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Na Alemanha, disputa pela sucessão de Angela Merkel fica mais acirrada


Partido de Merkel, CDU, perdeu pontos em pesquisas de intenção de voto. Os três partidos que lideram têm números muito próximos. Montagem com os rostos de Olaf Scholz, Armin Laschet e Annalena Baerbock, líderes de partidos que melhor aparecem em pesquisas de intenção de votos na Alemanha
Armando Babani/Reuters, Ronny Hartmann e Patrik Stollarz/AFP
Pesquisas de intenção de voto nas eleições gerais da Alemanha, que acontecerão no mês que vem, indicam que o partido Social Democrata poderá crescer e ganhar espaço dos conservadores (da atual líder Angela Merkel).
Hoje, os sociais democratas (SPD) são da base de apoio da União Democrata Cristã (CDU), o partido de Merkel.
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A pesquisa feita pela consultoria Forsa divulgada nesta quarta-feira (11) indica as seguintes intenções de voto:
CDU: 23%
Verdes: 20%
SPD: 19%
Democratas Livres (liberais): 12%
O SPD teve uma alta de 3 pontos percentuais em relação ao último resultado, que havia sido divulgado na semana passada. A CDU perdeu 13 pontos percentuais em relação ao começo do ano, mas ainda lidera, com 23%.
Uma outra pesquisa, da consultoria Kantar, foi divulgada com números parecidos:
CDU: 22%
Verdes: 21%
SPD: 19%
Na Alemanha, os eleitores não votam diretamente no líder (lá, o chefe do poder Executivo recebe o título de chanceler). Mas ainda assim as consultorias fizeram pesquisas em que perguntaram quem os eleitores preferem.
O líder da SPD, Olaf Scholz tem 26%. Armin Laschet, o conservador que é candidato a suceder Angela Merkel, tem 12%.
A líder dos Verdes é Annalena Baerbock.
Laschet em campanha
Armin Laschet é considerado até agora favorito para as eleições alemãs de setembro. Ele começou sua campanha nesta quarta-feira (11) em um centro de boxe para jovens de Frankfurt.
Armin Laschet em campanha eleitoral em Frankfurt em 11 de agosto de 2021
Armando Babani/Reuters
Laschet está sendo castigado pela sua gestão das inundações na Alemanha em julho, já que o político conservador também governa uma das duas regiões mais afetadas pela catástrofe, Renânia do Norte-Vestfália.
As autoridades desse estado estão no centro das atenções há semanas, acusadas de não terem alertado a população a tempo, apesar dos avisos dos serviços de meteorologia.
Em uma visita recente a sua região, Laschet foi inclusive agredido por alguns dos moradores, que se queixaram da lentidão das ajudas públicas quando perderam tudo.
Também ficaram indignados com as imagens em que ele aparecia sorrindo durante uma visita deste último a sua região para homenagear as dezenas de vítimas das enchentes. Uma gafe que o obrigou a pedir desculpas publicamente e pela qual foi muito criticado.
Laschet “está atolado na lama na campanha eleitoral”, considerou a revista “Der Spiegel”, fazendo alusão aos terrenos devastados pelas enchentes.
O candidato também tem dificuldades em gerar unanimidade em seu próprio lado, que o elegeu após primárias muito disputadas contra seu adversário bávaro Markus Söder, muito mais popular nas pesquisas de opinião.
Por último, Laschet também foi acusado de plágio por um livro que publicou há pouco tempo. É acusado de ter usado, sem citar, contribuições de um cientista político, um discurso de um responsável da comunidade judaica e até mesmo artigos da Wikipedia.
Disputa aberta
Faltam seis semanas para as eleições legislativas. Os conservadores do partido de Merkel, apesar de estarem na liderança, estão em um momento negativo, e nada garante que poderão manter-se na liderança do governo.
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Fonte: G1 Mundo

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Deslizamento de terra na Índia deixa ao menos 10 mortos e 14 feridos


Equipes de resgate em deslizamento na Índia em 11 de agosto de 2021
Indo-Tibetan Border Police/Reuters
Ao menos dez pessoas morreram e várias outras ficaram feridas nesta quarta-feira (11) como consequência de um deslizamento de terra em uma estrada no Himalaia na Índia, informaram as autoridades.
“Um ônibus que transportava entre 20 e 25 pessoas ficou soterrado pelo deslizamento. Foram resgatados 14 feridos”, afirmou a Polícia em um comunicado.
No total, cerca de 60 pessoas podem estar sepultadas sob toneladas de rochas, pedras e terra.
Um policial enviado ao local disse à AFP que o deslizamento ainda não acabou e que, até o momento, rochas continuam caindo sobre a estrada, o que dificulta as operações de resgate.
Os deslizamentos de terra são muito comuns na região himalaia no norte da Índia, especialmente durante a temporada de monções, em que as fortes chuvas provocam deslizamentos de terra e rochas.

Fonte: G1 Mundo

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Sobe para 65 o número de mortos pelos incêndios florestais no norte da Argélia


País africano enfrenta mais de cem focos de incêndio ativos. Autoridades falam em ‘origem criminosa’ para parte do fogo e ao menos quatro pessoas já foram detidas. Homens tentam apagar incêndio na província de Tizi Ouzou, na Argélia, em 10 de agosto de 2021
Abdelaziz Boumzar/Reuters
Os bombeiros, apoiados por soldados e voluntários civis, lutam incansavelmente nesta quarta-feira (11) para tentar conter uma série de incêndios, que devastam o norte da Argélia e já causaram 65 mortes.
“O número de mortos pelos incêndios florestais subiu para 65 (28 soldados e 37 civis) principalmente em Tizi Ouzou”, segundo o balanço divulgado pela televisão oficial, que acrescentou que 12 soldados tiveram de ser “hospitalizados em situação crítica”.
Esses incêndios, em que as autoridades privilegiam a hipótese “criminosa”, assolam várias regiões da Cabília, incluindo a cidade de Tizi Ouzou e arredores, enquanto imagens impressionantes circulam nas redes sociais – junto com pedidos de socorro – com árvores queimadas, gado morrendo por sufocamento e povoados cercados por chamas.
Imagens obtidas pela AFP mostram habitantes da região tentando desesperadamente apagar um incêndio, que teve o foco inicial em pequenos galhos secos.
Enquanto a Argélia enfrenta uma onda de calor extremo, os ventos espalham o fogo e complicam a tarefa das equipes de resgate, de acordo com Yucef Uld Mohamed, um bombeiro florestal local, citado pela agência de notícias oficial APS.
O porta-voz da Proteção Civil, Nasim Barnaui, declarou nesta quarta-feira a jornalistas que 69 incêndios ainda estão ativos em 17 localidades. Os mais importantes estão em Tizi Ouzou, que também sofreu o maior número de mortes, com 16 vítimas fatais.
“Abandonei todos os meus pertences em meu vilarejo e fugi com minha esposa e três filhos para a cidade de Tizi Ouzou”, contou à AFP Abdelhamid Budraren, um comerciante da pequena cidade de Beni Yeni.
“Felizmente, tenho um apartamento no centro de Tizi Ouzou, onde nos refugiamos com minha família e alguns vizinhos”, destacou.
Desde terça-feira, as convocações para a organização de comboios solidários com os moradores das aldeias da região de Tizi Ouzou se multiplicaram nas redes sociais.
Os internautas pedem principalmente doações de alimentos, remédios e ajuda na busca de água para combater os incêndios.
Quatro pessoas detidas
Vários caminhões saíram da capital com equipamentos doados por cidadãos e comerciantes, confirmou um jornalista da AFP.
E, uma página de “Médicos” na rede Facebook publicou uma convocação por voluntários para ajudar a equipe do hospital de Tizi Ouzou.
Nas redes sociais, as autoridades também são instadas a solicitar ajuda internacional.
A pista criminal foi mencionada várias vezes pelas autoridades argelinas que, no entanto, não deram detalhes a este respeito.
A rádio pública anunciou a prisão de três “incendiários” em Medeia na terça-feira. Outro foi preso em Anaba, informou a APS.
Segundo o ministro do Interior, Kamel Beldjud, na segunda-feira à noite ocorreram cinquenta incêndios “de origem criminosa”, também facilitados pelas condições meteorológicas.
O primeiro-ministro Aiman Benabderahmane indicou um balanço de mais de 70 incêndios em 18 localidades o norte do país.
A Proteção Civil relatou quase 100 incêndios em 16 localidades.
Segundo os serviços meteorológicos argelinos, a onda de calor extremo no Magreb continuará até 15 de agosto, com temperaturas de até 46 ºC.
Na vizinha Tunísia atingiu 49ºC, mas 15 focos de incêndio no norte e noroeste do país felizmente não causaram vítimas.

Fonte: G1 Mundo

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Cachorro ‘rouba’ giz de cera e surpreende donos ao aparecer todo pintado; veja vídeo


Animal do Arizona, nos Estados Unidos, fez a ‘arte’ em um dia de bastante calor. Ele levou os bastões ‘roubados’ do material escolar das crianças para o quintal da casa, que derreteram e o sujaram. Já foram três banhos e as manchas em azul e vermelho continuam por ali. VÍDEO: Cachorro ‘rouba’ giz de cera e surpreende donos ao aparecer todo pintado
Um golden retriever do Arizona, nos Estados Unidos, surpreendeu seus donos ao aparecer pintado de azul e vermelho após “roubar” alguns bastões de giz de cera das crianças de casa.
O arteiro Larry aproveitou um descuido e levou o material escolar dos pequenos para o quintal em um dia de bastante calor.
Como era de se esperar, os bastões derreteram e ele – que rolou por cima do pigmento – apareceu com manchas de cera incrustadas em seu pelo (veja no vídeo acima).
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Larry apareceu pintado após roubar giz de cera nos EUA
Reprodução
Já foram três banhos e a coloração continua por ali, contou sua dona Lauren Duffy, em entrevista à emissora americana NBC.
“Nós já demos vários banhos nele e ele continua azul”, disse Duffy. “Eu não consigo olhar para ele sem rir. Eu acho que é bom poder rir das coisas.”
Duffy resolveu compartilhar a peripécia de Larry em suas redes sociais “para levar alegria” aos amigos. Ela até chegou a comparar o cãozinho ao personagem de Mel Gibson no filme Coração Valente (1995).
E aí, parece mesmo?
Montagem com o cachorro Larry e Mel Gibson em cena de ‘Coração Valente’ (1995)
Reprodução

Fonte: G1 Mundo

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Messi no PSG: por que Catar é o grande beneficiado com chegada do craque argentino


O Catar prepara uma grande estratégia de desenvolvimento e a chegada de Messi ao PSG pode ser a pedra angular do projeto. Messi e o presidente do PSG, Nasser Al Khelaifi
Aurelien Meunier /PSG
Há menos de uma semana, a maioria dos torcedores e profissionais de futebol acreditava que Lionel Messi continuaria no Barcelona. Agora é um novo jogador do PSG (Paris Saint-Germain).
A contratação de Messi é uma aquisição esportiva indiscutível para o PSG, que já tinha um time formidável com estrelas como Neymar, Kylian Mbappé, Ángel Di María, Sergio Ramos ou o goleiro Gianluigi Donnarumma, que venceu a Eurocopa com a Itália.
No papel, não há nenhum time na Europa que possa emular esse potencial no momento. No entanto, a chegada de Messi a Paris vai muito além do esporte.
Vídeo: Lionel Messi é apresentado oficialmente no PSG
Especialistas afirmam que essa contratação, talvez a mais importante e midiática da história moderna do esporte, faz parte de uma estratégia política e de imagem do Qatar.
O PSG é propriedade da Qatar Sports Investment (QSi), uma subsidiária da Qatar Investment Authority, um fundo de investimento soberano cujo CEO é o emir do Qatar Tamim bin Hamad Al Thani.
Reclamações sobre as condições de trabalho no Qatar vêm ganhando destaque desde que foi confirmado que o país sediaria a Copa de 2022
Getty Images/Via BBC
Os críticos dizem que o PSG é um time estatal apoiado pela riqueza do petróleo do Catar.
E várias organizações acusam o país de se esconder atrás de grandes investimentos em esportes, como sediar a próxima Copa do Mundo de Futebol em 2022, suas práticas contra os direitos humanos.
Mas como a assinatura de Messi se encaixa na imagem do pequeno país?
“Quase inevitável”
Depois de confirmar que Messi não continuaria no Barcelona, ​​parecia claro que seu próximo destino seria Manchester City ou PSG.
Os rumores não só atendiam ao poder econômico avassalador de ambas as equipes, mas também à lógica de negócios que, no caso do PSG, ajudou a pesar na balança.
O PSG é propriedade da Qatar Sports Investment (QSi), subsidiária da Qatar Investment Authority, fundo cujo CEO é o emir do Qatar Tamim bin Hamad Al Thani
Getty Images/Via BBC
“Se você olhar para as conexões nos últimos anos entre Catar, Barcelona, ​​Paris e Messi, essa assinatura foi quase inevitável. Só que os cataris nem acreditam que ela finalmente se materializou”, Simon Chadwick, professor de geopolítica econômica do esporte da EM Lyon Business School, na França.
O PSG destinou bilhões em contratações nos últimos anos com o claro objetivo de vencer a Champions League. Até agora sem sucesso. O mais perto que chegou foi a final em que perdeu em 2020 para o Bayern de Munique.
A contratação com maior cobertura da mídia até Messi foi a do brasileiro Neymar, por quem o clube parisiense pagou 220 milhões de euros ao Barcelona em 2017. Não tinha ocorrido transferência mais cara na história do futebol.
Ganhar a Champions League tornou-se uma obsessão para o PSG.
“O Catar quer que o PSG ganhe a Liga dos Campeões no ano que vem. Podem vencer em maio (2022) e em novembro o Catar recebe a Copa do Mundo. A marca nacional, o ‘soft power’ e os benefícios à reputação fazem parte da estratégia do Qatar, “diz Chadwick.
A estratégia de “sportswashing”
Diversas organizações de direitos humanos, como a Human Rights Watch, denunciam a exploração de trabalhadores migrantes no Catar, fundamental para a construção de estádios modernos para a Copa do Mundo de 2022, além de leis que “continuam a discriminar mulheres, lésbicas, homossexuais, bissexuais e pessoas trans”.
Em março, a Amnistia Internacional escreveu uma carta à Federação Internacional de Futebol (Fifa) apelando a “medidas concretas e urgentes a serem tomadas para garantir que a competição deixe um legado positivo e duradouro para todos os trabalhadores migrantes no Catar e não conduza a mais abusos trabalhistas”.
Além dessas denúncias, há também alegações de suborno por representantes do Catar para obter votos de membros da Fifa.
Diante dessas denúncias, críticos acusam o Catar de tentar limpar sua imagem internacional por meio de uma estratégia conhecida como “sportswashing”, termo que, traduzido para o português, envolve “esporte” e “lavagem”.
“Em vez de falar sobre migração, condições trabalhistas e como o Catar trata sua comunidade LGBTQ, estamos falando de Lionel Messi, PSG e futebol. Uma interpretação de ‘sportswashing’ seria uma estratégia para distrair as pessoas e não falar sobre coisas mais importantes” , esclarece o professor Chadwick.
Em 2017, as autoridades do Catar aprovaram novas leis para melhorar os direitos dos trabalhadores após chegar a um acordo com a Organização Internacional do Trabalho das Nações Unidas.
Ainda assim, naquela época, uma declaração do governo explicava que essas reformas “levariam tempo, recursos e compromissos”.
Promoção institucional do time estatal
Para Chadwick, não há dúvidas: o PSG é um time estatal e “nem mesmo os cataris negam”.
“A propriedade do clube nas mãos do QSi está efetivamente associada ao fundo soberano do Catar. O presidente do QSi, Nasser al Khelaifi, é membro da família real do Catar e também preside o PSG.”
“O Catar não é uma democracia. A família real é o governo. Não há discussão: o Estado do Catar é dono do PSG”, acrescenta o especialista.
O emir Tamim bin Hamad Al Thani não é apenas o chefe de Estado, mas também partilha o Poder Executivo com o Conselho de Ministros que ele próprio nomeia por sugestão do primeiro-ministro.
Algo semelhante acontece com o inglês Manchester City, da empresa de private equity Abu Dhabi United Group, do xeque Mansour bin Zayed Al Nahayan, da família real do emirado de Abu Dhabi.
Ambas as equipes têm atuado no mercado de transferências nos últimos anos, pagam altos salários e têm recebido várias reclamações por supostamente não respeitarem as regras do fair play financeiro, que prevê limite de gastos para evitar o desequilíbrio competitivo.
Desde que o QSi assumiu o controle total do PSG em 2012, o clube não só investiu milhões de dólares, mas também viu sua posição institucional aumentar no futebol europeu.
Em 2019, Nasser al Khelaifi foi eleito pela Associação Europeia de Clubes (ECA) como delegado do comitê executivo da União Europeia das Associações de Futebol (UEFA), o órgão dirigente do futebol continental.
Dois anos depois, em 2021, Al Khelaifi tornou-se presidente da ECA depois que o polêmico projeto da Super Liga Europeia ameaçou as atuais estruturas do futebol como as conhecemos.
Catar 2030
Sobre se a estratégia do Catar de limpar sua imagem internacional está funcionando ou não, Chadwick, que é inglês, dá o exemplo da Premier League (a primeira divisão do futebol inglês).
“Em todo lugar que vou no mundo, as pessoas falam sobre a Premier League, mas ninguém me fala sobre a história colonial britânica e as coisas ruins que fizemos em todo o mundo. Podemos dizer que este é o primeiro caso de história de ‘sportswashing’ e que o Catar está fazendo a mesma coisa?”, diz o especialista.
“As pessoas ficam seduzidas, mas é importante não esquecer que o esporte é apenas um aspecto da vida. Da mesma forma, Messi e a Copa do Mundo, no Catar e em qualquer país, ajudam a causar efeitos positivos e mudanças”, afirma.
O país do Golfo está desenvolvendo um projeto chamado Visão Nacional do Catar 2030. Seu objetivo é se tornar “uma sociedade avançada capaz de sustentar seu desenvolvimento e proporcionar um alto padrão de vida para seu povo”.
Para o especialista, está claro que o país escolheu o esporte como uma base importante para sua estratégia de valorização da imagem.
“O que as pessoas na Europa vêem como ‘sportswashing’, no Catar eles veem como parte de sua estratégia de crescimento”, disse Chadwick.
Com a chegada de Messi a Paris, PSG e o Catar já chamam a atenção de todo o planeta.
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Fonte: G1 Mundo

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40 anos guardado: Fatia do bolo de casamento da lady Di com príncipe Charles é arrematada por R$ 13 mil


Comprador desembolsou 1.850 libras para levar a recordação. Alimento foi dado para uma das empregadas da família real à época, quem o manteve protegido dentro de uma lata. Pedaço do bolo de casamento do príncipe Charles com a princesa Diana, em 29 de julho de 1981, foi preservado por 40 anos
Reprodução/Dominic Winter
Uma fatia do bolo do casamento da princesa Diana com o príncipe Charles da Inglaterra, celebrado em 1981, foi arrematada nesta quarta-feira (11) por cerca de R$ 13 mil após ficar guardada por 40 anos.
Um comprador anônimo do Reino Unido desembolsou 1.850 libras pela recordação, segundo a casa de leilões Dominic Winter. A fatia é uma das 23 oficiais que receberam um selo real feito em açúcar.
O bolo foi um presente para Moyra Smith, uma das empregadas da mãe da rainha Elizabeth II na época da boda, quem o manteve protegido dentro de uma lata por quase quatro décadas.
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Em 2008, a família Smith vendeu a relíquia para um colecionador privado – e foi ele quem, no fim de julho, ofereceu a fatia do bolo para leilão.
Junto com o bolo há um cartão com a mensagem: “Com os melhores cumprimentos de Suas Altezas Reais, o Príncipe e a Princesa de Gales”.
Apesar de estar envolto em plástico filme, a empresa que anuncia a venda o bolo alertou que pode não ser uma boa ideia tentar provar um pedacinho do doce.
Segundo a casa de leilões, existe um pequeno grupo de colecionadores dedicado a preservar pedaços de bolos dos casamentos reais.
YouTube do G1: As tretas da família real

Fonte: G1 Mundo

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Em uma semana, Talibã domina 9 das 34 capitais regionais do Afeganistão


Forças do Talibã agora convergem para Mazar-i-Sharif, uma cidade importante no norte do país que eles sitiaram. O governo deverá se esforçar mais para não perder Mazar-i-Sharif. Talibãs em Farah, uma capital de província do Afeganistão, em 11 de agosto de 2021
Mohammad Asif Khan/AP
O Talibã tomou, na noite de terça-feira (10), a cidade de Faizabad, a capital da província de Badakhshan. Em menos de uma semana, os talibãs passaram a controlar 9 capitais provinciais do Afeganistão, de um total de 34.
Talibã avança no Afeganistão em meio à retirada de tropas estrangeiras
“Ontem à noite, as forças de segurança que lutaram contra o Talibã por muitos dias estavam sob grande pressão. Eles deixaram Faizabad e se retiraram. Os talibãs agora assumiram o controle da cidade. Os dois lados sofreram muitas perdas”, declarou Zabihullah Attiq, deputado da província de Badakhshan.
Membros do Talibã na cidade de Farah, que eles tomaram das forças de segurança do país, em 11 de agosto de 2021
Mohammad Asif Khan/AP
A cidade nunca havia sido conquistada pelos talibãs, mesmo durante sua ascensão ao poder, na década de 1990.
Outra cidade que os talibãs tomaram foi Kunduz. Os insurgentes já tinham controlado a cidade no fim de semana, mas as forças de segurança só entraram o poder ao Talibã na quarta-feira.
Centenas de membros das forças de segurança, derrotados pelos talibãs, se refugiaram no aeroporto de Kunduz no fim de semana. Nesta quarta-feira, eles se renderam e entregaram o equipamento.
Os talibãs já dominam 9 capitais das 34 capitais provinciais do país. Em uma semana, eles conquistaram
Zaranj, capital da província de Nimroz, na fronteira com o Irã;
Sheberghan, capital da província de Jowzjan
Kunduz, ponto estratégico entre Cabul e o Tadjiquistão e capital da província com o mesmo nome;
Taloqan, capital da província de Takhar;
Sar-e-Pol, capital da província de Sar-e-Pol.
Aibak, capital da província de Samangan;
Farah, capital da província de Farah;
Faizabad, capital de Badakhshan;
Pul-e-Khumri, capital de Baghlan
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Presidente entra em cena para tentar responder
Nesta quarta-feira, o presidente afegão, Ashraf Ghani, viajou a Mazar-i-Sharif, uma grande cidade no norte do país que sitiada pelo Talibã. Ele vai tentar coordenar a resposta aos insurgentes.
A luta por Mazar-i-Sharif pode ser intensa. A perda de Mazar-i-Sharif seria catastrófica para o governo, que não teria mais controle sobre toda a parte norte do país. Também permitiria ao Talibã desviar seus esforços para outras regiões e talvez até mesmo para a capital Cabul.
O Talibã está convergindo de diversas direções para Mazar-i-Sharif. Os guerrilheiros já atacaram bairros nos arredores da cidade na terça-feira, mas foram repelidos.
EUA frustrados
O governo dos Estados Unidos esconde cada vez menos sua irritação com a fraqueza do exército de Cabul, que os americanos vêm treinando, financiando e equipando há anos. O porta-voz da diplomacia americana, Ned Price, destacou que as forças governamentais eram “muito superiores em número” às do Talibã e que tinham “o potencial de infligir perdas mais importantes”. “Essa ideia de que o avanço do Talibã não pode parar não é a realidade no terreno”, avaliou.
“Não me arrependo da minha decisão” de deixar o Afeganistão, assegurou o presidente dos Estados Unidos, Joe Biden, nesta terça-feira. Os afegãos “devem ter vontade de lutar” e “devem lutar por si mesmos, por sua nação”.
Houve um encontro internacional na terça-feira, com representantes do Catar, Estados Unidos, China, Reino Unido, Uzbequistão, Paquistão, Nações Unidas e União Europeia. As negociações foram prolongadas nesta quarta-feira e o enviado americano, Zalmay Khalilzad, deve motivar o Talibã “a cessar sua ofensiva militar e a negociar um acordo político”.
O processo de paz entre o governo afegão e o Talibã foi iniciado em setembro passado no Catar, como parte do acordo alcançado em fevereiro de 2020 entre os insurgentes e Washington, que prevê a saída total de tropas estrangeiras do Afeganistão até 31 de agosto. Mas as discussões estão paradas.
Cenas de horror
A violência obrigou dezenas de milhares de civis a fugir de suas casas em todo o país. O Talibã foi acusado de inúmeras atrocidades em locais sob seu controle.
Abdulmanan, uma pessoa deslocada de Kunduz, conta que presenciou o Talibã decapitar um de seus filhos. “O Talibã agarrou um dos meus filhos pela cabeça, como se ele fosse uma ovelha, eles o decapitaram com uma faca e jogaram sua cabeça para longe. Não sei se seu corpo foi comido por cães ou enterrado”, afirmou.
Em um parque no centro de Cabul, centenas de deslocados dormem no chão. No parque, não há nem dez tendas para abrigar os deslocados, que as reservam para as crianças. A maioria das pessoas não tem nada como abrigo além de alguns panos pendurados nas árvores.
Um dos homens que encontraram refúgio no parque, Friba, de 36 anos, afirmou que cães perambulam ao redor de cadáveres perto da prisão de Kunduz, cidade de onde fugiu com seus seis filhos no domingo.
Nas localidades que conquistaram, os insurgentes foram acusados de cometer crimes de guerra e diversas organizações internacionais, incluindo a ONU, pediram investigações.
Deslocados
De acordo com o governo afegão, 60 mil famílias já foram deslocadas pelos combates nos últimos dois meses e 17 mil foram registradas em Cabul. Ao todo, o Afeganistão tem mais de 5 milhões de deslocados internos, incluindo pelo menos 359 mil que fugiram em 2021, informou a Organização Internacional para as Migrações (OIM), nesta terça-feira.
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Fonte: G1 Mundo

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Sudão entregará ex-presidente Omar al Bashir ao Tribunal Penal Internacional


Omar al Bashir é procurado por crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos no conflito na região de Darfur. O ex-presidente do Sudão Omar Hassan al-Bashir sentado dentro de uma gaiola durante audiência em que foi condenado por acusações de corrupção
Mohamed Nureldin Abdallah/Reuters
O governo do Sudão entregará ao Tribunal Penal Internacional (TPI) vários ex-dirigentes, entre eles o presidente deposto Omar al Bashir, procurado por crimes de guerra e crimes contra a humanidade cometidos no conflito na região de Darfur, informou nesta quarta-feira (11) o Ministério de Relações Exteriores do país.
“O Conselho de Ministros decidiu entregar as pessoas procuradas ao Tribunal Penal Internacional”, declarou a ministra sudanesa das Relações Exteriores, Mariam al Mahdi, citada pela agência oficial de notícias Suna, em reunião com o novo procurador desta corte com sede em Haia, Karim Khan, que se encontra em Cartum.
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Veja abaixo um vídeo de 2019, quando Bashir foi retirado do poder.
Há três décadas no poder, ditador Omar al-Bashir sofre golpe no Sudão
Bashir foi deposto em abril de 2019 e condenado por corrupção em dezembro daquele ano. Ele é alvo de mandados de prisão do TPI há mais de uma década para ser julgado por crimes contra a humanidade (homicídio, tortura, extermínio, estupro), crimes de guerra (ataque intencional a populações civis) e genocídio na região sudanesa de Darfur.
Conflito em Darfur
Darfur é uma região no oeste do Sudão. Segundo a ONU, cerca de 300 mil pessoas morreram e 2,5 milhões foram forçadas a fugir de seus lares desde a década passada.
Bashir é acusado por crimes de guerra e contra a humanidade cometidos durante o conflito iniciado em 2003 na região.
Ele chegou ao poder no país com um golpe, em 1989. Na época, o Sudão vivia uma guerra civil entre norte e sul.
Em 2003, rebeldes armados de Darfur, insatisfeitos com a forma como a região era gerenciada, enfrentaram o governo. Em 2005, houve um acordo para pôr fim à guerra, mas um novo conflito inciou-se quase imediatamente.
Os rebeldes foram combatidos por tropas do governo e milícias árabes aliadas, conhecidas como Janjaweed, atualmente acusadas de terem promovido uma limpeza étnica.
Diversos grupos armados se mantêm ativos e ainda há conflitos esporádicos.
Bashir acusado
Após a morte de 300 mil pessoas no conflito, Bashir foi formalmente acusado de genocídio e indiciado em 2009 e 2010. Ele nega os números apresentadas pela ONU e diz que nunca apoiou as milícias na matança.
Mesmo com um mandado internacional de prisão emitido pelo TPI, Bashir venceu as eleições de 2010 e 2015 —esta última foi marcada pelo boicote dos principais partidos de oposição.
Um dos objetivos de Bashir foi manter o Sudão unificado, mas em em 2011, foi decidido em um referendo que o estado independente do Sudão do Sul seria um novo país.
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Fonte: G1 Mundo

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Cobras viram um problema na cidade de Mumbai, na Índia, com o aumento de chuvas e crescimento urbano


Na sexta-feira acontece a festa religiosa de Nag Panchami, em que se celebram as serpentes divindades na religião Hindu. VÍDEO: Hindus participam de festa em honra ao deus cobra
O número de cobras encontradas na cidade de Mumbai, na Índia, aumentou em relação aos últimos anos: foram 130 só no mês de junho, de acordo com uma reportagem da revista “The Economist” publicada no sábado (7). Foi um crescimento de 13% em relação ao ano passado.
Imagem de um homem da Índia com uma cobra python na mão, em 2 de agosto de 2021
Mahesh Kumar A/AP
Mumbai é uma cidade de mais de 12 milhões de pessoas, mas ainda assim é comum que cobras apareçam em ambientes urbanos.
No meio do ano, a Índia é atingida por fortes chuvas, afetada por ventos conhecidos como monções.
Homem caminha por rua inundada durante fortes chuvas em Mumbai, na Índia, em 9 de junho de 2021
Rafiq Maqbool/AP
Com mais chuva, mais cobras aparecem na cidade. Mas nos anos recentes outros fatores fizeram com que mais animais surgissem nas ruas: há mais pilhas de lixo, que atraem as cobras, e há construção nas regiões de florestas.
Algumas pessoas confundem as cobras peçonhentas com as que não têm veneno. Uma reportagem do “Times of India” diz que um homem da periferia de Mumbai encontrou uma cobra que ele colocou em torno do pescoço para ir se exibir em uma região comercial da cidade. A cobra o mordeu três vezes, e ele morreu.
Veja um vídeo de 2016 que mostra uma cobra que ficou presa no motor de uma motoneta.
Cobra venenosa fica presa em motor de motoneta na Índia
Os hindus costumam ir rezar se encontram uma cobra. Um órgão do governo local tenta ensinar aos indianos como diferenciar uma cobra peçonhenta de uma que não tem veneno.
Deus serpente
Na sexta-feira (13) acontece a festa de Nag Panchami, em que se celebram as divindades relacionadas à cobras no hinduísmo. No feriado religioso, as mulheres celebram as cobras e oferecem leite aos animais.
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Fonte: G1 Mundo

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Pernambucana é presa em Portugal pela Interpol após ser acusada de golpe de R$ 300 mil na empresa onde trabalhou no Recife


Em 2016, ela foi denunciada pelo Ministério Público de Pernambuco e, em outubro de 2019, teve a prisão preventiva decretada. Prisão foi divulgada pela Polícia Federal nesta quarta (11). Mulher que estava foragida da justiça em Pernambuco é presa em Portugal
Uma pernambucana foi presa em Portugal, pela Organização Internacional de Polícia Criminal (Interpol), após ser acusada de dar um golpe de R$ 300 mil na empresa em que trabalhava no Recife. Segundo a Polícia Federal (PF), a recifense de 36 anos foi denunciada pelo Ministério Público de Pernambuco (MPPE) por furto qualificado com abuso de confiança (veja vídeo acima).
A prisão ocorreu no dia 3 de agosto, mas foi divulgada pela PF apenas nesta quarta-feira (11). De acordo com a polícia, a mulher trabalhava em uma empresa de fabricação de peças de diferentes tipos de material localizada no bairro de Afogados, na Zona Oeste do Recife. O nome da acusada não foi informado.
Ela trabalhava como auxiliar administrativa no setor financeiro da empresa há 21 anos e costumava emitir duplicatas de notas fiscais, sem a devida correspondência dos serviços prestados pela empresa, segundo a PF.
A denúncia do MPPE ocorreu em 2016 e a prisão preventiva foi decretada pelo Tribunal de Justiça de Pernambuco (TJPE) em outubro de 2019.
Pernambucana foi presa pela Interpol em Portugal por desviar R$ 300 mil da empresa em que trabalhava no Recife
Reprodução/PF
No mesmo ano, ela deixou o Brasil e foi morar em Lisboa, em Portugal. O crime pelo qual responde tem pena prevista de 4 a 12 anos de prisão.
Depois que a prisão preventiva da acusada foi decretada, a Justiça pernambucana determinou a inclusão do nome da mulher na difusão vermelha da Interpol, o que foi feito no dia 20 de julho de 2021.
Esse alerta, segundo a PF, é expedido por um país integrante da Interpol para localização e prisão de criminosos procurados para extradição. No dia 3 de agosto, policiais federais portugueses localizaram a mulher e conseguiram prendê-la.
Assim que as autoridades portuguesas permitirem, agentes da PF irão até Portugal para realizar a extradição da acusada. De volta ao Brasil, ela deve seguir para o sistema penitenciário pernambucano, onde fica à disposição da Justiça.
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Fonte: G1 Mundo