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Fora da Copa, João Pedro faz participação em curta de Madonna; assista


O atleta João Pedro e a cantora Madonna
Reprodução/YouTube
Madonna divulgou nesta segunda-feira (8) o curta de 13 minutos “Confessions II”, projeto que antecede o seu próximo álbum homônimo. Entre as participações especiais do audiovisual está o jogador brasileiro, João Pedro.
No trecho da canção “Danceteria”, a Rainha do Pop aparece em um banheiro enquanto homens fazem xixi em mictórios.
Nesse momento, Madonna passa a mão na bunda do jogador brasileiro, que reage olhando para a cantora. Ao lado dele está o companheiro de Chelsea, o inglês Cole Palmer.
Assista abaixo a partir do minuto 6:10
Cotado para disputar a Copa do Mundo, João Pedro ficou de fora da lista final de Carlo Ancelotti. O mesmo aconteceu com Cole Palmer, que não foi chamado para disputar a competição pela Inglaterra.
“Confessions On a Dance Floor Part II” (ou apenas “Confessions II”), sequência do aclamado álbum de dance music de 2005, será lançado no dia 3 de julho de 2026.
Assim como o primeiro, “Confessions II” é descrito como um disco para as pistas, concebido para ser ouvido do início ao fim, sem pausas entre as músicas, como um set de DJ.
O curta do álbum apresenta suas seis primeiras faixas: “I Feel So Free”, “Good for the Soul”, “One Step Away”, “Danceteria”, “Love Sensation” e “Read My Lips”.
Para o álbum, Madonna voltou a trabalhar com o produtor Stuart Price. O britânico não só assina o primeiro disco, como já produziu sucessos de Dua Lipa, Kylie Minogue e Pet Shop Boys.
Agora no g1

Fonte: G1 Entretenimento

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Copa do Mundo 2026: quais são as atrações de abertura dos jogos?


México e África do Sul abrem a Copa do Mundo 2026 no Estádio Azteca, na Cidade do México, no dia 11 de junho
AFP via Getty Images/BBC
A Copa do Mundo começa nesta quinta-feira (11). Mas, antes da bola rolar, haverá uma série de apresentações.
Será a primeira vez que a competição acontecerá em três países: México, Canadá e Estados Unidos. Sendo assim, serão três shows de abertura.
A cantora Shakira vai se apresentar na Cidade do México na primeira das três cerimônias de abertura da Copa do Mundo. A brasileira Anitta é atração da festa em Los Angeles.
Agora no g1
A cantora colombiana vai apresentar “Dai Dai”, música oficial do torneio, antes da partida de abertura entre o México, um dos países-sede, e a África do Sul. A apresentação será feita ao lado do cantor nigeriano Burna Boy.
A Fifa planejou cerimônias de abertura em cada um dos países anfitriões, com eventos também antes dos jogos inaugurais nos Estados Unidos e no Canadá.
A entidade máxima do futebol mundial divulgou a programação do show no México, que contará ainda com Alejandro Fernández, Belinda, Danny Ocean, J Balvin, Lila Downs, Los Ángeles Azules, Maná e Tyla.
Anitta e Shakira se apresentam em cerimônias de abertura diferentes na Copa do Mundo da Fifa.
Divulgação/Pablo Porciúncula/AFP
Em Toronto, no dia 12 de junho, Alanis Morissette e Michael Bublé serão as principais atrações antes da partida entre Canadá e Bósnia e Herzegovina.
Mais tarde, no mesmo dia, Katy Perry, a estrela do pop Lisa, do grupo BLACKPINK, o cantor nigeriano de afrobeats Rema, a brasileira Anitta e o rapper Future se apresentarão em Los Angeles antes do confronto entre Estados Unidos e Paraguai.
A Fifa informou que mais artistas serão anunciados para as cerimônias nos EUA e no Canadá.
Katy Perry no 5º dia de The Town
Fabio Tito/g1
As três cerimônias estão sendo produzidas pelo italiano Marco Balich, responsável pela cerimônia de abertura dos Jogos Olímpicos de Inverno de Milão-Cortina deste ano. Cada evento será realizado cerca de 90 minutos antes do início das partidas.
Shakira também está entre as atrações principais do show do intervalo da final da Copa do Mundo, em um formato semelhante ao do Super Bowl. A cantora dividirá o palco com Madonna e a banda sul-coreana BTS.
A música Dai Dai tem como objetivo arrecadar US$ 100 milhões para o Fundo Global de Educação da FIFA Global Citizen.

Fonte: G1 Entretenimento

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Aos 76 anos, Guinga reforça a conexão com o produtor Kassin em ‘Catonho’, primeiro disco solo em cinco anos


Guinga lança ‘Catonho’ na quarta-feira, 10 de junho, dia do 76º aniversário do artista carioca
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Primeiro título da discografia solo de Guinga desde “Zaboio” (2021), álbum lançado há cinco anos, o EP “Catonho” aporta nos aplicativos de música na quarta-feira, 10 de junho, dia do 76º aniversário do cantor, compositor e violonista carioca.
Gravado em março deste ano de 2026 no Estúdio Marini, na cidade do Rio de Janeiro (RJ), o EP “Catonho” reforça a conexão de Guinga com Alexandre Kassin, produtor musical do supracitado álbum “Zaboio” e também desse novo disco do artista.
Mixado e masterizado pelo próprio Kassin, o EP “Catonho” apresenta duas músicas inéditas de autoria de Guinga. Uma delas é a música-título “Catonho”, em cuja letra o artista segue a trilha de caminhos e memórias do subúrbio carioca.
A outra novidade é “Rua do pecado”, música composta por Guinga em tributo à já falecida mãe do artista, Dona Inalda. Guinga já mostrou “Rua do pecado” em alguns shows recentes, mas o primeiro registro fonográfico da música é o apresentado em “Catonho”.
O disco foi idealizado por Fernanda Vogas, produtora executiva que edita “Catonho” pelo selo Vogas Produções com distribuição no mercado fonográfico digital feita pela Tratore.

Fonte: G1 Entretenimento

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Idris Elba: ‘Parte do público não aceitaria um homem negro interpretando James Bond’


Idris Elba no Festival de Veneza, em setembro de 2025
REUTERS/Yara Nardi/Arquivo
Idris Elba voltou a falar para revista “GQ” sobre interpretar o James Bond. O ator afirmou que parte do público não aceitaria um homem negro vivendo o agente 007 e declarou ainda que “nunca esteve na disputa” para viver o espião.
“Bond é enorme no mundo todo. Parte do público não aceitaria um homem negro, um homem africano, interpretando Bond. Não é isso que agrada na cultura deles. Ponto final”, disse.
Agora no g1
Na entrevista, o ator explicou que nunca chegou a ser convidado para interpretar o personagem. “Isso nunca foi algo concreto. Sempre foi apenas um rumor”, disse. De acordo com a publicação, as especulações começaram na estreia italiana de “007 – Quantum of Solace”, realizada um dia após a eleição presidencial dos EUA em 2008. Na ocasião, Daniel Craig afirmou que a vitória de Barack Obama sugeria que havia chegado o momento de um Bond negro. Elba disse que os fãs simplesmente pegaram a ideia e a levaram adiante.
“Bond é tão irrealista, então um toque de realidade é bom, mas não vamos tentar torná-lo ‘woke’. Acho que você tem que ser fiel ao que ele é: escapismo. Não tente atender ao gosto do mundo. Apenas seja Bond”.
➡️ O termo “woke” cresceu na última década, para designar — geralmente de forma pejorativa — as pessoas ou obras que se atentam a questões sociais.
A busca pelo próximo 007 começou oficialmente no mês passado, após anos de expectativa e especulação sobre quem substituiria Daniel Craig. Ele viveu o personagem até 2021, quando se despediu após a estreia de “007 – Sem Tempo para Morrer”. Entre os possíveis candidatos para o papel estão Callum Turner, que recentemente se casou com Dua Lipa, Henry Cavill e Aaron Taylor-Johnson.
‘Parte gigante da minha vida’, diz Daniel Craig sobre longas como James Bond

Fonte: G1 Entretenimento

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Maria Luiza Jobim floresce na leveza requintada de ‘Rosa no céu’, álbum de canções feitas com Marcelo Camelo


Capa do álbum ‘Rosa no céu’, de Maria Luiza Jobim
Arte de Maria Ana Moura Santos a partir de foto de Marina Guimarães
♫ CRÍTICA DE ÁLBUM
Título: Rosa no céu
Artista: Maria Luiza Jobim
Cotação: ★ ★ ★ ★
♬ Esqueça aquela cantora e compositora sem identidade do primeiro álbum solo, “Casa branca” (2019), arquitetado e construído com produção musical de Alexandre Kassin. Sete anos e um disco no meio do caminho, “Azul” (2023), álbum de tom carioca arranjado e produzido por Alberto Continentino, Maria Luiza Jobim reaparece e cresce na leveza do terceiro álbum solo, “Rosa no céu”.
Falar em leveza chega a ser paradoxal quando todo mundo sabe que, querendo ou não, Maria Luiza carrega o peso do sobrenome Jobim por ser simplesmente filha de um dos maiores compositores do mundo, um gênio, dono de cancioneiro de alcance planetário.
Sim, paira a sombra monstruosa de Antonio Carlos Jobim (1927 – 1994) em uma canção cheia de bossa como “Sofá vermelho”, parceria de Maria Luiza com Marcelo Camelo, arquiteto do álbum lançado em 2 de junho com capa que expõe arte criada por Maria Ana Moura Santos a partir de foto da cantora feita por Marina Guimarães.
Contudo, Maria Luiza já começa a fazer o próprio nome e, sim, Marcelo Camelo é o produtor da vez na discografia solo da artista carioca de 39 anos. E a conexão Brasil-Portugal fez muito bem a Maria Luiza Jobim, como mostra o álbum gravado no estúdio Mar de Ouro, em Lisboa.
“Rosa no céu” é álbum de (boas) canções. E cabe ressaltar que a mais aliciante das sete canções inéditas, “Go go go”, traz somente a assinatura de Maria Luiza Jobim na composição, o que deslegitima qualquer sentença de que a artista floresce no álbum “Rosa no céu” por causa da feliz parceria com Camelo.
De todo modo, é nítida a influência de Marcelo Camelo e Mallu Magalhães no desabrochar de Maria Luiza Jobim em “Rosa no céu”. Basta ouvir o arranjo de “We are young”, música assinada por Camelo e Mallu, para identificar a contribuição ao álbum do casal brasileiro residente em Lisboa (a faixa remete a gravações da fase mais maturada da discografia de Mallu).
Camelo e Mallu são parceiros de Maria Luiza em “Portugal”, música composta em inglês. A beleza de “Boca a boca” – canção adornada com cordas em arranjo que reitera a arquitetura refinada (mas jamais rebuscada) – e a fluência do samba “Sinais” sublinham o êxito da parceria de Camelo com Maria Luzia e a harmonia de álbum em que canto, composições e arranjos se afinam com elegância e graciosidade.
Única faixa fora do trilho autoral, a canção francesa “La Javanaise” (Serge Gainsbourgm, 1963) – rebobinada por Maria Luzia em feat com Chico Chico – mantém o clima do álbum, mas sem encantar quem já conhece as abordagens da canção por Rita Lee (1947 – 2023) e pelo duo Agridoce em suaves registros de 1990 e 2017, respectivamente.
No arremate do álbum de Maria Luiza, a música-título “Rosa no céu” vem em suntuoso arranjo de cordas de Jaques Morelenbaum, violoncelista que integrou a Nova Banda, formada por Tom Jobim nos anos 1980. É como se, ao gravar com Jaques, Maria Luiza sustentasse o peso de ser uma Jobim e, ao mesmo tempo, se permitisse ser leve para poder enfim desabrochar – dez anos após o primeiro álbum do Opala, duo que revelou a artista na cena indie carioca – neste sedutor “Rosa no céu”.
Maria Luiza Jobim lança o terceiro álbum solo, ‘Rosa no céu’, produzido por Marcelo Camelo
Marina Guimarães / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Não conseguiu cantar de tão bêbado’: como excesso de álcool nos palcos e bastidores afeta rotina dos artistas


Entre dancinhas e “gelas”, Nattan fez um show de quase duas horas no Ribeirão Rodeo Music 2026
Érico Andrade/g1
A autocrítica feita por Nattan após um show em Maracanaú, no Ceará, no último final de semana, reacendeu uma discussão antiga dos bastidores da música: o impacto do consumo de álcool na rotina de apresentações.
O cantor admitiu que o entusiasmo e a bebida consumida ainda no camarim comprometeram sua performance, a ponto de repetir ao menos uma das músicas diversas vezes durante o show. Ele não citou se vai abandonar o consumo de álcool, mas prometeu entregar para o público uma “nova apresentação com o padrão de qualidade que seu público conhece” em uma outra data.
Semanas antes, Murilo Huff havia contado em uma entrevista ao apresentador Renato Sertanejeiro que reduziu drasticamente o consumo de álcool em shows após uma conversa com Luan Santana ainda em 2022.
No ano passado, João Gomes revelou ter moderado o consumo de bebida por questões de saúde. Diagnosticado com gordura no fígado, o artista comentou que foi difícil abandonar o costume de tomar duas doses de cachaça por show.
Soma-se a esses depoimentos um novo relato de Zé Neto, dupla de Cristiano. Em entrevista a Luciano Huck no mês passado, ele relatou que entrou em um ciclo perigoso e abusivo de remédios, bebida e cigarro para dar conta da rotina de shows antes de aceitar o diagnóstico da doença. Em 2024, a dupla anunciou uma pausa na carreira para Zé tratar uma depressão. Antes desse afastamento dos palcos e da vida artística, o cantor usava a bebida como mecanismo para enfrentar crises de depressão e síndrome do pânico.
Entre artistas de diferentes gêneros musicais, o consumo de bebida alcoólica antes ou durante apresentações sempre fez parte dos bastidores dos shows. Mas esses relatos recentes mostram que a prática pode impactar diretamente a qualidade das apresentações. E trazer questões de curto a longo prazo para a voz, a imagem, a saúde e a carreira dos artistas.
Da conexão com o público ao alerta da produção
Em conversa com o g1, uma profissional da produção do universo sertanejo que preferiu não se identificar afirmou que, atualmente, existe uma “geração de cantores que ‘forçam a barra’ [com a bebida nos palcos] para querer gerar conexão [com o público]. ‘Ah, eu também gosto de beber, sou como vocês’. Aí, uma hora passa da conta. Um dia, perde a linha”, diz.
Ela ainda afirma que, como o álcool faz parte da cultura dos shows de artistas de gêneros musicais mais populares, como o sertanejo e o forró, a produção só fica atenta à questão quando o consumo passa a ser algo grave, acendendo um alerta. “Quando a produção identifica como um problema, todo mundo fica com medo.”
Um exemplo recente e emblemático foi o de Zé Neto. Por ter se tornado um grande problema para o cantor, todas as bebidas foram tiradas do camarim da dupla.
Virada de chave
Murilo Huff empolga e encanta público na 1ª noite de show da Festa Junina de Votorantim (SP)
Marcel Scinocca/g1
Em maio, Murilo Huff relembrou que um encontro com Luan Santana o fez mudar sua visão sobre o consumo de álcool antes e durante as apresentações.
Murilo havia sido convidado para se apresentar na primeira edição do “Luan City”, em Goiânia, em 2022. “Eu estava empolgado e entrei na cana. Fiz um show bacana. Só que no show do Luan, ele me chamou pra cantar com ele. Eu cheguei nele todo animado e falei: ‘bora, nego, vamos tomar uma. O que você tá bebendo aí?’.”
Murilo conta que Luan respondeu que estava bebendo somente água.
“Rapaz, eu falei: ‘nossa, eu sou um bosta. O cara é o Luan Santana, irmão, o cara faz sucesso há quantos mil anos?’. A partir desse dia eu parei de beber em show. Não cortei. Mas reduzi muito.” Murilo contou que, antes desse episódio, chegava a beber uma garrafa de gim ou de vodca em seus shows.
“O álcool dá uma sensação de liberdade, ele descontrai. Mas para o artista, a gente precisa lembrar que é o trabalho dele. Ele está sendo muito avaliado naquele momento e espera-se que, assim como em qualquer outro trabalho, a pessoa não esteja alcoolizada”, afirma a psicóloga Juliana Chiavassa.
“E, principalmente o álcool afeta a nossa cognição, nossa memória. Ele pode esquecer letra, pode desafinar, falar alguma coisa que sóbrio ele não teria coragem de falar. E a visibilidade que um artista tem é muito maior do que a de uma pessoa comum que está numa mesa com amigos. Então, a longo prazo, isso também pode ser muito prejudicial para a própria imagem”, completa a psicóloga.
Comprometimento de performance
O caso de Nattan exemplifica o tal comprometimento de performance. Na apresentação que gerou a polêmica, o artista teria cantado a música “Na Casa da Vizinha” dezenas de vezes. Nas redes sociais, há relatos de que ele não teria “conseguido cantar de tão bêbado”. E há também depoimentos de fãs dizendo que este já é um comportamento comum do cantor nos palcos.
“A gente tem que lembrar que o cantor está ali como profissional. Quem está se divertindo é o público. E às vezes, isso se mistura um pouco. O cantor entende que ali é um momento de festa, de entretenimento, inclusive para ele. E não é. Ali é o ambiente profissional dele”, afirma Thays Vaiano, fonoaudióloga especialista em voz.
“Contudo, a gente sabe que antigamente existia esse mito de ‘ah vou tomar um gole de conhaque e a minha voz melhora, eu fico melhor no palco’. Isso é uma inverdade, tomar qualquer tipo de bebida alcoólica não melhora a voz. Pelo contrário, piora.”
“Mas o álcool inibe um pouco o seu crivo e faz com que as pessoas se sintam mais soltas, menos inibidas. Então, isso faz com que eles se sintam às vezes mais confortáveis de exercer aquela função”, completa a fono.
Perda de inibição… e do controle da voz
Zé Neto e Cristiano; Bruno César e Rodrigo
Divulgação
O uso do álcool pode trazer a desinibição, mas junto com ela, o descontrole da voz. Thays Vaiano explica ao menos quatro formas que o álcool pode interferir na performance do artista:
Desidratação: como o álcool tem efeito diurético, ele retira a hidratação da região das cordas vocais e sofre com a perda de lubrificação. Como resultado:
maior esforço para cantar;
fadiga vocal;
A longo prazo, pode gerar lesão na prega vocal.
Perda de coordenação motora: isso também inclui toda a musculatura envolvida para cantar. O resultado:
desafinação;
dificuldade para controlar respiração;
erros de ritmo.
Menor percepção do esforço: o cantor perde a noção do volume da voz. E o resultado:
ele força mais a voz, gerando maior desgaste das estruturas envolvidas na fala e na produção de voz e do canto;
não atinge as notas desejadas;
aumenta risco de lesões.
Refluxo: o álcool é um dos principais desencadeadores do refluxo. E esse refluxo ácido que sai do estômago e chega na corda vocal, machuca a corda vocal. O resultado:
irritação das pregas vocais;
piora do desempenho.
Um tópico adicional aqui é que, em muitas vezes, a agenda do artista não deixa tempo suficiente para que ele se recupere destas pequenas lesões causadas no dia a dia. Com o tempo, os efeitos se acumulam e podem levar o cantor a uma situação cirúrgica.
“O álcool, por si só, não faz com que ele tenha que fazer uma cirurgia. Mas um uso prolongado de voz que não está muito boa, com algum tipo de lesão por muito tempo em cima fazendo esforço, faz com que a prega vocal sofra muito. E em alguns casos, isso faz com que eles tenham que que fazer algum tipo de reabilitação”, explica Thays Vaiano.
A fonoaudióloga Leny Kyrillos ainda completa que há diferença no consumo do álcool fermentado para o destilado. Ambos causam a desidratação e desencadeiam as questões já citadas. Mas o destilado ainda “provoca um efeito de pseudoanestesia: a pessoa força pra cantar, não sente, e quando passa o efeito, o estrago foi feito”.
Muito além do problema com a voz
Fã toma bebida na bota servida por Nattan no palco do Ribeirão Rodeo Music 2025 em Ribeirão Preto, SP
Érico Andrade/g1
Além dos problemas vocais, vale sempre lembrar que o hábito pode se tornar dependência.
“Se ele precisa do álcool para cantar, para exercer aquela profissão, ele tem algum problema que precisa de ajuda médica. Porque ele precisar do álcool para exercer aquela profissão já configura alcoolismo”, alerta a fonoaudióloga Thays Vaiano.
“Você só sobe no palco se tiver bebido? ‘Ah, não, mas eu só bebo uma latinha.’ Tá, mas senão você não consegue fazer o show? Você acha que o show é ruim? Isso já é uma dependência. Não necessariamente a pessoa tem que beber duas garrafas de vinho para parecer que que ela tá viciada. É o quanto álcool vai ocupando espaço na vida desse artista”, explica a psicóloga Juliana Chiavassa.
A psicóloga alerta ainda para o fato de alguns artistas sentirem a necessidade de consumir álcool para exercer atividades profissionais além do show, como participar de uma sessão de fotos, gravar ou compor. “Artisticamente, o que é que você faz da sua carreira sem a bebida? Esse é o ponto principal.”
A nova geração está mudando?
João Gomes no Derradeiro de Maio
Joana Lima
Não é de hoje que artistas consomem álcool nos palcos e bastidores. Bruno, dupla de Marrone, Leonardo e Zeca Pagodinho são alguns exemplos emblemáticos.
Mas os depoimentos recentes destes artistas mais jovens citando o impacto no palco podem significar uma mudança de padrão. Ou apenas o reflexo da fase em que os famosos mostram um pouco mais de sua “vida real”. Eles contam suas dores, fraquezas e batalhas sobre saúde mental.
“As pessoas hoje são mais esclarecidas, e grande parte já entende a necessidade de se cuidar. A voz é multifatorial, sofre o impacto de tudo o que afeta o nosso corpo, para o bem e para o mal”, afirma a fonoaudióloga Leny Kyrillos.
“Hoje há uma consciência maior, principalmente junto aos jovens, que em geral estão bebendo menos. Há uma maior procura e uma atenção maior na busca pela saúde e longevidade da voz.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Rock in Rio 2026: venda geral de ingressos começa nesta segunda-feira (8)


Sexto dia de Rock in Rio
Thaís Espírito Santo/g1
A venda geral dos ingressos para o Rock in Rio 2026 começa nesta segunda-feira (8), a partir das 19h, exclusivamente no site da Ticketmaster.
Na pré-venda, que aconteceu na terça-feira (2), os ingressos para todos os dias esgotaram em menos de duas horas. Nessa etapa, a compra de ingressos estava disponível apenas para associados Rock in Rio Club e Clientes Itaú.
O Rock in Rio acontece nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro de 2026, no Rio de Janeiro.
O ingresso custa R$ 870 (inteira), R$ 435 (meia-entrada) e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia.
A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado.
Entre os artistas convidados estão Elton John, Stray Kids, Avenged Sevenfold e Foo Fighters.
Veja os vídeos que estão em alta no g1
Veja a seguir todas as atrações já anunciadas:
Dia 4 de setembro
Palco Mundo
Foo Fighters
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Palco Sunset
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Detonautas convidam Biquini
Di Ferrero
New Dance Order
Steve Angello
Giu x Carola
Atkö
Cat Dealers
Espaço Favela
Rodrigo do CN
Hitmaker
GBZ7N
Palco Supernova
Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante
Palco Global Village
Giovana Moraes
Leela
Paulinho Moska
Dia 5 de setembro
Palco Mundo
Avenged Sevenfold
Bring Me The Horizon
MGK
Sepultura
Palco Sunset
Bad Omens
Poppy
Black Pantera convida Nervosa
Malvada convida Day Limns
New Dance Order
James Hype
Volkoder
Camina Jun x Eli Iwasa
Victor Lou
Espaço Favela
Major RD
Canto Cego
Quantum
Palco Supernova
Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
Palco Global Village
Korzus
Noturnall + Russell Allen
Rhegia
Dia 6 de setembro
Palco Mundo
Calvin Harris
Black Eyed Peas
Nelly
Barão Vermelho Encontro Formação Original
Palco Sunset
Ne-Yo
Jota Quest toca Tim Maia
BaianaSystem
Calema
New Dance Order
Meduza
Casa Bonita
Sofi Tukker
Espaço Favela
Xamã
Rael
Budah
Palco Supernova
João Gordo & Asteroides Trio
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório
Palco Global Village
Mohamed Ramadan
Mãeana
Bento Gil convida Flor Gil
Dia 7 de setembro
Palco Mundo
Elton John
Gilberto Gil
Jon Batiste
Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
Laufey
Péricles canta Motown
Roupa Nova convida Guilherme Arantes
Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
Fatboy Slim
Aline Rocha
Leo Janeiro & Simo Not Simon
Max Styler
Espaço Favela
Belo
Mart’nália
Tiee
Palco Supernova
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
Palco Global Village
João Bosco, homenageado do Global Village
Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
Wanda Sá
Dia 11 de setembro
Palco Mundo
Stray Kids
Alok – Keep Art Human
Hwasa
Nexz
Palco Sunset
Jamiroquai
PJ Morton
Os Garotin convidam Duquesa
Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order
Neelix & Vegas
Omiki
Departamento
Anna
Espaço Favela
MC Cabelinho convida TZ da Coronel
Puterrier & MC Carol
Caio Luccas
Palco Supernova
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
Palco Global Village
Soulidifield
Rio Bronx
Lambateria com Felix Robatto
Dia 12 de setembro
Palco Mundo
Maroon 5
Demi Lovato
J Balvin
Pedro Sampaio
Palco Sunset
Mumford & Sons
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira
Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum
Criolo, Amaro & Dino
New Dance Order
Alok Pres. Rave The World
Alok & Family – Ekanta, Swarup
Gabe
Adam Sellouk
Bhaskar
Espaço Favela
Timbalada
Priscila Senna
Soul de Brasileiro
Palco Supernova
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
Palco Global Village
Mestrinho
Hamilton de Holanda
Badi Assad
Dia 13 de setembro
Palco Mundo
Twenty One Pilots
Halsey
Lola Young
Ivete Sangalo
Palco Sunset
Zara Larsson
Marina Sena convida Céu
Joelma convida Viviane Batidão
Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order
John Summit
Roddy Lima
Illusionize
Dawn Patrol
Espaço Favela
Dennis
Suel
Marvvila
Palco Supernova
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena
Palco Global Village
Kynnie
Luci Alves
Haley Smalls

Fonte: G1 Entretenimento

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Tim Bernardes compõe e grava músicas novas enquanto fecha o ciclo do show do álbum ‘Mil coisas invisíveis’


Tim Bernardes revela no palco da casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ), que já grava músicas novas
Rodrigo Goffredo
♫ NOTÍCIA
♬ Tim Bernardes está compondo e gravando músicas novas. Quem deu a boa notícia foi o próprio artista na noite de hoje, domingo, 7 de maio, no palco da casa Vivo Rio, durante a última apresentação do show “Mil coisas invisíveis” no Rio de Janeiro (RJ), cidade onde a turnê nacional estreou em 24 de agosto de 2022.
O cantor, compositor e multi-instrumentista paulistano revelou estar ao mesmo tempo feliz pelas músicas novas e triste com a proximidade do fim do ciclo do show baseado no repertório do segundo álbum solo de Bernardes, “Mil coisas invisíveis” (2022) – há ainda apresentações agendadas em Brasília (DF), São Paulo (SP) e Recife (PE).
Ao fazer o balanço desse ciclo vitorioso, o artista também ressaltou o crescimento do público ao longo da turnê que já totaliza quatro anos. Expansão atestada pelo fato de Tim ter feito duas apresentações no Vivo Rio com casa cheia (os ingressos do show de ontem chegaram a se esgotar).
Alternando-se no violão, no piano e na guitarra, Tim Bernardes seguiu basicamente o mesmo roteiro da estreia do show – com uma ou outra mudança no repertório – ao longo de apresentação luminosa que durou duas horas sem que o cantor e instrumentista perdesse o fôlego e tampouco cansasse o público.
Entre as alterações do roteiro entre uma apresentação e outra no Rio de Janeiro (RJ), houve a inclusão de “Praga”, samba-canção composto por Tim Bernardes com Erasmo Carlos (1941 – 2022) e lançado por Alaíde Costa no álbum “O que meus calos dizem sobre mim” (2022).
Na grande interpretação de Tim Bernardes no show, “Praga” soou mais como samba do que como canção, sinalizando que a música cairia bem no canto altivo e dramático de Maria Bethânia, intérprete original do samba-canção “Prudência” (2021), presente no show de Tim desde a estreia nacional da turnê “Mil coisas invisíveis”.
Também presente no roteiro desde o primeiro show, a abordagem de “Soluços” (Jards Macalé, 1969) se confirmou um dos pontos mais altos do show pela interpretação do cantor entre toques distorcidos da guitarra do artista, um dos maiores talentos da música brasileira no século XXI.
Tim Bernardes se aproxima do fim da turnê do show ‘Mil coisas invisíveis’, em cena desde agosto de 2022
Rodrigo Goffredo

Fonte: G1 Entretenimento

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Jorge Aragão, Alcione e Zeca Pagodinho juntam sucessos no roteiro do show ‘O maior encontro do samba’


Jorge Aragão (à esquerda), Alcione e Zeca Pagodinho estreiam no Rio de Janeiro a turnê ‘O maior encontro do samba’
Guto Costa / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho seguiram previsível roteiro, inteiramente calcado em sucessos, na estreia nacional do show “O maior encontro do samba”. A turnê chegou à cena no Rio de Janeiro (RJ) – cidade natal de Aragão e Zeca, além de morada da maranhense Alcione desde 1967 – com apresentação que levou alardeadas 65 mil pessoas ao estádio carioca popularmente conhecido como Maracanã na noite de ontem, sábado, 6 de junho.
Com a adesão do convidado Martinho da Vila em bloco com hits do autor e intérprete de “Disritmia” (1974), Alcione, Aragão e Zeca abriram o show com o canto conjunto do samba “Mutirão de amor” (1983), parceria dos dois compositores com Sombrinha lançada na voz da cantora.
Contudo, na sequência do show, geralmente cada um cantou sozinho os próprios sucessos, entre alguns duetos e trios, mas com os três artistas permanecendo no palco o tempo todo.
Após a estreia no Maracanã, o show da turnê “O maior encontro do samba” seguirá para São Paulo (SP) em 20 e 21 de junho em rota que abarca cidades como Brasília (DF), Curitiba (PR), novamente São Paulo (SP), Porto Alegre (RS), Belo Horizonte (MG) e Salvador (BA), onde a excursão chegará ao fim em 19 de dezembro.
♪ Eis as 39 músicas do roteiro seguido em 6 de junho de 2026 por Alcione, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho na estreia nacional do show da turnê “O maior encontro do samba”:
1. “Mutirão de amor” (Sombrinha, Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, 1983)
2. “Você me vira a cabeça (Me tira do sério)” (Chico Roque e Paulo Sérgio Valle, 2001)
3. “Eu e você sempre” (Jorge Aragão e Flávio Cardoso, 2000)
4. “Verdade”(Nelson Rufino e Carlinhos Santana, 1996)
5. “Saudade louca” (Arlindo Cruz, Acyr Marques e Franco, 1989)
6; “A loba” (Paulinho Resende e Juninho Penalva, 2001)
7. “Já é” (Jorge Aragão e Flávio Cardoso, 2000)-
8. “Malandro” (Jorge Aragão e Jotabê, 1976)
9. “Maneiras” (Silvio da Silva, 1987)
10. “Estranha loucura” (Michael Sullivan e Paulo Massadas, 1987)
11. “As rosas não falam” (Cartola, 1984)
12. “Enredo do meu samba” (Jorge Aragão e Ivone Lara, 1984)
13. “Não sou mais disso” (Jorge Aragão e Zeca Pagodinho, 1996)
14. “O sol nascerá” (Cartola e Elton Medeiros, 1964)
15. “Faz uma loucura por mim” (Chico Roque e Sérgio Caetano, 2004)
16. “Lama nas ruas” (Almir Guineto e Zeca Pagodinho, 1986)
17. “Lucidez” (Jorge Aragão e Cleber Augusto, 1991)
18. “Sufoco” (Chico da Silva e Antonio José, 1978)
19. “Moleque atrevido” (Jorge Aragão, Flávio Cardoso e Paulinho Resende, 1998) –
20. “De Sampa a São Luís” (Jorge Aragão, Paulo César Feital e Flávio Cardoso, 1996)
21. “Gostoso veneno” (Wilson Moreira e Nei Lopes, 1979)
22. “Ogum” (Claudemir e Marquinhos PQD, 2008) /
23. “Oração de São Jorge” (Tema tradicional) /
24. “Minha fé” (Murilão, 1998)
25. “Canta, canta, minha gente” (Martinho da Vila, 1974) – Martinho da Vila
26. “Disritmia” (Martinho da Vila, 1974) – Martinho da Vila /
27. “Ex-amor” (Martinho da Vila, 1981) – Martinho da Vila
28. “Devagar, devagarinho” (Eraldo Divagar, 1995) – Martinho da Vila
29. “Mulheres” (Toninho Geraes, 1995) – Martinho da Vila
30. “Meu ébano” (Nenéo e Paulinho Resende, 2005)
31. “Identidade” (Jorge Aragão, 1992)
32. “Deixa a vida me levar” (Serginho Meriti e Eri do Cais, 2002)
33. “A voz do morro” (Zé Kétti, 1955)
34. “Não deixe o samba morrer” (Edson Conceição e Aloísio Silva, 1975)
35. “Camarão que dorme a onda leva” (Arlindo Cruz, Beto Sem Braço e Zeca Pagodinho, 1983) /
36. “Bagaço da laranja” (Arlindo Cruz e Zeca Pagodinho, 1985) /
37. “Quando eu contar (Iaiá)” (Serginho Meriti e Beto sem Braço, 1986) /
38. “Coração em desalinho” (Monarco e Ratinho, 1986)
39. “Vou festejar” (Jorge Aragão, Dida e Neoci, 1978)

Fonte: G1 Entretenimento

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Guilherme Arantes agenda para agosto show ‘all-star’ em tributo ao guitarrista Luiz Carlini, falecido há um mês


Luiz Carlini (1952 – 2026) tem legado celebrado em show coletivo idealizado por Guilherme Arantes
Reprodução / Facebook Guilherme Arantes
♫ NOTÍCIA
♬ Guilherme Arantes foi profundamente tocado pela morte do guitarrista e compositor paulistano Luiz Carlini (31 de agosto de 1952 – 7 de maio de 2026), falecido há exatamente um mês, aos 73 anos.
Decidido a celebrar o legado desse guitar hero do rock brasileiro, integrante da banda arregimentada por Arantes para o show da corrente turnê “50 anos luz”, o artista idealizou tributo all-star a Carlini. A celebração está agendada para 27 de agosto – quatro dias antes do 74º aniversário do guitarrista – em show no Espaço Unimed, em São Paulo (SP), cidade natal de Arantes e de Carlini. A intenção é convidar para o espetáculo guitarristas influenciados por Carlini, caso de Roberto Frejat.
Assistente de palco do grupo Os Mutantes, Luiz Carlini começou a fazer história no rock do Brasil quando fundou em 1973 a banda Tutti Frutti. O grupo paulistano ancorou Rita Lee (1947 – 2023) após a turbulenta saída da cantora dos Mutantes. Lançado em 1975, com a canção “Ovelha negra” no repertório, o segundo dos quatro álbuns da banda com Rita, “Fruto proibido”, é o marco dessa fase áurea de Carlini parceiro de Rita em vários sucessos.
Um dos hits do álbum “Fruto proibido”, o rock “Agora só falta você” (1975) é a música mais conhecida da parceria de Carlini com Rita, com quem o guitarrista também compôs “Lá vou eu” (canção feita em 1975 para a trilha sonora da novela “O grito”), “Com a boca no mundo” e “Corista de rock”, entre outras músicas.
Mestre de guitarristas como Andreas Kisser e o supracitado Frejat, Carlini criou imprimiu personalidade no toque da guitarra Gibson Les Paul, delineando a sonoridade do grupo Tutti Frutti e criando assinatura própria entre o blues-rock e o hard rock, geralmente priorizando os solos melódicos e os fraseados aliciantes em detrimento de demonstrações técnicas de virtuosismo.
Admirador do estilo de Luiz Carlini, Guilherme Arantes contou com o toque do guitarrista em álbuns como “Coração paulista” (1980).

Fonte: G1 Entretenimento