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Objetos de ‘Tubarão’, ‘Exterminador do Futuro’ e ‘Star Wars’ irão a leilão nos EUA


“Cabeça Iluminada do C-3PO” do filme “Star Wars: O Império Contra-Ataca” de 1980 está entre os itens que serão leiloados
HENRY NICHOLLS / AFP
Um arpão de “Tubarão”, uma jaqueta de “Exterminador do Futuro” e peças icônicas da saga “Star Wars” estão entre os mais de 1.500 objetos do cinema e da televisão que serão leiloados no fim de março em Los Angeles.
Os lotes, que também incluem o Mapa do Maroto dos filmes de “Harry Potter”, têm um valor estimado conjunto de 9 milhões de dólares (R$ 46,5 milhões, na cotação atual), segundo a Propstore, a casa de leilões que organiza a venda.
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A coleção irá a leilão durante três dias a partir de 25 de março, com lances presenciais apenas no primeiro dia no Petersen Automotive Museum de Los Angeles. Uma seleção dos artigos será exibida em 11 de março no hotel The Maybourne Beverly Hills.
Mapa do Maroto dos filmes de “Harry Potter” está entre os itens que serão leiloados
HENRY NICHOLLS / AFP
Entre os objetos principais está a cabeça do droide C-3PO usada por Anthony Daniels em “O Império Contra-Ataca” (1980), com preço estimado entre 350 mil e 700 mil dólares. O objeto conserva sua fiação original e uma antena frontal incomum.
Também irá a leilão o cabo do sabre de luz associado a Luke Skywalker (Mark Hamill) e Rey (Daisy Ridley) em “O Despertar da Força” (2015), avaliado em até 100.000 dólares.
Do clássico “Tubarão” (1975), o arpão empunhado por Quint (Robert Shaw) e Matt Hooper (Richard Dreyfuss) poderia alcançar os 500 mil dólares. O item é oferecido juntamente com a vara e o molinete de Quint, avaliados em 150 mil dólares.
Outra peça de destaque é a jaqueta do androide T-800 (Arnold Schwarzenegger) em “O Exterminador do Futuro” (1984), com sangue cenográfico e falsos impactos de bala, avaliada entre 75 mil e 150 mil dólares.
A venda também inclui peças de “Gladiador” (2000), entre elas o capacete e a máscara de Maximus (Russell Crowe), que poderiam chegar a 250.000 dólares. O Mapa do Maroto da saga “Harry Potter” completa a lista de objetos de maior destaque, com valor estimado de até 80 mil dólares.
Segundo a Propstore, a participação internacional, cada vez mais ativa on-line, está ampliando o mercado global de colecionadores.

Fonte: G1 Entretenimento

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Filha do ator Martin Short é encontrada morta aos 42 anos


Martin Short, indicado a melhor ator de comédia, chega ao Emmy 2024
Richard Shotwell/Invision/AP
A filha do ator Martin Short, Katherine Short, foi encontrada morta em sua casa em Los Angeles na última segunda-feira (23). A informação foi confirmada à revista “People” pela família da mulher.
“A família Short está devastada por esta perda e pede privacidade neste momento. Katherine era amada por todos e será lembrada pela luz e alegria que trouxe ao mundo”, disse a família à revista.
Katherine era formada em psicologia pela Universidade de Nova York e prestava serviços de extensão comunitária, grupos de apoio familiar, apoio entre pares e psicoterapia.
Ela era a mais velha de três irmãos, todos adotados por Martin e sua falecida esposa, Nancy Dolman. Seu pai é conhecido pelas atuações em séries como “Only Murders in the Building” e o filme “O Pai da Noiva”.
O Departamento de Polícia da cidade investiga se morte foi suicídio.
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Fonte: G1 Entretenimento

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IApalooza: Músicas de IA hitam e facilitam fraude que prejudica pagamento a artistas reais


Músicos de IA viram febre no streaming e preocupam setor
Parece a descrição de um episódio de “Black Mirror”, série distópica britânica. Mas é a realidade mesmo — e ela cresce cada vez mais. Canções, bandas e artistas gerados por inteligência artificial viraram uma epidemia nos streamings de música.
Já daria até para criar festivais com lineup todo dedicado a essa onda — veja abaixo um cartaz hipotético, imaginado pelo g1 com base nos hits de IA nas plataformas.
IA palooza, lineup de festival hipotético imaginado pelo g1 com base em hits de IA
Kayan Albertin/g1
Para você ter ideia, em um único dia, a Deezer recebe mais de 60 mil faixas totalmente geradas por IA, o que representa mais de 39% do que chega ali diariamente. Em 2025, a plataforma detectou mais de 13,4 milhões de canções do tipo. Mas esses não são os únicos dados que chamam a atenção.
Cerca de 85% dos streams dessas faixas foram classificados pela Deezer como fraudulentos. Ou seja, a maioria dos plays não é orgânica. Em vez disso, vêm de robôs ou exércitos de falsos ouvintes, que inflam os números reais. O problema é que esse tipo de audição é irregular, já que burla regras do pagamento de royalties.
A Deezer diz que, quando detecta fraude de streams, deixa de remunerar os autores das faixas. Já o Spotify nem revela quantas canções de IA chegam ali diariamente, nem quantos desses streams são fraudulentos. Ainda assim, diz ter banido mais de 75 milhões de músicas de spam entre setembro de 2024 e setembro de 2025 — período em que, como lembra a plataforma, houve uma “explosão das ferramentas de IA generativa”.
IA na hora de burlar
Fraudes como essas não são novidades no streaming. Mas agora, com a popularização da IA, elas podem rolar de maneiras mais rápidas e de fácil acesso. Nas redes, tem até gente vendendo curso sobre como lucrar desse jeito.
“Com a inteligência artificial, em questão de segundos conseguimos criar músicas incríveis e, com a estratégia certa, podemos monetizar e receber em dólares todos os meses”, diz um brasileiro no Instagram, ao divulgar um curso.
“Eu gerei essa música completa em menos de 30 segundos. Ela [a IA] criou tudo: letra, voz e instrumental”, diz ele, em outro story. “Olha, sendo bem sincero pra vocês: essa é a forma mais simples pra você construir uma fonte de renda na internet.”
Ao contrário do que sugere a promessa do vendedor, ganhar dinheiro por simplesmente colocar uma música nas plataformas não é algo tão simples. Ou pelo menos, não se a pessoa cumprir as regras.
Clipe de IA de ‘Sina de Ofélia’ no YouTube
Reprodução/YouTube
Para uma música ser monetizada, as plataformas estipulam critérios como quantidade mínima de streams e tempo ouvido por usuário — os números mudam conforme o streaming.
Nenhuma plataforma proíbe o uso de IA. Todas permitem a distribuição de músicas geradas (parcial ou totalmente) por inteligência artificial. A grande questão, no entanto, é como isso tem rolado.
Como relata o próprio Spotify, “táticas de spam – como envios em massa, duplicações, truques de SEO, abuso de faixas artificialmente curtas e outros tipos de conteúdo de baixa qualidade — ficaram mais fáceis de explorar conforme as ferramentas de IA permitem a qualquer um gerar grandes volumes de músicas”.
Além de ser irregular, a fraude de streams afeta diretamente os artistas profissionais. Isso porque a distribuição por royalties funciona como a divisão de um bolo: se aumentam os streams — inclusive os falsos —, o bolo é dividido em mais fatias.
Ou seja, se tem gente lucrando com plays de forma irregular, então, tem também artista profissional ganhando menos dinheiro do que deveria.
IA na hora de cortar o bolo
Xenia Monet, Breaking Rust e Blow Records (artistas e selo de IA)
Reprodução
Diante da onda de músicas e artistas de IA, as empresas de streaming têm sido cobradas para adotar novas medidas de análise, combate e punição a fraudes.
O Spotify, por exemplo, promete lançar em breve um filtro capaz de identificar e rotular esse tipo de faixa, assim como impedir sua plataforma de recomendá-la em playlists. “Queremos ter cuidado para não penalizar injustamente artistas legítimos, por isso o sistema será implementado de forma gradual”, diz a empresa, em nota.
Em janeiro, a Deezer anunciou novas medidas e passou a vender sua ferramenta de detecção de IA. “Sabemos que a maioria das músicas geradas por IA são publicadas na Deezer com o objetivo de cometer fraudes”, afirma Alexis Lanternier, CEO da Deezer, em nota recém-divulgada.
“Detectamos e marcamos como ‘músicas geradas por IA’ e as removemos das recomendações algorítmicas, para que nossos usuários tenham uma escolha clara sobre o que ouvir, ao mesmo tempo que dificultamos a manipulação do sistema por fraudadores.”
IA no palco
A Deezer é a única plataforma a etiquetar explicitamente as músicas geradas por IA. Esse tipo de transparência virou um debate recorrente entre gravadoras, distribuidoras, plataformas e profissionais da indústria.
E como mostramos, não são “somente” canções que estão no jogo — a quantidade de artistas e bandas criados por IA já é grande o suficiente até para a curadoria de um “IA Palooza”.
Vale dizer que isso não é necessariamente visto como problema — a expectativa no setor é de que a IA se torne cada vez mais parte do processo criativo.
No Brasil, a IA está por trás de hits que nascem como memes e, depois, vão para as pistas. Sucesso do fim do ano passado, “Sina de Ofélia” tem várias versões. A faixa é uma releitura não autorizada de “The Fate Of Ophelia”, da Taylor Swift, e sua versão mais famosa é cantada por Luísa Sonza e Dilsinho — ou melhor, por cópias de seus vocais, já que nenhum deles gravou a música.
Tocanna
Reprodução/Instagram
Já a Blow Records é um selo criado por Raul Vinicius, de 22 anos. O produtor emplacou trends ao lançar versões retrô de funks eróticos como “Predador de Perereca”, “Chupa *o*ota”, “Popotão Grandão”.
Outro sucesso criado por IA, “São Paulo” virou meme pela letra, que tira sarro da capital paulista. A música também é uma versão não autorizada (de “Empire State of Mind”, do Jay Z e Alicia Keys). Quem canta é Tocanna, uma tucana humanizada — ou humana “tucanizada”, se você preferir.
A lista continua. Dá ainda para citar as bandas The Velvet Sundown e Breaking Rust, ou cantoras tipo Xania Monet, que só existem em formato de pixel, mas mesmo assim alcançam posições de destaque em rankings de audiência como Spotify e Billboard.
IA no ouvido de carne e osso
Casos como esses, no entanto, ainda são exceção. A maioria dos artistas gerados por IA não chega a hitar. A Deezer aponta que streams em faixas de IA representam apenas de 1% e 3% do total da plataforma.
Muita gente torce o nariz para esse tipo de música. Publicada no fim de 2025, uma pesquisa da revista americana “The Hollywood Reporter” mostra que 52% dos americanos não teriam vontade de ouvir uma canção do artista favorito se soubessem que ela foi produzida com ajuda de IA (32% têm interesse e 15% não sabem responder).
Ironicamente, um estudo da Reuters mostra que a maior parte das pessoas é incapaz de diferenciar uma música composta por gente de carne e osso de uma criada por IA.
É um dado mais bizarro do que o outro. Puro suco de distopia.

Fonte: G1 Entretenimento

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AC/DC: Angus Young e Brian Johnson desafiam tempo e idade em retorno ao Brasil após 16 anos


Brian Johnson e Angus Young em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
Para as cerca de 70 mil pessoas que aguardaram mais de 16 anos para lotar o show de retorno do AC/DC ao Brasil, nesta terça-feira (24), a espera valeu a espera.
Mesmo com apenas dois dos membros da formação clássica, a primeira das três apresentações no país até o próximo dia 4 de março não deixou dúvidas aos fãs no MorumBIS de que esta é uma das maiores bandas do gênero em atividade.
Comandado pela guitarra ainda energética de um Angus Young agora com 70 anos, o grupo formado em 1973 elencou clássicos desde os primeiros minutos, pirotecnias e os famosos pulinhos, paletó (hoje verde, com direito a boné verde e amarelo) e bermudinha de seu líder.
A seu lado, o vocalista Brian Johnson provou que ainda segura os refrões estridentes mesmo aos 78 anos. Recuperado de um problema de audição que o afastou da banda por um tempo, em que Axl Rose assumiu o cargo, ele compensou a perda de potência vocal com uma alegria genuína de quem ama estar no palco.
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Para se apresentar para um público cuja maioria com certeza tinha idade suficiente para ter assistido ao show único de 2009 no mesmo estádio, a dupla contou com três “novidades”.
Além de Stevie Young, que assumiu a guitarra de Malcolm Young (1953-2017) quando o tio se aposentou da banda em 2014, o baixista Chris Chaney e o baterista Matt Laug assumiram os lugares dos aposentados Cliff Williams e Phil Rudd.
Pouca gracinha e muitos hits
Apesar de batizar a turnê de “Power up”, nome do disco mais recente de 2020, apenas duas músicas do álbum fizeram parte do setlist.
Com isso, pauladas como “Back in black” – da obra de mesmo nome, segundo disco mais vendido da história – deram as caras logo cedo.
Para ser mais específico, o grande sucesso apareceu quase colado com a música de abertura, “If you want blood (you got it)”.
Nos primeiros versos, já ficou claro que, se a voz de Johnson já não era mais a mesma, os fãs se encarregariam de cantar o tempo inteiro juntos.
Entre as duas, o cantor encontrou tempo para uma das poucas interações com o público, já que o AC/DC não é muito afeito a essas coisas.
“Gracias”, disse o vocalista, meio confuso com o começo de sua primeira apresentação na perna da turnê pela América Latina.
Angus Young em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
O paletó se foi pouco depois, para as pancadas de “Thunderstruck” – em meio a gritos de “olê olê olê. AC. DC” da plateia. Em resposta ao riff e ao coro clássico, os fãs pulavam como se tivessem sido atingidos pelo trovão do clássico.
O badalar dos sinos, que já sinalizou uma interação direta do vocalista com o sino gigante que descia sobre o palco, hoje foi apenas um aviso de “Hell’s bells” – mais um ritual antigo da banda, atualizado para dias menos jovens.
No fim, o sorriso sincero de Johnson compensou a falta de malabarismos de alguém que já se pendurou no acessório.
Não que tenha feito muita falta. Para um show recheado com os hits de mais de cinco décadas de carreira, a maior reação do público vinha com os pulinhos de Angus. Em certo momento, alguém mostrava para uma companheira incrédula que aquele senhor de cabeleira branca tinha 70 anos.
Já sem o paletó, o guitarrista apareceu no palco, com fogo ao fundo, de chifrinhos na cabeça para “Highway to hell”. Em “Sin City”, lá se foi a gravata do homem, usada como arco para tocar a guitarra.
Matt Laug, Brian Johnson, Angus Young e Chris Chaney em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
Canhões e reverência
Quando a energia de uma plateia já de certa idade ameaçava cair, a sequência de “Jailbreak” e “Dirty deeds done dirt cheap” trouxe todo mundo de volta – graças, em grande parte, à força da bateria de Laug. Um monstro.
Em “Whole lotta Rosie”, outra adaptação do ritual viu a boneca clássica que era enchida no palco ser substituída por uma versão virtual, apenas nos telões.
As diversas rodinhas na plateia nem perceberam a substituição. De certa forma, era difícil não reconhecer a beleza em um monte de marmanjo, que pouco antes se empurrava e se chutava durante “Let there be rock”, abrir espaço para um garotinho e jogá-lo para cima – para aplausos gerais.
O solo de mais de dez minutos de Angus, com direito a subida em plataforma elevada e passeio pela sacada do palco, quase calou os fãs. O silêncio como reverência a um dos maiores que já existiram ainda com total controle de seus dons.
Depois de outra paulada com “T.N.T.”, o adeus aconteceu como tem acontecido invariavelmente desde 1982, com os canhões – sério, tinham canhões no palco – de “For those about to rock (we salute you)”.
Não deixa de ser irônico que o provável adeus nesta última passagem pelo Brasil tenha sido uma saudação àqueles que, como diz a letra, estavam prestes a “fazer o rock”.
Mas, para quem esteve no estádio, rock não precisa fazer sentido. Aí estão Angus e Johnson, com seus mais de 70 anos, para provar isso.
Angus Young em show do AC/DC, em São Paulo, em 2026
MRossi/Live Nation Brasil
O setlist
‘If You Want Blood (You’ve Got It)’
‘Back in Black’
‘Demon Fire’
‘Shot Down in Flames’
‘Thunderstruck’
‘Have a Drink on Me’
‘Hells Bells’
‘Shot in the Dark’
‘Stiff Upper Lip’
‘Highway to Hell’
‘Shoot to Thrill’
‘Sin City’
‘Jailbreak’
‘Dirty Deeds Done Dirt Cheap’
‘High Voltage’
‘Riff Raff’
‘You Shook Me All Night Long’
‘Whole Lotta Rosie’
‘Let There Be Rock’
Bis:
‘T.N.T.’
‘For Those About to Rock (We Salute You)’

Fonte: G1 Entretenimento

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Maxiane é eliminada do ‘BBB 26’ com 63,21% da média dos votos


Maxiane é eliminada do ‘BBB 26’
Reprodução
Maxiane foi eliminada do “BBB 26”, nesta terça-feira (24). A sister deixou o reality com 63,21% da média dos votos para sair. Ela disputava o paredão com Chaiany e Milena, que ficaram com 0,68% e 36,11% da média, respectivamente.
Confira, abaixo, todos os percentuais da votação do BBB 26:
Maxiane
Média: 63,21%
Voto Único: 66,20%
Voto Torcida: 56,20%
Milena
Média: 36,11%
Voto Único: 32,98%
Voto Torcida: 43,43%
Chaiany
Média: 0,68%
Voto Único: 0,82%
Voto Torcida: 0,37%
Christiane Torloni vira uma das mais faladas do BBB 26… sem nunca ter entrado

Fonte: G1 Entretenimento

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Pianista Amilton Godoy e gaitista Gabriel Grossi expõem herança de Villa-Lobos em álbum com músicas de Tom Jobim, Guinga, Johnny Alf e Egberto Gismonti


O pianista Amilton Godoy (à esquerda) e o gaitista Gabriel Grossi lançam o álbum ‘Os filhos de Villa’ em 5 de março
Babi Lorencini / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pianista fundador do Zimbo Trio, um dos grupos referenciais da era áurea do samba-jazz na década de 1960, Amilton Godoy faz 85 anos na próxima segunda-feira, 2 de março. A celebração acontece três dias depois com a edição em 5 de março do álbum “Os filhos de Villa”, produzido, arranjado e assinado por Godoy com o gaitista Gabriel Grossi.
Ao longo de nove faixas instrumentais, Godoy e Grossi celebram a herança e o legado de Heitor Villa-Lobos (1887 – 1959), tocando temas de compositores influenciados pela música deste compositor e maestro carioca que se tornou o nome mais importante da música erudita brasileira no século XX.
Entre temas autorais dos próprios Amilton Godoy (“Choro”) e Gabriel Grossi (“De coração”), os músicos transitam no álbum por temas de autoproclamados herdeiros musicais de Villa-Lobos como Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) – de quem tocam “Garota de Ipanema” (1962) e “Chovendo na roseira” (1973) – e Guinga (“Choro pro Zé”, de 1993).
Os músicos também abordam músicas de Egberto Gismonti (“Loro”) e do violonista Paulinho Nogueira (1929 – 2003), de cuja obra Godoy e Grossi recriam “Bachianinha nº 1” (1965).
Com capa que expõe arte dos designers Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara, do Tranquilo Studio, o álbum “Os filhos de Villa” chega ao mercado em edição digital e no formato físico de LP.
Capa do álbum ‘Os filhos de Villa’, de Amilton Godoy e Gabriel Grossi
Arte de Rodrigo Sommer e Priscila Tâmara

Fonte: G1 Entretenimento

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Coala Portugal erra ao fazer o público supor que o show de Caetano Veloso no festival substitui o de Maria Bethânia


Maria Bethânia não vai mais se apresentar na primeira edição do Coala em Portugal enquanto Caetano Veloso é anunciado no line up do festival
Fernando Young / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ A organização do Coala Festival Portugal cometeu um erro (em tese involuntário) ao fazer o público supor que o show de Caetano Veloso no evento – anunciado ontem, 23 de fevereiro, nas redes sociais do festival – foi pautado em substituição à apresentação de Maria Bethânia. A cantora não irá mais se apresentar na primeira edição lusitana do festival, programado para 30 e 31 de maio, no Hipódromo de Cascais, município da região metropolitana de Lisboa.
Como o anúncio do cancelamento do show de Bethânia foi feito momentos antes do anúncio da apresentação de Caetano, ficou-se com a impressão de que a presença do cantor no Coala português foi uma forma de compensar o público do festival pela ausência de Bethânia. E, tudo indica, uma coisa parece nada ter a ver com a outra.
Justiça seja feita: ao anunciar Caetano no line up do festival, o Coala em nenhum momento disse que o cantor ocuparia o lugar de Bethânia, mas, como os dois comunicados foram feitos em curto intervalo de tempo, o fato é que uma coisa pareceu ligada à outra.
De toda forma, a presença de Maria Bethânia no Coala Festival Portugal – confirmada em janeiro – soou estranha desde o início para quem vinha acompanhando a agenda da cantora. Afinal, a artista encerrou a turnê do show “60 anos de carreira” em janeiro, no Rio de Janeiro (RJ), com a gravação ao vivo do espetáculo em duas apresentações na casa Vivo Rio em 17 e 18 de janeiro.
Como (por ora) não há previsão de mais datas do show, uma apresentação avulsa de Bethânia em maio demandaria muito trabalho, ainda mais sendo realizada fora do Brasil. Sob tal prisma, o cancelamento do show da cantora faz todo sentido.
O erro do Coala Festival Portugal foi anunciar o show de Caetano Veloso na sequência quase imediata do comunicado do cancelamento da apresentação de Maria Bethânia…

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Pânico 7’ celebra os 30 anos de uma das sagas de terror mais lucrativas do cinema


Cena do filme ‘Pânico 7’
Divulgação
O sétimo filme de “Pânico”, uma das sagas de terror mais lucrativas do cinema, chega esta semana aos cinemas em uma sequência que busca retornar às origens desta história de culto que revitalizou o gênero em meados dos anos 1990.
Kevin Williamson, roteirista dos primeiros filmes, assumiu a direção desta vez, e a canadense Neve Campbell, intérprete de Sidney Prescott, personagem mítica que tinha desaparecido no sexto filme, volta às telas.
Veja cinco coisas que você precisa saber sobre “Pânico 7”, que estreia nos cinemas brasileiros nesta quinta-feira (26).
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Uma saga que revolucionou o gênero
Quando o primeiro “Pânico” estreou em 1996, já há três décadas, o cinema do gênero praticamente havia desaparecido das telas. A onda de filmes de terror dos anos 1970 e 1980, com títulos como “Halloween” ou “Sexta-feira 13”, começava a ficar distante.
Na época, “eu só tentava escrever um roteiro para que Hollywood prestasse atenção em mim”, lembra Williamson em uma entrevista à agência France Presse.
Neve Campbell em ‘Pânico 7’
Divulgação
Começou a escrever “Pânico” inspirado em uma história real — a de Danny Rolling, um serial killer que, durante um verão, aterrorizou uma pequena cidade da Flórida ao assassinar cinco estudantes.
O roteiro caiu nas mãos do conhecido cineasta Wes Craven (“Viagem Maldita”, “A Hora do Pesadelo”), que aceitou dirigir o filme. Antes de falecer em 2015, conseguiu rodar as três continuações.
Volta às origens
Com o falecimento de Wes Craven, “me despedi mais ou menos da saga”, lembra Williamson, roteirista dos quatro primeiros filmes.
Em “Pânico 5” e “Pânico 6”, lançados respectivamente em 2022 e 2023, Williamson assumiu o papel de produtor executivo, mais de dez anos após “Pânico 4” (2011), que foi um fracasso comercial.
Para “Pânico 7”, Williamson aceitou ficar atrás das câmeras pela primeira vez porque “a Neve [Campbell] me pediu”, assegura.
Campbell, que interpreta Sidney Prescott, volta à saga depois de ter recusado participar de “Pânico 6” por não ser remunerada de “forma correspondente” ao valor que trouxe aos filmes anteriores, criticando o fato de que seu salário teria sido mais alto se fosse homem.
Sidney Prescott, personagem principal do primeiro filme, que se tornou um ícone nas continuações, é mãe neste último longa. “Queríamos contar uma história sobre uma mãe e sua filha, como elas se afastam e como voltam a se reconectar e combater Ghostface”, explica Williamson.
Polêmica sobre a guerra em Gaza
Após a morte de Craven, os diretores Matt Bettinelli-Olpin e Tyler Gillett introduziram novos personagens.
Sam, interpretada pela mexicana Melissa Barrera, e sua irmã Tara, vivida pela estrela da série “Wandinha”, Jenna Ortega, foram as protagonistas de “Pânico” 5 e 6.
Mas a produtora Spyglass afastou Barrera em novembro de 2023, após ela publicar uma mensagem nas redes sociais denunciando uma “limpeza étnica” em Gaza. Ortega seguiu o mesmo caminho, se recusando a voltar em “Pânico 7”.
Uma obra de culto
“Pânico” pertence ao subgênero do cinema de terror conhecido como “slasher”: apresenta um psicopata (Ghostface em “Pânico”) que assassina um grupo de jovens, um após o outro, com extrema brutalidade.
O filme brinca com as regras do gênero, as altera e recorre a toques cômicos, sem deixar de lado o terror puro.
A cena do primeiro “Pânico” com Drew Barrymore, que morre aos 12 minutos iniciais do filme, é considerada uma das melhores sequências de abertura da história do cinema de terror.
Uma história muito lucrativa
“Pânico” arrecadou 910 milhões de dólares (cerca de 4,7 bilhões de reais) nas bilheterias mundiais desde sua criação em 1996. Isto coloca a saga entre as mais lucrativas do gênero, atrás de “Invocação do Mal”, “Jogos Mortais” ou da adaptação do romance de Stephen King “It”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Lollapalooza 2026 anuncia horários com Sabrina Carpenter, Chappell Roan e Tyler the Creator fechando


Lollapalooza 2026 tem Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Tyler the Creator e Lorde entre headliners
Reprodução
O Lollapalooza Brasil anunciou, nesta terça-feira (24), os horários dos shows do festival na edição de 2026. Sabrina Carpenter, Tyler the Creator, Lorde, Chappell Roan, Deftones e Skrillex estão entre os headliners do evento que acontece em São Paulo. O festival também conta com Doechii, Lewis Capaldi e Turnstile entre os principais nomes.
O Lollapalooza Brasil 2026 definiu os horários das atrações para os três dias de festival no Autódromo de Interlagos, em São Paulo. A programação conta com nomes como Sabrina Carpenter, Tyler, The Creator, Chappell Roan e Deftones espalhados por quatro palcos principais. Os ingressos custam a partir de 546,50 (veja valores e como comprar no fim do texto).
Veja a programação completa do Lollapalooza:
sexta-feira, 20 de março
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Stefanie
14h45 – 15h45: Negra Li
16h55 – 17h55: Blood Orange
19h05 – 20h05: Doechii
21h30 – 23h00: Sabrina Carpenter
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Atração selecionada pela 89 FM
13h40 – 14h40: Terraplana
15h50 – 16h50: Viagra Boys
18h00 – 19h00: Interpol
20h10 – 21h25: Deftones
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Worst
14h45 – 15h45: Scalene
16h55 – 17h55: Ruel
19h05 – 20h05: Men I Trust
21h30 – 22h30: Edson Gomes
PALCO PERRY’S
12h00 – 13h00: Camila Jun
13h00 – 14h00: Bruna Strait
14h15 – 15h15: Atkۆ
15h30 – 16h30: Aline Rocha
16h45 – 17h45: Horsegirl
18h00 – 19h00: DJ Diesel (Shaq)
19h15 – 20h15: Bunt.
20h30 – 21h45: Ben Böhmer
22h15 – 23h30: Kygo
sábado, 21 de março
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Jadsa
14h45 – 15h45: Agnes Nunes
16h55 – 17h55: Marina
19h05 – 20h05: Lewis Capaldi
21h30 – 23h00: Chappell Roan
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Hurricanes
13h40 – 14h40: Varanda
15h50 – 16h50: Foto em Grupo
18h00 – 19h00: Cypress Hill
20h10 – 21h25: Skrillex
PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Artur Menezes
14h45 – 15h45: Cidade Dormitório
16h55 – 17h55: The Warning
19h05 – 20h05: TV Girl
21h30 – 22h30: Riize
PALCO PERRY’S
12h00 – 12h45: Blackat
13h00 – 13h45: Marcelin o Brabo
14h15 – 15h15: Crizin da Z.O.
15h30 – 16h30: Febre90s
16h45 – 17h45: N.I.N.A
18h00 – 19h00: Hamdi
19h15 – 20h15: 2hollis + Rommulas
20h30 – 21h30: Mu540
22h00 – 23h30: Brutalismus 3000
domingo, 22 de março
PALCO BUDWEISER
12h45 – 13h40: Papisa
14h45 – 15h45: Mundo Livre S/A
16h55 – 17h55: Djo
19h05 – 20h05: Turnstile
21h30 – 22h45: Tyler, The Creator
PALCO SAMSUNG GALAXY
12h00 – 12h45: Jonabug
13h40 – 14h40: Nina Maia
15h50 – 16h50: Royel Otis
18h00 – 19h00: Addison Rae
20h10 – 21h25: Lorde

PALCO FLYING FISH
12h45 – 13h40: Papangu
14h45 – 15h45: Oruã
16h55 – 17h55: Balu Brigada
19h05 – 20h05: FBC
21h30 – 22h30: Katseye
PALCO PERRY’S
12h00 – 12h45: Flávia Durante
13h00 – 13h45: Entropia
14h00 – 14h45: Analu
15h15 – 16h15: Alírio
16h30 – 17h30: Idlibra
17h45 – 18h45: Zopelar
19h00 – 20h00: RōZ
20h15 – 21h30: ¥0u$uk€ ¥uk1mat$u
21h45 – 23h15: Peggy Gou
A programação do Lollapalooza 2026 tem:
Cantoras pop ‘do momento’ como Sabrina Carpenter, Chappell Roan, Addison Rae, Lorde e o girl group Katyseye
Nomes do rap bem-avaliados como Tyler, The Creator, Cypress Hill, Doechii e N.I.N.A.
Bandas com som mais pesado como Deftones, Turnstile e The Warning
Artistas brasileiros consagrados como Mundo Livre S/A (mangue beat) e Edson Gomes (reggae)
DJs de vertentes variadas da eletrônica como Skrillex, Kygo e Peggy Gou
Atrações para fãs de misturas alternativas como Djo, d4vd, FBC, Men I Trust e Varanda
Velhos conhecidos de festivais brasileiros, com shows aprovados como Interpol, Marina e Scalene
Nomes meio aleatórios como Lewis Capaldi (famoso por baladas radiofônicas), o DJ Diesel (Shaquille O’Neal, um dos maiores jogadores de basquete da história) e a HorsegiirL (DJ que toca com máscara de cavalo)
Headliners em alta e estreias
O line-up desta edição tem 71 artistas, sendo 17 estreantes no país, 38 nacionais e 33 atrações internacionais. O evento é nos dias 20, 21 e 22 de março, no Autódromo de Interlagos.
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DJ Diesel? Shaquille O’Neal vem ao Lolla
O line-up deste ano comprova que o Lollapalooza Brasil ainda tem cacife para trazer os nomes “do momento” ao país. A maior parte dos headliners está em alta em todo o mundo, sendo atrações muito procuradas não só pelo Lolla, como por festivais como o Glastonbury e o Coachella.
As cantoras pop Sabrina Carpenter e Chappell Roan, por exemplo, foram alçadas ao máximo do estrelato no ano passado. Sabrina veio pela última vez em 2023 como ato de abertura da “Eras Tour”, de Taylor Swift, mas já cresceu exponencialmente desde então.
Chappell Roan e Sabrina Carpenter
Divulgação/Netflix
Já Chappell era praticamente desconhecida até o início de 2024 e, hoje, lota festivais. A vinda ao Lolla será a estreia da cantora por aqui.
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Outra atração que gera muita expectativa (e um pouco de apreensão) é Tyler the Creator. Um dos principais expoentes do hip hop norte-americano, o artista já veio ao Brasil com o coletivo Odd Future, que tinha Frank Ocean entre os integrantes.
A estreia solo de Tyler por aqui seria no Lollapalooza 2018, quando ele cancelou por “motivos pessoais”, duas semanas antes do festival. À época, ele prometeu voltar ao país, mas ninguém imaginava ter que esperar 8 anos pelo retorno do artista.
Até nomes como Deftones e Lorde, que já vieram várias vezes, estão promovendo novos álbuns e vão incluir o Brasil na rota antes que os trabalhos completem 1 ano (ou seja, também atestam que o Lolla está “atualizado”). Os Deftones não vêm ao país desde 2015 e são o principal componente rock no line-up, então é um show muito esperado pelos fãs.
Doechii, nova estrela do rap americano, também fará sua estreia no Brasil após um excelente EP, que a rendeu o Grammy de Melhor Álbum de Rap. Turnstile e Interpol são algumas das principais atrações “roqueiras”.
Pop contemporâneo e rap nacional
A programação do festival conta com nomes em ascensão em diferentes gêneros. Artistas do pop contemporâneo como a cantora Addison Rae, Lola Young e o grupo global Katseye integram o line-up. Outro destaque é a DJ e produtora sul-coreana Peggy Gou, fenômeno da música eletrônica mundial.
Negra Li, Agnes Nunes, FBC e DJ MU540, N.I.N.A integram a lista dos artistas nacionais, que desta vez tem vários nomes do rap brasileiro. Destaque também para Edson Gomes, um dos maiores nomes da história do reggae brasileiro.
A lista tem até uma curiosidade inesperada: DJ Diesel, codinome artístico de Shaquille O’Neal, um dos maiores jogadores de basquete da história.
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INGRESSOS
A Ticketmaster é a responsável pela venda de ingressos do Lollapalooza Brasil 2026. As vendas online acontecem no site oficial da Ticketmaster com taxa de serviço de 20%. O público pode comprar na bilheteria física da Ticketmaster sem cobrança de taxa de serviço.
Endereço: Shopping Ibirapuera: Av. Ibirapuera, 3103 – Indianópolis, São Paulo – SP, 04029-902 Bilheteria Ticketmaster – Piso: Jurupis (subsolo)
Horários de funcionamento: Terça a sábado: das 10h às 22h | Domingos e feriados das 14h às 20h
Lolla Pista
Setor que dá acesso à área geral do festival e a todos os palcos.
Lolla Day (1 dia)
Inteira: R$ 1.093,00
Meia-entrada: R$ 546,50
Entrada Social: R$ 621,15
Lolla Pass (3 dias):
Inteira: R$ 2.815,00
Meia-entrada: R$ 1.407,50
Entrada Social: R$ 1.568,25
Lolla Comfort
Área com vista privilegiada para o palco Budweiser, sombra, banheiros próprios, bares e alimentação exclusiva.
Lolla Comfort Day (1 dia)
Inteira: R$ 2.218,50
Meia-entrada: R$ 1.109,25
Entrada Social: R$ 1.240,18
Lolla Comfort Pass (3 dias)
Inteira: R$ 4.708,80
Meia-entrada: R$ 2.354,40
Entrada Social: R$ 2.609,84
Lolla Lounge
Espaço VIP com sistema open bar e food, ativações exclusivas e serviço de transporte (shuttle).
Lolla Lounge Day (1 dia):
Inteira: R$ 2.418,50
Meia-entrada: R$ 1.109,25 (ingresso) + R$ 1.109,25 (serviço lounge)
Lolla Lounge Pass (3 dias):
Inteira: R$ 4.877,30
Meia-entrada: R$ 3.798,65
Entrada Social: R$ 3.926,52
LollaLovers
Inteira: 12x de R$ 132,00 (Total: R$ 1.584)
Meia-entrada: 12x de R$ 66,00 (Total: R$ 792)
Entrada Social: 12x de R$ 74,27 (Total: R$ 891,24)

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Conheça ‘Os afro-sambas’, álbum que, após 60 anos, origina show e disco de Marcos Sacramento e Zé Paulo Becker


O cantor Marcos Sacramento (à direita) e o violonista Zé Paulo Becker lançam ainda neste semestre álbum derivado do show de afro-sambas que estreia em março
Divulgação
♫ ANÁLISE
♬ O cantor Marcos Sacramento e o violonista Zé Paulo Becker ampliam em 2026 a parceria nos palcos e nos estúdios, 14 anos após a edição do álbum “Todo mundo quer amar”, gravado em duo e lançado em 2012. O foco do segundo trabalho em dupla dos artistas são os 60 anos do álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius”, lançado em agosto de 1966 pela gravadora carioca Forma.
Sacramento e Becker estreiam show em que, além do repertório do disco já sexagenário, abarcam outros afro-sambas ausentes do álbum, como “Berimbau” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963) e “Consolação” (Baden Powell e Vinicius de Moraes, 1963).
O show – que chega à cena em 5 de março em apresentação única na casa Manouche, no Rio de Janeiro (RJ) – ganha desdobramento fonográfico na forma de álbum gravado em estúdio pelo cantor fluminense com o violonista carioca. Com lançamento previsto para este primeiro semestre de 2026, o álbum reúne participações de nomes da MPB.
Título antológico e influente da discografia brasileira, a ponto de ter merecido várias regravações como a feita pela cantora Mônica Salmaso com o violonista Paulo Bellinati em 1995, o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” consolidou o gênero musical exposto no título do disco ao apresentar repertório majoritariamente inédito composto por Baden Powell (1937 – 2000) com Vinicius de Moraes (1913 – 1980).
O álbum trouxe oito afro-sambas compostos entre 1962 e 1965 com músicas de Baden – violonista fluminense de importância capital – e letras de Vinicius, compositor e poeta carioca que transitou entre a leveza e o drama na escrita de versos geralmente coloquiais e que se agigantou na música brasileira ao firmar com Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994), a partir de 1956, uma parceria fundamental que legou standards de alcance planetário em associação com a Bossa Nova.
Com as músicas “Canto do caboclo Pedra Preta”, “Tempo de amor”, “Canto de Ossanha” (a composição mais famosa do repertório por conta da gravação feita pela cantora Elis Regina naquele mesmo ano de 1966), “Bocochê”, “Canto de Xangô”, “Tristeza e solidão”, “Canto de Iemanjá” – faixa em que a voz da cantora carioca Dulce Nunes (1929 – 2020) simboliza o canto do orixá feminino saudado como a rainha das águas – e “Lamento de Exu”, o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” foi formatado com arranjos e regência do maestro César Guerra-Peixe (1914 – 1993).
Guerra-Peixe criou os arranjos com ênfase em instrumentos de percussão recorrentes nos terreiros de Candomblé (agogô, afoxé, atabaque e bongô), já que os ritmos e harmonias dos temas das religiões de matriz africana foram a principal inspiração de Baden e Vinicius na composição dos afro-sambas. Mas há também sopros e, claro, violão na arquitetura desses arranjos.
O álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” foi orquestrado pelo produtor musical carioca Roberto Quartin (1941 – 2004) com o aval e colaboração do músico Wadi Gebara (1937 – 2019), de quem Quartin era sócio na gravadora Forma, companhia fonográfica de atuação efêmera, mas relevante.
Além da produção, Gebara e Quartin também assinam a direção artística do álbum gravado entre 3 e 6 de janeiro de 1966, no Rio de Janeiro (RJ), com as vozes do próprio Vinicius de Moraes, do grupo Quarteto em Cy e de um coro caracterizado como “misto” na ficha técnica do LP original de 1966.
Ápice da parceria de Baden com Vinicius, o álbum com os afro-sambas evidenciou a importância da matriz ancestral africana na música brasileira em movimento que alicerçou ações similares do antecessor Pixinguinha (1897 – 1973) e de Moacir Santos (1926 – 2006), compositor e maestro pernambucano que lançara o também fundamental álbum “Coisas” em 1965 – outro titulo emblemático do acervo da gravadora Forma – e que vinha construindo obra que foi uma das fontes de inspiração para Baden Powell imprimir a negritude do Brasil no toque do violão.
E o fato é que, como provam os vindouros show e disco de Marcos Sacramento com Zé Paulo Becker, o álbum “Os afro-sambas de Baden e Vinicius” ainda reverbera na música brasileira 60 anos após o lançamento do LP.
Capa do álbum ‘Os afro-sambas de Baden e Vinicius’, de Baden Powell (1937 – 2000) e Vinicius de Moraes (1913 – 1980)
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento