudesse ser reexaminado.
Em junho de 2025, um júri declarou Weinstein culpado de agressão sexual contra Miriam Haley e o absolveu da suspeita de agressão sexual contra Kaja Sokola.
Weinstein, 73, cumpre pena de 16 anos de prisão por outro processo na Califórnia, pelo estupro de uma atriz europeia. Seu porta-voz, Juda Engelmayer, ressaltou que, “todas as vezes que os promotores pediram a um júri que condenasse Harvey Weinstein com base precisamente na acusação de Jessica Mann, não conseguiram chegar a um veredito unânime”.
“O Sr. Weinstein sempre afirmou que a relação foi consensual, e esperamos apresentar as provas novamente”, acrescentou Engelmayer.
A condenação de Weinstein pela acusação relacionada a Miriam Haley representou uma vitória para ela, cuja denúncia contribuiu para o veredito inicial de culpabilidade em 2020.
O caso impulsionou o movimento “MeToo”, que denuncia os abusos contra mulheres. O movimento abalou a indústria do cinema e expôs a exploração sistemática de mulheres jovens que desejavam trabalhar no mercado do entretenimento.
Mais de 80 mulheres acusaram Weinstein de má conduta sexual na sequência da reação mundial contra os homens que abusam da sua posição de poder.
A condenação original de Weinstein, em 2020, foi anulada em 2024 por um tribunal de apelações de Nova York, que encontrou irregularidades na forma como as testemunhas foram apresentadas. Um novo julgamento foi ordenado.

Fonte: G1 Entretenimento

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Voz do grupo Premê, Wandi Doratiotto faz ‘passeio paulista’ em álbum autoral


Wandi Doratiotto faz crônica da cidade de São Paulo nas 15 músicas do álbum solo ‘Um passeio paulista’, programado para 27 de março
Tarita de Souza / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Integrante fundamental do Premeditando o Breque, grupo criado em 1976 por estudantes da Universidade de São Paulo e popularmente conhecido como Premê, Wandi Doratiotto lança álbum solo autoral 50 anos após a entrada em cena desse grupo que se tornou referência de humor na Vanguarda Paulista pela irreverência com que abordava gêneros brasileiros como samba e choro com sonoridade experimental.
Aos 72 anos, Wandi Doratiotto apresentará em 27 de março, em edição do selo Borandá, o álbum “Um passeio paulista”, gravado entre março de 2025 e janeiro deste ano de 2026 com produção musical orquestrada por Swami Jr. com Danilo Moraes.
Através de 15 músicas autorais, o cantor, compositor e violonista paulistano – nascido e criado no bairro da Lapa – faz a crônica da cidade de São Paulo (SP), retratando a metrópole com todas as belezas, contradições, graças e tensões sociais.
“Esse disco é a minha prosa com São Paulo, essa cidade de tantas nuances, tantos encantos e ecos de diferentes regiões do país”, situa Wandi Doratiotto.
Ao longo do passeio paulista, o artista se encontra com Arrigo Barnabé, Cida Moreira, Fabiana Cozza, Mario Manga, Marisa Orth e Zeca Baleiro.
Expoente da Vanguarda Paulista, Arrigo Barnabé divide com Wandi o canto de “Idalina”, música também gravada com a adesão vocal de Cida Moreira. Voz já referencial do samba de São Paulo, Fabiana Cozza é a convidada de “Lazinho”. Companheiro de Wandi no Premê, Mario Manga toca guitarra e canta em “Sentido da vida”. Marisa Orth participa das faixas “A humanidade”, “Cinco horas”, “Era uma vez” e “Nóis podia tá roubando”. Já Zeca Baleiro divide a interpretação de “Cachaça” com Wandi Doratiotto.
Capa do álbum ‘Um passeio paulista’, de Wandi Doratiotto
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Harry Styles acerta em disco meio ‘diferentão’ e mostra que ‘sumiço’ faz bem para um popstar


