Categorias
ENTRETERIMENTO

Leo Stronda diz se arrepender de incentivar esteroides a Ganley e pede desculpas a Deus: ‘Errei como amigo’


Leo Stronda se arrepende de incentivar esteroides a Ganley e alerta faz alerta contra insulina
Redes sociais
O influenciador e fisiculturista Leo Stronda, de 33 anos, publicou um pronunciamento em suas redes sociais na noite do último domingo (5) sobre a morte de Gabriel Ganley.
No vídeo, Stronda admitiu arrependimento por ter incentivado o uso de esteroides anabolizantes ao jovem e fez um alerta sobre o uso de insulina no meio esportivo.
A manifestação ocorreu dias após imagens em que Stronda aparece injetando anabolizantes em Ganley voltarem a circular na internet.
‘Podia ter sido eu’
Stronda explicou que optou por aguardar o sepultamento do amigo antes de se manifestar publicamente.
Gabriel foi encontrado morto por um amigo no apartamento em que o jovem morava, na Mooca, Zona Leste de São Paulo, em 23 de maio, após dias sem que familiares e amigos conseguissem contato com ele.
Ao refletir sobre a trajetória do jovem, o influenciador traçou um paralelo com o próprio histórico e assumiu parcela de culpa pelo entusiasmo que o atleta demonstrava com o fisiculturismo.
“Podia ter sido eu. Com 22 anos eu também fiz minhas maluquices. Me arrependo do que eu falei com ele, as brincadeiras que fiz com ele. Se polarizou muito essa coisa de ‘ele é adulto, sabe o que tá fazendo, ele escolheu isso’. E também tem uma galera que fala ‘vocês incentivaram ele, vocês fizeram parte disso’. Os dois lados estão certos. Se eu não tivesse feito tantas brincadeiras com ele, ele não teria se empolgado tanto.”, declarou.
LEIA MAIS: Corpo de fisiculturista Gabriel Ganley, encontrado morto aos 22 anos, será cremado nesta segunda-feira, diz família
‘Foi uma fatalidade’, diz mãe do fisiculturista Gabriel Ganley, morto aos 22 anos
Quem era o fisiculturista e influenciador Gabriel Ganley, que morreu em SP
Alerta sobre o uso de insulina
O influenciador revelou que mudou sua postura com Ganley ao notar o nível de exposição do atleta.
De acordo com Stronda, o jovem chegou a consultá-lo sobre o uso de insulina durante uma conversa em um restaurante, após o encerramento de uma gravação conjunta.
Na ocasião, o criador de conteúdo de 33 anos afirmou ter tentado desestimulá-lo: “Comecei a negar para ele. Falei ‘não faz isso. Você é muito jovem. Você não pode usar isso'”.
Em seu pronunciamento, Stronda aproveitou o espaço para fazer um alerta direto a outros praticantes da modalidade sobre o perigo iminente dessas substâncias.
“Você que é atleta, fisiculturista ou tá pensando em usar: Esquece esse lance de insulina. Não usa essa merda. A única coisa que mata instantaneamente é insulina e diurético. Depois que eu percebi o quão emocionado que ele [Ganley] tava e o que ele tava disposto a fazer, eu mudei o tom com ele completamente”, alertou.
Ganley teve morte súbita
O atestado de óbito do influenciador de 22 anos aponta que ele teve uma morte súbita causada por cardiomiopatia hipertrófica, uma condição em que o músculo cardíaco se torna anormalmente espesso, o que enrijece o órgão e dificulta o bombeamento de sangue.
A Secretaria da Segurança Pública (SSP) informou que a polícia segue investigando o caso e aguarda exames complementares do Instituto Médico Legal (IML) para esclarecer as circunstâncias da morte.
Não há confirmação oficial de que as substâncias encontradas eram usadas por Gabriel.
Atestado de óbito aponta que fisiculturista Gabriel Ganley teve morte súbita causada por uma doença no coração
Jornal Nacional/ Reprodução
Influenciador admitia fazer uso de ‘bomba’
Após a confirmação do falecimento de Ganley, seguidores resgataram o trecho de entrevista ao podcast Flow, transmitida em 27 de outubro de 2025.
No episódio intitulado “A nova era do fisiculturismo”, Ganley revelou ter plena consciência de que a escolha de deixar de ser “natural” (jargão utilizado para atletas que não utilizam hormônios sintéticos) reduziria drasticamente sua expectativa de vida.
“Acham que é só tomar [bomba], e não é. O maior efeito negativo é a longo prazo. É problema de coração, de fígado. O verdadeiro B.O. é você saber que está encurtando 10 anos da sua vida. Eu tenho essa consciência. Eu sei que eu quero seguir uma carreira que vai encurtar [a minha vida] em 10, 15 anos.”
Initial plugin text
Ganley tinha o sonho de ser pai
Durante o relato, o fisiculturista detalhou que a decisão de iniciar os ciclos hormonais aos 22 anos exigiu ponderação, especialmente ao projetar seus objetivos pessoais e o desejo de construir uma família no futuro.
“Você tomar essa decisão com 22 anos é ‘embaçado’. Às vezes eu penso: eu tenho o sonho de ser pai, será que quando eu tiver meu filho e minha filha, vou ver menos 15 anos do meu filho crescer? Botei tudo num papel e falei: vou fazer. Mas foi uma reflexão muito profunda”, desabafou na ocasião.
Gabriel Ganley
Reprodução

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Dua Lipa se casa com ator Callum Turner em cerimônia discreta em Londres


Dua Lipa e Callum Turner se casam em Londres.
Redes sociais
A cantora Dua Lipa e o ator Callum Turner se casaram em uma cerimônia discreta em Londres, no Reino Unido, neste domingo (31).
A informação foi divulgada pelo veículo inglês The Sun, que publicou fotos dos artistas deixando um cartório no bairro de Marylebone.
Segundo o veículo, oito pessoas estiveram presentes na cerimônia. Os dois ainda vão celebrar o casamento com uma festa que deve começar nesta quinta-feira (4).
Eles estão noivos desde 2024, quando completaram um ano de namoro.
Initial plugin text
O local e o vestido
Dua Lipa e o marido Callum Turner
Reprodução/Instagram
O cartório escolhido pelo casal já foi palco de casamentos de artistas como Paul McCartney e Liam Gallagher, do Oasis.
Para o casamento no civil, segundo a revista Vogue, a cantora usou um conjunto de saia e blazer branco sob medida da alta-costura da Schiaparelli, criado por Daniel Roseberry.
O look incluia ainda um chapéu de aba larga assinado por Stephen Jones, além de luvas brancas e scarpins brancos de bico fino da Christian Louboutin.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Do sonho em ser jogador ao sucesso no agrofunk: quem é Jeninho, do hit ‘Peão Todo Tatuado’


A história do hit “Peão Todo Tatuado”
Com uma das músicas mais tocadas no Spotify, Jeninho, o MC Peão, levou um tempo até entender que seguiria o caminho da música e os passos do pai.
Filho de Jenner Mello, produtor musical bastante conhecido nos bastidores do sertanejo, Jenner de Melo Barboza Filho, de 25 anos, sonhava em ser jogador de futebol. Mas nas últimas semanas, ao atingir o 3º lugar no Top 50, ele se consolidou de vez na carreira artística e, agora, comemora a decisão certeira fora de campo.
“Dos 6 aos 15 anos, minha vida era futebol. Eu me dediquei 100% a isso durante todos esses anos”, contou Jeninho, o MC Peão, em entrevista ao g1. A mudança de rota veio quando ele percebeu as dificuldades para seguir carreira no esporte sem ter conexões no meio.
“Fui ficando mais velho e entendendo mais sobre o futebol, sobre como eram as coisas. Não era só jogar futebol. Assim como a música, que também não é só cantar. Tem todo um processo por trás. Toda uma engrenagem tem que girar para as coisas darem certo”, analisa o artista goiano.
Assim, Jeninho abandonou o futebol e focou em concluir o ensino médio. Nas horas vagas, frequentava o estúdio do pai, que segundo dados do ECAD, aparece em mais de duas mil faixas como músico e/ou produtor e assina mais de 450 composições. Entre os hits assinados por ele estão “Regime Fechado” (Simone e Simaria), “Bebida na Ferida” (Zé Neto e Cristiano) e “Canto, bebo e choro” (Humberto e Ronaldo).
Jeninho, o MC Peão
Reprodução/Instagram
Foi ali no estúdio que Jeninho se encantou pelos bastidores da música. “Comecei a ver o processo criativo, escolha de repertório, reunião de artistas… e fui me apaixonando.”
Sem experiência profissional, mergulhou por um ano nos estudos musicais em uma escola de artes da capital goiana, onde fez aulas de canto, dança, teatro e instrumentos. “Eu era 100% leigo em relação a música, profissionalmente falando. Eu era só um ouvinte. Nunca tinha cantado. Aprendi tudo do zero mesmo.”
Sucesso como compositor
Antes de estourar como cantor, Jeninho construiu carreira como compositor de sertanejo. Segundo ele, a composição foi, durante muito tempo, sua principal fonte de renda.
“Minha carreira ainda não conseguia me sustentar, então eu trabalhava compondo músicas para outros artistas.”
Ele assinou canções gravadas por nomes como Naiara Azevedo, Diego & Arnaldo e Humberto & Ronaldo, mas o primeiro grande sucesso nacional veio com “Chega e Senta”, de John Amplificado. O hit chegou a ser número 1 no Brasil por algumas semanas em 2021.
Jeninho, o MC Peão, com Luan Pereira e Ana Castela, outros representantes do agrofunk
Reprodução/Instagram
Com ela, Jeninho se consolidou como compositor. Mas apesar da realização, não se sentia totalmente feliz.
“Eu queria algo mais. E entendi que esse algo mais era a minha própria carreira. Meu sonho era estar lá em cima do palco cantando. Porque o compositor tá no backstage. E eu queria estar ali no meio, fazer parte daquilo e viver isso também.”
Foi a partir desse momento que o cantor decidiu colocar sua carreira musical em primeiro plano. Mas mesmo com a bagagem sertaneja, optou por investir no funk.
De MC Jeninho a MC Peão
Ao longo do processo, sem estourar nenhum hit, Jeninho cogitou desistir da música. Mas a soma de alguns episódios fez com que ele percebesse que havia espaço para unir suas referências do sertanejo com o universo do funk.
Tudo começou em 2023, durante o show de abertura para a gravação do DVD da dupla Ícaro & Gilmar, em Goiânia. Em determinado momento da apresentação, ele colocou um chapéu e cantou uma música sertaneja. “Foi o auge do show, porque o público era 100% sertanejo”, relembra Jeninho.
Dias depois, ele publicou um vídeo nas redes sociais do discurso que fez no palco agradecendo ao mercado sertanejo. O conteúdo viralizou e ele ganhou mais de 10 mil seguidores.
No ano seguinte, o pai de Jeninho teve um sonho em que o filho aparecia usando chapéu. “Meu pai me ligou e falou que eu tinha que usar chapéu, que ele tinha sonhado com aquilo. E aí ele entrou no meu WhatsApp e a foto era justamente daquele show em que eu estava com o chapéu. Aí ele falou: ‘é um sinal, é uma confirmação’.”
Jeninho ouviu o pai, mas ficou inseguro sobre a mudança da imagem.
“Eu de correntona, boné e tal… A primeira coisa que a gente pensa é no que os outros vão pensar, né? Como é que eu vou fazer isso? Vou meter o chapéu na cabeça do nada e falar que agora eu uso chapéu?”
Do funk ao agrofunk: de MC Jeninho a MC Peão
Reprodução/Instagram
Tempos depois, ele se reuniu com um amigo no estúdio para desabafar. E entre os conselhos, Jeninho ouviu: “Você canta funk em Goiânia, tem que ser um MC de chapéu”.
“Na hora, eu senti que era uma confirmação. Fui até comer um espetinho lá do lado para comemorar porque eu tinha acertado, minha vida ia mudar.”
No mesmo dia, ele compôs a música “Chapeluda”, que mistura as batidas do funk com elementos da música sertaneja, como a sanfona. A canção viralizou nas redes sociais e foi compartilhada por famosas como Ana Castela e Virginia Fonseca.
“Foi um resultado que eu nunca tinha tido em oito anos de carreira.”
Barretos e a virada de chave
Após o sucesso de “Chapeluda”, o artista viralizou na Festa do Peão de Barretos, em 2025. Durante dez dias de evento, ele acampou em uma barraca no evento tentando divulgar sua história e a música “Maria Barretão”, mais um agrofunk, subgênero do sertanejo no qual nascerem estrelas como Ana Castela e Luan Pereira.
“Era eu com uma barraca, uma música e um sonho. Dormia pouco, sem conforto nenhum, dormia com o colchão de ar cheio e acordava com ele vazio. Mas a galera se comoveu bastante e me ajudou. E criou-se uma energia em volta. As coisas deram muito certo. Cheguei em Barretos com 50 mil seguidores, saí de lá com 200 mil.”
Mas mais do que seguidores, ele ganhou espaço no festival. A faixa foi tocada nas caixas de som da arena do evento, principal palco do festival.
Initial plugin text
“O artista que aparece ali em Barretos está sendo validado pela maior festa onde estão os maiores artistas, empresários, influenciadores… E foi ali onde eu apareci, então me dá uma credibilidade. Quando cheguei de Barretos, minha vida já estava caminhando para outro nível, outro estágio.”
‘Peeeeeeeão Todo Tatuado’ não conquistou parceira
Embora o artista considere Barretos um importante ponto de sua carreira pela oportunidade de mostrar um pouco de sua história, a consolidação nacional veio há poucas semanas com “Peão Todo Tatuado”.
A parceria com a cantora Mariana Fagundes foi gravada em janeiro e lançada em março. Logo viralizou nas redes sociais e, mais uma vez, foi parar nas redes sociais de Virgínia Fonseca. Na última semana, ela apareceu no terceiro lugar do TOP 50 do Spotify. O sucesso fez com que Jeninho adiasse o lançamento da segunda parte do DVD “para não tirar o foco dela”.
“Peão Todo Tatuado” foi composta às pressas, faltando apenas uma semana para a gravação do DVD do cantor.
“Eu estava exausto de uma sequência de shows, mas falei para o meu produtor: ‘Hoje vou fazer o hit da minha vida’.”
A composição nasceu de trás para frente, começando pelo trecho da dancinha que viralizou no TikTok e chegando ao refrão, trecho cantado por Mariana Fagundes.
Mariana Fagundes com Jeninho, o MC Peão
Reprodução/Instagram
“Quando saiu o ‘peeeeeeãoooo’, eu pensei: ‘isso aqui vai impregnar na cabeça das pessoas’.”
“Ali eu já senti o trem diferente. E mandei para Mariana. E ela: ‘ah, amigo, legal e tal’. Depois que eu fui descobrir que ela não tinha gostado da música. A princípio ela não tinha sentido a música, mas ela aceitou e confiou”, revela o artista.
Ele ainda elogia a atitude de Mariana de gravar, mesmo sem ter se encantado com a faixa. “Achei muito legal da parte dela, sabe. Ela confiar no nosso feeling, no nosso gosto.”
Desafio para consolidar imagem
Com o estouro da faixa e o crescimento acelerado da carreira, MC Peão diz que tenta equilibrar a pressão por novos sucessos com a necessidade de aproveitar o momento.
“Às vezes o artista fica tão preocupado com o próximo passo que esquece de viver o que está acontecendo.”
Enquanto roda o país, ele continua compondo diariamente. Sozinho ou com seu time de compositores. E não se cobra para ter outro hit.
“Uma coisa que me tranquiliza, não sendo de forma alguma arrogante, prepotente, mas eu confio na minha parte autoral. Esse lado não me assusta porque eu sei que eu vou fazer.”
O que ele considera o principal desafio, no momento, é fazer o público associar o hit ao rosto por trás da música.
“A ‘Peão Todo Tatuado’ está no Brasil inteiro. Mas será que o MC Peão está? Será que as pessoas sabem quem canta? No momento, estou mais com a questão da imagem. É um desafio.”
Jeninho, o MC Peão, com o pai, Jenner Melo
Reprodução/Instagram

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Chrigor tranquiliza fãs após internação e shows cancelados: ‘Foi alguma coisa que comi ou bebi’


Chrigor, ex-integrante da formação clássica do Exaltasamba é um dos nomes que vai subir no palco do Samba 90 Graus
Divulgação
O cantor Chrigor gravou um vídeo na tarde deste domingo (31) tranquilizando os fãs após ser internado na última sexta-feira (29) e cancelar uma série de shows que faria na região sul do Brasil.
Em entrevista à revista “Quem”, Amanda Arantes, esposa do artista, explicou que o ex-vocalista do grupo Exaltasamba teve hemorragia digestiva.
No vídeo publicado na rede social da esposa, Chrigor aparece deitado na cama do hospital e diz que está em processo de recuperação.
“Tudo bem com vocês? Para todo mundo que estava preocupado comigo: estou bem já, graças a Deus. Foi alguma coisa que eu comi ou que bebi.”
Agora no g1
Para “Quem”, Amanda explicou que o marido segue internado na UTI, mas que os médicos reduziram a quantidade de medicamentos necessários.
“Acreditamos que em breve ele sairá da UTI e virá para casa. Ele passou bem a noite, em observação. Ele está bem, os médicos passaram e tiraram os medicamentos. Agora só está tomando corticoide para dor de garganta. Está melhorando. Deus está no comando”, explicou.
Esta é a terceira internação de Chrigor em menos de um ano. Em setembro de 2025, ele foi hospitalizado e ficou dez dias afastado. No final daquele ano, o cantor cancelou uma participação em um evento por problemas de saúde.
A casa de shows em que o cantor se apresentaria neste domingo (31), em Paranaguá, no Paraná, publicou um comunicado afirmando que, apesar da ausência de Chrigor, o evento “Virou Pagodin” segue na programação e vai acontecer normalmente.
O artista se apresentaria no show da virada de Maceió, mas precisou ser internado em um hospital da região “para fazer exames e seguir em repouso, seguindo orientações médicas”. Chrigor teve alta no dia 8 de janeiro. Assim como aconteceu nesta nova internação, o motivo das outras duas não foi divulgado.
O cantor de pagode de 51 anos fez história entre as estrelas do “pagode 90”, sendo parte integrante do Exaltasamba de 1993 a 2002. Após sua saída da banda, seguiu em carreira solo.
Além de shows de sua carreira solo, o cantor está em turnê pelo Brasil com o projeto Samba 90 Graus, ao lado de Netinho de Paula e Marcio Art.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Estrela do reality show ‘Alaskan Bush People’ é encontrado morto em rio nos EUA


Matt Brown, de 43 anos, ex-participante do programa “Alaskan Bush People”, foi encontrado morto no Rio Okanogan, no estado de Washington, nos Estados Unidos, neste sábado (30). A informação foi confirmada pelo irmão da vítima, Bear Brown, por uma rede social.
A confirmação da morte ocorreu após quatro dias de buscas no rio, local onde Matt teria sido visto pela última vez sendo levado pela correnteza, segundo relato de testemunhas à polícia — divulgados pela imprensa local.
Conhecido no Brasil como “A Grande Família do Alasca”, o reality show norte-americano é produzido e transmitido pelo Discovery Channel desde 2014. O programa acompanha a rotina da família Brown, que ficou famosa por escolher viver completamente “isolada” da civilização moderna.
Matt Brown, astro do programa “Alaskan Bush People”.
Redes Sociais/ Alaskan Bush People
Outro irmão da vítima, Noah Brown, participava das buscas e estava no local no momento em que o corpo foi encontrado. Uma arma de fogo foi encontrada nas proximidades no incidente, segundo a polícia informou a imprensa local. O astro enfrentava depressão e abuso de substâncias.
Forró: o ritmo que roubou o coração dos alemães
Paul McCartney viaja no tempo em ‘Boys of Dungeon Lane’, seu álbum mais sensível nas últimas décadas
“Ele lutou por muito tempo, como eu já mencionei, e… eu estava tão preocupado que ele fosse acabar, sabe, tendo uma overdose ou algo assim. Eu não achei que ele fosse se machucar”, disse Bear Brown, em vídeo.
No comunicado aos fãs, Bear afirma que Matt foi encontrado com ferimentos que parecem ter sido provocados por ele mesmo — o que surpreendeu a família. De acordo com o irmão, embora a família soubesse que Matt passava por problemas e temesse uma overdose, não imaginava que ele tiraria a própria vida. A causa da morte ainda deve ser confirmada pelas autoridades.
ATENÇÃO: Se você ou alguém que você conhece está lutando contra a depressão ou pensamentos suicidas, entre em contato pelo telefone 188; o serviço funciona 24 horas. O CVV – Centro de Valorização da Vida realiza apoio emocional e prevenção do suicídio, atendendo voluntária e gratuitamente todas as pessoas que querem e precisam conversar, sob total sigilo.
Agora no g1
O irmão do artista ainda detalha que Matt era alvo de ataques nas redes sociais.
“Muitas pessoas deixaram muitos comentários negativos (…). Em um dos últimos vídeos dele, ele estava realmente falando sobre o quão negativas as pessoas eram em suas publicações. E vocês devem ter em mente que as pessoas do outro lado da tela, as pessoas de quem vocês estão assistindo a um vídeo, também são pessoas reais”, disse Bear.
Initial plugin text

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Forró: o ritmo que roubou o coração dos alemães


Pessoas dançam forró em Berlim.
Reprodução/Instagram
Com raízes nos séculos 19 e 20 na região Nordeste do Brasil, o forró é hoje um ritmo internacionalizado. Presente em iniciativas por todo o mundo, como registrado pela Federação Europeia de Forró, o gênero agrada a diferentes públicos e apresenta uma outra faceta da cultura brasileira no exterior.
“Todo mundo quando pensa em Brasil, pensa em bossa nova, futebol, carnaval. O forró hoje em dia na Alemanha tem muita força, mas ele fica como secundário quando é para sair de dentro de um nicho”, afirma Ayo Barbosa, idealizador do Miudinho Forró Berlim.
Na Europa, a cena do forró começou a se desenvolver no início dos anos 2000. O gênero foi especialmente bem recebido na Alemanha, onde se concentram quase metade dos festivais de forró do continente europeu, que eram aproximadamente 65 em 2024, como apontado por uma pesquisa do Miudinho Forró.
Também foi na Alemanha que foi realizado um dos primeiros eventos do tipo fora do Brasil. Batizado de Forró de Domingo, o festival teve sua primeira edição em 2008 na cidade de Stuttgart.
Agora no g1
A tradição continua
Desde então, surgiram vários outros festivais de forró, como o Miudinho Festival, em 2016. O evento acontece anualmente na cidade de Berlim e reúne cerca de mil participantes, dos quais apenas 15% a 20% são brasileiros.
De acordo com Ayo, que é um dos organizadores do evento, o maior interesse entre não brasileiros vem de públicos da própria Alemanha e de países como França, Inglaterra, Espanha, Portugal e Polônia.
Durante o festival, os participantes têm a oportunidade de aprender a dançar ou se aperfeiçoar no forró em workshops com professores brasileiros e de outras nacionalidades. Além disso, eles são apresentados a outros elementos da cultura brasileira, como a comida, e podem desfrutar de apresentações musicais do gênero e festas para colocar em prática os aprendizados.
Aulas de forró
Além de promover o Miudinho Festival, Ayo também dá aulas de forró na capital alemã. Ele explica que o gênero, diferentemente de outras danças, é um “lugar de inclusão” e que essa pode ser uma das razões por que o forró atrai interesse fora do Brasil.
“O forró é uma porta aberta, é a casa da sua avó. Sempre cabe mais um”, brinca.
Os alunos de Ayo também compartilham deste pensamento. Klara Domröse, uma alemã que conheceu o forró há dois anos, diz que geralmente tem dificuldade com passos de dança e coreografias, o que não acontece com o forró. Ela afirma que o ritmo é leve de ser dançado, como se fosse uma brincadeira.
“A dança é simplesmente muito divertida, e talvez não seja tão difícil nem algo forçado de aprender. Também existe uma liberdade. Eu sinto que há muita improvisação possível. Talvez seja isso também que faça com que as pessoas não tenham tanto medo”, compartilha.
O também alemão e colega de forró de Klara, Johannes Sacher, ressalta, assim como ela, a leveza da experiência. “É uma sensação bonita ter um pouquinho do Brasil em Berlim, um pouco de sol aqui, e é uma atmosfera agradável”, comenta.
Johannes tem amigos no Brasil e quer dançar forró no país nas próximas férias. Para ele, o ritmo é, ao mesmo tempo, fácil e difícil de aprender.
Forró na Alemanha
Assim como Klara e Johannes, muitos outros moradores da Alemanha têm recorrido ao forró como forma de lazer. De acordo com a Federação Europeia de Forró, iniciativas envolvendo artistas, professores, organizadores e comunidades de forró estão presentes em mais de 50 cidades alemãs.
Para Ayo, que ensina forró há 12 anos, dar aulas na Alemanha para pessoas de outras nacionalidades é muito diferente e, também, desafiador. “Eles são muito focados, eles querem aprender de verdade”, conta.
Segundo o professor, enquanto o brasileiro frequentemente pensa que já sabe dançar, o estrangeiro busca adquirir justamente esse “molejo brasileiro”, o que torna a experiência desafiadora também para quem está aprendendo.
O interesse, inclusive, não vem só dos alemães. Outros estrangeiros vivendo no país também buscam o forró como forma de aproximação com a cultura brasileira e atividade de casal. Esse é o caso da brasileira Carol Pfeffer Câmara e do seu marido Pavel Borovskikh, que é russo.
Eles começaram a dançar o ritmo na mesma época e lugar que a Klara, em um bar que promove eventos de forró em Berlim há mais ou menos dois anos.
Faz apenas dois meses, porém, que o casal decidiu iniciar aulas de forró e conhecer melhor os passos, para poder demonstrar as habilidades adquiridas na próxima vez que forem visitar a família de Carol em João Pessoa.
Mesmo que esse dia ainda não tenha chegado, Carol afirma que só o fato de dançar forró já faz com que ela se sinta em casa.
“O forró tem algo de especial, né? É algo de diferente, e está na moda também, e por algum motivo, né? Porque contagia”, explica.
Forró como patrimônio
O fato de ser contagiante, como defende Carol, e de representar um sentimento de Brasil, como explicado por Johannes, provavelmente é um dos motivos que levou o Forró Tradicional a ser candidato ao título de Patrimônio Imaterial da Humanidade.
A solicitação foi feita pelas autoridades brasileiras no final de março deste ano e aguarda aprovação da Organização das Nações Unidas para a Educação, a Ciência e a Cultura (Unesco).
No Brasil, o forró já é considerado Patrimônio Cultural Imaterial pelo Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) desde 2021.
DNA multicultural
Ainda que a presença do forró em países geograficamente distantes do Brasil possa gerar surpresa em um primeiro momento, a história e as raízes do gênero mostram que ele surgiu, justamente, de uma mistura de culturas de diferentes partes do mundo.
Então, é possível dizer que, assim como os brasileiros, o forró também tem uma “genética miscigenada”. O estilo começou a se formar em bailes populares no sertão nordestino no século 19, juntando influências africanas, indígenas e europeias tanto na música quanto na dança.
O dançar em duplas em forma de “abraço”, por exemplo, vem de danças de salão europeias. Já o movimento dos pés acredita-se ter origem indígena, e o mexer dos quadris, africana.
O nome também tem influências variadas. Acredita-se que forró venha de “forrobodó”. Essa palavra seria uma variante do termo galego-português “forbodó”, que se originou a partir da palavra francesa “faux-bourdon”, que significa “desentoação”, “desafinação”.
É possível que o nome “forrobodó”, que em português passou a significar “arrasta-pé”, “festança”, “baile caseiro”, faça alusão aos bailes populares dos séculos 19 e 20, onde as pessoas arrastavam os pés para dançar e não levantar poeira do chão de terra batida.
Além disso, os instrumentos típicos do forró também vieram de diversos lugares. A zabumba é de origem Bantu, grupo etnolinguístico localizado principalmente na África subsariana. Já o triângulo foi trazido da Europa, assim como a sanfona ou acordeão.

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Costureira que veste presidente do México une tradição, bordados e músicas de Roberto Carlos; VÍDEO


Conheça a costureira que veste presidente do México
Na periferia da Cidade do México, uma costureira transformou linhas, tecidos e bordados tradicionais em símbolo de identidade nacional — e conquistou uma cliente ilustre: a presidente mexicana, Claudia Sheinbaum.
A história de Olívia Trujillo foi apresentada no Globo Repórter durante uma viagem pelo México que também passou pela trajetória da artista Frida Kahlo. Enquanto Frida virou referência de força feminina e orgulho cultural, Olívia mantém viva essa tradição por meio da moda popular mexicana.
Moradora de Tlalpan, na zona metropolitana da capital mexicana, Olívia trabalha nos fundos da própria casa, onde produz vestidos marcados por bordados artesanais e cores vibrantes — elementos que remetem à estética eternizada por Frida Kahlo.
“Todos queremos um pedacinho de México”, disse a costureira ao mostrar as peças usadas pela presidente mexicana.
Costureira que veste presidente do México une tradição, bordados e músicas de Roberto Carlos
Reprodução/TV Globo
Segundo Olívia, o estilo ganhou força após Claudia Sheinbaum começar a usar roupas inspiradas em tradições indígenas e populares do país. Muitas vezes, os próprios bordados são presentes recebidos pela presidente e depois incorporados aos vestidos.
“Cada bordado que ela ganha, colocamos num vestido”, contou.
A relação entre as duas começou antes de Sheinbaum assumir a presidência. “Uns dois anos antes de ela virar presidente”, lembrou a costureira.
Olívia também assinou o vestido de casamento da líder mexicana.
“Eu tinha o tecido, a renda… E caiu bem!”, afirmou, ao recordar a peça feita para a cerimônia.
Olívia também assinou o vestido de casamento da líder mexicana.
Reprodução/TV Globo
Linha, agulha e Roberto Carlos
A trajetória da costureira começou ainda na infância. Filha de uma mulher que também trabalhava com tecidos, Olívia aprendeu cedo os primeiros pontos.
“Minha mãe, com um pedaço de pano, fazia maravilhas”, contou.
Aos 10 anos, ela começou a costurar e depois conseguiu emprego em uma fábrica, onde aperfeiçoou o ofício.
Mas a máquina de costura sempre veio acompanhada de outra paixão: as músicas de Roberto Carlos.
“Eu ouço Roberto Carlos desde pequena”, disse Olívia.
Durante décadas, ela escutava as canções em um rádio baixinho dentro da fábrica. Hoje, aos 50 anos de profissão, ainda trabalha ouvindo os sucessos do cantor brasileiro — agora no volume que quiser.
Costureira que veste presidente do México une tradição, bordados e músicas de Roberto Carlos
Reprodução/TV Globo
A trilha sonora também acompanhou sua vida pessoal. Casada há 47 anos com José, Olívia construiu uma família enquanto seguia costurando vestidos que carregam a cultura mexicana em cada detalhe.
Ao fim da visita, a costureira ainda preparou um vestido especial para a repórter Sandra Annenberg usar na apresentação do programa.
Veja a íntegra do programa no vídeo abaixo:
Globo Repórter: uma expedição pelo México, a terra do Tri – 29.05.2026
Confira as últimas reportagens do Globo Repórter:

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Cantor Pedro Emílio alinha memórias e referências afetivas em álbum em que faz feats com Luedji Luna e Ryan Fidelis


Cantor e compositor baiano que reside em São Paulo, Pedro Emílio lança o segundo álbum, ‘Vende-se lembrança’
Alexandre Toffoli / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ A indicação do primeiro álbum de Pedro Emílio, “Enquanto os distraídos amam” (2025), ao Grammy Latino do ano passado, na categoria técnica Engenharia de gravação, ampliou a visibilidade do artista na cena indie da música brasileira dos anos 2020 com som que mixa referências de pop, MPB e R&B.
É com essa credencial que o cantor e compositor – nascido na Bahia e residente na cidade de São Paulo (SP) – apresenta o segundo álbum, “Vende-se lembrança”, no mundo desde quinta-feira, 28 de maio.
Cinco anos após despontar no mercado fonográfico com o EP “Travessia” (2021), Pedro Emílio reforça a conexão com o produtor musical Matheus Stiirmer em álbum no qual faz feats com a cantora conterrânea Luedji Luna no samba “Reticente” – faixa antecipada em single editado em 1º de maio – e com o cantor catarinense Ryan Fidelis (revelação no segmento do R&B) na faixa “Você foi”.
Entre citação de “Come with me” (música-título de disco lançado em 1983 pela pianista e cantora Tânia Maria) na faixa inicial “Tanto você” e o arremate do álbum no clima dançante de “Coisa gostosa”, Pedro Emílio costura referências e memórias afetivas e musicais com contemporaneidade em composições inéditas como “Bobeira”, “Dendê”, “Era pra ser”, “Gília” – canção inspirada pelo encontro em 2020 do artista com a esposa, Lígia – e “Você foi”.
Pedro Emílio assina a produção musical do álbum “Vende-se lembrança” com Matheus Stiirmer, responsável com Zeca Leme pela engenharia de gravação das nove faixas do disco editado de forma independente.
Capa do álbum ‘Vende-se lembrança’, de Pedro Emílio
Alexandre Toffoli / Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Ana Flauzina cai no samba de Salvador no álbum autoral ‘Rabiscos para o mar’


Ana Flauzina alinha 13 músicas autorais no primeiro álbum, ‘Rabiscos para o mar’
Matheus Leite / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Pelo título do samba “Feira de São Joaquim”, uma das 13 músicas do álbum “Rabiscos para o mar”, lançado por Ana Flauzina na quinta-feira, 28 de maio, já dá para saber a procedência da música da cantora e compositora. Sim, Ana Flauzina mora em Salvador (BA), embora a artista tenha nascido em Florianópolis (SC) e sido criada em Brasília (DF).
Residente há mais de uma década na capital da Bahia, Flauzina escreve sobre a Feira de São Joaquim – a maior feira livre de Salvador (BA) – neste álbum inteiramente autoral em que se apresenta como intérprete da própria obra após ter ganhado projeção local como compositora (já tendo feito mais de 40 músicas e visto uma delas, “Jangadeiro”, ser gravada por Nelson Rufino em 2023) e como idealizadora da roda “Samba pra rua”.
Antecedido pelos singles “Rebento”, “Cidade de luz” e “Liberdade”, o álbum “Rabiscos para o mar” foi gravado por Ana Flauzina sob direção musical da violonista Marília Sodré e do percussionista Tiago Nunes, autores dos arranjos de faixas como “Delirante” (gravada por Flauzina com Márcia Short), “Dentro dos seus Carnavais” e “Sem samba não vai dar”.
O samba é o gênero dominante no repertório do primeiro álbum da artista, sendo atravessando pela cultura negra vivenciada de forma potente em Salvador (BA), como sinalizam, já pelos títulos, músicas como “Erê sagrado” e “Sete saias para rodar”.
Capa do álbum ‘Rabiscos para o mar’, de Ana Flauzina
Matheus Leite

Fonte: G1 Entretenimento

Categorias
ENTRETERIMENTO

Rock in Rio 2026 anuncia Calvin Harris e Black Eyed Peas


apl.de.ap, will.i.am e Taboo formam o Black Eyed Peas
Divulgação
Calvin Harris e Black Eyed Peas se apresentarão no Palco Mundo do Rock In Rio 2026 em 6 de setembro, terceiro dia do Festival. Eles foram anunciados pela organização neste sábado (30).
Ainda no dia 6 de setembro, o rapper Nelly e o encontro da formação original do Barão Vermelho também subirão ao Palco Mundo.
No mesmo dia, o Palco Sunset terá Ne-Yo, o show inédito “Jota Quest toca Tim Maia”, BaianaSystem e a dupla Calema.
Rock in Rio divulga atrações para os dias 6 e 13 de setembro
Em 13 de setembro, Halsey, Lola Young e Ivete Sangalo se apresentarão no Palco Mundo.
A organização divulgou ainda mais atrações do Palco Sunset: Marina Sena convida Céu, Joelma convida Viviane Batidão e Carol Biazin convida Joyce Alane.
O evento acontece no Parque Olímpico, no Rio de Janeiro, nos dias 4, 5, 6, 7 e 11, 12 e 13 de setembro.
Venda geral começa em 8 de junho
A venda geral de ingressos começa no dia 8 de junho, às 19h, por meio da plataforma Ticketmaster Brasil. O ingresso custa R$ 870 a inteira, R$ 435 a meia-entrada e R$ 739,50 para clientes Itaú, e não há cobrança de taxa de serviço.
Os clientes podem comprar até quatro ingressos por dia de festival em seu CPF, sendo no máximo uma meia-entrada para cada dia.
A única exceção fica por conta das pessoas com deficiência, que poderão selecionar, além do seu ingresso, 01 ingresso meia-entrada adicional para o seu acompanhante para cada dia comprado.
Clientes Itaú e membros do Rock in Rio Club podem aproveitar a pré-venda a partir de terça-feira (2),às 12h. Neste caso, o público poderá comprar até dois ingressos por dia de festival por CPF, sendo até uma meia-entrada por dia.
Dia 4 de setembro
Palco Mundo
Foo Fighters – headliner
Rise Against
The Hives
Nova Twins
Palco Sunset
Capital Inicial convida Dado Villa-Lobos
Hot Milk
Detonautas convidam Biquini
Di Ferrero
New Dance Order
Steve Angello
Giu x Carola
Atkö
Cat Dealers
Espaço Favela
Rodrigo do CN
Hitmaker
GBZ7N
Palco Supernova
Chady
Artista surpresa
Larissa luz
Diogo Defante
Palco Global Village
Giovana Moraes
Leela
Paulinho Moska
Dia 5 de setembro
Palco Mundo
Avenged Sevenfold
Bring Me The Horizon
MGK
Sepultura
Palco Sunset
Bad Omens
Poppy
Black Pantera convida Nervosa
Malvada convida Day Limns
New Dance Order
James Hype
Volkoder
Camina Jun x Eli Iwasa
Victor Lou
Espaço Favela
Major RD
Canto Cego
Quantum
Palco Supernova
Zero
Mc Taya
Lvcas
Supercombo
Palco Global Village
Korzus
Noturnall + Russell Allen
Rhegia
Dia 6 de setembro
Palco Mundo
Calvin Harris
Black Eyed Peas
Nelly
Barão Vermelho Encontro Formação Original
Palco Sunset
Ne-Yo
Jota Quest toca Tim Maia
BaianaSystem
Calema
New Dance Order
Meduza
Casa Bonita
Sofi Tukker
Espaço Favela
Xamã
Rael
Budah
Palco Supernova
João Gordo & Asteroides Trio
Matanza Ritual
Bayside Kings
O Escritório
Palco Global Village
Mohamed Ramadan
Mãeana
Bento Gil convida Flor Gil
Dia 7 de setembro
Palco Mundo
Elton John
Gilberto Gil
Jon Batiste
Luísa Sonza convida Roberto Menescal
Palco Sunset
Laufey
Péricles canta Motown
Roupa Nova convida Guilherme Arantes
Vanessa da Mata convida Rubel
New Dance Order
Fatboy Slim
Aline Rocha
Leo Janeiro & Simo Not Simon
Max Styler
Espaço Favela
Belo
Mart’nália
Tiee
Palco Supernova
Maui
Melly
Zeca Veloso
Alee
Palco Global Village
João Bosco, homenageado do Global Village
Joyce Moreno, Leila Pinheiro e Fernanda Takai
Wanda Sá
Dia 11 de setembro
Palco Mundo
Stray Kids
Alok – Keep Art Human
Hwasa
Nexz
Palco Sunset
Jamiroquai
PJ Morton
Os Garotin convidam Duquesa
Jota.Pê convida Luedji Luna e Zaynara
New Dance Order
Neelix & Vegas
Omiki
Departamento
Anna
Espaço Favela
MC Cabelinho convida TZ da Coronel
Puterrier & MC Carol
Caio Luccas
Palco Supernova
Muse Maya
Isa Buzzi
Ananda
NandaTsunami
Palco Global Village
Soulidifield
Rio Bronx
Lambateria com Felix Robatto
Dia 12 de setembro
Palco Mundo
Maroon 5
Demi Lovato
J Balvin
Pedro Sampaio
Palco Sunset
Mumford & Sons
João Gomes ao lado da Orquestra Brasileira
Gilsons convida Daniela Mercury e Olodum
Criolo, Amaro & Dino
New Dance Order
Alok Pres. Rave The World
Alok & Family – Ekanta, Swarup
Gabe
Adam Sellouk
Bhaskar
Espaço Favela
Timbalada
Priscila Senna
Soul de Brasileiro
Palco Supernova
Celo Dut
Yago Oproprio
Milo J
Delacruz
Palco Global Village
Mestrinho
Hamilton de Holanda
Badi Assad
Dia 13 de setembro
Palco Mundo
Twenty One Pilots
Halsey
Lola Young
Ivete Sangalo
Palco Sunset
Zara Larsson
Marina Sena convida Céu
Joelma convida Viviane Batidão
Carol Biazin convida Joyce Alane
New Dance Order
John Summit
Roddy Lima
Illusionize
Dawn Patrol
Espaço Favela
Dennis
Suel
Marvvila
Palco Supernova
Ar Baby
Bruna Black
Sant
Lourena
Palco Global Village
Kynnie
Luci Alves
Haley Smalls

Fonte: G1 Entretenimento