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Teresa Cristina dá ‘Notícia boa’ com Cézar Mendes entre as oito músicas autorais do álbum ‘Tudo que eu tenho’


Teresa Cristina lança em 19 de junho o single ‘Quando a onda passar’, primeira amostra do álbum inteiramente autoral ‘Tudo que eu tenho’
Nana Moraes / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ “Deixo a maré levar / Que a onda vai trazer / Uma notícia boa / O que não deve ser / Não pode acontecer / É ilusão à toa”. Esses versos resignados são da letra de “Notícia boa”, parceria de Teresa Cristina com o compositor e violonista baiano Cézar Mendes.
“Notícia boa” é uma das oito músicas inéditas que compõem o repertório do primeiro álbum inteiramente autoral de Teresa Cristina. O álbum se chama “Tudo que eu tenho” e tem lançamento programado para 24 de julho, após a Copa do Mundo.
No disco, gravado com produção musical e arranjos de Pretinho da Serrinha, a cantora e compositora carioca apresenta músicas feitas com parceiros conterrâneos como Marisa Monte e Moacyr Luz, com quem Teresa assina “Yabá”.
O repertório do álbum “Tudo que eu tenho” também traz músicas compostas por Teresa Cristina com os niteroienses Bruno Barreto – cantor, compositor e percussionista que integra o Grupo Semente, com o qual a cantora despontou em 1998 no circuito de show da Lapa, bairro do centro da cidade do Rio de Janeiro (RJ) – e Mingo Silva.
O primeiro single do álbum “Tudo que eu tenho” está agendado para 19 de junho. Com capa que expõe arte criada por Emilio Rangel a partir de foto de Nana Moraes, o single “Quando a onda passar” é samba cujo título dialoga com a metáfora marítima da letra de “Notícia boa”. “Quando a onda passar” é samba composto por Teresa Cristina em parceria com Mosquito e Xande de Pilares.
O álbum “Tudo que eu tenho” chegará ao mercado fonográfico com distribuição da Altafonte, quebrando a sequência de songbooks dedicados pela cantora aos repertórios dos compositores Cartola (1908 – 1980), Noel Rosa (1910 – 1937) e Zeca Pagodinho.
Desde 2007, ano em que lançou o álbum “Delicada”, Teresa Cristina não apresenta um álbum gravado em estúdio com músicas autorais, sendo que “Tudo que eu tenho” é – como já ressaltado – o primeiro gravado somente com músicas da lavra da artista.
Em 19 de setembro, dois meses após a edição do álbum “Tudo que eu tenho”, a cantora inicia turnê que passa por Salvador (BA), Rio de Janeiro (RJ) e São Paulo (SP) com apresentações no Largo da Tieta, no Teatro Riachuelo Rio e na Casa Natura Musical, respectivamente.
Teresa Cristina canta ‘Yabá’, parceria com Moacyr Luz, no álbum ‘Tudo que eu tenho’
Nana Moraes / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Richarlison rebate críticas ao nome do filho e dispara: ‘Ele não vai precisar trabalhar’


Richarlison ao lado de seu filho, Richarlison Jr.
Redes sociais
Richarlison causou polêmica nas redes sociais após rebater críticas por ter dado seu nome para o primeiro filho, Richarlison Jr.
O atacante do Tottenham Hotspur, clube da Premier League da Inglaterra, gerou debate ao afirmar que a criança não passará por dificuldades financeiras ao longo da vida.
Entenda o que aconteceu
Agora no g1
A discussão começou após uma seguidora do Instagram questionar a escolha do atleta. “Imagina tu chamar Richarlison, viver a vida inteira com as consequências desse nome. Aí, tem um filho, tem a chance de fazer diferente e põe o nome de Richarlison Jr.?”, escreveu.
Na publicação, o jogador não escondeu a irritação e disparou:
“Vai caçar serviço, Monike com k. OBS: o Rick Jr. não vai precisar trabalhar”, garantiu ele.
Print da interação entre jogador Richarlison e seguidora nas redes sociais.
Redes sociais
Festa de um ano com tema de Copa
Richarlison Jr. é fruto do relacionamento do atleta com a influenciadora Amanda Araújo.
O casal, que está junto desde maio de 2024, antecipou as celebrações e comemorou o aniversário do herdeiro no último fim de semana. O tema escolhido para a comemoração foi Copa do Mundo.
O jogador, que vestiu a camisa 9 do Brasil no Catar, em 2022, acabou ficando de fora da convocação final da Seleção Brasileira para o Mundial deste ano.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Em ‘Dia D’, Spielberg busca encanto de clássicos alienígenas como ‘E.T.’ e ‘Contatos imediatos’; g1 já viu


Quando o maior diretor de todos os tempos volta a seu tema favorito, alienígenas, convém prestar atenção. Em “Dia D”, Steven Spielberg evoca o encanto que injetou em clássicos como “Contatos imediatos do terceiro grau” (1977) e “E.T. O extraterrestre” (1982) – com resultados variados.
O primeiro blockbuster do cineasta desde 2018 estreia no Brasil nesta quinta-feira (10) com a inocência otimista e pitadas de teorias da conspiração que marcam alguns de seus melhores filmes.
Como na maioria da obra do veterano, estão lá uma aventura desnorteante contrastada com a calma para a elucidação do mistério, o fascínio pelo desconhecido, a pureza de um olhar quase infantil e grandes atuações de excelentes atores.
No caso, de Emily Blunt (“O diabo veste Prada 2”), Josh O’Connor (“Rivais”) e Colin Firth (“O discurso do rei”).
Infelizmente, é difícil precisar se algo se perdeu nas décadas desde os clássicos que claramente inspiram “Dia D” ou se falta a Spielberg o interesse genuíno por uma inovação – pelo menos uma que vá além da mera técnica.
Os avanços tecnológicos alcançados nesses quase 50 anos que o separam de “Contatos imediatos” são inegáveis. Assim como é praticamente impossível ignorar que, ao final da nova história, entre os inúmeros sentimentos provocados está o de uma leve frustração.
Pelo menos para quem está acostumado a esperar sempre o melhor do diretor.
Assista ao trailer de ‘Dia D’
Uma trama elegante para tempos menos civilizados
Como sempre, Spielberg imagina um mundo onde extraterrestres são reais e onde sua existência é escondida por uma organização com motivações escusas.
No roteiro que o cineasta assina com David Koepp, com quem trabalhou em “Jurassic Park” (1993) e “Guerra dos mundos” (2005), os protagonistas são um grupo de pessoas determinado a acabar com esse segredo e uma mulher (Blunt), presa no fogo cruzado.
É uma trama elegante para tempos menos civilizados. O otimismo e a inocência insistentes do diretor que dominam a narrativa soam quase anacrônicas entre tantas superproduções cínicas e cheias de explosões.
Sempre mais interessado no lado humano de seus conflitos, dá gosto ver a destreza com que o diretor costura os fios entre protagonistas, organização nefasta e a natureza verdadeira dos alienígenas.
Em suas mãos, as quase duas horas e meia de duração não têm espaço para gorduras desnecessárias. Cada momento transmite uma sensação. Cada olhar conta uma história em poucos segundos.
Tudo com o auxílio sempre presente da trilha de John Williams – mais um que pode ser chamado de maior de todos os tempos em sua própria categoria. Talvez falte a “Dia D” um tema marcante como suas duas principais inspirações, mas cada nota é tão responsável pelos sentimentos instigados quanto o cineasta em si.
Delaney Anne Cuthbert em cena de ‘Dia D’
Divulgação
O capítulo que não foi
Difícil cravar, no entanto, que o filme se junte aos clássicos maiores da carreira de Spielberg. Talvez por olhar demais para o passado, e até recriar bem demais grande parte de seu charme, o filme se esqueça de construir algo novo.
Não há nada de errado em reverenciar grandes exemplos – mas é preciso cuidado no caso de autorreferências. Não que a obra soe arrogante. Ela apenas, por vezes, parece satisfeita demais consigo mesma, como em pontas deixadas caprichosamente soltas no final.
É possível perdoar um certo sentimentalismo, em especial nas mãos de quem sabe como ninguém como usá-lo. O perdão é sempre mais fácil com o coração quentinho.
Mas, quando o maior de todos os tempos volta a seu gênero preferido, o mundo tende a esperar um novo capítulo, e não apenas uma visita a tempos mais simples – por melhor que ela seja.

Arte/g1
Emily Blunt e Josh O’Connor em cena de ‘Dia D’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Em contraponto aos EUA, México ‘abre as portas’ para a Copa do Mundo e à diversidade


Em contraponto aos EUA, México “abre as portas” para a Copa do Mundo
Enquanto os Estados Unidos enfrentam críticas por restrições e dificuldades relatadas por visitantes que chegam ao país durante a Copa do Mundo, o México aposta em uma mensagem de acolhimento para turistas e torcedores.
Com o slogan “Coração Grande”, o país busca reforçar uma imagem de hospitalidade e diversidade. Segundo a diretora de Turismo da Cidade do México, Jenny Serur, o objetivo é transmitir uma mensagem de inclusão aos visitantes.
“Dizemos ao mundo: aqui não há classismo, não há racismo, não há discriminação”, afirmou. “cada país tem sua própria maneira de pensar, mas no México, todas e todos são bem vindos”, continua.
O México espera receber cerca de 5 milhões de turistas durante o torneio, que marca a terceira vez que o país sedia uma Copa do Mundo.
Vista geral do Estádio Azteca, na Cidade do México, durante o jogo entre México e Uruguai pelo Mundial Sub-17 de 2011
John Sibley/Action Images/Reuters
Após organizar o Mundial de 1970, quando ainda era visto como uma nação em desenvolvimento, e o de 1986, realizado um ano depois de um terremoto devastador, o país agora quer se apresentar como uma nação global e tecnológica.
Para isso, o governo investiu bilhões de reais em infraestrutura, com foco principalmente em mobilidade urbana. Aeroportos, estradas e estádios passaram por obras de modernização para receber os visitantes, o que soma R$ 41 bilhões em investimentos.
As autoridades orientam os torcedores a utilizarem o transporte público para chegar aos 13 jogos que serão disputados no país. Na Cidade do México, conhecida pelos congestionamentos, o sistema de transporte é apontado como alternativa para reduzir o tempo de deslocamento.
Em um trajeto entre o centro da capital e o Estádio Azteca, por exemplo, a combinação entre metrô e trem de alta velocidade permite completar o percurso em cerca de 40 minutos, metade do tempo estimado para o mesmo caminho de carro. A viagem custa o equivalente a aproximadamente R$ 2,30.
Palco da cerimônia de abertura do Mundial, o Azteca se tornará o primeiro estádio do mundo a sediar três aberturas de Copa do Mundo. A arena já recebeu as finais de 1970 e 1986 e receberá, além da abertura, mais quatro partidas nesta edição do torneio.
As cidades de Guadalajara e Monterrey também passaram por intervenções urbanas e projetos de modernização para receber a competição.
Responsável pela gestão dos três estádios mexicanos utilizados na Copa, um profissional brasileiro destacou a emoção de trabalhar no Azteca. “Toda vez que eu entro aqui, eu me arrepio”, disse Daniel Robles.
Com obras concluídas e a expectativa de milhões de visitantes, o México afirma estar pronto para receber o mundo de portas abertas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rod Melim rebobina o repertório do álbum solo ‘Inimaginável’ em registro acústico audiovisual feito em estúdio


Rod Melim lança álbum acústico amanhã, 10 de junho, com duas músicas novas no repertório autoral
Brunini / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Como a ordem vigente no mercado fonográfico é criar produtos de forma incessante, Rod Melim rebobina o repertório do primeiro álbum solo, “Inimaginável” (2025), em registro acústico de voz e violão.
O álbum “Inimaginável acústico” tem lançamento agendado para as 12h de amanhã, quarta-feira, 10 de junho, com a gravação ao vivo do show intimista captado no estúdio Toca do Bandido, na cidade do Rio de Janeiro (RJ).
Além de regravar o repertório do álbum “Inimaginável” somente com o toque do violão de Dudu Castilhol, irmão do produtor musical Rafael Castilhol, o cantor revisita uma música do repertório do trio Melim, “Transmissão de pensamento” (2018), e apresenta duas músicas inéditas.
As novidades são “Mágica”– faixa escolhida para promover a versão acústica do álbum “Inimaginável” – e “Como se o amanhã não fosse chegar”, parceria de Rod com Gabriel Geraissati e Lucas Pierro apresentada em 14 de maio como primeiro single do álbum “Inimaginável acústico”.
Capa do álbum ‘Inimaginável acústico’, de Rod Melim
Brunini

Fonte: G1 Entretenimento

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Cantores de forró criticam cachês, postura do público e espaço do sertanejo no São João do Nordeste


