Categorias
ENTRETERIMENTO

Filme de ficção científica ‘Boa sorte, divirta-se, não morra’ alerta sobre a IA com toque cômico


Cena do filme ‘Boa sorte, divirta-se, não morra’
Divulgação
Gore Verbinski espera que seu filme “Boa sorte, divirta-se, não morra” seja terapêutico, ao mesmo tempo em que alerta para o efeito deteriorante da tecnologia e da inteligência artificial na sociedade, disse o diretor vencedor do Oscar no Festival de Cinema de Berlim nesta sexta-feira.
Exibido como parte da seção especial fora da competição do festival, o filme é estrelado por Sam Rockwell, que interpreta um viajante do tempo desalinhado e sem nome. Ele aparece em uma lanchonete numa noite com uma fantasia de tubos e fios e um único objetivo: escolher quem entre os clientes confusos irá se juntar a ele em uma missão para impedir um futuro apocalipse da IA.
O resultado é uma comédia dramática de ficção científica cheia de ação que visa entreter e, ao mesmo tempo, fazer as pessoas refletirem sobre os riscos de uma sociedade excessivamente digitalizada.
“A comédia é, em muitos aspectos, a crítica mais severa”, disse Verbinski. “E acho que, se você está conseguindo fazer as pessoas rirem, há um pouco de remédio no bolo, certo?” Enquanto algumas pessoas estão percebendo o comentário social do filme de forma dramática, outras “estão apenas comendo bolo”, acrescentou ele.
Famoso por dirigir filmes como “Piratas do Caribe: A Maldição do Pérola Negra” e o terror “O Chamado”, de 2002, Verbinski disse que também vê o humor como uma forma de ilustrar como a sociedade “normalizou parte dessa insanidade”.
O filme alterna ação e comédia com algumas das histórias mais dramáticas dos personagens, que abordam outros temas atuais de uma maneira que lembra a série distópica de ficção científica “Black Mirror”.
“No que diz respeito aos aspectos políticos do filme, obviamente um tiroteio em uma escola já é demais”, disse Rockwell, de 57 anos, referindo-se à história da personagem Susan, interpretada por Juno Temple. No entanto, “a prioridade do filme é entreter”, disse Rockwell, vencedor do Oscar. “E se você captar uma mensagem, ótimo.”

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Lauana Prado anuncia sexo de bebê em cima de trio elétrico de bloco em SP


7 escolas de samba desfilaram na primeira noite do carnaval em SP
A cantora sertaneja Lauana Prado anunciou o sexo do bebê que espera do alto do trio elétrico do Carna Lau, no Ibirapuera, em São Paulo.
Ao lado da namorada Tati Dias, Lauana confirmou que terá um menino. Em 18 de janeiro, a artista confirmou que estava grávida do primeiro filho, fruto de uma fertilização in vitro.
Lauana Prado anuncia sexo de bebê ao lado de Tati Dias no bloco Carna Lau, em São Paulo.
Edu Araujo/Agnews
O bloco que reuniu meio milhão de pessoas em 2025 retornou às ruas da capital para sua segunda edição.
Mais cedo, artista posou aos beijos com a influenciadora Tati Dias, com quem reatou o relacionamento no início deste mês (veja abaixo).
Lauana Prado e Tati Dias posam juntas aos beijos no bloco Carna Lau, em São Paulo.
Edu Araujo/Agnews

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Isadora Cruz comemora ouro inédito de Lucas Pinheiro


Lucas Pinheiro namora a atriz Isadora Cruz.
Reprodução/Redes Sociais
A atriz Isadora Cruz, protagonista da novela das sete da Globo, Coração Acelerado, comemorou o ouro inédito do namorado, o esquiador Lucas Pinheiro.
Em seu Instagram, ela repostou uma foto do casal publicada pela TV Globo.
🎿Astro do esqui alpino, Lucas Pinheiro fez história ao conquistar a primeira medalha olímpica do Brasil nos Jogos de Inverno. Ele fez o melhor tempo na prova de slalom gigante na competição.
Lucas Pinheiro é filho de pai norueguês e mãe brasileira e cresceu dividido entre os dois países. Agora, o relacionamento com Isadora Cruz tem sido fundamental para aprofundar sua imersão na cultura nordestina.
“Mas eu sou um paulista, né. Então eu tenho sotaque de São Paulo. Quando eu visito a Isa aqui no Rio de Janeiro, eu viro meio carioca. Mas agora que eu conheci João Pessoa, visitando a família dela, estou falando “‘oxe”, “oxente”. Nossa, o meu sotaque está uma bagunça. Eu sou um norueguês, paulista, nordestino, carioca”, contou o esquiador em conversa com o ge.
SAIBA MAIS SOBRE ‘CORAÇÃO ACELERADO’:
📺 Criada e escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, a comédia romântica musical transforma em novela o universo sertanejo, estilo mais ouvido no Brasil. Na trama, Isadora Cruz interpreta Agrado Garcia, uma cantora e compositora talentosa que batalha para conquistar uma carreira de sucesso. Ela conhece João Raul (Filipe Bragança) ainda criança, mas eles se separam e sonham em se reencontrar para viver o amor e a música juntos.
‘Coração Acelerado’ transforma em novela universo sertanejo

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Monobloco faz arrastão da alegria ao cantar Jorge Aragão em álbum que mergulha na obra foliã do compositor


Capa do álbum ‘Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão’, do Monobloco
Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão
Artista: Monobloco
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Décimo e último megabloco escalado para animar o Carnaval carioca de 2026, o Monobloco desfilará no Circuito Preta Gil, no Centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ), no domingo depois da folia, 22 de fevereiro.
No Carnaval desde 2000, o Monobloco vai para a rua com o enredo “Pode entrar que a casa é sua” em que presta homenagens a Arlindo Cruz (1958 – 2025) e a Preta Gil (1974 – 2025) enquanto apresenta o repertório do álbum “Mar de Aragão – Monobloco canta Jorge Aragão”, disponível nos aplicativos de áudio desde 6 de fevereiro em edição da Aragão Music.
Sim, o carioca Jorge Aragão está no centro do enredo do samba folião do bloco comandado por Celso Alvim e Pedro Luís. O título do enredo “Pode entrar que a casa é sua” reproduz verso do samba “Verdadeiro bloco” (2026), composto por Aragão para o Monobloco registrar no álbum gravado em estúdio com produção musical do percussionista Marcos Suzano. Trata-se do primeiro álbum do Monobloco desde “Arrastão da alegria” (2013), disco lançado há 13 Carnavais.
Reproduzir a energia e o calor de um bloco no estúdio é missão impossível. Feita a ressalva, é justo louvar o Monobloco pelo resgate de samba poucos conhecidos da parcela foliã do cancioneiro de Jorge Aragão, compositor bamba, geralmente mais louvado pelo (belo) repertório de sambas melancólicos.
Grande e esquecido samba lançado por Alcione em 1981, “Sem perdão” (Jorge Aragão, Nilton Barros e Sereno) é uma das pérolas mais raras e felizes pescadas pelo Monobloco ao lado de “A festa é da massa” (1982) – outra joia apresentada na voz de Alcione e regravada pelo bloco na cadência baiana do ijexá – e “Agitar geral” (Jorge Aragão e Sombrinha, 2006), esta com toque de funk na batida do samba.
Aberto na voz de Pedro Luís, solista de “Toca esse tambor” ( (Jorge Aragão, Joel de Almeida e Pereira Matos, 2024), tema do Carnaval do Monobloco em 2024 apresentado em single gravado pelo coletivo com o próprio Aragão, o álbum “Mar de Aragão” traz a voz de Ana Costa no inédito samba-título composto por Claudio Jorge e Marcelinho Moreira em tributo ao autor de sucessos como “Coisa de pele” (Jorge Aragão e Adilson Victor, 1986), espécie de carta de princípios do pagode carioca, relida pelo Monobloco com a adesão vocal de Marcelinho Moreira.
Embasada pelo paredão percussivo do Monobloco, mas confeitada com sopros, a sonoridade do álbum se afina com o tom extrovertido de grandes sambas foliões como “Primeira escola” (Jorge Aragão, Neoci Dias e Edel Ferreira, o Dida, 1979), “Alegria Carnaval” (Jorge Aragão e Nilton Barros, 1982) e “Suor no rosto” (Jorge Aragão, Nilton Barros e Edel Ferreira, o Dida, 1983), lançados na vozes de Alcione, Ney Matogrosso e Beth Carvalho (1946 – 2019), respectivamente.
Intérprete original de alguns dos maiores hits de Aragão, como “Vou festejar” (Jorge Aragão, Neoci Dias e Edel Ferreira, o Dida, 1978) e “Coisinha do pai” (Jorge Aragão, Almir Guineto e Luiz Carlos Xuxu, 1979), ambos revividos pelo coletivo no disco, a antenada Beth Carvalho também lançou “Herança” (Jorge Aragão, Adilson Victor e Luiz Carlos da Vila, 1980) e “Toque de malícia” (1984), outras duas preciosidades repostas na rua pelo Monobloco neste álbum valorizado pela primorosa seleção de repertório.
O grupo fez bem ao ignorar os sambas mais melancólicos (geralmente bonitos, mas inapropriados para a folia) para evidenciar a alegria do Carnaval que também move a alma e a obra de Jorge Aragão da Cruz.
Esse recorte legitima o mergulho oportuno do Monobloco no mar poético de melodias e letras de compositor que sempre soube levantar a onda e o astral quando é Carnaval. É nessa onda que o Monobloco promove um arrastão de alegria ao cantar Jorge Aragão em álbum moldado para a folia, mas bom o suficiente para sobreviver além do Carnaval.
Pedro Luís (à esquerda), um dos líderes do Monobloco, em estúdio com Jorge Aragão
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Edilson Capetinha é desclassificado do ‘BBB 26’


Edilson é desclassificado do ‘BBB 26’
Globo/Manoella Mello
O ex-jogador de futebol Edilson foi desclassificado neste sábado (14) do “BBB 26”, após descumprir uma das regras do programa.
Edilson e Leandro Boneco tiveram uma discussão e trocaram xingamentos na madrugada deste sábado.
Após análise das imagens do participante com Leandro, constatou-se que Edilson ultrapassou os limites e descumpriu as regras do programa.
Mais informações serão apresentadas no programa de hoje por Tadeu Schmidt.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Aos 55 anos, Edilson acumula passagens por clubes como Palmeiras, Corinthians, Flamengo, Vasco e pelo Benfica, de Portugal. Natural de Salvador, o ex-jogador também participou do quadro ‘Dança dos Famosos’, em 2013, e atuou como comentarista esportivo.
Conhecido como “Capetinha”, saiu do bairro da Federação para realizar o sonho de jogar futebol. Campeão da Copa do Mundo pela Seleção Brasileira, foi um dos grandes nomes do esporte nos anos 1990 e início dos anos 2000.
Leia também: Sol Vega é desclassificada do ‘BBB 26’
Como são escritos os discursos do ‘BBB’?

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Esperança brasileira nas Olimpíadas de Inverno vive romance com protagonista de novela da Globo


Lucas Pinheiro namora a atriz Isadora Cruz
Reprodução/Redes Sociais
Sorte no esporte, e no amor também. Astro do esqui alpino e esperança brasileira nas Olimpíadas de Inverno, Lucas Pinheiro é namorado da atriz Isadora Cruz, protagonista da atual novela das sete da Globo, “Coração Acelerado”.
📺 Criada e escrita por Izabel de Oliveira e Maria Helena Nascimento, a comédia romântica musical transforma em novela o universo sertanejo, estilo mais ouvido no Brasil. Na trama, Isadora Cruz interpreta Agrado Garcia, uma cantora e compositora talentosa que batalha para conquistar uma carreira de sucesso. Ela conhece João Raul (Filipe Bragança) ainda criança, mas eles se separam e sonham em se reencontrar para viver o amor e a música juntos.
Lucas Pinheiro é filho de pai norueguês e mãe brasileira e cresceu dividido entre os dois países. Agora, o relacionamento com Isadora Cruz tem sido fundamental para aprofundar sua imersão na cultura nordestina.
“Mas eu sou um paulista, né. Então eu tenho sotaque de São Paulo. Quando eu visito a Isa aqui no Rio de Janeiro, eu viro meio carioca. Mas agora que eu conheci João Pessoa, visitando a família dela, estou falando “‘oxe”, “oxente”. Nossa, o meu sotaque está uma bagunça. Eu sou um norueguês, paulista, nordestino, carioca”, contou o esquiador em conversa com o ge.
SAIBA MAIS SOBRE ‘CORAÇÃO ACELERADO’:
‘Coração Acelerado’ transforma em novela universo sertanejo

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Papatinho segue o baile com EP em que põe o bloco do funk na rua com Anitta, Jason Derulo, Kevin O Chris e L7nnon


Papatinho procura conectar o funk carioca contemporâneo com o pop global nas cinco faixas do EP ‘Baile do Papato vol 2’
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Já é Carnaval e Papatinho põe o bloco do funk na rua na companhia de Anitta, L7nnon, Kevin O Chris e MC Tuto, entre outros nomes do batidão carioca, além do cantor norte-americano Jason Derulo. Esses artistas figuram como convidados ao longo das cinco faixas do segundo volume do EP “Baile do Papato”, lançado na noite de ontem, 12 de fevereiro.
Anunciado uma semana antes com a edição em 5 de fevereiro de “Joga a tabaca”, single que une o DJ e produtor musical carioca com Anitta e DJ Biel do Furduncinho, o EP “Baile do Papato vol. 2” mostra Thiago da Cal Alves – nome de batismo de Papatinho – às voltas com batidas contemporâneas do funk carioca enquanto o artista põe literalmente o bloco na rua pela primeira vez no Carnaval da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Sequência do EP “Baile do Papato” (2023), lançado há dois anos, o segundo volume nasceu com a intenção de promover a conexão do funk carioca – base da música urbana desse artista que entrou em cena na Cone Crew Diretoria – com o pop de sonoridade global, funcionando como a trilha sonora do Carnaval 2026.
Além de “Joga a tabaca”, o EP “Baile do Papato vol. 2” reúne as faixas “Gostosinho na onda” (com Rodrigo do CN), “Baile da faixa” (com feats de Papatinho com Kevin O Chris e MC GW), “Tira” (com Jason Derulo e Kloe) e “Possessiva” (com MC Tuto, MC J9 e Oik).
Capa do EP ‘Baile do Papato vol 2’, de Papatinho
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

‘Guerreiras do K-pop’ tem continuação confirmada e deve ter mesmos diretores do primeiro


Clones das Guerreiras do K-Pop: as idols genéricas que ‘invadiram’ teatros pelo Brasil
O sucesso “Guerreiras do K-pop” terá uma continuação e deve contar com os mesmos diretores do primeiro filme. Em entrevista à revista “The Hollywood Reporter”, Kristine Belson, presidente da Sony Pictures Animation, explicou que a segunda parte começará a ser desenvolvida após a “campanha de premiações”.
“Há muitas coisas para cuidar em relação à campanha de premiações. Depois de todo o burburinho, dos prêmios e das grandes festas com pessoas importantes — sim. Vai voltar a ser apenas os dois em uma sala”, explicou, confirmando que Maggie Kang e Chris Appelhans trabalharão juntos na segunda parte da produção.
A animação é o filme mais visto da história da Netflix. O longa conquistou dois Globos de Ouro — melhor animação e melhor canção original com “Golden” —, um Grammy e tem duas indicações ao Oscar 2026, melhor animação e melhor canção original.
Leia mais: As clones das Guerreiras do K-Pop: as idols genéricas que ‘invadiram’ teatros pelo Brasil
‘KPop Demon Hunters’ mistura animação e trilha irresistível criada por produtores de BTS e Blackpink
Cena do filme ‘Guerreiras do K-pop’
Divulgação/Netflix

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

É #FAKE que foto mostre Lady Gaga comendo carne humana em ilha de Epstein; registro exibe interação da cantora com obra de arte


É #FAKE que foto mostre Lady Gaga comendo carne humana em ilha de Epstein; registro é de interação da cantora com obra de arte
Reprodução
Circula nas redes sociais uma foto que supostamente mostraria a cantora Lady Gaga comendo carne humana na ilha de Jeffrey Epstein (1953-2019), bilionário conhecido por sua ligação com uma vasta rede de tráfico sexual e de menores no início dos anos 2000. É #FAKE.
selo fake
g1
🛑 Como é a imagem?
Publicada no Facebook em 4 de fevereiro, a legenda do post diz, em malaio: “Você sabe o que o Epstein estava comendo? Você sabe o que está deitado aqui? Eles estão comendo um prato de carne humana”.
A foto mostra a americana Lady Gaga com uma colher na boca ao lado do que parece ser um corpo coberto de um líquido escuro em uma bacia. A artista sérvia Marina Abramović aparece ao lado da cantora pegando o líquido com uma colher.
Foto de Lady Gaga mostra performance artística, não canibalismoNa verdade, a imagem foi registrada em 27 de julho de 2013 durante um evento beneficente de artes em Nova York, enquanto as artistas interagiam com uma obra de arte performática.
A mesma imagem circula em outros posts do X, Instagram, Reddit e TikTok, com legendas alegando que o registro se trata de um ritual satânico na ilha de Epstein e que estaria no meio das 3 milhões de páginas dos arquivos do caso de Epstein divulgadas pelo Departamento de Justiça dos Estados Unidos.
⚠️ Por que isso é falso?
A foto mostra as artistas interagindo com uma obra performática da artista Lisa Lozano, exibida durante o evento beneficiente anual Watermill Center, realizado em Nova York, nos EUA, em 27 de julho de 2013. A apresentação “Funérailles de Miel” (Funeral de Mel, em português) consistia em uma performance de uma mulher imersa em um recipiente com mel, representando um caixão.
Para encontrar a origem do conteúdo, o Fato ou Fake fez uma busca reversa no Google Lens. Essa pesquisa serve para verificar o conteúdo havia sido reproduzido anteriormente por fontes confiáveis – e em que contexto.
O resultado levou para uma publicação do Instagram com a mesma foto, indicando que o clique foi registrado no evento beneficente e estava disponível no banco de imagens da Getty Images.
O Fato ou Fake buscou pela foto na Getty Images e encontrou o registro original, que tem a seguinte descrição: “Lady Gaga e Marina Abramovic comparecem ao 20º Jantar Beneficente Anual de Verão do Watermill Center no Watermill Center em 27 de julho de 2013 em Water Mill, Nova York”.
É #FAKE que foto mostre Lady Gaga comendo carne humana em ilha de Epstein; registro é de interação da cantora com obra de arte
Reprodução
Veja também
Governo não criou imposto único de 44% sobre aluguel
Governo não criou imposto único de 44% sobre aluguel
VÍDEOS: Os mais vistos agora no g1
Veja os vídeos que estão em alta no g1
VEJA outras checagens feitas pela equipe do FATO ou FAKE
Adicione nosso número de WhatsApp +55 (21) 97305-9827 (após adicionar o número, mande uma saudação para ser inscrito)

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Carnaval de 1976 legou belos sambas de enredo – lembre a safra cantada há 50 anos pelos foliões do Rio de Janeiro


Capa do álbum ‘Sambas de enredo das escolas de samba do grupo 1’, disponível nos aplicativos de áudio
Reprodução
♫ MEMÓRIA – SAMBAS DE ENREDO DO CARNAVAL 1976
♬ Aberto oficialmente nesta sexta-feira, 13 de fevereiro, o Carnaval 2026 do Rio de Janeiro mobiliza multidões que assistirão ao desfile das escolas de samba pela TV ou ao vivo, nas arquibancadas, cadeiras e camarotes Marquês de São Sapucaí. A festa tem tudo para ser emocionante.
Contudo, há consenso de que a safra carioca de sambas de enredo da folia de 2026 é uma das mais fracas da história do Carnaval do Rio de Janeiro. Se alguém tem dúvida da queda de qualidade do gênero, recorrente e reafirmada ano após ano, basta lembrar a excelente safra do Carnaval carioca de 1976, eternizada no álbum “Sambas de enredo das escolas de samba do grupo 1”, lançado no formato de LP pela gravadora Top Tape no fim de 1975.
Há 50 anos, os foliões cantaram grande sambas no Carnaval de 1976. Um deles, aliás, “Os sertões”, samba de autoria de Edeor de Paula (1932 – 2020) apresentado pela escola Em Cima da Hora na voz do puxador Nando, costuma figurar (com razão e destaque) em antologias com os melhores sambas de enredo de todos os tempos. Há quem o considere o melhor.
Obra-prima do gênero, “Os sertões” é exemplo de maestria de uma era em que os sambas de enredo tinham belas melodias e andamentos mais lentos, sem a aceleração observada nas últimas décadas. Era uma época em que a composição de um samba de enredo era uma criação essencialmente artística, ainda não dominada pela indústria que movimentaria as escolas de samba com o passar dos anos.
Havia disputa, como sempre houve desde que o samba é samba, mas o critério de escolha de um samba era artístico, não político, como nos Carnavais recentes, em que sambas são assinados por quem pouco ou nada contribuiu para a composição.
Além de “Os sertões”, um primor de melodia e letra, o Carnaval carioca de 1976 legou grandes sambas. É o caso de “No reino da Mãe do Ouro” (Tolito e Rubens de Mangueira), samba da escola Estação Primeira de Mangueira cujo refrão aliciante (“Obabá/ Olaô babá/ É a Mãe do Ouro/ Que vem nos salvar”) atravessou gerações na memória popular do folião.
E teve mais ouro nessa safra! Como resistir à doce melodia de “Lenda das sereias – Rainha do mar” (Vicente Mattos, Dinoel Sampaio e Arlindo Velloso), samba de enredo do Império Serrano? Esse samba alcançou outros Carnavais ao ser revitalizado por Marisa Monte em 1989 no primeiro álbum da cantora (aliás, “Lenda das sereias” está no roteiro do show “Phonica”, atual turnê de Marisa).
E o que dizer de “Sonhar com rei dá leão”, samba composto pelo então desconhecido Neguinho da Beija-Flor para a escola que incorporou ao nome artístico? Ao versar sobre o jogo do bicho, a também então desconhecida Beija-Flor de Nilópolis foi para as cabeças, emplacando a primeira das 15 vitórias da agremiação fluminense no Carnaval do Rio de Janeiro – mérito do ótimo samba, mas sobretudo do carnavalesco Joãosinho Trinta (1933 – 2011), então debutando na escola.
Com o campeonato da Beija-Flor em 1976, o Carnaval carioca começou a se profissionalizar, abrindo alas para que outras escolas apostassem no luxo e vencessem os desfiles, cujas vitórias eram até então um monopólio das quatro grandes escolas, grupo de elite formado por Portela, Império Serrano, Mangueira e Salgueiro. A Mocidade Independente de Padre Miguel, por exemplo, seria a campeã do Carnaval carioca de 1979.
A propósito, embora tenha ficado quase esquecido com o passar do tempo, o samba de enredo da Mocidade Independente de Padre Miguel, “Menininha do Gantois” (Toco e Djalma Cril), também é digno de figurar em antologia do gênero pela beleza da melodia concisa.
Também merece menção honrosa a beleza de “O homem do Pacoval” (Noca da Portela, Colombo e Edir), samba da Portela sobre as lendas, mistérios e tradições da Ilha de Marajó. “Invenção de Orfeu” (Paulo Brazão, Rodolpho e Irani), samba da Unidos da Vila Isabel, é outro que merece ser saudado pela boa qualidade da melodia e letra, típicas da agremiação de Martinho da Vila.
É fato que nem tudo reluziu como ouro na safra de 1976. Também houve sambas medianos naquele ano, só que, em confronto com os sambas de safras recentes, esses tais sambas medianos correm risco até de serem considerados obras-primas em 2026…
“Por mares nunca dantes navegados” (Gibi, Sereno e Guga) não está entre os melhores sambas da Imperatriz Leopoldinense, então uma escola sem peso no Carnaval carioca. Já “Riquezas áureas da nossa Bandeira” (Caciça), samba pomposo da Tupy de Brás de Pina, perde pontos de cara pelo enredo ufanista em época em que o Brasil vivia sob ditadura.
Mais interessante é “Poema de máscaras em sonhos” (Da Vala, Dito, L, Barbicha, Mestrinho e Wilson Jangada), samba com que a União da Ilha do Governador celebrou a Praça Onze, palco dos primeiros Carnavais cariocas. Embora não se imponha entre os melhores sambas da Ilha, “Poema de máscaras em sonhos” exala lirismo e tem algumas passagens melódicas bonitas.
“Folia de reis” (Agnelo Campos e Efe Alves), samba da Lins Imperial, é outro samba que não chega a sobressair na safra de 1976, mas que seria exaltado em 2026. O mesmo pode ser dito sobre “Arte negra na legendária Bahia” (Caruso, Caramba e Dominguinhos do Estácio), samba da Unidos de São Carlos, escola que mudaria de nome para Estácio de Samba. Um grande samba, aliás, reeditado pela Estácio no Carnaval de 2005.
Há também beleza e grandeza em “Mar baiano em noite de gala” (Carlão Elegante, Pedro Paulo e Joãosinho), samba da Unidos de Lucas, também com enredo inspirado pela ancestralidade afro-brasileira que banha as águas e os ares da Bahia.
Por fim, fechando o álbum (disponível nos aplicativos de áudio), há o samba da escola Acadêmicos do Salgueiro, “Valongo” (Djalma Sabiá), outro belo samba, único cantado no disco por uma mulher, Dinalva.
Enfim, o álbum “Sambas de enredo das escolas de samba do grupo 1” permanece como perene atestado de época de ouro do samba de enredo, gênero que atingiu o auge nos anos 1970 e 1980 em processo de consolidação e popularização que se iniciara na década de 1960.

Fonte: G1 Entretenimento