Ex-assessor teria proposto subornar integrantes de tribunal eleitoral para interferir nas eleições presidenciais. Um mês depois, resultado ainda não foi proclamado. Pedro Castillo obteve mais votos, mas Keiko ainda não reconheceu a derrota. Keiko Fujimori, candidata à presidência do Peru, fala com jornalistas ao chegar a tribunal em Lima nesta segunda-feira (21)
Angela Ponce/Reuters
Um procurador dedicado a casos de corrupção no Peru iniciou nesta segunda-feira (5) uma investigação sobre Keiko Fujimori por supostas ligações com o ex-assessor de Inteligência do país Vladimiro Montesinos, hoje preso. Ele, segundo áudios divulgados, teria tentado subornar membros do tribunal eleitoral do país para favorecer a candidata de direita nas eleições.
Fujimori, que falou sobre a investigação no Twitter, disse que não tem relação com o caso das conversas telefônicas de Montesinos, um novo tema controverso e que se soma ao intrincado processo eleitoral peruano, que ainda não tem os resultados oficiais sobre quem será o próximo governante quase um mês depois de sua realização.
Para declarar o vencedor das eleições, que segundo a contagem de votos é o socialista Pedro Castillo, o tribunal eleitoral deve resolver antes todos os pedidos de impugnação, a maioria deles apresentados sem grandes provas por Fujimori.
O esquerdista Pedro Castillo e a candidata da direita, Keiko Fujimori
Sebastian Castaneda/Reuters e Alessandro Cinque/Reuters
Segundo áudios divulgados recentemente pela imprensa local, Montesinos, que foi um colaborador muito próximo do ex-presidente Alberto Fujimori, pai de Keiko, propôs de dentro da prisão subornar três membros do tribunal eleitoral para reverter as eleições.
“O procurador que já pediu minha prisão quatro vezes volta ao ataque abrindo investigação pelos áudios armados por Montesinos e seus amigos me acusando de lavagem de dinheiro”, disse Keiko Fujimori em um tuíte. “E me envolvendo por conversas com gente que não tem nenhuma relação comigo”.
O procurador é José Pérez, que apresentou acusações contra Fujimori por um caso no qual ela é acusada de receber US$ 1,2 milhão da construtora brasileira Odebrecht para suas campanhas políticas entre 2011 e 2016. A Justiça acabou rejeitando o pedido. Relembre no VÍDEO abaixo.
Procurador pede prisão preventiva de Keiko Fujimori à Justiça peruana
Viajantes deverão ficar isolados durante sete dias após chegada por precaução contra variante Delta; medida vale mesmo após apresentação obrigatória de teste com resultado negativo. Estão liberados aqueles que tiverem feito escala de menos de 24 horas em um dos dois países. Médicos atendem pacientes com Covid-19 na UTI do Hospital das Clínicas, em San Lorenzo, no Paraguai, em foto de 14 de junho
Daniel Duarte/AFP
O Paraguai anunciou nesta segunda-feira (5) que as pessoas que entrarem no país a partir do Brasil e dos Estados Unidos terão que cumprir uma quarentena de sete dias devido à variante Delta do novo coronavírus.
“Todos os viajantes desses países, mesmo com teste de Covid negativo, terão que ficar isolados nos sete dias posteriores à sua chegada”, determina a resolução do Ministério da Saúde paraguaio.
Em todos os casos, é exigida a apresentação de um teste negativo para a entrada no país. Após a quarentena, a pessoa terá que fazer um novo teste, que, se der positivo, prorrogará o isolamento por sete dias.
Estão liberados da quarentena viajantes provenientes de outros países que tenham feito escala de menos de 24 horas no Brasil ou nos Estados Unidos.
O Paraguai soma 428.743 casos de Covid, com 13.346 mortos. Segundo o ministro da Saúde, Julio Borba, “temos hoje 12% da população-alvo vacinada com a primeira dose, o que representa cerca de 800 mil pessoas. Em julho, a meta é chegar a pouco mais de 30% da população-alvo, ou cerca de 2 milhões de pessoas”.
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Big Jake tinha 2,10 e pesava mais de uma tonelada. Segundo seu dono, ele nasceu pesando quase 110 quilos, cerca de 45 quilos a mais do que um potro belga típico; recorde foi reconhecido pelo Livro Guinness em 2010. Jerry Gilbert escova Big Jake em Madison, Wisconsin, em foto de 11 de abril de 2014
AP Photo/Carrie Antlfinger
O cavalo mais alto do mundo morreu em Wisconsin. Big Jake, um cavalo belga de 20 anos, morava na Fazenda Smokey Hollow em Poynette.
Valicia Gilbert, esposa do proprietário da fazenda, Jerry Gilbert, disse que Big Jake morreu há duas semanas, mas se recusou a fornecer a data exata da morte quando a agência Associated Press a contatou nesta segunda-feira (5) através do Facebook.
“Preferimos não lembrar dele por uma data – foi um evento traumático para nossa família”, disse ela.
Big Jake tinha quase 2,1 metros e pesava 1,1 tonelada. O Livro Guinness de Recordes o certificou como o cavalo vivo mais alto do mundo em 2010.
Big Jake foi certificado pelo Livro Guinness de Recordes como o cavalo vivo mais alto do mundo em 2010
Divulgação/GuinnessWorldRecords
Jerry Gilbert disse à emissora WMTV que Big Jake era um “superstar” e um “animal verdadeiramente magnífico”. Ele disse que Big Jake nasceu em Nebraska e pesava quase 110 quilos ao nascer, cerca de 45 quilos a mais do que um potro belga típico.
Ele disse que planeja homenagear Big Jake mantendo seu estábulo vazio e colocando uma placa do lado de fora com sua foto e nome.
“Está muito tranquilo (na fazenda)”, disse Jerry Gilbert. “Os outros cavalos sabem. Acho que eles têm seus próprios momentos de luto porque Jake era o centro das atenções por aqui. Existe um grande vazio. Parece que ele ainda está aqui, mas não está”, concluiu.
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Membro da etnia mapuche, Loncón caminhava oito quilômetros para chegar à escola na infância; hoje é professora e linguista com duas pós-graduações e dois doutorados. Ela foi eleita no domingo para presidir comissão que irá redigir nova Constituição do país, substituindo documento da era Pinochet. A presidente da Convenção Constitucional do Chile, Elisa Loncón, após ser eleita para o cargo, durante a primeira sessão, em Santiago, no domingo (4)
Javier Torres/AFP
Eleita no domingo (4) presidente da Convenção Constitucional do Chile, a acadêmica mapuche Elisa Loncón tem 58 anos, é professora e linguista.
Loncón nasceu em Traiguén, na região de La Araucanía, no sul do país, um reduto Mapuche, e passou a infância na comunidade de Lefweluan, onde ainda vive grande parte de sua família. Em entrevista ao jornal espanhol “El País”, ela contou que percorria oito quilômetros para ir à escola, em geral a pé.
A constituinte se formou professora de inglês na Universidad de La Frontera, em La Araucanía, e fez pós-graduação no Instituto de Estudos Sociais de Haia, na Holanda, e na Universidade de Regina, no Canadá.
Além disso, tem um doutorado em Humanidades da Universidade de Leiden, na Holanda, e um doutorado em literatura pela Pontificia Universidad Católica de Chile.
A presidente da Convenção Constitucional do Chile, Elisa Loncón, após ser eleita para o cargo, durante a primeira sessão, em Santiago, no domingo (4)
Javier Torres/AFP
Etnias representadas
Mapuche, Loncón representa a maior etnia indígena chilena, e foi eleita para uma das 17 cadeiras reservadas aos povos indígenas entre as 155 na Constituinte.
Todas as etnias foram contempladas, sendo sete representantes do povo mapuche, dois dos aimarás e um de cada uma das demais: Kawésqar, Rapanui, Yagán, Quechua, Atacameño, Diaguita, Colla e Chango.
Após ser eleita presidente da Convenção em segunda votação, com 96 dos 155 votos, Loncón agradeceu cerrando o punho acima da cabeça e destacando a conquista de uma mulher indígena.
“(Quero) agradecer o apoio das diferentes coalizões que deram sua confiança e colocaram seus sonhos no apelo feito pela nação mapuche de votar em uma pessoa mapuche, uma mulher, para mudar a história deste país”, disse.
A nova Constituição chilena substituirá a atual — redigida inicialmente por uma pequena comissão durante a ditadura de Augusto Pinochet (1973-1990) — como uma resposta institucional à crise que deflagrou a onda de protestos de outubro de 2019 em busca de maior igualdade de direitos e bem-estar social.
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Em busca de conexões mais profundas, Angela Maxwell partiu em uma caminhada que durou mais de seis anos, foi marcada por muitos percalços e transformou sua vida. Angela Maxwell buscou inspiração em outras exploradoras, incluindo Robyn Davidson e Rosie Swale-Pope
Angela Maxwell via BBC
“Por quê?” É uma pergunta simples, que as pessoas fazem com frequência a Angela Maxwell.
No entanto, até recentemente, a americana tinha dificuldade de apontar o motivo exato que a fez abrir mão de tudo para ir em busca de um grande sonho.
Mas, para Maxwell, é uma pergunta que vale a pena responder. Afinal, ela embarcou em uma jornada que poucas pessoas se atreveriam a enfrentar: em 2013, ela decidiu dar a volta ao mundo — andando e sozinha.
Uma caminhada solo dessa magnitude não era algo que Maxwell havia planejado. Na verdade, ela partiu nesta aventura nove meses depois de ter ouvido uma conversa em seu curso de arte sobre um homem que supostamente havia dado a volta ao mundo andando.
A jornada de Maxwell não nasceu de um momento de perda, derrota ou crise pessoal. Quando ela decidiu embarcar em uma caminhada de longa distância, ela estava na casa dos 30 anos, tinha um negócio de sucesso e estava em um relacionamento.
“Achava que estava feliz”, diz ela, “mas fazendo uma retrospectiva, percebi que estava à procura de algo mais… de uma conexão mais profunda com a natureza e as pessoas — vivendo com menos e me conectando com o mundo ao meu redor.”
A melhor maneira de descobrir isso, ela imaginou, era dando um passo atrás do outro.
Inspiração
Caminhar minimizaria sua pegada de carbono, além do que o ritmo lento significava que ela poderia mergulhar totalmente na natureza, conhecer pessoas e entender outras culturas de uma forma que é única para andarilhos.
Enquanto se preparava, Maxwell descobriu todo um universo de mulheres exploradoras para encoraja-la. Ela se apaixonou pela escrita e pelo estilo slow travel de Robyn Davidson, que atravessou a Austrália em um camelo.
Ela aprendeu sobre a andarilha Ffyona Campbell; e leu sobre Rosie Swale-Pope, que viajou de carona da Europa ao Nepal, deu a volta ao mundo velejando, cruzou o Chile a cavalo e, aos 59 anos, começou a dar a volta ao mundo correndo.
“Eu li seus livros na esperança de encontrar incentivo — e encontrei —, ao aprender sobre seus desafios e dificuldades, assim como seus triunfos. A história de cada mulher era muito diferente e isso me deu a confiança para tentar minha caminhada”, conta Maxwell.
Assim que tomou a decisão de ir, ela vendeu todos os seus pertences e organizou o equipamento necessário. Encheu um carrinho de mão com 50 quilos de equipamento para acampar, comida desidratada, filtro de água de padrão militar e roupas para as quatro estações do ano.
Maxwell deixou Bend, sua cidade natal no Oregon, em 2 de maio de 2014 e partiu para uma aventura tão grande que era provavelmente melhor que não soubesse exatamente o que a esperava ao longo do caminho.
‘Ambição, teimosia e paixão’
Quando falai com Maxwell pela primeira vez em junho de 2018, ela já estava viajando há quase quatro anos. Tinha caminhado mais de 20 mil quilômetros por 12 países em três continentes.
Curioso, perguntei a ela que tipo de pessoa é preciso ser para dar a volta ao mundo andando. Ela brincou: “Teimosa”.
Em seguida, acrescentou: “É provavelmente uma combinação de ambição, um pouco de teimosia e uma pitada de paixão — não pela caminhada como um esporte, mas como autoconhecimento e aventura”.
Maxwell contou que, embora ela rapidamente tenha encontrado sua rotina — acordar por volta do nascer do sol, tomar duas xícaras de café instantâneo acompanhadas por uma tigela de mingau de aveia no café da manhã, empacotar tudo, caminhar, armar o acampamento para passar a noite, comer macarrão instantâneo e se aconchegar no saco de dormir — nenhum dia era igual ao outro.
Inicialmente, ela traçou um plano, mas logo percebeu que os desvios faziam parte da aventura. É por isso que, apesar de seguir uma direção geral, ela sempre confiaria em sua intuição sobre onde virar à esquerda ou à direita.
Maxwell sofreria queimaduras do sol e insolação no deserto australiano e pegaria dengue no Vietnã; seria atacada e estuprada por um nômade que invadiu sua tenda na Mongólia; ouviria tiros ao acampar na Turquia; e aprenderia a dormir com um olho e um ouvido bem abertos, para não ficar à mercê da vulnerabilidade do sono profundo.
‘Estava decidida a não desistir do meu sonho’
Maxwell havia previsto provações de todos os tipos, embora fosse impossível saber quais seriam.
“Mesmo assim”, diz ela, “não comecei a andar porque era destemida — mas, sim, porque estava apavorada. Tinha mais medo de não seguir meu coração do que de perder tudo o que possuía e amava.”
Lidar com o trauma do abuso sexual acabou se tornado um momento decisivo, no qual Maxwell decidiu continuar caminhando. Embora ela ainda estivesse com medo, as histórias de perseverança e força de outras mulheres a ajudaram a continuar:
“Estava decidida a não deixar que aquilo me obrigasse a desistir do meu sonho e a voltar para casa. Tinha deixado todo o meu mundo para trás, não tinha nada para voltar e compreendia os riscos inerentes à minha jornada.”
Maxwell estava caminhando para descobrir o quão forte seu corpo e mente poderiam ser, mesmo diante da violência. Ao longo do caminho, o ritmo lento permitiu que ela fosse atraída — brevemente, mas profundamente — por outras culturas.
Encontros interculturais
Ela percorreu pequenos vilarejos à beira-mar ao longo do Mar Tirreno, na Itália, absorvendo a atmosfera vibrante e aceitando convites para conversar, sentar e tomar vinho.
No Vietnã, exausta depois de chegar ao topo da montanha Hai Van Pass, ela foi saudada por uma senhora idosa que a convidou para descansar em sua pequena cabana de madeira no cume durante a noite.
Uma relação de amizade nasceu na fronteira entre a Mongólia e a Rússia, levando a um reencontro anos depois na Suíça. Maxwell até se tornou madrinha da filha de uma mulher que conheceu na Itália.
Independentemente de esses encontros interculturais durarem sete minutos ou sete dias, Maxwell sempre manteve duas coisas em mente. Primeiro, ser uma boa ouvinte para aprender.
“Andar me ensinou que tudo e todos têm uma história para compartilhar, só temos que estar dispostos a ouvir”, observa.
Ao longo de sua jornada, ela aprendeu receitas tradicionais de família em um vilarejo italiano, apicultura na Geórgia e tratamento de camelos na Mongólia na histórica Rota da Seda.
Em segundo lugar, Maxwell aprendeu a importância da contribuição. Ela cortou lenha na Nova Zelândia e distribuiu comida para moradores de rua na Itália. Na Sardenha, ela ajudou um fazendeiro italiano a reformar sua casa.
‘Desistir nunca foi opção’
Na maioria das vezes, no entanto, as histórias de Maxwell foram sua maior contribuição. Ela falou em encontros informais, em escolas e universidades, e até mesmo no palco do TEDx em Edimburgo, na Escócia, compartilhando suas experiências para inspirar outras pessoas.
Ela se tornou uma voz pelo empoderamento feminino, especialmente depois que decidiu continuar caminhando apesar do ataque na Mongólia. “Desistir nunca foi uma opção”, diz ela.
Ao longo de sua peregrinação, Maxwell coletou doações para ONGs como a World Pulse e Her Future Coalition, que se dedicam a apoiar meninas e mulheres jovens. No total, ela arrecadou cerca de US$ 30 mil.
Abraçar a curiosidade e a mente aberta, sugere Maxwell, é uma maneira poderosa de “vivenciar mais profundamente o mundo e seus habitantes”.
Por seis anos e meio, Maxwell escolheu um estilo de vida de curiosidade, incerteza e extrema vulnerabilidade. E ela fez isso em busca de algo que nunca poderia ter certeza de encontrar: felicidade pessoal e uma conexão mais profunda com o mundo ao seu redor.
Em 16 de dezembro de 2020, a peregrinação de Maxwell chegou ao fim exatamente onde começou: na casa de sua melhor amiga Elyse em Bend.
Assim como ela atendeu ao chamado para começar sua jornada, ela sabia que era a hora certa para encerrá-la. Ela sabia, também, que essa aventura havia se tornado um modo de vida ao qual ela poderia retornar a qualquer momento.
Por enquanto, porém, ela está trabalhando em um livro, planejando futuras viagens e criando maneiras de as mulheres encontrarem, expressarem e incorporarem coragem em suas vidas diárias.
Quer uma caminhada leve ao outro lado do mundo ou só até o fim da rua, Maxwell mostrou o verdadeiro valor de desacelerar, prestar mais atenção e dar mais do que recebemos ao longo do caminho.
Leia a versão original desta reportagem (em inglês) no site BBC Travel.
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Ao menos uma pessoa morreu e outras três ficaram feridas quando uma boia tombou dentro de um brinquedo aquático nas instalações do estado de Iowa. Roda gigante do parque ‘Adventureland Resort’, em Iowa, nos EUA. Registro feito em 4 de julho de 2021
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Reportagem em atualização.
O governo vai reduzir o intervalo de tempo entre a primeira e a segunda dose para as pessoas que têm menos de 40 anos. 8 de março de 2021 – Na Inglaterra, alunos do 9º ano usam máscaras de proteção no primeiro dia de volta à escola. Registro feito na Harris Academy Sutton, no Sul de Londres.
Toby Melville/Reuters
O primeiro-ministro do Reino Unido, Boris Johnson, disse nesta segunda-feira (5) que a obrigatoriedade de máscara na Inglaterra vai acabar no dia 19 de julho. Outras regras para tentar minimizar o contágio por coronavírus no país, como a restrição a reuniões e a necessidade de distanciamento também vão deixar de ser obrigatórias.
No Reino Unido, 66,5% das pessoas receberam ao menos uma dose da vacina contra a Covid-19, de acordo com o Our World in Data, um site que reúne estatísticas.
Inglaterra começa a vacinar contra a Covid qualquer pessoa acima de 25 anos
O governo pretende reduzir o tempo de intervalo entre a primeira e a segunda dose —de 12 semanas, passará para 8 semanas.
Isso será válido para aqueles que têm menos de 40 anos.
A expectativa é que, dessa forma, até meados de setembro todos os adultos estejam vacinados.
Não haverá exigência governamental de uso de máscara em qualquer condição na Inglaterra —as empresas que quiserem obrigar funcionários ou clientes a usar máscaras precisam procurar advogados, de acordo com o governo.
O líder do país ainda vai anunciar formalmente o plano para aqueles que receberam duas doses de vacinas que não precisarão mais passar por uma quarentena ao voltar de outros países.
“Precisamos ser honestos com nós mesmos, se não conseguirmos reabrir nossa sociedade nas próximas semanas, quando teremos o verão e as férias escolares, precisamos nos perguntar quando iremos conseguir voltar ao normal?”
Desastre em Surfside, na região de Miami, deixou até o momento 27 mortos e 118 desaparecidos. Equipes fazem buscas nos escombros do prédio que desabou na região de Miami no fim de junho, foto de 5 de julho de 2021
Lynne Sladky/AP
Subiu para 27 o número e mortos no desabamento de um prédio em Surfside, na região de Miami, informaram as autoridades locais nesta segunda-feira (5).
Ao menos 118 pessoas ainda seguem desaparecidas e podem estar sob os escombros depois de 12 dias de buscas.
Nesta madrugada, uma parte do edifício que não havia colapsado foi demolida por questões de segurança (veja no vídeo abaixo).
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A estrutura estava danificada e poderia cair sobre a área de buscas com a passagem da tempestade Elsa, prevista para chegar aos Estados Unidos nesta terça (6).
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O receio com o resto do complexo fez com que as buscas fossem interrompidas na quinta-feira (1º), mas elas foram retomadas no mesmo dia.
Nenhum sobrevivente foi retirado dos escombros desde as primeiras horas após o colapso, em 24 de junho.
Não se sabe ainda por que o prédio caiu. Um relatório de 2018 apontava danos estruturais graves no edifício.
Explosões ocorreram em área do Mar Cáspio onde há muita extração de óleo e gás, mas empresa estatal do Azerbaijão afirma que fumaça é de um vulcão em uma pequena ilha. VÍDEO: ‘Vulcão de Lama’ pode ter provocado explosão no Mar Cáspio, diz estatal
Houve uma grande explosão no domingo (4) no Mar Cáspio, em águas do Azerbaijão, em uma área do mar que tem extração de petróleo.
A empresa estatal de óleo e gás do Azerbaijão, no entanto, afirmou que não houve explosão em nenhuma de suas plataformas.
A estatal chama-se Socar. De acordo com a empresa, as chamas vistas no domingo podem ter vindo da explosão de um vulcão de lama.
Há uma concentração de vulcões no Mar Cáspio que emitem lama e gás inflamável.
Ibrahim Ahmadov, um porta-voz da Socar, disse a uma agência de notícias do Azerbaijão que a empresa localizou um vulcão de lama em chamas em uma ilha não-habitada, a cetca de 30 quilômetros da costa do Azerbaijão.
O ministro de Emergências do país disse que o vulcão continua em chamas nesta segunda-feira, mas que o fogo não é uma ameaça aos moradores e nem às plataformas de óleo e gás.
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