Harry Styles mostra lado mais ‘experimental’ e dançante em disco novo
Título: “Kiss All The Time. Disco, Occasionally”
Artista: Harry Styles
Nota: 8/10
Harry Styles andava sumido, mas está de volta. Ele lança o álbum “Kiss All The Time. Disco, Occasionally” nesta sexta (6) e dá para dizer que o disco é experimental — para os padrões dele, pelo menos.
O ex-One Direction não lançava álbuns solo desde “Harry’s House”, de 2022. Aquela foi uma fase frutífera para ele, mas também um tanto polêmica.
Foi a época do controverso “Não Se Preocupe, Querida”, em que o bafafá dos bastidores foi mais assunto que o próprio filme. Também foi quando ele levou o Grammy de Álbum do Ano, superando o aclamado “Renaissance”, de Beyoncé. E ainda que isso não seja culpa dele necessariamente, o discurso que o cantor fez não ajudou.
Em suma, o clima não estava bom para seguir na ativa. Então, Harry fez uma coisa que todo artista grande devia fazer: deu um respiro na imagem e foi viver a vida.
“Kiss All The Time. Disco, Occasionally” é inspirado por esse tempo em que ele foi mais gente como a gente (ou o mais próximo disso, já que ainda era um ricaço na Europa). Ele foi avistado fazendo maratonas, passeando pelas ruas de Roma e até acompanhando o anúncio do novo Papa em 2025.
Além disso, Harry diz que andou indo muito em shows e baladas, vendo tudo de um lugar que ele nunca esteve: do meio da multidão.
Isso se reflete na produção e na mixagem de “Kissco” (apelido que o álbum ganhou dos fãs porque, convenhamos, que título enorme). Nesse disco, a voz de Harry aparece quase sempre processada, mergulhada em efeitos e dobras, e raramente é a protagonista das músicas. É como se ele estivesse com você no meio da galera, cantando enquanto uma batida eletrônica ecoa no fundo.
Isso já é uma dica de como esse álbum vai por um lado pouco óbvio para Harry. Afinal, ele se fez como cantor de pop rock nostálgico, uma espécie de membro do Fleetwood Mac com roupas estampadas de coração. Mas “Kissco” mostra um lado moderninho do músico, que não ganhou a fama de descolado à toa.
Harry Styles no clipe de ‘Aperture’, lead single de ‘Kiss All The Time. Disco, Occasionally.’
Divulgação/Stella Blackmon
Apesar de ter “disco” no nome, o álbum não segue a modinha disco pop que cansamos de ouvir nos últimos anos. Ele resvala em influências da música disco oitentona, sim, mas as faixas são menos redondinhas que se esperaria.
O conjunto está mais para um dance pop indie, na linha de Metronomy e Bloc Party, digno do line-up do Lollapalooza nos anos 2010.
Em faixas como “Aperture” e “Are You Listening Yet”, não restam dúvidas que Harry andou ouvindo LCD Soundsystem.
Um destaque é “Season 2 Weight Loss”, uma faixa com beat meio desencaixado, em que ele canta quase como se estivesse falando. Essa é a mais “estranha” do disco e, por isso, uma das mais interessantes.
De modo geral, Harry abandona aquela estrutura típica de canção pop com refrão chiclete. Muitas músicas crescem e se revelam aos poucos, com loops, sintetizadores e trechos instrumentais dançantes.
Harry Styles em foto para o disco ‘Kiss All The Time Disco Occasionally’
Divulgação
No meio dos sons eletrônicos, ainda estão os instrumentos orgânicos — dos quais Styles nunca abriu mão — como piano, coros, cordas e uma bateria caprichada.
E linhas de baixo, destaque na funky “Dance No More”. É a música com mais potencial de hit, que bebe da água do lado mais mainstream do Prince. Sem tanto molho, claro, mas não deixa de ser uma ótima música pop.
O que impede esse álbum de ser tudo o que promete são as baladas, especialmente a penúltima faixa, “Paint by Numbers”. É uma música ancorada no violão, até bonita, mas que entra quase repentinamente em um momento-chave do disco. Quebra o clima que vinha sendo construído.
Parece que ele ficou com medo de arriscar demais, o que é uma pena. Se Harry tivesse mergulhado de vez na pista, fosse para curtir ou para chorar, esse seria um excelente álbum.
Mas não deixa de ser um trabalho que traz um frescor à discografia dele. Harry nitidamente ganhou inspiração e fôlego ao fugir um pouco dos holofotes. Afinal, até estrelas pop precisam viver.
E sempre é animador ver um artista desse porte tentar novos caminhos, sem medo de desagradar os fãs das antigas. No fim das contas, é isso que separa os hitmakers de hoje dos popstars que seguem relevantes ao longo do tempo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Premiação de Sindicato dos Atores bagunça corrida ao Oscar e ajuda Wagner Moura, dizem especialistas


