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Pedro Miranda e Forró da Gávea seguem o baile nordestino em álbum feito como se o baião ainda fosse a dança da moda


O grupo Forró da Gávea, criado por Pedro Miranda (de camisa quadriculada), lançam o primeiro álbum, ‘Amor verdadeiro’
Jorge Bispo / Divulgação
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Amor verdadeiro
Artista: Pedro Miranda e Forró da Gávea
Cotação: ★ ★ ★ ★ 1/2
♬ Em 2026, o baião já não é a dança da moda em mercado dominado pelo piseiro e pelo brega-funk, entre outros subgêneros imponentes no rentável circuito nordestino movimentado por bandas e artistas de forró eletrônico.
Contudo, em 1950, todo mundo queria aprender com Luiz Gonzaga (1912 – 1989) como se dançava e tocava o baião – a ponto de Gonzaga ter lançado naquele ano single com um baião intitulado “A dança da moda” e composto com o parceiro Zé Dantas (1921 – 1962) com letra que versava sobre a presença forte do gênero nas playlists e bailes dos anos 1940 e 1950.
Essa pérola rara de 1950 abre o primeiro álbum do grupo Forró da Gávea, “Amor verdadeiro”, em gravação que une as vozes de Pedro Miranda e Giuliano Eriston. A presença de Eriston se justifica porque foi esse jovem e talentoso cantor cearense quem trouxe “A dança da moda” para o repertório do Forró da Gávea, coletivo carioca criado por Pedro Miranda em junho de 2018.
O coletivo surgiu para tocar xotes, cocos e baiões em shows com clima de baile, harmonizando o apego às tradições do forró – a rigor, um rótulo genérico que abriga diversos gêneros musicais de origem nordestina – e a liberdade para ir além dos cânones desse universo musical nordestino.
É esse clima de baile com arrasta-pé que o Forró da Gávea intencionou trazer para o álbum editado pela gravadora Biscoito Fino nesta sexta-feira, 12 de junho, com capa que expõe o grupo em foto de Jorge Bispo e o nome de Pedro Miranda em destaque, antecedendo o nome do Forró da Gávea.
O canto sagaz de Pedro atravessa o álbum entre duas faixas instrumentais que celebram o toque e o legado dos sanfoneiros Oswaldo de Almeida Silva – nome do músico fluminense conhecido como Oswaldinho do Acordeon, atualmente com 72 anos – e José Domingos de Morais (1941 – 2013), o Dominguinhos.
O primeiro é reverenciado com a regravação de “Lamento nordestino” (Oswaldinho do Acordeon e Roberto Stanganelli, 1982), tema lançado pelo cantor pernambucano Sebastião do Rojão (1935 – 2011) e rebobinado pelo Forró da Gávea com o toque do sanfoneiro Nandinho Barros. Já Dominguinhos é saudado com abordagem do tema autoral “O xote do coice” (1999), gravado pelo coletivo com o sanfoneiro Cosme Vieira e o saxofonista e flautista Edu Neves.
Entre uma faixa e outra, o Forró da Gávea revisita no álbum músicas mais ou menos conhecidas, fazendo forró popular, mas jamais popularesco. O vasto time de convidados valoriza o álbum gravado com arranjos e direção musical de Rafael dos Anjos, violonista do grupo formado por Durval Pereira (zabumba e percussões), Pedro Aune (contrabaixos acústico e elétrico) e Rodrigo Ramalho (sanfona).
Cantora baiana atuante no circuito alternativo carioca, Tâmara Terra faz duo arretado com Pedro Miranda em “Roendo unha” (1976), parceria de Luiz Gonzaga com Luiz Ramalho (1931 – 1981) lançada há 50 anos por Gonzaga e regravada em 1983 por Elba Ramalho, informação que faz sentido no disco pelo fato de o canto vivaz de Tâmara evocar o canto de Elba.
Música mais previsível em setlists de forró, o xote “Sabiá” (Luiz Gonzaga e Zé Dantas, 1951) tem a maciez aditivada pela voz de Roberta Sá. A lembrança de “Cajuína” (1979) tem sabor especial para quem sabe que o autor da composição, Caetano Veloso, sempre foi admirador confesso de Pedro Miranda, cantor hábil nas divisões.
O solo do baixo de Pedro Aune na faixa sinaliza que, ao menos no álbum, o Forró da Gávea fugiu da linha karaokê forrozeiro, como reitera a passagem instrumental no meio da gravação de “Kalu” (1952), dengoso baião composto por Humberto Teixeira (1915. – 1979) e amplificado na voz da estrela Dalva de Oliveira (1917 – 1972).
Pérola rara pescada pelo Forró da Gávea, a música-título “Amor verdadeiro” (Luiz Bandeira e Severino Dias de Oliveira, 1956) é baião lançado há 70 anos pelo Trio Marayá. Com o canto lapidar de Mônica Salmaso, hábil ao imprimir toda a melancolia do tema, a faixa “Amor verdadeiro” mostra que o nordestino forrozeiro sofre sem perder o ritmo da dança.
Momento inusitado do álbum, a canção ambientalista “Passaredo” (Francis Hime e Chico Buarque, 1975) ganha harmonia nordestina, a voz adicional de Francis Hime e aleatórias citações instrumentais de dois standards da bossa nova, “O barquinho” (Roberto Menescal e Ronaldo Bôscoli, 1961) e “Garota de Ipanema” (Antonio Carlos Jobim e Vincius de Moraes, 1962).
O álbum “Amor verdadeiro” retoma o percurso original ao seguir pela bela “Estrada de Canindé” (Luiz Gonzaga e Humberto Teixeira, 1950) em cadência próxima do xote. Na sequência, o Forró da Gávea traz Teresa Cristina para o baile para revisitar “Como é grande e bonita a natureza” (Sivuca e Glória Gadelha, 1981) – música lançada na voz luminosa de Clara Nunes (1942 – 1983) – e se junta a Juliana Linhares para reviver bem o xote “Bate coração” (Cecéu, 1980).
A presença de Juliana soa especial porque, embora o xote tenha sido lançado pela cantora Marinês (1935 – 2007) no circuito nordestino, “Bate coração” é música popularizada em todo o Brasil na voz de Elba Ramalho, cantora da qual Juliana é moderna seguidora.
Outra música de Cecéu gravada originalmente por Marinês, “Por debaixo dos panos” (1978) – abordagem marota da hipocrisia social em letra amplificada em escala nacional na voz de Ney Matogrosso em 1982 – tem a picardia revolvida por Pedro Miranda em gravação com o cantor Marcelo Mimoso e o sopro de Carlos Malta.
Também bate bem no álbum a lembrança do coco “Tum tum tum” (Ary Monteiro e Christovão de Alencar, 1958), sucesso de Jackson do Pandeiro (1919 – 1982) regravado com graciosidade pelo grupo com Dadi Carvalho e Moreno Veloso, que já costumava incluir “Tum tum tum” nos roteiros de shows do cantor.
Única música inédita do repertório, “Cada um, cada um” propõe a integração rítmica nacional em gravação que traz o cantor Moyseis Marques, parceiro de Pedro Miranda na composição. É sopro de novidade em álbum em que o Forró da Gávea se alimenta da memória do rico e vasto cancioneiro nordestino englobado sob o rótulo de forró.
O frescor do canto de Pedro Miranda e do toque dos músicos do grupo irmana músicas de diferentes épocas e estilos, com amor verdadeiro pelo forró, como se o baião ainda fosse a dança da moda…
Capa do álbum ‘Amor verdadeiro’, de Pedro Miranda e Forró da Gávea
Jorge Bispo / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Dia dos Namorados: clássicos do romance ganham relançamento especial nos cinemas; veja lista


Quatro romances clássicos voltam aos cinemas no Dia dos Namorados.
Divulgação
O Dia dos Namorados, celebrado nesta sexta-feira (12) no Brasil, vai transformar as salas de cinema em um verdadeiro refúgio para os apaixonados.
Isso porque em uma ação especial para a data, grandes distribuidoras decidiram relançar quatro dos romances e comédias românticas mais emblemáticos das últimas décadas.
Embora o circuito de relançamentos seja nacional, os filmes não estarão em cartaz em todas as redes.
A programação e os horários variam por cidade, e o público deve consultar os cinemas locais para garantir os ingressos.
Confira, abaixo, as produções que retornam aos cinemas a partir de hoje:
Antes do Amanhecer (1995)
Cena de “Antes do Amanhecer”
Divulgação
O longa acompanha o jovem americano Jesse (Ethan Hawke) e a estudante francesa Celine (Julie Delpy), que se conhecem por acaso em um trem rumo a Paris.
Após iniciarem uma conversa despretensiosa, eles decidem descer juntos em Viena para aproveitar uma escala, passando a noite caminhando e dialogando pelas ruas da capital austríaca antes do amanhecer.
Agora no g1
Um Lugar Chamado Notting Hill (1999)
Hugh Grant e Julia Robets em ‘Um lugar chamado Notting Hill’
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A trama acompanha Will Thacker (Hugh Grant), o pacato proprietário de uma livraria especializada em guias de viagem no charmoso bairro de Notting Hill, em Londres.
Sua rotina previsível é completamente transformada após a visita inesperada de uma cliente famosa: a estrela de cinema de Hollywood Anna Scott (Julia Roberts), dando início a um improvável romance sob os holofotes.
Diário de uma Paixão (2004)
Cena de ‘Diário de uma paixão’
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A trama acompanha Duke, o interno de uma clínica geriátrica que lê para uma companheira a história de Allie Hamilton (Rachel McAdams) e Noah Calhoun (Ryan Gosling).
O romance, iniciado em 1940, é marcado pela separação imposta pelos pais de Allie, que rejeitavam o namoro pelo fato de Noah ser um trabalhador braçal.
O distanciamento, contudo, não apaga a paixão entre os dois.
O Amor Não Tira Férias (2006)
Cena de ‘O Amor Não Tira Férias’
Divulgação
A comédia romântica acompanha a americana Amanda Woods (Cameron Diaz) e a britânica Iris Simpkins (Kate Winslet), duas mulheres que enfrentam desilusões amorosas e decidem mudar de ares.
Por meio de um site de intercâmbio de casas, elas trocam de residência temporariamente: Amanda viaja para o interior de Londres, enquanto Iris parte para Los Angeles, encontrando novas perspectivas e conexões inesperadas em cidades que ainda não conheciam.

Fonte: G1 Entretenimento

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WAGs da Copa: Quem são as companheiras dos jogadores e como elas podem roubar a atenção no evento


WAGs da Copa: Quem são as companheiras dos jogadores e como elas podem roubar a atenção
Para quem acompanha esportes, o termo “WAGs” talvez soe familiar. A sigla, em inglês, significa wives and girlfriends (“esposas e namoradas”, em português) e é usada para se referir às companheiras de atletas profissionais.
O termo surgiu no Reino Unido e começou a circular em 2002, após aparecer em uma reportagem do “Sunday Telegraph” sobre um apelido dado às mulheres dos jogadores da seleção inglesa por um hotel em Dubai. Mas foi na Copa do Mundo de 2006, na Alemanha, que a expressão se popularizou de vez.
Victoria Beckham, mulher de David Beckham, é considerada uma das primeiras WAGs. Embora o termo tenha surgido cercado por um tom pejorativo, semelhante ao de “maria-chuteira” no Brasil, muitas delas passaram a se desvincular desse estereótipo ao construir carreiras próprias e presença nas redes sociais, para além do universo dos jogadores.
Acompanhe a cobertura completa da competição no GE:
Tabela e jogos da Copa do Mundo 2026
VC Escala: monte o seu time para a estreia do Brasil na Copa do Mundo
⚽ No clima da Copa do Mundo de 2026, o g1 listou as WAGs que prometem roubar a atenção nas arquibancadas.
WAGs da Copa: Quem são as companheiras dos jogadores e como elas podem roubar a atenção no evento
Reprodução/Instagram
Georgina Rodríguez (Cristiano Ronaldo – Portugal )
Georgina Rodríguez e Cristiano Ronaldo
Reprodução/Instagram
Companheira de Cristiano Ronaldo, Georgina Rodríguez é modelo e empresária e, atualmente, é uma das WAGs mais famosas do mundo. Com mais de 72 milhões de seguidores, ela ganhou ainda mais projeção ao estrelar o reality show “Soy Georgina”, em 2022.
Antonela Roccuzzo (Lionel Messi – Argentina)
Antonela Roccuzzo e Lionel Messi
Reprodução/Instagram
Mulher de Lionel Messi, Antonela mantém um estilo mais discreto e reservado. Isso, no entanto, não significa menor relevância: ela reúne mais de 40 milhões de seguidores nas redes sociais e conseguiu consolidar seu nome independentemente do jogador. É embaixadora da joalheria americana Tiffany & Co., da marca francesa de cosméticos Guerlain e da grife de moda Louis Vuitton.
Tini Stoessel (Rodrigo De Paul – Argentina)
Tini Stoessel e Rodrigo De Paul
Reprodução/Instagram
Tini Stoessel, noiva de Rodrigo De Paul, é uma cantora e atriz argentina de grande sucesso na América Latina. Ela se tornou um ídolo adolescente ao viver a protagonista da série Violetta, do Disney Channel (2012 – 2015). Um ano após o fim do programa, ela deu início à carreira musical, já acumulando cinco álbuns lançados. A cantora se destaca como uma das artistas mais influentes de sua geração, com mais de 21 milhões de seguidores nas redes sociais.
Bruna Biancardi (Neymar – Brasil)
Neymar Jr, Bruna Biancardi e as filhas do casal marcaram presença em evento de inauguração do Hard Rock Cafe em Praia Grande, SP
Diego Sanches/NR Sports
Companheira de Neymar, Bruna acumula mais de 15 milhões de seguidores nas redes sociais, onde construiu sua carreira como influenciadora. Ela compartilha conteúdos de lifestyle, moda e maternidade, além de frequentemente protagonizar momentos que viralizam na internet com as filhas Mavie (nascida em outubro de 2023) e Mel (nascida em julho de 2025).
Mina Bonino (Federico Valverde – Uruguai)
Mina Bonino e Federico Valverde
Reprodução/instagram
Casada com Federico Valverde, Mina Bonino é formada em jornalismo pela Universidade de Buenos Aires. Estreou na TV como apresentadora da previsão do tempo no canal TyC Sports e ganhou ainda mais destaque como comentarista esportiva na Espanha. Hoje ela reúne mais de 1 milhão de seguidores.
Agustina Gandolfo (Lautaro Martínez – Argentina)
Agustina Gandolfo e Lautaro Martínez
Reprodução/Instagram
Casada desde 2023 com Lautaro Martínez, Agustina Gandolfo é modelo e influenciadora digital, com quase dois milhões de seguidores no Instagram. Ela costuma compartilhar fotos com o marido e os filhos, além de conteúdos voltados à saúde, como exercícios físicos.
Valentina Cervantes (Enzo Fernández – Argentina)
Valentina Cervantes e Enzo Fernández
Reprodução/Instagram
O relacionamento de Valentina Cervantes com Enzo Fernández começou ainda na adolescência, acompanhando a ascensão do jogador. Influenciadora com mais de 3 milhões de seguidores, compartilha a rotina familiar, viagens e bastidores da carreira do atleta. Também investe no empreendedorismo, com uma marca própria de roupas.
Duda Fournier (Lucas Paquetá – Brasil)
Duda Fournier e Lucas Paquetá
Reprodução/Instagram
Formada em Nutrição, Maria Eduarda Fournier conheceu Lucas Paquetá quando ainda era estagiária. Apesar de não atuar diretamente na área, Duda compartilha dicas de vida saudável com mais de 2 milhões de seguidores. Também se destaca por parcerias com marcas, sendo embaixadora da grife esportiva Alo.
Taylor Ward (Riyad Mahrez – Argélia)
Taylor Ward e Riyad Mahrez
Reprodução/Instagram
Taylor Ward já era conhecida no Reino Unido antes de se casar com Riyad Mahrez, um dos principais nomes da seleção da Argélia. Filha da estrela de reality Dawn Ward e do ex-jogador Ashley Ward, ela soma mais de 3 milhões de seguidores e atua como influenciadora de moda e beleza, além de ser cofundadora da marca de joias Astalia. O casal também participou da série documental Married to the Game.
Gabriely Miranda (Endrick – Brasil)
Gabriely Miranda e Endrick
Reprodução/Instagram
Modelo e influenciadora digital, Gabriely Miranda ganhou projeção internacional após assumir o relacionamento com Endrick. Com campanhas publicitárias e parcerias com marcas, ela vem consolidando sua carreira no universo digital, onde reúne quase dois milhões de seguidores.

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Cabo do Medo’: Perito em vilões, Javier Bardem nega fascínio ao recriar psicopata icônico de De Niro


Javier Bardem, Amy Adams e Patrick Wilson falam sobre psicopata de ‘Cabo do medo’
Existem muitos motivos para assistir à nova série “Cabo do Medo”, que adapta o livro de John D. MacDonald, de 1957, e os filmes de 1962 e 1991. Mas é inegável que, entre eles, o maior provavelmente é a interpretação de Javier Bardem como Max Cady, o psicopata eternizado na pele de Robert De Niro há 35 anos.
Afinal de contas, o personagem é a nova adição à galeria invejável de vilões do ator espanhol, celebrado acima de tudo pelo assassino de cabelo questionável – “de Beiçola”, diriam alguns – de “Onde os fracos não têm vez” (2007).
Desde então, ele ainda deu vida a antagonistas em “007 – Operação Skyfall” (2012), “Piratas do Caribe: A vingança de Salazar” (2017), “Mãe!” (2017) e na série “Monstros: Irmãos Menendez: Assassinos dos Pais”.
“Não é exatamente que eu seja fascinado por eles. É o que me chamam para fazer”, brinca Bardem, em entrevista ao g1 – e arranca risadas dos colegas de elenco Amy Adams e Patrick Wilson.
“Aparentemente, não sou um protagonista romântico. Eles querem que eu só seja essa pessoa cruel.”
Javier Bardem em cena de ‘Cabo do Medo’
Divulgação
Isso não é exatamente verdade. Aos 57 anos de idade, o espanhol também coleciona um bom número de galãs na carreira. Chegou até a dar vida a um brasileiro no romântico “Comer, rezar, amar” (2010), com Julia Roberts.
Apesar de rejeitar um fascínio pelos personagens depravados, ele admite que há uma atração natural aos vilões.
“É sobre o fato de que você pode brincar com a moralidade e as hipocrisias e toda essa manipulação e o medo da outra pessoa na sua frente. Trabalhar com isso para ganhar controle sobre eles”, afirma.
“É divertido. Eles são normalmente papéis divertidos de fazer, que te dão mais liberdade para fazer coisas diferentes do que o herói, vamos dizer assim.”
Robert De Niro em cena do filme ‘Cabo do Medo’, de 1991
Divulgação
Jogo de xadrez e troca de papéis
A série, cujo terceiro episódio estreia nesta sexta-feira (12) na plataforma de streaming Apple TV, dá uma interpretação nova à história do advogado que precisa lidar com a busca por vingança de um ex-detento determinado que o culpa por seus anos na prisão.
As mudanças são consideráveis, é claro. E vão além de alongar a história para dar conta dos dez episódios previstos para a temporada.
Dessa vez, a protagonista é uma mulher, a advogada interpretada por Adams, que se casou com o promotor (Wilson) do julgamento por homicídio de Cady após ser a responsável pela defesa do acusado. Dá para entender as suspeitas do vilão.
“Sei especialmente que as cenas em que nós três estamos juntos têm uma dinâmica tão maravilhosa. É um jogo de xadrez de gato e rato. Foi muito divertido trabalhar nessa dinâmica”, fala a atriz indicada seis vezes ao Oscar.
“Também por causa da imprevisibilidade em Max, que nos deixa à flor da pele. E nossos personagens precisam manobrar entre si, o que criou um monólogo interno tão bom entre nós. É tudo muito divertido de interpretar.”
Amy Adams, Patrick Wilson e Lily Collias em cena de ‘Cabo do Medo’
Divulgação
A benção de Scorsese e Spielberg
A série conta com produção executiva de Martin Scorsese, diretor da versão de 1991, e Steven Spielberg, que quase dirigiu o filme na época.
Acontece que as duas lendas do cinema decidiram trocar projetos no final da década de 1980. E é difícil negar que a decisão foi uma ótima ideia para os dois.
Scorsese queria provar que conseguia realizar um sucesso comercial – e conseguiu mais de US$ 180 milhões em bilheterias com um orçamento estimado em US$ 35 milhões.
Já Spielberg ficou com um pequeno filme dramático fotografado em preto e branco sobre o Holocausto. “A lista de Schindler” foi o grande ganhador do Oscar em 1994, com sete no total. Além de melhor filme, deu ao cineasta sua primeira vitória como diretor.
Conhecido pela antologia de terror “Channel Zero”, o roteirista Nick Antosca cresceu fascinado pela visão de Scorsese para o que considera “uma fábula”.
Por causa disso, foi atrás do estúdio que tinha os direitos sobre a adaptação para tentar uma nova interpretação. Aparentemente algo no universo dita que deve haver uma a cada trinta anos, mais ou menos.
“Alguns anos atrás, eu fui à Universal e a Scorsese e Spielberg e pedi a benção deles e vendi essa nova versão. Eles foram muito generosos e solidários o tempo inteiro. Leram roteiros, deram sugestões. Marty aparecia no Zoom ou me ligava e ajudava a acertar detalhes. Foi demais”, conta o criador da série.
“‘Cabo do Medo’ é como uma fábula. É como um mito. É uma história atemporal que absorve o que está acontecendo na atmosfera, na cultura, no tempo em que é feita. Poderia ser feito de novo em 30 anos e seus ossos ainda estariam fortes. Seria uma história muito diferente, com perguntas novas sobre moralidade e justiça e vingança.”
Javier Bardem em cena de ‘Cabo do Medo’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Volta de Kid Abelha aos palcos terá ‘setlist matador’ e canções nunca tocadas em shows, diz Paula Toller


Paula Toller promete ‘setlist matador’ em retorno aos palcos do Kid Abelha
Um sonho prestes a se tornar realidade. Depois de um hiato de 13 anos, o Kid Abelha volta aos palcos com o trio Paula Toller , George Israel e Bruno Fortunato nesta sexta-feira (12), no Rio de Janeiro, com a turnê “Eu Tive Um Sonho”.
As apresentações, que ainda vão passar por São Paulo, Salvador, Brasília, Recife, Fortaleza, Porto Alegre, Curitiba, Florianópolis e Belo Horizonte, terão 30 músicas e um “setlist matador”, com hits e canções nunca tocadas pelo grupo em shows, segundo Paula Toller adiantou em entrevista ao g1. A cantora ainda afirmou que esse reencontro foi uma surpresa até mesmo para ela.
“Chegou uma hora, eu falei: ‘Sabe o que é? Eu acho que vai ser legal. Eu acho que pode ser legal’. Não era um momento de necessidade. Eu estava indo muito bem. O George estava muito bem nos shows dele, e eu nos meus. Então, não era uma coisa assim: ‘A gente precisa disso’. Era uma coisa dos fãs. Tinha sempre aquele pessoal: ‘Volta Kid Abelha’”, conta Paula Toller.
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As redes sociais influenciaram para que o reencontro da banda – que surgiu em 1981 como Kid Abelha & os Abóboras Selvagens – acontecesse.
“De repente, você começa a ver adolescentes – e até crianças – tocando no violão ou no teclado [músicas como] ‘Nada Por Mim’, ‘Amanhã É 23’, ‘Grand’ Hotel’. Eu comecei a não entender: ‘Mas como que esse pessoal está querendo, está tocando, está conhecendo?’. Isso é um mistério. Claro que tem quem é filho de alguém que era fã e tal. Mas achei que era algo maior do que isso”, afirma Toller.
“Uma coisa de reviver uma coisa que não foi vivida. Saudades do que não viveu. Isso também foi um grande estímulo”.
“Porque, ao mesmo tempo que o show vai ser para aqueles fãs que entendem tudo, conhecem tudo, vai ser também para quem nunca viu. Isso é sempre um desafio bacana”.
O reencontro do Kid Abelha é um presente para os fãs que não viam Paula Toller, George Israel e Bruno Fortunato juntos no mesmo palco desde 2016 – e mesmo para aqueles que nunca assistiram a uma apresentação do trio. A cantora garante que o show foi pensando para todo “tipo de fã” e promete surpresas.
“Esse show é para quem conhece Kid Abelha desde o começo, para quem pegou no meio do caminho, para essa juventude, essa galera que pegou depois que acabou, e é para também aquelas pessoas que só vão ver uma vez. Então, esse show é para todos esses. Vão ter surpresas legais. Tem coisas pensadas para o pessoal que acompanha a gente desde o começo, que tem todos os discos, que sabe todos os lados B, que sabe tudo”.
Setlist ‘matador’
Kid Abelha: George Israel, Paula Toller e Bruno Fortunato
Pedro Loreto/ Divulgação
Um desafio do trio foi escolher as músicas – entre tantos sucessos – que estariam no repertório dos shows.
“Tem coisas muito legais, muitas surpresas. Tem os grandes hits, todos, e algumas músicas diferentes. Setlist matador. A gente trabalhou muito nisso. Então, a gente está com setlist incrível e uma produção muito grande, muito bacana”, adianta Paula.
Ela ainda afirmou que o investimento para a turnê foi grande, e que ela está em “ponto de bala” para as apresentações.
“Estou pronta. Me preparei bastante, e acho que vai ser muito legal. George e Bruno também estudaram muito. Eu não entro em nada para ficar mais ou menos”, afirma a cantora.
Versões
Paula conta que, além da escolha do repertório, tinha também a questão sobre qual versão seria a escolhida para o retorno aos palcos. Segundo ela, “Lágrimas e Chuva” foi a maior polêmica de todas. Isso porque a faixa tem sua versão original – lançada em 1985, que deixa as guitarras e o rock do Kid Abelha mais em evidência – e a versão acústica, que integra o álbum ” Kid Abelha – Acústico MTV” (2002).
“Eu não vou te contar os detalhes, mas a gente optou pelo original, que é mais power. Um show grande, um show para fazer a galera se mexer. Vai ter essa versão, mas também tem sutilezas”, revela Paula.
Kid Abelha: George Israel, Paula Toller e Bruno Fortunato
Instagram/ Reprodução
Música sobre relação tóxica?
Entre tantos sucessos do Kid Abelha, Paula elege “Grand’ Hotel” e “Nada Sei” como suas preferidas. As duas, claro, estarão no show. E, se fosse reescrever as faixas, Paula não mudaria nem uma vírgula:
“Porque algumas [músicas], você fala: ‘Eu devia ter escrito tal coisa em vez dessa’. Mas essas duas, eu acho acima. Não é de qualidade, porque as outras têm qualidade. Mas, eu falo assim: ‘Nossa, arrasei’. Sem modéstia”.
Outro grande sucesso que não pode faltar nas apresentações da banda é “Como Eu Quero”. Paula fala sobre a interpretação de algumas pessoas de que a canção seria sobre um relacionamento tóxico:
“Hoje em dia tem essa tem uma certa mania de patrulha. Patrulhar as coisas, o certo, o errado. Veio essa ideia — que não é uma ideia ruim — de achar que é uma música sobre um relacionamento tóxico. Mas não é só isso”.
“No geral, eu acho que é uma música com um texto que se refere a uma pessoa muito honesta, que tem coragem de ser honesta. Se isso é bom ou ruim para o relacionamento, isso aí não é comigo. Mas a gente tem que se livrar dessa coisa de patrulha. É o que eu quiser que seja”.
Para Paula, o fato de qualquer um poder se identificar com as músicas do Kid Abelha e interpretá-las da forma que quiser é a grande fórmula de sucesso do grupo:
“A música é de cada um. Quando sai para o mundo, para o rádio, para o para as pessoas, elas interpretam do jeito que quiserem. Então é assim mesmo. Cada um se torna dono da música. A música de sucesso vai para a massa, mas cada um tem uma história com ela”.
E seguir nos palcos e viver de música, para ela é, um privilégio: “Eu sempre dou muito valor a me apresentar do melhor jeito, com luxo, com conceito”, diz.
“O palco não é um lugar normal, não é um lugar como qualquer outro, que eu vou lá, canto umas músicas e saio. Para mim é um lugar muito especial”.
Ela compara a experiência como a de estar em um disco voador.
“É um negócio diferente, é uma mágica que rola. Me inspirei um pouco nessa ideia – com o nosso figurinista, que é o André Moraes – para criar algumas roupas um pouco intergalácticas. Tudo muito pensado para ser visto de longe, grande, muita cor. A Paula de outro planeta, do planeta música”.
A avó Paula
Aos 63 anos, Paula Toller é avó de Maya, de 1 anos e 5 meses. A neta é filha de Gabriel (well, well, well), do seu casamento com o cineasta Lui Farias. O filho de Paula inspirou “Oito Anos” e “Barcelona 16”, músicas da carreira solo da cantora. A artista conta que já rascunhou algumas canções em homenagem à neta, mas ainda não chegou à “arte final”.
“Ainda não terminei nenhuma música para ela. Já tive várias ideias, já escrevi, já cantei. Todo dia invento uma coisa, mas ainda não terminei nada”.
“Adoro ficar com ela. Ela é uma garota ativa, bagunceira. Ela adora falar, cantar, dançar. Então, eu sento no chão, danço com ela. Eu gosto assim. Com ela, eu me sinto uma garota também”.
Bruno Fortunato, Paula Toller e George Israel em estúdio
Instagram/ Reprodução
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Fonte: G1 Entretenimento

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Luan Santana faz feat estranho com Ricky Martin em versão de hit de 1995


Luan Santana (à direita) faz feat com Ricky Martin no single ‘Estranho’, lançado na noite de hoje, quinta-feira, 11 de junho
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ É estranho e soa… estranho. Mas o fato é que “Estranho” – single lançado na noite de hoje, quinta-feira, 11 de junho, com gravação feita por Luan Santana com Ricky Martin – junta o cantor brasileiro com o artista porto-riquenho em feat inédito orquestrado pela gravadora Sony Music para promover Luan e reforçar a conexão de Martin com o Brasil através de versão em português de música apresentada na voz do astro latino há 31 anos.
“Estranho” reapresenta para o público brasileiro a balada “Te extraño, Te olvido, Te amo”, composta em espanhol por Carlos Lara e lançada por Ricky Martin em 14 de agosto de 1995 como primeiro single do então ainda inédito terceiro álbum solo de estúdio do artista, “A medio vivir”, editado em setembro daquele ano.
Nessa versão em português sintomaticamente intitulada “Estranho”, a canção ganha toque sertanejo na gravação feita com produção musical de Lucas Santos e o toque do acordeom de Vitor Castro.
O feat inédito de Luan Santana e Ricky Martin gerou clipe inédito, filmado em show feito por Luan na cidade do Rio de Janeiro (RJ) durante a turnê “Registro histórico”.
Capa do single ‘Estranho’, de Luan Santana com Ricky Martin
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Ariana Grande critica uso da sua música por governo Trump em campanha pró-ICE: ‘Desumano’


Ariana Grande, indicada a melhor atriz coadjuvante em filme, chega ao Globo de Ouro 2026
Jordan Strauss/Invision/AP
A cantora e atriz Ariana Grande pediu nesta quinta-feira (11) que a Casa Branca não utilizasse sua música para promover conteúdo político. Ela classificou um vídeo publicado pelo governo de Donald Trump como “bárbaro, desumano e hediondo”.
O comentário surgiu depois que a Casa Branca compartilhou um vídeo no TikTok no início desta semana destacando sua política de imigração. O vídeo, que mostra agentes federais do ICE prendendo e algemando pessoas, apresenta a música “Bye”, de 2024.
“Por favor, nunca usem minha música em relação a esse absurdo bárbaro, desumano e hediondo”, escreveu Ariana em um comentário publicado no vídeo da Casa Branca no TikTok.
Em resposta à cantora, a porta-voz da Casa Branca, Abigail Jackson, disse: “Vamos dizer isso mais uma vez: o que é realmente bárbaro, desumano e hediondo são os imigrantes ilegais criminosos que feriram e assassinaram cidadãos americanos inocentes”.
Agora no g1
A relação de Ariana Grande com o governo Trump
Ariana Grande, cantora e atriz indicada ao Oscar, criticou o governo Trump no ano passado após compartilhar uma publicação no Instagram perguntando às pessoas que votaram em Trump se suas vidas haviam melhorado desde que ele retornou ao cargo.
Trump, agora em seu segundo mandato não consecutivo, tem uma presença ativa nas redes sociais. Membros de sua equipe de comunicação frequentemente postam vídeos curtos com músicas populares para ilustrar os esforços do presidente em cumprir suas promessas de campanha.
Alguns dos vídeos apresentaram músicas de sucesso enquanto exibiam imagens da repressão à imigração promovida por Trump, operações militares dos EUA contra o Irã e a prisão do ex-presidente venezuelano Nicolás Maduro.

Fonte: G1 Entretenimento

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Tati Machado anuncia gravidez: ‘O amor encontrou mais um jeito de florescer’


Tati Machado e o marido, Bruno Monteiro
Reprodução/Instagram
A apresentadora Tati Machado anunciou nesta quinta-feira (11) que está grávida.
Em vídeo publicado nas suas redes sociais, ela aparece ao lado do seu marido, Bruno Monteiro, celebrando o momento ao som de “Deus de Obras Completas”, música da cantora gospel Kemilly Santos.
“O amor encontrou mais um jeito de florescer ❤️”, escreveu a apresentadora na publicação.
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Em dezembro de 2024, Tati anunciou sua primeira gravidez, durante sua participação no programa “Mais Você”.
Ana Maria Braga contou que recebeu a visita de Tati em sua casa. Na ocasião, foi presenteada com o body de bebê com as palavras “Exxxquece, vovó”.
Em maio de 2025, a apresentadora e o marido publicaram um texto nas redes sociais explicando que perderam o bebê na reta final da gestação. Tati estava com 33 semanas de gestação.
“Infelizmente, foi constatada a parada dos batimentos cardíacos do bebê, por causas que ainda estão sendo investigadas. Diante da situação, Tati precisou passar pelo trabalho de parto, um processo cercado de amor, coragem e profunda dor.”
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Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo 2026: quando a Anitta se apresenta?


Anitta divide o canto da música ‘Goals’ com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa
Divulgação
A Copa do Mundo 2026 começa oficialmente nesta quinta-feira (11). Este Mundial entra para a história como o primeiro disputado em três países-sede — Estados Unidos, México e Canadá — e com três cerimônias de abertura.
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A primeira delas aconteceu nesta quinta (11) no Estádio Azteca, na Cidade do México. Se apresentaram Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla. Além deles, Shakira e Burna Boy interpretaram a música oficial do torneio.
Quando a Anitta se apresenta?
Já a brasileira Anitta é uma das atrações da última cerimônia de abertura, realizada nos Estados Unidos, nesta sexta-feira (12), no SoFi Stadium, em Los Angeles. O evento começa cerca de 90 minutos antes da partida entre Estados Unidos e Paraguai, marcada para as 22h (horário de Brasília).
Além da brasileira, o show contará com apresentações de Katy Perry, Lisa (BLACKPINK), Rema e Future. No Canadá, a cerimônia de abertura acontece mais cedo, às 14h30, em Toronto, com shows de Alanis Morissette e Michael Bublé, antes do duelo entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.
As três cerimônias de abertura da Copa são produzidas pelo italiano Marco Balich, responsável pela abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina 2026.
Shakira também está confirmada no show do intervalo da final da Copa do Mundo, ao lado de Madonna e da banda sul-coreana BTS, em um formato inspirado no Super Bowl.
Novas regras, recorde de seleções, Shakira e Anitta: confira as novidades da Copa do Mundo

Fonte: G1 Entretenimento

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Shakira, Maná, J Balvin e mais estrelas da música participam de festa de abertura da Copa do Mundo 2026


Shakira e Burna Boy na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
REUTERS/Kai Pfaffenbach
Shakira, Maná, J Balvin e mais estrelas da música participaram de festa de abertura da Copa do Mundo 2026.
A primeira das três cerimônias que abrem o evento esportivo aconteceu nesta quinta-feira (11), na Cidade do México, antes do início da partida entre México e África do Sul.
No centro do gramado do Estádio Azteca estava a taça da Copa do Mundo, inflada em tamanho gigante, com um mini-palco onde os artistas se apresentavam.
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A banda mexicana Maná iniciou os trabalhos, para loucura do público local. Na sequência, Dani Ocean fez seu show com a participação de 40 representantes do balé folclórico do México.
Depois foi a vez da atriz e cantora Belinda mostrar seu trabalho. “Dirigindo” um carro de papel, J Balvin se apresentou rapidamente e logo deu espaço para Shakira.
A estrela da tarde encerrou a festa de abertura com a música oficial da competição, “Dai Dai”, junto com o nigeriano Burna Boy.
Cerimônia de abertura da Copa no México
Reuters/Eloisa Sanchez
A cantora mexicana Belinda na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
AP Photo/Natacha Pisarenko
Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
AP Photo/Ricardo Mazalan
LEIA TAMBÉM: Com Anitta e Shakira, como serão as três cerimônias de abertura da Copa — e os detalhes dos jogos do maior Mundial da história
A festa no Canadá e nos EUA
Na sexta-feira (12), é a vez dos Estados Unidos e do Canadá darem boas-vindas à Copa.
Em solo canadense, a cerimônia acontece no Estádio de Toronto também a partir das 14h30 (horário de Brasília), antes da partida entre Canadá x Bósnia e Herzegovina.
O hino canadense será ouvido na voz de Alanis Morissette, enquanto o bósnio será interpretado por Aleksandar Gajić. O ator e humorista canadense Will Arnett será o mestre de cerimônia.
Outros artistas confirmados são: os canadenses Michael Bublé, Alessia Cara, Jessie Reyez, William Prince e Nora Fatehi, além da palestina Elyanna, do francês Vegedream e do DJ bengali Sanjoy.
Já nos EUA, a festa acontece no Estádio de Los Angeles a partir das 20h30 de sexta (horário de Brasília), antes da partida entre EUA e Paraguai, homenageando a “energia criativa” da capital americana do entretenimento. Jason Sudeikis, famoso pelo papel do técnico na série “Ted Lasso”, falará aos torcedores.
A dupla country Dan + Shay cantará o hino americano, e o grupo Purahei Soul, o paraguaio.
Participam ainda os cantores americanos Katy Perry e Future. Também haverá uma apresentação que juntará a brasileira Anitta, a tailandesa LISA e o nigeriano Rema. O trio lançou a música “Goals”, parte do álbum musical da Fifa.

Fonte: G1 Entretenimento