Walkyria Santos e Flávio José
Divulgação
No último fim de semana, a disputa pelo protagonismo nas tradicionais festas de São João do Nordeste ganhou novos capítulos.
A cantora Walkyria Santos e o forrozeiro Flávio José protestaram publicamente contra a postura do público e a disparidade dos cachês em comparação aos de artistas de outros gêneros, especialmente o sertanejo, nos principais polos juninos da região.
A onda de desabafos de Walkyria começou na tarde do último sábado (6), em Caruaru (PE), e estendeu-se para a noite em Campina Grande (PB).
Paralelamente, Flávio José anunciou o cancelamento de suas apresentações em solo baiano criticando o que chamou de “desvalorização” da cultura local. Entenda o que aconteceu.
‘Deixa o sertanejo lá’
Polo Alto do Moura no São João de Caruaru
Rafael Lima/PMC
A primeira declaração da ex-vocalista da banda Magníficos foi dada na tarde de sábado, no palco do Alto do Moura, em Caruaru (PE) — polo tradicionalmente focado nas raízes do forró.
Diante da resposta calorosa do público, a cantora estabeleceu uma comparação direta com o Pátio de Eventos Luiz Gonzaga, o principal da cidade:
“Não tem um artista de forró que passe por esse palco [do Alto do Moura] e não se emocione com esse público. Deixa o sertanejo lá naquele palco principal e a gente do forró aqui. Eu só quero vir pra cá agora, viu?”
Cobrança no público da Paraíba
Look Walkyria Santos no São João 2025 de Campina Grande
Divulgação
Horas mais tarde, já na noite do mesmo sábado, Walkyria subiu ao palco principal do Parque do Povo, em Campina Grande (PB).
Durante a apresentação, iniciada por volta das 21h, a cantora se incomodou com a postura do público e cobrou a atenção de quem, segundo ela, demonstrava apatia à espera da principal atração sertaneja da noite:
“Tá todo mundo bem aí? Tô achando vocês acanhados. Estão esperando Henrique & Juliano? Tem outras atrações antes deles, viu? Vocês podem interagir, cantar, dançar… não vai fazer mal a ninguém”, disparou a artista de cima do palco.
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No dia seguinte, a cantora foi às redes sociais explicar o desabafo, revelando que a insatisfação também se deu por problemas de bastidores. “Meu horário foi mudado de última hora e quando as coisas saem do combinado, a gente entristece”, justificou.
‘Você vê banda de forró no Villa Mix?’
Cantor Robson Paiva sai em defesa de Walkyria e do forró: ‘No Sul, existe um acordo para não contratarem bandas de Forró do Nordeste’.
Redes sociais
Mas o assunto não parou por aí. Nos comentários do seu perfil, o debate acabou ganhando o apoio de outros nomes do segmento.
O cantor potiguar Robson Paiva saiu em defesa de Walkyria e apontou a existência de um “acordo velado” no mercado fonográfico, que abriria as portas do Nordeste para artistas do sertanejo, mas impediria a circulação de bandas de forró tradicionais em grandes festivais nas regiões Sul e Sudeste do país.
Em entrevista ao g1, o artista questionou a falta de reciprocidade no tratamento entre os gêneros nas diferentes regiões do Brasil:
“Quando foi que você viu Walkyria Santos tocando em Goiânia, por exemplo? Você não vai encontrar. Se você fizer um balanço sobre os festivais de música que acontecem no Sul e no Sudeste, com raras exceções, nenhum inclui bandas de forró. Mas os sertanejos de lá estão sempre aqui. Não é um acordo no papel, mas todo mundo sabe.”
Flávio José cancela agenda na Bahia
Flávio José durante apresentação no São João 2024 de Campina Grande
Erickson Nogueira/g1
A insatisfação com os rumos da formatação das grades juninas não ficou restrita aos palcos paraibanos e pernambucanos. E ainda subiu de tom.
Em forma de protesto, o cantor e sanfoneiro Flávio José, de 74 anos, anunciou o cancelamento de 15 apresentações agendadas para o período na Bahia, apontando desvalorização financeira por parte das organizações locais em comparação a artistas de fora do Nordeste.
Em comentário nas redes sociais, o forrozeiro lamentou a situação e criticou diretamente a disparidade de investimentos:
“Este ano a Bahia ficará sem minha presença. Às vésperas da maior festa de manifestação cultural do Nordeste, eu recebo a notícia de que o MP da Bahia resolveu diminuir o meu cachê! Enquanto outros artistas que nada têm a ver com o forró, como sertanejos, ganham rios de dinheiro.”
Flávio José diz que não fará shows no São João da Bahia após recomendação do MP sobre redução de cachês
Reprodução/Redes Sociais
Henrique & Juliano minimizam ‘polêmica’
Show da dupla Henrqiue e Juliano reuniu multidão em Campina Grande
Reprodução/São João de Campina Grande
Questionado pelo g1 Paraíba sobre as críticas locais em relação à forte presença do sertanejo no evento tradicional do estado, o cantor Henrique, da dupla com Juliano, minimizou a polêmica.
“Acho que a gente tem que exaltar mais o lado positivo, não dar tanta visibilidade para o negativo da coisa, sabe? São 60 mil pessoas que estão aí, então a gente tem que dar o nosso melhor pra essa galera que saiu de casa”, declarou o sertanejo antes de subir ao palco.
O que dizem as prefeituras: os números das grades
Show de Falamansa no São João de Caruaru 2026
Reprodução/PMC
Apesar do tom inflamado dos protestos, as organizações dos dois maiores polos juninos do país defendem que o ritmo tradicional continua sendo a base dos eventos.
A Prefeitura de Campina Grande informou que mais da metade das atrações deste ano são de forró.
O gênero representa 52% das 119 apresentações confirmadas para os 33 dias de festa (que se estende de 3 de junho a 5 de julho).
O sertanejo aparece somente em terceiro lugar, representando 7% das atrações.
Confira a programação completa do São João de Campina Grande
Já a Prefeitura de Caruaru garantiu ao g1 um índice ainda maior: 80% de toda a programação deste ano dedicada exclusivamente ao gênero tradicional.
Ao todo, o evento projeta a participação de 26 mil artistas, englobando trios pé-de-serra, bandas, quadrilhas juninas, grupos de dança, além de repentistas e os tradicionais bacamarteiros.
A grade do município pernambucano está distribuída por 27 polos de animação ao longo de 78 dias de festa, que começou em 10 de abril e segue até 27 de junho.
Confira a programação completa do São João de Caruaru

Fonte: G1 Entretenimento

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Da estratégia de conexão à crise: uso de álcool para ser parte do público pode prejudicar saúde e imagem de artistas


Qual o impacto do álcool nas apresentações ao vivo?
“Prepara o fígado”. Esta frase é bastante comum nos palcos ou no meio do público quando os primeiros acordes de um modão ou de uma sofrência embalam shows sertanejos.
Com o encaminhamento da música, copos e garrafas vão virando. E, quando isso acontece em cima do palco, pode trazer fortes impactos que vão desde problemas na voz e na performance dos cantores até crises de imagem e saúde mental destes artistas.
O g1 já mostrou como excesso de álcool nos palcos e bastidores afeta rotina dos artistas. Um aspecto importante deste abuso é: os artistas não buscam a bebida apenas por farra, mas em busca de conexão com o público.
“O que vejo hoje é uma geração que força a barra para querer gerar conexão. ‘Também gosto de beber, sou como vocês’. Até mesmo a geração de mulheres que veio e que também bebe no palco… No começo era: ‘sou como homem, a gente também bebe’. O principal motivo era gerar conexão. Mas aí perde a mão”, analisa uma profissional da produção do universo sertanejo que preferiu não se identificar.
Mas ela defende que essa tentativa de conexão não é exclusiva do sertanejo.
“O lema do rock sempre foi ‘sexo, drogas e rock n’ roll’. Para músicas de massa, mais populares, é o álcool. Até porque é liberado e mais barato. O reggae e a MPB têm a brisa da maconha. Não dá para generalizar, mas o consumo de drogas, normalmente, está relacionado ao estilo de vida”, afirma.
O “perder a mão” citado por ela nem sempre significa a dependência ou um escândalo nos palcos. Pode ser, também, uma crise na imagem do artista.
“Imagina um contratante que já viu um artista estouradíssimo dando várias declarações de que ele tem problemas com álcool, com bebida, que ele só faz o show se beber ou pedindo desculpas, porque mais uma vez ele não conseguiu fazer a apresentação com a qualidade desejada”, questiona a psicóloga Juliana Chiavassa.
“A gente não normaliza em outras profissões beber e trabalhar. Me parece que isso é muito mais da música, como se fosse muito livre”, aponta ela.
Juliana ainda destaca que essa normalidade é reforçada pelas grandes marcas de bebidas alcoólicas patrocinando eventos sertanejos.
Perdeu a mão? E agora? Como lidar com crises?
Entre dancinhas e “gelas”, Nattan fez um show de quase duas horas no Ribeirão Rodeo Music 2026
Érico Andrade/g1
Outro ponto que a psicóloga destaca é que, quando o artista ou sua equipe percebe que o uso da bebida alcoólica está fazendo mal, ele já tem grandes prejuízos.
Para o estrategista de imagem pública Luciéllio Guimarães, é um equívoco o artista achar que o público se conecta com ele porque ele está bebendo. “Na maioria das vezes, o público se conecta porque percebe espontaneidade, vulnerabilidade e autenticidade”, diz.
“O álcool pode até facilitar essa sensação no curto prazo, mas também aumenta o risco de comprometer exatamente aquilo que o artista foi contratado para entregar: a performance.”
“A conexão mais sustentável nasce da autenticidade, da presença de palco e da capacidade de leitura da plateia. Quando o artista passa a associar performance ao consumo de álcool, cria um risco duplo: para a saúde e para a própria marca pessoal.”
Mas se o artista não percebeu isso em tempo, o que deve ser feito?
“O primeiro passo é entender que a crise raramente nasce da bebida em si. Ela surge quando há uma quebra de expectativa do público. O fã compra um ingresso esperando determinada entrega artística e, quando percebe perda de performance, falhas vocais, esquecimentos ou comportamentos inadequados, sente que o acordo implícito foi rompido”, destaca Luciéllio Guimarães, estrategista de imagem pública.
Para fazer a gestão de imagem a partir deste momento, Luciéllio cita que o trabalho não é esconder o problema e, sim, restaurar a confiança do público no artista.
“Isso passa por reconhecer o ocorrido quando necessário, demonstrar responsabilidade e apresentar mudanças concretas de comportamento. O público costuma perdoar falhas humanas, mas reage mal à repetição do erro ou à negação da realidade.”
Nattan, Murilo Huff, Zé Neto e mais relatos
Murilo Huff empolga e encanta público na 1ª noite de show da Festa Junina de Votorantim (SP)
Marcel Scinocca/g1
A discussão sobre o impacto do consumo de álcool na rotina de apresentações voltou à tona após a autocrítica feita por Nattan após um show em Maracanaú, no Ceará. O cantor admitiu que o entusiasmo e a bebida consumida ainda no camarim comprometeram sua performance, a ponto de repetir ao menos uma das músicas diversas vezes durante o show. Ele não citou se vai abandonar o consumo de álcool, mas prometeu entregar para o público uma “nova apresentação com o padrão de qualidade que seu público conhece” em uma outra data.
A nova apresentação foi realizada neste sábado (6).
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Semanas antes, Murilo Huff havia contado em uma entrevista ao apresentador Renato Sertanejeiro que reduziu drasticamente o consumo de álcool em shows após uma conversa com Luan Santana ainda em 2022.
No ano passado, João Gomes revelou ter moderado o consumo de bebida por questões de saúde. Diagnosticado com gordura no fígado, o artista comentou que foi difícil abandonar o costume de tomar duas doses de cachaça por show.
Soma-se a esses depoimentos um novo relato de Zé Neto, dupla de Cristiano. Em entrevista a Luciano Huck no mês passado, ele relatou que entrou em um ciclo perigoso e abusivo de remédios, bebida e cigarro para dar conta da rotina de shows antes de aceitar o diagnóstico da doença. Em 2024, a dupla anunciou uma pausa na carreira para Zé tratar uma depressão. Antes desse afastamento dos palcos e da vida artística, o cantor usava a bebida como mecanismo para enfrentar crises de depressão e síndrome do pânico.
Entre artistas de diferentes gêneros musicais, o consumo de bebida alcoólica antes ou durante apresentações sempre fez parte dos bastidores dos shows. Mas esses relatos recentes mostram que a prática pode impactar diretamente a qualidade das apresentações. E trazer questões de curto a longo prazo para a voz, a imagem, a saúde e a carreira dos artistas.
Após admitir que bebeu demais, Nattan promete voltar a Maracanaú sem repetir músicas
Comprometimento de performance
O caso de Nattan exemplifica o tal comprometimento de performance. Na apresentação que gerou a polêmica, o artista teria cantado a música “Na Casa da Vizinha” dezenas de vezes. Nas redes sociais, há relatos de que ele não teria “conseguido cantar de tão bêbado”. E há também depoimentos de fãs dizendo que este já é um comportamento comum do cantor nos palcos.
“A gente tem que lembrar que o cantor está ali como profissional. Quem está se divertindo é o público. E às vezes, isso se mistura um pouco. O cantor entende que ali é um momento de festa, de entretenimento, inclusive para ele. E não é. Ali é o ambiente profissional dele”, afirma Thays Vaiano, fonoaudióloga especialista em voz.
“Contudo, a gente sabe que antigamente existia esse mito de ‘ah vou tomar um gole de conhaque e a minha voz melhora, eu fico melhor no palco’. Isso é uma inverdade, tomar qualquer tipo de bebida alcoólica não melhora a voz. Pelo contrário, piora.”
“Mas o álcool inibe um pouco o seu crivo e faz com que as pessoas se sintam mais soltas, menos inibidas. Então, isso faz com que eles se sintam às vezes mais confortáveis de exercer aquela função”, completa a fono.
Perda de inibição… e do controle da voz
Zé Neto e Cristiano; Bruno César e Rodrigo
Divulgação
O uso do álcool pode trazer a desinibição, mas junto com ela, o descontrole da voz. Thays Vaiano explica ao menos quatro formas que o álcool pode interferir na performance do artista:
Desidratação: como o álcool tem efeito diurético, ele retira a hidratação da região das cordas vocais e sofre com a perda de lubrificação. Como resultado:
maior esforço para cantar;
fadiga vocal;
A longo prazo, pode gerar lesão na prega vocal.
Perda de coordenação motora: isso também inclui toda a musculatura envolvida para cantar. O resultado:
desafinação;
dificuldade para controlar respiração;
erros de ritmo.
Menor percepção do esforço: o cantor perde a noção do volume da voz. E o resultado:
ele força mais a voz, gerando maior desgaste das estruturas envolvidas na fala e na produção de voz e do canto;
não atinge as notas desejadas;
aumenta risco de lesões.
Refluxo: o álcool é um dos principais desencadeadores do refluxo. E esse refluxo ácido que sai do estômago e chega na corda vocal, machuca a corda vocal. O resultado:
irritação das pregas vocais;
piora do desempenho.
Um tópico adicional aqui é que, em muitas vezes, a agenda do artista não deixa tempo suficiente para que ele se recupere destas pequenas lesões causadas no dia a dia. Com o tempo, os efeitos se acumulam e podem levar o cantor a uma situação cirúrgica.
“O álcool, por si só, não faz com que ele tenha que fazer uma cirurgia. Mas um uso prolongado de voz que não está muito boa, com algum tipo de lesão por muito tempo em cima fazendo esforço, faz com que a prega vocal sofra muito. E em alguns casos, isso faz com que eles tenham que que fazer algum tipo de reabilitação”, explica Thays Vaiano.
A fonoaudióloga Leny Kyrillos ainda completa que há diferença no consumo do álcool fermentado para o destilado. Ambos causam a desidratação e desencadeiam as questões já citadas. Mas o destilado ainda “provoca um efeito de pseudoanestesia: a pessoa força pra cantar, não sente, e quando passa o efeito, o estrago foi feito”.
Muito além do problema com a voz
Fã toma bebida na bota servida por Nattan no palco do Ribeirão Rodeo Music 2025 em Ribeirão Preto, SP
Érico Andrade/g1
Além dos problemas vocais, vale sempre lembrar que o hábito pode se tornar dependência.
“Se ele precisa do álcool para cantar, para exercer aquela profissão, ele tem algum problema que precisa de ajuda médica. Porque ele precisar do álcool para exercer aquela profissão já configura alcoolismo”, alerta a fonoaudióloga Thays Vaiano.
“Você só sobe no palco se tiver bebido? ‘Ah, não, mas eu só bebo uma latinha.’ Tá, mas senão você não consegue fazer o show? Você acha que o show é ruim? Isso já é uma dependência. Não necessariamente a pessoa tem que beber duas garrafas de vinho para parecer que que ela tá viciada. É o quanto álcool vai ocupando espaço na vida desse artista”, explica a psicóloga Juliana Chiavassa.
A psicóloga alerta ainda para o fato de alguns artistas sentirem a necessidade de consumir álcool para exercer atividades profissionais além do show, como participar de uma sessão de fotos, gravar ou compor. “Artisticamente, o que é que você faz da sua carreira sem a bebida? Esse é o ponto principal.”
A nova geração está mudando?
João Gomes no Derradeiro de Maio
Joana Lima
Não é de hoje que artistas consomem álcool nos palcos e bastidores. Bruno, dupla de Marrone, Leonardo e Zeca Pagodinho são alguns exemplos emblemáticos.
Mas os depoimentos recentes destes artistas mais jovens citando o impacto no palco podem significar uma mudança de padrão. Ou apenas o reflexo da fase em que os famosos mostram um pouco mais de sua “vida real”. Eles contam suas dores, fraquezas e batalhas sobre saúde mental.
“As pessoas hoje são mais esclarecidas, e grande parte já entende a necessidade de se cuidar. A voz é multifatorial, sofre o impacto de tudo o que afeta o nosso corpo, para o bem e para o mal”, afirma a fonoaudióloga Leny Kyrillos.
“Hoje há uma consciência maior, principalmente junto aos jovens, que em geral estão bebendo menos. Há uma maior procura e uma atenção maior na busca pela saúde e longevidade da voz.”

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Waka Waka’, ‘The Cup of Life’… Qual é a fórmula dos hits de Copa do Mundo?


Qual é a fórmula do hit de Copa do Mundo?
A Copa do Mundo não costuma agitar só o universo do futebol, como também o da música: toda edição, artistas de vários países lançam canções (oficiais ou não) para tentar o posto de hit da Copa. Mas a nível global, pouquíssimos conseguem uma música que fica.
Afinal, a música tem que combinar com o esporte e se conectar com pessoas de várias idades e lugares do mundo. Por essas e outras, só existe uma “Waka Waka”.
Então, o que será que as músicas bem-sucedidas têm em comum? Com base em alguns sucessos inquestionáveis (como “Waka Waka”, de Shakira; “Wavin Flag”, de K’Naan; e “Cup of Life”, de Ricky Martin), o g1 analisa o que os hits da Copa do Mundo têm de tão especial. Veja:
Shakira no clipe de ‘Waka waka’, trilha da Copa de 2010, na África do Sul
Reprodução/Youtube/Shakira
A história de ‘Waka Waka’, maior hit das Copas
A construção da jogada
Dá para traçar alguns paralelos entre esses hits das Copas do Mundo. De modo geral, elas fazem bom uso de alguns recursos irresistíveis… e, claro, contam com uma dose de sorte, divulgação e carisma dos intérpretes pra dar certo.
Costumam ser músicas otimistas, feitas para empolgar o público (afinal, quem quer música baixo-astral durante a Copa?). A letra não é tão importante, já que nem todo mundo fala o idioma, mas a própria sonoridade costuma dar esse tom: são músicas que crescem e, no fim, dão a sensação de triunfo.
Podem convencer pela emoção ou pela animação. “Wavin’ Flag” tem um tom mais motivacional — como um hino mesmo —, enquanto faixas como “Cup of Life” e “Waka Waka” são pura festa.
‘Wavin’ Flag’, de K’Naan, foi inspirada por infância difícil na Somália e virou hino de marca na Copa
Reprodução/YouTube
Mas o que dá para dizer é que todas soam grandiosas. Afinal, estamos falando de um torneio global, estádios lotados… não é o caso de minimalismo.
Além disso, tendem a ser músicas com percussão caprichada; ritmo marcado dá uma sensação de movimento, o que tem tudo a ver com o esporte. E convenhamos, tem craque que, ao jogar, parece estar dançando com a bola.
O chute ao gol
O pulo do gato, quer dizer, o chute ao gol é ter um trecho marcante e fácil de cantar. Pode reparar: na maior parte dessas músicas, você vai achar um trecho que foi pensado pra ser cantado pela multidão.
Geralmente, são vogais ou fonemas simples que qualquer um consegue cantar junto. A maior parte dessas músicas já sugere qual é esse trecho: basta reparar qual parte tem as vozes dobradas, como se já fossem cantadas por uma multidão. Isso faz o ouvinte quere entrar no coro.
“Cup of Life” tem “olê olê olê”, “Waka Waka” tem “waka waka ê ê”, enquanto “Wavin’ Flag” tem um “ôoo” bem Coldplay, perfeito para entoar em estádios.
Ricky Martin no vídeo de ‘The Cup of Life’
Reprodução/YouTube
Atacantes não costumam ser americanos
Apesar da força da indústria cultural norte-americana, o interessante é que nenhum desses hits tem um intérprete dos EUA. As músicas têm versos em inglês, claro, o que é visto como a forma mais fácil de conversar com o público global — mas os artistas são latinos, europeus, africanos e por aí vai.
Algumas músicas com artistas americanos fizeram modesto sucesso, como “We Are One (Ole Ola)”, com Pitbull, Jennifer Lopez e Claudia Leitte (da Copa no Brasil, em 2014). Mas até nesse caso, estamos falando de americanos de ascendência latina, que trazem isso como bandeira de seus trabalhos.
Pode ser porque os EUA não têm uma cultura tão forte no futebol. Mas não deixa de ser curioso: mesmo em ano de Copa no território americano, a FIFA apostou no afrobeats “Dai Dai” (com a colombiana Shakira e o nigeriano Burna Boy) como música oficial da Copa.
‘Dai Dai’ é o craque da vez?
Neste ano, a FIFA também anunciou várias músicas para completar o álbum (musical!) da Copa. Uma delas tem a brasileira Anitta… mas não deve ser o hit da vez, e essa nem parece ser a intenção.
Afinal, é uma boa música, mas não foi feita com refrãos contagiantes em mente, nem é fácil de entoar em estádios. Está mais para o after de quem ganhou o jogo.
Seguindo esses parâmetros, “Dai Dai” tem chance, sim, de emplacar na Copa — mas dificilmente deve chegar perto do que foi “Waka Waka”. A música recicla totalmente a de 2010, incluindo a mesma intérprete, mas não tem a mesma energia.

Fonte: G1 Entretenimento

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Vocalista do Echo & the Bunnymen sofre acidente de carro e banda adia show nos EUA


O cantor Ian McCulloch, da banda Echo & the Bunnymen
Reprodução/Instagram
O cantor Ian McCulloch, vocalista da banda Echo & the Bunnymen, sofreu um acidente de carro neste domingo (7).
Segundo um comunicado publicado pela banda na sua conta oficial do Instagram, McCulloch está bem.
“Felizmente, os ferimentos parecem não ser graves. Porém, como vocês podem imaginar, ele ficou bem abalado com o acidente”, diz trecho da nota
Ainda de acordo com o comunicado, o vocalista precisou passar por alguns exames de imagens e está sob cuidados médicos.
Agora no g1
Por conta do acidente, a banda decidiu adiar o show que estava previsto para acontecer no próprio domingo, na cidade da Filadélfia. A apresentação foi remarcada para terça-feira (9).
A banda britância de rock tem como seu principal sucesso “The Killing Moon”, que está no álbum “Ocean Rain”, de 1984.

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026 esgota ingressos para dias de Calvin Harris e Maroon 5


Calvin Harris e Adam Levine, do Maroon 5
Reprodução e Fábio Tito/g1
Os ingressos para os shows dos dias 6 e 12 de setembro no Rock in Rio 2026 estão esgotados, informou a organização do festival. A venda geral teve início às 19h desta segunda-feira (8).
No dia 6, o headliner do palco Mundo será o DJ Calvin Harris. No mesmo dia o palco principal do evento também recebe Black Eyed Peas, Nelly e Barão Vermelho Encontro Formação Original.
Já o Palco Sunset recebe NE-YO, Jota Quest toca Tim Maia, BaianaSystem e Calema.
No dia 12 é a vez de Maroon 5 como destaque do palco Mundo, que contará também com Demi Lovato, J  Balvin e Pedro Sampaio. O palco Sunset terá Mumford & Sons, João Gomes com a Orquestra
Ainda de acordo com a organização do Rock in Rio, os ingressos para o dia 12 acabaram primeiro, 2h05 depois da abertura das vendas. Já para o dia 6, as entradas se esgotaram em 2h12.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento