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TZ da Coronel apresenta em novembro ‘Lado mau’, álbum em que faz feat com Matuê na faixa ‘Mundo fashion’

O rapper TZ da Coronel (à direita) anuncia o álbum ‘Lado mau’ com ‘Mundo fashion’, música gravada com Matuê (à esquerda)
Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Aos 25 anos, o rapper fluminense TZ da Coronel abre os trabalhos promocionais do quarto álbum solo – “Lado mau”, programado para 4 de novembro – com feat com Matuê.
O encontro dos artistas acontece em “Mundo fashion”, single que será lançado amanhã, quarta-feira, 21 de novembro. “Mundo fashion” é a primeira das 19 faixas do álbum “Lado mau” a ser revelada por TZ da Coronel.
Detalhe: o álbum “Lado mau” será lançado somente oito meses após “Palácio de lona” (2026), álbum gravado por TZ da Coronel com MC Cabelinho e apresentado em 6 de março.
Nascido Matheus de Araújo Santos em Cabo Frio (RJ), em 6 de julho de 2001, o rapper TZ da Coronel entrou em cena em 2017, nas batalhas de rima travadas em comunidade da cidade natal. Contudo, a carreira musical foi efetivamente iniciada em 2019 e ganhou tração nos correntes anos 2020.

Fonte: G1 Entretenimento

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Influencer Malévola Alves é detida no Egito por vídeos com ‘comportamento obsceno’

A influenciadora Malévola Alves
Reprodução/Instagram
A influenciadora digital Malévola Alves foi detida no Egito nesta terça-feira (20) por “comportamento obsceno” e gestos de cunho sexual.
Vídeos da brasileira e uma amiga interagindo com egípcios viralizaram nas redes sociais nas últimas horas. Os conteúdos mostram elas beijando e apalpando homens dentro de um carro e na rua.
Segundo comunicado do Ministério do Interior egípcio, Malévola e sua amiga foram identificadas após uma investigação e foram detidas na província de Alexandria, a cerca de 200km de Cairo, capital do Egito.
Agora no g1
“Após uma investigação sobre as circunstâncias de vídeos que circularam nas redes sociais, nos quais duas turistas (estrangeiras) aparecem adotando comportamentos obscenos e exibicionistas, fazendo gestos de cunho sexual e importunando transeuntes em vias públicas de diversas províncias, as autoridades conseguiram identificar e deter as duas mulheres em Alexandria”, diz trecho do comunicado, publicado em árabe.
“Ao serem interrogadas, as mulheres confessaram os atos, admitindo que gravaram as imagens e as publicaram em suas redes sociais com o objetivo de aumentar o número de visualizações. As medidas legais foram tomadas e o Ministério Público assumiu a condução da investigação.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Namorado de Lua Blanco se despede da atriz com post nas redes: ‘Fomos felizes para sempre’

Morre a atriz e cantora Lua Blanco, aos 39 anos
Leandro Soares, namorado da atriz Lua Blanco, publicou um texto de despedida da artista na sua conta do Instagram nesta terça-feira (2).
Lua, que ficou conhecida nacionalmente ao interpretar Roberta Messi na versão brasileira da novela Rebelde, morreu no domingo (18), aos 39 anos, após enfrentar um câncer.
No texto, Leandro celebrou os momentos felizes com a companheira e disse que os dois foram “felizes para sempre”. Os dois namoraram por 10 anos.
“A nossa história está escrita, e ela nada nos tira. Minha pessoa preferida do mundo, quantos passeios, estradas floridas, mergulhos no mar, caminhadas na natureza, shows incríveis, noites com filminho, cinema com livraria, brincadeiras com o gato e infinitas tardes deitados na rede no nosso jardim. Um olhando pro outro e sabendo o que é o bom da vida.”
“Lembro cada tom da sua voz, cada nota do seu perfume e cada centímetro do seu amor gigante. Te levo dentro do peito e em tudo o que sou, já que sou por causa de você. Fomos felizes para sempre! Te amo.”
Leandro Soares e Lua Blanco
Reprodução/Instagram
Postagem de Leandro Soares se despedindo de Lua Blanco
Reprodução/Instagram
Leandro Soares e Lua Blanco
Reprodução/Instagram
Quem foi Lua Blanco
Nascida em 5 de março de 1987, em São Paulo, Lua iniciou a carreira na televisão em 2008, ao integrar o elenco da novela “Três Irmãs”, da Globo. No ano seguinte, participou de Malhação e se tornou apresentadora da TV Globinho, programa infantil da emissora.
O reconhecimento nacional veio com “Rebelde”, entre 2011 e 2012, em que interpretou Roberta Messi, uma das seis protagonistas da trama. Além de atuar na novela, Lua integrou a banda formada a partir do projeto, que ampliou sua presença entre o público jovem.
Depois do sucesso da produção, a atriz continuou na televisão. Em 2013, participou da novela “Pecado Mortal”, da Record, e, em 2017, integrou o elenco de “A Força do Querer”, da Globo.
A atriz Lua Blanco
Reprodução
Integrantes de ‘Rebelde’ lamentam morte de Lua Blanco
Trajetória na música
A música fazia parte da vida de Lua desde a infância. Filha do músico Billy Blanco Jr. e da musicista e professora de inglês Maria Claudia Blanco, ela era neta do compositor Billy Blanco, um dos precursores da bossa nova.
Criada com os cinco irmãos — Pedro Sol Blanco, Ana Terra Blanco, Estrela Blanco, Daniel Cielo Blanco e Marisol Blanco —, Lua começou a carreira musical aos 14 anos, apresentando-se com a família. Ao longo dos anos, também integrou bandas como a LágrimaFlor.
Em 2016, lançou o álbum solo Mão no Sonho. Em 2023, formou o Órbita, projeto de pop rock bilíngue que marcou mais uma etapa de sua trajetória musical.
Despedida
A atriz e cantora Lua Blanco, ex-Rebelde Brasil, morreu aos 39 anos. Ela lutava contra um câncer. A informação foi confirmada pela família, nas redes sociais.
“É com muita tristeza que informamos o falecimento da nossa amada irmã Lua Maria Blanco. Ela vinha lutando contra um câncer nos últimos meses de vida, e nesse tempo ela foi completamente rodeada pelo amor da família e dos amigos que estiveram com ela a vida toda”, diz o post.
A postagem diz ainda que “ela se foi em paz, preenchida de amor e com a fé plena de que ia direto pras mãos de Deus. Ela estará conosco para sempre, nos iluminando com a sua forte luz eterna”.
A família pediu também respeito pelo luto e “silêncio nesse momento desafiador”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Os 90 anos de Rolando Boldrin, voz do Brasil caipira, geram o álbum ‘Cantigas & causos’ da dupla Élcio Dias & Amorim

Rolando Boldrin (1936 – 2022) tem os 90 anos festejados em álbum que será lançado pela dupla Élcio Dias & Amorim na sexta-feira, 23 de outubro
ICine / Divulgação
♫ NOTÍCIA
♬ Na próxima quinta-feira, 22, o ator, cantador, compositor e apresentador paulista Rolando Boldrin (22 de outubro de 1936 – 9 de novembro de 2022) poderia estar festejando 90 anos se não tivesse saído de cena há quatro, aos 86 anos, no mesmo dia da morte da cantora Gal Costa (1945 – 2022).
A efeméride foi lembrada por Élcio Dias & Amorim, dupla formada em 2019 na cidade de Embu das Artes (SP) – um dos berços das tradições da música caipira cultuada e perpetuada por Boldrin – pelo violonista e cantor paulista Élcio Dias com Gildécio José de Amorim, o Amorim, violeiro e cantor baiano nascido em Aracatu (BA) e residente em Embu desde os 15 anos.
Na sexta-feira, 23 de outubro, um dia após o 90º aniversário de nascimento de Boldrin, a gravadora Kuarup põe no mundo digital o álbum “Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin”.
Ao longo das 14 faixas do álbum, a dupla faz feats com grandes nomes do universo da música ruralista nos maiores sucessos de Boldrin e tira do baú uma joia como “Tema para Juliana”, composto por Boldrin para a trilha sonora da novela “Os inocentes” (TV Tupi, 1974) – trama na qual o ator interpretou um dos principais personagens, Otávio – e gravada pelo autor 20 anos depois da novela no álbum “Som da terra” (1994).
O álbum “Cantigas e causos” faz jus ao título, fiel ao universo de Rolando Boldrin, artista nascido na interiorana cidade de São Joaquim da Barra (SP) e arquiteto de obra musical enraizada no universo do Brasil rural dos sons caipiras, das violas e das modas.
Além de ter dado voz a esse Brasil rural em discos, Boldrin foi também um dos principais difusores da música caipira – e dos artistas do gênero – no posto de apresentador de programas de TV dedicados a esse estilo de música.
Entre faixas que apresentam textos declamados, casos de “Crônica do tempo” (escrita por Boldrin) e “A morte não é nada” (texto atribuído a Santo Agostinho), Élcio Dias & Amorim reavivam “Viola quebrada” (Mário de Andrade, 1936) com Renato Teixeira, abordam “Eu, a viola e Deus” (1979) com o violeiro Chico Lobo e cantam “Vide, vida marvada” (1981) com Jackson Antunes.
O repertório do álbum da dupla em homenagem a Rolando Boldrin também inclui “Amor de violeiro”, “Novo amanhecer” – música composta por Manezinho Araújo (1913 – 1993) por volta de 1956, há 70 anos, e popularizada por Boldrin em gravação feita para o álbum “Violeiro” (1982) – e “Vaca Estrela e Boi Fubá” (Patativa do Assaré, 1958), faixa que traz Wandi Doratiotto.
“Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin” é o quarto álbum da carreira fonográfica da dupla, iniciada há cinco anos, com a edição em 2021 de álbum em tributo à dupla caipira Pena Branca & Xavantinho.
Capa do álbum ‘Cantigas e causos – Élcio Dias & Amorim celebram os 90 anos de Rolando Boldrin’
Divulgação

Fonte: G1 Entretenimento

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Os Simpsons ressuscitam personagem depois de quase uma década, em especial de Halloween

Ao longo das 38 temporadas de “Os Simpsons”, os episódios especiais de Halloween, conhecidos como “A Casa da Árvore dos Horrores”, sempre foram uma atração à parte, com histórias assustadoras independentes. No domingo, a série surpreendeu os espectadores com uma grande ressurreição: Apu, o querido dono da loja de conveniência Kwik-E-Mart, que não era ouvido havia quase uma década, voltou a falar em Springfield.
Ele e sua esposa, Manjula, retornaram com uma trama importante — e com as vozes de atores americanos de origem indiana: Sunil Malhotra, veterano profissional de dublagem, e Janina Gavankar, de “The Morning Show”.
“Trazer Apu de volta parece uma retomada. É realmente o retorno dele para casa”, disseram Malhotra e Gavankar em uma publicação conjunta no Instagram no domingo.
O retorno inesperado de Apu representa uma reviravolta significativa em uma discussão que dura anos sobre como o personagem foi retratado como um estereótipo doloroso por parte dos americanos de origem sul-asiática. Depois do documentário de 2017 do comediante Hari Kondabolu, “The Problem With Apu” (“O problema com Apu”, em tradução livre), o personagem praticamente desapareceu das telas.
Como um documentário sobre Apu se tornou um divisor de águas
Em “The Problem With Apu”, Kondabolu, que se descreve como fã da série da Fox, tentou compreender suas próprias ressalvas em relação ao personagem. Ele entrevistou várias celebridades de origem sul-asiática, entre elas Kal Penn, Utkarsh Ambudkar e Hasan Minhaj, sobre as experiências que tiveram ao crescer assistindo à série. Eles compartilharam lembranças de terem sofrido bullying e de terem sido chamados de “Apu” como insulto. A percepção de que o personagem era apenas uma caricatura também era reforçada pelo fato de que Hank Azaria, um ator branco, dava voz a ele.
Com o nome completo de Apu Nahasapeemapetilon Jr., o personagem era visto como o “estrangeiro para sempre, alguém que representa os indianos nos Estados Unidos por meio desse único estereótipo: ser dono de uma loja de conveniência, ser um imigrante recém-chegado, ter um sotaque carregado e ter uma identidade americana bastante limitada”, afirma Bhoomi Thakore, professora assistente de sociologia da Universidade de Connecticut.
Thakore observa que o filme de Kondabolu levantou a questão de que Apu era a única representação de um personagem indiano conhecida pela maioria das pessoas quando estreou, em 1990.
Azaria deixou o papel depois do documentário, embora tenha continuado a dublar outros personagens de “Os Simpsons”. Apu ficou em silêncio e passou a aparecer apenas ao fundo das cenas.
Kondabolu, no entanto, nunca pediu que Apu fosse cancelado. Na segunda-feira, ele elogiou “Os Simpsons” por encontrar “uma solução inteligente para tudo isso” e contratar Malhotra e Gavankar.
“Também continuo orgulhoso da conversa pública sobre raça e representatividade que meu documentário iniciou”, disse ele à Associated Press, em uma declaração enviada por e-mail. “Por fim, espero que isso acabe com todas as mensagens de ódio, em vários idiomas, que recebi ao longo da última década.”
Depois de anos em segundo plano, Apu parece ter vindo para ficar
Em um episódio de 2018, “Os Simpsons” respondeu ao documentário de Kondabolu mostrando Lisa Simpson lamentar que “algo que começou décadas atrás e era aplaudido e considerado inofensivo agora é politicamente incorreto. … O que se pode fazer?”. Em seguida, a câmera mostrou uma fotografia emoldurada de Apu. Alguns consideraram a piada uma resposta fraca, por não abordar diretamente a controvérsia.
Em uma entrevista ao The New York Times em 2020, Azaria, que já não dublava Apu havia alguns anos, anunciou que deixaria o papel porque “simplesmente não parecia certo”.
Mais tarde naquele ano, em resposta às manifestações contra o racismo, “Os Simpsons” anunciou que não escalaria mais atores brancos para dublar personagens negros ou de outras minorias raciais. A série então substituiu os dubladores de dois personagens negros — Carl Carlson e Dr. Julius Hibbert — por atores negros.
Kondabolu confirmou à AP que não conversou com os produtores de “Os Simpsons” sobre o retorno de Apu, “mas eles não me deviam isso”. E, ao que tudo indica, Apu veio para ficar.
“Nós amamos esse personagem e queríamos trazê-lo de volta de uma maneira inteligente, com a cara de ‘Os Simpsons’, que permitisse que ele evoluísse”, afirmou o produtor executivo Matt Selman em um comunicado. “Estamos entusiasmados com o que Sunil já trouxe para o papel e esperamos ver mais de Apu no futuro.”
Apu também foi acolhido por sul-asiáticos, apesar da controvérsia
Poucas semanas depois de “Os Simpsons” responder ao documentário, o escritor e produtor Amar Shah publicou uma série de textos nas redes sociais e, em seguida, um artigo de opinião no The Washington Post para explicar por que sentia sobretudo nostalgia em relação a Apu. Ao assistir ao personagem, ele se lembrava do próprio pai indiano trabalhando duro como dono de uma loja de conveniência e de como isso marcou sua infância na Flórida.
“Apu ainda é um personagem que eu não me importaria que meus filhos vissem representado, porque eles reconheceriam aspectos de si mesmos e dos próprios avós”, afirma Shah, ao recordar seu artigo de 2018. “Consigo compreender perfeitamente que alguém de origem sul-asiática tenha uma perspectiva diferente da minha, mas essa é a minha infância. Essa é a minha história.”
Depois de assistir ao episódio mais recente, Shah não percebeu uma diferença significativa na interpretação de Malhotra.
“Obviamente, há uma voz, uma entonação, uma textura diferentes e tudo mais. Mas o personagem sempre estará ali, com sua humanidade genuína”, diz Shah. “Acho que teria sido muito melhor se tivessem incorporado essa mudança antes.”
Em meio ao aumento do ódio contra sul-asiáticos, retorno de Apu é bem recebido
Apu está sendo resgatado em um contexto de aumento do ódio contra pessoas de origem sul-asiática e indiana. A organização Stop AAPI Hate e outros grupos de pesquisa constataram que o uso de insultos racistas e ameaças contra sul-asiáticos e indianos na internet cresceu nos últimos anos.
Bo French, candidato republicano à Comissão Ferroviária do Texas, publicou recentemente uma foto de estudantes sul-asiáticos da Universidade do Texas comemorando durante um jogo de futebol americano e os chamou de “um problema”.
Na semana passada, um homem foi acusado de planejar um ataque a tiros em massa contra um templo hindu nos arredores de Chicago. Nesse cenário, Shah considera positiva a abordagem cuidadosa da série para trazer o personagem de volta.
“É ótimo ver que a série evoluiu com o tempo e agora, especialmente diante da discriminação e, de fato, do alvo que os sul-asiáticos e os americanos de origem indiana têm sido ultimamente — com questionamentos sobre nosso patriotismo, nossa identidade americana e até sobre sermos fãs de futebol americano universitário”, afirma.
O retorno também coincide com uma presença muito maior de americanos de origem sul-asiática em posições de destaque, como a atriz e produtora de séries Mindy Kaling, e de pessoas que romperam barreiras na política, como o prefeito de Nova York, Zohran Mamdani, e a ex-vice-presidente Kamala Harris.
Quando Apu apareceu pela primeira vez, afirma Shilpa Davé, professora associada de estudos de mídia da Universidade da Virgínia, ele era uma das poucas representações recorrentes de sul-asiáticos na televisão.
Agora, ela diz, “os sul-asiáticos passaram a fazer parte do cenário, de ‘Bridgerton’ a ‘Eu Nunca…’, e há uma grande variedade de diferentes formas de representação”.

Fonte: G1 Entretenimento

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Christina Applegate diz que diagnóstico de esclerose múltipla estava errado: ‘De volta à estaca zero’

Anthony Anderson e Christina Applegate no Emmy 2023
Kevin Winter/Getty Images/AFP
Christina Applegate revelou nesta terça-feira (20), em um episódio de seu podcast “MeSsy”, que não tinha esclerose múltipla. A atriz recebeu o diagnóstico da doença em 2021.
Emocionada, ela contou aos ouvintes o que ouviu da médica. “Ela entrou no meu quarto e disse: ‘Parabéns, você não tem esclerose múltipla’”, lembrou Applegate entre lágrimas. “Eu fiquei muito triste. Todo mundo estava tão feliz.”
“Isso pode ser uma ótima notícia, mas para mim, é como voltar à estaca zero”, disse. “É difícil dizer que [minha médica] entrou no meu quarto e disse: ‘Parabéns, você não tem esclerose múltipla’”.
Agora no g1
“Você não recebe um diagnóstico errado e, de repente, melhora. Eu não melhorei… Na verdade, piorei em alguns aspectos”, contou. “Então, voltei à estaca zero, sem saber o que está acontecendo comigo”, explicou.
Desde que recebeu o diagnóstico de esclerose múltipla, a atriz parou de trabalhar e se tornou uma defensora das pessoas com a doença. Ela criou o podcast com Jamie-Lynn Sigler, atriz de “The Sopranos”, como uma forma de compartilhar sua experiência e conscientizar as pessoas sobre a doença.
Apesar de ter descoberto que seu diagnóstico estava errado, Applegate disse que seus sintomas persistem e que sua doença agora é um mistério. “Tenho todos os sintomas de alguém com esclerose múltipla. Todos eles. Agora, nós duas sabemos que existem muitas coisas que se assemelham à esclerose múltipla — muitas coisas diferentes.”
Ela acrescentou ainda que “há um número bastante elevado de diagnósticos errados de esclerose múltipla”. Segundo a atriz, portanto, esse tipo de situação não é raro. “Agora está claro que eles estão descobrindo algo diferente”, continuou Applegate. “Há algo mais acontecendo.”
“Passei por uma grande depressão por causa disso. Mas perdi tudo. Perdi meu emprego… Isso paralisou minha vida”, continuou Applegate. “Ainda preciso usar cadeira de rodas quando vou ao consultório médico. Não consigo andar do carro até a sala. Ainda estou nessa situação. Nada de mágico aconteceu quando ela disse: ‘Você não tem esclerose múltipla’. Nada de mágico aconteceu.”

Fonte: G1 Entretenimento

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Na morte, Benito Di Paula encontra a unanimidade e o reconhecimento que lhe foram negados ao longo da vida

Benito Di Paula (1941 – 2026) é velado das 9h às 15h de hoje, 20 de outubro, no Theatro Municipal de São Paulo em cerimônia aberta ao público
Reprodução / Facebook Benito Di Paula
♫ ANÁLISE
♬ A morte de Benito Di Paula (28 de novembro de 1941 – 18 de outubro de 2026) na noite de domingo, 84 anos, deu ao artista de forma instantânea uma unanimidade e um reconhecimento que lhe foram negados ao longo da vida.
É fato que, nos últimos anos, a obra e o legado do cantor, compositor e instrumentista fluminense vinham passando por processo de reavaliação que incluiu o tributo fonográfico “Benito 80” (2022) – com músicas de Benito revisitadas por nomes como Criolo, João Bosco e Teresa Cristina – e que culminou com a homenagem da escola de samba Águia de Ouro ao artista no Carnaval de São Paulo em 2025.
Também é verdade que artistas como Zeca Baleiro sempre levantaram a voz para sentenciar a importância e o caráter inovador do cancioneiro autoral de Benito Di Paula, cujo velório acontece das 9h às 15h de hoje, 20 de outubro, no Theatro Municipal de São Paulo, em cerimônia aberta ao público.
Contudo, a realidade é que Benito Di Paula precisou partir e deixar o Brasil na saudade para, enfim, ser amplamente reconhecido pela mídia como o grande artista que foi desde que conquistou o público brasileiro no início da década de 1970.
Benito até recebeu algumas flores em vida, mas não todas as que merecia por ter sido cantor de grande fluência vocal, um músico de apurado senso rítmico e um compositor de assinatura própria.
Na década de 1970, o artista até foi minimizado pelas elites culturais por sempre ter sido percebido em nichos mais puristas do samba como espécie de traidor do gênero.
É que o samba de Benito Di Paula tinha suingue extraído das teclas do piano, com um molho latino. Sem falar que, embora geralmente fosse alegre e expansivo, esse samba por vezes veio embalado com dose alta de sofrência – explicitada em músicas como “Retalhos de cetim” (1973) e “Vai ficar na saudade” (1975) – o que fez com o que o cantor fosse confundido com os românticos da ala dita cafona da música brasileira.
Enfim, faltou dizer a Benito Di Paula em vida o quanto ele foi talentoso, importante e, sim, influente. Faltou também um grande prêmio em homenagem ao artista. Será que o conselho do Prêmio da Música Brasileira algum dia cogitou eleger Benito como o homenageado de uma edições da premiação? Será que o Grammy Latino um dia cogitou dar a Benito um prêmio pelo conjunto da obra que também bebia do suingue afro-cubano? Parece pouco provável…
A imediata louvação ao cantor na hora da morte contrasta com a ausência de um reconhecimento mais amplo e oficial do status quo da música brasileira. Costuma ser assim desde que o samba é samba. Artistas rejeitados no clube frequentado pelos colegas incensados pela crítica quase sempre são reverenciados e cultuados somente após a morte.
Não será surpresa se agora surgirem sucessivos álbuns e shows com o repertório de Benito Di Paula, feitos por quem possivelmente nunca prestou a devida atenção no artista quando ele era vivo. Infelizmente, faz parte do show… Mas não devia fazer…

Fonte: G1 Entretenimento

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‘Tenho medo de pessoas’: Felca falou sobre ansiedade social no Fantástico; relembre

Estreia quadro de Felca no Fantástico: você sabe o que é ansiedade social?
O influenciador Felipe Bressanim Pereira, conhecido como Felca, publicou nesta terça-feira (20) um novo vídeo no YouTube, o primeiro desde que lançou “Adultização”, produção que viralizou em 2025 e impulsionou o debate nacional sobre a proteção de crianças e adolescentes na internet.
Desta vez, Felca deixou de lado o formato investigativo para falar sobre a própria história. No vídeo, ele fala sobre o diagnóstico de fobia social e anuncia um desafio pessoal para enfrentar o medo de interações sociais.
O relato retoma um tema que o influenciador já havia abordado no Fantástico, em março, na série “Sobre Nós”, dedicada à saúde mental e aos desafios que afetam principalmente os jovens.
Sobre Nós: veja os episódios da série com Felca no Fantástico
No episódio, Felca falou sobre ansiedade social e a dificuldade de lidar com situações que envolvem outras pessoas.
“Eu tenho medo de pessoas. Eu gosto de sair de casa, mas, quando me chamam, torço para cancelarem. E, quando vou, fico pensando em como me portar: vou dançar? Como vou dançar? Que roupa usar? Eu queria que fosse cancelado”, disse o influenciador.
Na reportagem, um especialista explica que o medo e a ansiedade são emoções naturais, que funcionam como alertas diante de situações percebidas como ameaçadoras. No caso da ansiedade social, a dificuldade está relacionada ao receio de interagir com outras pessoas e de ser avaliado negativamente.
“Somos animais sociais. Nossa sobrevivência sempre dependeu da capacidade de viver em grupo”, afirma. “Para grande parte das pessoas, é desafiador estar em contato com alguém novo ou se colocar numa situação em que vc possa ser avaliado negativamente. Ou julgado”.
Veja a reportagem completa no vídeo acima.
‘Sobre Nós’: veja lista de serviços de atendimento gratuito de saúde mental
Nova série com Felca aborda saúde mental entre jovens
Reprodução/TV Globo
‘Sobre Nós’
A série “Sobre Nós” foi dividida em seis episódios, com discussões sobre temas como insegurança, pressão em relação ao futuro e relações sociais. Ao longo da produção, Felca também conversou com especialistas sobre comportamento e bem-estar emocional.
SAIBA MAIS:
ESPISÓDIO 1: Ansiedade social
EPISÓDIO 2: Pânico de dizer ‘não’
EPISÓDIO 3: A necessidade de aprender a descansar
EPISÓDIO 4: A pressão das comparações
EPISÓDIO 5: Procrastinação
EPISÓDIO 6: A diferença entre tristeza e depressão
Ouça os podcasts do Fantástico
ISSO É FANTÁSTICO
O podcast Isso É Fantástico está disponível no g1 e nos principais aplicativos de podcasts, trazendo grandes reportagens, investigações e histórias fascinantes em podcast com o selo de jornalismo do Fantástico: profundidade, contexto e informação. Siga, curta ou assine o Isso É Fantástico no seu tocador de podcasts favorito. Todo domingo tem um episódio novo.

Fonte: G1 Entretenimento

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Sahara Ray, modelo e ex-affair de Justin Bieber, morre aos 34 anos

Sahara Ray, modelo e designer de moda praia australiana, morreu aos 34 anos.
Reprodução/Instagram/sahara_ray
A modelo e designer de moda praia australiana Sahara Ray morreu aos 34 anos.
A informação foi divulgada pela família, que afirmou que ela morreu na noite de domingo (18), em um hospital, cercada por parentes. A causa da morte não foi informada.
“Ela era muito amada”, disse a família em comunicado ao site americano TMZ.
Ray ficou conhecida pelo trabalho como modelo, pela presença nas redes sociais e pela marca de moda praia Sahara Ray Swim, criada por ela.
Sahara Ray, modelo e designer de moda praia australiana, morreu aos 34 anos.
Reprodução/Instagram/sahara_ray
Seu nome também ganhou repercussão em 2016, quando foi fotografada ao lado do cantor Justin Bieber durante férias no Havaí, nos Estados Unidos. Os dois, no entanto, nunca assumiram publicamente um namoro.
A modelo também teve um relacionamento com o cantor australiano Cody Simpson. Filha do surfista Tony Ray, ela passou parte da infância entre a Austrália, a Califórnia e o Havaí.
Agora no g1
Em 2024, Sahara falou publicamente sobre a síndrome de Guillain-Barré, doença neurológica rara que, segundo relatos publicados na época, a deixou parcialmente paralisada após um grave acidente de carro.
Ray tinha cerca de 900 mil seguidores nas redes sociais e era mãe de uma menina de 10 meses.
Sahara Ray, modelo e designer de moda praia australiana, morreu aos 34 anos.
Reprodução/Instagram/sahara_ray

Fonte: G1 Entretenimento

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Primeiro-ministro holandês terá primeiro filho por meio de uma barriga de aluguel

O primeiro-ministro holandês ao lado de seu namorado e da mulher que está gestando o filho do casal.
Reprodução/Instagram/@jettenrob
O primeiro-ministro holandês, Rob Jetten, afirmou nesta segunda-feira (19) que ele e seu companheiro esperam o primeiro filho, com a ajuda de uma mãe de aluguel e de uma doadora de óvulo.
“Alguém muito especial está a caminho. Nos vemos em 2027, pequenino”, publicou Jetten em sua conta pessoal no Instagram, acrescentando emojis de uma cabeça de bebê e de uma mamadeira.
“Não há palavras grandes o suficiente para agradecer à nossa doadora de óvulo, à nossa mãe de aluguel e às duas famílias delas. Nada disso seria possível sem vocês”, afirmou.
Jetten é noivo do argentino Nicolas Keenan, jogador da seleção argentina de hóquei sobre a grama. O casal planejava se casar neste verão, mas adiou a cerimônia pouco depois de Jetten se tornar primeiro-ministro neste ano.
Líder de partido que derrotou extrema-direita na Holanda é noivo de atleta argentino
Jetten, de 39 anos, tornou-se o primeiro-ministro mais jovem da história da Holanda depois que seu partido, o D66, teve uma vitória eleitoral inesperada há um ano.
A mãe de aluguel e a doadora de óvulo são amigas holandesas do casal que já têm filhos e que não tiveram motivos comerciais para ajudá-los, afirmou o D66 em um comunicado publicado em seu site.
É ilegal nos Países Baixos pagar uma mãe de aluguel.
O partido de Jetten afirmou que a gravidez de “alta tecnologia” estava totalmente de acordo com as regras e regulamentações holandesas e foi possível graças ao tratamento de fertilização in vitro oferecido nos Países Baixos.
O D66 afirmou que Jetten tirará alguns dias de folga quando o bebê nascer para ficar com sua família, mas não planeja um período mais longo de licença parental.
Rob Jetten comemora resultado preliminares das eleições da Holanda, em 29 de outubro de 2025
REUTERS/Piroschka van de Wouw

Fonte: G1 Entretenimento