As chances de ‘O agente secreto’ no Oscar, segundo especialistas de Hollywood
A vitória de Michael B. Jordan (“Pecadores”) no Actor Awards, premiação do Sindicato dos Atores americano realizada no domingo (1º), bagunçou a corrida ao Oscar 2026 de melhor ator — e isso é uma boa notícia para o brasileiro Wagner Moura (“O agente secreto”).
Para especialistas de Hollywood, que o g1 monitora desde o final de janeiro, o resultado dá um ar de imprevisibilidade a uma disputa que parecia quase definida para Timothée Chalamet (“Marty Supreme”).
Veja nos gráficos abaixo as chances que os representantes brasileiros (o filme “O agente secreto”, o ator Wagner Moura e o diretor de fotografia Adolpho Veloso, de “Sonhos de trem”) têm nas cinco categorias em que foram indicados, de acordo com uma média entre as previsões de cinco veículos especializados em premiações — e como elas variaram desde o começo de 2026.
Eles acertaram 34 de 35 prováveis indicados no final de janeiro. Veja a lista completa de indicações.
A edição deste ano é a mais brasileira de todos os tempos. Afinal, o país bateu o próprio recorde de indicações em um só ano, com cinco no total.
“O agente secreto” conseguiu quatro. A obra de Kleber Mendonça Filho concorre a melhor filme, ator (Wagner Moura), filme internacional e seleção de elenco.
Já o diretor de fotografia brasileiro Adolpho Veloso é um dos favoritos de sua categoria, com seu trabalho no americano “Sonhos de trem”.
As revistas e sites monitorados são:
“Variety”
“The Hollywood Reporter”
Next Best Picture
Gold Derby
Awards Watch
Veja abaixo:

As chances na categoria principal ainda são pequenas, mas, com menos de duas semanas até o Oscar, “O agente secreto” conseguiu subir uma posição e agora está em sexto, empatado com “Sonhos de trem” (que saltou da nona colocação).
No topo da tabela, “Uma batalha após a outra” se segura no primeiro lugar após vencer como produção do ano no prêmio do Sindicato dos Produtores da América, no sábado (28).
A conquista dá um respiro ao filme de Paul Thomas Anderson, que vinha pressionado por “Pecadores”, recordista de maior número de indicações da história do Oscar, que ganhou como o melhor elenco no Actor Awards.

Wagner Moura tem uma posição muito mais confortável que a de Fernanda Torres em 2025.
Para a maioria dos especialistas, Chalamet ainda é o favorito, mas derrotas no Actor e no britânico Bafta (que não foi para nenhum dos indicados ao Oscar. Inclusive, foi para um ator que nunca nem esteve no debate), tiraram o efeito “já ganhou” do jovem.
O maior favorecido, por incrível que pareça, é Moura, que sequer concorria ao Actor. Como o Sindicato dos Atores não indicou nenhum trabalho de um filme “internacional”, entre elas favoritas como Renate Reinsve e Inga Ibsdotter Lilleaas (“Valor sentimental”), muita gente acha que o brasileiro ganha força.
Notável mesmo é a queda de Leonardo DiCaprio, que começou a temporada como o grande favorito e agora é considerado praticamente uma zebra.

Nenhuma mudança desde as indicações, que estabeleceram a categoria de melhor filme internacional como uma corrida de dois cavalos, já que apenas “Valor sentimental” e “O agente secreto” também foram indicados a melhor filme.
Com nove indicações no total, o norueguês continua como favorito,

Outra que parece bem solidificada. É preciso lembrar, no entanto, que essa categoria é inédita e até os próprio especialistas parecem confusos em relação a o que os membros da Academia irão avaliar.

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Junto de melhor filme internacional, fotografia é aquela na qual o Brasil mais tem chances. O trabalho de Adolpho Veloso é muito elogiado pela crítica e ele ainda aparece como favorito da revista “Hollywood Reporter”.
Uma vitória no Bafta, no entanto, levou “Uma batalha após a outra” ao empate com “Pecadores”.
O prêmio do Sindicato dos Diretores de Fotografia, que acontece neste domingo (8), pode esclarecer melhor as chances de cada um — ou então bagunçar tudo de vez.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Lanternas’: Série com heróis da DC ganha 1º trailer após vazamento; ASSISTA

Assista ao trailer de ‘Lanternas’
A série “Lanternas”, baseada nos super-heróis dos quadrinhos da DC, ganhou seu primeiro trailer nesta quarta-feira (4). O vídeo era prometido para esta quinta (5), mas foi divulgado pela Warner após vazamento nas redes sociais. Assista acima.

Fonte: G1 Entretenimento

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Da violência armada ao acesso ao aborto, documentários no Oscar dissecam problemas sociais


Cena do documentário ‘A Vizinha Perfeita’
Divulgação
Da violência armada ao acesso ao aborto,Das tensões raciais ao vazio deixado pelas vítimas de ataques a tiros nas escolas, passando pelo acesso ao aborto e pelos desafios do sistema carcerário, os documentários indicados ao Oscar tocam em temas sensíveis da sociedade americana.
Vários diretores, tanto de longas quanto de curta-metragens, destacaram o poder do audiovisual para abrir o debate, assim como a influência de uma indicação da Academia para dar visibilidade a produções muitas vezes independentes.
“Toda arte é política, e a arte é a vanguarda da revolução”, disse à agência France Presse Geeta Gandbhir O filme, “A Vizinha Perfeita”, disputa o Oscar de melhor documentário de longa-metragem.
O filme, disponível na Netflix, aborda a violência armada e o racismo através de uma disputa em um bairro da Flórida que escala de forma letal.
“As produções indicadas são profundamente políticas. Todas têm algo a dizer sobre assuntos urgentes”, acrescentou. Gandhbhir também está indicada a um Oscar por seu curta documental “O Diabo Não Tem Descanso”.
Oscar 2026: os desafios do Brasil na disputa pela estatueta dourada
Rodado em Atlanta, o filme trata do acesso ao aborto nos Estados Unidos, que ficou sem amparo constitucional após a sentença da Suprema Corte em 2022.
Sua codiretora, Christalyn Hampton, disse que o objetivo foi “humanizar um tema quente”.
O curta tem como protagonista uma mulher religiosa que, encarregada da segurança de uma clínica de saúde reprodutiva, se vê obrigada tanto a proteger as pacientes quanto a enfrentar manifestantes religiosos contrários ao procedimento.
“Sentimos que era uma guinada muito interessante e irônica”, comentou à AFP Hampton, que espera que o filme impulsione as mulheres a defenderem sua saúde para além das pressões políticas.
‘Um assunto humano’
Com uma abordagem mais intimista, o diretor Joshua Seftel e o jornalista Steve Hartman apresentam seu curta documental, “All the Empty Rooms” (Todos os quartos vazios, em tradução livre), que mostra os quartos vazios de crianças e jovens mortos em ataques a tiros em escolas dos Estados Unidos.
“Não é um assunto político, é humano”, disse Seftel à AFP. “Isto é algo em que todos estamos de acordo, todos queremos que nossos filhos estejam seguros na escola”, acrescentou.
Para Hartman, entrar nestes espaços pessoais ajuda a que o país “sinta essa perda” e libere o debate de matizes políticos.
Com uma abordagem similar, Andrew Jarecki e Charlotte Kaufman abriram uma janela ao sistema carcerário dos Estados Unidos em seu filme documental “Alabama: Presos do Sistema”.
“Temos cerca de duas milhões de pessoas encarceradas, portanto é algo que não se pode realmente evitar”, disse Jarecki à agência France Presse.
“Mas as prisões fazem tudo o que podem para manter a imprensa e os cineastas distanciados”, acrescentou.
Para os cineastas, é crucial enfrentar este bloqueio. “Entender e ver o que realmente acontece ali é o primeiro passo para melhorar as coisas”, comentou.
‘Agressões’
O papel do jornalismo e os riscos crescentes que seus profissionais enfrentam são o eixo de “Armed Only with a Camera: The Life and Death of Brent Renaud” (Armado apenas com uma câmera: vida e morte de Brent Renaud, em tradução livre), sobre o repórter americano assassinado em 2022, enquanto cobria a invasão russa da Ucrânia.
“Tristemente, segundo o Comitê para a Proteção dos Jornalistas, este é o período mais mortal de que se tem registro para exercer o jornalismo”, disse seu irmão e diretor, Craig Renaud.
O produtor Juan Arredondo acrescentou que a proposta do projeto foi sensibilizar as audiências sobre os riscos do ofício, não apenas em conflitos armados internacionais.
“Chegamos a uma época em que aquilo que vínhamos cobrindo durante muitos anos no exterior está chegando aos Estados Unidos, e estamos começando a ver mais ataques, detenções e agressões contra jornalistas.”
“Portanto, espero que qualquer pessoa que vir este documentário se dê conta da importância do jornalismo”, acrescentou. A 98ª cerimônia de entrega do Oscar será realizada em 15 de março em Hollywood.

Fonte: G1 Entretenimento

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Gilsons refinam o som, entre a leveza e o lirismo, no segundo álbum de estúdio


O grupo Gilsons alinha dez canções no álbum ‘Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão’
Marina Zabenzi / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão
Artista: Gilsons
Cotação: ★ ★ ★ ★ ★
♬ “A gente quis dar um passo à frente sem perder a nossa gênese”, contextualiza José Gil, produtor musical do segundo álbum de estúdio do trio Gilsons, “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”, posto no mundo às 15h de ontem, 3 de março.
A audição do álbum mostra que a fala de José não soa como mera retórica ou marketing. De fato, é nítida a evolução do grupo formado no Rio de Janeiro (RJ) em 2018 por Francisco Gil, João Gil e José Gil.
A influência natural do som de Gilberto Gil – patriarca da família de origem baiana – é percebida já no violão que insinua o toque de ijexá que conduz “Visão” (Francisco Gil), música que abre o disco, embutindo na letra o verso que intitula o álbum “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”.
É curioso como os Gilsons se conectam bem com o público jovem sem abrir mão das referências da MPB de Gilberto Gil, também perceptíveis em “Semeia” (Gus Levy) e “Zumbido” (João Gil), faixas valorizadas pelos arranjos de sopros orquestrados por Diogo Gomes e Thiago Queiroz, respectivamente.
O trio Gilsons faz feats com Arnaldo Antunes, Caetano Veloso e Julia Mestre no álbum gravado com produção musical de José Gil
Marina Zabenzi / Divulgação
Talvez nem seja exagero apontar uma maturidade precoce dos Gilsons, potencializada pelas dissonâncias que pautaram a vida da família Gil entre este segundo álbum de estúdio e o antecessor “Pra gente acordar” (2022). Entre um e outro disco, o clã enfrentou a doença e a morte de Preta Gil (1974 – 2025) – mãe de Fran, tia de João e irmã de José – em julho do ano passado.
O repertório do álbum inevitavelmente reflete o impacto dessa perda, mas nas letras do que na sonoridade. Tem uma baianidade no balanço de “Desejo” (Francisco Gil, João Gil e José Gil), por exemplo, mas há também uma maior densidade nas letras que contrasta com a frivolidade banal e por vezes vulgar do pop consumido em larga escala pelo público jovem no mainstream musical do Brasil.
As duas faixas adiantadas pelo trio em single editado em 19 de janeiro, “Bem me quer” (Narcizinho Santos e Jocimar Lopes Cunha) e “Minha flor” (João Gil e Arnaldo Antunes), já indicaram que os Gilsons celebram o passado (ainda curto, mas já glorioso diante da grande repercussão do álbum de estreia e da turnê “Pra gente acordar”) enquanto apontam o futuro no álbum “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão”.
“Bem me quer” celebra o passado do grupo com mix de tambores (percutidos por Kainã do Jeje) e beats (gerados pelas programações pilotadas por José Gil).
Canção de tom lírico, “Minha flor” desabrocha rumo ao futuro, quase em feitio de oração, com a letra escrita por Arnaldo Antunes em sincronia com a melodia de João. Ao mesmo tempo, a união das vozes dos Gilsons com as de Caetano Veloso, Moreno Veloso e Tom Veloso (este também no violão) carrega tradições por reunir as famílias Gil e Veloso, afinadas na música e na vida.
João Gil (à esquerda), José Gil (ao centro) e Francisco Gil mostram progresso no segundo álbum de estúdio do trio Gilsons
Marina Zabenzi / Divulgação
O lirismo de “Minha flor” se afina com o tom poético de “Vai chover”, bonita parceria de João Gil com o recorrente Arnaldo Antunes, que faz feat com os Gilsons na faixa.
Já “Beijo na boca” (Fran Gil) injeta leveza e juventude condizentes com a imagem do trio, ecoando a efervescência do som de Carlinhos Brown. A adesão de Iuri Rio Branco na produção da faixa – dividida com José Gil – turbina a porção de eletrônica.
A presença de Julia Mestre como coautora e intérprete convidada de “Nó na cuca” – outra música mais leve, assinada por José Gil e Zé Ibarra com Julia – também reforça o elo do álbum com a história dos Gilsons, até porque Julia é habitual colaboradora do trio.
No arremate do álbum, os tambores introduzem “Se a vida pede”, parceria de José Gil com Sona Jobarteh – cantora, compositora e multi-instrumentista inglesa de ascendência gambiana – que fecha lindamente “Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão” como breve manifesto de aceitação do curso da vida em versos como “Se a vida pede, eu vou tocando / Se o mundo gira, eu vou dançando / … / Na corda do tempo, deslizo sem pressa”.
A vida pediu resiliência a Francisco Gil (baixo, guitarra, violão e voz), João Gil (baixo, guitarra, guitarra baiana, violão e voz) e José Gil (baixo, percussão, programações, violão e voz). O trio encarou o luto e resistiu. A bela resposta ao tempo é este coeso álbum em que os Gilsons, em nítido progresso, refinam o som entre a leveza e o lirismo.
Capa do álbum ‘Eu vejo luz em maior proporção do que eu vejo a escuridão’, do grupo Gilsons
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Annabel Schofield, atriz e modelo dos anos 80, morre aos 62 anos


Annabel Schofield, atriz e modelo dos anos 80, morre aos 62 anos
Reprodução/Instagram/Divulgação
Annabel Schofield, modelo que ganhou destaque nos anos 80, morreu aos 62 anos após ser diagnosticada com câncer no cérebro, segundo informações da revista “People”.
Schofield começou sua carreira como modelo em Londres, na década de 1980, e estampou capas de revistas como a Vogue alemã e italiana. Paralelamente à carreira na moda, ela passou a se dedicar à interpretação. A atriz viveu a personagem Laurel Ellis ao lado de Larry Hagman na popular novela americana “Dallas”.
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O pai da atriz, John D. Schofield, era executivo de produção e trabalhou em diversos filmes, incluindo “Jerry Maguire” e “Melhor é Impossível”. Annabel também atuou nos bastidores de produções como “Os Irmãos Grimm”, “Doom: A Porta do Inferno” e “Cidade das Sombras”.
Nas redes sociais, ela chegou a organizar uma vaquinha virtual para ajudar nos custos médicos. “Estou realmente cansada de pedir ajuda, mas não tenho escolha até poder voltar a trabalhar. Muito amor a todos que ajudaram até agora”, escreveu.

Fonte: G1 Entretenimento