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‘Mestres do Universo’ abraça cafonice de He-Man em aventura ridícula e divertida; g1 já viu


Para a surpresa de muita gente, depois de alguns trailers de qualidade duvidosa e da ideia questionável de atualizar uma franquia um tanto ultrapassada de heróis dos anos 1980, “Mestres do Universo” é um bom filme.
É divertido, é colorido, é engraçado e é ridículo – muito ridículo, tal qual o desenho que inspirou a nova adaptação, mais de quatro décadas depois de seu lançamento original.
O “novo filme do He-Man”, que estreia nesta quinta-feira (4) nos cinemas brasileiros, prova que a grande força do boneco megamusculoso sempre foi mesmo abraçar a cafonice de seu corte de cabelo chanel e rir de si mesmo.
Com um diretor experiente no gênero e um elenco recheado de ótimas surpresas, como a melhor atuação de Jared Leto talvez desde “Clube de compras Dallas” (2013), “Mestres do Universo” faz um ótimo trabalho para apresentar os personagens a uma nova geração.
Resta saber se alguém vai querer ver, de fato.
Assista ao trailer de ‘Mestres do Universo’
Em um nível nem tão superficial assim, o filme lembra muito o malfadado “Dungeons & Dragons: Honra entre rebeldes” (2023), que também modernizou uma franquia nascida nos brinquedos e esquecida nos cinemas, conquistou a crítica e o público que o assistiu – e que no fim fracassou de forma retumbante nas bilheterias.
A comparação é inevitável já que, assim como seu primo distante de espírito, o novo He-Man é colorido, honra o material original muito mais do que deveria e não se leva a sério. A ponto de arriscar alienar os fãs da animação original, que podem ter outra versão dos bárbaros e monstros parrudos construída pelos anos na memória afetiva.
Ao mesmo tempo, em uma época em que o auge dos filmes de super-heróis parece passado, o maior desafio do bombado de shortinho de gladiador é mesmo convencer espectadores gen Z e gen alpha a comprarem ingressos.
Nicholas Galitzine em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação
Origem bem-feita
Se ninguém aguenta mais histórias de origem, “Mestres do Universo” pelo menos é uma história de origem bem-feitinha.
Nela, o príncipe exilado (Nicholas Galitzine) de um planeta distante precisa encontrar uma espada lendária para voltar para casa e derrotar um vilão megalomaníaco (Leto) e inseguro com cara de caveira.
Claro, assim como outros exemplares do gênero, demora a mostrar o protagonista em toda a sua glória ou a exaltar os seus bordões famosos – e ainda comete o pecado de levá-lo para a Terra, uma ideia que historicamente dá muito mais errado do que certo.
Mas o filme faz funcionar, por mais que toda a sequência inicial com a infância do herói seja um pouco sofrível.
Grande responsável por isso é Galitzine (“Uma ideia de você”), que dá credibilidade ao ridículo da premissa e aos poderes absurdos do personagem com um timing invejável para o humor.
Do outro lado, Leto se esbanja com os trejeitos caricatos do antagonista esquelético e, mesmo escondido atrás de um rosto criado por computação gráfica, relembra porque já foi um dos atores mais promissores de sua geração.
Jared Leto como o Esqueleto em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação
He-Mannaissance?
Com a excelente animação em stop motion “Kubo e as cordas mágicas” (2016) e o competente “Bumblebee” (2018) no currículo, o diretor Travis Knight era o maior – e talvez único – motivo para ter um pouco de esperança.
Por sorte, o cineasta entrega a sensibilidade necessária para que “Mestres do Universo” funcione, com o olhar de fã necessário para um autor que não se preocupa com o que os demais admiradores do desenho vão pensar.
Junto do roteirista Chris Butler, antigo parceiro de Knight que assinou a trama com base em versões anteriores de outras pessoas, ele mistura referências que vão além da animação, como os inúmeros memes que sustentam os personagens ao longo dos anos, e uma mensagem atualizada para um novo público.
No meio, ainda encontrou espaço para dar uma justificativa complemente aceitável para os nomes abobados dos personagens, como Aríete (Jon Xue Zhang) e Mekaneck (James Wilkinson).
Mais do que tudo, o filme também ostenta uma leveza que representa o verdadeiro espírito da franquia nos anos 1980.
Idris Elba, Nicholas Galitzine e Camila Mendes em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação
Por fim, é obrigatório exaltar a trilha sonora de Daniel Pemberton. Junto ao seu trabalho no incrível “Devoradores de estrelas”, de março, o compositor dos dois “Aranhaverso” se firma cada vez mais como um dos mais empolgantes do cinema atual.
“Mestres do Universo” é uma má ideia que não tinha o menor direito de dar certo. Contra tudo e contra todos – e com uma boa ajuda de escolhas certeiras em elenco e equipe –, de alguma forma funciona.
Se novas gerações chegarem a assistir, pode ser o começo de um He-Mannaissance (um Renascimento do herói, se preferirem). Mas é preciso que alguém esteja disposto a dar uma chance para um bárbaro de tanguinha de couro em pleno 2026.

Arte/g1
Nicholas Galitzine em cena de ‘Mestres do Universo’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Por que a maior parada LGBT+ do mundo está com problemas de investimento?


Parada LGBT+ na avenida Paulista, em SP
Reprodução
A Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, que ostenta o título de maior do mundo pelo Guinness Book, sofreu uma redução de 60% em seu orçamento privado para a edição de 2026, que acontece no próximo domingo (7), na Avenida Paulista.

O esvaziamento financeiro ocorre justamente na edição comemorativa de 30 anos do evento: o total de marcas patrocinadoras caiu de 11, em 2025, para 9 este ano.
A retração comercial contrasta com o impacto econômico do evento. No ano passado, o circuito reuniu 50 mil pessoas, segundo o Centro Brasileiro de Análise e Planejamento (Cebrap), e injetou R$ 548,5 milhões na economia da capital paulista, de acordo com dados da Associação Comercial de São Paulo (ACSP).
Agora no g1
O que pode explicar a debandada das marcas
De acordo com a organização da Parada e analistas de mercado, a redução dos investimentos privados já estava desenhada devido à falta de contratos de longo prazo e a uma visão estritamente comercial das empresas, que enxergam o público LGBT+ apenas como consumidores sazonais.
Nos bastidores, as justificativas apresentadas pelas marcas para negar o patrocínio em 2026 dividem-se em cinco pilares principais:
1. O avanço da agenda ‘anti-woke’ global
O fortalecimento de um movimento conservador global, intensificado internacionalmente após a vitória de Donald Trump nas eleições presidenciais dos Estados Unidos, atua como um espelho para o mercado brasileiro.
O termo norte-americano “woke” — originalmente associado à conscientização sobre injustiças sociais — passou a ser utilizado por correntes de direita como crítica pejorativa ao progressismo.
Nos EUA, marcas como Target, Bud Light e Ford sofreram boicotes massivos de consumidores após campanhas de apoio à comunidade LGBT+.
Com receio de retaliações e linchamentos virtuais semelhantes no Brasil, diretorias de multinacionais recuaram nos investimentos públicos em diversidade.
A Disney é uma das principais empresas acusadas de ser woke.
GETTY IMAGES via BBC

2. Rejeição ao teor político do tema
A organização ouviu de marcas que o tema escolhido para a edição histórica deste ano — “30 Anos Parada SP: A rua convoca, a urna confirma” — afastou investidores.
Muitas empresas alegaram que não gostariam de atrelar suas identidades institucionais a um mote considerado “muito político” ou eleitoral.
Manifestantes anti-LGBT marcham pelas ruas durante um protesto exigindo medidas mais rigorosas em Dakarem 14 de fevereiro de 2026
REUTERS/Zohra Bensemra/Foto de Arquivo
3. Orçamento espremido por Eleições e Copa
Empresas que abandonaram o circuito também justificaram a ausência alegando que 2026 é um ano dividido entre eleições municipais e a Copa do Mundo, o que acabou por descentralizar e apertar o budget (orçamento) de marketing e comunicação voltado para eventos de massa.
Servidor municipal de Guarujá (SP) foi excluído do grupo de trabalho no WhatsApp após posts em alusão ao Dia do Orgulho LGBT+
Redes Sociais
4. Migração para a verba de ESG
Outra mudança apontada pelo mercado é que a quantia antes destinada especificamente para causas e eventos LGBT+ (a chamada “verba pride”) foi extinta em várias companhias e absorvida pelos fundos gerais de ESG (sigla ambiental, social e de governança).
A organização critica a mudança, defendendo que esses valores deveriam fazer parte do montante principal que as empresas investem em mídia e publicidade, dado o retorno de visibilidade que o evento entrega.
Milhares marcham por direitos LGBT+ na Hungria, mesmo após proibição
Bernadett Szabo/Reuters
5. Ofensiva legislativa
No cenário nacional, casas legislativas capitaneadas por frentes conservadoras e evangélicas passaram a articular projetos de lei para proibir a presença de crianças e adolescentes em manifestações da comunidade LGBT+, sob a justificativa de “proteção da infância”.
Em São Paulo, propostas dessa natureza tramitam na Câmara Municipal e na Assembleia Legislativa (Alesp).
Família LGBT+ participa da Parada do Orgulho na Avenida Paulista neste domingo (22), no Centro de São Paulo.
Luiz Gabriel Franco/g1
LEIA TAMBÉM: ‘Vai ter criança, sim’, afirma presidente da Parada LGBT+ sobre projeto de lei que proíbe menores de idade no evento em SP
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🏳️‍🌈As marcas que saíram do circuito
Parada LGBT+ levou multidão à avenida Paulista, em SP
Miguel Schincariol/AFP
Um levantamento realizado pelo g1 nos contratos comerciais do evento entre 2022 e 2026 revela o tamanho da retração comercial.
Grandes marcas que carimbavam o circuito recentemente, como Vivo, Terra, Burger King, Smirnoff, Pinterest e a rede de cosméticos Sephora, deixaram o evento.
Veja a evolução das marcas parceiras entre 2022 e 2026:
2022: 15 marcas – Terra, Smirnoff, Burger King, Amstel, Mercado Livre, Jean Paul Gaultier, Vivo, Accor, Avon, Doritos, Laboratório LAIS, Philip Morris, British Council, Agência FOME e Pevi 56.
2023: 16 marcas – Smirnoff, Terra, Vivo, Amstel, Mercado Livre, L’Oréal Groupe, Burger King, Philip Morris Brasil, 3M, Kellogg’s, Accor, Banco do Brasil, Pantene, Microsoft, Zurich e Warner Music Group.
2024: 14 marcas – Amstel, Terra, Vivo, L’Oréal Groupe, Philip Morris Brasil, 3M, Burger King, British Council, Accor (ALL), Zurich, TV Globo, Agência FOME, Climatempo e Warner Music Brasil.
2025: 11 marcas – Amstel, L’Oréal Groupe, Sephora, Vibes, Smirnoff, Philip Morris Brasil, Team, Zurich, Sympla, Pinterest e Accor (ALL).
2026: 9 marcas – Amstel, Grupo L’Oréal no Brasil, Philip Morris Brasil, Camarote Pride, Camarote Paulista, Sympla, Accor e Zurich.
Para entender o peso dessa queda, vale destacar que o financiamento da Parada LGBT+ de São Paulo por empresas privadas é estruturado por meio de um livro de cotas comerciais, dividido entre patrocinadores máster, copatrocinadores e cotas de apoio.
Para que uma marca tenha o direito de colocar um trio elétrico exclusivo na avenida ela precisa obrigatoriamente adquirir uma cota de patrocínio ou copatrocínio.
As demais participações entram como apoio ou ativações pontuais em camarotes.

O argumento ‘esse dinheiro poderia estar indo para a Saúde’
Casal se beija na Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, realizada no domingo (11) na Avenida Paulista
Fábio Tito/g1
A organização também esclarece o funcionamento das verbas públicas destinadas ao evento.
A Prefeitura de São Paulo arca exclusivamente com a infraestrutura de rua da Parada, o que inclui itens como gradis, banheiros químicos e postos médicos.
Esse montante é previamente estabelecido na Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) aprovada no ano anterior, fazendo parte do calendário oficial de turismo da capital, o que significa que o repasse não interfere e nem retira verbas de áreas como saúde ou educação.
Toda a operação artística, logística e a contratação dos trios elétricos ficam sob a responsabilidade financeira da associação.
‘Pinkwashing’ e o debate sobre coerência
Trisal celebra a 29ª Parada do Orgulho LGBT+ de São Paulo, na Avenida Paulista.
Luiz Gabriel Franco/g1
A diretoria da APOLGBT-SP ressalta que a cobrança em relação às marcas não é por “esmola”, mas sim por coerência de discurso, combatendo a prática do pinkwashing.
O termo, neste contexto, define empresas que utilizam a estética do arco-íris em campanhas publicitárias para lucrar, mas não realizam investimentos reais na comunidade.
“O mercado aprendeu a monetizar o arco-íris sem investir proporcionalmente na comunidade LGBT. A diversidade não pode ser apenas uma campanha de junho, tem que ser o ano todo. Não pode ser apenas pontualmente em um ano, tem que ser um compromisso a longo prazo. Em 30 anos, eu esperava que o apoio das marcas que já estiveram com a gente fosse ainda maior, e não que tivesse declinado”, lamentou Nelson Pereira, presidente da APOLGBT-SP.
O argumento é referendado pelo Observatório da Diversidade na Publicidade (ODP), entidade setorial formada por um grupo de 26 agências de publicidade focada em acelerar a inclusão de grupos sub-representados no mercado brasileiro de comunicação.
“A diversidade viveu um momento de maior visibilidade, mas todos os envolvidos com a pauta sempre souberam que esse espaço não era garantido ou permanente. Todo avanço significativo traz uma reação conservadora, que é o momento atual. O que precisamos é melhorar a articulação para transformar essas relações em parcerias duradouras, que vão além do interesse comercial.”
🎤Parada mantém programação com apoio de artistas
A cantora Pabllo Vittar durante a 27ª Parada do Orgulho LGBT+, neste domingo (11), na Avenida Paulista em São Paulo (SP).
MARCELO OLIVEIRA MARÇO/ESTADÃO CONTEÚDO
Manter a estrutura da Parada exige um alto custo operacional. O valor médio para colocar um único trio elétrico na rua varia entre R$ 40 mil e R$ 85 mil.
Para garantir o desfile dos 14 trios elétricos previstos para este domingo sem o montante ideal de patrocínio, a organização contou com o apoio de dezenas de atrações musicais que abriram mão de seus cachês tradicionais ou aceitaram se apresentar recebendo apenas ajuda de custo para despesas operacionais.
A lista de artistas confirmados inclui Pepita, DJ Diveras, Diego Martins, Dornelles, MC Soffia, Zumbicore, Jup do Bairro, Boombeat, Bixarte, Isma, Katy da Voz e As Abusadas, e MC Trans.
Na última quinta-feira (28), a Amstel, que se manteve como patrocinadora oficial do evento, anunciou também a inclusão dos shows de Pabllo Vittar e Urias na programação da Avenida Paulista, após o fechamento das negociações com a marca.
A expectativa de público é de 2 milhões de pessoas.

Fonte: G1 Entretenimento

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Cantor e compositor Gilson deixa mais do que ‘Casinha branca’ de herança para a música brasileira ao morrer aos 73 anos


Gilson Vieira da Silva (1952 – 2026) é o autor de sucessos como ‘Verdade chinesa’ e ‘I love you baby’, além de ‘Casinha branca’
Divulgação
♫ OBITUÁRIO
♬ É natural que todos os obituários do cantor e compositor potiguar Gilson Vieira da Silva (1º de agosto de 1952 – 30 de maio de 2026) tenham destacado a canção “Casinha branca” no título.
Lançada na voz de Gilson em single de 1979 e amplificada na trilha sonora da novela “Marrom glacê”, exibida pela TV Globo naquele ano, “Casinha branca” é singela, bucólica e confessional canção que atravessa gerações desde que foi apresentada há 47 anos, tendo merecido regravações de Fábio Jr., Maria Bethânia, Roberta Campos, Neguinho da Beija-Flor, Michael Sullivan, José Augusto e Altemar Dutra (1940 – 1983), entre outros nomes.
Contudo, como compositor, Gilson – artista morto no sábado, 30 de maio, aos 73 anos, no distrito de Boa Família, em Muriaé (MG), de causas não reveladas pela família – deixa mais do que “Casinha branca” de herança para a música brasileira.
Com o parceiro Joran Ferreira da Silva, coautor de “Casinha branca”, Gilson compôs dois sucessos para a cantora Adriana, “I love you baby” (1986) – um dos maiores hits radiofônicos de 1987 – e “Combinado assim” (1988). Já Peninha lançou em 1988 “Seu jeito de amar”, música da dupla que ganharia registro posterior de Maria Bethânia em álbum ao vivo editado em 2002.
Em parceria com Carlos Colla, Gilson compôs o samba “Verdade chinesa”, grande sucesso de 1990 na voz do cantor Emílio Santiago (1946 – 2013). A lista de parceiros de Gilson também incluiu Ed Wilson (1945 – 2010), Prêntice (1956 – 2005) e Ronaldo Bastos – trio com o qual o artista compôs a canção “Não diga nada”, hit radiofônico de 1985.
Mesmo assim, é inegável que o nome de Gilson fica imortalizado sobretudo como o autor e intérprete de “Casinha branca”, música ao qual o cantor soube imprimir a devida melancolia entranhada nos versos da canção.

Fonte: G1 Entretenimento

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Virgínia desabafa após ser xingada no Maracanã: ‘Me senti acuada’


A influenciadora Virgínia Fonseca durante seu depoimento na Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) das Bets, que investiga irregularidades em apostas online, no Senado, em Brasília, nesta terça-feira, 13 de março de 2025.
WILTON JUNIOR/ESTADÃO CONTEÚDO
A influenciadora Virgínia Fonseca publicou um longo desabafo nesta segunda-feira (1º) após ser xingada no jogo entre Brasil e Panamá no Maracanã, realizado no domingo (31).
Após o primeiro gol do Brasil, marcado por Vinicius Jr., a torcida brasileira começou a xingar Virgínia, que estava no estádio.
O atleta e a influenciadora tiveram um relacionamento de seis meses que chegou ao fim no dia 15 de maio.
No texto publicado em seu perfil no Instagram, a Virgínia disse que se sentiu “acuada” com as ofensas e que sempre se sentiu julgada, seja no âmbito pessoal ou profissional.
“Eu estava pensando esses dias… E sabe de uma coisa? Eu também me canso. Eu também tenho dias em que dói. Mas eu me reconstruo. E percebi que uma das maiores lições que a vida me ensinou até hoje foi que as pessoas sempre vão ter uma opinião sobre você. E, na maioria das vezes, isso diz muito mais sobre elas do que sobre você”, escreveu.
“Mas ontem aconteceu algo e eu senti uma coisa diferente. Me senti acuada. Talvez uma das sensações mais ruins que já senti. E isso tudo sem ter feito absolutamente nada. E aí eu entendi uma coisa. Vai ser sempre assim.’
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Fonte: G1 Entretenimento

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Taylor Swift anuncia música inédita para ‘Toy Story 5’


Taylor Swift no Grammy 2025
Jordan Strauss/Invision/AP
A cantora Taylor Swift anunciou nesta segunda-feira (1º) uma parceria com a Disney Pixar para o lançamento de “I Knew It, I Knew You”, música inédita que fará parte da trilha do filme “Toy Story 5”.
A nova canção da diva pop chegará às plataformas de streaming nesta sexta-feira (5)
Nas últimas semanas, a conta oficial da Pixar no Instagram divulgou uma série de imagens de outdoors com a sigla TS por cidades dos Estados Unidos.
Agora no g1
Em postagem na sua conta oficial, a cantora falou sobre sua relação com o filme e deu mais detalhes sobre seu processo criativo para canção.
“Sempre sonhei em compor para esses personagens que amo desde quando eu era uma criança com 5 anos, assistindo ao primeiro ‘Toy Story’. Me apaixonei na primeira vez que tive a sorte de assistir ‘Toy Story 5’ e compus essa música assim que cheguei em casa depois da exibição”, disse.
Na sequência da amada franquia, Woody, Buzz Lightyear e o restante da turma precisam lutar pela atenção das crianças, que estão cada vez mais imersas em tablets e smartphones, deixando os brinquedos tradicionais de lado no fundo do baú. A história terá uma nova “vilã”: um tablet chamado Lilypad.
O filme estreia nos cinemas brasileiros no dia 18 de junho de 2026.
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Fonte: G1 Entretenimento

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Martinho da Vila e Mart’nália cantam mais separados do que juntos ao longo do roteiro do show da turnê ‘Pai e filha’


Martinho da Vila e Mart’nália em momento afetuoso da estreia do show da turnê ‘Martinho & Mart’nália – Pai e filha’ na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro
Patrick Gomes / Divulgação
♫ OPINIÃO
♬ Por ter viagem programada para São Paulo (SP) no fim de semana, não pude assistir no sábado, 30 de maio, à estreia do show da turnê “Martinho & Mart’nália – Pai e filha” em apresentação na casa Vivo Rio, no Rio de Janeiro (RJ). A turnê chegou à cena calcada no marketing de reunir pela primeira vez Martinho da Vila com a filha Martn’ália – de igual para igual – em um espetáculo.
No entanto, conforme roteiro que me foi enviado por amigo da coluna, Martinho da Vila e Mart’nália cantam mais separados do que juntos ao longo do show. O roteiro totaliza 50 músicas dispostas em 37 números, incluindo na conta os dois números instrumentais feitos pelo acordeonista Kiko Horta. Desses 37 números, somente dez são duetos de pai e filha.
Contudo, esse desequilíbrio na balança não foi surpresa. Ninguém foi enganado. Reportagens sobre a turnê já informavam que o show previa um set solo de Mart’nália e outro de Martinho da Vila entre números conjuntos. Particularmente, sempre achei baixo o teor de novidade da turnê desde o anúncio do show. Afinal, Martinho e Mart’nália sempre dividiram palcos e estúdios desde que o samba é samba.
A ênfase no fato de “Pai e filha” ser a última turnê de Martinho da Vila, atualmente com 88 anos, também sustentou a ação de marketing orquestrada para promover o show, que seguirá para Campina Grande (PB), Brasília (DF), São Paulo (SP), Belo Horizonte (MG), Fortaleza (CE), Recife (PE) e Salvador (BA), entre julho e outubro, antes de retornar para a cidade do Rio de Janeiro (RJ) com duas apresentações na Arena Jockey Brava em 14 e 15 de novembro.
Pode ser que seja mesmo. Mas Martinho da Vila é artista tão inquieto que acredito que seguirá em cena enquanto tiver saúde para subir ao palco. Para felicidade geral da nação.
♪ Eis o roteiro seguido por Martinho da Vila e Mart’nália em 30 de maio de 2026 na estreia nacional do show da turnê “Martinho & Mart’nália – Pai e filha” na casa Vivo Rio, na cidade do Rio de Janeiro (RJ):
Mart’nália
1. “Pra Mart’nália”
2. “Pé do meu samba”
3. “ Don’t worry, be happy”
4. “Casa um da Vila” / “Tiro ao Álvaro”
5. “Maracangalha”
6. “Formosa”
7. “Mas quem disse que eute esqueço” / “Acreditar” / “Sorriso negro”
8. “Coração radiante”
9. “Clínica geral”
10. “Cheia de manias”
11. “Cabide”
12. “Pra que chorar”
13. “Entretanto”
14. “Chega”
15. “Água de chuva no mar”
Mart’nália e Martinho da Vila
16. “ Tom maior”
17. “Quem é do mar não enjoa” / “Saideira” / “Segure tudo”
Martinho da Vila
18. “Meu laiá raiá”
19. “Grande amor”
20. “No embalo da Vila” / “Renascer das cinzas”
21. “Disritmia”
22. “Ex-amor”
Kiko Horta (instrumental)
23. “O ovo” / “Eu só quero um xodó” / “Asa branca”
24. “Feira de mangaio”
Martinho da Vila
25. “Devagar, devagarinho”
26. “O pequeno burguês” / “Pra que dinheiro” / “Canta, canta, minha gente”
27. “Batuque na cozinha” / “Patrão, prenda seu gado” / “Pelo telefone”
28. “Mulheres”
29. Martinho da Vila e Mart’nália
30. “O teu chamego”
31. “Feitiço da Vila”
32. “Casa de bamba”
33. “Festa de umbanda”
34. “Semba dos ancestrais” / “Muadiakime”
35. “Roda ciranda”
36. “Madalena do Jucu”
Bis
37. “Kizomba, festa da raça”

Fonte: G1 Entretenimento

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Letra sobre ‘bomba de cavalo’ e clipe em que vira ‘aberração’: o projeto musical cancelado por Leo Stronda


Leo Stronda cancela projeto de ‘músicas maromba’ após morte de Gabriel Ganley: ‘Preciso mudar minhas atitudes’
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O cantor e influenciador Leo Stronda, de 33 anos, anunciou o cancelamento definitivo de seu projeto musical focado no estilo de vida “maromba” para o restante do ano de 2026.
A decisão, motivada pela morte do fisiculturista Gabriel Ganley, foi comunicada em um vídeo publicado nas redes sociais no último domingo (31).
Até o momento, duas faixas haviam sido lançadas pelo cronograma, em março e abril.
No pronunciamento, Stronda afirmou estar arrependido de ter incentivado o amigo a usar esteroides anabolizantes, pediu desculpas a Deus e revelou que Ganley participaria da gravação de um novo videoclipe seu no mesmo dia em que o jovem foi encontrado morto.
O novo projeto
A série de lançamentos teve início em março com a faixa “Segue o líder”, música em que Gabriel Ganley faz uma aparição treinando ao lado de outros influenciadores e atletas do meio maromba.
Gabriel Ganley no clipe da música ‘Segue o Líder’, de Leo Stronda.
YouTube
A letra traz versos que exaltam a alta performance no esporte:
Acordei mais forte, acionei meus aliados
A carga vai subir com o treino mais pesado
Animal de grande porte, tô suplementado
Pioneiro desde sempre líder de mercado.
Letras sobre ‘bomba de cavalo’
Leo Stronda no clipe de “Clenbuterol”. Os comentários foram desativados.
YouTube
Em 1º de abril de 2026, Stronda deu sequência ao cronograma com a faixa “Clenbuterol”.
O título faz referência direta a um fármaco de uso veterinário comumente desviado para fins estéticos e queima de gordura.
A letra da música aborda abertamente o uso de substâncias e a ausência de efeitos colaterais perceptíveis:
Cada dia mais seco
Cortando igual cerol
Feromônio exalando
E treinando como animal
Todo mundo perguntando ‘o que é que houve com esse cara?’
Ele tá tomando tudo
E não tem colateral
Os comentários do vídeo no YouTube, que já acumula mais de 200 mil visualizações, foram desativados.
Transformação em ‘aberração’
O clipe ultrapassa apresenta uma narrativa visual, no mínimo, problemática.
Na história, Stronda interpreta um veterinário e fazendeiro que pratica “alquimia” com animais até descobrir uma fórmula milagrosa de cor verde.
O composto eleva drasticamente o desempenho de cavalos em corridas e gera um aumento expressivo nos músculos dos animais.
Leo Stronda se transforma em um cavalo no clipe de “Clenbuterol”, que ultrapassa 250 mil visualizações.
YouTube
Ele descobre uma fórmula milagrosa de cor verde que eleva drasticamente o desempenho de cavalos em corridas e torneios, além de gerar um aumento expressivo em seus músculos.
A situação sai do controle e ele passa a ser perseguido e capturado por uma repartição secreta do governo, que inicia testes tecnológicos com a fórmula para criar o que o roteiro descreve como uma “besta, uma aberração entre homem e animal”.
O material audiovisual exibe um aviso formal de que o produto retratado é de uso exclusivo animal, contraindicado para o consumo humano, e reforça que a obra trata-se de mera ficção.
Aviso colocado ao final do clipe de ‘Clenbuterol’, música que fala sobre uso de de remédio veterinário frequentemente desviado para fins estéticos de queima de gordura.
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Discografia já mencionava o ‘veneno’ antes
A abordagem de anabolizantes não é inédita na discografia do ex-integrante do Bonde da Stronda.
Em 2020, o artista já havia lançado o single “Veneno”, cujo teor explora diretamente o consumo de compostos químicos no fisiculturismo:
Faço o que eu quero
Tomo o que eu quero
Treino o que eu quero
O segredo eu não entrego (…)
De longe até parece que a gente é louco
Se a dose tá alta, eu quero mais um pouco
Depois desse pigarro eu fiquei mais rouco
O que corre na minha veia é sangue de monstro.
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‘Foi uma fatalidade’, diz mãe do fisiculturista Gabriel Ganley, morto aos 22 anos
Quem era o fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, que morreu em SP
‘Trap de maromba’
Bonde da Stronda
Divulgação / assessoria
Reconhecido nacionalmente por sua trajetória na música como vocalista do grupo Bonde da Stronda (do qual fez parte até 2023), o artista vinha conciliando a carreira de criador de conteúdo fitness com o retorno aos “palcos”.
Mais recentemente, Stronda costumava se apresentar em eventos e inaugurações de academias performando as novas faixas, que misturam sonoridades de trap e phonk e vinham sendo divulgadas como um “combustível para treinar”.
Cantor defende músicas: ‘Nem todas falavam sobre anabolizantes’
Leo Stronda se arrepende de incentivar esteroides a Ganley e alerta faz alerta contra insulina
Redes sociais
Nas redes sociais, Leo Stronda publicou um pronunciamento admitindo estar arrependimento por ter incentivado o uso de esteroides anabolizantes ao jovem e fez um alerta sobre o uso de insulina no meio esportivo.
Com a perda do amigo, o artista confirmou mudanças radicais em seu calendário e em sua linha editorial de lançamentos.
“Eu tava esperando ele para gravação de um clipe de uma música minha. Fiquei devastado na hora. Eu tinha um projeto de lançar uma música por mês este ano de 2026. Músicas de maromba. Eu cancelei esse projeto já. Nem todas as músicas de maromba falavam sobre [anabolizantes]. Mas preciso mudar minhas atitudes”, desabafou o cantor.

Fonte: G1 Entretenimento

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Hit de Fábio Jr. em 1988 ecoa na trilha da novela ‘Quem ama cuida’ em novo capítulo da história do cantor com a TV


Fábio Jr. tem a música ‘Caça e caçador’ veiculada em cenas da novela ‘Quem ama cuida’, atração da TV Globo às 21h
Pedro Dimitrow / Divulgação
♫ MEMÓRIA
♬ Em rotação pelo Brasil desde novembro de 2023 com a turnê “Bem mais que os meus 20 e poucos anos”, Fábio Jr. sempre incluiu a música “Caça e caçador” no roteiro desse show retrospectivo, idealizado para celebrar os 70 anos do artista. Até porque a música – parceria do compositor e produtor norte-americano Erich Bulling com o letrista Claudio Rabello – é um hit incrustado na memória afetiva dos seguidores do cantor, compositor e ator paulistano desde que Fábio lançou a gravação original de “Caça e caçador” no álbum “Vida”, de 1988.
Contudo, agora há razão adicional para “Caça e caçador” ganhar lugar especial no roteiro da turnê. É que a música tem sido veiculada na trilha sonora da novela “Quem ama cuida”, estreada pela TV Globo em 18 de maio no horário das 21h. Quando “Caça e caçador” tocou em cena do casal protagonista Pedro (Chay Suede) e Adriana (Letícia Colin), a trilha da novela soou deliciosamente vintage para quem acompanhou essa fase pop da discografia de Fábio Jr. a partir de 1984.
Nascido em novembro de 1953, Fábio Corrêa Ayrosa Galvão lançou três álbuns pela gravadora Som Livre, entre 1979 e 1982, com repertório majoritariamente autoral e com emoções reais no canto e nesse cancioneiro de lavra própria. Só que, em 1984, Fábio Jr. assinou com a CBS, gravadora que enquadrou o repertório do cantor na moldura pop do mercado da época. O efeito comercial foi imediato, com Fábio emplacando sucessivas músicas nas rádios e programas de TV.
Foi quando o cantor passou a dar voz a músicas criadas por compositores estrangeiros habituados a seguir a fórmula industrializada do pop radiofônico, colecionando sucessos de apelo indiscutível. “Caça e caçador” é uma dessas músicas, tendo se tornado o principal hit do álbum “Vida”, no qual também se destacou a canção “Felicidade”, versão em português de canção italiana “Gente di mare”. Por conta do sucesso de “Caça e caçador”, o álbum “Vida” bisou o êxito comercial do álbum anterior do cantor, “Sem limites para sonhar”, de 1986.
Lançada há 38 anos, a música sempre permaneceu nos roteiros dos shows de Fábio Jr. pelo simples fato de “Caça e caçador” estar entre os maiores sucessos dos 50 anos e poucos anos de carreira do cantor, cujo primeiro álbum solo com o nome de Fábio Jr. foi lançado em 1976 após o artista abandonar o pseudônimo (e o repertório em inglês) de Mark Davis.
Curiosamente, a discografia do cantor decolou através da TV, já que o primeiro sucesso de Fábio em bom português, a canção “Pai”, foi apresentada pelo ator e cantor em 1978, em episódio da série “Ciranda cirandinha” (TV Globo) e amplificada ao ser escolhida como tema da abertura da novela “Pai herói”, exibida pela TV Globo em 1979.
O resto foi uma história que inclui aparições de Fábio Jr. em várias novelas (como ator e/ou como cantor de músicas das trilhas sonoras) e que ganha novo capítulo com a veiculação de “Caça e caçador” na trilha sonora da novela “Quem ama cuida”.

Fonte: G1 Entretenimento

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ENTRETERIMENTO

Gabriel Ganley recebeu aplicação de anabolizante de Léo Stronda em vídeo nas redes; influenciador diz estar arrependido


Como influenciadores transformaram o uso de anabolizantes em entretenimento nas redes sociais
O Fantástico deste domingo (31) mostrou como a morte do fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, de 22 anos, reacendeu o alerta sobre os riscos do uso de anabolizantes e a forma como essas substâncias são retratadas nas redes sociais. Um laudo preliminar apontou que o jovem morreu após um problema cardíaco, mas o resultado definitivo dos exames ainda é aguardado.
Entre os trechos exibidos pela reportagem está um vídeo do encontro entre Ganley e Léo Stronda, um dos influenciadores que mais divulgam o uso de anabolizantes. As imagens mostram Gabriel recebendo uma aplicação de anabolizante diante das câmeras pouco tempo depois de anunciar que havia deixado de ser atleta “natural” para aderir ao uso de hormônios.
Na gravação, feita para um programa online apresentado por Stronda, o influenciador convida Gabriel a ter uma “segunda primeira vez” e, em seguida, aplica uma injeção em seu braço. A reportagem descreve a cena como uma espécie de “batismo no mundo da bomba”. Depois da aplicação, Stronda assina a seringa e a entrega ao jovem como um troféu simbólico de sua entrada no universo dos anabolizantes.
Procurado pela reportagem, Léo Stronda não comentou o episódio. Após a repercussão da morte de Gabriel, no entanto, ele publicou um vídeo afirmando estar arrependido e disse que não pretende mais falar sobre anabolizantes.
“Nos últimos dias, em luto pelo Gabriel, também pedi a Deus perdão pelos erros que cometi. Vocês não vão me ouvir mais falando sobre esse assunto”, afirmou.
Léo Stronda aplica uma injeção no braço de Gabriel Gangley em vídeo
Reprodução/TV Globo
Ex-namorada de Gabriel Ganley fala sobre mudanças no corpo do fisiculturista após uso de anabolizantes: ‘Chocada’
Mudança de Ganley
Conhecido como “Bebezinho Natural” por defender uma rotina de treinos sem hormônios, o influenciador e fisiculturista, surpreendeu seguidores ao anunciar que havia passado a utilizar as substâncias para acelerar os ganhos musculares.
A partir daí, Gabriel passou a falar abertamente sobre o tema e participou de diversos conteúdos voltados ao público fitness. Em vídeos e entrevistas, comentava os produtos que utilizava, os resultados obtidos e os impactos da nova rotina.
Gabriel chegou a afirmar que não pagava pelos produtos que utilizava. Segundo ele, havia conseguido patrocínio e podia solicitar as substâncias que desejasse.
Alertas após morte
Mesmo após a morte do influenciador, a prática continua amplamente defendida por criadores de conteúdo e atletas. Em entrevista ao Fantástico, amigos, fisiculturistas e influenciadores ouvidos pela reportagem disseram que não pretendem abandonar os anabolizantes. A avaliação deles é que o problema estaria no uso inadequado das substâncias, e não nos hormônios em si.
Especialistas, porém, contestam essa ideia.
“Não tem evidência científica de uso seguro disso. Quando você normaliza uma atitude que faz mal para a saúde das pessoas, eu fiquei realmente chocado de ver como é que eles tratam isso entre eles. Eles têm aquele apelido jocoso: ‘Eu vou tomar ‘suco’”, afirma o médico Luis Fernando Correia.
Gabriel simula aplicação de injeção em vídeo na internet
Reprodução/TV Globo
Um laudo preliminar do Instituto Médico Legal apontou que Gabriel morreu em decorrência de uma morte súbita associada a um problema cardíaco. O resultado definitivo, incluindo o exame toxicológico, ainda é aguardado pela Polícia Civil de São Paulo.
Para especialistas, independentemente da causa final da morte, o uso de hormônios anabolizantes está associado a complicações cardiovasculares importantes, como o aumento do músculo cardíaco e alterações na circulação sanguínea.
Morte de Gabriel Ganley acende alerta sobre uso de anabolizantes: ‘Não tem evidência científica de uso seguro’, afirma médico
Fantástico/ Reprodução
A morte de Gabriel abalou fãs e amigos. Ricardo Lobo, de 18 anos, que conheceu o influenciador no meio do fisiculturismo, disse ter sentido “raiva e tristeza” ao receber a notícia.
“A gente tem que fazer algo que normalmente a gente não faria para alcançar algo que a gente queria. Porque no final, tudo se resume à audiência”, diz Ricardo Lobo, fisiculturista e amigo de Ganley.
Gabriel Ganley
Reprodução/TV Globo
Veja a reportagem completa no vídeo abaixo:
Sem filtro: a morte de Gabriel Ganley reacende o alerta sobre a banalização do uso de hormônios.
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ISSO É FANTÁSTICO
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Fonte: G1 Entretenimento

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Leo Stronda diz se arrepender de incentivar esteroides a Ganley e pede desculpas a Deus: ‘Errei como amigo’


Leo Stronda se arrepende de incentivar esteroides a Ganley e alerta faz alerta contra insulina
Redes sociais
O influenciador e fisiculturista Leo Stronda, de 33 anos, publicou um pronunciamento em suas redes sociais na noite do último domingo (5) sobre a morte de Gabriel Ganley.
No vídeo, Stronda admitiu arrependimento por ter incentivado o uso de esteroides anabolizantes ao jovem e fez um alerta sobre o uso de insulina no meio esportivo.
A manifestação ocorreu dias após imagens em que Stronda aparece injetando anabolizantes em Ganley voltarem a circular na internet.
‘Podia ter sido eu’
Stronda explicou que optou por aguardar o sepultamento do amigo antes de se manifestar publicamente.
Gabriel foi encontrado morto por um amigo no apartamento em que o jovem morava, na Mooca, Zona Leste de São Paulo, em 23 de maio, após dias sem que familiares e amigos conseguissem contato com ele.
Ao refletir sobre a trajetória do jovem, o influenciador traçou um paralelo com o próprio histórico e assumiu parcela de culpa pelo entusiasmo que o atleta demonstrava com o fisiculturismo.
“Podia ter sido eu. Com 22 anos eu também fiz minhas maluquices. Me arrependo do que eu falei com ele, as brincadeiras que fiz com ele. Se polarizou muito essa coisa de ‘ele é adulto, sabe o que tá fazendo, ele escolheu isso’. E também tem uma galera que fala ‘vocês incentivaram ele, vocês fizeram parte disso’. Os dois lados estão certos. Se eu não tivesse feito tantas brincadeiras com ele, ele não teria se empolgado tanto.”, declarou.
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Quem era o fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, que morreu em SP
Alerta sobre o uso de insulina
O influenciador revelou que mudou sua postura com Ganley ao notar o nível de exposição do atleta.
De acordo com Stronda, o jovem chegou a consultá-lo sobre o uso de insulina durante uma conversa em um restaurante, após o encerramento de uma gravação conjunta.
Na ocasião, o criador de conteúdo de 33 anos afirmou ter tentado desestimulá-lo: “Comecei a negar para ele. Falei ‘não faz isso. Você é muito jovem. Você não pode usar isso'”.
Em seu pronunciamento, Stronda aproveitou o espaço para fazer um alerta direto a outros praticantes da modalidade sobre o perigo iminente dessas substâncias.
“Você que é atleta, fisiculturista ou tá pensando em usar: Esquece esse lance de insulina. Não usa essa merda. A única coisa que mata instantaneamente é insulina e diurético. Depois que eu percebi o quão emocionado que ele [Ganley] tava e o que ele tava disposto a fazer, eu mudei o tom com ele completamente”, alertou.
Ganley teve morte súbita
O atestado de óbito do influenciador de 22 anos aponta que ele teve uma morte súbita causada por cardiomiopatia hipertrófica, uma condição em que o músculo cardíaco se torna anormalmente espesso, o que enrijece o órgão e dificulta o bombeamento de sangue.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a polícia segue investigando o caso e aguarda exames complementares do Instituto Médico Legal (IML) para esclarecer as circunstâncias da morte.
Não há confirmação oficial de que as substâncias encontradas eram usadas por Gabriel.
Atestado de óbito aponta que fisiculturista Gabriel Ganley teve morte súbita causada por uma doença no coração
Jornal Nacional/ Reprodução
Influenciador admitia fazer uso de ‘bomba’
Após a confirmação do falecimento de Ganley, seguidores resgataram o trecho de entrevista ao podcast Flow, transmitida em 27 de outubro de 2025.
No episódio intitulado “A nova era do fisiculturismo”, Ganley revelou ter plena consciência de que a escolha de deixar de ser “natural” (jargão utilizado para atletas que não utilizam hormônios sintéticos) reduziria drasticamente sua expectativa de vida.
“Acham que é só tomar [bomba], e não é. O maior efeito negativo é a longo prazo. É problema de coração, de fígado. O verdadeiro B.O. é você saber que está encurtando 10 anos da sua vida. Eu tenho essa consciência. Eu sei que eu quero seguir uma carreira que vai encurtar [a minha vida] em 10, 15 anos.”
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Ganley tinha o sonho de ser pai
Durante o relato, o fisiculturista detalhou que a decisão de iniciar os ciclos hormonais aos 22 anos exigiu ponderação, especialmente ao projetar seus objetivos pessoais e o desejo de construir uma família no futuro.
“Você tomar essa decisão com 22 anos é ‘embaçado’. Às vezes eu penso: eu tenho o sonho de ser pai, será que quando eu tiver meu filho e minha filha, vou ver menos 15 anos do meu filho crescer? Botei tudo num papel e falei: vou fazer. Mas foi uma reflexão muito profunda”, desabafou na ocasião.
Gabriel Ganley
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento