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Amigos ficam presos em elevador inundado durante enchente nos EUA; assista

Vídeo gravado por um deles mostra água na altura do peito, enquanto jovens ligavam para serviço de emergência. Com ajuda de vizinhos, eles conseguiram abrir porta e escapar; inundação aconteceu após tempestade que atingiu Omaha, no Nebraska, durante fim de semana. VÍDEO: Amigos ficam presos em elevador alagado nos EUA
Três amigos ficaram presos com água até a altura do peito quando as águas de uma enchente invadiram o elevador no qual eles estavam em um prédio residencial em Omaha, no estado de Nebraska, na madrugada de domingo (8).
Um deles filmou o incidente, e um vídeo publicado no Tik Tok mostra o quanto tudo aconteceu muito rapidamente (assista acima).
Tony Luu disse que ele e seus amigos subiram no corrimão do elevador para conseguirem ficar com uma parte maior dos corpos fora d’água e imediatamente telefonaram para o serviço de emergência. O zelador do prédio fez o mesmo, e amigos que viram as imagens online também buscaram ajuda.
Antes mesmo do resgate chegar, porém, os três, com a ajuda de outros moradores do prédio que estavam do lado de fora do elevador, conseguiram abrir a porta, e todos saíram sem ferimentos.
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O alagamento que provocou a entrada da água no elevador foi causado por um temporal que inundou diversas ruas, danificou casas e lojas e deixou pelo menos 18 mil pessoas sem energia na cidade de Omaha na noite de sábado.
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Fonte: G1 Mundo

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Califórnia torna obrigatórias vacinas contra Covid-19 para professores


Estado americano registra alta nos casos de coronavírus. Mulher prepara vacina contra a Covid-19 em Los Angeles, na Califórnia, nesta quarta-feira (11)
Robyn Beck/AFP
Todos os professores da Califórnia, nos Estados Unidos, deverão ser vacinados contra a Covid-19 ou fazer exames semanais, anunciou nesta quarta-feira (11) o governo local.
O número de casos de coronavírus aumentou nas últimas semanas e as autoridades consideram a variante delta — que se espalha mais rapidamente — como a causa (saiba mais no VÍDEO abaixo).
Veja 5 pontos sobre a variante delta
Isso tem preocupado pais e educadores, pois o estado mais populoso dos Estados Unidos se prepara para reiniciar as aulas, o que significa o retorno das crianças não vacinadas às salas de aula.
“Para dar aos pais a confiança de que seus filhos estarão seguros nas escolas, estamos pedindo a todos os professores que sejam vacinados”, declarou o governador da Califórnia, Gavin Newsom.
Como o resto do mundo, a Califórnia interrompeu suas aulas presenciais no ano passado e mudou para as virtuais.
Incentivos à vacinação
Os Estados Unidos conseguiram controlar os piores índices da pandemia neste ano, registrando sinais de uma volta à normalidade. Mas a volta às aulas vem sendo ameaçada por infecções crescentes, com mais de 10 mil casos por dia no estado, um aumento de dez vezes em dois meses.
Os não vacinados lideram o número de infecções, dizem os médicos. Nos Estados Unidos, as vacinas são gratuitas e estão disponíveis em todos os lugares.
Estados Unidos já imunizaram metade da população contra a Covid-19
O anúncio desta quarta-feira se aplica a escolas públicas e privadas e coloca a responsabilidade de garantir que os funcionários sejam totalmente vacinados ou que realizem exames semanais sobre a administração das instituições acadêmicas. A medida foi aprovada pelas associações de pais e representantes.
Cerca de dois terços dos californianos com mais de 12 anos — a idade mínima para serem imunizados — estão totalmente vacinados, de acordo com o Departamento de saúde.
O Pentágono anunciou esta semana que seus funcionários devem ser vacinados no próximo mês.
Em breve, a cidade de Nova York exigirá certificados de vacinação para quem quiser visitar locais fechados, como academias e restaurantes, enquanto Los Angeles pode seguir o exemplo.

Fonte: G1 Mundo

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Parlamento da Polônia aprova texto de lei para regular meios de comunicação


Texto recebe protestos dos EUA e de opositores do governo polonês, que vem passando por crises com a saída de aliados. Manifestantes protestam contra projeto de lei apoiado pelo governo da Polônia de regulação dos meios de comunicação nesta terça (10)
Janek Skarzynski/AFP
O Parlamento da Polônia aprovou nesta quarta-feira (11) uma lei que regula os meios de comunicação O texto, segundo a oposição, ameaça a liberdade de imprensa, e pode prejudicar as relações com os Estados Unidos.
A polêmica lei dos meios de comunicação, criticada pela Casa Branca, pode forçar o grupo americano Discovery a vender a maior parte de sua participação na rede de televisão fechada polonesa TVN, crítica ao governo liderado pelo partido Lei e Justiça (PiS).
Donald Tusk, ex-nome forte da União Europeia e principal opositor ao governo da Polônia, discursa a manifestantes contrários a lei que regula os meios de comunicação na terça (10)
Janek Skarzynski/AFP
O texto foi aprovado por 228 votos a favor e 2016 contra. Também houve 10 abstenções.
A decisão do Parlamento constituiu “um ataque sem precedentes contra a liberdade de expressão e independência dos meios de comunicação”, declarou nesta quarta-feira à noite a direção da TVN em um comunicado.
“O resultado do voto atenta contra o direito à propriedade, o que preocupa os investidores estrangeiros na Polônia”, completou.
Governo em crise
Primeiro-ministro da Polônia, Mateusz Morawiecki, durante encontro de líderes da União Europeia, em dezembro de 2019
Christian Hartmann/Pool/Reuters
A sessão parlamentar foi delicada para o governo do primeiro-ministro Mateusz Morawiecki, cuja coalizão de três partidos implodiu na véspera devido à destituição forçada do líder de um dos partidos minoritários.
Os ultraconservadores perderam quatro votações durante o debate, algo sem precedentes desde que assumiram o poder em 2015 — mas tiveram uma vitória ao conseguir passar a lei que regula os meios de comunicação.
Trata-se de um texto importante para o PiS, que já controla a televisão pública TVP, que se tornou uma ferramenta de propaganda do governo, e grande parte da imprensa regional.
O governo polonês é reiteradamente acusado pela União Europeia de retirar as liberdades democráticas no país.
Na terça-feira à noite, milhares de pessoas se manifestaram em diferentes lugares da Polônia contra a lei.
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Fonte: G1 Mundo

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Canadá anuncia ajuda milionária a comunidades indígenas após escândalo de mortes em internatos

Autoridades anunciaram nesta quarta-feira (11) um auxílio de cerca de R$ 1,15 bilhão para ajudar as comunidades a encontrar túmulos não identificados de crianças indígenas que morreram nessas aéreas, mas também para apoiar os sobreviventes. VÍDEO: A aterrorizante descoberta dos restos mortais de 215 crianças indígenas no Canadá
Após anos de lágrimas e dor, o governo do Canadá tenta consertar os erros do passado indenizando indígenas vítimas de internatos católicos que funcionaram no país durante um século.
As autoridades anunciaram nesta quarta-feira (11) um auxílio de cerca de € 220 milhões (cerca de R$ 1,25 bilhão) para ajudar as comunidades a encontrar túmulos não identificados de crianças indígenas que morreram nessas aéreas, mas também para apoiar os sobreviventes.
Os valores anunciados pelo governo canadense irão financiar, especialmente, pesquisas para encontrar os túmulos onde podem estar enterrados milhares de estudantes que morreram em internatos religiosos ao longo do século 20. A demolição desses edifícios, que ainda traumatizam os sobreviventes, também está nos planos do governo.
O que se sabe sobre descobertas de túmulos de crianças indígenas que chocam o Canadá
Organização indígena do Canadá revela 182 covas não identificadas em antigo internato; mais de 1 mil foram descobertas nos últimos 30 dias
Os sobreviventes dessas escolas ainda terão acesso a ajuda psicológica. RoseAnn Archibald, que dirige a Assembleia das Primeiras Nações do Canadá, considera que governos e a igreja cometeram genocídio contra os povos indígenas.
“É um passo necessário para finalmente reconhecer o impacto devastador que essas instituições tiveram e continuam a ter, ainda hoje, em tantas gerações em nossas comunidades. É hora de apontar os responsáveis e agir para começar a cura”, disse ela.
Lacunas legais
O ministro da Justiça canadense, David Lametti, nomeou um interlocutor especial que ficará responsável por entender melhor as necessidades legais das comunidades indígenas.
“Ele vai identificar as lacunas jurídicas e determinar se podemos melhorar o sistema. Se tivermos que mudar as leis, seja o código penal ou a lei dos crimes contra a humanidade, ele será alguém que vai nos ajudar a identificar isso”, afirmou o ministro.
Um dos líderes da oposição do Novo Partido Democrático havia sugerido, no entanto, um inquérito judicial para identificar os responsáveis ​​pelas mortes de jovens indígenas.
Nos últimos meses, a descoberta de cemitérios antigos trouxe de volta lembranças dolorosas aos povos indígenas do Canadá.
Porém, essa tem sido, também, uma oportunidade para o resto da população canadense tomar consciência de uma realidade há muito tempo escondida dos livros de história e da memória coletiva.
Cerca de 150 mil crianças nativas, mestiças ou inuítes foram recrutadas à força, até a década de 1990, em 139 desses internatos em todo país. Neles, foram isoladas de suas famílias, idioma e cultura.
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Fonte: G1 Mundo

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Hackers devolvem US$ 260 milhões depois de roubo de US$ 600 milhões em criptomoedas

Poly Network, uma plataforma de finanças descentralizadas que auxilia transações, anunciou o roubo no Twitter. Criminosos exploraram uma vulnerabilidade nos contratos digitais Hackers por trás de um dos maiores roubos de criptomoedas do mundo devolveram mais de um terço do valor roubado de cerca de US$$ 600 milhões, afirmaram pesquisadores do mercado de blockchain nesta quarta-feira (11).
A Poly Network, uma plataforma de finanças descentralizadas que auxilia transações do tipo peer-to-peer (de pessoa para pessoa), anunciou o roubo no Twitter, publicando detalhes das carteiras digitais para onde as moedas roubadas (tokens) foram transferidas.
O valor dos tokens nas carteiras envolvido no roubo foi de pouco mais de US$ 600 milhões no momento do anúncio do crime, segundo analistas do mercado de blockchain.
A Poly Network, que permite que os usuários troquem tokens por meio de diferentes blockchains, exigiu que os hackers devolvessem o dinheiro para vários de seus endereços digitais, afirmando que planejava tomar medidas judiciais.
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Cerca de US$ 260 milhões em criptomoedas já foram devolvidos para a Poly Network em uma série de moedas digitais diferentes, segundo análises das companhias de rastreamento Chainalysis e Elliptic.
Os hackers exploraram uma vulnerabilidade nos contratos digitais que a Poly Network usa para movimentar os recursos entre diferentes blockchains, segundo a Chainalysis.
Ataque por ‘diversão’
Uma pessoa que afirma estar por trás do roubo disse que os hackers promoveram o ataque “por diversão” e que queriam “expor a vulnerabilidade” antes que outros pudessem aproveitá-la, segundo mensagens digitais compartilhadas por Elliptic e Chainalysis.
“O plano sempre foi” devolver os tokens, afirmou uma das pessoas que se identificou como hacker responsável pelo ataque. “Eu não tenho muito interesse em dinheiro”, acrescentou.
Os hackers ou hacker ainda não foram identificados. A Reuters não pode verificar a autenticidade das mensagens.
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Tom Robinson, cofundador da Elliptic, afirmou que a extraordinária decisão de devolução do dinheiro pode ter sido disparada pela dificuldade de se lavar tamanho volume de dinheiro digital roubado.
Um executivo da empresa de criptomoedas Tether disse no Twitter que a companhia congelou 33 milhões de dólares em recursos relacionados ao roubo, e executivos de outras empresas de moedas digitais disseram à Poly Network que vão tentar ajudar.
“Lavar e sacar dinheiro digital é extremamente difícil por causa da transparência da blockchain e o amplo uso de análises de blockchain por instituições financeiras”, disse Robinson.
Representantes da Poly Network não se manifestaram sobre o assunto. Não ficou imediatamente claro onde a plataforma é sediada ou se alguma agência governamental de segurança está investigando o roubo.
O tamanho do roubo é comparável aos 530 milhões de dólares em moedas digitais roubados da bolsa japonesa Coincheck em 2018. A bolsa Mt. Gox, também sediada em Tóquio, entrou em colapso em 2014 após perder meio bilhão de dólares em bitcoins.
As plataformas de finanças descentralizadas, conhecidas como “DeFi”, como a Poly Network permitem que partes conduzam transações, geralmente em criptmoedas, diretamente, sem intermediários tradicionais como bancos e bolsas. O setor tem crescido velozmente e as plataformas DeFi atualmente administram mais de 80 bilhões de dólares em moedas digitais.
Segurança digital

Fonte: G1 Mundo

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Bebê recebe remédio de R$ 13 milhões pela rede pública de saúde no Reino Unido


Edward recebeu o medicamento mais caro do mundo depois de uma campanha de seus pais. Megan Willis e John Hall fizeram campanha por uma vida melhor para seu bebê, Edward
Megan Willis/BBC
Um bebê com uma doença que pode ser letal recebeu o medicamento mais caro do mundo pela rede pública de saúde do Reino Unido, após uma campanha bem-sucedida realizada por seus pais.
A campanha fez com que o governo britânico buscasse negociar o tratamento para o bebê diretamente com o laboratório produtor do remédio, obtendo um desconto, cujo valor não foi revelado.
Edward, de onze meses, tem atrofia muscular espinhal severa (AME), o que significa que ele não possui uma proteína vital para o desenvolvimento muscular.
Ele recebeu a nova terapia genética com o medicamento Zolgensma, que custa 1,79 milhão de libras (cerca de R$ 13 milhões).
No Brasil, o Zolgensma foi aprovado no ano passado pela Anvisa. Existe um projeto de lei (PL 5253/20) para tentar fazer o Sistema Único de Saúde (SUS) disponibilizar o medicamento gratuitamente pelo programa Farmácia Popular do Brasil.
No ano passado, uma família brasileira levantou parte do dinheiro para comprar o medicamento para seu bebê após a aprovação na Anvisa — e conseguiu na Justiça fazer com que a União custeasse o restante do valor.
‘Corrida contra o tempo’
A mãe do bebê, Megan Willis, disse que está “animada e aliviada”.
Em julho, quando soube que o filho receberia o tratamento, Willis disse: “Nós nos sentimos incrivelmente sortudos, felizes e aliviados.”
Antes, os pais tinham dito que se sentiam abandonados em sua “corrida contra o tempo” para que Edward recebesse o medicamento, que eles esperavam que transformasse sua vida.
Os médicos disseram que a droga, que contém uma réplica do gene ausente SMN1, precisa ser administrada como um tratamento único o mais cedo possível para interromper a progressão da doença.
Willis, que mora em Colchester, no sudeste da Inglaterra, disse que o tratamento poderia significar a diferença entre Edward ser capaz de se levantar ou não. Ela estava disposta a organizar um protesto caso a decisão tivesse demorado muito mais.
“Há muito tempo lutamos por esse medicamento. Mal conseguimos acreditar que finalmente está acontecendo. Tomara que não precisemos esperar muito tempo”, disse ela, na ocasião. “Edward faz um ano em setembro e é tudo urgente.”
O Zolgensma é considerado o medicamento mais caro do mundo, a um custo de 1,79 milhões de libras por paciente, embora o NHS England — a rede pública de saúde da Inglaterra — afirme ter negociado um desconto não revelado.
Quando foi aprovado para uso pelo NHS em março, as diretrizes estabelecidas pelo Instituto Nacional de Excelência em Saúde e Cuidado diziam que o medicamento só deveria ser usado em bebês menores de seis meses que ainda não estivessem recebendo outro tratamento, o que teria excluído Edward.
Mas ressaltou que a decisão de administrar a droga a outros bebês seria tratada caso a caso.
Cerca de 65 bebês nascem com atrofia muscular espinhal na Inglaterra a cada ano. A doença causa fraqueza muscular e afeta os movimentos e a respiração, o que significa que a maioria dos bebês não sobrevive depois dos dois anos de idade se não houver algum tipo de intervenção.
Em estudos, o Zolgensma ajudou bebês a respirar sem um ventilador, sentar-se por conta própria, engatinhar e andar após um único tratamento.
Edward, que foi diagnosticado com dois meses de idade, estava recebendo injeções de outra droga chamada Spinraza a cada quatro meses no Hospital Addenbrooke em Cambridge.
A Spinraza pode ajudar a retardar a degeneração em alguns pacientes, mas é um tratamento e não uma cura. O tratamento envolve injeções regulares na coluna para o resto da vida, em comparação com a injeção única de Zolgensma.
Willis disse que agora está ansiosa para aproveitar a vida com Edward pela primeira vez, sem a batalha para pagar pela droga.
“Nosso objetivo é fazê-lo andar. Acho que pela primeira vez podemos realmente planejar seu futuro, sabendo que ele tem o melhor tratamento possível para sua condição”, disse ela.
Droga mais cara do mundo
O alto custo do Zolgensma é muito criticado por autoridades em todo o mundo. Em muitos países, o tratamento só é custeado pelo Estado após uma negociação direta do governo com o laboratório para redução do preço.
A Novartis, empresa farmacêutica com sede na Suíça que produz o medicamento, diz que o custo do tratamento é alto porque se trata “uma terapia única e transformadora para uma doença extremamente rara”. Mas a empresa não detalha como calcula o preço do medicamento.
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Fonte: G1 Mundo

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Venda de livros na Suécia bate recorde histórico devido à quarentena


Volume vendido neste ano é quase 20% maior do que o registrado antes da pandemia. No Brasil, mercado livreiro também apresentou alta no primeiro semestre. No site, a Livraria Senac Ceará disponibiliza livros das Editoras Senac e Edições Sesc.
Jr. Panela
A venda de livros na Suécia atingiu um recorde histórico no primeiro semestre de 2021. À medida que as pessoas viajavam menos e se entretinham mais em casa durante a pandemia, levando o setor a outro ano forte após um 2020 recorde.
Autoajuda escandinava: Como livros que vendem felicidade nórdica viraram best-sellers
A Associação Sueca de Livreiros informou, nesta quarta-feira (11), que as vendas totais aumentaram 10% em comparação com o mesmo período de 2020. O setor de livros impressos cresceu 7% e o de digitais, 14%. Livros infantis lideraram a alta.
Em comparação com o primeiro semestre de 2019, antes da pandemia, as vendas totais aumentaram 18%.
“A tendência que vimos desde o início da pandemia continua – são os canais e formatos de vendas digitais que estão aumentando, enquanto as vendas de livros nas livrarias físicas estão diminuindo”, disse o órgão em comunicado.
“Ao mesmo tempo, muitos dos membros da associação veem que os clientes vacinados estão voltando às lojas e que a ‘paralisação’ também beneficiou as vendas neste verão (do Hemisfério Norte).”
Maria Hamrefors, presidente da associação, disse que as lojas localizadas em grandes cidades e shoppings foram responsáveis ​​pela queda no comércio físico. “Enquanto isso, as lojas em resorts de férias ou em áreas onde as pessoas vivem – e trabalham de casa – têm se saído muito bem”, disse ela.
Livros também decolam no Brasil
VÍDEO: Livros indicados no TikTok entram em listas de mais vendidos no Brasil
O mercado de livros brasileiro também cresceu em 2021. No primeiro período deste ano, foram vendidas 28 milhões de obras. No mesmo período do ano passado, o volume era de 18,9 milhões. O aumento representa 48,5% em volume de vendas e a recuperação do setor na pandemia.
O faturamento também subiu: passou de R$846,2 milhões em 2020 para R$1,19 bilhão em 2021, um aumento de 39,9%. Os dados foram levantados pela Nielsen BookScan e divulgados pelo Sindicato Nacional dos Editores de Livros (SNEL).

Fonte: G1 Mundo

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Como surgiu o Talibã e outras 5 respostas sobre grupo que avança no Afeganistão após saída dos EUA


Especialistas alertaram que, após a saída da OTAN e dos EUA, o Afeganistão pode estar a caminho de uma guerra civil caótica. Sob o Taleban, os homens têm que deixar crescer a barba e as mulheres têm que usar uma burca que cubra tudo
Getty Images via BBC
Em 2001, o Talibã foi destituído do poder no Afeganistão após uma incursão militar liderada pelos Estados Unidos. Aos poucos, no entanto, o grupo islâmico foi recuperando força em todo o país.
Enquanto os Estados Unidos se preparam para completar a retirada de suas tropas antes do 11 de setembro, após duas décadas de guerra, o Talibã está invadindo postos militares afegãos, vilas e aldeias. O grupo está tomando até mesmo algumas grandes cidades, alimentando temores de que possam derrubar o governo.
Desde a última sexta-feira (6), pelo menos cinco capitais regionais afegãs foram conquistadas pelo Talibã.
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A cidade de Kunduz foi sua conquista mais importante até o momento, por ser bem conectada com outras partes do país e com a capital, Cabul. Um morador da cidade descreveu a situação lá como “caos total”.
O Talibã proíbe música, maquiagem e proíbe que as meninas de 10 anos ou mais vão à escola
Getty Images via BBC
O Talibã entrou em negociações diretas com os EUA em 2018 e, no ano passado, os dois lados chegaram a um acordo de paz em Doha. A retirada das tropas dos Estados Unidos e a prevenção de ataques às forças americanas foram prometidas.
As duas forças também concordaram em continuar com as negociações de paz internas e impedir que a Al-Qaeda ou outros militantes operassem em áreas que controlavam.
Mas o Talibã continuou a atacar as forças de segurança afegãs e a população civil.
Atualmente, as negociações de paz de Doha foram paralisadas. Paralelamente, muitas das pessoas que vivem nas cidades tomadas pelo Talibã perderam suas propriedades ou entes queridos.
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1. Como surgiu o Talibã?
O Talibã, ou “estudantes” na língua pashto, surgiu no início da década de 1990 no norte do Paquistão, após a retirada das tropas da União Soviética do Afeganistão.
Acredita-se que o movimento predominantemente pashto tenha aparecido pela primeira vez em seminários religiosos, muitos deles financiados pela Arábia Saudita, pregando uma forma linha-dura de islamismo sunita.
As promessas feitas pelo Talibã, nas áreas pashto que ficam entre o Paquistão e o Afeganistão, eram de restaurar a paz e a segurança e impor sua própria versão austera da sharia, ou lei islâmica, quando chegasse ao poder.
Do sudoeste do Afeganistão, o Talibã rapidamente expandiu sua influência.
Em setembro de 1995, o grupo capturou a província de Herat, na fronteira com o Irã. Exatamente um ano depois, conquistou a capital afegã, Cabul, derrubando o regime do presidente Burhanuddin Rabbani, um dos fundadores dos mujahidin afegãos, grupos rebeldes que resistiram à ocupação soviética.
Em 1998, o Talibã controlava quase 90% do Afeganistão.
2. Como era a vida sob o Talibã?
Cansada dos excessos dos mujahidin e das lutas internas após a expulsão dos soviéticos, a população afegã em geral deu as boas-vindas ao Talibã quando eles apareceram pela primeira vez.
Sua popularidade inicial deveu-se em grande parte ao sucesso em reduzir a corrupção, coibir a criminalidade e trabalhar para tornar seguras as estradas e áreas sob seu controle, estimulando assim o comércio.
No entanto, o Talibã também introduziu e apoiou punições consistentes com sua interpretação estrita da lei islâmica: executar publicamente assassinos e adúlteros condenados e mutilar os condenados por roubo.
Além disso, os homens tiveram que deixar a barba crescer e as mulheres tiveram que usar burcas que cobrissem tudo.
O Talibã também proibiu a televisão, música, filmes, maquiagem e proibiu que meninas com 10 anos ou mais fossem à escola.
Alguns afegãos continuaram a fazer essas coisas em segredo, correndo o risco de punição extrema.
O Talibã foi acusado de vários abusos culturais e violações dos direitos humanos.
Um exemplo notável foi em 2001, quando o Talibã destruiu as famosas estátuas dos Budas de Bamiã, no centro do Afeganistão, apesar da condenação e indignação que isso causou em todo o mundo.
3. Qual é a sua relação com o Paquistão?
O Paquistão negou repetidamente as alegações de que ajudou a moldar o Talibã, mas há poucas dúvidas de que muitos afegãos que inicialmente aderiram ao movimento foram educados em madrassas (escolas religiosas) no Paquistão.
O Paquistão também foi um dos únicos três países, ao lado da Arábia Saudita e dos Emirados Árabes Unidos, a reconhecer o Talibã quando assumiu o poder.
Da mesma forma, foi a última nação a romper relações diplomáticas com o grupo.
Por um momento, o Talibã ameaçou desestabilizar o Paquistão a partir das áreas que controlava no noroeste.
Um dos ataques mais notórios e internacionalmente condenados pelo Talibã do Paquistão ocorreu em outubro de 2012, quando a estudante Malala Yousafzai (que mais tarde ganharia o Prêmio Nobel da Paz) foi baleada em seu caminho para casa, na cidade de Mingora.
No entanto, uma grande ofensiva militar dois anos depois, após o ataque à escola do exército em Peshawar que resultou na morte de 141 alunos, reduziu muito a influência do grupo no Paquistão.
Pelo menos três figuras-chave do Talibã paquistanês foram mortas em ataques de drones dos EUA em 2013, incluindo o líder do grupo, Hakimullah Mehsud.
4. Aliados da Al-Qaeda?
O Talibã se tornou um foco de atenção em todo o mundo após os ataques ao World Trade Center em Nova York em 11 de setembro de 2001.
Eles foram acusados ​​de servir de santuário para os principais suspeitos dos ataques: Osama bin Laden e seu movimento Al-Qaeda.
Em 7 de outubro de 2001, uma coalizão militar liderada pelos EUA lançou ataques no Afeganistão e, na primeira semana de dezembro, o regime do Talibã já havia entrado em colapso.
O então líder do grupo, Mullah Mohammad Omar, e outras figuras importantes, incluindo Bin Laden, escaparam da captura apesar de terem sido alvos de uma das maiores perseguições do mundo.
Muitos líderes do Talibã supostamente se refugiaram na cidade paquistanesa de Quetta, de onde lideraram o grupo. Mas o Paquistão negou a existência do que foi apelidado de “Quetta Shura”, um grupo de veteranos do regime do Talibã que estaria no país.
Durante as recentes negociações de paz com os EUA, o Talibã garantiu que não mais hospedaria a Al-Qaeda, uma organização que está muito diminuída.
5. Quem lidera o grupo?
Mawlawi Hibatullah Akhundzada foi nomeado Comandante Supremo do Talibã em 25 de maio de 2016, depois que Mullah Akhtar Mansour foi morto em um ataque de drones nos Estados Unidos.
Na década de 1980, ele participou da resistência islâmica contra a campanha militar soviética no Afeganistão, mas sua reputação é mais a de um líder religioso do que a de um comandante militar.
Akhundzada trabalhou como chefe dos tribunais da Sharia na década de 1990.
Acredita-se que ele esteja na casa dos 60 anos e viveu a maior parte de sua vida no Afeganistão. No entanto, de acordo com especialistas, ele mantém laços estreitos com os chamados Quetta Shura, líderes do Talibã afegão que afirmam estar baseados na cidade paquistanesa de Quetta.
Como comandante supremo do grupo, Akhundzada é responsável pelos assuntos políticos, militares e religiosos.
6. Qual é a situação atual?
Apesar das sérias preocupações das autoridades afegãs sobre a vulnerabilidade do governo sem apoio internacional contra o Talibã, o presidente dos EUA, Joe Biden, anunciou em abril de 2021 que todas as tropas americanas deixariam o país até 11 de setembro, duas décadas após os ataques ao Estados Unidos.
Tendo sobrevivido a uma superpotência durante duas décadas de guerra, o Talibã começou a tomar vastas áreas de território, ameaçando derrubar mais uma vez um governo em Cabul.
Acredita-se agora que o grupo seja mais numeroso do que em qualquer momento desde que foi derrubado em 2001, com até 85 mil combatentes, de acordo com estimativas recentes da OTAN.
Seu controle do território é mais difícil de estimar, pois os distritos vão e vêm entre o Talibã e as forças do governo, mas estimativas recentes colocam o controle entre um terço e um quinto do país.
O progresso é mais rápido do que muitos temiam.
O general Austin Miller, comandante da missão liderada pelos Estados Unidos no Afeganistão, alertou em junho que o país poderia estar entrando em uma guerra civil caótica.
Uma avaliação da inteligência dos EUA realizada no mesmo mês concluiu que o governo afegão pode cair em até seis meses após a partida do exército americano.

Fonte: G1 Mundo

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Itália bate recorde de temperatura na Europa com 48,8°C e luta contra incêndios florestais


Uma onda de calor transportada pelo anticiclone “Lúcifer” atingiu a Itália nesta semana, país que registrou nesta quarta-feira (11) uma temperatura recorde de 48,8º C na Sicília, na região de Siracusa, a marca mais alta já registrada na Europa. Os bombeiros italianos lutam contra um incêndio que assola Palermo, na Sicília, que expulsou as pessoas de suas casas
Stringer/Vigili del Fuoco/AFP
Uma onda de calor transportada pelo anticiclone “Lúcifer” atingiu a Itália nesta semana, país que registrou nesta quarta-feira (11) uma temperatura recorde de 48,8º C na Sicília, na região de Siracusa, a marca mais alta já registrada na Europa.  
A península italiana enfrenta a semana mais quente de verão até agora. Se a meteorologia nacional confirmar os dados da região da Sicília, essa será a temperatura mais alta já registrada, também, em solo italiano. O recorde anterior datava de 1999, quando os termômetros marcaram 48,5º C na Sicília.
Na região da Calábria, conhecida como a ponta da bota italiana, e na Sicília, os bombeiros tiveram que realizar 300 intervenções nas últimas 12 horas para apagar focos de incêndio. Sete aviões Canadair foram mobilizados desde o amanhecer para lançar água sobre as chamas, anunciaram os bombeiros.
Um homem de 77 anos morreu nesta quarta-feira em decorrência de queimaduras sofridas em um incêndio enquanto tentava proteger seu rebanho no interior de Reggio, na Calábria.
Enquanto isso, a Madonia, região montanhosa próxima à capital da Sicília, Palermo, está há vários dias cercada por chamas que são alimentadas pelo vento e pelo calor extremo. O fogo destrói plantações, casas e edifícios industriais.
Estado de emergência
O governador da Sicília, Nello Musumeci, pede uma declaração de estado de emergência nacional para a Madonia. O ministro da Agricultura, Stefano Patuanelli, visitou o local nesta quarta-feira e prometeu “uma ajuda àqueles que perderam tudo”.
“Devemos, também, promover o papel da agricultura como guardiã do território. Devemos garantir que o agricultor que cuida de terras improdutivas, com manejo do solo que sirva para prevenir incêndios, seja protegido e amparado”, completou.
Na Calábria, as chamas ameaçam o Geoparque Global da Unesco de Aspromonte, um complexo de montanhas, cumes e planaltos de quase 2.000 metros de altura alternados por vales profundos que se erguem em um fragmento peninsular da cadeia dos Apeninos, oferecendo um panorama espetacular sobre o Estreito de Messina, o Monte Etna e as Ilhas Eólias.
O presidente da ONG ambiental WWF Itália pediu na terça-feira “a intervenção imediata de recursos aéreos adicionais”.
“Caso contrário, será tarde demais e perderemos para sempre um patrimônio de valor inestimável”, lamentou. Ele também pediu “aumento da vigilância no campo porque nas áreas onde os incêndios já foram extintos houve registros de novos focos, muitos originados por criminosos inescrupulosos”, denunciou.
A Sardenha, onde um camponês de 35 anos suspeito de incêndio criminoso foi preso na terça-feira (10), não foi poupada: 13 incêndios foram registrados em apenas um dia e seis deles exigiram a intervenção de meios aéreos.
Triplo de incêndios
De acordo com o Coldiretti, o principal sindicato agrícola do país, o número de incêndios mais do que triplicou neste verão em comparação com a média do mesmo período, entre 2008 e 2020.
“Se por um lado seis em cada dez incêndios são de origem criminosa, por outro é necessário sublinhar as consequências do abandono de explorações agrícolas e a falta de fiscalização das florestas de domínio público”, destaca o sindicato, já que mais de um terço da Itália é coberto por bosques e florestas (11,4 milhões de hectares). “Temos que acabar com o abandono do campo”, conclui.
Nos próximos dias, o anticiclone responsável pela onda de calor que atingiu a Itália, apropriadamente chamado de Lúcifer, deverá se deslocar para o norte, onde as temperaturas devem atingir entre 39 e 40 graus Celcius na Toscana (centro), neste fim de semana de 15 de agosto e no Lazio (região de Roma).
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Fonte: G1 Mundo

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Indonésia vai abolir ‘teste de virgindade’ para mulheres do Exército


Organizações de direitos humanos há anos criticavam a prática, considerada abusiva. Em alguns casos, a exigência se estendia até mesmo às noivas de policiais militares, que precisavam fazer o teste antes de casar. Exigência era considerada abusiva por mulheres, médicos e defensores dos direitos humanos
Getty Images/BBC
Durante décadas, a Indonésia exigiu que as mulheres que queriam entrar para as Forças Armadas fizessem um ‘teste de virgindade’ que consistia em um exame feito pelo médico, com a inserção de dois dedos na vagina, para verificar se o hímen estava intacto.
Mulheres que eram “reprovadas” no exame perdiam a vaga e podiam dar adeus a uma possível carreira militar.
Em alguns casos, a exigência se estendia até mesmo às noivas de policiais militares, que precisavam passar pelo mesmo processo antes de se casar.
Neste mês o Exército anunciou que vai mudar as regras e a partir de agora as candidatas serão avaliadas apenas quanto a sua capacidade e aptidão para o treinamento físico.
Não está claro se a mudança vai valer só para o Exército ou também para as outras Forças Armadas do país.
O que era o ‘teste de virgindade’?
O teste fazia parte de uma análise médica mais ampla a que todos os candidatos são submetidos, para verificar o estado de saúde do recruta.
Porém o exame ginecológico era apenas para mulheres – os homens não precisavam passar por uma análise de suas partes íntimas.
A prática é algo que há anos organizações de direitos humanos denunciam como abusiva e discriminatória.
“Um ‘teste de virgindade’ é uma forma de violência de gênero e é uma prática amplamente desacreditada”, afirma Andreas Hasorno, pesquisador da organização Human Rights Watch, dedicada à defesa dos direitos humanos, na Indonésia.
“O teste ginecológico inclui a prática invasiva de inserir dois dedos na vagina para provavelmente avaliar se a mulher já fez sexo antes”, diz ele.
Muitas mulheres que deram depoimento à Human Rights Watch afirmaram que o procedimento ao qual foram submetidas era doloroso.
Fim dos exames invasivos
Em novembro de 2014 a Organização Mundial de Saúde determinou que testes com o objetivo de verificar “virgindade” não têm validade científica.
Médicos e especialistas em saúde reprodutiva afirmam que a preservação do hímen não tem nenhuma relação com o que popularmente se considera “virgindade”. Aliás, “virgindade” sequer é um termo médico ou científico.
O comandante do Exército da Indonésia, Andika Perkasa anunciou neste mês o fim da exigência deste tipo de exame para as mulheres que desejam entrar nas Forças Armadas.
“Já não será mais necessário”, disse ele. “O objetivo do processo de seleção é verificar a saúde”, afirmou Perkasa.
A partir de agora as candidatas serão avaliadas apenas quanto a sua capacidade e aptidão para o treinamento físico.
“O comando do exército está fazendo a coisa certa. Agora é responsabilidade dos comandantes territoriais e de batalhão seguir as ordens e reconhecer a natureza não científica e abusiva dessa prática”, diz Hasorno à BBC News Mundo.
Não está claro se o anúncio afeta apenas o Exército ou também outros ramos das Forças Armadas do país asiático. As dúvidas devem ser esclarecidas nas próximas semanas.
“Os comandantes da Marinha e da Força Aérea agora precisam ser pressionados para seguir o exemplo do Exército e acabar com essa prática”, afirma o pesquisador.
O partido Partai Demokrat, uma das principais legendas da oposição, afirmou que a abolição do exame levará a “melhorias no sistema de recrutamento”, segundo o site de notícias Detik. O partido disse ainda que os exames aos quais os candidatos são submetidos devem ser relevantes para seus papéis e deveres.
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Fonte: G1 Mundo