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Copa do Mundo 2026: festa de abertura nos EUA reúne Anitta, Katy Perry e mais; FOTOS


Anitta durante cerimônia de abertura da Copa do Mundo nos EUA
Reprodução/TV Globo
A cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 nos Estados Unidos reuniu grandes nomes da música nesta sexta-feira (12). Entre as estrelas estavam a brasileira Anitta.
Essa foi a terceira festa de abertura da competição, que pela primeira vez é disputada em três países: além dos EUA, México e Canada recebem o evento.
Na quinta-feira (11), Shakira foi a grande estrela da cerimônia no México. Nesta sexta-feira mais cedo foi a vez de Alanis Morissette cantar o hino do Canadá.
VEJA FOTOS DO TERCEIRO SHOW DE ABERTURA DA COPA DO MUNDO:
Cerimônia de abertura da Copa 2026 nos EUA
Reprodução/TV Globo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Michael’ se torna cinebiografia musical com maior bilheteria da história do cinema


Shopping de Salvador faz concurso de sósias de Michael Jackson
Divulgação
“Michael” se tornou a cinebiografia musical com a maior bilheteria de todos os tempos.
O filme que conta parte da história do Rei do Pop superou “Bohemian Rhaspody”, cinebio de Freddie Mercury.
Segundo o site DEADLINE, “Michael” já faturou US$ 911,9 milhões (R$ 4,6 bilhões, na cotação atual) em todo o mundo, superando os US$ 910,9 de “Bohemian Rhaspody”.
O longa dirigido por Antoine Fuqua já havia batido o recorde de cinebiografia com a melhor estreia da história do cinema.
No seu primeiro fim de semana, o filme que conta parte da história do Rei do Pop arrecadou, globalmente, US$ 217 milhões (R$ 1 bilhão, na cotação atual).
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Amado pelo público, e nem tão amado pela crítica…
“Michael” é um filme que conquistou o público, mas foi alvo de comentários negativos por parte da crítica em todo o mundo.
O site Rotten Tomatoes, que funciona como um agregador de críticas, deu uma classificação de 38% para o longa, número bem distante da avaliação do público, que está com 97% de saldo positivo dos fãs.
“Você não atinge esse número a menos que esteja vendo uma enorme audiência em todos os segmentos demográficos imagináveis. [O público] está claramente se divertindo muito”, afirmou Adam Fogelson, presidente da Lionsgate, distribuidora do filme nos EUA.
Dirigido por Antoine Fuqua (“Dia de Treinamento”, “O Protetor”) e estrelado por Jaafar Jackson, filho de Jermaine Jackson e sobrinho de Michael Jackson, o longa conta a história do Rei do Pop desde a sua infância, iniciando sua carreira artística com os irmãos no grupo Jackson 5, até sua megaturnê “Bad”, em meados dos anos 1980.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sósia de Neymar vai à Copa, engana fãs e provoca correria nos Estados Unidos


Sósia do Neymar provoca correria em shopping nos EUA.
Reprodução/Redes Sociais
Sósias de jogadores viraram moda no Brasil, e um dos mais conhecidos é Eigon Oliver, muito parecido com o camisa 10 da seleção brasileira, Neymar Jr. Nessa Copa do Mundo, Oliver foi aos Estados Unidos para acompanhar os jogos e acabou provocando uma correria em um shopping center.
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Vídeos publicados pelo próprio influenciador mostram dezenas de pessoas se aproximando para tirar fotos e gravar imagens, formando uma aglomeração que chegou a interromper a circulação em um dos corredores do centro comercial.
A movimentação chamou a atenção de frequentadores que estavam em outros pisos do shopping. Muitos se dirigiram às sacadas para tentar entender o que estava acontecendo e registrar a cena.
Em determinado momento, a concentração de pessoas deu lugar a uma correria.O episódio aconteceu na última terça-feira (9) e foi compartilhado no Instagram de Oliver, em que se identifica como “Sósia do Ney”.
As publicações também mostram outros momentos de interação com fãs durante a viagem. Em um dos vídeos, o brasileiro aparece distribuindo autógrafos e chega a assinar a testa de um homem. Em outro, precisa ser acompanhado por seguranças e pessoas de sua equipe para conseguir entrar em um veículo em meio ao assédio do público.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Fã da Bósnia, Adnet se empolga com o jogo e até posta canto em bósnio; veja


Marcelo Adnet é fã da Bósnia e Hezergovina.
Reprodução/X
Toda Copa do Mundo, grande parte do público escolhe ao menos duas seleções para torcer: a do Brasil e uma secundária, para o caso de os brasileiros serem eliminados. Com Marcelo Adnet não é diferente. No entanto, o comediante tem uma escolha pouco convencional: a Bósnia e Herzegovina.
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De volta ao Mundial após 16 anos, a seleção do leste europeu estreia nesta sexta-feira (12) diante da anfitriã Canadá.
A simpatia é tanta, que Adnet tem lotados suas redes sociais com conteúdos sobre o país de pouco mais de 3 milhões de habitantes.
Em uma das publicações, o humorista compartilhou o canto entoado por torcedores bósnios antes da partida.
A frase “Ko ne skače, mrzi Bosnu! Hej, hej, hej!” pode ser traduzida como “Quem não pula odeia a Bósnia! Ei, ei, ei!”.
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Além disso, o comediante também publicou um vídeo explicando por que o hino nacional da Bósnia e Herzegovina não possui letra oficial.
O país adota, desde 1999, uma melodia instrumental conhecida como Intermeco, mas nunca conseguiu aprovar um texto para acompanhá-la. O motivo está nas divisões políticas e étnicas que marcam a história recente da nação, formada principalmente por bósnios, sérvios e croatas.
Após o fim da Guerra da Bósnia, nos anos 1990, diferentes propostas de letra chegaram a ser apresentadas ao Parlamento, mas nenhuma obteve apoio suficiente entre os representantes dos três grupos. Como resultado, a Bósnia e Herzegovina se tornou um dos poucos países do mundo cujo hino nacional é executado sem letra oficial, inclusive em eventos esportivos internacionais.
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Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Carlinhos Brown, DJ Bruno Martini e Marcelo Falcão tentam gol no campo musical com ‘Eu me chamo Brasil’


Marcelo Falcão (à esquerda), DJ Bruno Martini e Carlinhos Brown (à direita) na capa do single ‘Eu me chamo Brasil’
Leo Gussi / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Com a bola já rolando nos gramados de Canadá, Estados Unidos e México, vários artistas brasileiros entraram em campo com o sonho de emplacar a música campeã da Copa do Mundo de 2026. Uma das jogadas do time musical brasileiro reúne os cantores Carlinhos Brown e Marcelo Falcão com o DJ Bruno Martini.
De olho no lance, o trio lançou o single “Eu me chamo Brasil” nesta sexta-feira, 12 de junho, véspera do primeiro jogo da seleção brasileira no campeonato mundial. Com a ambição de gerar um hino popular, Brown, Falcão e Martini mandam para a área um mix de pop brasileiro com pop latino em gravação embasada com percussão afro-brasileira e timbres eletrônicos.
A música inédita tem autoria creditada aos três artistas. O single “Eu me chamo Brasil” chega acompanhado por clipe que encadeia takes de várias partes do Brasil.

Fonte: G1 Entretenimento

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Estrutura de taça na cerimônia de abertura apresenta problemas; veja reações

A cerimônia de abertura da Copa do Mundo no Canadá foi palco de um problema de estrutura que completavam a taça do mundial no causaram reações nos usuários. Veja abaixo:
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Fonte: G1 Entretenimento

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Segunda festa de abertura da Copa do Mundo 2026; veja FOTOS


Segunda cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Estádio de Toronto.
Reuters/Kevin Sousa
Alanis Morissette e Michael Bublé são as estrelas da segunda festa de abertura da Copa do Mundo 2026.
A cerimônia teve início por volta das 14h30 e aconteceu no Estádio de Toronto, no Canadá, antes do duelo entre Canadá e Bósnia e Herzegovina. A cantora Nora Fatehi foi a responsável pelo show inicial.
A terceira cerimônia acontece mais a noite, no SoFi Stadium, em Los Angeles. O evento começa cerca de 90 minutos antes da partida entre Estados Unidos e Paraguai, marcada para as 22h (horário de Brasília). O evento contará com apresentações de Anitta, Katy Perry, Lisa (BLACKPINK), Rema e Future.
Torcedores chegam para acompanhar segunda cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026 no Estádio de Toronto. A festa acontece antes do do duelo entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.
IMAGN IMAGES via Reuters/Kevin Sousa
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VEJA FOTOS DO SEGUNDO SHOW DE ABERTURA DA COPA DO MUNDO:
LEIA TAMBÉM: Com Anitta e Shakira, como serão as três cerimônias de abertura da Copa — e os detalhes dos jogos do maior Mundial da história

Fonte: G1 Entretenimento

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Quem será a próxima ‘Festa’? Artistas apostam em músicas para viralizar durante a Copa de 2026


Artistas apostam em músicas para viralizar durante a Copa de 2026
Divulgação/Reprodução
Shakira levou “Dai Dai”, música oficial da Copa do Mundo 2026, para a primeira das três cerimônias de abertura dos jogos, nesta quinta-feira (11). A seleção brasileira também tem sua música oficial da Copa, a “Bate no Peito”, com participação de Ludmilla, João Gomes, Zeca Pagodinho, Veigh, Samuel Rosa e produção de Papatinho.
Mas além das músicas oficiais que são produzidas a cada Copa do Mundo, há também aquele pacote de faixas que corre por fora para se tornar hino, hit ou viral dos jogos, assim como já aconteceu com “Festa”, de Ivete Sangalo.
Lançada em 2001, a música se tornou se tornou um dos temas do pentacampeonato do Brasil em 2002 e até hoje faz parte do clima dos jogos da seleção.
O lançamento de “Festa” não foi pensado na Copa. Mas alguns artistas usam os jogos com o mesmo pensamento do carnaval e aproveitam a onda de festa para tentar emplacar hits com versos que remetem às torcidas, bolas rolando em campo conquistas e placares.
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E vai rolar a festa?
Veja cinco faixas, do funk ao pagode, que foram lançadas nas últimas semanas em clima de Copa do Mundo 2026:
“País do Futebol 2” – MC Guimê feat. Turma do Pagode
“País do Futebol 2” – MC Guimê feat. Turma do Pagode
Reprodução/YouTube
MC Guimê revisitou seu clássico “País do Futebol” e fez uma nova versão da faixa.
Se a original, lançada em 2013, unia o funk do cantor com o rap de Emicida, a versão 2.0 traz pandeiro e o cavaquinho da Turma do Pagode.
“Por essa vocês não esperavam, né?”, perguntou Guimê ao lançar a música na quarta-feira (10), um dia antes do início dos jogos.
Turma do Pagode e o projeto “Turma Futebol Clube”
“País do Futebol 2” não foi o único investimento do Turma do Pagode para a Copa. Semanas antes de a bola começar a rolar em campo, o grupo gravou um projeto completo em clima de futebol. Intitulado “Turma Futebol Clube”, o DVD foi gravado em uma quadra de futebol, em São Paulo, e uniu a roda de samba com a “pelada” entre amigos.
O lançamento será dividido em “Primeiro Tempo”, “Intervalo”, “Segundo Tempo” e “Pênaltis”. A primeira faixa já foi divulgada: “Investigador”.
Embora sua letra não faça nenhuma referência aos jogos ou à seleção (ela fala de alguém que mergulhou no pagode para esquecer um grande amor), o clipe foi todo gravado no campo de futebol e nos vestiários, trazendo a vibe futebolística.
“Sou maria chuteira” – Benziê
Benziê: “Sou Maria Chuteira”
Joene Knaus/Divulgação
O duo Benziê lançou “Sou maria chuteira”. A ideia de Vic Conegero e Du Pessoa na música é trazer outra perspectiva para o termo “maria-chuteira”, que sempre foi usado em tom pejorativo para falar sobre as mulheres que se relacionam com jogadores de futebol.
A música traz a levada do samba para o duo, que tem seu trabalho mais focado no pop e no reggae. “Para criar as melodias, a gente bebeu muito de influências como Beth Carvalho, Dona Ivone Lara e Maria Rita”, conta Vic Conegero.
LEIA TAMBÉM: WAGs da Copa: Quem são as companheiras dos jogadores e como elas podem roubar a atenção no evento
“Tu pode falar mal” – Wesley Safadão, Ludmilla e Ronaldinho Gaúcho
“Tu pode falar mal” – Wesley Safadão, Ludmilla e Ronaldinho Gaúcho
Reprodução/YouTube
“Tu pode falar mal” é outra faixa lançada para a Copa e que não traz tantas referências aos jogos em sua letra. Mas tem a presença de Ronaldinho Gaúcho, atleta que disputou duas Copas do Mundo pela Seleção Brasileira (2002 e 2006) e carregou nossa taça do pentacampeonato.
Wesley Safadão convocou o atleta e Ludmilla para a faixa, que traz as batidas do forró e do pagode.
“É uma música para cima, com a cara do brasileiro. Quando juntamos música, futebol e grandes nomes como Ludmilla e Ronaldinho, o resultado só poderia ser uma festa”, destaca Safadão.
“Brasil” – MC PH, MC Hariel e MC Marks
“Brasil”: MC PH, MC Hariel e MC Marks
@lettsousa – Warner/Divulgação
MC PH, MC Hariel e MC Marks se uniram para o funk “Brasil”, que traz a atmosfera da torcida e da vibração.
“Essa música tem sentimento de povo. É aquela sensação de geral cantando junto, vivendo o mesmo momento. A gente quis transformar isso em som”, afirma MC PH.
Lançado no final de maio, o clipe, traz referências visuais ligadas ao futebol, à favela e à cultura urbana brasileira. E uma homenagem inicial à “era de ouro, maior seleção brasileira de todos os tempos. O Fenômeno, o Galinho, o Menino, o Bruxo, o Doutor, o Baixinho, o Imperador e o Rei… Gênios que encantaram o mundo e levaram alegria a todo o povo brasileiro”.
“Canário de Raça” – Tucho, Guga Nandes e Zag
“Canário de Raça” – Tucho, Guga Nandes e Zag
Divulgação
Neto de Mário Jorge Lobo Zagallo, o DJ Zag se uniu a Guga Nandes e DJ Tucho para a “Canário de Raça”.
A música mistura as batidas do funk e do pagode e celebra a garra brasileira. Ela ainda traz a icônica fala de Zagallo: “Vocês vão ter que me engolir”.
“Decidi que deveria usar esse sample, pela sua capacidade de tocar a memória das pessoas. E pra deixar a música ainda mais forte, convidei meu parceiro Zag, neto do ‘velho lobo’, como também era conhecido, pra participar. Foi uma honra tê-lo comigo nesse projeto”, afirma Tucho.
“É impossível falar de Copa do Mundo sem lembrar do meu avô, afinal, das cinco estrelas que conquistamos até hoje, quatro passaram pelas mãos dele. Tenho certeza de que ele está muito orgulhoso por mais essa homenagem”, completa Zag.

Fonte: G1 Entretenimento

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VÍDEO: após vitória da Coreia do Sul na Copa, torcedores mexicanos dançam ao som do fenômeno do K-pop ‘Gangnam Style’


Após o jogo da Coreia do Sul e da República Tcheca que acabou em 2×1 para os sul-coreanos já na madrugada desta sexta-feira (12), torcedores do México foram vistos dançando e cantando o hit do K-pop “Gangnam Style”, do artista Psy.
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Veja a tabela dos grupos da Copa
As imagens foram registradas pelo jornalista mexicano Raúl Luna. (Veja abaixo).
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A partida foi a segunda deste primeiro dia do mundial e ocorreu no Estádio Akron, em Guadalajara, no México.
Mais cedo, a seleção mexicana recebeu a África do Sul para a abertura do evento no Estádio Azteca, na Cidade do México.
O hit sul-coreano
A música “Gangnam Style” foi lançada em 2012 e é considerada o primeiro hit mundial do K-Pop. Publicado em 15 de julho, foi o primeiro vídeo do YouTube a superar um bilhão de visualizações.
O sucesso levou o cantor Psy a encontros com Madonna e Barack Obama. Além disso, o rapper liderou um “flash mob” para uma multidão diante da Torre Eiffel .
A canção não apenas transformou a carreira de Psy, mas também mudou a indústria, ao demonstrar que um artista que não usa uma língua dominante como o inglês pode atingir audiências internacionais através da internet.
Também alterou a forma de compilação das paradas de sucesso e levou a Billboard a levar em consideração o número de visualizações no YouTube e de reproduções nas plataformas de streaming.
O papel inovador de Psy foi reconhecido por alguns dos maiores nomes do K-pop, que agora acumulam fama internacional.
“Ele é alguém a quem sempre sou grato”, declarou Suga, membro do grupo BTS, em um vídeo de 2022. “Com ‘Gangnam Style’, ele abriu o caminho para o K-pop nos Estados Unidos”.
Torcida mexicana dança “Gangnam Style” após vitória da Coreia do Sul na Copa
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

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Pedro Miranda e Forró da Gávea seguem o baile nordestino em álbum feito como se o baião ainda fosse a dança da moda


O grupo Forró da Gávea, criado por Pedro Miranda (de camisa quadriculada), lançam o primeiro álbum, ‘Amor verdadeiro’
Jorge Bispo / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Amor verdadeiro
Artista: Pedro Miranda e Forró da Gávea
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Em 2026, o baião já não é a dança da moda em mercado dominado pelo piseiro e pelo brega-funk, entre outros subgêneros imponentes no rentável circuito nordestino movimentado por bandas e artistas de forró eletrônico.
Contudo, em 1950, todo mundo queria aprender com Luiz Gonzaga (1912 – 1989) como se dançava e tocava o baião – a ponto de Gonzaga ter lançado naquele ano single com um baião intitulado “A dança da moda” e composto com o parceiro Zé Dantas (1921 – 1962) com letra que versava sobre a presença forte do gênero nas playlists e bailes dos anos 1940 e 1950.
Essa pérola rara de 1950 abre o primeiro álbum do grupo Forró da Gávea, “Amor verdadeiro”, em gravação que une as vozes de Pedro Miranda e Giuliano Eriston. A presença de Eriston se justifica porque foi esse jovem e talentoso cantor cearense quem trouxe “A dança da moda” para o repertório do Forró da Gávea, coletivo carioca criado por Pedro Miranda em junho de 2018.
O coletivo surgiu para tocar xotes, cocos e baiões em shows com clima de baile, harmonizando o apego às tradições do forró – a rigor, um rótulo genérico que abriga diversos gêneros musicais de origem nordestina – e a liberdade para ir além dos cânones desse universo musical nordestino.
É esse clima de baile com arrasta-pé que o Forró da Gávea intencionou trazer para o álbum editado pela gravadora Biscoito Fino nesta sexta-feira, 12 de junho, com capa que expõe o grupo em foto de Jorge Bispo e o nome de Pedro Miranda em destaque, antecedendo o nome do Forró da Gávea.
O canto sagaz de Pedro atravessa o álbum entre duas faixas instrumentais que celebram o toque e o legado dos sanfoneiros Oswaldo de Almeida Silva – nome do músico fluminense conhecido como Oswaldinho do Acordeon, atualmente com 72 anos – e José Domingos de Morais (1941 – 2013), o Dominguinhos.
O primeiro é reverenciado com a regravação de “Lamento nordestino” (Oswaldinho do Acordeon e Roberto Stanganelli, 1982), tema lançado pelo cantor pernambucano Sebastião do Rojão (1935 – 2011) e rebobinado pelo Forró da Gávea com o toque do sanfoneiro Nandinho Barros. Já Dominguinhos é saudado com abordagem do tema autoral “O xote do coice” (1999), gravado pelo coletivo com o sanfoneiro Cosme Vieira e o saxofonista e flautista Edu Neves.
Entre uma faixa e outra, o Forró da Gávea revisita no álbum músicas mais ou menos conhecidas, fazendo forró popular, mas jamais popularesco. O vasto time de convidados valoriza o álbum gravado com arranjos e direção musical de Rafael dos Anjos, violonista do grupo formado por Durval Pereira (zabumba e percussões), Pedro Aune (contrabaixos acústico e elétrico) e Rodrigo Ramalho (sanfona).
Cantora baiana atuante no circuito alternativo carioca, Tâmara Terra faz duo arretado com Pedro Miranda em “Roendo unha” (1976), parceria de Luiz Gonzaga com Luiz Ramalho (1931 – 1981) lançada há 50 anos por Gonzaga e regravada em 1983 por Elba Ramalho, informação que faz sentido no disco pelo fato de o canto vivaz de Tâmara evocar o canto de Elba.
Música mais previsível em setlists de forró, o xote “Sabiá” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951) tem a maciez aditivada pela voz de Roberta Sá. A lembrança de “Cajuína” (1979) tem sabor especial para quem sabe que o autor da composição, Caetano Veloso, sempre foi admirador confesso de Pedro Miranda, cantor hábil nas divisões.
O solo do baixo de Pedro Aune na faixa sinaliza que, ao menos no álbum, o Forró da Gávea fugiu da linha karaokê forrozeiro, como reitera a passagem instrumental no meio da gravação de “Kalu” (1952), dengoso baião composto por Humberto Teixeira (1915. – 1979) e amplificado na voz da estrela Dalva de Oliveira (1917 – 1972).
Pérola rara pescada pelo Forró da Gávea, a música-título “Amor verdadeiro” (Luiz Bandeira e Severino Dias de Oliveira, 1956) é baião lançado há 70 anos pelo Trio Marayá. Com o canto lapidar de Mônica Salmaso, hábil ao imprimir toda a melancolia do tema, a faixa “Amor verdadeiro” mostra que o nordestino forrozeiro sofre sem perder o ritmo da dança.
Momento inusitado do álbum, a canção ambientalista “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1975) ganha harmonia nordestina, a voz adicional de Francis Hime e aleatórias citações instrumentais de dois standards da bossa nova, “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961) e “Garota de Ipanema” (Antonio Carlos Jobim e Vincius de Moraes, 1962).
O álbum “Amor verdadeiro” retoma o percurso original ao seguir pela bela “Estrada de Canindé” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1950) em cadência próxima do xote. Na sequência, o Forró da Gávea traz Teresa Cristina para o baile para revisitar “Como é grande e bonita a natureza” (Sivuca e Glória Gadelha, 1981) – música lançada na voz luminosa de Clara Nunes (1942 – 1983) – e se junta a Juliana Linhares para reviver bem o xote “Bate coração” (Cecéu, 1980).
A presença de Juliana soa especial porque, embora o xote tenha sido lançado pela cantora Marinês (1935 – 2007) no circuito nordestino, “Bate coração” é música popularizada em todo o Brasil na voz de Elba Ramalho, cantora da qual Juliana é moderna seguidora.
Outra música de Cecéu gravada originalmente por Marinês, “Por debaixo dos panos” (1978) – abordagem marota da hipocrisia social em letra amplificada em escala nacional na voz de Ney Matogrosso em 1982 – tem a picardia revolvida por Pedro Miranda em gravação com o cantor Marcelo Mimoso e o sopro de Carlos Malta.
Também bate bem no álbum a lembrança do coco “Tum tum tum” (Ary Monteiro e Christovão de Alencar, 1958), sucesso de Jackson do Pandeiro (1919 – 1982) regravado com graciosidade pelo grupo com Dadi Carvalho e Moreno Veloso, que já costumava incluir “Tum tum tum” nos roteiros de shows do cantor.
Única música inédita do repertório, “Cada um, cada um” propõe a integração rítmica nacional em gravação que traz o cantor Moyseis Marques, parceiro de Pedro Miranda na composição. É sopro de novidade em álbum em que o Forró da Gávea se alimenta da memória do rico e vasto cancioneiro nordestino englobado sob o rótulo de forró.
O frescor do canto de Pedro Miranda e do toque dos músicos do grupo irmana músicas de diferentes épocas e estilos, com amor verdadeiro pelo forró, como se o baião ainda fosse a dança da moda…
Capa do álbum ‘Amor verdadeiro’, de Pedro Miranda e Forró da Gávea
Jorge Bispo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento