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Shakira, Maná, J Balvin e mais estrelas da música participam de festa de abertura da Copa do Mundo 2026


Shakira e Burna Boy na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
REUTERS/Kai Pfaffenbach
Shakira, Maná, J Balvin e mais estrelas da música participaram de festa de abertura da Copa do Mundo 2026.
A primeira das três cerimônias que abrem o evento esportivo aconteceu nesta quinta-feira (11), na Cidade do México, antes do início da partida entre México e África do Sul.
No centro do gramado do Estádio Azteca estava a taça da Copa do Mundo, inflada em tamanho gigante, com um mini-palco onde os artistas se apresentavam.
Agora no g1
A banda mexicana Maná iniciou os trabalhos, para loucura do público local. Na sequência, Dani Ocean fez seu show com a participação de 40 representantes do balé folclórico do México.
Depois foi a vez da atriz e cantora Belinda mostrar seu trabalho. “Dirigindo” um carro de papel, J Balvin se apresentou rapidamente e logo deu espaço para Shakira.
A estrela da tarde encerrou a festa de abertura com a música oficial da competição, “Dai Dai”, junto com o nigeriano Burna Boy.
Cerimônia de abertura da Copa no México
Reuters/Eloisa Sanchez
A cantora mexicana Belinda na cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
AP Photo/Natacha Pisarenko
Cerimônia de abertura da Copa do Mundo 2026, na Cidade do México, nesta quinta-feira (11)
AP Photo/Ricardo Mazalan
LEIA TAMBÉM: Com Anitta e Shakira, como serão as três cerimônias de abertura da Copa — e os detalhes dos jogos do maior Mundial da história
A festa no Canadá e nos EUA
Na sexta-feira (12), é a vez dos Estados Unidos e do Canadá darem boas-vindas à Copa.
Em solo canadense, a cerimônia acontece no Estádio de Toronto também a partir das 14h30 (horário de Brasília), antes da partida entre Canadá x Bósnia e Herzegovina.
O hino canadense será ouvido na voz de Alanis Morissette, enquanto o bósnio será interpretado por Aleksandar Gajić. O ator e humorista canadense Will Arnett será o mestre de cerimônia.
Outros artistas confirmados são: os canadenses Michael Bublé, Alessia Cara, Jessie Reyez, William Prince e Nora Fatehi, além da palestina Elyanna, do francês Vegedream e do DJ bengali Sanjoy.
Já nos EUA, a festa acontece no Estádio de Los Angeles a partir das 20h30 de sexta (horário de Brasília), antes da partida entre EUA e Paraguai, homenageando a “energia criativa” da capital americana do entretenimento. Jason Sudeikis, famoso pelo papel do técnico na série “Ted Lasso”, falará aos torcedores.
A dupla country Dan + Shay cantará o hino americano, e o grupo Purahei Soul, o paraguaio.
Participam ainda os cantores americanos Katy Perry e Future. Também haverá uma apresentação que juntará a brasileira Anitta, a tailandesa LISA e o nigeriano Rema. O trio lançou a música “Goals”, parte do álbum musical da Fifa.

Fonte: G1 Entretenimento

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Uma noite no reino de Belo


Belo apresenta o show ‘Belo in concert’ na casa Vivo Rio na noite de ontem, quarta-feira, 10 de junho
Rodrigo Goffredo
♫ PRIMEIRA PESSOA DO SINGULAR
♬ Enquanto artistas, jornalistas e profissionais da música brasileira se reuniam no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na noite de ontem, 10 de junho, por conta da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, eu parti para a casa Vivo Rio, situada perto do centenário teatro carioca, na mesma área central da cidade do Rio de Janeiro (RJ).
O motivo da dissidência era ver um show de Belo pela primeira vez em quase 40 anos de exercício contínuo de jornalismo musical. Não, nunca tinha visto um show de Belo, embora goste do cantor paulistano e reconheça a grande influência da voz de Belo em muitos vocalistas de grupos de pagode da atualidade.
Com toques de soul e R&B na voz, Belo de certa forma inaugurou na década de 1990, no posto de vocalista do grupo Soweto, uma escola de canto do samba, especificamente do pagode romântico, termo criado para classificar a música que identifica Marcelo Pires Vieira no universo pop brasileiro.
Admiro também a capacidade de Belo de ter renascido artisticamente e dado a volta por cima. O cantor errou, pagou caro pelo erro, reconquistou o público e ainda abriu novas frentes de trabalho. Paralelamente à carreira de cantor, Belo se tornou ator. Acabou de fazer a primeira novela, “Três Graças”, conquistando o público, a crítica e colegas como Marcos Palmeira. Um feito e tanto, celebrado pelo artista no palco da casa Vivo Rio no meio do show “Belo in concert”.
Além da voz cheia de sentimento, Belo tem carisma e sabe manter o público na mão quando está em cena
Rodrigo Goffredo
Alocado em mesa situada à beira do palco, testemunhei o que já imaginava. Além da voz, Belo tem estrela, charme, o tal do carisma e, ainda por cima, imprime sentimento ao canto. Por tudo isso, o astro do pagode teve o público na mão assim que apareceu no palco da casa Vivo Rio à frente de imponente cenário virtual – com 40 minutos de atraso! – e cantou “Perfume”.
E tome pagode romântico! Todos cantados em coro pelo público. Admito que tenho restrições ao repertório de Belo. Acho repetitivo na forma e na temática. Mas, pelo que vi ontem, o problema é somente meu. O público de Belo ama pagodes como “Desse jeito é ruim pra mim” e “Preciso te amar”.
E o cantor, ciente de que tinha o público como súdito, reinou soberano, jogou charme, interagiu com as quatro bailarinas e até tirou onda com o fato de recentemente ter sido criticado ao cantar o “Hino Nacional Brasileiro” com Alcione. “Vocês querem ouvir o hino?”, perguntou ao público para, logo depois, maroto, dizer que se referia ao “hino do pagode”, título que o cantor confere à música “Reinventar”.
Felizmente, para mim, “Belo in concert” é show em que o cantor também dá voz a sucessos alheios, como um crooner.
Como crooner, Belo incursionou bastante pelo universo do pop popular dos anos 1980, cantando hits de Fábio Jr. (“Quando gira o mundo” e “Caça e caçador”), Guilherme Arantes (“Um dia, um adeus”, balada ouvida em número minimalista, quase a capella, somente com alguns acordes de teclados), Ritchie (“Transas”) e Roupa Nova (“A viagem”), entre outros nomes.
Rolou até “Explode coração”, um Gonzaguinha (1945 – 1991) consagrado por Maria Bethânia em 1978, quando Belo era apenas um menino de quatro anos na periferia da cidade de São Paulo (SP). Mas Belo sempre voltava para o próprio repertório. Porque o público queria mesmo é ouvir Belo cantando músicas de Belo e do Soweto.
Após uma noite no reino de Belo, posso dizer que entendo o sucesso longevo do cantor. Belo tem estrela, tem voz, tem aquele indefinível algo mais e, no mais, como ele mesmo canta na frenética versão pagodeira de “Amor perfeito”, o que passou… passou…
Belo canta sucessos de Fábio Jr. e Roupa Nova entre pagodes românticos do próprio repertório no show ‘Belo in concert’
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Chifre’ da ex com o melhor amigo: Ana Vilela revela história de ‘Trem Bala’ quase 10 anos após hit


