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Haiti recebe doses de vacina contra a Covid-19 doadas dos EUA; país é o último da América Latina e Caribe a iniciar imunização


Intenção da Casa Branca é enviar ainda mais doses ao país caribenho, que vive grave crise desde a morte do presidente Jovenel Moïse. Haiti é o último país da América Latina a receber vacinas contra Covid-19
O Haiti recebeu na quarta-feira (14) um lote com 500 mil doses da vacina da Moderna contra a Covid-19, em doação dos Estados Unidos. Em grave crise, agravada pelo assassinato do presidente Jovenel Moïse, o país caribenho é o último da América Latina e Caribe a receber imunizantes contra o coronavírus.
Fontes da Casa Branca disseram à repórter Raquel Krähenbühl, da TV Globo, que a expectativa é de que ainda mais doses de vacina sejam enviadas ao Haiti como forma de tentar aliviar a epidemia no país.
Caixas com a vacina da Moderna são preparadas para envio em um centro de distribuição no Mississippi, sul dos Estados Unidos, em dezembro de 2020
Paul Sancya, Pool/AP
Agentes da ONU em solo haitiano agora tentam garantir a logística para que as doses sejam utilizadas a tempo e não se percam. Uma delegação dos EUA também está no Haiti para avaliar a situação política após o assassinato de Moïse.
O Haiti registra mais de 19 mil casos de Covid-19 e 487 mortes pela doença desde o início da pandemia. Esse número pode ser bem maior, considerando a subnotificação.
Chefe de segurança presidencial é preso
Membros da polícia haitiana procuram evidências fora da residência presidencial em Porto Príncipe, em 7 de julho de 2021, onde o presidente do Haiti, Jovenel Moise, foi assassinado a tiros na madrugada
Valerie Baeriswyl/AFP
Dimitri Hérard, chefe da segurança de Jovenel Moïse, o presidente assassinado do Haiti, foi detido nesta quinta-feira (15) em meio às investigações sobre os responsáveis pelo crime.
A informação foi revelada pelo jornal americano “The New York Times”, que diz que a informação foi confirmada por pela porta-voz da Polícia Nacional do Haiti, Marie Michelle Verrier.
Até o momento, 21 pessoas foram detidas (18 colombianos e três haitianos, dos quais dois também têm nacionalidade americana) e três colombianos foram mortos pela polícia. Há cinco suspeitos foragidos, entre eles um ex-senador haitiano.
Haiti
Amanda Paes/G1

Fonte: G1 Mundo

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Soldado surpreende namorada com pedido de casamento antes de desfile do Dia da Queda da Bastilha, na França


Jovem se ajoelhou no meio da avenida Champs-Élysées e se declarou para a namorada. Após o sim, os dois foram aplaudidos pela corporação que acompanhava o ato. VÍDEO: Soldado pede namorada em casamento antes de desfile do Dia da Queda da Bastilha
Um soldado do exército francês surpreendeu sua namorada com um pedido de casamento pouco antes de entrar no desfile do Dia da Queda da Bastilha, 14 de julho, em Paris.
Usando uniforme de gala, o jovem se ajoelhou no meio da famosa avenida Champs-Élysées e se declarou para a namorada (veja no vídeo acima).
O que os franceses celebram em 14 de Julho?
Queda da Bastilha: 5 curiosidades sobre evento que mudou Europa
Após ouvir o esperado sim, os dois foram aplaudidos pela corporação que acompanhava o ato na capital da França.
Arco do Triunfo durante o desfile do Dia da Queda da Bastilha, em 14 de julho de 2021
Michel Euler/Pool/Reuters
A Armée de Terre, nome dado ao exército do país, celebrou o pedido do militar em uma rede social e disse que “tudo pode acontecer no dia da Festa Nacional”
O vídeo com o pedido de casamento também foi compartilhado pelo presidente francês Emmanuel Macron, que desejou felicidades ao casal.
Desfile do Dia da Queda da Bastilha, em Paris, em 14 de julho de 2021
Michel Euler/Pool/Reuters
O feriado de 14 de julho é considerado o mais importante do país, com uma série de atividades militares e cívicas.
Pela manhã, acontece um pomposo desfile militar na famosa Champs-Elysées – onde os noivos trocaram suas alianças.
Depois, ao pôr do sol, a Torre Eiffel vira o cenário de um show de fogos de artifício sincronizado com um show de música televisionado para todo o país com ritmos clássicos e hits do momento.
Torre Eiffel, em Paris, é iluminada em meio a queima de fogos para o Dia da Queda da Bastilha, em 14 de julho de 2021
Christian Hartmann/Reuters
YouTube do G1: Do 1º encontro ao álbum de casamento: a paixão por livros

Fonte: G1 Mundo

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Os segredos do Estado Islâmico revelados em smartphone de jovens recrutados pelo grupo


Com acesso a um smartphone usado por três homens britânicos que foram lutar na Síria, BBC investigou razões que os levaram a se juntar a grupo extremista – e o que aconteceu com eles. Filmagens de smartphone mostram Choukri Ellekhlifi, de Londres, à beira de uma piscina com uma arma
Mentorn Media via BBC
Com acesso a um smartphone usado por três homens britânicos que foram lutar na Síria — e suas contas nas redes sociais, o jornalista da BBC Mobeen Azhar investigou as razões que os levaram a ingressar no grupo autodeclarado Estado Islâmico (EI) e o que aconteceu com eles.
Estima-se que 900 pessoas já deixaram o Reino Unido para aderir à organização extremista e outros grupos semelhantes.
O grupo que se autodenomina Estado Islâmico foi responsável por cerca de 14 mil mortes. Até hoje, muitos britânicos que foram lutar pelo EI permanecem desaparecidos.
No rescaldo da guerra na Síria, onde o grupo tem forte atuação, um sírio que trabalhou para o jornal britânico Sunday Times conseguiu um disco rígido contendo arquivos de um smartphone.
As fotos, vídeos e capturas de tela – que podem ser vistos em um novo documentário da BBC – retratam a vida de homens britânicos que deixaram suas casas e cruzaram continentes para combater ao lado dos insurgentes.
‘Cultura de videogames e filmes de terror’
Choukri Ellekhlifi cresceu em Londres e esteve envolvido em crimes violentos antes de ingressar no EI. Aos 22 anos, sua vida acabou na Síria.
A filmagem do smartphone mostra Choukri no norte da Síria, um jovem cheio de exuberância, enquanto dá uma cambalhota na piscina.
O registro pode ser um momento das férias de qualquer menino em Magaluf, mas, neste caso, Choukri pausa a festa na piscina para posar com uma arma.
Mais tarde, Choukri é filmado fazendo uma paródia de comentários sobre a natureza no estilo do naturalista britânico David Attenborough (famoso por emprestar a voz a programas sobre história natural), enquanto ele se agacha ao lado de um abutre em cativeiro.
Ele parece ingênuo e curioso, como um homem que ainda não experimentou realmente o mundo.
Mais tarde, Choukri está participando de um treinamento com armas. Ele joga uma granada em um campo, seu rosto se alegra enquanto os homens ao seu redor dizem que ele é uma “lenda”.
Os vídeos de propaganda online do EI costumavam ser brilhantes e semelhantes a filmes. Eles até fizeram referência à cultura popular, incluindo o videogame Mortal Kombat e a franquia de filmes Jogos Mortais, de acordo com o acadêmico Javier Lesaca, que revisou e estudou mais de 1,5 mil vídeos de propaganda do grupo.
“[Eles falaram] para essa nova geração com toda a cultura dos videogames e os filmes de terror mais populares”, diz Lesaca.
Mas esse material de smartphone oferece uma visão diferente da vida no chamado califado.
‘Essas pessoas estavam dentro da câmara de eco’
Mehdi Hassan é outro jovem britânico que aparece em capturas de tela no smartphone.
Ao contrário de Choukri, ele não estava envolvido em crimes antes de entrar para o EI.
Mehdi trocou sua vida em Portsmouth, no sul da Inglaterra, por uma morte prematura na Síria. Sua mãe, arrasada com o que aconteceu, explicou que Mehdi fazia parte de uma “família trabalhadora e de classe média” e disse que o viu mudar no ano seguinte em que recebeu seus resultados de provas do Ensino Médio.
Mehdi havia estudado em uma escola particular católica e tirado boas notas, mas queria ser o primeiro da classe. Segundo sua mãe, foi no ano em que ele estudou para aperfeiçoar suas notas que sua visão de mundo mudou.
A mudança de perspectiva está documentada nas redes sociais de Mehdi. No início, seu perfil online não chamava atenção: selfies de ginástica sem camisa misturados com postagens sobre seu amor por coalas.
Ele demonstrava raiva com a ideologia extremista: “Sou um muçulmano britânico e sou contra esse tipo de porcaria”, escreveu.
Depois, lamentou ter sido observado no metrô de Londres porque as pessoas pensam que “carrego explosivos ou algo assim”.
Foi a partir daí que Mehdi se tornou aparentemente mais religioso, postando sobre sua “vida de pecado” anterior.
Semanas depois, atualizou seus seguidores sobre as aulas do Alcorão (livro sagrado do Islamismo) e sua visão da política internacional. Parecia haver um esforço claro para projetar uma imagem. Ele mudou seu nome de Mehdi Hasan para Abu Dujana e postou fotos em trajes árabes tradicionais, apesar de ser um homem britânico de ascendência de Bangladesh (país no sul da Ásia que faz fronteira com a Índia).
Poucos meses depois, Mehdi foi capturado por câmeras de segurança no aeroporto a caminho da Síria.
A partir daí, continuou a postar em redes sociais, conduzindo sessões de perguntas e respostas para todos os interessados ​​em seguir sua jornada. O recrutado se tornou, então, recrutador.
Nafees Hamid, um neurocientista que estudou os cérebros de extremistas violentos, acredita que ter crenças desafiadas por colegas é a chave para a desradicalização.
“Essas pessoas estavam dentro da câmara de eco”, diz ele. “Essa se tornou a única fonte de informação que eles tinham. Parte do que os grupos extremistas fazem é tentar cortar os laços. Eles sabem implicitamente que se você falar com seus velhos amigos ou sua família e ainda tiver sentimentos por eles, você tem potencial para mudar sua trajetória. ”
Ao longo de seu tempo na Síria, Mehdi manteve contato com familiares e amigos em Portsmouth.
Seis meses depois de chegar à Síria, ele fez um post na internet perguntando se alguém sabia como acessar as senhas do UCAS, um pré-requisito para uma inscrição na universidade, alimentando especulações de que seu tempo com o EI estava chegando ao fim.
Um amigo de infância de Mehdi, que não quis ser identificado, explicou: “Ele estava perguntando se alguém conhecia algum advogado. Ele me enviou uma mensagem no Facebook dizendo que me amava. Não sabia o que responder. Gostaria que ele soubesse disso… Também o amava. ”
Mehdi nunca voltou para casa. Ele morreu na Síria perto da fronteira com a Turquia. Sua localização final sugere que ele poderia estar se preparando para deixar o EI para trás.
Acredita-se que todos os homens que aparecem no smartphone já estão mortos. Muitos outros como eles seguem desaparecidos.

Fonte: G1 Mundo

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É #FAKE que foto mostre Raúl Castro desembarcando na Venezuela após fugir de Cuba


Imagem é antiga, de 2015, e foi feita na Costa Rica. Ex-presidente e primeiro-secretário do Partido Comunista cubano, Castro anunciou sua aposentadoria em abril de 2021, mas participou de uma reunião do governo de alto nível sobre os distúrbios que abalaram a ilha. Ou seja, ele não fugiu do país. Circula pelas redes sociais uma imagem que mostra o ex-presidente de Cuba Raúl Castro desembarcando de um avião. Uma legenda diz que a imagem é um flagrante e revela que ele fugiu para a Venezuela após os protestos registrados nas últimas semanas contra o governo cubano. É #FAKE.

G1
A foto é antiga, de 2015, e Castro não fugiu do país. Pelo contrário. Ele interrompeu a aposentadoria, inclusive, para participar de uma reunião no partido após as manifestações.
A foto, aliás, nem foi feita na Venezuela, e sim, na Costa Rica, durante a cúpula da Comunidade de Estados Latino-Americanos e Caribenhos (Celac). A imagem consta do Twitter oficial do evento.
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Ex-presidente de Cuba e primeiro-secretário do Partido Comunista cubano, Castro anunciou sua aposentadoria em abril de 2021. Mas ele participou de uma reunião do governo de alto nível sobre os distúrbios que abalaram a ilha.
Manifestantes foram às ruas em Cuba aos gritos de “liberdade” e “abaixo a ditadura” no domingo (11). O agravamento da pandemia da Covid-19 e a situação econômica, a pior em 30 anos, motivaram as marchas que ocorreram na capital, Havana, e em outras cidades. Moradores também têm relatado cortes de eletricidade na ilha, severamente prejudicada pela redução do turismo.
É #FAKE que foto mostre Raúl Castro desembarcando fugido na Venezuela
Reprodução
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Fonte: G1 Mundo

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Rússia põe sites de jornalismo na lista de ‘grupos indesejados’


Proekt e Open Media, que publicavam reportagens sobre dirigentes políticos da Rússia, foram classificados como ‘não desejados’ Imagem da Praça Vermelha, em Moscou, em 2021
Pavel Golovkin/AP Photo
O governo da Rússia decretou nesta quinta-feira (15) que um site de jornalismo investigativo do país chamado Proekt é indesejado por motivos de segurança nacional. As atividades do site foram proibidas.
O decreto é interpretado como um capítulo de uma onda de ações contra a mídia do país por parte do governo. O site publicou uma série de reportagens sobre os dirigentes do país.
Alexei Navalny é visto pela 1ª vez após greve de fome em prisão russa
A administração de Vladimir Putin enxerga alguns dos sites e jornais do país como hostis e diz que eles são financiados por estrangeiros.
Em setembro, haverá eleições parlamentares na Rússia.
Em um comunicado, o Procurador Geral disse que as atividades do Proekt eram uma ameaça à ordem constitucional e à segurança do país. O site é descrito como uma organização financiada pelos Estados Unidos.
Na quinta-feira, as autoridades também classificaram oito jornalistas como agentes estrangeiros. Entre esses oito, há repórteres do Proekt e de um outro canal, o Open Media.
As autoridades já estavam perseguindo grupos que consideram hostis —outros 40 grupos já tinham sido classificados dessa forma, mas até agora não havia nenhuma empresa jornalística.
Há uma lei de 2015 que determina que as pessoas que pertencem a “organizações indesejadas” podem ser presas por até seis anos caso ignorem as ordens do governo.
Apesar disso, o governo diz que não há perseguição.
No mês passado, a polícia fez buscas nas casas de dois jornalistas do Proekt e prendeu um outro repórter da mesma empresa —havia uma denúncia de calúnia sendo investigada.
Veja os vídeos mais assistidos do G1

Fonte: G1 Mundo

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Polícia de Miami Beach investiga a morte de 2 homens em hotel construído na antiga mansão de Gianni Versace


Camareira ligou para a polícia por volta das 13h20. Vista da mansão que pertenceu a Versace à noite
AP/Arquivo
A polícia de Miami Beach informou nesta quinta-feira (15) que investiga a morte de dois homens dentro do hotel construído na antiga mansão de Gianni Versace.
Segundo um comunicado da corporação, por volta das 13h20 desta quinta, os agentes foram chamados ao hotel The Villa Casa Casuarina após uma camareira encontrar os dois corpos.
Equipes do Corpo de Bombeiros também foram chamadas ao local, segundo as autoridades. O hotel localizado no número 1116 da Ocean Drive foi isolado e detetives investigam o caso.
O imóvel em Miami Beach conta com 10 dormitórios e uma piscina feita com peças em ouro. Ela foi leiloada em 2013 por US$ 41,5 milhões (mais de R$ 94 milhões na cotação da época).
O famoso estilista foi assassinado em frente à casa, neste mesmo dia, há exatos 24 anos, em 1997.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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‘Foi uma chuva assustadora’ diz paranaense sobre tempestade que causou alagamentos na Alemanha


Aléxia Beck, de 25 anos, mora em Colônia, uma das regiões mais afetadas pelo temporal no país. De acordo com as autoridades locais, mais de 40 pessoas morreram na Alemanha e na Bélgica vítimas de alagamentos. Tempestades no Oeste da Alemanha deixa mortos e 200 mil famílias sem energia
A curitibana Aléxia Beck, moradora de Colônia, na Alemanha, disse que as chuvas que atingiram o país e alagaram várias cidades na quarta-feira (14) foram assustadoras. Até a manhã desta quinta-feira (15), 44 pessoas tinham morrido na Alemanha e na Bélgica vítimas de alagamentos na região.
Colônia fica na região oeste do país, a 60 quilômetros de Ahrweiler, cidade mais afetada pela tempestade, onde foram registradas 18 mortes.
Enchentes “varrem” carros, arrancam árvores e causam o desabamentos na Alemanha
“Foi uma chuva assustadora e surpreendente. Uma tempestade com um volume de água muito forte, por muito tempo”, afirmou a paranaense de 25 anos.
Devastação causada pela enchente do rio Ahr, na aldeia Eifel de Schuld, no oeste da Alemanha. Foto tirada com um drone em 15 de julho de 2021.
Christoph Reichwein/DPA via AP
De acordo com a jovem, a tempestade durou desde o início da manhã de quarta-feira (14) até a noite.
Ela disse que o bairro onde ela mora não registrou alagamentos, mas o hotel onde ela trabalha precisou contratar uma bomba para retirar a água dos porões onde funciona a garagem do estabelecimento. Vários bairros da cidade ficaram alagados.
“Muitas casas e prédios têm porões, que ficaram alagados em vários pontos da cidade. Tem pessoas que moram nestes lugares e que ficaram desabrigadas”, disse.
O Corpo de Bombeiros da cidade abriu um canal de comunicação para localizar e socorrer moradores que estejam correndo perigo por causa das enchentes
De acordo com Aléxia, as cidades ficam às margens do Rio Reno, e há risco de alagamentos sempre que há registros de fortes chuvas. Ela mora na Alemanha desde 2015.
“O nível do rio sobe e é comum que algumas regiões alaguem, mas desta vez foi muito forte e causou mais estragos”, disse.
A curitibana Aléxia Beck, de 25 anos, mora em Colônia desde 2015.
Arquivo pessoal
Vítimas e estragos
Até a manhã desta quinta-feira (15), as autoridades tinham informado que 42 pessoas morreram e dezenas estão desaparecidas devido às fortes chuvas e inundações no oeste da Alemanha. Outras 2 morreram na Bélgica.
Ao menos 18 mortes foram registradas no condado de Ahrweiler, onde pessoas fugiram para os telhados de suas casas e aguardaram pelo resgate, e 15 morreram no condado de Euskirchen.
Casas desabaram e foram arrastadas pelas águas na aldeia de Schuld, onde muitos estão desaparecidos e quatro mortes já foram confirmadas.
Casas submersas pelas águas de rio que transbordou em Erdorf, na Alemanha, em 15 de julho de 2021. Chuvas contínuas inundaram várias vilas no sudoeste do país.
Harald Tittel/DPA via AP
Outras duas pessoas morreram em porões inundados nas proximidades de Solingen e Unna. A polícia relatou outra morte no município de Rheinbach.
Represas correm o risco de se romper nos dois países, e as chuvas também têm causado transtornos na Holanda e na França.
VÍDEOS: as últimas notícias internacionais
Veja mais notícias da região em G1 Paraná.

Fonte: G1 Mundo

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Chefe da segurança do presidente assassinado do Haiti é detido


Dimitri Hérard não compareceu ao depoimento ao Ministério Público na quarta. Jovenel Moise foi assassinado a tiros em sua casa, em Porto Príncipe, na madrugada do dia 7. O presidente assassinado do Haiti, Jovenel Moise, durante uma entrevista em agosto de 2019
Dieu Nalio Chery/Reuters
Dimitri Hérard, chefe da segurança de Jovenel Moise, o presidente assassinado do Haiti, foi detido nesta quinta-feira (15) em meio às investigações sobre os responsáveis pelo crime.
A informação foi revelada pelo jornal americano “The New York Times”, que diz que a informação foi confirmada por pela porta-voz da Polícia Nacional do Haiti, Marie Michelle Verrier.
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O Ministério Público de Porto Príncipe havia convocado os responsáveis pela segurança de Moise para depor. “Se há responsáveis pela segurança do presidente, onde estavam? O que foi feito para evitar este assassinato do presidente?”, indagou Me Bed-Ford Claude após o assassinato.
Mas Hérard não compareceu à promotoria na quarta-feira (14) e o comissário de divisão Jean Laguel Civil, coordenador da segurança do presidente, também não se apresentou na terça-feira (13), segundo a agência de notícias France Presse.
O chefe da segurança presidencial havia sido convocado em função da aparente facilidade com a qual os assassinos mataram Jovenel Moise. Ele também está sendo investigado por Bogotá por suas diversas viagens à Colômbia, onde residem vários dos suspeitos, e a outros lugares da América do Sul.
As autoridades parecem estar avançando nas investigações, e entre os suspeitos que estão foragidos está Joel John Joseph, um ex-senador haitiano.
O vPolícia Nacional do Haiti, Léon Charles, afirmou na noite de quarta que o assassinato de Jovenel Moise foi planejado em Santo Domingo, capital da vizinha República Dominicana.
Reunião do assassinato
Em uma foto que viralizou nas redes sociais haitianas, é possível ver dois suspeitos já detidos pela polícia e o ex-senador Joel John Joseph participando lado a lado em uma reunião.
Segundo o chefe da polícia haitiana, as pessoas na foto estavam planejando o assassinato.
“Estavam reunidos em um hotel de Santo Domingo. Ao redor da mesa estão os autores intelectuais, um grupo de recrutamento técnico e um grupo de arrecadação de fundos”, disse Charles à imprensa.
“Algumas das pessoas na foto já foram detidas. É o caso do médico Christian Emmanuel Sanon e de James Solages. Este último coordenou com a empresa de segurança venezuelana CTU, com sede em Miami”, afirmou o chefe da polícia.
Na imagem também aparece Antonio Emmanuel Intriago Valera, responsável pela CTU, assim como o chefe da empresa Worldwide Capital Lending Group, Walter Veintemilla, empresa alvo de investigação porque teria arrecadado fundos para financiar o assassinato, segundo Charles.
Até o momento, 21 pessoas foram detidas (18 colombianos e três haitianos). Dois dos três haitianos também têm nacionalidade americana. Três colombianos foram mortos pela polícia.
“São ex-soldados das forças especiais da Colômbia. São especialistas, criminosos. Esta foi uma operação bem planejada”, afirmou o diretor-geral da polícia haitiana.
Seis dos detidos por suspeita de estarem por trás do assassinato do presidente do Haiti, Jovenel Moise, em foto desta quinta (8)
Joseph Odelyn/AP Photo
Metralhadoras, celulares e passaportes apreendidos com os suspeitos de assassinar o presidente do Haiti, Jovenel Moise, são mostrados à imprensa em Porto Príncipe em 8 de julho de 2021
Estailove St-Val/Reuters
Esta reportagem está em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Premiê libanês não consegue formar governo e amplia crise política no país


Saad Hariri foi designado para o cargo no fim do ano passado com a promessa de formar um governo técnico depois que Hassan Diab abandonou o gabinete após a megaexplosão de Beirute. Saad Hariri dá entrevista coletiva após ser nomeado primeiro-ministro do Líbano em 22 de outubro de 2020, cerca de um ano após deixar o mesmo cargo
Mohamed Azakir/Reuters
O primeiro-ministro designado para formar o governo do Líbano, Saad Hariri, disse nesta quinta-feira (15) que decidiu abandonar as negociações após encontro com o presidente libanês, Michel Aoun.
Segundo o político libanês, ele não seria capaz de chegar a um acordo com o presidente Aoun, mergulhando o país ainda mais em uma crise política e econômica.
O Banco Mundial avalia que o Líbano sofre uma depressão econômica das mais duras da história moderna – sua moeda, a libra, perdeu mais de 90% de seu valor em menos de dois anos.
“Está claro que nós não conseguiremos entrar em um acordo com sua excelência, o presidente”, disse Hariri após a reunião. “É por isso que eu me retiro da formação do governo.”
Hariri, que já exerceu o cargo de primeiro-ministro anteriormente, foi eleito pelos deputados do país em outubro de 2020. Na ocasião, ele prometeu formar um governo de especialistas.
Ele havia deixado o cargo em 2019, após ter sido pressionado por intensas manifestações que pediam por uma renovação da classe política.
Dessa vez, ele enfrentava o desafio de formar uma equipe de governo em um país mergulhado na crise econômica, com desvalorização cambia e o aumento nos índices de pobreza.
Ele também precisou lidar com a alta de infecções de Covid-19 e as consequências da megaexplosão no porto de Beirute, em agosto, que causou 200 mortes e deixou um prejuízo de bilhões de dólares.
Hariri, de 50 anos, já foi primeiro-ministro três vezes desde 2009. Esse é um cargo reservado aos muçulmanos xiitas no sistema de poder do Líbano.
Ele era o único candidato ao cargo, e foi apoiado pela maioria dos parlamentares.
O movimento xiita Hezbollah disse que não iria nomear ninguém e nem votar em Hariri, mas facilitaria o processo. Os cristãos também não votaram nele.
Reportagem em atualização.

Fonte: G1 Mundo

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Jornalista investigativo da Holanda morre depois de tomar cinco tiros


Peter R. de Vries participou de um programa de TV, saiu do estúdio no centro de Amsterdã e tomou cinco tiros. Uma das balas foi na cabeça. Peter R. de Vries em imagem de 23 de junho de 2021
Remko de Waal / ANP / AFP
Peter R. de Vries, um repórter da Holanda, morreu depois de ter sido baleado na semana passada, de acordo com relatos desta quinta-feira (15).
Ele foi baleado em uma rua central de Amsterdã, depois de sair de um estúdio de TV, onde tinha participado de um programa de debates. Ele tomou cinco tiros, disparados de uma distância curta. Uma das balas atingiu o jornalista na cabeça.
Três homens foram presos inicialmente, mas depois a polícia os soltou porque nenhum deles era suspeito.
No passado, ele já recebeu escolta policial por estar recebendo ameaças. Em 2019, ele disse que estava em uma lista de mais procurados de criminosos da Holanda (uma informação que teria sido passada a ele por policiais).
De Vries era o vencedor de um prêmio Emmy de 2008 por suas reportagens na qual ele investigava o desaparecimento de uma adolescente, Natalee Holloway, em Aruba, em 2005.
Ele começou a carreira no “De Telegraaf”. Uma de suas primeiras coberturas foi o sequestro de Freddy Heineken, da marca de cerveja. De Vries acabou ficando amigo de um dos criminosos, depois esse cumpriu a pena.
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Fonte: G1 Mundo