Imagens do clipe de ‘Trem Bala’, da cantora Ana Vilela.
Divulgação
🎵 “E assim ter amigos contigo em todas as situações…”
A cantora Ana Vilela surpreendeu os fãs na manhã desta quinta-feira (11) ao revelar no X (antigo Twitter) a história de bastidores que deu origem ao sucesso “Trem Bala”.
De forma bem-humorada, a artista de 28 anos explicou que a inspiração para a letra surgiu em um momento de vulnerabilidade após descobrir que havia sido traída pela ex-namorada com o seu melhor amigo.
O desabafo na rede social, claro, rapidamente viralizou:
“Tenho que agradecer à minha ex-namorada, que me chifrou com meu melhor amigo numa festa e me fez entrar na maior depressão, o que me levou a uma conversa linda com meu avô, onde eu me inspirei para escrever uma música que, 10 anos depois, me deixa moldar minha vida em volta do horário de 104 partidas de futebol por 2 meses”, publicou a cantora.
Ana Vilela conta história por trás da música ‘Trem Bala’
Redes sociais
Surpresa entre os fãs
Cantora Ana Vilela
Divulgação
Nos comentários da publicação, seguidores demonstraram choque com a revelação, já que a imagem pública da canção sempre esteve ligada ao otimismo e à espiritualidade.
Ao ser questionada sobre os detalhes do episódio, Ana Vilela respondeu que a dúvida sobre a composição é frequente e indicou que pretende se aprofundar no assunto no futuro. “Todo mundo sempre me pergunta isso. Prometo que ainda vou contar tudo algum dia”, afirmou na rede social.
Música faz sucesso até hoje
“Trem Bala” foi lançada oficialmente em 2017 e se transformou em um dos maiores sucessos daquele ano.
Quase uma década após o lançamento, os números da faixa continuam expressivos: no YouTube, o clipe oficial e as reproduções da música acumulam cerca de 300 milhões de visualizações.
Já no Spotify, a versão original ultrapassa a marca de 100 milhões de plays.
Ao longo dos anos, o hit ganhou uma série de releituras oficiais, que incluem versões acústicas, regravações para especiais de Dia das Mães e até um remix eletrônico assinado pelo DJ Vintage Culture.
Até hoje, a faixa permanece relevante nas redes sociais, sendo frequentemente utilizada como áudio de fundo para vídeos e trends motivacionais no TikTok e no Instagram.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 10 anos, estilista de passarela mais jovem do mundo divide o tempo entre escola e passarelas


Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake
Aos quatro anos, Max Alexander disse aos pais que seria costureiro. Aos 10 anos, ele já apresentava uma coleção na Semana de Moda de Paris.
Alexander é o estilista de passarela mais jovem do mundo, segundo o Guinness Book of World Records. Ele criou peças para a Denver Fashion Week em 2023, aos sete anos, e apresentou uma coleção feminina com 15 looks no Palais Garnier, em Paris, em março. Neste fim de semana, ele participará da estreia de um documentário sobre sua vida no Festival de Tribeca, em Nova York.
Alexander disse que não consegue identificar exatamente o que o levou a seguir a carreira de estilista em uma idade tão jovem. Ele afirmou que gosta de criar moda porque pode expressar sua criatividade de várias maneiras.
“Você pode usar qualquer tecido, qualquer material”, declarou ele em uma entrevista em seu estúdio, na casa dele em Los Angeles. “Você pode fazer um vestido com picles. Você pode fazer um vestido com colheres. Você pode fazer um vestido com cabides. É, tipo, loucura.”
Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake
O jovem estilista disse que se inspira no ambiente ao seu redor e sempre busca materiais sustentáveis.
“Como sacos de grãos de café”, declarou ele. “Minha mãe adora café, então pensei: por que não fazer um vestido com sacos de grãos de café?”
“Depois de 10 anos, você pode colocá-los no solo e eles se biodegradam”, acrescentou. “Isso ajuda nosso planeta também.”
Alexander descreveu seu desfile em Paris e sua passagem pela passarela sob aplausos como “muito divertido”.
“Não foi assustador para mim. Eu pensei: ‘Ah, todas essas pessoas me apreciam e eu devo ficar feliz’”, disse ele.
Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake
Os designs de Alexander para vestidos, pijamas, camisetas, moletons e muito mais são vendidos em um site com o mesmo nome. Há coleções para homens, mulheres e crianças.
Na ocasião da entrevista, ele estava criando uma roupa para usar ao assistir ao musical da Broadway “Hamilton” em Nova York.
Alexander explicou seu processo de criação em etapas que chamou de “o ciclo do vestido”.
Entre escolher tecidos, drapejar manequins e descobrir como trabalhar com modelos, Alexander tem as preocupações normais de alguém que acabou de terminar a quarta série. Por exemplo, tanto o recreio quanto o intervalo para o almoço serão mais curtos na quinta série.
“Parece mais difícil”, disse ele. “Acho que é pior porque só temos recreios de 10 minutos, mas antes tínhamos de 25, o que é meio triste.”
Max Alexander trabalha em seu estúdio na casa de seus pais em Los Angeles
REUTERS/Mike Blake

Fonte: G1 Entretenimento

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João Gomes, Luedji Luna e Djavan estão entre os vencedores do 33º Prêmio da Música Brasileira; veja lista


Débora Bloch e Alice Wegmann comandam a 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira
Divulgação
João Gomes foi o grande vencedor da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira, levando a melhor em três categorias: Melhor Artista e Melhor Lançamento na categoria Canção Popular, e Melhor Lançamento na categoria Projeto Especial, com “Dominguinho”, projeto conjunto com Mestrinho e Jota.Pe. O cantor, que realizou um show em Aracaju na data, não esteve presente no evento.
A premiação aconteceu na noite desta quarta-feira (10), no Theatro Municipal do Rio de Janeiro, e contou com Débora Bloch e Alice Wegmann como apresentadoras da cerimônia.
Luedji Luna,Djavan, Chitãozinho e Xororó e BK também estão entre os vencedores da premiação. este ano, o Prêmio da Música Brasileira fez uma homenagem ao cantor Cazuza.
Seu Jorge, Ney Matogrosso, Chico Chico, Ludmilla, Lazzo Matumbi, BNegão, Luedji Luna, Maneva, Marina Sena, Zizi Possi, Luísa Sonza e Simone interpretaram hits do artista ao longo da cerimônia.
33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira
Divulgação
Veja lista completa dos vencedores da 33ª edição do Prêmio da Música Brasileira:
Axé – Melhor Artista
Daniela Mercury
Ivete Sangalo
Margareth Menezes
Olodum (VENCEDOR)
Timbalada
Axé – Melhor Lançamento
Daniela Mercury – Cirandaia (Produzido por Daniela Mercury, Juliano Valle, Gabriel Mercury) (VENCEDORA)
Ivete Sangalo – O verão bateu em minha porta (Produzido por Radamés Venâncio)
Margareth Menezes – Ramalhete de flor (Produzido por Tito Oliveira, Margareth Menezes, Manoel EL Xiri)
Olodum, BaianaSystem – Ginga Olodum (Produzido por Lucas Di Fiori, Pugah, Seko Bass, Titoxossi)
Timbalada – Fervo na cidade (Produzido por Denny Denan, Reudes Nogueira)
Canção Popular – Melhor Artista
João Gomes (VENCEDOR)
Joelma
Lucy Alves
Peninha
Simone Mendes
Canção Popular – Melhor Lançamento
Felipe Cordeiro, Otto, Duda Brack – Vem, Love (Produzido por Cuper, Felipe Cordeiro)
João Gomes – Pé de Serrita (Produzido por João Gomes, Daniel Mendes, Mestrinho) (VENCEDOR)
Joelma – Lua dos apaixonados (Ao Vivo) (Produzido por: Diego Ramos)
Mariana Volker, Maria Gadu – Não quero te querer (Produzido por Mariana Volker, Mayra Corrêa)
Simone Mendes – Cantando sua História 2 (Ao Vivo) (Produzido por: Eduardo Pepato)
Eletrônico – Melhor Lançamento
Africanoise – Cabaça (Produzido por: Africanoise) (VENCEDOR)
Afterclapp, Furmiga Dub – Rabecada (Produzido por Afterclapp, Furmiga Dub)
BADSISTA – Cuteboyz (Produzido por Entropia)
DJ Memê – Saudade (Produzido por DJ Memê)
Zopelar – Just Like Heaven EP (Produzido por Zopelar)
Língua Estrangeira – Melhor Lançamento
Francisca Barreto – Habana (Produzido por: Victor Kroner, Francisca Barreto)
Guga Stroeter – Guga Stroeter e Orquestra HB apresentam: Elas cantam Chet (br) (Produzido por Guga Stroeter)
Indiana Nomma, André Pinto – Mercedes Sosa: A voz dos sem voz – Volume II (Produzido por Indiana Nomma)
João Fênix, Virginia Rodrigues – Alfonsina y El Mar (Produzido por Jorge Helder)
Silvia Machete – Rhonda’s Boots & Legs (Live) (Produzido por Lalo Brusco) (VENCEDORA)
Erudito – Melhor Lançamento
Gabriele Leite – Gunûncho (Produzido por Erika Ribeiro) (VENCEDORA)
Guido Sant’Anna, Orquestra Sinfônica do Estado de São Paulo, Thierry Fischer – Mendelssohn & Tchaikovsky: Violin Concertos (Produzido por Ulrich Schneider)
Orquestra Ouro Preto – Villa-Lobos, Piazzolla & Mehmari: Orchestral Works (Produzido por Maestro Rodrigo Toffolo)
Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – Abertura Brasil 2014 (Ao Vivo) (Produzido por Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira)
Orquestra Sinfônica Brasileira, Claudio Cruz – Sinfonia em Sol Menor (Ao Vivo) (Produzido por Fundação Orquestra Sinfônica Brasileira)
Projeto Especial – Melhor Lançamento
Caetano Veloso, Maria Bethânia – Caetano & Bethânia Ao Vivo (Produzido por Lucas Nunes)
Inezita Barroso – Relicário: Inezita Barroso (Ao Vivo no Sesc 1978) (Produzido por Selo Sesc)
Elas cantam Donato (Produzido por Regina Oreiro)
João Gomes, Mestrinho, Jota.Pe – Dominguinho (Produzido por Daniel Mendes, João Gomes, Jota.Pê, Mestrinho) (VENCEDOR)
Ney Matogrosso – Homem com H (Produzido por Amabis)
Funk – Melhor Artista
Deize Tigrona (VENCEDOR)
Enme
Mac Júlia
MC Kevin o Chris
O Kannalha
Funk – Melhor Lançamento
Deize Tigrona – NÓS É FIRME, NÃO É CREME (Produzido por Mahal Pita, KD SOUNDSYSTEM, DJ Chernobyl)
KING Saints – Músicas Para Marolar (Produzido por Pharfa, DMAX, Neno, Maux, Mulú, PB Campos, Papatinho, Five, DetonaCry, TH4i, Los Brasileiros)
PEDRO SAMPAIO, Mc Meno K, Melody – JETSKI (Produzido por PEDRO SAMPAIO, Pedro Breder)
Rico Dalasam – Dilema (Produzido por Pedro Lima, Pedro Lucas Ferraz, Rico Dalasam)
Totonho e os Cabra – Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato (Produzido por André Abujamra, Renato Oliveira, Marcelo Macedo, Furmiga Dub, Rica Amabis) (VENCEDOR)
Instrumental – Melhor Artista
Alessandro Penezzi
Antônio Adolfo
Hamilton de Holanda (VENCEDOR)
João Camarero
Rogério Caetano
Instrumental – Melhor Lançamento
Alessandro Penezzi – Sonhos (Produzido por Alessandro Penezzi, Heloiza Manoel da Silva)
Andrea Ernest Dias, Aline Gonçalves, Eduardo Neves, Carlos Malta – Obra viva de Hermeto Pascoal – Vol. 1: flautas (Produzido por Bernardo Ramos)
Antonio Adolfo – Carnaval – The songs were so beautiful (Produzido por Antonio Adolfo)
Hamilton de Holanda – Hamilton de Holanda Trio – Live in NYC (Produzido por Hamilton de Holanda, Marcos Portinari)
João Camarero – Baden (Produzido por Alexandre Fontanetti) (VENCEDOR)
MPB – Melhor Artista
Djavan (VENCEDOR)
Dori Caymmi
Marisa Monte
Mateus Aleluia
Mônica Salmaso
MPB – Melhor Lançamento
Djavan – Improviso (Produzido por Djavan) (VENCEDOR)
Dori Caymmi – Utopia (Produzido por Jorge Helder)
Mateus Aleluia – Mateus Aleluia (Produzido por Mateus Aleluia, Tadeu Mascarenhas, Tenille Bezerra)
Monica Salmaso – Minha Casa (Produzido por Mônica Salmaso, Teco Cardoso)
Zé Ibarra – AFIM (Produzido por Zé Ibarra, Lucas Nunes)
Pop – Melhor Artista
BaianaSystem
Lenine
Luedji Luna (VENCEDORA)
Marina Sena
Os Garotin
Pop – Melhor Lançamento
BaianaSystem – O Mundo Dá Voltas (Produzido por Daniel Ganjaman)
Lenine – Eita (Produzido por Bruno Giorgi)
Lia de Itamaracá, Daúde – Pelo Olhos do mar (Produzido por Marcus Preto, Pupillo)
Luedji Luna – Antes Que A Terra Acabe (Produzido por Fejuca, Kato Change, Zudizilla, Lucas Cirillo, Duda Raup, Iuri Rio Branco, Toty S’amed, Luedji Luna) (VENCEDORA)
Luedji Luna – Um Mar Pra Cada Um (Produzido por Zudizilla, Duda Raupp, Lucas Romero, Curumin, Kato Change, Luedji Luna)
Raízes – Melhor Artista
Dona Onete
Geraldo Azevedo
João Gomes
Mestrinho (VENCEDOR)
Orquestra Malassombro
Raízes – Melhor Lançamento
Boi da Macuca, Henrique Albino – Frevo da Macuca (Produzido por Henrique Albino)
Dona Onete – Quatro Contas (Produzido por Marcos Sarrazin)
Mestrinho – Macaco Sessions: Mestrinho (Ao Vivo) (Produzido por Mestrinho, Daniel Mendes)
Orquestra Malassombro – Recife, Início, Meio e Fim (Produzido por Rafael Marques) (VENCEDOR)
Santanna O Cantador – Santanna “O Cantador” Canta Petrúcio Amorim (Produzido por José Milton)
Rap / Trap – Melhor Artista
Baco Exu do Blues
BK (VENCEDOR)
Don L
Emicida
Negra Li
Rap / Trap – Melhor Lançamento
Baco Exu do Blues – Hasos (Produzido por Marcelo Delamare, Marcos Maurício, Dactes, JLZ)
BK – Diamantes, Lágrimas e Rostos para Esquecer (Produzido por BK, MEC Life ENT, Theo Zagrae, Victor Senedesi, Gabriel Andrade)
Don L – CARO Vapor II –Qqual a forma de pagamento? (Produzido por Don L, Iuri Rio Branco, Nave) (VENCEDOR)
Emicida – Emicida Racional VL 2 – Mesmas Cores & Mesmos Valores (Produzido por Emicida, Damien Seth, Fejuca)
FBC – Assaltos e batidas (Produzido por Coyote Beatz, Pepito, DJ Cost, Nathan Morais)
Reggae – Melhor Artista
Alma Djem
Maneva (VENCEDOR)
Maskavo
Ponto de Equilíbrio
Sintonize
Reggae – Melhor Lançamento
Alma Djem – Acústico Alma Djem (Ao Vivo) (Produzido por Sarpa)
Bia Ferreira, Little Lion Sound – O Seu Silêncio (Produzido por Little Lion Sound, Irie Yute) (VENCEDORA)
Capilé, Chico César – Saci (Produzido por Fernando Nunes)
Maskavo – Além-Mar (Produzido por Maskavo, Alexandre Campos)
Sintonize – Original Brasileiro (Produzido por Rafael Senegal)
Revelação
Fitti (VENCEDOR)
Joaquim
Orquestra Malassombro
Pedro Emílio
Zaynara
Projeto Audiovisual
Ajuliacosta – O que a Julia vai ser? (Dirigido por Fernanda Correrua)
Baco Exu do Blues, Zeca Veloso – Que eu sofra (Dirigido por Og Cruz)
Gaby Amarantos – Rock Doido (Dirigido por Guilherme Takshy, Naré, Gaby Amarantos) (VENCEDOR)
Lenine – Eita (Dirigido por Lenine, Kabé Pinheiro, Laís Branco)
Luedji Luna, Seu Jorge, Arthur Verocai –Apocalipse (Dirigido por Barbara Magri, Lucas Teixeira, Pedro Moura)
Rock – Melhor Artista
Black Pantera (VENCEDOR)
Fresno
Mateus Fazeno Rock
Selvagens à Procura de Lei
Terno Rei
Rock – Melhor Lançamento
Black Pantera – Seleção Natural (Produzido por Rafael Ramos)
Selvagens à Procura de Lei – Y (Produzido por Gabriel Aragão, Matheus Brasil)
Supercombo – Caranguejo (Parte 1) (Produzido por Supercombo, Victor de Souza (Jotta))
Terno Rei – Nenhuma Estrela (Produzido por Gustavo Schirmer) (VENCEDOR)
Vivendo do Ócio – Hasta La Bahia (Produzido por André T)
Samba – Melhor Artista
Alcione (VENCEDOR)
Jorge Aragão
Moacyr Luz e Samba do Trabalhador
Péricles
Xande de Pilares
Samba – Melhor Lançamento
Alcione – Alcione (Produzido por Alexandre Menezes)
Moacyr Luz e Samba do Trabalhador – 20 Anos (Produzido por Leandro Pereira)
Péricles – Pagode do Pericão (Ao Vivo Em São Paulo) (Produzido por Izaías Marcelo) (VENCEDOR)
Xande de Pilares – Nos Braços do Povo, Vol. 1 (Ao Vivo) (Produzido por João Carlos Filho)
Xande de Pilares, Neguinho Da Beija Flor – Empretecendo (Produzido por Xande de Pilares, Luciano Broa)
Sertanejo – Melhor Artista
Ana Castela
Bruna Viola
Chitãozinho & Xororó (VENCEDOR)
Lauana Prado
Yasmin Santos
Sertanejo – Melhor Lançamento
Ana Castela – Let’s Go Rodeo (Produzido por Ender Thomas, Antony Albert Guajardo “Zsurround”, Eduardo Godoy)
Bruna Viola – Improvável (Live) (Produzido por Flávio Guimarães)
Chitãozinho & Xororó – Meninos de Roça (Produzido por Cláudio Paladini) (VENCEDOR)
Lauana Prado – Raiz BH (Ao Vivo) (Produzido por Lauana Prado, William Santos)
Yasmin Santos – Eu, Yasmin Santos (Ao Vivo) (Produzido por Gabriel Pascoal)

Fonte: G1 Entretenimento

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33º Prêmio da Música Brasileira acerta ao laurear Djavan, Gaby Amarantos, João Gomes, Luedji Luna e Daniela Mercury


Djavan e Gaby Amarantos posam com os respectivos troféus conquistados no 33º Prêmio da Música Brasileira
Reprodução Instagram Djavan e Gaby Amarantos / Montagem g1
♫ ANÁLISE
♬ É cada vez mais inglória a tarefa de eleger melhores lançamentos fonográficos e artistas em um cada vez mais volátil mercado musical que a cada semana despeja milhares de álbuns, EPs e singles nos players digitais.
Diante desse quadro desanimador pela impossibilidade de ouvir e avaliar tudo e todos, o júri da 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira – um conjunto heterogêneo de jornalistas, artistas e profissionais atuantes na indústria fonográfica do qual o colunista e crítico musical do g1 faz parte há alguns anos – chegou a um resultado satisfatório.
Em geral, os artistas premiados na cerimônia realizada no Theatro Municipal do Rio de Janeiro na noite de ontem, 10 de junho, de fato sobressaíram nas respectivas categorias a que concorriam.
Quem há de negar que, no segmento da axé music, Daniela Mercury mereceu o troféu de Melhor Lançamento por “Cirandaia” (2025), álbum que reiterou a relevância da artista baiana no universo da música afro-brasileira? Ainda no segmento, premiar o Olodum como Melhor Artista foi como atestar a importância fundamental e perene desse grupo afro no universo cultural de Salvador (BA).
Da mesma forma, o júri somente fez justiça ao apontar Gaby Amarantos como a vencedora na categoria Projeto audiovisual por “Rock doido”, antológico álbum-filme que elevou o status da artista paraense no universo pop por captar a energia festiva das aparelhagens realizadas em Belém (PA).
Na categoria MPB, Djavan foi duplamente vencedor como Melhor Artista e Melhor Lançamento pelo álbum “Improviso”, lançado em novembro. Se o álbum não se impõe entre os mais coesos da discografia do cantor, o troféu de Melhor Artista de MPB se afina com o momento em que Djavan arrasta multidões para arenas e estádios com o show da turnê em que celebra 50 anos de sucesso de obra tão sofisticada e ao mesmo tempo tão popular.
Acontece com Djavan o que já vinha acontecendo com Alcione, celebrada nos últimos anos como entidade do samba. Daí o troféu de Melhor Artista para a Marrom na categoria, ainda que o último álbum da cantora, “Alcione” (2025), seja um dos menos relevantes da obra da maranhense. Mas cabe ressaltar que, na área do samba, o júri foi bastante injusto ao sequer indicar Mosquito (pelo álbum “Quinhão”) e a dupla Alfredo Del-Penho e Pedro Paulo Malta (pelo álbum “Bicudos dois”). Ambos lançaram discos excelentes.
Na categoria Rock, o grupo mineiro Black Pantera mereceu o prêmio de Melhor Artista pelo conjunto da obra ativista que vem furando bolhas no mundo da música.
No segmento sertanejo, o júri foi conservador ao laurear a dupla Chitãozinho & Xororó com dois prêmios, o de Artista e o de Lançamento. É certo que os irmãos vivem bom momento e merecem ser louvados pelo longevidade e coerência observada nos 56 anos de carreira, mas Ana Castela é o nome que de fato mais movimenta o agropop. Merecia ter levado ao menos um prêmio.
Da mesma forma, Lenine foi injustiçado. Concorria a três troféus com o álbum e filme “Eita” (2025), mas saiu de mãos vazias. No caso, o erro talvez tenha sido enquadrar “Eita” na genérica categoria Pop – segmento em que a dupla vitória da cantora e compositora Luedji Luna foi legítima e merecida – e não no segmento da MPB, mais adequado para o disco e filme de Lenine. Se assim tivesse sido, “Eita” poderia ter sido laureado como o melhor álbum de MPB.
Na categoria Instrumental, houve dupla justiça. Ainda que seja vencedor recorrente na categoria, Hamilton de Holanda vive momento luminoso como instrumentista e mereceu o troféu de Melhor Artista. Da mesma forma, o violonista João Camarero brilhou com o EP em que revisita o repertório do antecessor Baden Powell (1937 – 2000).
Se o cantor Fitti foi de fato uma Revelação da música brasileira, pelo performático show em que interpreta o repertório de Ney Matogrosso, o trio João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho foi mesmo o arquiteto do projeto mais especial de 2025 com o álbum e a turnê “Dominguinho”. E aqui cabe ressaltar que o forrozeiro João Gomes foi o duplo vencedor da sempre indefinida categoria Canção Popular. Já a violonista Gabriele Leite era nome certo na categoria Erudito pelo virtuosismo exponencial observado no segundo álbum da instrumentista, “Gununcho”.
E justiça também foi feita na categoria Rap com BK levando o prêmio de Melhor Artista e o Don L sendo laureado com o troféu de Melhor Lançamento pelo aclamado álbum “Caro vapor II – Qual a forma de pagamento?”.
Enfim, houve ausências? Claro que sim, e elas são inevitáveis diante do intenso volume de lançamentos. Houve injustiças na hora de premiar os indicados? Uma ou outra. Contudo, é justo, é muito justo, é justíssimo apontar o alto índice de acertos na distribuição dos troféus da 33ª edição do Prêmio BTG Pactual da Música Brasileira.
Péricles (Melhor Lançamento) e Alcione (Melhor Artista) são os vencedores da categoria Samba no 33º Prêmio da Música Brasileira
Divulgação
♪ Eis a lista de vencedores do 33º Prêmio da Música Brasileira em ano pontuado por show em homenagem a Cazuza (1958 – 1990) com elenco que incluiu Chico Chico, Ludmilla, Luedji Luna, Marina Sena, Ney Matogrosso, Seu Jorge, Simone e Zizi Possi, entre outros nomes:
♪ AXÉ
MELHOR ARTISTA – Olodum
MELHOR LANÇAMENTO – Daniela Mercury – Cirandaia (Produzido por: Daniela Mercury, Juliano Valle, Gabriel Mercury)
♪ CANÇÃO POPULAR
MELHOR ARTISTA – João Gomes
MELHOR LANÇAMENTO – João Gomes – Pé de Serrita (Produzido por: João Gomes, Daniel Mendes, Mestrinho)
♪ ELETRÔNICO
MELHOR LANÇAMENTO – Africanoise – Cabaça (Produzido por: Africanoise)
♪ LÍNGUA ESTRANGEIRA
MELHOR LANÇAMENTO – Silvia Machete – Rhonda’s Boots & Legs (Live) (Produzido por: Lalo Brusco)
♪ ERUDITO
MELHOR LANÇAMENTO – Gabriele Leite – Gunûncho (Produzido por: Erika Ribeiro)
♪ PROJETO ESPECIAL
MELHOR LANÇAMENTO – João Gomes, Jota.Pê e Mestrinho – Dominguinho (Produzido por: Daniel Mendes, João Gomes, Jota.Pê, Mestrinho)
♪ FUNK
MELHOR ARTISTA – Deize Tigrona
MELHOR LANÇAMENTO – Totonho e os Cabra – Aí Dentu: Funk de Embolada e Hip Hop do Mato (Produzido por: André Abujamra, Renato Oliveira, Marcelo Macedo, Furmiga Dub, Rica Amabis)
♪ INSTRUMENTAL
MELHOR ARTISTA – Hamilton de Holanda
MELHOR LANÇAMENTO – João Camarero – Baden (Produzido por: Alexandre Fontanetti)
♪ MPB
MELHOR ARTISTA – Djavan
MELHOR LANÇAMENTO – Djavan – Improviso (Produzido por: Djavan)
♪ POP
MELHOR ARTISTA – Luedji Luna
MELHOR LANÇAMENTO – Luedji Luna – Antes que a terra acabe (Produzido por: Fejuca, Kato Change, Zudizilla, Lucas Cirillo, Duda Raup, Iuri Rio Branco, Toty S’amed, Luedji Luna)
♪ RAÍZES
MELHOR ARTISTA – Mestrinho
MELHOR LANÇAMENTO – Orquestra Malassombro – Recife, Início, Meio e Fim (Produzido por: Rafael Marques)
♪ RAP / TRAP
MELHOR ARTISTA – BK
MELHOR LANÇAMENTO – Don L – CARO Vapor II – qual a forma de pagamento? (Produzido por: Don L, Iuri Rio Branco, Nave)
♪ REGGAE
MELHOR ARTISTA – Maneva
MELHOR LANÇAMENTO – Bia Ferreira, Little Lion Sound – O seu silêncio (Produzido por: Little Lion Sound, Irie Yute)
♪ REVELAÇÃO
Fitti
♪ PROJETO AUDIOVISUAL
Gaby Amarantos – Rock doido (Dirigido por: Guilherme Takshy, Naré, Gaby Amarantos)
♪ ROCK
MELHOR ARTISTA – Black Pantera
MELHOR LANÇAMENTO – Terno Rei – Nenhuma eEstrela (Produzido por: Gustavo Schirmer)
♪ SAMBA
MELHOR ARTISTA – Alcione
MELHOR LANÇAMENTO – Péricles – Pagode do Pericão (Ao Vivo Em São Paulo) (Produzido por: Izaías Marcelo)
♪ SERTANEJO
MELHOR ARTISTA – Chitãozinho & Xororó
MELHOR LANÇAMENTO – Chitãozinho & Xororó – Meninos de roça (Produzido por: Cláudio Paladini)

Fonte: G1 Entretenimento

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20 hits em 20 anos: ‘Ai se eu te pego’ nasceu de cantada e virou hit internacional


De cantada para guia turístico a hit internacional. A trajetória de “Ai se eu te pago”, um dos maiores hits da música brasileira, passou pelas batidas do funk e do forró, ganhou coreografias em balada na Bahia e nos campos de futebol, foi traduzida para outros idiomas e ainda teve passagem pela justiça.
Esta matéria faz parte da série “20 hits em 20 anos”, que está no GloboPop, o novo aplicativo de vídeos curtos verticais da Globo, disponível gratuitamente no seu celular. Lá no app, você pode seguir o palco do “20 hits em 20 anos” para não perder nenhum episódio. Baixe o GloboPop aqui!
Michel Teló encerra a Expo Cordeiro 2025
Divulgação
Foi na voz de Michel Teló que “Ai Se Eu Te Pego” bateu recorde de visualizações no YouTube, foi parar nas paradas musicais de diversos países e virou dancinha de Cristiano Ronaldo comemorando gol. Mas antes desse estouro fenomenal, a música teve um longo caminho.
O primeiro passo já dava indícios do potencial internacional. Durante uma viagem para a Disney, um grupo de amigas criou a frase com cara de cantada e que virou o refrão da música. Isso ainda em 2006, quando Teló nem sonhava com essa faixa e ainda integrava o Grupo Tradição.
Dois anos depois, algumas dessas meninas viajaram para Porto Seguro, na Bahia, e chamaram a atenção da cantora Sharon Acioly com aquele mesmo refrão e uma dancinha, que foi parar no palco da balada. Depois disso, Sharon adaptou a música para um funk e a chamou de “Funk do Nossa”. A cantora jogou o vídeo com a música e a dancinha no YouTube. Mas o sucesso ainda não estava ali.
O empresário Antônio Dyggs viu o vídeo, completou a letra e transformou a música em um forró que foi gravado primeiro pelos “Meninos de Seu Zeh”, que era um grupo empresariado por Dyggs.
Depois disso, o grupo Cangaia de Jegue ouviu a música e gravou. E foi essa versão que chegou aos ouvidos de Teló. O sertanejo foi atrás da liberação da Sharon Acioly e gravou sua conhecida versão, que virou até um “If I catch you”.
Com o hit bombando pelo mundo, a história voltou lá para o comecinho. Isso porque as meninas do passeio da Disney foram atrás de seus direitos como compositoras e, hoje, elas aparecem como coautoras da faixa.
Leia também: Michel Teló mistura sertanejo e rock em nova fase da carreira: ‘Não tem obrigação de gostar’
Michel Teló posa para fotos antes de ser entrevistado no programa ‘g1 Ouviu’, no estúdio do g1 em São Paulo. Imagem foi feita com técnica de múltipla exposição
Fábio Tito/g1

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Muito emocionante’: Fernanda Torres comenta elogio de Jennifer Lopez ao filme ‘Ainda Estou Aqui’


Jennifer Lopez e Fernanda Torres, protagonista de ‘Ainda Estou Aqui’
AFP e Divulgação
A atriz Fernanda Torres respondeu ao comentário da cantora Jennifer Lopez ao filme “Ainda Estou Aqui”. “Isso é muito, muito emocionante”, disse Torres em entrevista à revista “Variety”.
A musa latina disse em um podcast que o longa a ajudou durante o processo de separação do ator Ben Affleck.

Fonte: G1 Entretenimento

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Dos gramados para as barbearias: os cortes de cabelo que marcaram a história das Copas do Mundo


Cortes de cabelo que marcaram a história das Copas do Mundo
Para o terror das barbearias mundo à fora, mais uma copa do mundo vem aí, o lugar onde diferentes culturas, tradições, estilos e claro, cabelos… se encontram.
Do clássico Cascão de Ronaldo aos cachos inconfundíveis de Valderrama, o maior torneio de seleções do planeta também serviu como vitrine para alguns dos penteados mais marcantes da história do esporte.
Alguns nasceram da superstição, outros da moda ou da personalidade dos jogadores. Todos, porém, conseguiram algo raro: sobreviver ao tempo e serem lembrados tanto quanto muitos gols e títulos.
A chegada de mais uma Copa do Mundo também marca o retorno de uma tradição fora das quatro linhas: os cortes de cabelo que logo viram tendência entre a garotada. Desta vez, Neymar foi um dos primeiros a revelar o novo visual para o torneio.
O camisa 10 resgatou um penteado semelhante ao que usava em 2018, quando atuava pelo PSG. Assim como naquele período, ele também apostou em fios mais claros e voltou a exibir o cabelo loiro.
Por isso, o g1 relembra alguns dos cabelos mais icônicos da história das Copas do Mundo.
Bobby Charlton (1970)
Bobby Charlton durante a Copa do Mundo de 1970
AFP
Um dos principais nomes da Inglaterra campeã do mundo em 1966, Bobby Charlton também ficou marcado pelo famoso comb-over.
O penteado, que consistia em deixar uma longa mecha atravessando a cabeça para esconder a calvície, virou uma de suas marcas registradas. Anos depois, o próprio ex-jogador admitiu que talvez não tenha sido sua melhor escolha estética.
Os cachos dourados de Carlos Valderrama (1990)
Carlos Valderrama em uma partida entre Colômbia e Emirados Árabes Unidos durante a Copa do Mundo de 1990
AFP
Poucos jogadores foram tão facilmente reconhecíveis quanto Carlos Valderrama, maestro da seleção colombiana, ele chamou atenção pelos enormes cachos loiros que se tornaram sua assinatura visual
O penteado ajudou a transformar o meio-campista em um dos rostos mais icônicos do futebol dos anos 1990.
Roberto Baggio e seu “Rabo de Cavalo Divino “(1994)
Roberto Baggio em uma partida entre Itália e Espanha pela Copa do Mundo de 1994
Timothy A. CLARY / AFP
O italiano Roberto Baggio chegou à Copa de 1994 exibindo o penteado que ficou conhecido como “O Rabo de Cavalo Divino “, a combinação de mullet e trança virou febre entre torcedores e ajudou a consolidar sua imagem como uma das grandes estrelas do torneio.
Apesar de ser lembrado pelo pênalti perdido na final contra o Brasil, o visual sobreviveu como um símbolo da moda da década.
As tranças de Taribo West (1998)
O zagueiro nigeriano Taribo West, ao chegar com seus companheiros de equipe, em 12 de junho, na estação de Nantes, oeste da França.
FRANK PERRY / AFP
O defensor nigeriano Taribo West transformou o cabelo em uma extensão do uniforme, na Copa de 1998, apareceu com tranças verdes que combinavam com as cores da seleção da Nigéria. Ao longo da carreira, manteve a tradição de adaptar as cores do penteado aos clubes que defendia.
O ‘loiro pivete’ da Romênia em 1998
Tunísia e Romênia pela copa do mundo de 1998
AFP
Nem sempre um cabelo marcante pertence a apenas um jogador, na Copa da França, a seleção da Romênia surpreendeu ao aparecer com praticamente todo o elenco exibindo cabelos descoloridos, aqui no Brasil conhecido como ‘Loiro Pivete’.
A ideia era fortalecer o espírito de grupo e criar uma identidade visual para a equipe, o resultado foi um dos visuais coletivos mais lembrados da história dos Mundiais.
David Beckham e seu moicano (2002)
David Beckham no treinamento da seleção inglesa para a Copa do Mundo de 2002
AFP
David Beckham já era um fenômeno de popularidade quando apareceu na Copa de 2002 usando um moicano, o penteado rapidamente virou tendência e foi copiado por jovens em diversos países.
Mais do que uma escolha estética, o visual ajudou a consolidar Beckham como um dos maiores ícones de estilo da história do futebol.
O ‘Cascão’ de Ronaldo Fenômeno (2002)
Ronaldo Fenômeno comemorando gol contra a Turquia na Copa do Mundo de 2022
AFP
Nenhum corte de cabelo em Copa do Mundo gerou tanta repercussão quanto o de Ronaldo em 2002, atacante brasileiro raspou praticamente toda a cabeça e deixou apenas uma faixa de cabelo na parte da frente.
Anos depois, revelou que o objetivo era desviar a atenção da imprensa sobre uma lesão, a estratégia funcionou: o Brasil foi campeão, Ronaldo marcou dois gols na final e o corte entrou para a história.
Seja lá o que José Luis Perlaza quis fazer com o cabelo em 2006
O defensor José Luis Perlaza da seleção equatoriana no banco durante a Copa do Mundo de 2006
AFP
Se Ronaldo foi ousado, o equatoriano José Luis Perlaza elevou a ideia a outro nível… o defensor apareceu na Copa de 2006 com uma combinação pouco convencional: fios mais longos na parte da frente, cabeça praticamente raspada e cabelo comprido na nuca. O resultado foi um dos visuais mais extravagantes já vistos em um Mundial.
A única trança de Rodrigo Palacio (2014)
Rodrigo Palacio durante a Copa do Mundo de 2014
AFP
A famosa trança fina na nuca de Rodrigo Palacio não nasceu por motivos estéticos, o atacante argentino acreditava que o penteado lhe dava sorte e se recusou a cortá-la.
Em entrevistas, chegou a explicar a superstição de forma simples: “Quando as coisas estão dando certo, não há motivo para mudar.”
Neymar e seu topete excêntrico em 2018
Neymar na partida de Brasil e Suíça pela fase de grupos da Copa do Mundo de 2018
AFP
Conhecido por mudar constantemente o visual, Neymar escolheu para a Copa de 2018 um topete descolorido que rapidamente virou assunto dentro e fora dos gramados.
O penteado dividiu opiniões e gerou memes nas redes sociais, entre as brincadeiras mais famosas esteve a do ex-jogador francês Eric Cantona, que publicou uma foto com macarrão na cabeça acompanhada da legenda: “Estilo Neymar”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo 2026: quem participará do show de abertura antes de México e África do Sul?


Imagem de drone do Estádio Azteca, na Cidade do México, na véspera da abertura da Copa do Mundo de 2026
Luis Cortes/Reuters
A Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11), às 16h, com a partida entre os donos da casa, México, e a seleção da África do Sul.
Antes de a bola rolar no Estádio Azteca, o mundo vai acompanhar uma série de apresentações no show de abertura da competição.
Por se tratar de uma Copa do Mundo disputada em três locais (México, Canadá e Estados Unidos), a Fifa decidiu fazer uma festa para cada país-sede.
México e África do Sul se enfrentam na estreia da Copa do Mundo
No caso da apresentação desta quinta-feira, o início da festa de abertura está marcado para às 14h30 (horário de Brasília). A Fifa promete uma cerimônia colorida, baseada na arte do papel picado mexicano.
Segundo a BBC, o mexicano Alejandro Fernández cantará o hino dos donos da casa, enquanto a sul-africana Tyla entoará o de seu país. A atriz mexicana Salma Hayek dará as boas-vindas ao público.
No palco, ainda se apresentam as mexicanas Lila Downs e Belinda, além das bandas nacionais Los Ángeles Azules e Maná. Também cantam na cerimônia o venezuelano Danny Ocean e os colombianos J Balvin e Ryan Castro.
A estrela colombiana Shakira e o nigeriano Burna Boy apresentam “Dai Dai”, a música oficial da Copa do Mundo da Fifa 2026.
A festa no Canadá e nos EUA
Anitta divide o canto da música ‘Goals’ com o cantor nigeriano Rema e a rapper tailandesa Lisa
Divulgação
Na sexta-feira (12), é a vez dos Estados Unidos e do Canadá darem boas-vindas à Copa.
Em solo canadense, a cerimônia acontece no Estádio de Toronto também a partir das 14h30 (horário de Brasília), antes da partida entre Canadá x Bósnia e Herzegovina.
O hino canadense será ouvido na voz de Alanis Morissette, enquanto o bósnio será interpretado por Aleksandar Gajić. O ator e humorista canadense Will Arnett será o mestre de cerimônia.
Outros artistas confirmados são: os canadenses Michael Bublé, Alessia Cara, Jessie Reyez, William Prince e Nora Fatehi, além da palestina Elyanna, do francês Vegedream e do DJ bengali Sanjoy.
Já nos EUA, a festa acontece no Estádio de Los Angeles a partir das 20h30 de sexta (horário de Brasília), antes da partida entre EUA e Paraguai, homenageando a “energia criativa” da capital americana do entretenimento. Jason Sudeikis, famoso pelo papel do técnico na série “Ted Lasso”, falará aos torcedores.
A dupla country Dan + Shay cantará o hino americano, e o grupo Purahei Soul, o paraguaio.
Participam ainda os cantores americanos Katy Perry e Future. Também haverá uma apresentação que juntará a brasileira Anitta, a tailandesa LISA e o nigeriano Rema. O trio lançou a música “Goals”, parte do álbum musical da Fifa.

Fonte: G1 Entretenimento